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	<title>Brasil | Portal AM</title>
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	<title>Brasil | Portal AM</title>
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	<item>
		<title>Ponte de R$ 36 milhões desaba e deixa quatro feridos no Acre</title>
		<link>https://portalam.com.br/ponte-de-r-36-milhoes-desaba-e-deixa-quatro-feridos-no-acre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 22:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Acre]]></category>
		<category><![CDATA[Desaba]]></category>
		<category><![CDATA[ponte]]></category>
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					<description><![CDATA[Quatro pessoas ficaram feridas no desabamento parcial de uma ponte no município de Sena Madureira, no Acre, a 137 quilômetros da capital Rio Branco. A estrutura havia sido inaugurada há dois anos, após ter sido construída a um custo de mais de R$ 36 milhões. Entre as vítimas está o advogado e ex-juiz Ednaldo Muniz [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro pessoas ficaram feridas no desabamento parcial de uma ponte no município de Sena Madureira, no Acre, a 137 quilômetros da capital Rio Branco.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692488&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692488&amp;o=node" /></p>
<p>A estrutura havia sido inaugurada há dois anos, após ter sido construída a um custo de mais de R$ 36 milhões.</p>
<p><strong>Entre as vítimas está o advogado e ex-juiz Ednaldo Muniz dos Santos, de 54 anos, que se autointitula vereador voluntário e que gravava um vídeo denunciando os problemas na estrutura minutos antes de a ponte desabar, no início da noite de sexta-feira (5).</strong></p>
<p>Segundo boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), Muniz está em estado gravíssimo, com traumatismo craniano e fratura na região pélvica. Ele foi transferido de ambulância para Rio Branco e segue internado em unidade intensiva de tratamento.</p>
<p><strong>Outro ferido foi Ednei Muniz dos Santos, de 51 anos, irmão de Ednaldo. Ele sofreu fratura no antebraço e segue internado ao aguardo de cirurgia, mas estável.</strong></p>
<p>Os demais feridos foram Antônio Morais Lima Filho, de 36 anos, que sofreu fratura na perna e também aguarda cirurgia, e Weverton Murieta, 34 anos, que sofreu ferimentos leves.</p>
<p><strong>O Corpo de Bombeiros Militares do Acre estimou que 60% da estrutura desabou. A ponte havia sido interditada na noite anterior ao desabamento e, segundo as autoridades, os feridos se encontravam no local irregularmente.</strong></p>
<p>O governo do Acre apura as causas do desabamento. O prazo para a conclusão do inquérito é de 30 dias.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Jovens preparam carta para encontro internacional da ONU sobre água</title>
		<link>https://portalam.com.br/jovens-preparam-carta-para-encontro-internacional-da-onu-sobre-agua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 20:30:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Carta]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[Jovens de bairros periféricos e de comunidades vulnerabilizadas estão reunidos, neste sábado (6), na Fundição Progresso, espaço vizinho aos Arcos da Lapa, antigo aqueduto colonial do século 18 e que hoje é cartão-postal no Centro do Rio de Janeiro. Aqueduto é a estrutura projetada para transportar água de uma fonte até centros urbanos. É justamente a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Jovens de bairros periféricos e de comunidades vulnerabilizadas estão reunidos, neste sábado (6), na Fundição Progresso</strong>, espaço vizinho aos Arcos da Lapa, antigo aqueduto colonial do século 18 e que hoje é cartão-postal no Centro do Rio de Janeiro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692483&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692483&amp;o=node" /></p>
<p>Aqueduto é a estrutura projetada para transportar água de uma fonte até centros urbanos. <strong>É justamente a água o assunto que faz esses ativistas se encontrarem. Eles participam de uma série de painéis sobre o direito à água, saneamento e resiliência climática.</strong></p>
<p>O encontro é organizado pela organização da sociedade civil Águas Resilientes e terá, ao fim do dia, a confecção de uma carta com propostas, a Declaração das Juventudes. O documento será endereçado a autoridades brasileiras e à Conferência de Águas da Organização das Nações Unidas (ONU), que acontecerá nos Emirados Árabes Unidos, de 2 a 4 de dezembro.</p>
<p><strong>O evento global no país árabe é considerado o mais importante encontro sobre o tema e busca fortalecer a governança da água e elevar o assunto na agenda internacional.</strong></p>
<h2>Custo de não fazer</h2>
<p>A especialista em planejamento urbano Andrea Pulici levantou a discussão sobre o custo da universalização do saneamento no Brasil. Ela lembrou que o <a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/assuntos/saneamento/marco-legal-do-saneamento" target="_blank" rel="noopener">Marco Legal do Saneamento</a>, conjunto de leis e regulações voltadas a todas as esferas de governo, <strong>determina que o país alcance a universalização até o fim de 2033. </strong>Isso representa a meta de ter 99% da população brasileira com acesso à água tratada; e 90% à coleta e tratamento do esgoto.</p>
<p>De acordo com a especialista, são necessários investimentos na ordem de R$ 114 bilhões por ano para atingir o objetivo. O dado vai ao encontro da estimativa já divulgada pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), órgão federal que regula o setor, que projeta até R$ 900 bilhões em 2033.</p>
<p>Para Andrea Pulici, mais importante que o investimento necessário, é preciso foco no “custo de não fazer”.</p>
<blockquote><p>“Quanto vale ter uma comunidade inteira sem medo de ter uma inundação? Quanto custa para uma família ter, de fato, acesso à água e com isso ter acesso a serviços?”, questiona ela.</p></blockquote>
<p>Ela  exemplifica a falta de saneamento como obstáculo à cidadania quando uma família não tem água na escola do filho. “Será que não ter isso não é muito mais caro que os R$ 114 bilhões?”, completa.</p>
<p>Dados do <a href="https://www.gov.br/cidades/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/saneamento/sinisa/resultados-sinisa/copy_of_RELATORIO_SINISA_ABASTECIMENTO_AGUA_2025.pdf" target="_blank" rel="noopener">Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico </a>apontam que 84,1% da população é atendida com rede de abastecimento de água. Em termos de coleta, 62,3% da população é atendida com rede coletora de esgoto, enquanto 51,8% do volume gerado de esgoto é tratado.</p>
<h2>Água e dignidade</h2>
<p>A ativista Johari Silva, da organização não governamental Ação da Cidadania, defende que o debate sobre direito à água deve ser relacionado à dignidade.</p>
<blockquote><p>&#8220;Sem água a gente não tem dignidade, não tem sobrevivência alimentar, não tem saúde, a gente não tem nada”, afirma.</p></blockquote>
<p>Johari defende que a “diplomacia climática” não pode ser restrita a governos e entidades privadas, sem ouvir as organizações da sociedade civil. “Precisa ouvir as comunidades tradicionais, as periferias urbanas, os povos indígenas, os ribeirinhos e todos os outros grupos que são impactados diretamente pela falta de acesso à água”, sustenta.</p>
<p>A ativista também é educadora e ressaltou que a Ação da Cidadania possui projetos voltados para “instrumentalizar jovens”. “Para que eles consigam ocupar espaços de tomada de decisão de onde, muitas vezes, somos tirados ou não conseguimos ter acesso”.</p>
<h2>Carta para encontro da ONU</h2>
<p>A diretora de Planejamento da Águas Resilientes, Verena Meirelles, aponta que a missão do instituto é desenvolver estratégias para o acesso a água.</p>
<p>“Qual estratégia é melhor que escutar quem pensa e quem passa na pele as dificuldades sobre o acesso a água?”, indaga.</p>
<p>Ela espera que levar a Declaração das Juventudes para o encontro da ONU seja um passo a mais na concretização da missão do instituto.</p>
<blockquote><p>“Fazer com que todos saibam que não dá para deixarmos para depois essa pauta, devemos agir agora e com todos”, pontua.</p></blockquote>
<p>O fundador e diretor-presidente da organização, Erleyvaldo Bispo, enxerga na declaração uma forma de mostrar ao mundo “a importância da valorização da água” e incluir o Brasil e toda a América Latina e o Caribe no centro do debate.</p>
<p>“No mundo temos<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-08/mais-de-2-bilhoes-de-pessoas-estao-sem-acesso-seguro-agua-potavel" target="_blank" rel="noopener"> 2,2 bilhões de pessoas</a> que não têm acesso a uma fonte segura de água e no Brasil são aproximadamente 35 milhões”, contextualiza.</p>
<p>Ele ressalta que a maioria dessas pessoas está no chamado Sul Global, espaço geopolítico que reúne países em desenvolvimento, como o Brasil.</p>
<p>“Precisamos ser vistos nesse espaço multilateral e estar na tomada de decisão. Aliás até quando a água será subvalorizada?”, pergunta.</p>
<h2>Força da juventude</h2>
<p>Ao comentar o papel dos jovens na sociedade, a gerente de programas para democracia na América Latina na Open Society Foundations, Sylvia Siqueira, aponta que eles &#8220;não são apenas o futuro&#8221;, mas também &#8220;as referências que o mundo precisa para o futuro poder existir&#8221;.</p>
<p>“Vocês são nossas referências de imaginário e poder de sonho. Então, vamos continuar sentindo essa força e essa chama, não só ao longo do dia de hoje, mas por muito tempo adiante”, declarou Sylvia.</p>
<p>O cientista político e estrategista internacional Matheus Marlisson classifica a crise climática como “o maior desafio que a gente está enfrentando nesse milênio”.</p>
<p>Ele defende que o Brasil tem lugar de destaque na diplomacia global sobre água e meio ambiente, que precisa unir proteção ambiental e desenvolvimento justo, sustentável e próspero.</p>
<p>“O Brasil no debate da Conferência da Água, pode trazer uma visão cada vez mais integrada com a sociedade civil, com a política e com outros atores que fazem parte desse processo de desenvolvimento”, disse à Agência Brasil.</p>
<p>Ele acredita que a juventude brasileira é “extremamente potencializada” e caminha para lugar de referência no debate global.</p>
<blockquote><p>“A gente vê nas favelas do Rio de Janeiro, nas comunidades ribeirinhas, no Nordeste, no contexto rural que a juventude não está parada”, avalia.</p></blockquote>
<p>A deputada estadual Dani Monteiro (PSOL-RJ), criada na comunidade de São Carlos, região central do Rio de Janeiro, relaciona justiça pela água e justiça climática. “Os dois temas andam atrelados”.</p>
<p>Ela aponta que a governança de temas ligados à água é “um desafio” e que encontros como o deste sábado, com jovens de territórios vulnerabilizados, contribuem para que haja marcos de governança territorial.</p>
<p>“O espaço do debate desse encontro é o primeiro passo importantíssimo, porque não existe gestão democrática de recursos que não seja com participação cidadã”, afirmou à Agência Brasil.</p>
<p>A parlamentar preside a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Defesa de Robinho pede ao STF retirada da hediondez do crime de estupro</title>
		<link>https://portalam.com.br/defesa-de-robinho-pede-ao-stf-retirada-da-hediondez-do-crime-de-estupro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 22:47:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Estupro]]></category>
		<category><![CDATA[Robinho]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[A defesa do ex-jogador de futebol Robinho pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a retirada da hediondez do crime de estupro. Robinho está preso desde março de 2024, em São Paulo, por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O tribunal homologou a pena de nove anos de prisão, proferida pela Justiça da Itália, pelo envolvimento do ex-jogador [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A defesa do ex-jogador de futebol Robinho pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a retirada da hediondez do crime de estupro.</p>
<p>Robinho está preso desde março de 2024, em São Paulo, por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O tribunal homologou a pena de nove anos de prisão, proferida pela Justiça da Itália, pelo envolvimento do ex-jogador no estupro de uma mulher, ocorrido dentro de uma boate de Milão, em 2013.</p>
<p>Em petição protocolada na segunda-feira (1°), a defesa de Robinho afirmou que o STJ agravou a pena de Justiça italiana ao aplicar a incidência da Lei dos Crimes Hediondos, norma brasileira que qualificou o estupro como crime hediondo.</p>
<p>Com a classificação de hediondez, o preso tem diversas restrições legais, entre elas, a proibição de saídas temporárias (saidinhas) e o cumprimento de 70% da pena em regime fechado para progressão ao semiaberto.</p>
<p>Segundo a defesa do ex-jogador, a hediondez não existe na legislação italiana. Dessa forma, segundo os advogados, o agravamento não pode ser aplicado pelo STJ ao determinar o cumprimento da sentença estrangeira.</p>
<blockquote><p>“A tese defensiva não busca privilégio, impunidade ou tratamento benéfico indevido, mas apenas fidelidade ao título estrangeiro, para que o paciente cumpra no Brasil exatamente a pena imposta pela justiça italiana, nem mais, nem menos”, disse a defesa.</p></blockquote>
<p>O habeas corpus chegou no Supremo em novembro do ano passado e aguarda decisão do relator, ministro Luiz Fux. Não há prazo para decisão.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS começa em duas semanas, diz Padilha</title>
		<link>https://portalam.com.br/vacinacao-com-a-pneumo-20-pelo-sus-comeca-em-duas-semanas-diz-padilha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 13:15:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta quarta-feira (3) o início da vacinação com a Pneumo 20 para crianças de até 5 anos, que deve começar na segunda quinzena deste mês de junho, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).  O imunizante, uma novidade no Sistema Único de Saúde (SUS), protege contra 20 sorotipos da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta quarta-feira (3) o início da vacinação com a Pneumo 20 para crianças de até 5 anos, que deve começar na segunda quinzena deste mês de junho, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692261&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692261&amp;o=node" /></p>
<p>O imunizante, uma novidade no Sistema Único de Saúde (SUS), protege contra 20 sorotipos da bactéria <em>Streptococcus pneumoniae</em>, principal causadora de doenças graves como pneumonia e meningite, responsáveis por hospitalizações, sequelas e óbitos.</p>
<p>Esse é o quarto imunobiológico incorporado para crianças durante a atual gestão da pasta. Na rede privada, onde a vacina já era ofertada desde o ano passado, o custo chega a mais de R$ 500 por dose.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nós já tomamos todos os passos necessários, inclusive nota técnica, começar a distribuição para os estados e municípios, para que já nesse mês de junho, na expectativa, estamos chamando para o começo da segunda quinzena de junho, provavelmente a partir de quinze de junho, a vacina Pneumo 20 para as crianças&#8221;, garantiu o ministro.</p></blockquote>
<p><strong>A vacina pneumocócica conjugada 20-valente (VPC20 ou Pneumo 20) <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/sus-vai-ampliar-protecao-vacinal-contra-doenca-pneumococica">vai substituir a 10-valente, dobrando os sorotipos prevenidos</a>.</strong></p>
<h2>Doença</h2>
<p><strong>A doença pneumocócica é uma infecção causada pela bactéria <em>Streptococcus pneumoniae</em>, ou pneumococo, que pode ocasionar quadros leves, como inflamação no ouvido ou sinusite, ou graves, como pneumonia bacteriana, meningite e sepse.</strong></p>
<p>Estima-se que o pneumococo seja responsável por até 50% de todos os casos de meningite bacteriana em crianças. A mortalidade nesses casos é de cerca de 30%. Além das crianças pequenas, idosos e indivíduos com comorbidades ou imunossupressão também são mais vulneráveis.</p>
<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença pneumocócica é a maior causa de mortalidade infantil por doença prevenível. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil óbitos no Brasil. Entre crianças menores de 5 anos, foram 616 casos e 188 mortes no mesmo período.</p>
<p><strong>O diferencial da nova vacina, segundo o Ministério da Saúde, é justamente a ampliação da proteção imunológica</strong>, relacionadas aos sorotipos que mais causam pneumonia invasiva, especialmente os tipos 3, 6A e 19A, sendo mais abrangente do que as formulações anteriores.</p>
<p>A vacina também atua contra a otite média, condição que pode levar à perda auditiva e infecção generalizada quer pode levar à morte.</p>
<p>A distribuição das primeiras 514 mil doses já começou, de acordo com a pasta. A vacinação será iniciada à medida que os estados receberem os imunizantes e concluírem o envio aos municípios. A previsão do governo federal é disponibilizar mais de 6,1 milhões de doses ainda este ano.</p>
<h2>Histórico da vacina</h2>
<p><strong>A vacinação contra a doença pneumocócica, com a VPC10, foi incluída no calendário básico infantil em 2010 e, desde então, houve redução de 60% dos casos de doença pneumocócica invasiva causada por algum dos 10 sorotipos combatidos pela vacina em crianças de até dois anos. </strong>Os casos de meningite pneumocócica na mesma faixa etária também caíram 65%.</p>
<p>No entanto, em anos mais recentes os casos vêm crescendo. De 2013 a 2019, o Brasil registrou uma média de 164 casos anuais de meningite pneumocócica em crianças de até 5 anos. De 2022 a 2024, a média anual subiu para 211,3 casos.</p>
<p>Dados da vigilância do Ministério da Saúde mostram que quase 40% dos casos graves com amostra coletada entre 2018 e 2023 foram causados por apenas dois tipos da bactéria não prevenidos pela VPC10, mas agora incluídos na formulação da VPC20.</p>
<h2>Grupos prioritários</h2>
<p><strong>O Ministério da Saúde informou que a pneumo 20 será ofertada aos seguintes grupos prioritários:</strong></p>
<ul>
<li>Crianças menores de 5 anos;</li>
<li>Povos indígenas maiores de 5 anos de idade (sem histórico vacinal com pneumo conjugada);</li>
<li>Idosos com 60 anos ou mais acamados e/ou institucionalizados;</li>
<li>Pessoas com condições clínicas especiais, atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).</li>
</ul>
<p>Durante o período de transição para o novo imunizante, o esquema vacinal básico para a criança seguirá o seguinte modelo: uma dose da pneumo 20 aos 2 meses de idade; uma dose da pneumo 10 aos 4 meses, e uma dose de reforço da pneumo 20 aos 12 meses, respeitando o intervalo mínimo de 60 dias entre a segunda dose e o reforço.</p>
<p>As vacinas VPC13 e VPP23 serão utilizadas em estratégias diferenciadas até a finalização dos estoques.</p>
<p><strong>Essa estratégia será mantida até o término dos estoques da Pneumo 10. Após o esgotamento dessas doses, o esquema vacinal passará a utilizar exclusivamente a Pneumo 20. </strong>Por meio da Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital, pais, mães e responsáveis podem acompanhar, em tempo real, o histórico de vacinação.</p>
<h2>Resultados</h2>
<p><strong>Nos últimos três anos, o Ministério da Saúde informou ter recuperado todas as coberturas vacinais infantis, revertendo a tendência de queda observada até 2022. </strong>A vacinação contra doenças pneumocócicas acompanhou esse avanço, com a cobertura do esquema básico passando de 90,01% em 2023 para 93,22% em 2024 e 93,45% em 2025. Em 2026, a cobertura parcial acumulada até o momento, segundo a pasta, alcança 86,33%.</p>
<p>&#8220;Nós estamos com muita luta vencendo o negacionismo, vencendo a turma antivacina, recuperando a credibilidade do nosso Programa Nacional de Imunização&#8221;, declarou Padilha durante entrevista para detalhar o esquema de vacinação com a Pneumo 20.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Enem 2026: estudante do Pé-de-Meia é isento da taxa de inscrição</title>
		<link>https://portalam.com.br/enem-2026-estudante-do-pe-de-meia-e-isento-da-taxa-de-inscricao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 12:10:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Enem 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Pé-de-Meia]]></category>
		<category><![CDATA[taxa]]></category>
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					<description><![CDATA[Os participantes do programa Pé-de-Meia que concluem o ensino médio em 2026 são isentos da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Estes estudantes beneficiários da política pública têm inscrição pré-preenchida automaticamente no sistema. No entanto, devem acessar a Página do Participante do Enem até às 23horas e 59 minutos desta sexta-feira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os participantes do programa Pé-de-Meia que concluem o ensino médio em 2026 são isentos da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692248&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692248&amp;o=node" /></p>
<p>Estes estudantes beneficiários da política pública têm inscrição pré-preenchida automaticamente no sistema. No entanto, devem acessar a Página do Participante do Enem até às 23horas e 59 minutos desta sexta-feira (5), no horário de Brasília, para complementar as informações.</p>
<p><strong>Os candidatos devem escolher o município onde desejam realizar as provas, fazer a opção pela língua estrangeira (inglês ou espanhol) e, se necessário, solicitar atendimento especializado e/ou tratamento pelo nome social.</strong></p>
<h2>Incentivo Enem</h2>
<p>Os estudantes do Pé-de-Meia do terceiro ano do ensino médio que participarem dos dois dias de provas do Enem e concluírem esta etapa da educação básica em 2026 receberão um incentivo adicional em parcela única de R$ 200.</p>
<p>O pagamento será efetuado no primeiro trimestre de 2027, após a confirmação da conclusão da etapa de ensino, na mesma conta bancária utilizada para o recebimento das demais parcelas do programa.</p>
<h2>Inscrições</h2>
<p>Os interessados que não têm a inscrição pré-preenchida no sistema devem ficar atentos ao prazo final de inscrições.</p>
<p>Para se candidatar, a pessoa deve se inscrever online exclusivamente na <a href="https://enem.inep.gov.br/participante/#!/https://enem.inep.gov.br/participante/#!/" target="_top">Página do Participante</a>.</p>
<p>No momento da inscrição deve ser preenchido o questionário socioeconômico do Enem. A etapa obrigatória da inscrição é composta por mais de 20 perguntas que revelam o perfil do candidato.  As respostas não afetam a nota do candidato.</p>
<h2>Taxa de inscrição</h2>
<p>Após a inscrição, o sistema do Enem vai gerar a GRU Cobrança no valor de R$ 85.</p>
<p>O pagamento da taxa de inscrição deve ser feito entre 25 de maio e 10 de junho.</p>
<p>A opções de pagamento são via Pix, cartão de crédito, débito ou boleto. A quitação poderá ser feita em qualquer banco, casa lotérica ou aplicativos bancários.</p>
<p>A inscrição somente será confirmada após o processamento do pagamento da taxa de inscrição.</p>
<h2>Pedidos de isenção da taxa</h2>
<p>O Inep lembra que todos os candidatos precisam acessar o <a href="https://enem.inep.gov.br/participante/#!/" target="_blank" rel="noopener">sistema do Inep</a> para confirmar a participação no exame, mesmo que tiveram aprovado o pedido de isenção da taxa.</p>
<p>Igualmente, deverá se inscrever aquele candidato que teve seu pedido de isenção negado em definitivo ou teve a justificativa de ausência reprovada, conforme regras do <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/edital-n-64-de-21-de-maio-de-2026-707325396" target="_blank" rel="noopener">edital do Enem 2026</a> Estes precisarão pagar o valor da taxa para ter a inscrição confirmada.</p>
<h2>Enem</h2>
<p>O Exame Nacional do Ensino Médio, que avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica, é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).</p>
<p>As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.</p>
<p>Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.</p>
<p>Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Anvisa determina recolhimento de lote da água mineral Cristal sem gás</title>
		<link>https://portalam.com.br/anvisa-determina-recolhimento-de-lote-da-agua-mineral-cristal-sem-gas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:35:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Água Cristal]]></category>
		<category><![CDATA[Anvisa]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (3) a Resolução 2.247/2026, na qual comunica o recolhimento voluntário do lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Natural sem Gás da marca Crystal.  O produto é fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda (CNPJ: 07.245.544/0001-62), localizada em Luziânia, em Goiás. A própria empresa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (3) a Resolução 2.247/2026, na qual comunica o recolhimento voluntário do lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Natural sem Gás da marca Crystal. </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692150&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692150&amp;o=node" /></p>
<p>O produto é fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda (CNPJ: 07.245.544/0001-62), localizada em Luziânia, em Goiás<strong>. A própria empresa determinou o recolhimento após laudo laboratorial constatar contaminação pela <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/bacteria-pseudomonas-causa-danos-graves-em-pessoas-imunocomprometidas">bactéria Pseudomonas</a>.</strong></p>
<p>O lote é composto por 374,4 mil garrafas de 500 ml e foi distribuído no Distrito Federal (230.443), em cidades vizinhas de Goiás (66.768), em Tocantins (1.439) e no interior de São Paulo (75.750). Ainda segundo a Mineração Bom Jesus, até o momento não há registro de reclamações de consumidores relacionadas a esse lote nos canais oficiais de atendimento.</p>
<h2>Bactéria Pseudomonas</h2>
<p><strong>O recolhimento voluntário está sendo feito “após a emissão de laudo do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), que identificou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostra do produto coletada durante ação de rotina da Diretoria de Vigilância Sanitária do DF (Divisa/DF) para análise de alimentos”.</strong></p>
<p>Segundo a empresa, a contraprova, que gerou o Laudo de Análise Fiscal Definitivo, foi realizado conforme “previsão do Guia para Harmonização de Procedimentos no Âmbito do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, e o resultado confirmou a presença da bactéria na amostra analisada”. <strong>Diante do resultado, a Divisa/DF determinou a interdição do local e comunicou o caso à Anvisa.</strong></p>
<h2>Orientação ao consumidor</h2>
<p>A Anvisa orienta os consumidores que verifiquem sem têm em casa unidades do lote LZ1 VAL 200127, fabricado em 20/1/2026 e com validade até 20/01/2027. “Caso tenham o produto em casa, não devem consumi-lo e precisam aguardar as orientações públicas da empresa sobre devolução e reembolso”.</p>
<blockquote><p>“De acordo com as informações apresentadas pela empresa à Anvisa, o recolhimento do produto foi iniciado imediatamente em distribuidoras, e cerca de 99,2% das unidades do lote já não estariam mais disponíveis nas prateleiras para compra pelo consumidor”.</p></blockquote>
<p>A Anvisa comunicou ainda que a Mineração Bom Jesus protocolou documentos junto à Agência no qual demonstra a abertura de “investigação interna abrangente para avaliar a ocorrência e suas possíveis causas. Representantes da empresa se reuniram com a Agência, prestaram esclarecimentos e vêm cooperando com as autoridades sanitárias, adotando providências de forma diligente”.</p>
<p><strong>“A investigação sobre o caso segue em andamento, com acompanhamento da Anvisa e das vigilâncias sanitárias envolvidas. Até o momento, as informações disponíveis, incluindo o laudo fiscal e as evidências apresentadas, indicam ocorrência restrita ao lote informado”, acrescentou.</strong></p>
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		<title>Estado de São Paulo confirma quinta morte por febre amarela no ano</title>
		<link>https://portalam.com.br/estado-de-sao-paulo-confirma-quinta-morte-por-febre-amarela-no-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[febre amarela]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo do estado de São Paulo confirmou a quinta morte causada por febre amarela em 2026 no estado. O novo registro ocorreu em Lençóis Paulista, na região de Bauru. O paciente era um homem de 54 anos, sem histórico de vacinação. O caso foi confirmado nessa segunda-feira (1º). São Paulo já soma dez casos da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O governo do estado de São Paulo confirmou a quinta morte causada por febre amarela em 2026 no estado. O novo registro ocorreu em Lençóis Paulista, na região de Bauru. O paciente era um homem de 54 anos, sem histórico de vacinação. </strong>O caso foi confirmado nessa segunda-feira (1º).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692095&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692095&amp;o=node" /></p>
<p>São Paulo já soma dez casos da doença neste ano: oito na região do Vale do Paraíba, com cinco óbitos; um na região de Sorocaba, sem registro de morte; e um na região de Bauru, com óbito. Nenhuma das pessoas que desenvolveram a doença havia sido vacinada.</p>
<blockquote><p>“A vacina é a principal forma de prevenção contra a febre amarela e está disponível gratuitamente nas unidades básicas de saúde. Quem ainda não se vacinou deve procurar o posto mais próximo, especialmente antes de viagens para áreas rurais, de mata ou regiões com circulação do vírus”, destacou a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE-SP) do Estado de São Paulo, Tatiana Lang.</p></blockquote>
<p><strong>A vacina deve ser aplicada ao menos dez dias antes da exposição ao risco. </strong>A imunização é recomendada para toda a população e está disponível nas unidades básicas de saúde (UBSs).</p>
<p>“Não é preciso esperar a confirmação de novos casos para buscar a vacina. A proteção deve ocorrer antes da exposição ao vírus. A orientação é que a população verifique a carteira de vacinação e atualize a situação vacinal o quanto antes”, reforçou a diretora do CVE-SP.</p>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>Os primeiros sintomas da febre amarela incluem febre de início súbito, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo, náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza.</p>
<p><strong>A doença é transmitida por mosquitos infectados por vírus e possui dois ciclos de transmissão: silvestre e urbano</strong>. No ciclo silvestre, os principais vetores são os mosquitos dos gêneros <em>Haemagogus</em> e <em>Sabethes</em>. Primatas não humanos podem ser infectados também. No ciclo urbano, a transmissão ocorre pelo mosquito <em>Aedes aegypti</em>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Te ligaram ou foram a sua casa dizendo que é para fazer a Prova de Vida do INSS? É golpe!!</title>
		<link>https://portalam.com.br/te-ligaram-ou-foram-a-sua-casa-dizendo-que-e-para-fazer-a-prova-de-vida-do-inss-e-golpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:15:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe]]></category>
		<category><![CDATA[Prova de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Atualmente, a Prova de Vida dos beneficiários do Instituto Nacional do Serviço Social (INSS) é realizada de forma automática, por meio do cruzamento de dados governamentais. Caso o cidadão não seja encontrado, é notificado diretamente por sua agência bancária ou via mensagem pelo WhatsApp do Governo do Brasil. Contudo, têm sido constante relatos de criminosos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, a Prova de Vida dos beneficiários do Instituto Nacional do Serviço Social (INSS) é realizada de forma automática, por meio do cruzamento de dados governamentais. Caso o cidadão não seja encontrado, é notificado diretamente por sua agência bancária ou via mensagem pelo WhatsApp do Governo do Brasil. Contudo, têm sido constante relatos de criminosos que se passam por servidores do INSS para ligar para os cidadãos ou até mesmo ir à residência das pessoas solicitando dados e informações pessoais para supostamente fazer a comprovação de vida.</p>
<p class="callout"><a class="external-link" title="" href="https://www.gov.br/inss/pt-br/assuntos/prova-de-vida-confira-as-perguntas-respostas-sobre-o-procedimento" target="_self" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Clique </a>para saber se sua Prova de Vida foi feita automaticamente ou se precisa fazer e como fazer o procedimento.</p>
<p>Maria Terezinha Santos, contribuinte aposentada que atua como costureira autônoma, relatou que recebeu mais de 30 ligações em uma semana. As chamadas vieram de vários números diferentes e todas tiveram como objetivo “realizar a Prova de Vida do INSS”. Maria explica a estratégia dos golpistas: “diziam que eu precisava fazer a prova de vida, caso contrário eu perderia o meu benefício”.</p>
<p>A aposentada passou a desconfiar das ligações porque já tinha regularizado a Prova de Vida e sabia que nem o INSS e nem o banco entram em contato por telefone para solicitar informações pessoais. Ela entrou em contato com o INSS e foi orientada a bloquear os números e não passar nenhum dado pessoal por telefone.</p>
<h4><strong>É golpe! INSS não vai à casa dos segurados para pedir dados</strong></h4>
<p>Recentemente, o INSS em Luziânia (GO) foi alertado a respeito de denúncias de golpistas estarem se passando por servidores do Instituto para aplicar golpes em idosos e aposentados na região. Segundo relatos, os suspeitos visitam residências utilizando roupas com a logomarca do órgão e apresentam crachás falsos para simular identificação oficial.</p>
<p>Durante a abordagem, os criminosos alegam que precisam realizar a Prova de Vida dos beneficiários. Em seguida, solicitam documentos pessoais, senhas do Meu INSS, dados bancários e, em alguns casos, chegam a pedir dinheiro.</p>
<p><strong>Contudo, o INSS não realiza visitas domiciliares para solicitar documentos ou fazer prova de vida!</strong></p>
<h4><strong>Como se proteger</strong></h4>
<p>• Desconfie de visitas não agendadas em nome do INSS<br />
• Não permita a entrada de desconhecidos em sua residência<br />
• Não forneça dados pessoais, documentos ou informações bancárias<br />
• Não realize pagamentos ou transferências</p>
<h4><strong>Cuidado com golpes</strong></h4>
<p>• O INSS não liga ou vai à casa das pessoas para fazer a Prova de Vida;<br />
• O INSS não envia mensagens por WhatsApp, SMS ou outros aplicativos, ameaçando bloqueio imediato do benefício;<br />
• O INSS não manda servidores a sua casa para recolher documentos ou realizar o procedimento.</p>
<p>Desconfie de qualquer contato realizado fora dos canais oficiais. Não informe dados pessoais, senhas ou documentos por telefone. Em caso de dúvida, ligue diretamente para a Central 135 ou acesse o site ou aplicativo Meu INSS.</p>
<p>Em caso de dúvida, confirme as informações pelos canais oficiais: Central 135, Meu INSS, Agências da Previdência Social, <a class="external-link" title="" href="http://gov.br/inss" target="_self" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">site oficial </a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Corpus Christi é feriado ou ponto facultativo? Entenda regras</title>
		<link>https://portalam.com.br/corpus-christi-e-feriado-ou-ponto-facultativo-entenda-regras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:05:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Corpus Christi]]></category>
		<category><![CDATA[feriado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=142683</guid>

					<description><![CDATA[O Corpus Christi, uma celebração da Igreja Católica que exalta a presença de Jesus Cristo no sacramento da Eucaristia, será na próxima quinta-feira (4). O calendário de feriados do governo federal determina que, neste ano de, a data seja considerada ponto facultativo, assim como a sexta-feira (5). Alguns municípios, no entanto, consideram a celebração como feriado. Nos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Corpus Christi, uma celebração da Igreja Católica que exalta a presença de Jesus Cristo no sacramento da Eucaristia, será na próxima quinta-feira (4). <strong>O calendário de feriados do governo federal determina que, neste ano de, a data seja considerada ponto facultativo, assim como a sexta-feira (5). Alguns municípios, no entanto, consideram a celebração como feriado</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692113&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692113&amp;o=node" /></p>
<p>Nos locais onde o Corpus Christi é ponto facultativo, o governo dispensa a obrigatoriedade do expediente nas repartições públicas. Contudo, a decisão de liberar os servidores cabe aos dirigentes dos órgãos. Nas empresas privadas, os funcionários podem trabalham normalmente, incluindo estagiários e terceirizados. A folga depende de acordos internos.</p>
<blockquote><p>“A lei federal delega aos municípios e aos estados a decisão sobre esse dia ser feriado ou não. É por isso que, enquanto em alguns lugares o comércio, os mercados e as empresas são obrigados a fechar, talvez na cidade vizinha, tudo vai abrir. E talvez isso gere um pouco de confusão para as pessoas”, explica o advogado trabalhista e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), João Pedro Marsillac.</p></blockquote>
<p><strong>Nos locais onde aplica-se o feriado, caso as empresas escolham permanecer com o expediente, os funcionários com carteira assinada (CLT) devem receber o dobro da remuneração paga.</strong></p>
<p>A quebra de pagamento adicional pode gerar ações trabalhistas contra a empresa, como aponta Marsillac:</p>
<p>“Nesse caso, o próprio judiciário vai analisar a validade disso e, caso realmente a empresa esteja incorreta, e tenha subtraído dos empregados esse pagamento adicional, a empresa será condenada a indenizar por essas horas que não foram pagas. Ainda existe a possibilidade de os empregados fazerem uma reclamação via seu sindicato ou até para o Ministério do Trabalho”, disse o advogado trabalhista.</p>
<p>Os estagiários também podem trabalhar em feriados, mas não recebem nenhum tipo de compensação salarial. Apesar disso, a Lei do Estágio determina que um empregado deve supervisionar as atividades do funcionário. “Se ele [o supervisor] estiver de folga, o estagiário não poderia trabalhar, pois retira-se aí a função pedagógica do estágio,” explicou João Marsillac.</p>
<p><strong>Os trabalhadores nas modalidades de pessoa jurídica (PJ) e Microempreendedor Individual (MEI) também não possuem nenhuma restrição para trabalhar nos feriados, visto que são prestadores de serviço, não empregados.</strong></p>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<h2>Confira as capitais onde o dia de Corpus Christi é considerado feriado:</h2>
<ul>
<li>Aracajú (SE)</li>
<li>Belo Horizonte (MG)</li>
<li>Boa Vista (RR)</li>
<li>Campo Grande (MS)</li>
<li>Cuiabá (MT)</li>
<li>Curitiba (PR)</li>
<li>Florianópolis (SC)</li>
<li>Fortaleza (CE)</li>
<li>Goiânia (GO)</li>
<li>Macapá (AP)</li>
<li>Maceió (AL)</li>
<li>Manaus (AM)</li>
<li>Natal (RN)</li>
<li>Rio de Janeiro (RJ)</li>
<li>Salvador (BA)</li>
<li>São Luiz (MA)</li>
<li>São Paulo (SP)</li>
<li>Teresina (PI)</li>
<li>Vitória (ES)</li>
</ul>
<h2>A celebração católica é ponto facultativo em:</h2>
<ul>
<li>Belém (PA)</li>
<li>João Pessoa (PB)</li>
<li>Palmas (TO)</li>
<li>Porto Velho (RO)</li>
<li>Porto Alegre (RS)</li>
<li>Rio Branco (AC)</li>
</ul>
<p>O governo de Pernambuco mudou oficialmente o ponto facultativo de Corpus Christi para o dia 23 de junho, véspera de São João.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Embrapa cria calcário mais nutritivo resistente à umidade e ao vento</title>
		<link>https://portalam.com.br/embrapa-cria-calcario-mais-nutritivo-resistente-a-umidade-e-ao-vento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 12:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cálcario]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=142610</guid>

					<description><![CDATA[A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) desenvolveu um tipo de calcário que proporciona menos perdas e mais economia na preparação do plantio. O melhoramento do insumo, que é utilizado para corrigir a acidez do solo (seu potencial hidrogeniônico – pH), também possibilita ganhos de produtividade à lavoura. O calcário recriado pelo Laboratório de Nanobiotecnologia (LNANO) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) desenvolveu um tipo de calcário que proporciona menos perdas e mais economia na preparação do plantio. </strong>O melhoramento do insumo, que é utilizado para corrigir a acidez do solo (seu potencial hidrogeniônico – pH), também possibilita ganhos de produtividade à lavoura.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691243&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691243&amp;o=node" /></p>
<p>O calcário recriado pelo Laboratório de Nanobiotecnologia (LNANO) da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília-DF) é um produto nanoestruturado, feito por meio de moagem de alta energia, que reduz materiais ao tamanho próximo de átomos e moléculas, e da aglutinação de partículas para formação de grânulos com mais resistência mecânica e uniformidade.</p>
<p><strong>O resultado é que o calcário ganha forma granulada. Em vez de ser aplicado como pó, sujeito a dispersão pelo vento, pode ter diferentes tamanhos e ser distribuído sem sofrer com o efeito. </strong>A outra vantagem é que o novo calcário é menos vulnerável à umidade existente no armazenamento e no transporte.</p>
<p><strong>A umidade empedra o calcário comum e gera perdas aos produtores porque o produto não pode mais ser utilizado no maquinário agrícola.</strong></p>
<p>O trabalho dos pesquisadores do LNANO transformou o calcário em um produto multifuncional. Além de ser um corretivo para a acidez do solo, na nova formulação tornou-se nutritivo: um fertilizante misto que pode ser usado em pastagens e culturas como algodão, café, cana-de-açúcar, milho e soja.</p>
<h2>Culturas diversas</h2>
<blockquote><p>“Nós fizemos diversos protótipos com concentrações diferentes para conseguir efetivamente atender a culturas diversas. Também foi possível combinar proporções diferentes desse calcário”, expõe o biólogo Luciano Paulino da Silva, pesquisador da Embrapa na área de nanobiotecnologia.</p></blockquote>
<p>Com a nova formulação, o calcário rico em cálcio ou magnésio, que serve para a correção do solo, passa a poder contar com nutrientes como o nitrogênio, fosfato, potássio, boro, cobre e zinco. “Tem culturas que requerem quantidade maior de determinados nutrientes e outras, quantidade menor. Para cada cultura, há sua composição ideal”, explica o pesquisador.</p>
<h2>Produtividade</h2>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right">
<div class="dnd-atom-rendered"><img decoding="async" title="Valter Campanato/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/VXzZ7ux4MZIgVOE-uN9KmdQEKoo=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/05/27/0d7a4305_0.jpg?itok=vG33G6eL" alt="Brasília (DF), 26/05/2026 - André Felipe Camaramaral, químico do laboratório de nanotecnologia da Embrapa que produz em caráter experimental substitutos veganos de carne vermelha, salmão e lula por meio de uma impressora carregada de massa feita do extrato de sementes. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" /></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta">Pesquisador da Embrapa Luciano Paulino da Silva diz que o calcário nanoestruturado aumenta a produtividade. Foto: <strong>Valter Campanato/Agência Brasil</strong></h6>
</div>
</div>
<p><strong>A expectativa de Silva é que o novo insumo torne a lavoura mais saudável e produtiva.</strong> “A lógica principal quando se faz uma correção de acidez e se adiciona micronutrientes ou macronutrientes em um produto é ganhar produtividade, aumentando a saudabilidade da planta em si e, consequentemente, agregando benefícios a essa cultura.”</p>
<p>O calcário nanoestruturado potencialmente pode diminuir a aplicação de agrotóxicos na plantação. Ainda faltam testes com pragas diferentes que garantam o menor uso desses produtos. Mas se a planta está beneficiada com os nutrientes adequados, ela pode estar mais protegida de fatores que atrapalham seu desenvolvimento.</p>
<blockquote><p>“Funciona mais ou menos como no nosso caso. Quando estamos bem alimentados, a tendência é que o nosso sistema imunológico seja menos exposto”, compara o pesquisador do LNANO Andre Felipe Camara Amaral.</p></blockquote>
<h2>Escalas</h2>
<p><strong>O novo calcário já foi produzido em escalas diferentes, desde a escala laboratorial (10g) até industrial (toneladas) e teve a sua “eficiência agronômica” medida em plantações de soja e trigo.</strong></p>
<p>“Os resultados indicam que os protótipos mantêm poder de neutralização adequado e oferecem potencial para ganhos de produtividade e redução de operações no campo”, registra nota técnica da Embrapa a que a <strong>Agência Brasil </strong>teve acesso.</p>
<p>As testagens fora dos laboratórios da Embrapa são da iniciativa da Perical, uma empresa brasileira com unidades em Goiás e Tocantins, especializada em mineração de calcário agrícola.</p>
<p>Há mais de três anos, a companhia assinou com a Embrapa um acordo de cooperação técnica que permitiu a contratação de pesquisadores bolsistas, a aquisição de equipamentos e o custeio de material de consumo para o desenvolvimento do calcário nanoestruturado.</p>
<p>A Embrapa é uma empresa estatal vinculada ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Desde sua criação, em 1973, seus cientistas pesquisam e desenvolvem tecnologias e inovações para a agricultura e pecuária.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministério da Saúde lança guia para ampliar acesso de startups ao Sistema Único de Saúde</title>
		<link>https://portalam.com.br/ministerio-da-saude-lanca-guia-para-ampliar-acesso-de-startups-ao-sistema-unico-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 11:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=142678</guid>

					<description><![CDATA[Startups, pesquisadores e empresas de tecnologia em saúde passam a contar com um novo instrumento de orientação para levar soluções inovadoras ao Sistema Único de Saúde (SUS) . Criado pelo Ministério da Saúde, o guia Acesso e Inovação de Dispositivos Médicos ao SUS reúne informações sobre regulação, incorporação tecnológica, financiamento e desenvolvimento de dispositivos médicos voltados à rede pública [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Startups, pesquisadores e empresas de tecnologia em saúde passam a contar com um novo instrumento de orientação para levar soluções inovadoras ao <a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/sus" target="_self" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Sistema Único de Saúde (SUS) </a>. Criado pelo Ministério da Saúde, o guia <a class="external-link" title="" href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acesso_inovacao_dispositivos_medicos_startups.pdf" target="_self" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Acesso e Inovação de Dispositivos Médicos ao SUS </a>reúne informações sobre regulação, incorporação tecnológica, financiamento e desenvolvimento de dispositivos médicos voltados à rede pública de saúde.</p>
<p>A publicação foi lançada durante a Feira Hospitalar 2026, um dos maiores eventos de saúde da América Latina, que reúne anualmente novidades, tendências e soluções inovadoras do setor. Durante o evento, o Ministério da Saúde participou de debates sobre a importância da produção nacional e da integração entre governo, indústria, centros de pesquisa e empresas de base tecnológica.</p>
<p>O diretor do Departamento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde, vinculado à Secretaria de <a class="external-link" title="" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics" target="_self" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde </a>do ministério, Igor Bueno, destacou que o guia foi elaborado para reduzir as barreiras enfrentadas por startups e pequenas empresas no acesso ao mercado público de saúde.</p>
<p>“Essas empresas desempenham papel estratégico no ecossistema de inovação em saúde, ao impulsionarem o desenvolvimento de soluções tecnológicas, ampliarem a competitividade nacional e contribuírem para a sustentabilidade do SUS. A publicação inédita consolida, em um único documento, uma visão integrada de todas as etapas do processo, do fomento à pesquisa, do desenvolvimento até a incorporação no SUS”, explicou o diretor.</p>
<h4><strong>Dispositivos médicos</strong></h4>
<p>Os dispositivos médicos fazem parte da rotina dos serviços de saúde e incluem desde produtos simples, como curativos e ataduras, até tecnologias de alta complexidade, como marca-passos, próteses ortopédicas, cirurgias robóticas e equipamentos com inteligência artificial.</p>
<p>Segundo dados citados no guia, existem atualmente mais de 2 milhões de tipos diferentes desses dispositivos no mundo, utilizados para prevenção, diagnóstico, tratamento e monitoramento de doenças.</p>
<p>O avanço tecnológico tem ampliado as possibilidades de atendimento e contribuído para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Além dos equipamentos utilizados em hospitais, o setor também cresce no desenvolvimento de dispositivos voltados para uso doméstico e pessoal (home care).</p>
<p>De acordo com a publicação, o mercado brasileiro de dispositivos médicos cresce acima da média mundial. Apesar disso, o Brasil ainda depende da importação de equipamentos e insumos de alta complexidade. Hoje, grande parte da produção nacional está concentrada em produtos de média e baixa complexidade tecnológica.</p>
<p>Entre os principais desafios do setor estão os custos para inovação, a dependência tecnológica externa e a necessidade de maior integração entre pesquisa científica, política industrial e demanda do sistema público de saúde.</p>
<p>Dados apresentados no X Fórum da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde apontam que o mercado global de dispositivos médicos movimenta mais de US$ 540 bilhões e segue em expansão. No Brasil, o setor também tem impacto econômico relevante. Os segmentos que lideram o mercado são os dispositivos terapêuticos (25,8%), seguidos pelos implantáveis (24,3%) e pelo diagnóstico in vitro (15,9%).</p>
<p>Os números citados no guia demonstram que, em 2024, a indústria de dispositivos médicos criou quase 6 mil novos empregos diretos, alcançando mais de 85 mil postos de trabalho no país. O desempenho representa um crescimento de aproximadamente 7% em relação ao ano anterior, evidenciando a relevância econômica e a expansão do complexo industrial da saúde.</p>
<h4><strong>Tecnologias na rede pública</strong></h4>
<p>O Ministério da Saúde tem atuado no fortalecimento do C <a class="external-link" title="" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics/deceiis" target="_self" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">omplexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) </a>que reúne setores produtivos, tecnológicos e de serviços. A iniciativa busca estimular o mercado nacional, reduzir a dependência de produtos importados, ampliar o acesso a tecnologias seguras e tornar mais eficiente o uso dos recursos públicos.</p>
<p>O lançamento do guia ocorre nesse cenário de expansão das iniciativas de saúde digital, fortalecimento da cadeia produtiva nacional e incentivo à inovação tecnológica no SUS. Assim, além de orientar startups e empresas, o material destaca a importância estratégica dos dispositivos médicos para melhorar o atendimento à população e explica, de forma acessível, como funcionam os processos e etapas para incorporação dessas tecnologias ao sistema público.</p>
<p>O documento também reforça que, para que a tecnologia seja financiada e utilizada em larga escala pelo SUS, é necessário cumprir critérios técnicos, científicos, regulatórios e econômicos.</p>
<p class="callout"><a class="external-link" title="" href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acesso_inovacao_dispositivos_medicos_startups.pdf" target="_self" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Confira o guia Acesso e Inovação de Dispositivos Médicos ao SUS</a></p>
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		<title>Finep financia estruturação da cadeia produtiva da malva na Amazônia</title>
		<link>https://portalam.com.br/finep-financia-estruturacao-da-cadeia-produtiva-da-malva-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:35:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Finep]]></category>
		<category><![CDATA[Malva]]></category>
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					<description><![CDATA[Um projeto de estruturação da cadeia de produção da malva, planta nativa da Amazônia, será financiado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). A fibra da malva é extraída por famílias ribeirinhas e utilizada na fabricação de têxteis. O projeto foi proposto pela Companhia Têxtil de Castanhal (CTC), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um projeto de estruturação da cadeia de produção da malva, planta nativa da Amazônia, será financiado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692003&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692003&amp;o=node" /></p>
<p>A fibra da malva é extraída por famílias ribeirinhas e utilizada na fabricação de têxteis. O projeto foi proposto pela Companhia Têxtil de Castanhal (CTC), empresa que atua há 40 anos no estado do Pará, desenvolvendo produtos a partir da juta.</p>
<p><strong>O projeto visa introduzir tecnologias que melhorem as condições de trabalho, aumentem a produtividade e possibilitem a produção de têxteis com maior valor agregado.</strong></p>
<p>Na avaliação do superintendente da área de Cadeias Agroindustriais e Defesa da Finep, Rodrigo Secioso, trata-se de uma cadeia produtiva que enfrenta vários desafios. Entre eles, citou o baixo índice de tecnificação desde o plantio até o beneficiamento das fibras.</p>
<p>A fibra de malva ganhou espaço na mídia global, recentemente, quando a atriz brasileira Alice Carvalho usou, na cerimônia do Oscar, nos Estados Unidos, um vestido confeccionado com tecido feito pela CTC a partir da combinação de juta e malva. Tradicionalmente, porém, a malva tem sido usada na produção de sacarias agrícolas e em cordas, tapetes e estofamentos.</p>
<p>O cultivo da malva é realizado em áreas de várzea. As sementes são lançadas nos leitos dos rios quando as águas baixam. No início da cheia, é feita a colheita. Os agricultores cortam as plantas, separam em feixes e os deixam de molho para amolecer, durante cerca de dez dias. Depois, retiram as fibras de dentro d’água para a secagem, que é feita em varais artesanais.</p>
<p><strong>A falta de estrutura adequada para colheita, transporte, secagem, prensagem e armazenamento traz riscos e prejuízos para os produtores. Como o produto final ainda tem uso restrito, os compradores são poucos.</strong></p>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<h2>Aprimoramento</h2>
<p><strong>O projeto aprovado pela Finep prevê a realização de estudos para aprimoramento das espécies; criação de maquinário para a colheita, para a quebra e separação de sementes; desenvolvimento de infraestrutura digital para a gestão do cultivo; avaliação de mecanismos financeiros para a produção em escala; consolidação de negócios comunitários piloto, que possam ser replicados em outros territórios; e testes e avaliações em todas as fases da produção, com vistas à obtenção de uma fibra mais nobre.</strong></p>
<p>Rodrigo Secioso destacou que além de melhorar as condições de trabalho, o projeto visa aumentar a produtividade, agregar valor ao produto e ampliar o mercado consumidor.</p>
<p>O diretor de Inovação da Finep, Elias Ramos, acrescentou que “este tipo de apoio, em que o governo federal assume o risco da inovação, junto às empresas e institutos de pesquisa, é essencial para viabilizar iniciativas tipicamente brasileiras com potenciais benefícios diretos e indiretos para as comunidades envolvidas”.</p>
<p>O investimento total no projeto alcança R$ 25,7 milhões, sendo R$ 15,2 milhões, ou o equivalente a 60%, financiados pela Finep como subvenção, conforme o edital Finep Amazônia – Subvenção Econômica à Inovação em Fluxo Contínuo – Bioeconomia e Desenvolvimento Regional.</p>
<p>Além da Companhia Têxtil de Castanhal, participam do projeto três instituições científicas, tecnológicas e de inovação (ICTs), que são a Universidade Federal da Amazônia, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA), e quatro empresas (Bioverse, Supernova, MGK Equipamentos e LABB41).</p>
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		<title>Diagnóstico precoce pode estabilizar progressão da esclerose múltipla</title>
		<link>https://portalam.com.br/diagnostico-precoce-pode-estabilizar-progressao-da-esclerose-multipla/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:10:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[esclerose]]></category>
		<category><![CDATA[esclerose múltipla]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 2,8 milhões de pessoas vivem com esclerose múltipla no mundo &#8211; no Brasil, cerca de 40 mil têm a doença. Apesar de ainda não ter cura, o diagnóstico precoce pode estabilizar a progressão da esclerose. Além disso, avanços em medicação e terapias nos últimos anos permitiram reduzir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que mais de 2,8 milhões de pessoas vivem com esclerose múltipla no mundo &#8211; no Brasil, cerca de 40 mil têm a doença.</strong> Apesar de ainda não ter cura, o diagnóstico precoce pode estabilizar a progressão da esclerose. Além disso, avanços em medicação e terapias nos últimos anos permitiram reduzir a atividade inflamatória e oferecer mais qualidade de vida aos pacientes.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691773&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691773&amp;o=node" /></p>
<p>Neste sábado (30) é lembrado o Dia Mundial da Esclerose Múltipla. De acordo com a OMS, o número de pessoas afetadas tem aumentado gradativamente, sendo a <strong>maioria mulheres</strong>. A cada cinco minutos, uma pessoa recebe o diagnóstico de esclerose múltipla no mundo, de acordo com a Federação Internacional de Esclerose Múltipla (MSIF).</p>
<h2>O que é a esclerose múltipla?</h2>
<p>É considerada uma das doenças mais comuns do sistema nervoso central, afetando o cérebro e a medula espinhal. Com isso, pode comprometer funções motoras, cognitivas, visuais e sensoriais. A condição atinge majoritariamente adultos jovens e mulheres e exige diagnóstico precoce e tratamento contínuo para estabilizar a progressão da doença e garantir melhor qualidade de vida.</p>
<p>O Ministério da Saúde reforça que a enfermidade acomete normalmente adultos jovens, dos 20 aos 50 anos de idade, com pico aos 30 anos, sendo mais rara quando se inicia fora dessa faixa etária. Em média, é duas vezes mais frequente em mulheres e apresenta menor incidência na população afrodescendente, oriental e indígena.</p>
<p>O neurocirurgião Orlando Maia, do Hospital Quali Ipanema e membro da Federação Mundial de Neurorradiologia, explica que a esclerose múltipla ocorre quando o sistema imunológico passa a atacar estruturas do próprio organismo, especialmente a mielina, substância responsável por proteger e facilitar a condução dos impulsos nervosos no cérebro e na medula espinhal.</p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>Os sintomas da esclerose múltipla podem variar de pessoa para pessoa e surgir de <strong>forma intermitente</strong>, o que costuma atrasar a procura por avaliação especializada. <strong>Fadiga intensa, alterações visuais, formigamentos, fraqueza muscular, desequilíbrio, dificuldades motoras e alterações urinárias estão entre os sinais mais comuns.</strong></p>
<p>A doença pode impactar diferentes funções neurológicas ao longo do tempo. Por esse motivo, especialistas alertam para a importância da investigação adequada de sintomas, que não devem ser normalizados.</p>
<p>Segundo Maia, o reconhecimento de sintomas persistentes ou fora do padrão é condição essencial para evitar atrasos no diagnóstico.</p>
<p>O médico esclareceu que muitos pacientes convivem durante meses, ou até anos, com sintomas neurológicos que são tratados como algo passageiro. Ele ressalta que “no caso de doenças como a esclerose múltipla, investigar cedo pode fazer diferença na preservação da qualidade de vida e na condução do tratamento”.</p>
<h2>Alto Custo</h2>
<p>O <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/e/esclerose-multipla/view" target="_blank" rel="noopener">Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT)</a> do Ministério da Saúde garante o diagnóstico e o<strong> fornecimento gratuito de medicamentos </strong>para pacientes com esclerose múltipla.</p>
<p>Para ter acesso ao tratamento e aos medicamentos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a pessoa deve passar por avaliação médica, preferencialmente com um neurologista no SUS, que preencherá o Laudo de Solicitação, Avaliação e Autorização de Medicamentos (LME). Junto com exames como a ressonância magnética e documentos pessoais, o laudo deve ser entregue na Farmácia de Alto Custo mais próxima para que o paciente tenha acesso às medicações.</p>
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		<title>Livre brincar deve ser um compromisso coletivo com a infância</title>
		<link>https://portalam.com.br/livre-brincar-deve-ser-um-compromisso-coletivo-com-a-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:05:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brincadeira]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[Brincar é um direito humano garantido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela Convenção sobre os Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU). Comemorado na última quarta-feira (28), o Dia Mundial do Brincar estimulou atividades por todo país e mais uma vez provocou reflexões sobre a importância das brincadeiras para o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Brincar é um direito humano garantido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela Convenção sobre os Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU)</strong>. Comemorado na última quarta-feira (28), o Dia Mundial do Brincar estimulou atividades por todo país e mais uma vez provocou reflexões sobre a importância das brincadeiras para o desenvolvimento humano, especialmente o das crianças. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691782&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691782&amp;o=node" /></p>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> conversou com a pesquisadora e professora universitária especialista no tema Sarah Menezes Rocha. Ela é mãe de uma bebê de 1 ano, formadora de docentes e conselheira da Aliança pela Infância, um movimento internacional em defesa da infância e que há duas décadas celebra a data no Brasil.</p>
<p><strong>Em manifesto sobre a importância do brincar publicado nas redes sociais na última semana, a Aliança disse que esta é a principal forma de a criança &#8220;existir, se expressar, elaborar sentimentos e compreender o mundo&#8221;</strong>.</p>
<p>A entidade alertou para a importância de reservar tempo para as brincadeiras, em um mundo cada vez mais atravessado por telas.</p>
<blockquote><p>&#8220;É no brincar livre que crianças se desenvolvem, criam vínculos e se encontram com o outro, desenvolvendo a sua humanidade”, diz o texto da organização. &#8220;Brincar é a maneira da criança participar da sociedade, é expressão cidadã e democrática&#8221;.</p></blockquote>
<p>Neste ano, as atividades em celebração ao Dia Mundial do Brincar vão até domingo (31). A Aliança pela Infância organizou em seu site uma agenda nacional com atividades em escolas, coletivos, organizações e comunidades por todo o país, como um chamado para que a sociedade se engaje na defesa deste direito.</p>
<h2>Leia abaixo a entrevista</h2>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> O que é o brincar? A senhora pode definir exatamente? E qual sua importância?</p>
<p><strong>Sarah Menezes Rocha: </strong>O brincar é a linguagem da própria infância. É a forma como a criança se relaciona com o mundo, com o outro e consigo mesma. Quando a criança está brincando, ela não está apenas passando o tempo, se distraindo, ela está experimentando o mundo ao seu redor, imaginando, ela está ali tendo a oportunidade de criar hipóteses, de sentir diferentes emoções, construir vínculos e também traduzir a cultura.</p>
<blockquote><p>A gente tem, no Brasil, um brincar tão diverso. Em cada região, há um tipo de brincadeira peculiar. As crianças também são seres produtores de cultura, dentro do que é a grande cultura brasileira.</p></blockquote>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> Existe uma idade limite para brincar?</p>
<p><strong>Sarah Menezes Rocha:</strong> Não. O brincar nasce da infância, mas a gente carrega ele na nossa vida para sempre. Enquanto adultos, cabe a nós ter essa sensibilidade de poder acessar essa infância dentro de nós. A criança que a gente foi um dia está sempre conosco.</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> O brincar é fundamental na formação humana?</p>
<p><strong>Sarah Menezes Rocha: </strong>O brincar é esse espaço privilegiado de construção do ser humano. Através da nossa brincadeira, a criança aprende a negociar, a esperar, a lidar com diferentes situações e conflitos. O brincar é a centelha da formação humana.</p>
<p><strong>Agência Brasil: </strong>A Base Nacional Comum Curricular, documento do Ministério da Educação que define o que os estudantes devem aprender, estabelece o brincar como parte do currículo da educação infantil. Como o brincar está sendo aplicado?</p>
<p><strong>Sarah Menezes Rocha: </strong>Falando como Aliança pela Infância, há trabalhos maravilhosos sendo feitos dentro de escolas, escolas públicas e em espaços não escolares. Agora, no ensino fundamental, ainda prevalece a visão de que a criança deixou de ser criança.</p>
<p>No contexto escolar, as disciplinas tomam conta desse espaço que antes era tão necessário, tão valorizado, que era o espaço da brincadeira. Porém, o brincar não deve ser periférico no currículo. Ele precisa ser reconhecido.</p>
<blockquote><p>Existe hoje um risco muito grande de escolher escolarizar precocemente a infância, antecipando conteúdos e cobranças avaliativas, o que atrapalha. A criança precisa desse espaço da brincadeira, inclusive, no ensino fundamental.</p></blockquote>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> As escolas estão preparadas para incentivar o brincar?</p>
<p><strong>Sarah Menezes Rocha: </strong>Hoje existe uma pressão grande por desempenho dentro das escolas. E a gente precisa discutir isso com responsabilidade.</p>
<p>Vivemos uma antecipação da lógica produtivista na infância, querendo que as crianças também sejam &#8220;seres produtores&#8221;. Até mesmo crianças bem pequenas, muitas já estão convivendo com excesso de atividades dirigidas, de metas, de estímulos. Em contrapartida, têm pouco tempo para uma experiência livre.</p>
<p>Mas esse problema não nasce na escola, nasce da comunidade. Nós precisamos de um compromisso comunitário e social com o brincar. Estamos falando de ações no ambiente escolar e familiar, mas também de políticas públicas.</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> Como podemos incentivar o brincar, por onde começar?</p>
<p><strong>Sarah Menezes Rocha: </strong>A gente pode garantir tempos menos acelerados para as crianças dentro do contexto familiar e escolar. A gente pode valorizar as experiências que as crianças têm ao ar livre; ocupar espaços seguros na cidade, praças, parques; cobrar das autoridades esses espaços com segurança; podemos promover brincadeiras coletivas em casa, no condomínio, além de incluir as crianças sempre.</p>
<p>É preciso ampliar o espaço de escuta, porque as crianças precisam ser ouvidas. Elas sabem dizer como que a gente pode abrir espaço para o brincar de forma livre. O desenvolvimento humano, de forma saudável, ocorre quando a gente oportuniza os espaços para que a criança seja criança.</p>
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		<item>
		<title>Uso excessivo de telas prejudica criatividade nas brincadeiras</title>
		<link>https://portalam.com.br/uso-excessivo-de-telas-prejudica-criatividade-nas-brincadeiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 21:25:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Aparelho]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Telas]]></category>
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					<description><![CDATA[Do que você mais gostava de brincar quando era criança? As lembranças da infância trazem nostalgia para a auxiliar de limpeza Hozana da Silva, que recorda nitidamente suas brincadeiras favoritas. “É aproveitar muitas coisas assim. Na rua brincava de pique-bandeira, pique-esconde, jogar bola, queimada. Tudo isso eu aproveitei. Eu não vejo crianças brincando mais. Eu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Do que você mais gostava de brincar quando era criança? As lembranças da infância trazem nostalgia para a auxiliar de limpeza Hozana da Silva, que recorda nitidamente suas brincadeiras favoritas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691537&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691537&amp;o=node" /></p>
<p>“É aproveitar muitas coisas assim. Na rua brincava de pique-bandeira, pique-esconde, jogar bola, queimada. Tudo isso eu aproveitei. Eu não vejo crianças brincando mais. Eu vejo as crianças muito sentadas com a mãe, com o celular na mão”.</p>
<p>O relato da Hozana revela como o ato de brincar se transformou ao longo do tempo. <strong>Celebrado em 28 de maio, o Dia Mundial do Brincar destaca a importância da conexão e do desenvolvimento na infância evidencia a metamorfose nas formas de diversão</strong>. A presença digital ganhou terreno no mundo real, e as brincadeiras ditas tradicionais tiveram que coexistir com as telas.</p>
<p>A terapeuta ocupacional da Universidade de São Paulo, Amanda Sposito, comenta como as famílias administram o tempo dedicado ao brincar atualmente.</p>
<p>“Hoje em dia, a gente tem crianças que estão muito presas dentro de casa, porque a gente vive uma situação de insegurança e de perigo nas ruas. E, ao mesmo tempo, dentro de casa, as famílias estão menores e os pais e mães trabalhando muito mais. Então, a gente não tem mais pessoas que desenvolvam o brincar com essas crianças na frequência que era há uma geração atrás. As famílias acabam delegando muito mesmo pras telas ocupar o tempo dessas crianças que estão ociosas e entediadas em casa”.</p>
<p>Amanda é orientadora do estudo &#8220;Tecnologias digitais moldam o novo brincar infantil&#8221;. Ao avaliar as atividades de 14 crianças, foi constatado que o uso excessivo das telas provoca um ciclo vicioso de perda progressiva da criatividade para brincar ativamente.</p>
<p>“As próprias crianças dizem que têm muita dificuldade de pensar em brincadeiras possíveis de serem feitas quando elas estão fora da tela. Então elas estão cada vez mais dependentes de ter um adulto conduzindo, um adulto propondo as atividades. Seja uma mãe, uma tia, um professor ou um monitor. Então, quanto mais as crianças ficam imersas em tela, menos criatividade elas têm, menos coisas elas conseguem fazer na vida real e isso joga elas de novo pras telas para ocupar o ócio e o tédio”.</p>
<h2>Saúde física e mental</h2>
<p><strong>A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam limites de tempo específicos de exposição das crianças às telas, que variam conforme a faixa etária</strong>.</p>
<p>A orientação é baseada nos efeitos negativos que o uso excessivo provoca tanto no comportamento quanto na saúde física e mental, como interferência no desenvolvimento cognitivo, problemas emocionais, doenças oculares, auditivas e ortopédicas, cyberbullying, entre outras.</p>
<p>A recomendação é que os aparelhos não ocupem o tempo de atividades básicas, como a alimentação ou o sono, para que a criança não se torne dependente dos equipamentos. Além do tempo de tela, é preciso cuidado com o conteúdo acessado pelos menores, que pode ser inapropriado e prejudicial.</p>
<p>Atualmente, há aplicativos de controle parental que dão aos pais a possibilidade de observar o conteúdo consumido pelos filhos e bloquear o acesso a determinadas funções. A lojista Edilaine Ferreira adota essa prática para limitar o tempo da filha no celular.</p>
<p>“Eu costumo deixar entre um hora e meia a duas horas que ela tem tempo de tela depois da escola. Brincando com as amigas, jogando. Tudo que ela quiser dentro desse tempo. Eu acompanho muito ela assim no celular, a tela para ver o que ela tá vendo. Porque a gente já passou por situações de aparecer cenas sexuais. Então assim, eu limito muito”.</p>
<h2>Uso responsável de telas</h2>
<p>Para ela, o ideal não é impedir a utilização da tecnologia, mas administrá-la de forma responsável. Um exemplo que associa o bom uso das telas ao entretenimento é o projeto social Gaming Park, que atende crianças de oito a 17 anos na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, e em Vitória, no Espírito Santo.</p>
<p>Criada em 2022, a iniciativa une o ensino multidisciplinar com a narrativa e aspectos técnicos dos videogames. O projeto realiza ações solidárias nas comunidades, além de fornecer orientações profissionais e planos de carreira no mundo dos esportes eletrônicos.</p>
<p>A coordenadora técnica do Gaming Park, Dara Coema, explica que é preciso orientar os pais e responsáveis sobre os cuidados com as mídias. Mas que não devemos ignorar o potencial da tecnologia para a educação.</p>
<p>“Nós vemos casos no projeto em que os jogos são ponte para a sociabilidade entre jovens e também, para além dos jogos educativos, que já são ferramentas mais reconhecidas, os jogos também são objetos de cultura que podem contar histórias, podem levantar discussões, podem conscientizar. Quando a gente fala, por exemplo, no competitivo, os jogos podem ser meios para passar valores relacionados ao trabalho em equipe, comunicação. É tudo uma questão de consumo crítico e contextualizado.</p>
<h2>Educação midiática</h2>
<p>Segundo ela, para que haja equilíbrio no uso das telas e das plataformas online, é necessário letramento digital e educação midiática para a sociedade de maneira geral.</p>
<p>“Para as crianças, isso significa dar o caminho das pedras desde cedo, pra gente criar cidadãos do digital que tenham consciência e poder sobre suas escolhas. Direcionar o conteúdo que eles vão consumir, mas também fazê-los entenderem por que aquele conteúdo é ou não interessante, né? Sobre entender o que é um algoritmo e as armadilhas ali. Falar sobre compartilhamento de dados, conversar sobre fake news. Então, é muito sobre conscientização de todos.</p>
<p>Dara Coema afirma que a responsabilização sobre o uso das telas também deve recair sobre as empresas administradoras das plataformas, que precisam ser fiscalizadas para não estimular o uso excessivo dos aparelhos.</p>
<p><em>*Sob supervisão de Fábio Cardoso.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Embrapa produz em laboratório salmão, caviar e anéis de lula veganos</title>
		<link>https://portalam.com.br/embrapa-produz-em-laboratorio-salmao-caviar-e-aneis-de-lula-veganos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 21:20:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório]]></category>
		<category><![CDATA[salmão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=142600</guid>

					<description><![CDATA[Depois de 30 meses de pesquisa, o Laboratório de Nanobiotecnologia (LNANO) da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, com sede em Brasília, desenvolveu amostras de alimentos impressos com base vegetal, que mimetizam filé de salmão, caviar e anéis de lula. Além de copiar as formas dos alimentos, os protótipos &#8211; feitos em impressoras 3D da Embrapa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Depois de 30 meses de pesquisa, o Laboratório de Nanobiotecnologia (LNANO) da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, com sede em Brasília, desenvolveu amostras de alimentos impressos com base vegetal, que mimetizam filé de salmão, caviar e anéis de lula.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691472&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691472&amp;o=node" /></p>
<p>Além de copiar as formas dos alimentos, os protótipos &#8211; feitos em impressoras 3D da Embrapa &#8211; têm gosto e características nutricionais semelhantes à comida original.</p>
<blockquote><p>“Uma das coisas que buscamos foi avaliar o teor nutricional da carne animal em sua composição total. Atentos a três grupos principais &#8211; carboidratos, lipídeos e proteínas -, buscamos nos recursos vegetais ingredientes ou insumos que nos trazem a mesma quantidade em percentual de tecido animal”, explica a bióloga Cínthia Caetano Bonatto, pesquisadora bolsista no LNANO.</p></blockquote>
<h2>Tintas alimentícias</h2>
<p><strong>As amostras foram criadas com tintas alimentícias feitas a partir de proteínas vegetais, farinhas de leguminosas, óleos vegetais e de algas, nanoingredientes, corantes naturais e espessantes &#8211; usados para aumentar a viscosidade dos alimentos.</strong></p>
<p>De acordo com Cínthia Bonatto, as tintas alimentícias são constituídas por ingredientes “que, em sua maioria, são os mesmos que utilizamos na culinária na nossa residência.”</p>
<h2>Arca de Noé</h2>
<p>Parte desses insumos foi obtida nos Bancos Ativos de Germoplasma da Embrapa, uma espécie de “arca de Noé” que coleciona em 140 acervos o material genético de milhares de plantas, microorganismos e animais.</p>
<p>Com o material genético do repositório da própria Embrapa, é possível elaborar alimentos de base vegetal com composição “o mais similar possível àquela encontrada nos animais”, descreve o pesquisador Luciano Paulino da Silva, que coordena projetos de impressão de alimentos.</p>
<p>Com essa tecnologia, os pesquisadores conseguem “fazer o enriquecimento nutricional dos produtos impressos”, comenta a biotecnóloga Gabriela Mendes da Rocha Vaz, também pesquisadora bolsista no LNANO.</p>
<p>Essa aplicação pode ser útil para o combate à fome e subnutrição. Em tese, a impressão de alimentos também pode evitar pesca predatória ou sofrimento no abate dos animais e ainda atender segmentos de públicos com restrições alimentares, por exemplo quem não quer comer carne.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image atom-align-center">
<h2>Vitrine</h2>
<p><strong>Os alimentos criados no LNANO já foram experimentados por pessoas, conforme liberação de comissão de ética. </strong>Segundo Luciano Paulino da Silva, o experimento está “na vitrine da Embrapa”, mas ainda não tem data para ser lançado no mercado.</p>
<p>A pesquisa da Embrapa foi financiada pelo Good Food Institute (GFI), uma organização global sem fins lucrativos que financia a criação de alimentos à base de plantas, com microorganismos em processo de fermentação, e a produção de carne cultivada a partir de células animais em laboratório.</p>
<p>A exploração comercial vai depender do modelo de negócios: alimentos criados em impressoras domésticas para preparo em restaurantes ou ainda em escala industrial.</p>
<p>Alimentos impressos já são comercializados na Austrália, nos Estados Unidos, em Israel e Singapura. No Brasil, pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) desenvolvem experimentos para a impressão de alimentos em parceria com a Escola de Medicina da Universidade Harvard, e com a Universidade de Tecnologia e Design de Singapura.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hambúrguer é o item mais pedido no iFood e movimenta 150 milhões de pedidos no Brasil</title>
		<link>https://portalam.com.br/hamburguer-e-o-item-mais-pedido-no-ifood-e-movimenta-150-milhoes-de-pedidos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 13:24:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[comida]]></category>
		<category><![CDATA[hambúrguer]]></category>
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					<description><![CDATA[O hambúrguer segue como o item mais pedido no iFood no Brasil. Entre maio de 2025 e abril de 2026, foram realizados mais de 150 milhões de pedidos da categoria, um crescimento de 15% em relação ao período anterior, segundo dados do iFood Tendências, hub de inteligência e dados da plataforma. O levantamento reforça a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O hambúrguer segue como o item mais pedido no iFood no Brasil. Entre maio de 2025 e abril de 2026, foram realizados mais de 150 milhões de pedidos da categoria, um crescimento de 15% em relação ao período anterior, segundo dados do iFood Tendências, hub de inteligência e dados da plataforma.</p>
<p>O levantamento reforça a relevância do lanche no delivery brasileiro, impulsionado pela consolidação do hábito de pedir comida por aplicativo e pela expansão das hamburguerias no ambiente digital.</p>
<p>Atualmente, o iFood reúne mais de 230 mil hamburguerias cadastradas, número 4,4% superior ao registrado em todo o ano de 2025.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trabalhadores planejam mais tempo com a família com fim da 6&#215;1</title>
		<link>https://portalam.com.br/trabalhadores-planejam-mais-tempo-com-a-familia-com-fim-da-6x1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 14:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Escala 6X1]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhdores]]></category>
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					<description><![CDATA[Passar um dia na praia com as filhas de 12 e 7 anos é a intenção da atendente de lanchonete Gessiane Roberto Vianna, de 28 anos, quando tiver mais um dia de descanso. Trabalhando de segunda a sábado, no centro da cidade do Rio de Janeiro, ela abre um sorriso quando comenta a aprovação do fim [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Passar um dia na praia com as filhas de 12 e 7 anos é a intenção da atendente de lanchonete Gessiane Roberto Vianna, de 28 anos, quando tiver mais um dia de descanso.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691467&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691467&amp;o=node" /></p>
<p>Trabalhando de segunda a sábado, no centro da cidade do Rio de Janeiro, ela abre um sorriso quando comenta <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/camara-aprova-em-dois-turnos-pec-pelo-fim-da-escala-6x1" target="_blank" rel="noopener">a aprovação do fim da jornada 6&#215;1, pela Câmara dos Deputados, na noite desta quarta-feira (27)</a>. Os deputados deram o aval à proposta, que ainda precisa passar pelo Senado antes de começar a valer.</p>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/entenda-pec-que-acaba-com-escala-6x1-mais-tempo-livre-e-mesmo-salario" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt; Entenda a PEC que acaba com escala 6&#215;1: mais tempo livre e mesmo salário</a></p>
<blockquote><p>&#8220;É minha mãe que dá café da manhã [para as filhas], que leva para a escola, que busca, porque eu não tenho tempo&#8221;, conta a atendente, de 28 anos.</p></blockquote>
<p><strong>Além das 44 horas semanais, a jornada diária inclui ainda duas horas de transporte para ir e voltar da lanchonete, o que a afasta ainda mais da rotina familiar.</strong></p>
<p>“As meninas me cobram, me pedem para ir à praia, para sair com elas, ir a qualquer canto, mas eu nunca consigo”, lamentou.</p>
<p>O trâmite para acabar com a escala 6&#215;1 ainda depende do Congresso Nacional, mas os trabalhadores que passarão a ter dois dias de descanso remunerado na semana já fazem planos. <strong>Respirar o ar puro da Floresta da Tijuca ao lado do filho de 13 anos é o desejo do balconista Emerson Santos, de 43 anos.</strong></p>
<blockquote><p>“Meu filho pede para irmos juntos. Esse é o nosso momento de lazer: subir a montanha, pegar uma cachoeira. Mas é raro”, relatou.</p></blockquote>
<p>Emerson, que atende em uma farmácia na zona sul do Rio, pretende aumentar a frequência dos passeios com as duas folgas, descanso que outras categorias já têm, lembra.</p>
<blockquote><p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/saiba-como-votaram-os-deputados-na-pec-que-acaba-com-escala-6x1" target="_blank" rel="noopener">&gt; Saiba como votaram os deputados na PEC que acaba com a escala 6&#215;1</a></p></blockquote>
<h2>Família reunida</h2>
<p>Filhos também querem ficar mais tempo com os pais. <strong>Gerente de uma loja de calçados e bolsas no centro do Rio, Victor Pacheco, de 23 anos, que trabalha de segunda a sábado, conta que está mais aliviado pela mãe, de 50 anos, que trabalha 6&#215;1 em uma fábrica de biscoitos.</strong></p>
<p>“Ela mora em Duque de Caxias e sai de casa às 9h da manhã para chegar duas horas depois em Madureira. Quando volta, correndo o risco de perder o último ônibus, é quase meia-noite”, revelou. “É uma correria enorme”.</p>
<p>Quando a folga dos dois coincide, aos domingos, eles fazem um esforço para se verem.</p>
<blockquote><p>“Sábado, a gente trabalha. No domingo, quando a minha folga e a dela batem, a gente, de vez em quando, se organiza para se ver. Tem que ser bem planejado”, contou.</p></blockquote>
<p>Correndo contra o tempo também está Juliana de Mello*, de 21 anos, atendente de um quiosque de sorvete, de segunda a sábado. <strong>Com um bebê de 1 ano e 10 meses, ela anseia por mais tempo para a rotina básica da criança.</strong></p>
<p>&#8220;Ela quase ligou para a dona da loja, hoje, para saber como iria funcionar a nova escala&#8221;, brincou uma colega de trabalho.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quero levar ao pediatra, levar para vacinar, coisas simples, ver crescer&#8221;, relatou Juliana à <strong>Agência Brasil</strong>. &#8220;A nossa expectativa é de que comece logo&#8221;, completou a jovem mãe.</p></blockquote>
<p><strong>Com mais tempo, há quem também planeje se dedicar aos estudos. É o caso da atendente de banca de jornal Stephanie Gonzaga, de 34 anos.</strong></p>
<p>&#8220;Se tiver mais uma folga, eu posso focar no meu curso [técnico] de enfermagem&#8221;, disse. &#8220;Para estudar, tem que ter tempo e cabeça, né? Se você está muito cansada acaba abdicando de algo&#8221;, explicou.</p>
<h2>Escala sacrificante</h2>
<p>Em São Paulo, trabalhadores que conversaram com a <strong>Agência Brasil</strong> também comemoram o fim da 6&#215;1 e destacaram a intenção de passar mais tempo com suas famílias, como Flávio Antunes, funcionário de uma papelaria na zona sul de São Paulo.</p>
<p>“Eu, particularmente, queria muito o fim da 6&#215;1. Quero ter mais tempo para meu filho e minha esposa”, revelou.</p>
<p><strong>A vigilante Celma Araújo, que trabalha na zona oeste da capital paulista, soube do resultado da votação no Congresso e também celebrou</strong>. Celma relatou que a mudança não deve afetá-la diretamente, mas que será boa para seu marido e filho.</p>
<p>“Eles trabalham na 6&#215;1 e reclamam muito. Não podem ficar com a família, não podem ir a um evento, nada”.</p>
<p>O porteiro Everton França trabalha na zona norte de São Paulo. Ele é metalúrgico de formação, mas abandonou a profissão por considerar a escala 6&#215;1 sacrificante.</p>
<p>“Achei bom o fim da escala [6&#215;1], porque vai abrir novas oportunidades. O pessoal que saiu dos empregos antigos devido à escala mais forte, vai poder voltar”, acredita.</p>
<p>França se enquadra nessa categoria de pessoas: “Eu sou metalúrgico e saí porque a escala era muito puxada. Agora, com a 5&#215;2, já estou pensando em ser metalúrgico de novo”.</p>
<p><em>*Nome fictício para preservar a identidade da entrevistada.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Enem: estudante Pé-de-Meia é isento e pode receber R$ 200 extras</title>
		<link>https://portalam.com.br/enem-estudante-pe-de-meia-e-isento-e-pode-receber-r-200-extras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 13:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Enem]]></category>
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					<description><![CDATA[Os estudantes participantes do Pé-de-Meia que participarem dos dois dias de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e concluírem o ensino médio receberão um incentivo adicional de R$ 200. O benefício é válido apenas para os estudantes que são concluintes em 2026. O pagamento será efetuado após a confirmação da conclusão da etapa de ensino, na mesma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os estudantes participantes do <a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/pe-de-meia" target="_blank" rel="noopener">Pé-de-Meia </a>que participarem dos dois dias de prova do <a href="https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/avaliacao-e-exames-educacionais/enem" target="_blank" rel="noopener">Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) </a>e concluírem o ensino médio receberão um incentivo adicional de R$ 200. O benefício é válido apenas para os estudantes que são concluintes em 2026. O pagamento será efetuado após a confirmação da conclusão da etapa de ensino, na mesma conta bancária utilizada para o recebimento das demais parcelas do programa.</p>
<p>As inscrições para o Enem 2026 estão abertas e seguem até 5 de junho, exclusivamente pela <a href="https://enem.inep.gov.br/participante/#!/" target="_blank" rel="noopener">Página do Participante </a>. O prazo também vale para solicitações de atendimento especializado e tratamento por nome social. As provas serão aplicadas pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nos dias 8 e 15 de novembro, em todas as 27 unidades da Federação.</p>
<p>Os estudantes concluintes do ensino médio da rede pública têm inscrição pré-preenchida automaticamente no sistema. No entanto, devem acessar a Página do Participante para complementar as informações, como o município onde desejam realizar as provas, escolher a língua estrangeira e, se necessário, solicitar atendimento especializado.</p>
<p>Todos os participantes, inclusive aqueles que obtiveram isenção da taxa de inscrição, precisam realizar a inscrição no exame. Os estudantes não isentos deverão pagar a taxa de R$ 85 até o dia 10 de junho. O pagamento pode ser realizado por boleto bancário gerado na Página do Participante, Pix, cartão de crédito ou débito em conta corrente ou poupança, conforme a disponibilidade do banco.</p>
<p>Orientações – O portal do Inep conta com uma página em que é possível encontrar as <a href="https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/avaliacao-e-exames-educacionais/enem/orientacoes" target="_blank" rel="noopener">principais orientações </a>para os participantes do Enem. Há também uma seção destinada às <a href="https://www.gov.br/inep/pt-br/acesso-a-informacao/perguntas-frequentes/exame-nacional-do-ensino-medio-enem" target="_blank" rel="noopener">perguntas frequentes </a>sobre o exame. Com isso, os interessados podem conferir os questionamentos mais comuns e os respectivos esclarecimentos.</p>
<h4><strong>Cronograma</strong></h4>
<ul>
<li>Inscrições: de 25 de maio a 5 de junho</li>
<li>Pagamento da taxa de inscrição: de 25 de maio a 10 de junho</li>
<li>Solicitação de tratamento por nome social: de 25 de maio a 5 de junho</li>
<li>Solicitação de atendimento especializado: de 25 de maio a 5 de junho</li>
<li>Resultado do atendimento especializado: 19 de junho</li>
<li>Recurso do atendimento especializado: de 22 a 26 de junho</li>
<li>Resultado do recurso: 3 de julho</li>
<li>Aplicação das provas: 8 e 15 de novembro</li>
</ul>
<p>Enem – O <a href="https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/avaliacao-e-exames-educacionais/enem" target="_blank" rel="noopener">Exame Nacional do Ensino Médio </a>avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).</p>
<p>Instituições de ensino públicas e privadas também utilizam o Enem para selecionar estudantes, como critério único ou complementar aos processos seletivos. Os resultados individuais do Enem podem ainda ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo mapeia 13 perfis de jovens mais vulneráveis a desigualdades</title>
		<link>https://portalam.com.br/estudo-mapeia-13-perfis-de-jovens-mais-vulneraveis-a-desigualdades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 12:10:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Desigualdades]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Vulneráveis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=142416</guid>

					<description><![CDATA[Dificuldade de continuar os estudos, trabalhos informais, violência urbana e cyberbullying são alguns dos desafios enfrentados por jovens vulneráveis de diferentes grupos, segundo o estudo Juventudes Brasileiras Minorizadas, divulgado nesta terça-feira (26).  O trabalho reúne 14 artigos produzidos por especialistas de diferentes áreas, além do relato de jovens que enfrentam a desigualdade no acesso a direitos. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dificuldade de continuar os estudos, trabalhos informais, violência urbana e cyberbullying são alguns dos desafios enfrentados por jovens vulneráveis de diferentes grupos, segundo o estudo <a href="https://www.frm.org.br/conteudo/mobilizacao-social/publicacao/juventudes-brasileiras-minorizadas" target="_blank" rel="noopener"><em>Juventudes Brasileiras Minorizadas</em></a>, divulgado nesta terça-feira (26). <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690923&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690923&amp;o=node" /></p>
<p>O trabalho reúne 14 artigos produzidos por especialistas de diferentes áreas, além do relato de jovens que enfrentam a desigualdade no acesso a direitos. A publicação foi realizada pela Fundação Roberto Marinho, a Fundação Itaú &#8211; Itaú Educação e Trabalho, o Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).</p>
<p><strong>A pesquisa reúne análises sobre 13 perfis de juventudes vulnerabilizadas e aponta que desigualdades estruturais de raça, renda, gênero e território seguem comprometendo o acesso a direitos básicos e oportunidades.</strong></p>
<p>Entre os grupos analisados estão juventudes negras, indígenas, quilombolas, rurais, LGBTQIAPN+, jovens mães, pessoas com deficiência, adolescentes submetidos ao trabalho infantil e jovens refugiados.</p>
<h2>Acesso à educação</h2>
<p>Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua 2025 utilizados no estudo, o Brasil tem mais de 46,5 milhões de jovens entre 15 e 29 anos. Desse total, 7,9 milhões estão fora da escola sem concluir a educação básica: o equivalente a 17% da população jovem. Entre eles, sete em cada dez são negros.</p>
<p><strong>A pesquisa aponta ainda que 11,9 milhões de jovens vivem em situação de pobreza.</strong> Entre os jovens em extrema pobreza, 74,9% são negros, e mulheres negras representam 40% da juventude pobre do país.</p>
<p>Para os pesquisadores, <strong>fatores como dificuldade de acesso à internet, longos deslocamentos, necessidade de conciliar estudo e trabalho e inserção precoce em ocupações precárias aprofundam desigualdades históricas</strong>.</p>
<p>A superintendente de conhecimento da Fundação Roberto Marinho, Rosalina Soares, define que, ao escutar os jovens e reunir evidências sobre diferentes perfis de juventudes brasileiras, o trabalho busca contribuir para que políticas públicas sejam construídas considerando suas vozes.</p>
<blockquote><p>“Por trás dos indicadores existem trajetórias reais, sonhos interrompidos e desafios cotidianos muitas vezes atravessados por desigualdades persistentes”.</p></blockquote>
<h2>Juventude rural</h2>
<p>O estudo destaca que as desigualdades aparecem de forma ainda mais intensa entre jovens de territórios vulnerabilizados.</p>
<p><strong>Nas áreas rurais, por exemplo, 33% dos jovens estão fora da escola sem concluir a educação básica, percentual duas vezes maior do que o registrado nas áreas urbanas.</strong> A informalidade também atinge 69% das juventudes rurais, contra 41% dos jovens urbanos.</p>
<p>Entre indígenas, a taxa de analfabetismo é três vezes maior do que entre não indígenas. Além disso, apenas 42% dos jovens indígenas de 18 a 29 anos concluíram o ensino médio.</p>
<p>Já entre quilombolas, apesar do crescimento das matrículas em escolas quilombolas, cerca de 30% dos estudantes apresentam atraso escolar.</p>
<h2>Discriminação e violência</h2>
<p>A publicação também chama atenção para os impactos da violência e da discriminação nas trajetórias educacionais e profissionais.</p>
<p>Jovens negros são vítimas de violência urbana em proporção quatro vezes maior do que jovens brancos. No caso das juventudes LGBTQIAPN+, o estudo aponta que agressões verbais, físicas e casos de cyberbullying afetam diretamente a permanência escolar.</p>
<p>Segundo a chefe de Educação do Unicef no Brasil, Mônica Dias Pinto, as desigualdades exigem políticas públicas articuladas para garantir permanência escolar e inclusão produtiva.</p>
<p>“Quando olhamos para as juventudes no Brasil, fatores interseccionais como cor, raça e renda ajudam a explicar por que as oportunidades não chegam do mesmo jeito para todas e todos”, disse.</p>
<p>A relação entre escolaridade e inserção profissional também aparece entre jovens mães. <strong>Dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019 mostram que, na faixa etária de 15 a 19 anos, 60,8% dos jovens com filhos estão fora da escola sem concluir os estudos.</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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