<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Economia | Portal AM</title>
	<atom:link href="https://portalam.com.br/not%C3%ADcias/economia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://portalam.com.br/notícias/economia/</link>
	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Jul 2026 12:24:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logo-75x75.png</url>
	<title>Economia | Portal AM</title>
	<link>https://portalam.com.br/notícias/economia/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Mutirão Nacional do Novo Desenrola Brasil irá impulsionar negociações na reta final do programa</title>
		<link>https://portalam.com.br/mutirao-nacional-do-novo-desenrola-brasil-ira-impulsionar-negociacoes-na-reta-final-do-programa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:25:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Desenrola]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=145187</guid>

					<description><![CDATA[A Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em parceria com o Governo Federal e apoio dos bancos associados, fará uma grande mobilização nacional em suas redes sociais, no rádio e no portal de educação financeira Meu Bolso em Dia para reforçar e incentivar a renegociação de dívidas pelo Novo Desenrola Brasil. A campanha se estende até o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em parceria com o Governo Federal e apoio dos bancos associados, <strong>fará uma grande mobilização nacional em suas redes sociais, no rádio e no portal de educação financeira Meu Bolso em Dia para reforçar e incentivar a renegociação de dívidas pelo Novo Desenrola Brasil.</strong></p>
<p><strong>A campanha se estende até o dia 03 de agosto, </strong>marcando a reta final do programa, e <strong>visa engajar os consumidores endividados a reorganizar sua vida financeira e evitar o superendividamento.</strong></p>
<p>Os dados mais recentes do Novo Desenrola Brasil mostram os seguintes resultados:</p>
<ul>
<li>o montante total renegociado já ultrapassa <strong>R$ 20 bilhões, com redução de cerca de R$ 15 bilhões no estoque de dívidas das famílias</strong>;</li>
<li><strong>mais de 6 milhões de pessoas </strong>e famílias renegociaram suas dívidas bancárias;</li>
<li><strong>4 milhões de cidadãos</strong>, com pendências de até R$ 100, tiveram seus nomes retirados dos órgãos de restrição de crédito;</li>
<li><strong>1,1 milhão de consumidores</strong> quitaram seus débitos à vista, obtendo descontos de até 80%;</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O êxito dos mutirões de renegociação de dívidas demonstra a força de uma mobilização público-privada sem precedentes. Os bancos seguem comprometidos em ampliar o acesso a condições especiais e a canais de atendimento facilitados, contribuindo para que os cidadãos renegociem seus débitos e recuperem o equilíbrio financeiro”, <strong>afirma Isaac Sidney, Presidente da Febraban</strong>.</p>
<p>A mobilização se soma a outras iniciativas dos bancos para ajudar o consumidor a quitar suas dívidas. Desde 2019, a Febraban tem desenvolvido Mutirões Nacionais de Negociação e Orientação Financeira para resgate da capacidade financeira do consumidor.</p>
<p><strong>Na edição nacional de março de 2026, foram repactuados 2.718.902 milhões de contratos, com volume financeiro de mais de R$ 9.2 bilhões negociados.</strong></p>
<p>A campanha de comunicação ocorreu em todas as regiões do país, por meio das redes sociais, rádio, e canais oficiais de comunicação da federação, incluindo o Portal Meu Bolso em Dia. Mais de 50 milhões de pessoas foram impactadas, com uma frequência média de 3 conteúdos por pessoa, volume histórico em campanhas de mutirão.</p>
<p><strong>Jornada Digital e educação financeira</strong></p>
<p>Além de facilitar a quitação dos débitos, a mobilização nacional do Novo Desenrola Brasil foca na sustentabilidade financeira dos cidadãos no longo prazo. A iniciativa propõe uma Jornada Digital de Renegociação e Orientação conduzida pelas redes sociais da Febraban e no Portal de Educação Financeira Meu Bolso em Dia, com o objetivo prevenir o superendividamento, por meio de conteúdo educativo gratuito, focado na construção de hábitos financeiros saudáveis.</p>
<p>Na página da Plataforma de Educação Financeira Meu Bolso em Dia, os cidadãos são incentivados a realizar o curso gratuito <a href="https://plataforma.meubolsoemdia.com.br/?utm_source=google-search&amp;utm_medium=cpc&amp;utm_campaign=jussi_febraban_consideracao_meu-bolso-em-dia_plataforma_google-search_trafego_cpc_ano-2025&amp;utm_term=kw-plataforma&amp;gad_source=1&amp;gad_campaignid=22556441972&amp;gbraid=0AAAAA9ghTXakeFp2XTbn7KuMx1PBf4cnq&amp;gclid=Cj0KCQjwguLSBhDLARIsAH-yPrGw15xa375AuAiLTP8YLH_ZUOPB8r1AxUVCBDTLawQxvaXmeObCvzEaApgsEALw_wcB">“Mapeie sua Vida Financeira”</a>, desenvolvido em parceria com o Banco Central. Com carga horária de 1 hora, dividida em 8 aulas rápidas para iniciantes, o curso ensina o consumidor a planejar seu orçamento para não voltar a ficar inadimplente.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CNI mantém projeção de alta de 2% do PIB para este ano</title>
		<link>https://portalam.com.br/cni-mantem-projecao-de-alta-de-2-do-pib-para-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 23:40:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=145112</guid>

					<description><![CDATA[A Confederação Nacional da Indústria (CNI) manteve em 2% a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país) brasileiro para este ano. A estimativa consta no Informe Conjuntural do 2º Trimestre, divulgado nesta quarta-feira (22).  A entidade prevê que a economia deve continuar avançando em ritmo moderado, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Confederação Nacional da Indústria (CNI) manteve em 2% a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país) brasileiro para este ano. A estimativa consta no Informe Conjuntural do 2º Trimestre, divulgado nesta quarta-feira (22). <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697248&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697248&amp;o=node" /></p>
<p><strong>A entidade prevê que a economia deve continuar avançando em ritmo moderado, impulsionada principalmente pela indústria extrativa, pelo agronegócio e pela resiliência do setor de serviços.</strong></p>
<p>Apesar do cenário positivo para alguns segmentos, a confederação alerta que juros elevados, inflação persistente, custos de produção mais altos e o aumento das importações devem limitar uma recuperação mais robusta da atividade econômica.</p>
<p>Em nota, o diretor de Economia da CNI, Mario Sergio Telles, destacou que o crescimento continuará sustentado pelos setores ligados às commodities e por estímulos à demanda. Segundo ele, a <strong>política monetária restritiva e as fragilidades fiscais permanecem como entraves para uma expansão mais acelerada</strong>.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p>A CNI também revisou para cima a projeção da inflação para este ano. A expectativa é de que alimentos, combustíveis e a inflação de serviços mantenham pressão sobre os preços ao consumidor.</p>
<p><strong>O cenário fiscal também preocupa a entidade.</strong> Embora a arrecadação federal deva crescer, o aumento das despesas públicas deve manter as contas do governo no vermelho, elevando o endividamento do país.</p>
<p><strong>Indicadores:</strong></p>
<ul>
<li>    PIB: 2%;</li>
<li>    IPCA: de 4,4% para 5%;</li>
<li>    Receita líquida federal: 5,8% acima da inflação;</li>
<li>    Despesas federais: 4,5% acima da inflação;</li>
<li>    Déficit primário em 2026: R$ 55,3 bilhões;</li>
<li>    Dívida pública: 82% do PIB.</li>
</ul>
<h2>Indústria</h2>
<p><strong>A CNI revisou para cima a expectativa de crescimento da indústria este ano</strong>, impulsionada principalmente pela atividade extrativa, beneficiada pelo aumento da produção de petróleo e menos afetada pelos juros elevados.</p>
<p>Na indústria de transformação, apesar da melhora na projeção, o setor continua pressionado pelo avanço das importações, pelos juros altos e pelo aumento dos custos decorrentes da guerra no Oriente Médio. Apenas sete dos 24 segmentos industriais apresentam crescimento, segundo a entidade.</p>
<p>A construção civil deve ganhar impulso com medidas governamentais voltadas ao crédito habitacional e aos investimentos em infraestrutura.</p>
<p><strong>Projeções:</strong></p>
<ul>
<li>    PIB industrial: de 1,6% para 2,1%;</li>
<li>    Indústria extrativa: de 7,8% para 9,1%;</li>
<li>    Indústria de transformação: de 0,3% para 0,6%;</li>
<li>    Construção civil: de 1,3% para 1,5%.</li>
</ul>
<h2>Agro</h2>
<p>A expectativa de uma nova safra recorde, especialmente de soja, aliada ao crescimento da produção animal, levou a CNI a elevar pela segunda vez consecutiva a projeção para a agropecuária.</p>
<p>Mesmo diante do aumento dos custos de insumos provocado pelo conflito no Oriente Médio, o setor deve apresentar desempenho superior ao previsto anteriormente.</p>
<p><strong>Projeções do agro e serviços:</strong></p>
<ul>
<li>    Agropecuária: de 1,1% para 1,8%;</li>
<li>    Serviços: de 2,1% para 1,9%.</li>
</ul>
<p>O setor de serviços continua sendo sustentado pelo mercado de trabalho, pelas vendas do varejo e pelos segmentos de informação e comunicação. No entanto, o <strong>aumento da inadimplência das famílias, o maior endividamento e os juros elevados reduziram a expectativa de crescimento</strong>.</p>
<h2>Juros</h2>
<p>Diante da inflação persistente e da piora do cenário fiscal, a <strong>CNI reduziu a expectativa de queda da taxa básica de juros</strong>.</p>
<p>Agora, a previsão é de apenas dois cortes de 0,25 ponto percentual ao longo de 2026.</p>
<p><strong>Projeção para a Selic:</strong></p>
<ul>
<li>    Taxa atual: 14,25% ao ano;</li>
<li>    Fim de 2026: de 12,75% para 13,75% ao ano;</li>
<li>    Juros reais (acima da inflação) estimados: 9,2%</li>
<li>    Juro neutro (que não afeta o PIB) estimado: 5%</li>
</ul>
<p>Segundo a entidade, caso as projeções se confirmem, a política monetária permanecerá em nível bastante restritivo durante todo o próximo ano.</p>
<h2>Cenário externo</h2>
<p>No ambiente internacional, a <strong>guerra no Oriente Médio continua sendo apontada como o principal fator de risco para a economia brasileira</strong>. O conflito elevou os custos de combustíveis, energia e fertilizantes, embora a CNI avalie que essa pressão possa diminuir ao longo do ano diante do aumento esperado da oferta mundial de petróleo.</p>
<p>Outro ponto de atenção é o avanço das importações de bens de consumo, que ocorre em meio à desaceleração da indústria nacional.</p>
<p><strong>Comércio exterior:</strong></p>
<ul>
<li>    Importações de bens de consumo: 16% no primeiro semestre;</li>
<li>    Importações totais: US$ 306 bilhões (5,2%);</li>
<li>    Exportações: US$ 383,9 bilhões (9,5%);</li>
<li>    Superávit da balança comercial: US$ 77,9 bilhões (30,4%).</li>
</ul>
<p>A entidade ressalta, porém, que esse cenário poderá ser alterado caso avancem as tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, fator que pode afetar o desempenho das exportações ao longo de 2026.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Economia cresce 0,7% em maio, puxada por consumo das famílias, diz FGV</title>
		<link>https://portalam.com.br/economia-cresce-07-em-maio-puxada-por-consumo-das-familias-diz-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 17:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=145096</guid>

					<description><![CDATA[A economia brasileira cresceu 0,7% na passagem de abril para maio. No trimestre móvel terminado em maio, a alta é de 1,9% na comparação com o mesmo período de 2025. Com esse desempenho, a variação positiva acumulada no período de 12 meses fica em 1,7%. Os dados fazem parte do Monitor do PIB, estudo mensal elaborado pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia brasileira cresceu 0,7% na passagem de abril para maio. No trimestre móvel terminado em maio, a alta é de 1,9% na comparação com o mesmo período de 2025. <strong>Com esse desempenho, a variação positiva acumulada no período de 12 meses fica em 1,7%.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697070&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697070&amp;o=node" /></p>
<p>Os dados fazem parte do <a href="https://portalibre.fgv.br/system/files/divulgacao/noticias/mat-complementar/2026-07/Monitor%20do%20PIB-FGV%20-%20Julho%20de%202026%20-%20Ref.%20de%20Maio.pdf" target="_blank" rel="noopener">Monitor do PIB</a>, estudo mensal elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado nesta segunda-feira (20).</p>
<p>A pesquisa faz estimativas sobre o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB), indicador do conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país, com base em dados da indústria, comércio, serviços e agropecuária.</p>
<p><strong>O resultado de maio retoma a trajetória positiva na comparação entre meses imediatamente seguidos, após recuo em abril e estabilidade em março.</strong></p>
<p>Confira o comportamento do ano mês a mês:</p>
<ul>
<li>Maio: 0,7%</li>
<li>Abril: -0,1%</li>
<li>Março: 0%</li>
<li>Fevereiro: 0,5%</li>
<li>Janeiro: 0,7%</li>
</ul>
<h2>Sinais de arrefecimento</h2>
<p>Apesar da retomada de crescimento em maio, o indicador de 12 meses (1,7%), que mostra uma visão de retrovisor de mais longo prazo, aponta desaceleração, ou seja, perda de força. Em março deste ano, a variação era de 3%. Em maio do ano passado, 3,8%.</p>
<p>Ao apresentar os resultados, a <strong>FGV destaca que o consumo das famílias cresceu 3,3% no trimestre até maio</strong>, chegando ao maior patamar desde o quarto trimestre de 2024, quando avançou 4%. Desse desempenho, mais de 60% vieram do consumo de serviços e de bens duráveis.</p>
<p>A economista Juliana Trece, coordenadora da pesquisa, destaca que o consumo das famílias foi o grande responsável pelo desempenho positivo da economia.</p>
<p>No entanto, ela aponta que há algumas “fragilidades” no resultado do PIB brasileiro.</p>
<blockquote><p>“O crescimento da agropecuária vem após sequência de retrações, a estabilidade industrial mostra perda de fôlego do setor e, apenas os serviços mostraram resultado um pouco melhor que a média geral do início do ano”, explica.</p></blockquote>
<p>Para ela, a concentração do crescimento no consumo das famílias mostra dependência desse componente, uma vez que as exportações e os investimentos apresentaram quedas.</p>
<p>“Com isso, conclui-se que, embora a economia siga em crescimento, há alguns sinais importantes de arrefecimento que começam a aparecer no resultado”, avalia.</p>
<h2>Comportamentos</h2>
<p><strong>As exportações tiveram crescimento de 4,3%, o menor desde o segundo trimestre de 2025 (2,1%).</strong></p>
<p>“As exportações da [indústria] extrativa mineral registram crescimento significativamente inferior ao que vinha apresentando desde o início do ano, o que explica a redução do crescimento das exportações”, destaca o acompanhamento.</p>
<p>As importações cresceram 8,9%, terceiro trimestre móvel seguido de alta.</p>
<p>A chamada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador que mede o investimento na economia, como compras de máquinas e equipamentos, teve expansão de 2% no trimestre móvel. Foi a segunda expansão depois de recuo nos quatro trimestres móveis imediatamente seguidos.</p>
<p><strong>O estudo estima que a taxa de investimento da economia em maio foi de 18,6%, a segunda maior do ano, perdendo apenas para fevereiro (19,2%).</strong></p>
<p>De acordo com a FGV, em termos monetários, o PIB acumulado até maio, em valores correntes, é estimado em R$ 5,466 trilhões.</p>
<h2>Resultado oficial</h2>
<p>O Monitor do PIB é um dos estudos que servem como termômetro da economia brasileira. Outro levantamento é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/atividade-economica-cresceu-01-em-maio" target="_blank" rel="noopener">divulgado na sexta-feira (17)</a>, que<strong> indicou expansão de 0,1% na passagem de abril para maio e de 1,4% em 12 meses</strong>.</p>
<p>O resultado oficial do PIB é apresentado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A última divulgação foi no fim de maio, que apontou crescimento de 1,1% no primeiro trimestre de 2026.</p>
<p><strong>A próxima divulgação será referente ao segundo trimestre de 2026, no dia 1º de setembro.</strong></p>
<h2>Expectativas</h2>
<p>O relatório Focus desta semana, sondagem do Banco Central (BC) com instituições do mercado financeiro <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/mercado-reduz-expectativa-de-inflacao-para-515-em-2026" target="_blank" rel="noopener">estima que a economia brasileira vai terminar 2026</a> com alta de 1,99%.</p>
<p>A <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/projecao-oficial-de-inflacao-sobe-para-51-com-estouro-da-meta" target="_blank" rel="noopener">previsão do Ministério da Fazenda</a> é variação de 2,3%.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vendas do comércio no Amazonas recuam 2,8% em maio e acumulam queda no ano, aponta IBGE</title>
		<link>https://portalam.com.br/vendas-do-comercio-no-amazonas-recuam-28-em-maio-e-acumulam-queda-no-ano-aponta-ibge/</link>
					<comments>https://portalam.com.br/vendas-do-comercio-no-amazonas-recuam-28-em-maio-e-acumulam-queda-no-ano-aponta-ibge/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=144969</guid>

					<description><![CDATA[O volume de vendas do comércio varejista no Amazonas recuou 2,8% em maio de 2026, na comparação com abril, já descontados os efeitos sazonais, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE. O resultado representa a segunda queda consecutiva do indicador no Estado, após a retração de 3,8% registrada em abril. No Brasil, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="auto">O volume de vendas do comércio varejista no Amazonas recuou 2,8% em maio de 2026, na comparação com abril, já descontados os efeitos sazonais, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE. O resultado representa a segunda queda consecutiva do indicador no Estado, após a retração de 3,8% registrada em abril. No Brasil, o comércio apresentou estabilidade no período, com variação positiva de 0,1%.</p>
<figure contenteditable="false">
<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/UWYV11L.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">Entre os Estados brasileiros, a liderança ficou com o Distrito Federal, com crescimento de 1,6%, seguido pela Paraíba, Alagoas e Acre, todos com avanço de 1,5%. Os piores resultados foram de Rondônia (-3,4%) e Roraima (-3,4%). Em maio, a maioria dos Estados brasileiros registrou retração do volume de vendas do comércio varejista em relação à abril.</p>
<figure contenteditable="false">
<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/yKATYI3.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Comparação com maio de 2025</strong></p>
<p dir="auto">Na comparação com maio de 2025, o volume de vendas do comércio varejista amazonense registrou queda de 4,5%, revertendo o resultado observado em março, quando havia avançado 7,1%, e aprofundando o desempenho negativo de abril (-1,0%). No cenário nacional, o volume de vendas cresceu 0,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior.</p>
<p dir="auto"><strong>Acumulado do Ano </strong></p>
<figure contenteditable="false">
<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/moupPDZ.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">Com o resultado de maio, o comércio varejista do Amazonas passou a acumular retração de 0,8% no ano, em relação ao mesmo período de 2025. Em abril, o acumulado ainda era de 0,2%, após registrar alta de 0,6% em março. No Brasil, o indicador permaneceu positivo, com crescimento acumulado de 1,7% entre janeiro e maio.</p>
<p dir="auto"><strong>Desempenho acumulado dos últimos 12 meses</strong></p>
<figure contenteditable="false">
<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/VZ1EVR0.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">O desempenho em 12 meses também ficou negativo no Amazonas. O Estado acumulou queda de 0,5% até maio, após registrar variações de -0,1% em abril e 0,1% em março. No País, o comércio varejista manteve crescimento, embora em ritmo mais moderado, com alta acumulada de 1,4% nos últimos 12 meses encerrados em maio.</p>
<p dir="auto"><strong>O QUE É A PMC? </strong></p>
<p dir="auto"><em>A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), realizada pelo IBGE, tem como objetivo produzir indicadores que permitam acompanhar a evolução conjuntural do comércio varejista e do comércio varejista ampliado, além de seus principais segmentos . A investigação abrange empresas comerciais registradas no CNPJ que possuam 20 ou mais pessoas ocupadas ou que, possuindo menos ocupados, atuem em mais de uma Unidade da Federação. A variável principal investigada é a receita bruta de revenda mensal, proveniente da comercialização de mercadorias, excluindo-se receitas de serviços, financeiras ou não-operacionais . A pesquisa produz indicadores de volume de vendas e receita nominal para o Brasil e as 27 Unidades da Federação, cobrindo atividades que vão desde combustíveis e supermercados até artigos farmacêuticos e material de construção.</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://portalam.com.br/vendas-do-comercio-no-amazonas-recuam-28-em-maio-e-acumulam-queda-no-ano-aponta-ibge/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Boletim Macrofiscal de julho mantém a projeção de crescimento do PIB em 2,3%</title>
		<link>https://portalam.com.br/boletim-macrofiscal-de-julho-mantem-a-projecao-de-crescimento-do-pib-em-23/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 09:20:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=144916</guid>

					<description><![CDATA[A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda manteve em 2,3% a projeção de crescimento da economia brasileira em 2026. Já a estimativa de inflação medida pelo IPCA passou de 4,5% para 5,1%. Os dados constam do Boletim Macrofiscal de julho, divulgado na quarta-feira (15/7). O documento também apresenta projeções para os setores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda manteve em 2,3% a projeção de crescimento da economia brasileira em 2026. Já a estimativa de inflação medida pelo IPCA passou de 4,5% para 5,1%. Os dados constam do Boletim Macrofiscal de julho, divulgado na quarta-feira (15/7).</p>
<p>O documento também apresenta projeções para os setores da economia, o resultado fiscal e <ins cite="mailto:Nuria%20Rodrigues%20de%20Brito" datetime="2026-07-16T17:20"></ins>dívida pública, além de analisar os riscos relacionados ao cenário internacional, ao preço da energia e à possibilidade de um El Niño mais intenso.</p>
<p class="callout"><a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/central-de-conteudo/publicacoes/conjuntura-economica/boletim-macrofiscal/defeso-eleitoral-2026/boletim-macrofiscal_vf.pdf/view">Confira a edição de julho de 2026 do Boletim Macrofiscal</a></p>
<p class="callout"><a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/central-de-conteudo/publicacoes/conjuntura-economica/boletim-macrofiscal/defeso-eleitoral-2026/boletim_mf_vf.pdf/view">Confira a Apresentação do Boletim MacroFiscal de Julho de 2026</a></p>
<p>No cenário internacional, a análise aponta incerteza elevada, apesar da redução temporária dos riscos mais graves associados ao conflito entre Estados Unidos e Irã. A trégua entre os países reduziu o prêmio de risco sobre a oferta de petróleo e permitiu que a cotação do petróleo Brent recuasse momentaneamente. No entanto, com a interrupção do cessar-fogo em 8 de julho, o prêmio de risco e os preços do petróleo voltaram a subir. A retomada do conflito ocorreu após a data de corte do Boletim Macrofiscal e representa risco de alta para os preços de energia e de desaceleração do crescimento da economia mundial.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a atividade mantém sinais de resiliência, enquanto a inflação permanece acima da meta. Esse cenário elevou as expectativas para a trajetória dos juros e levou o Federal Reserve (Fed), o banco central norte-americano, a manter uma postura cautelosa.</p>
<p>Na Zona do Euro, foi observada uma estabilização gradual em meio à inflação persistente. Na China, a melhora da indústria e das exportações contrasta com a fragilidade da demanda interna e do setor imobiliário. Já na América Latina, as pressões inflacionárias e cambiais levam os bancos centrais a manter cautela. O cenário também inclui os efeitos das novas tarifas dos Estados Unidos e a possibilidade de um El Niño mais intenso.</p>
<h4><strong>Atividade econômica</strong></h4>
<p class="">No Brasil, ainda conforme o Boletim Macrofiscal, a projeção de crescimento da economia em 2026 foi mantida em 2,3%. A estimativa para a agropecuária passou de 1,2% para 1,8%, enquanto a previsão para a indústria caiu de 2,2% para 2,1%. Para os serviços, a projeção permaneceu em 2,4%.</p>
<p>No segundo trimestre, a estimativa é de crescimento de 0,8% em relação aos três meses anteriores, após alta de 1,1% no primeiro trimestre. A projeção para a indústria passou de 1,2% para 0,8%, enquanto a da agropecuária caiu de 2% para 0,6%. Para os serviços, a estimativa subiu de 0,5% para 0,7%.</p>
<p>A redução do ritmo de crescimento repercute os efeitos defasados da política monetária restritiva, com recuperação prevista para o quarto trimestre, com maior contribuição da indústria de transformação e da construção. A intensidade prevista, no entanto, é menor do que a estimada anteriormente, diante da expectativa de um ciclo mais curto de redução dos juros.</p>
<h4><strong>Inflação</strong></h4>
<p>As pressões sobre a inflação ao consumidor permanecem, principalmente em razão dos preços dos alimentos e dos efeitos indiretos do conflito no Oriente Médio.</p>
<p>A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2026 passou de 4,5% para 5,1%, refletindo choques de oferta, repasses de preços do atacado ao consumidor e a possibilidade de um El Niño mais intenso, que pode afetar a produção agrícola.</p>
<p>A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) passou de 4,6% para 5,3%. Para 2027, a projeção do IPCA subiu de 3,5% para 3,6%.</p>
<h4><strong>Projeções fiscais</strong></h4>
<p>As projeções do mercado para o resultado primário de 2026, reunidas pelo Prisma Fiscal, apresentaram redução do déficit estimado em julho, após aumento registrado em junho.</p>
<p>A mediana projetada para o déficit primário caiu R$ 0,9 bilhão e chegou a R$ 58,1 bilhões, equivalente a 0,43% do Produto Interno Bruto (PIB). Em junho, a estimativa correspondia a 0,44% do PIB. A revisão considera a expectativa de crescimento da receita líquida em ritmo superior ao das despesas primárias.</p>
<p>Caso as estimativas do mercado se confirmem, o resultado considerado para o cumprimento da meta fiscal seria positivo em R$ 6,3 bilhões, acima do limite inferior do intervalo de tolerância. O cálculo considera as deduções de R$ 64,4 bilhões previstas no Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias (RARDP) do segundo bimestre.</p>
<p>Para o médio prazo, o mercado projeta redução gradual do déficit e uma convergência nas projeções da Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG).</p>
<h4><strong>Gastos tributários</strong></h4>
<p class="">A edição de julho também apresenta informações sobre a revisão dos gastos tributários. Entre as medidas citadas estão a criação da Declaração de Incentivos, Renúncias, Benefícios e Imunidades de Natureza Tributária (Dirbi) e a regulamentação da Lei Complementar nº 224/2025.</p>
<p>A legislação estabelece novos critérios para a concessão de benefícios fiscais e fixa um limite de 2% do PIB para esses gastos.</p>
<h4><strong>Perspectivas</strong></h4>
<p>O Boletim Macrofiscal mantém a projeção de crescimento de 2,3% para a economia brasileira em 2026 e aponta riscos relacionados ao cenário externo, à inflação e aos efeitos da política monetária sobre a atividade.</p>
<p>A evolução do mercado de trabalho, as projeções para as contas públicas e as medidas estruturais também aparecem entre os fatores relevantes para o desempenho da economia nos próximos anos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Financiamentos de projetos rurais sustentáveis terão juros mais baixos</title>
		<link>https://portalam.com.br/financiamentos-de-projetos-rurais-sustentaveis-terao-juros-mais-baixos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 12:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[baixos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=144791</guid>

					<description><![CDATA[Produtores rurais que investirem em projetos de sustentabilidade terão acesso às menores taxas de juros dos Fundos Constitucionais de Financiamento na safra 2026/2027. Em reunião extraordinária, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas regras para as operações de crédito rural com recursos dos fundos do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO). As iniciativas de agricultura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Produtores rurais que investirem em projetos de sustentabilidade terão acesso às menores taxas de juros dos Fundos Constitucionais de Financiamento na safra 2026/2027. <strong>Em reunião extraordinária, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas regras para as operações de crédito rural com recursos dos fundos do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO).</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696681&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696681&amp;o=node" /></p>
<p><strong>As iniciativas de agricultura de baixo carbono, preservação ambiental, inovação tecnológica, geração de energia renovável para consumo próprio e ampliação da capacidade de armazenagem terão juros a partir de 7,52% ao ano.</strong></p>
<p>As condições passam a valer de 15 de julho de 2026 a 30 de junho de 2027. Elas também estabelecem taxas diferenciadas conforme a região, o porte econômico do produtor e a finalidade do financiamento.</p>
<h2>Projetos sustentáveis</h2>
<p><strong>As linhas voltadas à sustentabilidade terão os menores encargos financeiros entre todas as modalidades de crédito rural financiadas pelos fundos constitucionais.</strong></p>
<p>Nas operações com taxas prefixadas e bônus de adimplência (bônus para quem paga em dia), os juros serão de:</p>
<ul>
<li>7,52% ao ano no Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE);</li>
<li>7,64% ao ano no Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO);</li>
<li>8,14% ao ano no Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO).</li>
</ul>
<p>Nas modalidades com taxas pós-fixadas, os encargos poderão ser ainda menores.</p>
<h2>Demais financiamentos</h2>
<p>Para as demais operações de investimento, os juros variam conforme o fundo, a finalidade do crédito e o porte do produtor.</p>
<p>No FNE e no FCO, as taxas efetivas prefixadas com bônus de adimplência ficarão entre 7,65% e 12,45% ao ano.</p>
<p>No FNO, os encargos vão de 7,80% a 10,20% ao ano.</p>
<p>Segundo o Ministério da Fazenda, o objetivo é oferecer condições de financiamento compatíveis com o perfil do produtor e estimular investimentos nas diferentes regiões do país.</p>
<h2>Nova classificação</h2>
<p>A resolução também altera a forma de enquadramento dos produtores rurais.</p>
<p>Até agora, produtores com receita bruta anual de até R$ 16 milhões eram tratados em uma única faixa. Com a mudança, o grupo passa a ser dividido em duas categorias:</p>
<ul>
<li>Produtores com faturamento de até R$ 4,8 milhões;</li>
<li>Produtores com receita entre R$ 4,8 milhões e R$ 16 milhões.</li>
</ul>
<p>A medida busca direcionar de forma mais precisa os recursos dos fundos constitucionais, adequando as condições de financiamento ao porte econômico dos beneficiários.</p>
<h2>Fundos regionais</h2>
<p>Os Fundos Constitucionais de Financiamento foram criados para estimular o desenvolvimento econômico das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste por meio da oferta de crédito com condições diferenciadas para investimentos produtivos, incluindo o setor agropecuário.</p>
<p>As diretrizes foram aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), órgão responsável por definir as políticas de crédito, câmbio e moeda no país. Presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, o colegiado também é composto pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e pelo ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Safra agrícola de 2026 no Amazonas deve registrar queda na área plantada e colhida</title>
		<link>https://portalam.com.br/safra-agricola-de-2026-no-amazonas-deve-registrar-queda-na-area-plantada-e-colhida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 10:04:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Legumes]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=144832</guid>

					<description><![CDATA[As estimativas para a safra agrícola de 2026 no estado do Amazonas apontam para um cenário de retração em diversos indicadores. De acordo com os dados mais recentes do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, com os registros de junho, a área plantada total no estado deve sofrer uma redução de 5,7%, caindo de 121.019 hectares [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="auto">As estimativas para a safra agrícola de 2026 no estado do Amazonas apontam para um cenário de retração em diversos indicadores. De acordo com os dados mais recentes do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, com os registros de junho, a área plantada total no estado deve sofrer uma redução de 5,7%, caindo de 121.019 hectares em 2025 para 114.095 hectares em 2026. A área a ser colhida também acompanha essa tendência, com queda estimada de 5,4%.</p>
<p dir="auto"> <strong>Desempenho das culturas principais</strong></p>
<p dir="auto">A mandioca, principal produto em volume no estado, deve registrar uma leve queda de 3% na produção, estimada em 761.513 toneladas, acompanhada por uma redução de 3,3% em seu rendimento médio.</p>
<p dir="auto">A banana também enfrenta retração, com queda de 11,8% no volume produzido e de 12,6% na área colhida. Por outro lado, a cultura da soja mantém-se estável, sem alterações previstas na produção (35.820 toneladas) ou na área ocupada (11.485 hectares).</p>
<figure contenteditable="false">
<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/z23Z8UH.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Cereais, Leguminosas e Oleaginosas em queda</strong></p>
<p dir="auto">O grupo de cereais, leguminosas e oleaginosas é um dos mais impactados, com uma redução prevista de 17,4% no volume de produção, totalizando 59.152 toneladas contra as 71.644 toneladas registradas no período anterior. Essa queda é puxada principalmente pelo desempenho do milho (1ª safra), que apresenta uma retração severa de 64,5% na produção e de 62,5% na área colhida. O café canephora também registrou uma queda expressiva de 43% no volume produzido, apesar de ter apresentado um ganho de 6,7% no rendimento médio por hectare.</p>
<p dir="auto"><strong>Destaques Positivos e Ganhos de Produtividade</strong></p>
<p dir="auto">Apesar do cenário geral de baixa, alguns produtos apresentam crescimento, como a laranja (com alta de 5,4%, tendo produção 57.417 toneladas) e tomate (com crescimento de 3,9% na produção, tendo produção de 719 toneladas). O cacau, mesmo que a área colhida tenha reduzido em 15,7%, o produto se destaca pelo maior ganho de rendimento médio do estado (+15%), o que ajudou a mitigar perdas maiores na produção final.</p>
<p dir="auto"> O levantamento sinaliza que as variações negativas na produção de culturas como o arroz (-0,8%) e a cana-de-açúcar (-1,3%) estão ligadas a ajustes nas áreas destinadas ao cultivo e pequenas flutuações na produtividade.</p>
<p dir="auto"> <strong>O QUE É O LSPA?</strong></p>
<p dir="auto"><em>O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), realizado mensalmente pelo IBGE desde 1972, acompanha a evolução das principais culturas agrícolas do País, fornecendo estimativas de área plantada e colhida, produção e rendimento médio. A pesquisa monitora o desenvolvimento das lavouras ao longo do ano e também antecipa as perspectivas para a safra seguinte, servindo como uma das principais referências para o acompanhamento da produção agrícola no Brasil e nas unidades da Federação.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Setor de Serviços no Amazonas cresce 1,8% em maio e tem pior desempenho Brasil</title>
		<link>https://portalam.com.br/setor-de-servicos-no-amazonas-cresce-18-em-maio-e-tem-pior-desempenho-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:06:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Prazo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=144833</guid>

					<description><![CDATA[Em maio de 2026, o setor de serviços no Amazonas apresentou um sinal de fôlego ao registrar um crescimento de 1,8% na receita nominal em relação a abril, após o ajuste sazonal. Este resultado coloca o estado em uma posição de destaque no curto prazo, ocupando o 6º lugar no ranking nacional de crescimento mensal, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="auto">Em maio de 2026, o setor de serviços no Amazonas apresentou um sinal de fôlego ao registrar um crescimento de 1,8% na receita nominal em relação a abril, após o ajuste sazonal. Este resultado coloca o estado em uma posição de destaque no curto prazo, ocupando o 6º lugar no ranking nacional de crescimento mensal, superando grandes centros econômicos como Bahia (1,3%), São Paulo (0,9%) e Minas Gerais (0,0%). Esse avanço interrompe uma sequência negativa no setor. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços, publicada hoje (15).</p>
<figure contenteditable="false">
<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/jNDefnr.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Comparação com maio de 2025</strong></p>
<p dir="auto">Apesar da alta mensal, o confronto direto com o mesmo período do ano anterior ainda é negativo. Na comparação de maio de 2026 contra maio de 2025, o Amazonas registrou uma queda de 1,5% na receita nominal. O estado ocupa a última posição (27ª) neste indicador, sendo uma das duas únicas Unidades da Federação com resultado negativo no mês. Em contrapartida, estados como Alagoas (34,6%), Acre (23,6%) e Amapá (15%) apresentaram crescimentos expressivos. Na outra ponta, além do Amazonas, o Maranhão registrou desempenho negativo (- 0,4%).</p>
<p dir="auto"><strong>Acumulado do Ano</strong></p>
<p dir="auto">Ao analisar o desempenho acumulado entre janeiro e maio de 2026, o Amazonas permanece em terreno negativo, com uma variação de -0,6%. Com esse índice, o estado ocupa a última posição do ranking nacional (27ª posição). Estados vizinhos da região Norte registraram expansões no mesmo período, como Roraima (15,7%), Rondônia (13,3%) e Amapá (12,8%). Além do Amazonas, o Tocantins é o único Estado a ter desempenho negativo em 2026 (-0,1%).</p>
<figure contenteditable="false">
<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/KQBezKF.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Tendência de Longo Prazo (Acumulado de 12 Meses)</strong></p>
<p dir="auto">O indicador que reflete a trajetória de longo prazo (os últimos 12 meses frente aos 12 meses imediatamente anteriores) aponta uma retração de 0,7% para o Amazonas. O estado destaca-se mais uma vez negativamente por ser a única Unidade da Federação em todo o País a apresentar um índice negativo neste acumulado. Para efeito de comparação, a liderança nacional no período de um ano é ocupada pelo Distrito Federal, que acumula uma alta de 13,1%, seguido por Rondônia (12,6%).</p>
<p dir="auto"><strong>PANORAMA NACIONAL</strong></p>
<p dir="auto">O cenário nacional dos serviços em maio de 2026 reflete uma tendência predominante de expansão em quase todo o território brasileiro. Na variação acumulada de 12 meses, 26 das 27 Unidades da Federação apresentaram crescimento na receita nominal, com destaque para as regiões Centro-Oeste e Norte, que abrigam os quatro estados com maior crescimento (Distrito Federal, Rondônia, Roraima e Mato Grosso).</p>
<p dir="auto">No acumulado do ano, a dinâmica se mantém positiva para a vasta maioria do país, com apenas Amazonas (-0,6%) e Tocantins (-0,1%) registrando retração.</p>
<p dir="auto">
<figure contenteditable="false">
<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/iIBe7wL.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>O QUE É A PMS?</strong></p>
<p dir="auto"><em>A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), realizada mensalmente pelo IBGE desde 2011, acompanha o desempenho conjuntural do setor de serviços no Brasil por meio da investigação da receita bruta das empresas formalmente constituídas com 20 ou mais pessoas ocupadas. A pesquisa abrange empresas cuja principal atividade é a prestação de serviços não financeiros, excluindo os segmentos de saúde e educação, e produz indicadores para o Brasil e as Unidades da Federação. Os resultados permitem monitorar a evolução da atividade de serviços, um dos principais componentes da economia brasileira, subsidiando análises econômicas e a formulação de políticas públicas. </em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Receita do Turismo no Amazonas lidera crescimento nacional em maio de 2026</title>
		<link>https://portalam.com.br/receita-do-turismo-no-amazonas-lidera-crescimento-nacional-em-maio-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:20:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Receita]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=144816</guid>

					<description><![CDATA[Em maio de 2026, o setor de atividades turísticas no Amazonas apresentou um forte desempenho ao registrar um crescimento de 6,2% na receita nominal em relação a abril, após o ajuste sazonal. Este resultado coloca o estado em uma posição de liderança nacional, ocupando o 1º lugar no ranking de crescimento mensal, superando o índice [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="auto">Em maio de 2026, o setor de atividades turísticas no Amazonas apresentou um forte desempenho ao registrar um crescimento de 6,2% na receita nominal em relação a abril, após o ajuste sazonal. Este resultado coloca o estado em uma posição de liderança nacional, ocupando o 1º lugar no ranking de crescimento mensal, superando o índice médio do Brasil (1,8%) e de outros estados em destaque como Goiás (2,7%), São Paulo (2,3%) e Mato Grosso (2,1%). Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços, publicada hoje (15).</p>
<figure contenteditable="false">
<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/YqZHyQg.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">Os Estados de Pernambuco (-1,1), Alagoas (-1,6) e Santa Catarina (-2,2) foram os únicos que tiveram desempenho negativo na comparação entre abril e maio.</p>
<p dir="auto"><strong>Comparação com maio de 2025</strong></p>
<p dir="auto">Na comparação direta com o mesmo período do ano anterior, o turismo no Amazonas manteve a trajetória de alta, registrando um crescimento de 7,8% na receita nominal. Apesar do resultado positivo, o estado ocupa a 12ª posição nesse indicador específico, ficando abaixo da média nacional, que foi de 12%. Os maiores crescimentos nessa base de comparação foram observados no Mato Grosso (21%), Bahia (19,4%) e Rio de Janeiro (15,5%).</p>
<p dir="auto"><strong>Acumulado do Ano</strong></p>
<p dir="auto">Ao analisar o desempenho acumulado entre janeiro e maio de 2026, o Amazonas apresenta uma expansão de 8,5%. Com esse índice, o estado ocupa a 11ª posição no ranking nacional. O desempenho acumulado do Amazonas no ano está um pouco abaixo da média brasileira, que registrou alta de 10% no período. A liderança nacional no acumulado de 2026 pertence ao Mato Grosso (15,5%), seguido pela Bahia (15,1%).</p>
<p dir="auto"><strong>Tendência de Longo Prazo (acumulado de 12 Meses)</strong></p>
<p dir="auto">O indicador que reflete a trajetória de longo prazo (os últimos 12 meses frente aos 12 meses imediatamente anteriores) mostra um cenário altamente positivo para o Amazonas, com um crescimento de 14,6%. O estado destaca-se nacionalmente com a 2ª maior alta do País, ficando atrás apenas do Rio Grande do Sul (16,6%). Esse avanço é significativamente superior à média nacional de 12 meses, que ficou em 9,5%.</p>
<p dir="auto"><strong>PANORAMA NACIONAL </strong></p>
<p dir="auto">O cenário nacional das atividades turísticas em maio de 2026 revela um setor em plena expansão. No acumulado de 12 meses, todas as Unidades da Federação pesquisadas apresentaram crescimento na receita nominal, com a média do Brasil atingindo 9,5%. No acumulado do ano, a dinâmica positiva se repete em todo o território nacional, com todos os estados registrando variações positivas, variando entre 3,1% (Goiás) e 15,5% (Mato Grosso).</p>
<p dir="auto"><em>O QUE É A PMS? A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), realizada mensalmente pelo IBGE, acompanha o desempenho conjuntural do setor de serviços no Brasil, incluindo o índice de receita nominal de atividades turísticas. A pesquisa investiga a receita bruta das empresas formalmente constituídas com 20 ou mais pessoas ocupadas, cuja principal atividade é a prestação de serviços não financeiros. Os resultados permitem monitorar a evolução do turismo, um componente vital para a economia de diversos estados brasileiros, subsidiando análises e políticas públicas para o setor.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tendência de seca nas regiões centrais pode impactar 2ª safra de milho</title>
		<link>https://portalam.com.br/tendencia-de-seca-nas-regioes-centrais-pode-impactar-2a-safra-de-milho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 11:05:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Milho]]></category>
		<category><![CDATA[Safra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=144741</guid>

					<description><![CDATA[O trimestre Julho-Agosto-Setembro aprofundará a tendência de seca nas regiões centrais do país, com impactos sobre a segunda safra do milho e a renovação das pastagens, segundo o Boletim Agroclimatológico do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Também é esperada a continuidade das chuvas fortes no centro e norte da Regiões Norte e Região Sul e no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O trimestre Julho-Agosto-Setembro aprofundará a tendência de seca nas regiões centrais do país, com impactos sobre a segunda safra do milho e a renovação das pastagens, segundo o Boletim Agroclimatológico do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).</strong> Também é esperada a continuidade das chuvas fortes no centro e norte da Regiões Norte e Região Sul e no litoral do Nordeste, áreas com expressivos acumulados de chuva e boa reserva hídrica nos solos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696619&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696619&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo o boletim deste mês, que analisa as condições climáticas no território nacional e dos fenômenos que interferem no clima do país, como o El Niño (aquecimento das águas na região equatorial do Oceano Pacífico), e as variações de temperatura no Atlântico, impactando as principais culturas, como o milho, feijão e algodão, de acordo com a região analisada. A recuperação das pastagens também foi avaliada pelo levantamento do Inmet.</p>
<p>Conforme previsão do Instituto, os próximos meses serão de predominância de precipitação abaixo da média climatológica em grande parte da Região Norte. É esperado, em áreas do norte do Amazonas, desvio de até 100 milímetros (mm) abaixo da média climatológica.</p>
<p>Em relação à temperatura, são previstos valores acima da média climatológica para a maior parte da região, com anomalias de até 2 graus Celsius (°C) nos estados do Amazonas, Acre, Pará, de Roraima, do Tocantins e o norte de Rondônia. Essa condição favorece cenários de baixa dos rios e maior fragilidade dos ambientes para incêndios e queimadas, embora a região tenha tido uma boa distribuição de água em parte considerável dos territórios.</p>
<blockquote><p>&#8220;Mesmo com a previsão de precipitação abaixo da média e temperaturas mais elevadas, os elevados níveis de armazenamento de água no solo nessas áreas tendem a favorecer as lavouras de milho segunda safra e sorgo em fase de maturação e colheita entre julho e agosto, contribuindo para a redução da umidade dos grãos, ampliação das janelas operacionais de colheita e a preservação da qualidade do produto colhido&#8221;, aponta o relatório.</p></blockquote>
<p><strong>É esperado também impacto nas lavouras tardias de milho e nas pastagens, em setembro, especialmente no Tocantins, Amapá e sudeste do Pará, onde o déficit hídrico pode chegar a 130 mm.</strong></p>
<h2>Chuvas irregulares</h2>
<p>No mês de junho, de acordo com o Inmet, houve uma distribuição irregular de chuvas, concentradas nas áreas já descritas (norte da Região Norte, na faixa litorânea da Região Nordeste e em parte da Região Sul), com totais mensais acima de 150 mm e manutenção de níveis de armazenamento de água no solo acima de 70% da capacidade de água disponível (CAD).</p>
<p><strong>Essas condições favorecem culturas que estão em momento de consumo de água, com o momento de crescimento dos grãos de milho (segunda safra) e feijão.</strong></p>
<p>A maior parte de Mato Grosso, Goiás, do Distrito Federal, Tocantins, norte de Minas Gerais, Espírito Santo, interior da Região Nordeste, sul do Pará e de Rondônia, por sua vez, registraram acumulados mensais inferiores a 40 mm e menores níveis de armazenamento de água no solo.</p>
<p>Estas áreas, assim como o sudeste do Pará, têm níveis de armazenamento de água no solo abaixo de 15% da CAD, o que deve se agravar nos próximos meses. Essa condição também dificulta o crescimento de pastagens, o que terá impactos no curto e médio prazo para os rebanhos.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered"><img decoding="async" title="CNA/Wenderson Araujo/Trilux" src="https://imagens.ebc.com.br/Zx0TCX3ndL-4tQoqGd3PpK56opI=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/50017868976_7e11d1001b_o.jpg?itok=qxVoEu8K" alt="Lavoura de algodão,  algodão" /></div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Lavoura de algodão:<strong> umidade do ar mais fraca favorece a cultura de algodão</strong> &#8211; <strong>CNA/Wenderson Araujo/Trilux</strong></div>
</div>
</div>
<p><strong>No centro-oeste a condição de umidade relativa do ar mais fraca favorece a cultura de algodão, em fase de maturação, principalmente em Goiás, mas aprofunda o risco de perda de produtividade na segunda safra do milho, impactando custos de proteína animal no segundo semestre.</strong></p>
<h2>Região Sul</h2>
<p>No Sul, as condições foram favoráveis para o desenvolvimento das lavouras de milho no Paraná, que teve acumulados expressivos de chuvas.</p>
<p>&#8220;De modo geral, as lavouras de inverno apresentam bom desenvolvimento. Entretanto, a persistência de chuvas frequentes, associada à menor disponibilidade de radiação solar, favorece a ocorrência de doenças fúngicas”, alerta o Inmet.</p>
<blockquote><p>“Exigindo maior atenção dos produtores, principalmente em lavouras em estádios fenológicos mais avançados, nas quais o impacto sobre a produtividade pode ser mais significativo&#8221;, acrescenta.</p></blockquote>
<h2>Nordeste</h2>
<p>Segundo a previsão a temperatura deverá permanecer acima da média histórica em toda a Região Nordeste, com anomalias variando entre 0,5 °C a 1,0 °C em grande parte das áreas. <strong>Os maiores desvios são previstos para o Maranhão, o extremo oeste da Bahia e o sudoeste e centro-norte do Piauí, podendo atingir até 2°C acima da média climatológica.</strong></p>
<p>A faixa litorânea não deve ter impactos relevantes de seca, com a atuação de sistemas meteorológicos como os Distúrbios Ondulatórios de Leste (DOLs), que trazem umidade do oceano.</p>
<p>Em agosto, o déficit será intensificado e vai se expandir para o extremo oeste da Bahia e para áreas do interior da Paraíba e de Pernambuco. Em setembro, a previsão indica déficits superiores a 100 mm em grande parte do interior da região.</p>
<blockquote><p>&#8220;Esse cenário exige maior atenção às lavouras de milho e feijão terceiras safras, conduzidas em sistema de sequeiro, principalmente aquelas que se encontrarem em estádios reprodutivos ou de enchimento de grãos”, diz o estudo.</p></blockquote>
<p><strong>“Nessas condições, o aumento da demanda evapotranspirativa poderá comprometer a floração, a formação de vagens e o enchimento de grãos, com risco de redução do potencial produtivo, especialmente no semiárido oriental e em áreas do eixo Sealba (Sergipe, Alagoas e leste da Bahia)&#8221;, explica.</strong></p>
<p>As lavouras de algodão, por sua vez, terão ganhos de qualidade, o que não se observa com as pastagens, que devem ter queda considerável de produtividade já nesse trimestre vindouro.</p>
<h2>Ar mais quente</h2>
<p><strong>O Centro-Oeste terá anomalia com ar mais quente, variando em torno de 2°C</strong>. O bom cenário de chuvas no primeiro semestre tende a garantir boa colheita para a região, nos próximos meses, para o milho, sorgo e algodão. O predomínio de condições mais secas tende a favorecer a conclusão das atividades de colheita e o preparo das áreas agrícolas para a próxima safra.</p>
<p>A região pantaneira, a previsão é ter um inverno equilibrado, enquanto no norte de Mato Grosso e nordeste de Goiás devem apresentar déficit hídrico ainda neste trimestre.</p>
<h2>Reservatórios</h2>
<p>A Região Sudeste terá manutenção das médias de precipitação, com exceção do Espírito Santo e nordeste de Minas Gerais, para os quais é esperado déficit hídrico. Toda a região deve ter temperaturas cerca de 1°C acima das médias históricas.</p>
<p>Como se espera um trimestre com médias de temperaturas altas a cafeicultura, as hortaliças e as culturas de inverno irrigadas devem ter boas condições de produtividade. <strong>O Inmet alerta, porém, para a pressão sobre os reservatórios de água da região, que deve ter demanda acima da média.</strong></p>
<h2>Alerta para fungos</h2>
<p>No Sul, a expectativa é de ocorrência de excedentes hídricos significativos, especialmente nos meses de julho e setembro, quando os volumes poderão superar 150 mm. As áreas com maior prevalência serão o norte do Rio Grande do Sul e o sul de Santa Catarina.</p>
<p><strong>A condição favorece as culturas de inverno, mas exige maior cuidado fitossanitário, pois permite maior desenvolvimento de pragas de origem fúngica.</strong></p>
<p>Além disso, o boletim alerta para a ocorrência frequente de chuvas que poderão reduzir as janelas operacionais para a realização de tratos culturais, como aplicações de fertilizantes e defensivos agrícolas.</p>
<p><strong>Segundo o Inmet, estas chuvas têm relação já conhecida com o fenômeno El Niño, confirmado pelos padrões adotados pelo instituto, com previsão de se manterem até fevereiro de 2027.</strong></p>
<p>Este ano, porém, não é esperada uma variação expressiva do gradiente térmico do Atlântico Tropical Dipolo do Atlântico, fenômeno semelhante ao das águas do Pacífico (El Niño). Dessa forma, as condições nos próximos meses no Atlântico tendem a apresentar-se em neutralidade.</p>
<p>O mesmo não se pode dizer do El Niño, que será intenso e já impacta chuvas na Região Sul, no litoral do Pacífico na América do Sul e nas temperaturas na América do Norte, Europa e leste asiático.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lote especial de restituição do IRPF começa a ser pago nesta quarta</title>
		<link>https://portalam.com.br/lote-especial-de-restituicao-do-irpf-comeca-a-ser-pago-nesta-quarta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[IRPF]]></category>
		<category><![CDATA[Restituição]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=144736</guid>

					<description><![CDATA[A Receita Federal começará a pagar o lote especial de restituição automática do imposto de renda para pessoa física (IRPF), a partir desta quarta-feira (15). Segundo o Ministério da Fazenda, a estimativa é de aproximadamente 3,5 milhões de contribuintes recebam cerca de R$ 460 milhões em restituições. A consulta sobre essa restituição (também conhecida por cashback) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Receita Federal começará a pagar o lote especial de restituição automática do imposto de renda para pessoa física (IRPF), a partir desta quarta-feira (15). <strong>Segundo o Ministério da Fazenda, a estimativa é de aproximadamente 3,5 milhões de contribuintes recebam cerca de R$ 460 milhões em restituições.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696623&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696623&amp;o=node" /></p>
<p>A consulta sobre essa restituição (também conhecida por cashback) pode ser feita por meio do <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/noticias/2026/junho/reforma-tributaria-receita-federal-e-cgibs-aprovam-a-documentacao-tecnica-da-segunda-fase-da-dere-2013-balancete-mensal" target="_blank" rel="noopener">portal da Receita Federal</a> no link <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/meu-imposto-de-renda" target="_blank" rel="noopener">Meu Imposto de Renda</a> ou pelo aplicativo Receita Federal.</p>
<p><strong>O dinheiro será creditado diretamente na conta vinculada à chave Pix do tipo CPF do contribuinte</strong>.</p>
<blockquote><p>“Têm direito à restituição os contribuintes que não entregaram a declaração de IRPF em 2025 por não estarem obrigados, mas que apuraram valores que os credenciaram para restituição durante o ano de 2024”, informou a Fazenda.</p></blockquote>
<p>A partir de informações já disponibilizadas à Receita, foi possível, mesmo sem qualquer ação prévia do contribuinte, gerar declarações de receita simplificada que identificaram os valores a serem restituídos.</p>
<p><strong>Os contribuintes contemplados também poderão acessar a declaração gerada automaticamente para conferir dados, incluir informações e fazer ajustes, se necessário</strong>.</p>
<p><strong>Para receber o valor, o contribuinte deve atender aos seguintes requisitos:</strong></p>
<ul>
<li>Não estar obrigado a declarar o IRPF de 2025;</li>
<li>Não ter enviado declaração por conta própria;</li>
<li>Ter tido imposto retido na fonte em 2024;</li>
<li>Ter direito a restituição de até R$ 1 mil;</li>
<li>Estar com o CPF regular e possuir chave Pix vinculada ao CPF.</li>
</ul>
<p>O lote especial tem cronograma próprio e não faz parte do calendário regular de restituições do IRPF 2026. <strong>O próximo lote regular está previsto para 31 de julho</strong>.</p>
<p><strong>A Receita orienta os contribuintes a utilizarem apenas os canais oficiais para consultas e acompanhamento do processo.</strong></p>
<h2>Diferença em relação aos lotes regulares</h2>
<p><strong>A Receita Federal esclarece que este lote especial de restituição automática “não integra o calendário regular de restituições do IRPF 2026, que seguem seu calendário previsto”.</strong></p>
<p>Trata-se de um lote com cronograma próprio, destinado a contribuintes que não apresentaram declaração.</p>
<blockquote><p>“Os lotes regulares continuam sendo pagos normalmente aos contribuintes que entregaram a declaração dentro do prazo legal. O próximo lote regular está previsto para 31 de julho”, informou a Receita.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Custo da construção no Amazonas registra alta em junho e chega a R$ 1.942,10 por metro quadrado</title>
		<link>https://portalam.com.br/custo-da-construcao-no-amazonas-registra-alta-em-junho-e-chega-a-r-1-94210-por-metro-quadrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 10:33:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Construção]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=144630</guid>

					<description><![CDATA[O custo médio da construção civil no Amazonas em junho variou 0,65%. No ano, a variação acumulada foi de 2,63%, e em 12 meses, foi de 5,66%. No Brasil, o índice foi de 1,19% em junho, enquanto a variação acumulada no ano ficou em 4,48% e em 12 meses ficou em 7,26%. Os dados são [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="auto">O custo médio da construção civil no Amazonas em junho variou 0,65%. No ano, a variação acumulada foi de 2,63%, e em 12 meses, foi de 5,66%. No Brasil, o índice foi de 1,19% em junho, enquanto a variação acumulada no ano ficou em 4,48% e em 12 meses ficou em 7,26%. Os dados são do <strong>Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil &#8211; SINAPI</strong>, divulgados pelo <strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística &#8211; IBGE</strong> nesta sexta-feira, 10 de julho.</p>
<figure contenteditable="false">
<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/Seu3Dbi,jpg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Custo médio do m² no mês</strong></p>
<p dir="auto">Com variação de 0,65%, o Amazonas ficou na 15ª posição do ranking das maiores variações do custo médio da construção civil em junho, uma diferença de 0,54 ponto percentual (p. p.) em relação à variação média nacional. O resultado de junho colocou o estado mais distante das Unidades da Federação em que o custo da construção mais subiu. Os estados do Pará (-0,09), do Rio de Janeiro (-0,1) e de Roraima (-0,14) apresentaram deflação. Já os estados de Pernambuco (2,98%), Rondônia (2,63%) e Ceará (2,52%) tiveram as maiores variações no índice.</p>
<p dir="auto">Com a variação, o custo médio do metro quadrado (m²) da construção civil em junho no Amazonas foi de R$ 1.942,10, um aumento de R$ 12,50. Na componente material, em maio, o custo médio do m² era de R$ 1.116,62, passando em junho para R$ 1.125,23. O custo no componente mão de obra também variou, passando de R$ 812,98 em maio para R$ 816,87 em junho.</p>
<p dir="auto">No ranking nacional dos maiores custos médios, o estado ficou na 15ª posição dentre as Unidades da Federação, abaixo da média nacional (R$ 1.976,37). Os estados de Acre (R$ 2.285,40), Santa Catarina (R$ 2.239,56) e Rondônia (R$ 2.179,24) foram os que tiveram o maior custo médio em moeda corrente, enquanto os estados de Sergipe (R$ 1.744,67), Pernambuco (R$ 1.778,03) e Espírito Santo (R$ 1.781,01) tiveram os menores custos médios do país.</p>
<p dir="auto"> <strong>Custo médio do m² no ano</strong></p>
<p dir="auto">A variação acumulada no ano do custo médio do m² no Amazonas ficou em 2,63%, enquanto a variação nacional ficou em 4,48%. Com o resultado, o Amazonas ficou na 23ª posição do ranking nacional das maiores variações acumuladas no ano, colocando-o entre as cinco Unidades da Federação com as menores variações acumuladas do custo da construção em junho. Os estados de Roraima (2,0%), Mato Grosso do Sul (2,20%) e Rio Grande do Sul (2,46%) foram os que tiveram as menores variações acumuladas. Os estados com as maiores variações acumuladas foram Acre (7,32%), Maranhão (7,11%) e Bahia (7,7%).</p>
<figure contenteditable="false">
<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/iv4i1jS.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">Em moeda corrente, o custo médio da construção no estado saiu de R$ 1.916,68 em janeiro para R$ 1.942,10 em junho, um aumento de R$ 25,42 em 6 meses. A elevação da componente material no período foi de R$ 21,73, enquanto a componente mão de obra subiu R$ 3,89.</p>
<p dir="auto"><strong>Custo médio do m² em 12 meses</strong></p>
<p dir="auto">A variação acumulada do custo médio do m² em 12 meses chegou a 5,66% no estado, a quarta mais baixa do país no índice em junho, enquanto a variação nacional em 12 meses ficou em 7,26%, uma diferença de 1,6 pontos percentuais. Além do Amazonas, Roraima (4,77%), Pará (5,15%) e Espírito Santo (5,49%) tiveram as menores variações acumuladas em 12 meses. Os estados do Mato Grosso (10,04%), Acre (9,96%) e Ceará (9,63%) tiveram os maiores aumentos do custo médio em 12 meses.</p>
<figure contenteditable="false">
<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/s5FSAn6.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">Em 12 meses, o aumento do custo médio em moeda corrente no estado chegou a R$ 103,98. Enquanto em junho de 2025 o custo médio era de R$ 1.838,12, em junho de 2026 chegou a R$ 1.942,10.</p>
<p dir="auto"><strong>Custo de Projeto</strong></p>
<p dir="auto">Em janeiro, o custo do m² de uma casa popular com um pavimento, dois quartos, sala, circulação, banheiro e cozinha com padrão de acabamento normal era de R$ 2.131,35. Em junho, o mesmo projeto chegou a R$ 2.243,30.</p>
<p dir="auto"><strong>Mais sobre o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI)</strong></p>
<p dir="auto">Criado em 1969, o Índice Nacional da Construção Civil tem como objetivo a produção de informações de custos e índices de forma sistematizada e com abrangência nacional, visando a elaboração e avaliação de orçamentos, como também acompanhamento de custos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prazo de crédito antecipado para exportadores é ampliado</title>
		<link>https://portalam.com.br/prazo-de-credito-antecipado-para-exportadores-e-ampliado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 13:06:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Exportadores]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=144638</guid>

					<description><![CDATA[Os exportadores poderão ter acesso a crédito antecipado até pouco mais de dois anos antes do embarque da mercadoria. Em reunião extraordinária nesta sexta-feira (10), o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma mudança nas regras do Programa de Financiamento às Exportações (Proex) que amplia o prazo para liberação de recursos aos exportadores antes do embarque de produtos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os exportadores poderão ter acesso a crédito antecipado até pouco mais de dois anos antes do embarque da mercadoria.</strong> Em reunião extraordinária nesta sexta-feira (10), o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma mudança nas regras do Programa de Financiamento às Exportações (Proex) que amplia o prazo para liberação de recursos aos exportadores antes do embarque de produtos ou da prestação de serviços ao exterior.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696481&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696481&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Segundo o Ministério da Fazenda, a medida busca facilitar o acesso ao crédito, especialmente para micro, pequenas e médias empresas, e adequar o programa às novas regras do Seguro de Crédito à Exportação.</strong></p>
<p>A resolução entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União e, segundo o governo, não gera aumento de despesas para o Tesouro Nacional.</p>
<h2>O que mudou</h2>
<p>Antes da alteração, o Proex permitia que o exportador recebesse os recursos do financiamento com antecedência de até 180 dias em relação à exportação.</p>
<p>Com a nova regra, esse prazo passa a ser de:</p>
<ul>
<li>Até 360 dias antes da exportação;</li>
<li>Prorrogável até 750 dias, mediante pedido do exportador.</li>
</ul>
<p>Na prática, empresas que precisam de mais tempo para produzir bens ou preparar serviços destinados ao mercado internacional poderão acessar o crédito com maior antecedência.</p>
<h2>O que é o Proex</h2>
<p>Criado pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10184.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei 10.184</a>, de 2001, o Programa de Financiamento às Exportações (Proex) é um instrumento do governo federal para incentivar as exportações brasileiras.</p>
<p><strong>O programa oferece financiamento em condições semelhantes às praticadas no mercado internacional, permitindo que empresas brasileiras tenham acesso a crédito mais competitivo para vender produtos e serviços ao exterior.</strong></p>
<p>Desde 2024, o Proex também passou a oferecer financiamento na chamada fase pré-embarque.</p>
<h2>Pré-embarque</h2>
<p>O financiamento pré-embarque funciona como um crédito concedido antes da exportação ocorrer.</p>
<p>Esse recurso pode ser utilizado para cobrir despesas como:</p>
<ul>
<li>Compra de matéria-prima</li>
<li>Produção dos bens</li>
<li>Pagamento de fornecedores</li>
<li>Custos operacionais</li>
<li>Preparação da mercadoria para exportação.</li>
</ul>
<p>Depois que a exportação é concluída, o financiamento segue as regras previstas no contrato firmado com a instituição financeira.</p>
<h2>Por que o prazo aumentou?</h2>
<p>Segundo o Ministério da Fazenda, a mudança foi necessária para adequar o Proex às novas regras do Seguro de Crédito à Exportação (SCE), garantido pelo Fundo de Garantia à Exportação (FGE).</p>
<p>Uma lei aprovada em 2026 ampliou a cobertura desse seguro para operações de pré-embarque.</p>
<p><strong>Antes, o seguro cobria financiamentos de até 180 dias. Agora, a cobertura pode alcançar até 750 dias. Como grande parte das operações do Proex usa essa garantia, o governo decidiu harmonizar os dois programas.</strong></p>
<h2>Beneficiados</h2>
<p><strong>A mudança beneficia empresas exportadoras de diferentes portes, mas deve ter maior impacto para micro, pequenas e médias empresas.</strong></p>
<p>Essas companhias costumam precisar de mais tempo para fabricar produtos, organizar a produção e cumprir contratos internacionais antes do embarque das mercadorias.</p>
<h2>Mudança documental</h2>
<p>A resolução também traz um ajuste operacional relacionado aos documentos exigidos nas exportações.</p>
<p>A Declaração Única de Exportação (DU-E), documento eletrônico que reúne informações aduaneiras, comerciais e financeiras da operação, deverá estar vinculada ao módulo de Licenças, Permissões, Certificados e Outros Documentos (LPCO).</p>
<p>Segundo o governo, a medida padroniza os procedimentos e dá mais segurança às operações.</p>
<h2>Impacto fiscal</h2>
<p>O Ministério da Fazenda informou que a alteração não aumenta os gastos públicos.</p>
<p><strong>Isso porque o volume de financiamentos continuará limitado aos recursos já previstos no Orçamento da União para 2026 e dependerá das dotações aprovadas para os exercícios seguintes.</strong></p>
<h2>O que é o CMN?</h2>
<p>Responsável por definir as diretrizes da política monetária, cambial e de crédito do país, o Conselho Monetário Nacional é presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. Completam o órgão o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inflação de alimentos e bebidas cai abaixo de zero em junho; confira lista</title>
		<link>https://portalam.com.br/inflacao-de-alimentos-e-bebidas-cai-abaixo-de-zero-em-junho-confira-lista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 13:40:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=144639</guid>

					<description><![CDATA[Segundo o IBGE, que divulgou nesta sexta-feira (10/7) o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação de alimentos e bebidas recuou em junho, registrando &#8211; 0,24%, forte queda em relação a maio, quando registrou 1,33% positivo. No geral, o IPCA ficou em 0.16%, 0,42 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa de 0,58% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o IBGE, que divulgou nesta sexta-feira (10/7) o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação de alimentos e bebidas recuou em junho, registrando &#8211; 0,24%, forte queda em relação a maio, quando registrou 1,33% positivo.</p>
<p>No geral, o IPCA ficou em 0.16%, 0,42 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa de 0,58% registrada em maio. No ano, o IPCA acumula alta de 3,36% e, nos últimos doze meses, o índice ficou em 4,64%, abaixo dos 4,72% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em junho de 2025, a variação havia sido de 0,24%.</p>
<p><strong>Confira gráfico da inflação de alimentos nos últimos meses:</strong></p>
<p><img decoding="async" src="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202607/comida_casa.jpeg/@@images/67812f80-5150-4126-881e-d54cead8ea50.jpeg" alt="comida_casa.jpeg" /></p>
<p><img decoding="async" src="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202607/comida_casa.jpeg/@@images/67812f80-5150-4126-881e-d54cead8ea50.jpeg" alt="comida_casa.jpeg" /></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Produção de veículos sobe 8,8% no primeiro semestre, diz Anfavea</title>
		<link>https://portalam.com.br/producao-de-veiculos-sobe-88-no-primeiro-semestre-diz-anfavea/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 10:12:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Carros]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Veículos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=144399</guid>

					<description><![CDATA[No primeiro semestre deste ano, a produção de veículos – que engloba automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões – cresceu 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado, com 1,37 milhão de veículos produzidos. Este foi o melhor primeiro semestre desde 2019, divulgou nesta terça-feira (7) a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No primeiro semestre deste ano, a produção de veículos – que engloba automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões – cresceu 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado, com 1,37 milhão de veículos produzidos. </strong>Este foi o melhor primeiro semestre desde 2019, divulgou nesta terça-feira (7) a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696084&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696084&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Segundo a Anfavea, o principal crescimento foi no segmento de automóveis, cujas vendas avançaram 23,7%, com 208 mil unidades a mais do que no primeiro semestre do ano passado. </strong>Já o segmento de veículos pesados, como caminhões e ônibus, seguem em recuperação mais lenta.</p>
<p>No semestre, as vendas de caminhões recuaram 10,5%, enquanto os ônibus registraram queda de 11,6%. E, embora no mês de junho ambos os segmentos tenham apresentado resultados melhores do que no ano passado, o desempenho ainda não foi suficiente para reverter a expectativa de mais um ano de retração.</p>
<p>Quanto aos emplacamentos, o crescimento foi de 18,5% no primeiro semestre do ano, com 1,42 milhão de veículos comercializados. Em junho foram 272,5 mil unidades comercializadas, alta de 28% frente a junho do ano passado.</p>
<h2>Expectativa para o ano</h2>
<p>Com o desempenho acima do esperado no primeiro semestre, principalmente nas vendas de veículos no mercado interno, a Anfavea decidiu revisar para cima a sua expectativa de crescimento para o ano.</p>
<p><strong>Agora, a associação disse esperar que o Brasil feche o ano de 2026 ultrapassando a marca de 3 milhões de autoveículos emplacados, patamar que não é alcançado desde 2014. Se essa projeção se confirmar, diz a entidade, o crescimento será de 12,1% em relação a 2025,</strong> bem acima dos 2,7% previstos no início do ano.</p>
<p>Já a previsão do ano relacionada à produção passou de 3,7% para 5,8%, com expectativa de 2,8 milhões de autoveículos produzidos.</p>
<h2>Exportações e importações</h2>
<p>Apesar do cenário positivo, as exportações continuam sem apresentar sinal de recuperação no semestre, com queda de 21,2% em relação ao mesmo período do ano passado, somando 216,6 mil unidades exportadas. Considerando-se apenas o mês de junho, o recuo foi de 26,7% sobre junho do ano passado, com 36,7 mil unidades exportadas.</p>
<p>As importações, por sua vez, somaram 280,6 mil unidades, o que representou aumento de 22,8% no primeiro semestre. Em junho foram importadas 57 mil unidades, crescimento de 49,3% em relação a junho do ano passado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Exportações brasileiras crescem 11,8% de janeiro até primeira semana de julho</title>
		<link>https://portalam.com.br/exportacoes-brasileiras-crescem-118-de-janeiro-ate-primeira-semana-de-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[exportações]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=144366</guid>

					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202607/balanca.jpeg/@@images/0c0e24ce-60d6-4fe3-aa9d-97e13ad5f2db.jpeg" alt="balanca.jpeg" /></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crédito às médias empresas gera R$ 1,6 bilhão em PIB no Amazonas, aponta estudo da FGV</title>
		<link>https://portalam.com.br/credito-as-medias-empresas-gera-r-16-bilhao-em-pib-no-amazonas-aponta-estudo-da-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:10:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=144314</guid>

					<description><![CDATA[O crédito concedido às médias empresas pelo Itaú BBA gerou impacto médio anual de R$ 1,6 bilhão no PIB do Amazonas entre 2020 e 2024, segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV). No período, a atividade apoiada pelo banco também resultou em R$ 785 milhões em renda, R$ 541 milhões em impostos e 21 mil ocupações. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crédito concedido às médias empresas pelo Itaú BBA gerou impacto médio anual de R$ 1,6 bilhão no PIB do Amazonas entre 2020 e 2024, segundo estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV). No período, a atividade apoiada pelo banco também resultou em R$ 785 milhões em renda, R$ 541 milhões em impostos e 21 mil ocupações. No Brasil, o impacto médio anual estimado foi de R$ 105 bilhões em PIB, R$ 49 bilhões em renda e R$ 34 bilhões em impostos.</p>
<p>“As médias empresas ocupam uma posição estratégica no desenvolvimento das economias regionais. O estudo reforça como o crédito estruturado e o atendimento especializado contribuem para fortalecer cadeias produtivas locais, gerar empregos e ampliar a arrecadação”, afirma Fábio Villa, diretor comercial responsável pelo Middle Market, Corporate Banking, Multinacionais e Tech Companies.</p>
<p>As médias empresas desempenham papel estratégico na economia brasileira, com forte capacidade de geração de emprego e dinamização regional. O Itaú BBA atua oferecendo soluções financeiras estruturadas, apoio estratégico e proximidade com os empresários, contribuindo para a expansão sustentável desses negócios.</p>
<p>O levantamento foi conduzido pela FGV com base em metodologia de matriz insumo-produto, estimando os impactos diretos, indiretos e induzidos da atividade econômica associada ao atendimento às médias empresas pelo Itaú BBA no período de 2020 a 2024.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Receita Federal abre consulta ao &#8216;cashback&#8217; do IRPF a partir de 8 de julho</title>
		<link>https://portalam.com.br/receita-federal-abre-consulta-ao-cashback-do-irpf-a-partir-de-8-de-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:10:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[IRPF]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=144291</guid>

					<description><![CDATA[A Receita Federal informa que estará disponível, a partir das 9 horas do dia 8 de julho de 2026, a consulta ao lote especial de restituição automática do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), iniciativa conhecida como  &#8216;cashback&#8217;. O pagamento dos valores apurados será efetuado no decorrer do dia 15 de julho de 2026 , [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Receita Federal informa que estará disponível, a partir das 9 horas do dia 8 de julho de 2026, a consulta ao lote especial de restituição automática do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), iniciativa conhecida como  &#8216;cashback&#8217;. O pagamento dos valores apurados será efetuado no decorrer do dia 15 de julho de 2026 , diretamente na conta do contribuinte vinculada à chave Pix do tipo CPF.</p>
<p>Têm direito a restituição os contribuintes que não entregaram a declaração de Imposto de Renda Pessoa Física em 2025 por não estarem obrigados, mas que apuraram valores que os credenciaram para restituição durante o ano de 2024 .</p>
<h4><strong>Projeto piloto amplia acesso à restituição</strong></h4>
<p>A restituição automática é uma iniciativa piloto da Receita Federal voltada a ampliar o acesso dos cidadãos a valores pagos indevidamente ou a maior ao longo do ano, especialmente nos casos em que o contribuinte não estava obrigado a apresentar a declaração do Imposto de Renda .</p>
<p>Nesse modelo, a própria Receita Federal utiliza dados já disponíveis em suas bases para elaborar automaticamente uma declaração simplificada , permitindo identificar eventuais valores a restituir sem necessidade de ação prévia do contribuinte.</p>
<p>A medida busca reduzir a burocracia e evitar que milhões de brasileiros deixem de receber valores a que têm direito por desconhecimento ou por não estarem obrigados a declarar o imposto.</p>
<h4><strong>Quem pode ser contemplado</strong></h4>
<p>O lote especial é destinado a contribuintes que atendam, cumulativamente, aos seguintes critérios:</p>
<p>&#8211; Não estavam obrigados a entregar a declaração do IRPF relativa ao exercício de 2025;</p>
<p>&#8211; Não apresentaram declaração por iniciativa própria;</p>
<p>&#8211; Tiveram imposto de renda retido na fonte ao longo de 2024 ;</p>
<p>&#8211; Possuem valores a restituir, limitados a até R$ 1.000 por contribuinte ;</p>
<p>&#8211; Possuem CPF em situação regular e chave Pix vinculada ao CPF.</p>
<h4><strong>Como consultar</strong></h4>
<p>A partir de 8 de julho de 2026 , o contribuinte poderá verificar se foi contemplado através da página da Receita Federal em serviço próprio elaborado especialmente para esta restituição na página da Receita Federal <a class="external-link" title="" href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br" target="_self" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">gov.br/receitafederal</a></p>
<p>O contribuinte também poderá usar o aplicativo Receita Federal para realizar a consulta.</p>
<p>Na página da Receita Federal <a class="external-link" title="" href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/meu-imposto-de-renda" target="_self" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Meu Imposto de Renda — Receita Federal </a>, será possível acessar a <strong>declaração gerada automaticamente </strong>, que contará com as mesmas funcionalidades de uma declaração tradicional, permitindo:</p>
<p>&#8211; Conferência dos dados utilizados;</p>
<p>&#8211; Inclusão de informações adicionais, se necessário;</p>
<p>&#8211; Retificação ou ajuste antes da conclusão do processamento.</p>
<h4><strong>Forma de pagamento</strong></h4>
<p>O crédito da restituição será realizado exclusivamente:</p>
<p>&#8211; Em conta vinculada à <strong>chave Pix do tipo CPF do contribuinte </strong>.</p>
<p>Não haverá emissão de ordens de pagamento ou depósitos em contas não vinculadas ao CPF informado. É importante que os contribuintes contemplados providenciem uma chave PIX vinculada ao CPF para receberem os valores devidos.</p>
<h4><strong>Diferença em relação aos lotes regulares</strong></h4>
<p>A Receita Federal ressalta que este lote especial de restituição automática:</p>
<p>&#8211; <strong>Não integra o calendário regular de restituições do IRPF 2026 </strong>, que seguem seu calendário previsto.</p>
<p>&#8211; É destinado a contribuintes que não apresentaram declaração;</p>
<p>&#8211; Possui cronograma próprio, com pagamento em parcela única em 15 de julho.</p>
<p>Os lotes regulares continuam sendo pagos normalmente aos contribuintes que entregaram a declaração dentro do prazo legal. O próximo lote previsto de restituições regulares está previsto para o dia 31 de julho.</p>
<h4><strong>Modernização e simplificação do atendimento</strong></h4>
<p>A implementação do “cashback” do IRPF está alinhada às diretrizes de modernização da administração tributária, com foco em:</p>
<p>&#8211; Uso intensivo de dados e automação;</p>
<p>&#8211; Simplificação do cumprimento de obrigações fiscais;</p>
<p>&#8211; Ampliação do acesso do cidadão a direitos creditórios;</p>
<p>&#8211; Maior eficiência na devolução de tributos pagos a maior.</p>
<p>A Receita Federal orienta os contribuintes a utilizarem exclusivamente os canais oficiais para consulta e acompanhamento, evitando intermediários e garantindo a segurança das informações.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CMN regulamenta Fies Empreendedor e Desenrola Adimplentes</title>
		<link>https://portalam.com.br/cmn-regulamenta-fies-empreendedor-e-desenrola-adimplentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:55:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CMN]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola]]></category>
		<category><![CDATA[Fies]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=144274</guid>

					<description><![CDATA[O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta sexta-feira (3) duas resoluções que regulamentam programas recém-criados para ampliar o acesso ao crédito. As medidas estabelecem as regras do Fies Empreendedor, voltado a estudantes e ex-estudantes adimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), e do Desenrola Adimplentes, destinado à renegociação de dívidas de pessoas sem vínculo formal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta sexta-feira (3) duas resoluções que regulamentam programas recém-criados para ampliar o acesso ao crédito.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695891&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695891&amp;o=node" /></p>
<p><strong>As medidas estabelecem as regras do Fies Empreendedor, voltado a estudantes e ex-estudantes adimplentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), e do Desenrola Adimplentes, destinado à renegociação de dívidas de pessoas sem vínculo formal de emprego ou benefícios previdenciários.</strong></p>
<p><strong>As normas definem taxas de juros, prazos de pagamento, fontes de recursos e a forma de atuação das instituições financeiras responsáveis pela operação dos programas.</strong></p>
<h2>Fies Empreendedor</h2>
<p>O Fies Empreendedor foi criado para oferecer uma linha de crédito com condições diferenciadas a beneficiários do Fies que estejam em dia com o financiamento estudantil.</p>
<p>A proposta é incentivar o empreendedorismo e, ao mesmo tempo, estimular que os estudantes mantenham o pagamento regular das parcelas do Fies.</p>
<p>A linha poderá ser utilizada por:</p>
<ul>
<li>Pessoas físicas, para financiar atividades empreendedoras;</li>
<li>Pessoas jurídicas, para capital de giro das empresas.</li>
</ul>
<p>Os critérios para acessar o crédito ainda serão definidos pelo Ministério da Fazenda por meio de portaria.</p>
<h2>Como funcionará</h2>
<p><strong>A resolução estabelece que a taxa de juros poderá chegar a 11,19% ao ano.</strong></p>
<p>Esse percentual é formado por duas parcelas:</p>
<ul>
<li>até 8,94% ao ano, destinados à remuneração das instituições financeiras;</li>
<li>2,06% ao ano, referentes à remuneração dos recursos disponibilizados pela União.</li>
</ul>
<p>Os financiamentos serão operados pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal.</p>
<h2>Prazos</h2>
<p>As condições variam conforme o tipo de beneficiário.</p>
<p>Para pessoas físicas:</p>
<ul>
<li>prazo de pagamento de até 60 meses;</li>
<li>carência de até seis meses para começar a pagar principal e juros.</li>
</ul>
<p>Para pessoas jurídicas:</p>
<ul>
<li>prazo de até 96 meses;</li>
<li>carência de até 12 meses.</li>
</ul>
<p>Durante o período de carência, os juros não poderão ser incorporados ao saldo da dívida, evitando a chamada capitalização.</p>
<h2>Desenrola Adimplentes</h2>
<p>Na mesma reunião, o CMN também regulamentou a linha de crédito que dará suporte ao Desenrola Adimplentes.</p>
<p>O programa foi criado para facilitar a renegociação de dívidas de pessoas que não possuem emprego formal nem recebem benefícios previdenciários.</p>
<p>Para viabilizar as operações, a União poderá disponibilizar até R$ 3 bilhões, conforme a disponibilidade orçamentária.</p>
<h2>Como será</h2>
<p>O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal atuarão como agentes financeiros, repassando recursos às instituições participantes do programa.</p>
<p>A composição dos financiamentos seguirá uma proporção definida pelo CMN:</p>
<ul>
<li>70% dos recursos virão da União;</li>
<li>30% serão aportados pelos próprios bancos públicos.</li>
</ul>
<p>Os recursos da União serão remunerados à taxa de 1% ao ano, enquanto os valores dos bancos públicos terão remuneração vinculada à taxa Selic, atualmente em 14,25% ao ano.</p>
<p>As instituições financeiras participantes devolverão os recursos públicos aos agentes financeiros com remuneração de 1,25% ao ano.</p>
<p>Quando Banco do Brasil ou Caixa negociarem diretamente as dívidas, a remuneração será reduzida para 0,5% ao ano, devido à redução dos custos operacionais.</p>
<h2>Objetivo</h2>
<p>Com a regulamentação, os dois programas criados pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/mpv/mpv1373.htm">Medida Provisória 1.373/2026</a> podem entrar em funcionamento.</p>
<p>O Fies Empreendedor busca ampliar o acesso ao crédito para estudantes e ex-estudantes que mantêm o financiamento em dia. O Desenrola Adimplentes pretende facilitar a renegociação de dívidas e ampliar o acesso ao sistema financeiro para pessoas que hoje encontram maior dificuldade para obter crédito.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Manaus aponta aumento de 4,52% no valor da cesta básica em julho</title>
		<link>https://portalam.com.br/manaus-aponta-aumento-de-452-no-valor-da-cesta-basica-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 11:55:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[cesta básica]]></category>
		<category><![CDATA[Procon Manaus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=144268</guid>

					<description><![CDATA[A Prefeitura de Manaus, por meio do Serviço de Atendimento e Proteção ao Consumidor (Procon Manaus), divulga, nesta sexta-feira, 3/7, o resultado da Pesquisa Mensal de Preços da Cesta Básica referente ao mês de julho, que apontou aumento de 4,52% no valor médio em relação ao mês anterior. De acordo com a presidente do Procon [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus, por meio do Serviço de Atendimento e Proteção ao Consumidor (Procon Manaus), divulga, nesta sexta-feira, 3/7, o resultado da Pesquisa Mensal de Preços da Cesta Básica referente ao mês de julho, que apontou aumento de 4,52% no valor médio em relação ao mês anterior.</p>
<p>De acordo com a presidente do Procon Manaus, Onilda Abreu, a divulgação periódica da pesquisa também permite acompanhar o comportamento do mercado ao longo do tempo e compreender quais produtos exercem maior influência sobre o orçamento das famílias. “Esse acompanhamento mensal fortalece o acesso da população a informações confiáveis sobre os preços praticados na cidade e incentiva hábitos de consumo mais conscientes, contribuindo para que o consumidor faça escolhas mais vantajosas no momento das compras”, destacou.</p>
<p>A pesquisa foi realizada no dia 2/7, em dez supermercados localizados em diferentes zonas da capital amazonense. Ao todo, foram analisados 20 produtos, totalizando 39 itens que compõem a cesta básica, conforme os parâmetros estabelecidos pelo Decreto Federal nº 11.936/2024, que regulamenta a cesta básica no âmbito da Política Nacional de Abastecimento Alimentar.</p>
<p>Entre os estabelecimentos pesquisados, o Atacadão, localizado na avenida Max Teixeira, bairro Cidade Nova, zona Norte, apresentou o menor valor da cesta básica, com R$ 261,64. Já o maior preço foi identificado no Carrefour, situado na avenida Djalma Batista, bairro Flores, zona Centro-Sul, onde a cesta atingiu R$ 331,18. A diferença entre o menor e o maior valor encontrado foi de R$ 69,54. O valor médio da cesta básica em Manaus ficou em R$ 293,98.</p>
<p>Na comparação com o mês anterior, a pesquisa identificou aumento de 4,52% no valor médio da cesta básica, que passou de R$ 281,46, em junho, para R$ 293,98, em julho. Entre os destaques da pesquisa, o tomate apresentou redução de 39,58% em relação ao mês anterior. O produto foi encontrado com preços entre R$ 8,99 e R$ 15,99 o quilo nos estabelecimentos pesquisados.</p>
<p>Em contrapartida, a batata portuguesa e o feijão carioca registraram aumento de 32,36% e 26,12%, respectivamente. A batata portuguesa apresentou preços entre R$ 6,15 e R$ 9,99 o quilo, enquanto o feijão carioca variou entre R$ 7,29 e R$ 10,49 o quilo, conforme os supermercados pesquisados.</p>
<p>O Procon Manaus reforça que os preços divulgados correspondem ao dia em que a pesquisa foi realizada e podem sofrer alterações em razão de promoções, descontos ou da disponibilidade dos produtos. Por isso, a orientação é que o consumidor pesquise antes de efetuar as compras e utilize as informações da pesquisa como referência para economizar e planejar melhor o orçamento familiar.</p>
<div class="wp-block-file" data-wp-interactive=""><a id="wp-block-file--media-1f29ff97-6f3b-46ab-ad43-7c7dc760b717" href="https://www.manaus.am.gov.br/wp-content/uploads/2026/07/CESTA-BASICA-JULHO.pdf">CESTA-BASICA-JULHO</a><a class="wp-block-file__button wp-element-button" href="https://www.manaus.am.gov.br/wp-content/uploads/2026/07/CESTA-BASICA-JULHO.pdf" download="" aria-describedby="wp-block-file--media-1f29ff97-6f3b-46ab-ad43-7c7dc760b717">Baixar</a></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
