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	<title>Mundo | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>Mundo | Portal AM</title>
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	<item>
		<title>ONU alerta para potencial de guerras, clima e IA levarem a caminho sem volta</title>
		<link>https://portalam.com.br/onu-alerta-para-potencial-de-guerras-clima-e-ia-levarem-a-caminho-sem-volta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONU NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 09:05:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[Guerras]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artifical]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta quarta-feira, o secretário-geral, António Guterres, lançou um apelo aos líderes globais sobre a urgência de “cumprirem suas promessas antes que seja tarde demais”. Em mensagem, Guterres declarou que o mundo enfrenta a “hora da verdade” na busca incansável pela paz, pela justiça e pelo estabelecimento de regras rígidas para a inteligência artificial, IA. Restaurar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira, o secretário-geral, António Guterres, lançou um apelo aos líderes globais sobre a urgência de “cumprirem suas promessas antes que seja tarde demais”.</p>
<p>Em mensagem, Guterres declarou que o mundo enfrenta a “hora da verdade” na busca incansável pela paz, pela justiça e pelo estabelecimento de regras rígidas para a inteligência artificial, IA.</p>
<h2><strong>Restaurar a confiança</strong></h2>
<p>Em resposta a um jornalista durante o pronunciamento feito às vésperas da Semana de Alto Nível da Assembleia Geral, entre 22 e 28 de setembro, o secretário-geral da ONU ofereceu um diagnóstico alarmante sobre o cenário atual.</p>
<p>“Eu acho que há 10 anos, ninguém poderia imaginar que chegássemos a uma situação de paz e segurança. Com um nível de desigualdades tão dramático como aquele que nos encontramos, e com um nível de desigualdade tão grave, duas situações que correspondem a riscos existenciais no clima e na inteligência artificial. Seria difícil imaginar um quadro tão ameaçador como aquele que nós enfrentamos neste momento.”</p>
<p>Este ano, o tema central do encontro global de representantes, incluindo chefes de Estado e de Governo, é “Restaurar a confiança, gerenciar a transformação: Uma ONU que apresenta resultados para todos”.</p>
<p>Com uma declaração aos líderes, o secretário-geral usou o discurso a jornalistas destacando que estes honrem seus compromissos, vivam os valores da Carta da ONU e defendam de forma implacável o direito internacional e princípios humanos para todos.</p>
<h2><strong>Oriente Médio no topo da urgência </strong></h2>
<p>António Guterres apontou um cenário marcado pelo reposicionamento de poder geopolítico e por incertezas crescentes, enfatizando que a modernização das instituições multilaterais. Para ele, isso não pode significar o abandono dos princípios essenciais da cooperação internacional, mas sim a sua aplicação com determinação ainda maior.</p>
<p>Na entrevista, ele mencionou que a crise no Oriente Médio está no topo da urgência global, estabelecendo a desescalada imediata, a diplomacia e o diálogo não como opções, mas como as únicas rotas de sobrevivência.</p>
<p>O secretário-geral exigiu ainda o fim absoluto do derramamento de sangue civil, a garantia inegociável de auxílio total em Gaza e a interrupção imediata da anexação silenciosa da Cisjordânia, reivindicando paz, segurança e dignidade para todos.</p>
<h2><strong>Garantia inegociável de acesso humanitário</strong></h2>
<p>Para o líder da ONU urge restaurar a plena liberdade de navegação nos estreitos de Ormuz e Bab al-Mandab, enfatizando de forma categórica que a estabilidade na região depende, impreterivelmente, da concretização da solução de dois Estados.</p>
<p>Em relação à guerra na Ucrânia, agora em seu quinto ano marcando imenso sofrimento civil e severas repercussões globais, a mensagem foi de que é imperioso um cessar-fogo imediato como passo inaugural rumo a uma paz justa, duradoura e estritamente alinhada às resoluções das Nações Unidas.</p>
<p>Para além das fraturas geopolíticas, o alerta do secretário-geral voltou-se para três ameaças existenciais atuais: a escalada da crise do clima, a piora intolerável das desigualdades e os riscos vertiginosos de uma inteligência artificial sem controle.</p>
<h2><strong>Fortalecer sistemas públicos</strong></h2>
<p>Embora reconhecido o vasto potencial da IA para impulsionar o desenvolvimento e fortalecer os sistemas públicos, ele advertiu que o ritmo do avanço tecnológico está atropelando a capacidade internacional de compreender e mitigar seus perigos.</p>
<p>Diante dessa realidade, ele cobrou responsabilidade direta dos governos, exigindo proteções nacionais robustas e uma coordenação global indispensável.</p>
<p>António Guterres deixou claro que iniciativas neste campo baseadas apenas em pausas voluntárias ou isoladas já não são suficientes para proteger a sociedade.</p>
<h2><strong>Paridade de gênero</strong></h2>
<p>Questionado sobre o maior legado dos seus dois mandatos, o secretário-geral destacou como histórica a paridade de gênero alcançada na alta liderança das Nações Unidas.</p>
<p>Ao refletir sobre os obstáculos e inevitáveis reveses que marcaram sua década à frente da organização, ele revelou que sugeriria a quem o suceder que mantivesse a autenticidade e seguisse rigorosamente a própria consciência.</p>
<p>Como grande lição final, o chefe da ONU alertou que um mundo cada vez mais multipolar, a profunda reforma das instituições globais não é apenas uma escolha, mas uma exigência absoluta para que voltem a ser verdadeiramente eficazes.</p>
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		<item>
		<title>Ofensiva dos houthis deixa população do Iêmen sob fogo cruzado</title>
		<link>https://portalam.com.br/ofensiva-dos-houthis-deixa-populacao-do-iemen-sob-fogo-cruzado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONU NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 08:50:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Iêmen]]></category>
		<category><![CDATA[população]]></category>
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					<description><![CDATA[Os combates na costa oeste do Iêmen continuam intensos e já forçaram mais de 100 mil pessoas a fugirem de suas casas, segundo a Organização Mundial para Migrações, OIM. Nas últimas semanas, as forças houthis, que são apoiadas pelo Irã, tomaram diversas cidades importantes antes controladas pelo governo iemenita. Com este rápido avanço, o grupo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os combates na costa oeste do Iêmen continuam intensos e já forçaram mais de 100 mil pessoas a fugirem de suas casas, segundo a Organização Mundial para Migrações, OIM.</p>
<p>Nas últimas semanas, as forças houthis, que são apoiadas pelo Irã, tomaram diversas cidades importantes antes controladas pelo governo iemenita. Com este rápido avanço, o grupo rebelde agora controla o Estreito de Bab el-Mandeb, uma das rotas marítimas mais importantes para o comércio global.</p>
<h2><strong>Famílias fugindo durante a madrugada</strong></h2>
<p>Segundo agências de notícias, nesta quarta-feira os houthis alegaram ter derrubado um caça da Arábia Saudita. O governo saudita acusa o grupo armado de ter disparado um drone perto da cidade de Meca, local sagrado para os muçulmanos.</p>
<p>Dentro do Iêmen, os confrontos entre rebeldes e forças do governo estão colocando a população sob o fogo cruzado. Muitas famílias tentam fugir durante a madrugada, levando apenas aquilo que conseguem carregar.</p>
<p>Os trabalhadores humanitários afirmam que o ritmo do deslocamento está superando a capacidade de resposta. Taiz, a terceira maior cidade do país, continua sendo o epicentro da crise, com mais de 63 mil pessoas deslocadas.</p>
<p>A diretora-geral da OIM, Amy Pope, lembrou que o Iêmen é “um país devastado pela guerra, pelo deslocamento, pela pobreza e pelos impactos climáticos”.</p>
<p>Ela ressaltou que ignorar o sofrimento dos civis é “inaceitável”, uma vez que as necessidades continuam a aumentar.</p>
<p><strong style="color: #1d1f20; font-size: 1.953em;">Agência da ONU fornece abrigo e proteção</strong></p>
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<div class="media__image figure-img img-fluid rounded">
<p>Em resposta às crescentes necessidades, a OIM está auxiliando famílias recém-deslocadas por meio de abrigo, itens não alimentares e assistência de proteção. A Agência também está monitorando os movimentos populacionais, gerando dados em tempo real para apoiar a resposta em todo o país.</p>
<p>Até o momento, a OIM está apoiando 460 famílias com itens não alimentares e 449 famílias com assistência habitacional.</p>
<p>No país vizinho, o Djibuti, o número de pessoas que atravessaram a fronteira do Iêmen chegou a 2.776, segundo os dados mais recentes. A OIM continua prestando serviços para os recém-chegados, incluindo 1,5 mil refeições quentes, duas vezes por dia.</p>
<p>Além disso, a agência tem prestado serviços de proteção a 758 pessoas.</p>
<p>Em meio a uma situação instável a A OIM apela aos doadores para que financiem imediatamente a resposta antes que mais famílias sejam forçadas a deixar suas casas.</p>
</div>
</figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Mercenários usam alto poder tecnológico para alterar dinâmica das guerras</title>
		<link>https://portalam.com.br/mercenarios-usam-alto-poder-tecnologico-para-alterar-dinamica-das-guerras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONU NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 19:57:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[mercenários]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia da guerra está mudando rapidamente, e muitas dessas transformações têm a ver com o papel dos mercenários. Antes, eles eram basicamente um grupo de combatentes armados enviados para zonas de conflito por empresas privadas de segurança. Mas hoje em dia, estas mesmas empresas se especializaram em vigilância digital, armas autônomas, satélites e outras [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia da guerra está mudando rapidamente, e muitas dessas transformações têm a ver com o papel dos mercenários. Antes, eles eram basicamente um grupo de combatentes armados enviados para zonas de conflito por empresas privadas de segurança.</p>
<p>Mas hoje em dia, estas mesmas empresas se especializaram em vigilância digital, armas autônomas, satélites e outras tecnologias de ponta, que são desenvolvidas e vendidas com fins lucrativos.</p>
<h2><strong>“Crescente dependência dos Estados”</strong></h2>
<p>O relatório mais recente do Grupo de Trabalho da ONU sobre a “utilização de mercenários como meio de violar os direitos humanos e impedir a autodeterminação dos povos” alerta para as consequências desta transformação. O documento foi apresentado na segunda-feira, no Conselho de Direitos Humanos, em Genebra.</p>
<p>Segundo os autores, empresas privadas de segurança e serviços militares estão entre as primeiras a desenvolver e utilizar tecnologias avançadas de defesa.</p>
<p>Isso está criando uma “crescente dependência” dos Estados em relação a fornecedores comerciais de inteligência artificial, aparatos de vigilância e capacidades cibernéticas ofensivas.</p>
<figure class="context-un_news_full_width_credit_caption type-entermedia_image media figure media--type-entermedia-image media--view-mode-un-news-full-width-credit-caption"><figcaption class="media__caption figure-caption"></figcaption></figure>
<h2><strong>Mercenários cibernéticos e drones letais</strong></h2>
<p>Os chamados “mercenários cibernéticos”, por exemplo, usam tecnologias avançadas para realizar sabotagem e espionagem virtuais, bem como a implantação de softwares maliciosos, como malware e ransomware que roubam os dados dos usuários ou até paralisam seus dispositivos.</p>
<p>Outras frentes exploradas por mercenários são ataques com munições guiadas por laser ou feixe térmico (uma espécie de raio que causa fogo), disparadas por drones pilotados remotamente, além de vigilância geoespacial, definição de alvos e bombardeio aéreo.</p>
<p>O relatório afirma que empresas privadas realizaram campanhas contínuas de ataques com drones. Uma delas esteve ligada a 141 operações e a pelo menos 1.243 mortes relatadas entre março de 2025 e janeiro de 2026 no mundo.</p>
<p>Na América Latina e no Caribe, o uso de drones armados para fins letais por grupos criminosos não estatais, alguns dos quais recorrem a mercenários em suas operações, foi documentado em diversos países. As mesmas tecnologias e metodologias foram observadas em ações envolvendo mercenários na África e em outras regiões.</p>
<h2><strong>Inteligência artificial definindo alvos</strong></h2>
<p>Em certos casos, sistemas assistidos por inteligência artificial teriam gerado dezenas de milhares de alvos, com a verificação humana reduzida a questão de segundos.</p>
<p>Num episódio documentado em 2025, foi relatada uma operação cibernética na qual agentes autônomos de inteligência artificial teriam executado cerca de 90% do ciclo de intrusão, com autorização humana limitada.</p>
<p>O caso ilustra o potencial para operações ofensivas simultâneas e em larga escala conduzidas por máquinas, contra múltiplos alvos.</p>
<p>Além disso, o relatório alerta que armas autônomas, impulsionadas por algoritmos discriminatórios possibilitam a criação de &#8220;listas de alvos&#8221; com base em vieses raciais ou religiosos, ou em agendas ideológicas.</p>
<h2><strong>Vigilância para silenciar vozes</strong></h2>
<p>O relatório também alerta para o uso crescente de tecnologias de vigilância, sistemas de reconhecimento facial, bancos de dados biométricos e ferramentas de monitoramento baseadas em inteligência artificial por essas empresas privadas.</p>
<p>Em muitos casos, esses recursos são implementados para cercear defensores de direitos humanos, ativistas, jornalistas, estudantes, povos indígenas e comunidades minoritárias.</p>
<p>Informações coletadas sobre esses grupos são usadas para facilitar prisões e detenções arbitrárias, restringir e limitar a liberdade de movimento, intimidar e silenciar populações e até realizar operações letais.</p>
<p>As vítimas enfrentam imensas dificuldades para identificar os responsáveis ​​por violações, acessar provas ou obter justiça.  O resultado é o crescimento da impunidade.</p>
<h2><strong>Medidas para conter o mercenarismo com tecnologia</strong></h2>
<p>O texto revela que, em muitos contextos, mercenários e empresas privadas de segurança, juntamente com empresas de tecnologia, planejam e executam operações em &#8220;salas de situação&#8221; de forças militares e de segurança nacionais.</p>
<p>Essa realidade ameaça erodir a distinção entre o uso de força regulamentada e a violência letal não regulamentada.</p>
<p>Para os especialistas, o mercenarismo impulsionado pela tecnologia representa um risco grave e crescente para os direitos humanos, o Estado de direito, a integridade territorial e a autodeterminação dos povos.</p>
<p>O relatório recomenda que os Estados criem proibições claras em relação a atuação desses grupos privados, regulações mais rígidas das tecnologias com aplicação militar e mecanismos de prestação de contas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Chile elimina raiva transmitida por cães como problema de saúde pública</title>
		<link>https://portalam.com.br/chile-elimina-raiva-transmitida-por-caes-como-problema-de-saude-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONU NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 19:40:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[CAE]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
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					<description><![CDATA[O Chile se tornou o primeiro país da América do Sul a receber a validação da eliminação da raiva transmitida por cães como problema de saúde pública pela Organização Mundial da Saúde, OMS. O reconhecimento internacional é decorrente de mais de 50 anos no combate à doença e atesta a capacidade do país em prevenir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Chile se tornou o primeiro país da América do Sul a receber a validação da eliminação da raiva transmitida por cães como problema de saúde pública pela Organização Mundial da Saúde, OMS.</p>
<p>O reconhecimento internacional é decorrente de mais de 50 anos no combate à doença e atesta a capacidade do país em prevenir o reaparecimento da transmissão do vírus em seu território.</p>
<h2><strong>Casos humanos de raiva</strong></h2>
<p>Desde 1972, ações coordenadas interromperam a circulação do vírus entre cães e de casos humanos da doença no país.</p>
<p>Entre as medidas estão a oferta de vacinação gratuita para cães e gatos, a vigilância epidemiológica contínua e a garantia de acesso rápido à profilaxia pós-exposição para pessoas arranhadas ou mordidas por animais suspeitos.</p>
<p>Nos últimos anos, o governo intensificou ações preventivas em áreas de fronteira e aprimorou a gestão de riscos nas comunidades.</p>
<h2><strong>Saúde Única</strong></h2>
<p>Para obter o certificado da OMS, o país submeteu um relatório técnico comprovando o cumprimento dos critérios internacionais.</p>
<p>Os dados foram avaliados por um grupo independente de especialistas convocados pelo Centro Pan-Americano de Febre Aftosa e Saúde Pública Veterinária, Panaftosa/Opas/OMS, que validou os resultados.</p>
<p>O diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, e o diretor da Organização Pan-Americana da Saúde, Opas, Jarbas Barbosa, destacaram o marco como um exemplo de investimento, cooperação intersetorial e aplicação da abordagem de Saúde Única, que integra a saúde humana, animal e ambiental.</p>
<h2><strong>Iniciativa de Eliminação de Doenças</strong></h2>
<p>A validação do Chile integra a Iniciativa de Eliminação de Doenças da Opas, que visa erradicar mais de 30 enfermidades transmissíveis nas Américas até 2030.</p>
<p>Desde 1983, os casos de raiva canina caíram mais de 98% na região. No entanto, a doença continua a vitimar dezenas de milhares de pessoas anualmente em todo o mundo, sobretudo na Ásia e na África.</p>
<p>O reconhecimento marca o segundo êxito sanitário do Chile em 2026, após a OMS também ter verificado a eliminação da hanseníase no país.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Forças houthis, no Iêmen, ampliam controle de rotas marítimas estratégicas</title>
		<link>https://portalam.com.br/forcas-houthis-no-iemen-ampliam-controle-de-rotas-maritimas-estrategicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONU NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 04:33:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Forças houthis]]></category>
		<category><![CDATA[Iêmen]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[A população do Iêmen sofre com uma escalada dos combates entre as forças do governo e os rebeldes houthis desde a semana passada. Segundo agências de notícias, o grupo apoiado pelo Irã, agora controla a costa do Iêmen. no Mar Vermelho, após capturar a cidade portuária de Mocha e a ilha de Perim, ambas localizadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A população do Iêmen sofre com uma escalada dos combates entre as forças do governo e os rebeldes houthis desde a semana passada.</p>
<p>Segundo agências de notícias, o grupo apoiado pelo Irã, agora controla a costa do Iêmen. no Mar Vermelho, após capturar a cidade portuária de Mocha e a ilha de Perim, ambas localizadas no Estreito de Bab el-Mandab.</p>
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<div class="field field--name-thumbnail field--type-image field--label-hidden field__item"><picture><source srcset="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Collections/Embargoed/2026/08/13-08-2026-UNHCR-Yemen.jpg/image350x235cropped.jpg" media="(max-width: 413px)" /><source srcset="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Collections/Embargoed/2026/08/13-08-2026-UNHCR-Yemen.jpg/image560x340cropped.jpg" media="(max-width: 767px)" /><source srcset="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Collections/Embargoed/2026/08/13-08-2026-UNHCR-Yemen.jpg/image770x420cropped.jpg" media="(max-width: 991px)" /><source srcset="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Collections/Embargoed/2026/08/13-08-2026-UNHCR-Yemen.jpg/image1170x530cropped.jpg" media="(max-width: 1199px)" /><source srcset="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Collections/Embargoed/2026/08/13-08-2026-UNHCR-Yemen.jpg/image1170x530cropped.jpg" media="(min-width: 1200px)" /><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Collections/Embargoed/2026/08/13-08-2026-UNHCR-Yemen.jpg/image1170x530cropped.jpg" alt="Duas crianças estão em um quarto danificado, com buracos de bala nas paredes, olhando através de uma janela em arco para a cidade de Taiz, no Iêmen." width="1170" height="530" /></picture></div>
</div><figcaption class="media__caption figure-caption"><span class="author">© ACNUR/ Gregory Doane</span> <span class="caption">Uma menina contempla Taiz, no Iêmen, uma cidade ainda marcada pelo conflito.</span></figcaption></figure>
<h2><strong>Tomada da costa oeste</strong></h2>
<p>Esse é uma das rotas marítimas mais importantes do mundo, pois liga o Mar Vermelho ao Golfo de Áden. Por ali, passa uma parcela significativa do comércio global, incluindo o fornecimento de petróleo e outras fontes energia.</p>
<p>Na quinta-feira, o enviado especial da ONU para Iêmen, Hans Grundberg, disse ao Conselho de Segurança que o conflito está entrando numa “fase perigosa”, com combates em múltiplas frentes.</p>
<p>A sessão de emergência do órgão, solicitada pelo Bahrein e pelo Reino Unido, tinha como objetivo discutir relatos de ataques lançados pelos houthis contra a Arábia Saudita.</p>
<p>Nos últimos dias, segundo o enviado da ONU, os combates se intensificaram em várias frentes, particularmente na estratégica costa oeste. Os rebeldes lançaram uma grande ofensiva que incluiu a cidade de Mocha, localizada a cerca de 75 km do Estreito de Bab el-Mandab.</p>
<h2><strong>Confrontos intensos em múltiplas frentes </strong></h2>
<p>O enviado da ONU afirmou que os houthis agora controlam Mocha, o que lhes confere presença direta na entrada de um dos estreitos mais importantes do mundo. Ele destacou preocupações da comunidade internacional com novas ameaça à liberdade de navegação.</p>
<p>Grundberg afirmou que os acontecimentos em Mocha ocorrem após semanas de escalada da violência. No início de setembro, os Houthis realizaram ataques em larga escala em Taiz e Hodeida, em confrontos cada vez mais intensos com as forças governamentais.</p>
<p>Desde então, os combates se espalharam para Marib, al-Jawf e al-Bayda.</p>
<p>Houve relatos de civis mortos em diversas áreas, incluindo crianças, e abrigos destruídos em bombardeios que atingiram campos de deslocados internos.</p>
<h2><strong>Famílias forçadas a fugir</strong></h2>
<p>A Organização Internacional para Migrações, OIM, informou nesta sexta-feira que pelo menos 46 mil pessoas foram deslocadas.</p>
<p>A diretora-geral da agência, Amy Pope, confirmou que as famílias iemenitas estão sendo forçadas a fugir pela segunda ou terceira vez durante este conflito.</p>
<p>Ela adicionou que alcançar os deslocados para fornecer assistência vital está se tornando cada vez mais difícil à medida que os combates continuam se espalhando. A chefe da OIM fez um apelo urgente por acesso humanitário seguro e irrestrito.</p>
<h2><strong>Suspensão de operações da OIM</strong></h2>
<p>A agência afirmou que a costa oeste do Iêmen e a província de Taiz continuam registrando um aumento de deslocados, com relatos de um grande número de moradores deixando a cidade de Mocha com seus pertences durante a noite passada.</p>
<p>Aldeias inteiras estão agora desertas, à medida que os confrontos se aproximam de áreas povoadas. Há também relatos de que uma importante rota de abastecimento entre Mocha e Taiz foi cortada.</p>
<p>Desde o início do conflito, a OIM tem trabalhado para atender às necessidades dos deslocados por meio de suas equipes de campo, mas, devido à deterioração da situação de segurança, todas as operações foram temporariamente suspensas a partir desta sexta.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ONU debate terrorismo digital e IA</title>
		<link>https://portalam.com.br/onu-debate-terrorismo-digital-e-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONU NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Sep 2026 16:42:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[terrorismo digital]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma sessão da ONU abordou as “Ameaças à Paz e Segurança Internacionais causadas por Atos Terroristas” sob o tema: “Vinte e Cinco Anos após o 11 de Setembro: Renovar a Luta do Conselho de Segurança Contra o Terrorismo”. Na véspera do evento, nesta sexta-feira, representantes dos 15 Estados-membros do órgão visitaram o Memorial em Nova [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma sessão da ONU abordou as “Ameaças à Paz e Segurança Internacionais causadas por Atos Terroristas” sob o tema: “Vinte e Cinco Anos após o 11 de Setembro: Renovar a Luta do Conselho de Segurança Contra o Terrorismo”.</p>
<p>Na véspera do evento, nesta sexta-feira, representantes dos 15 Estados-membros do órgão visitaram o Memorial em Nova Iorque para prestar tributo às vítimas dos ataques terroristas de 2001 contra os Estados Unidos.</p>
<h2><strong>Ato covarde </strong></h2>
<p>O encarregado do Escritório das Nações Unidas de Contraterrorismo, Eihab Omaish, disse que o ataque há um quarto de século foi um ato covarde.</p>
<p>Quase 3 mil pessoas morreram milhares ficaram feridas no evento com impacto em famílias e comunidades em mais de 90 países.</p>
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</div><figcaption class="media__caption figure-caption"><span class="author">ONU/ Manuel Elias </span><span class="caption">O Conselho de Segurança da ONU se reúne para discutir as ameaças à paz e à segurança internacionais causadas por atos terroristas.</span></figcaption></figure>
<p>Com o ato foi redefinida a segurança do planeta e transformada de forma radical a rotina de bilhões de pessoas.</p>
<p>Eihab Omaish  disse que após a data, as mudanças imediatas da ONU incluem o controle de navegação aérea e a segurança em aeroportos “tornaram-se extraordinariamente rigorosos, as fronteiras globais adotaram verificação biométrica”.</p>
<p>A comunidade internacional “criou redes sem precedentes de compartilhamento de inteligência para monitorar e interromper o financiamento do terrorismo”.</p>
<h2><strong>Papel central na construção</strong></h2>
<p>Nos 25 anos, a ONU revela ter tido “um papel central na construção de uma estrutura global de combate ao extremismo”. No entanto, a ameaça que antes se concentrava em grandes organizações transnacionais tornou-se descentralizada e digital.</p>
<p>Os grupos extremistas exploram redes sociais, redes de crime organizado e novas tecnologias, como a inteligência artificial, para atrair jovens e disseminar o radicalismo.</p>
<p>Em resposta, as ferramentas de prevenção multilaterais também precisaram evoluir para proteger populações vulneráveis no espaço cibernético e físico.</p>
<h2><strong>Jovens, mulheres e sobreviventes </strong></h2>
<p>A experiência acumulada ao longo de duas décadas e meia consolidou três lições fundamentais para a humanidade. A primeira demonstra que respostas operacionais de segurança, embora indispensáveis, não funcionam isoladamente sem políticas profundas de prevenção social.</p>
<figure class="context-un_news_full_width_credit_caption type-entermedia_image media figure media--type-entermedia-image media--view-mode-un-news-full-width-credit-caption">
<div class="media__image figure-img img-fluid rounded">
<div class="field field--name-thumbnail field--type-image field--label-hidden field__item"><picture><source srcset="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Collections/Embargoed/11-09-2024-UN-Photo-WTC-memorial-02.jpg/image350x235cropped.jpg" media="(max-width: 413px)" /><source srcset="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Collections/Embargoed/11-09-2024-UN-Photo-WTC-memorial-02.jpg/image560x340cropped.jpg" media="(max-width: 767px)" /><source srcset="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Collections/Embargoed/11-09-2024-UN-Photo-WTC-memorial-02.jpg/image770x420cropped.jpg" media="(max-width: 991px)" /><source srcset="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Collections/Embargoed/11-09-2024-UN-Photo-WTC-memorial-02.jpg/image1170x530cropped.jpg" media="(max-width: 1199px)" /><source srcset="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Collections/Embargoed/11-09-2024-UN-Photo-WTC-memorial-02.jpg/image1170x530cropped.jpg" media="(min-width: 1200px)" /><img decoding="async" src="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Collections/Embargoed/11-09-2024-UN-Photo-WTC-memorial-02.jpg/image1170x530cropped.jpg" alt="Uma mão deposita uma rosa branca sobre uma lápide comemorativa com os nomes das vítimas no Memorial do 11 de Setembro, na cidade de Nova Iorque." width="1170" height="530" /></picture></div>
</div><figcaption class="media__caption figure-caption"><span class="author">ONU/ Monika Graff</span> <span class="caption">3 mil pessoas morreram milhares ficaram feridas no evento com impacto em famílias e comunidades</span></figcaption></figure>
<p>A segunda reforça que a cooperação internacional deve incluir parcerias com toda a sociedade, unindo jovens, mulheres e sobreviventes para desarmar narrativas extremistas.</p>
<p>A terceira e mais vital lição comprova que a eficácia no combate ao terrorismo e o respeito irrestrito ao Estado de direito e aos direitos humanos se fortalecem mutuamente.</p>
<p>Mais do que uma marca solene, o marco de 25 anos reafirma que as vozes dos sobreviventes marcadas por perda, coragem e esperança continuam no centro dos esforços mundiais.</p>
<p>A memória das vítimas segue impulsionando o compromisso global de prevenir novos sofrimentos e garantir um futuro de paz e segurança para toda a família humana.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>OMS nas Américas amplia prevenção do suicídio na região</title>
		<link>https://portalam.com.br/oms-nas-americas-amplia-prevencao-do-suicidio-na-regiao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 20:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[suicídio]]></category>
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					<description><![CDATA[No Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, marcado nesse 10 de setembro, a Organização Pan-Americana da Saúde, Opas, apresentou o balanço do primeiro ano da Iniciativa Regional de Prevenção do Suicídio. A plataforma foi criada para apoiar a região na prevenção e atendimento a pessoas em risco. Lançada no ano passado, a iniciativa quer enfrentar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, marcado nesse 10 de setembro, a Organização Pan-Americana da Saúde, Opas, apresentou o balanço do primeiro ano da Iniciativa Regional de Prevenção do Suicídio. A plataforma foi criada para apoiar a região na prevenção e atendimento a pessoas em risco.</p>
<p>Lançada no ano passado, a iniciativa quer enfrentar uma a crescente taxa das últimas duas décadas com mais de 100 mil mortes registradas em 2021.</p>
<h2><strong>Falta de investimento</strong></h2>
<p>De acordo com a agência da ONU, o investimento em saúde mental nas Américas representa uma média de 3% do orçamento público da saúde em geral.</p>
<p>Além disso, a disponibilidade de profissionais especializados é baixa, aproximadamente 14,9 trabalhadores por 100 mil habitantes.</p>
<p>O chefe da unidade de saúde mental da Opas, Renato Oliveira, reforçou que a prevenção eficaz exige conectar os cuidados primários aos sistemas comunitários, permitindo identificar os riscos antes que cheguem a um ponto crítico.</p>
<h2><strong>Capacitação de profissionais </strong></h2>
<p>Mais de 2,4 mil profissionais concluíram capacitações nesse período para identificar, cuidar e encaminhar pessoas em risco de suicídio ou automutilação.</p>
<p>Segundo o diretor da Opas, Jarbas Barbosa, os resultados mostram que o progresso é viável quando a prevenção é priorizada e sustentada por dados de qualidade e ação multidisciplinar.</p>
<p>Com a implementação da iniciativa, a Opas prevê alcançar mais de 6,8 mil unidades de atenção primária e ampliar a cobertura para 21,9 milhões de pessoas. O objetivo é reduzir 5,5% nas mortes por suicídio até 2031.</p>
<h2><strong>Saúde mental em pauta</strong></h2>
<p>As primeiras ações focaram na criação de condições estruturais para expandir o atendimento, atuando na integração da prevenção aos cuidados de saúde primários.</p>
<p>O projeto da Opas inclui também a elaboração de novas diretrizes para atualizar planos nacionais, a expansão da telessaúde mental e a cooperação com governos para restringir o acesso a pesticidas e outros meios utilizados em episódios de suicídio.</p>
<p>No segundo ano, a agência continuará a consolidará planos nacionais, em alinhamento com a campanha do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio de 2026, incentivando conversas sobre a saúde mental.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ONU lembra 25 anos dos ataques terroristas de 11 de setembro contra Estados Unidos</title>
		<link>https://portalam.com.br/onu-lembra-25-anos-dos-ataques-terroristas-de-11-de-setembro-contra-estados-unidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONU NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 23:47:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Terroristas]]></category>
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					<description><![CDATA[A luta contra o terrorismo é uma tarefa de todos e que ainda não terminou. Com essa reflexão, o líder das Nações Unidas, António Guterres, lembrou as vítimas dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 contra os Estados Unidos. Nesta sexta-feira, o país marca 25 anos dos atentados às Torres Gêmeas, do World [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A luta contra o terrorismo é uma tarefa de todos e que ainda não terminou. Com essa reflexão, o líder das Nações Unidas, António Guterres, lembrou as vítimas dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 contra os Estados Unidos.</p>
<p>Nesta sexta-feira, o país marca 25 anos dos atentados às Torres Gêmeas, do World Trade Center, em Nova Iorque, e contra o Pentágono, o Departamento da Defesa, na capital do país, Washington. Um terceiro ataque ocorreu no voo 93 da United Airlines, que caiu na Pennsylvania.</p>
<h2><strong>Solidariedade a Nova Iorque e aos EUA</strong></h2>
<p>Em nota, Guterres afirmou que os ataques foram “uma agressão à própria humanidade” e ceifaram milhares de vidas deixando uma marca indelével no mundo.</p>
<p>Quase 3 mil pessoas dos Estados Unidos e de mais de 90 países morreram nos atentados de 11 de setembro. O secretário-geral lembrou ainda os sobreviventes e as equipes de resposta ao expressar sua solidariedade ao povo da cidade de Nova Iorque e a todos os americanos.</p>
<p>Este ano, as Nações Unidas marcam também o vigésimo aniversário da Estratégia Global da ONU contra o Terrorismo adotada pela organização após os ataques terroristas contra os Estados Unidos.</p>
<p>Para o líder das Nações Unidas, é preciso seguir na direção de um mundo livre de terrorismo para todos.</p>
<h2><strong>Lista de nomes e momentos de silêncio</strong></h2>
<p>Ainda em comunicado, um grupo de relatores dos direitos humanos divulgou, em Genebra, um comunicado lembrando o 25º aniversário dos ataques de 11 de setembro e destacando a situação atual do terrorismo e da resposta ao problema em vários países.</p>
<p>Nos Estados Unidos, segundo o Memorial e Museu Nacional do 11 de setembro, na ilha de Manhattan, milhares de pessoas incluindo sobreviventes e familiares das vítimas fatais, participam da cerimônia no Memorial Plaza, onde os nomes dos que foram mortos no dia 11 de setembro serão lidos um a um.</p>
<p>Seis momentos de silêncio integram a cerimônia para marcar o instante em que as torres foram atacadas por aviões de passageiros, quando elas caíram e os momentos do ataque ao Pentágono e a queda do voo 93 da United Airlines.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>RD Congo precisa de mais 5 mil profissionais de saúde para conter crise de ebola</title>
		<link>https://portalam.com.br/rd-congo-precisa-de-mais-5-mil-profissionais-de-saude-para-conter-crise-de-ebola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONU NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 23:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Ebola]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[RD Congo]]></category>
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					<description><![CDATA[O surto de ebola continua se expandindo na República Democrática do Congo, RD Congo, com 6 mil casos confirmados e 3.175 mortes relatadas. No início da crise, a maior parte dos pacientes estava concentrada na província de Bunia, mas agora a doença se espalhou pela nação africana. Necessidade por 1,6 mil leitos adicionais Para tentar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O surto de ebola continua se expandindo na República Democrática do Congo, RD Congo, com 6 mil casos confirmados e 3.175 mortes relatadas.</p>
<p>No início da crise, a maior parte dos pacientes estava concentrada na província de Bunia, mas agora a doença se espalhou pela nação africana.</p>
<h2>Necessidade por 1,6 mil leitos adicionais</h2>
<p>Para tentar frear o avanço do vírus bundibugyo, já foram estabelecidos 59 centros de tratamento, com 1,4 mil leitos.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde, OMS, que apoia os esforços, afirma que ainda são necessários outros 1,6 mil leitos para atender às crescentes<br />
necessidades.</p>
<p>Segundo a agência, cerca de 4 mil profissionais de saúde estão trabalhando nos centros de tratamento existentes, mas ainda é necessário contratar mais 5 mil.</p>
<p>As unidades de atendimento podem ser construídas rapidamente, mas a contratação, o treinamento e o suporte de novos funcionários demandam tempo.</p>
<p>De acordo com a OMS, administrar um centro de tratamento com 50 leitos custa cerca de US$ 500 mil por mês.</p>
<h2>Pedido de US$ 1,3 bilhão para os próximos seis meses</h2>
<p>Na última sexta-feira, o Governo da RD Congo, em parceria com a OMS, o Centro Africano de Controle e Prevenção de Doenças e outras entidades, lançou um plano multissetorial revisado de resposta ao ebola, que requer US$ 1,3 bilhão para os próximos seis meses.</p>
<p>O plano prevê uma ampla expansão das atividades de vigilância, rastreamento de contatos, tratamento, engajamento comunitário e preparação.</p>
<p>Em um país afetado por grandes necessidades humanitárias, o desafio não é apenas encontrar profissionais de saúde para serem treinados, mas também garantir a continuidade dos serviços essenciais para outras doenças.</p>
<h2>Epicentro da epidemia também sofre com insegurança alimentar</h2>
<p>A região leste da RD Congo é instável há muitos anos. O diretor do Programa Mundial de Alimentos, WFP, no país visitou a província de Ituri, o epicentro do surto, e constatou como anos de conflitos, deslocamentos e falta de acesso a alimentos afetaram as comunidades locais.</p>
<p>David Stevenson afirmou que a assistência alimentar deve ser parte integrante da resposta à doença.</p>
<p>Ele explicou que Ituri é um local onde mais de 500 mil pessoas enfrentam níveis de fome e insegurança alimentar classificados como nível 4, apenas um degrau abaixo da mortalidade por inanição. Portanto, as necessidades são críticas, justamente no local considerado o epicentro da epidemia.</p>
<p>As necessidades humanitárias em todo o país continuam imensas. O Plano de Resposta Humanitária, orçado em US$ 2,1 bilhões, conta com financiamento de apenas cerca de metade desse valor.</p>
<p>A RD Congo já enfrentou o ebola 17 vezes desde que o vírus foi descoberto, há cerca de 50 anos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Unicef: 15 milhões de crianças foram expostas a conteúdo sexual online</title>
		<link>https://portalam.com.br/unicef-15-milhoes-de-criancas-foram-expostas-a-conteudo-sexual-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 04:15:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Unicef]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 20 milhões de crianças e adolescentes de 21 países já sofreram, no período de um ano, algum tipo de exploração ou abuso sexual facilitado pela tecnologia. Acredita-se, ainda, que 9 milhões tenham sido induzidas a manter conversas de teor sexual ou compartilhar imagens desse cunho contra sua vontade e que 4 milhões tiveram imagens [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cerca de 20 milhões de crianças e adolescentes de 21 países já sofreram, no período de um ano, algum tipo de exploração ou abuso sexual facilitado pela tecnologia</strong>. Acredita-se, ainda, que 9 milhões tenham sido induzidas a manter conversas de teor sexual ou compartilhar imagens desse cunho contra sua vontade e que 4 milhões tiveram imagens delas vazadas.<strong> O quantitativo de crianças expostas a conteúdo sexual indesejado é estimado em 15 milhões.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1701682&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1701682&amp;o=node" /></p>
<p>Os dados fazem parte do <a href="https://www.unicef.org/press-releases/1-5-children-across-21-countries-have-experienced-tech-facilitated-sexual" target="_blank" rel="noopener">relatório</a> <em>Pelos Olhos das Crianças: Como as Tecnologias Digitais Facilitam o Abuso Sexual Infantil</em>  lançado nesta semana pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).</p>
<p>Na avaliação dos especialistas do Unicef, contudo, os números devem ser ainda maiores. A explicação é a de que muitas vítimas não chegam a comunicar a ninguém o que aconteceu a elas.</p>
<p>Mais de 40% das ocorrências informadas durante a coleta de informações não foram reveladas pelas vítimas. O principal motivo para deixarem de contar é não saber aonde ir ou a quem recorrer.</p>
<h2>Redes sociais</h2>
<p><strong>Quanto às plataformas digitais com maior número de violações, os dados revelam que, em média, cerca de 60% aconteceu em redes como o Facebook, Instagram, Snapchat, TikTok e WhatsApp.</strong></p>
<p><strong>Cerca de 14% dos crimes ocorreram enquanto as vítimas se divertiam em jogos online.</strong> O relatório assinala que o ambiente de jogos online é especialmente propício para o cometimento dessas formas de abuso porque a dinâmica nas relações se baseia em um jogador explorar a confiança do outro.</p>
<p>Mais da metade (57%) dos casos declarados aos pesquisadores envolviam alguém do convívio da criança e do adolescente, incluindo familiares, conhecidos, amigos, namorados e namoradas. O dado contraria o imaginário de que a violência online é perpetrada principalmente por estranhos.</p>
<p><strong>Ao mesmo tempo, ressalta o relatório, 38% das vítimas encontraram seus agressores pela primeira vez na internet, indicativo de que contas fake e o envio de mensagens privadas facilitam as violações. </strong></p>
<blockquote><p>&#8220;Essas experiências causam profundo desgaste emocional e mental. Muitas crianças sofrem em silêncio, sem saber ao certo onde procurar ajuda. Nós não podemos ignorar isso&#8221;, afirmou a diretora-executiva do Unicef Catherine Russell.</p></blockquote>
<h2>Coerção</h2>
<p>O relatório foi produzido a partir das percepções de 21 mil crianças e adolescentes com idade entre 12 e 17 anos, provenientes de 21 países, entre 2020 e 2025<strong>. Nas entrevistas realizadas com os participantes, observou-se como agressores exercem poder sobre as vítimas não somente as convencendo a agir de determinadas maneiras mediante presentes, dinheiro e atenção, mas também por meio da coerção. </strong></p>
<p>Uma jovem brasileira relatou como seu agressor a chantageou, ameaçando encaminhar à mãe dela mensagens anteriores trocadas entre os dois, caso ela não mandasse a ele mais uma foto. Outra entrevistada comentou que, por anos, vasculhou a internet para garantir que nenhuma imagem sua, inclusive criada como montagem, estivesse circulando sem seu consentimento.<strong> O Brasil teve 19% dos entrevistados marcados por este tipo de violência, o equivalente a quase 3 milhões de crianças e adolescentes, e uma parcela de menos de 1% de ocorrências denunciadas. </strong></p>
<p>A internet respondeu por 55,5% dos casos brasileiros e a escola por 24,5%. Como os canais mais perigosos apareceram os aplicativos de mensagens e as redes sociais (66,5%), com destaque para Instagram (57,2%) e WhatsApp (52,1%). Os jogos online responderam por 12,3%.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ONU reforça campanha global contra apatridia</title>
		<link>https://portalam.com.br/onu-reforca-campanha-global-contra-apatridia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 04:11:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Apatridia]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao menos 4,5 milhões de pessoas foram registradas como apátridas ou de nacionalidade não determinada no ano passado, segundo a Agência da ONU para os Refugiados, Acnur. No 65º aniversário da Convenção de 1961 sobre a Redução da Apatridia, a agência lança uma campanha com o objetivo de incentivar ações práticas para garantir que todas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao menos 4,5 milhões de pessoas foram registradas como apátridas ou de nacionalidade não determinada no ano passado, segundo a Agência da ONU para os Refugiados, Acnur.</p>
<p>No 65º aniversário da Convenção de 1961 sobre a Redução da Apatridia, a agência lança uma campanha com o objetivo de incentivar ações práticas para garantir que todas as pessoas tenham direito reconhecido a uma nacionalidade.</p>
<h2><strong>O avanço em São Tomé e Príncipe</strong></h2>
<p>Em 2026, 82 Estados ratificam a Convenção de 1961 e São Tomé e Príncipe é a adesão mais recente, ao lado da Eslovênia e Sudão do Sul.</p>
<p>Com essa medida, o país africano consolida garantias para evitar que crianças nascidas em seu território ou no exterior fiquem sem amparo legal.</p>
<p>A cooperação multilateral tem a participação de autoridades outras nações, como a República do Congo, integrante das discussões técnicas da Aliança Global.</p>
<p>A Aliança Global contra a Apatridia e o Plano de Ação Global 2.0 são iniciativas da Acnur para reduzir o número de pessoas sem nacionalidade e conta com mais de 190 membros entre governos, ONGs e organizações lideradas por apátridas.</p>
<h2><strong>Resultados práticos</strong></h2>
<p>As ações dos últimos anos demonstraram que há solução para a apatridia quando há envolvimento político.</p>
<p>Durante a campanha da Acnur #IBelong realizada entre 2014 e 2024, 94 países regulamentaram suas leis nacionais e mais de 650 mil pessoas foram beneficiadas com o reconhecimento de suas cidadanias.</p>
<p>Dentre os casos mais relevantes, estão o Quirguistão e o Turcomenistão. Ambos finalizaram todos os processos que restavam pendentes.</p>
<p>Em 2025, a Macedônia do Norte se tornou o primeiro país da região a resolver as questões decorrentes do fim da Iugoslávia. Na Tailândia, novos procedimentos garantiram cidadania ou residência permanente a mais de 120 mil pessoas.</p>
<p>O Quênia concedeu nacionalidade às populações das minorias Makonde, Pemba e Shona e reformas legais na Síria, Chile e Filipinas facilitaram a regularização de pessoas sem nacionalidade.</p>
<h2><strong>As consequências da apatridia</strong></h2>
<p>Como muitas comunidades vulneráveis vivem à margem da sociedade e não dispõem de estatísticas oficiais, os números reais podem ser maiores que os disponíveis nas pesquisas.</p>
<p>O apátrida encontra barreiras legais diárias para acessar serviços essenciais. Sem documentos de identidade válidos, o indivíduo é impedido de se matricular em escolas ou universidades e obter atendimento médico na rede pública, por exemplo.</p>
<p>Essas pessoas também são impossibilitadas de trabalhar formalmente, emitir registros profissionais e abrir contas bancárias. Seus filhos são impedidos de serem registrados, prolongando o ciclo da apatridia para a futuras gerações.</p>
<h2><strong>As metas globais</strong></h2>
<p>A primeira Convenção Relativa ao Estatuto dos Apátridas, realizada em 1954,<strong> </strong>estabeleceu os padrões de tratamento humanitário e a proteção jurídica básica para quem já se encontra sem pátria.</p>
<p>Já a segunda Convenção sobre a Redução da Apatridia, de 1961, foi além ao instituir medidas preventivas obrigatórias para evitar que novas situações ocorram, proibindo a falta de reconhecimento da nacionalidade caso resulte na perda total de vínculo com o país.</p>
<p>As metas do Acnur incluem a eliminação da discriminação de gênero, pois, em 24 países, as mulheres ainda não têm o direito de transmitir a própria nacionalidade aos filhos, e combater cassação de cidadania com base em raça, religião, etnia ou posicionamento político.</p>
<h2><strong>Evento internacional</strong></h2>
<p>Para marcar os 65 anos do tratado, a Aliança Global promove o evento virtual “Prevenindo e resolvendo a apatridia na prática”.</p>
<p>O encontro reúne a diretora de proteção internacional do Acnur, Elizabeth Tan, e representantes do Ministério da Justiça do Congo, do Departamento de Justiça das Filipinas e lideranças de movimentos sociais.</p>
<p>A conferência busca mobilizar novas adesões e cobrar a implementação efetiva das leis que garantam o direito da nacionalidade.</p>
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		<item>
		<title>Com o inverno à porta, OMS quer ação imediata na Ucrânia para proteger vidas</title>
		<link>https://portalam.com.br/com-o-inverno-a-porta-oms-quer-acao-imediata-na-ucrania-para-proteger-vidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 05:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[No fim de seu mandato como representante da Organização Mundial da Saúde, OMS, na Ucrânia, Jarno Habicht diz ter observado a resiliência de uma nação que vem sendo duramente afetada desde a escalada da invasão russa, em 2022. Mais do que um balanço institucional, o especialista traça um diagnóstico com um apelo urgente: com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No fim de seu mandato como representante da Organização Mundial da Saúde, OMS, na Ucrânia, Jarno Habicht diz ter observado a resiliência de uma nação que vem sendo duramente afetada desde a escalada da invasão russa, em 2022.</p>
<p>Mais do que um balanço institucional, o especialista traça um diagnóstico com um apelo urgente: com a proximidade de mais um inverno rigoroso, conter a perda de vidas humanas tornou-se uma corrida contra o tempo e o frio.</p>
<h2><strong>Brutalidade</strong></h2>
<p>Segundo ele, o impacto do conflito manifesta-se com brutalidade imediata naqueles que dedicam o dia a dia a salvar outros.</p>
<p>Dados da OMS mostram que mais de 25% dos médicos e enfermeiros ucranianos apresentam sintomas de depressão grave, enquanto 20% enfrentam transtornos de ansiedade. Sob o estresse contínuo dos bombardeios, esses profissionais carregam nas costas o peso de um sistema mantido no limite absoluto.</p>
<p>A rotina de perigo avança sobre a população civil. O recente ataque a um centro comercial em Kryvyi Rih, local distante da linha de frente, expôs a vulnerabilidade das famílias no dia a dia.</p>
<p>Nos últimos oito meses, equipes de atenção primária realizaram 13 mil consultas em sete regiões e distribuíram medicamentos vitais para mais de 28 mil pessoas em áreas onde o comércio local colapsou.</p>
<h2><strong>3 mil ataques contra a infraestrutura de saúde</strong></h2>
<p>O custo de manter esse fluxo de ajuda permanece alarmante: a OMS contabilizou mais de 3 mil ataques contra a infraestrutura de saúde.</p>
<p>Somente este ano, bombardeios a depósitos em Kyiv e Dnipro destruíram suprimentos destinados a 225 mil pessoas.</p>
<p>Na despedida, Habicht deixa uma mensagem direta à comunidade internacional: a resposta de emergência, a reconstrução e a proteção contra o inverno não podem esperar o fim dos confrontos. Essas ações precisam acontecer agora, simultaneamente, para que nenhuma vida seja perdida para a guerra ou para o frio.</p>
<h2><strong>Crianças entre as vítimas</strong></h2>
<p>Com pais e filhos se organizando para o início do ano letivo, explosões deixaram 140 feridos, incluindo 23 crianças, e ceifaram 16 vidas. Para o especialista, esse tipo de tragédia deixa claro que as vítimas não estão apenas nos campos de batalha e que a rápida resposta médica tem um papel crucial na linha entre a vida e a morte.</p>
<p>Com o inverno se aproximando, proteger a população contra o frio extremo virou prioridade máxima de sobrevivência. A OMS já instalou 30 unidades de aquecimento em instalações de saúde estratégicas e planeja erguer mais 22.</p>
<p>Em áreas isoladas do Oblast de Donetsk, a ajuda humanitária alcançou 51 comunidades com remédios essenciais.</p>
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		<title>Nepal: Chuvas incessantes de monção paralisam resgates e ampliam tragédia</title>
		<link>https://portalam.com.br/nepal-chuvas-incessantes-de-moncao-paralisam-resgates-e-ampliam-tragedia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONU NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 13:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Nepal]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[O rastro de destruição provocado pelo colapso de uma geleira na fronteira entre a China e o Nepal já deixa mais de mil mortos e supera 4,7 mil desaparecidos. Quase uma semana após o desastre, as chuvas de monção castigam a região, dificultando as buscas e mantendo áreas inteiras sob risco iminente de novas tragédias. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O rastro de destruição provocado pelo colapso de uma geleira na fronteira entre a China e o Nepal já deixa mais de mil mortos e supera 4,7 mil desaparecidos.</p>
<p>Quase uma semana após o desastre, as chuvas de monção castigam a região, dificultando as buscas e mantendo áreas inteiras sob risco iminente de novas tragédias. Do lado chinês da fronteira, autoridades confirmam 16 mortos e 546 desaparecidos.</p>
<h2><strong>Acesso às áreas isoladas</strong></h2>
<p>O acesso às áreas isoladas e os riscos contínuos marcam as buscas quase uma semana após a tragédia. Equipes de resgate da Cruz Vermelha só agora começam a alcançar regiões arrasadas e isoladas, como o distrito de Rasuwa.</p>
<p>A instituição revelou que as operações de busca correm contra o tempo sob chuvas torrenciais incessantes, em um cenário onde os riscos de novos desabamentos permanecem reais e imediatos.</p>
<p>Já a ONU Mulheres estima que 43 mil mulheres e meninas no Nepal necessitem de assistência humanitária imediata, em decorrência das cheias repentinas que atingiram o país no dia 26 de agosto.</p>
<p>Parceiros da agência no local revelam que as sobreviventes enfrentam uma progressiva escassez de alimentos, dificuldades crescentes no acesso à água potável e um agravamento dos riscos associados à sua proteção.</p>
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</div><figcaption class="media__caption figure-caption"><span class="author">UNICEF/Laxmi Prasad Ngakhusi</span> <span class="caption">O distrito de Nuwakot, no centro-norte do Nepal, ficou coberto de lama após devastadoras inundações repentinas.</span></figcaption></figure>
<h2><strong>Mulheres vulneráveis levadas pelas enchentes</strong></h2>
<p>A partir de Genebra, a diretora regional do departamento para a Ásia e o Pacífico, Christine Arab, compartilhou os últimos relatos das organizações lideradas por mulheres que atuam nas regiões mais afetadas pelas cheias.</p>
<p>Uma dessas entidades revelou como, em muitas das comunidades visitadas, grávidas e pessoas com deficiência foram levadas pelas enchentes, incapazes de se deslocar para locais seguros.</p>
<p>Para as mulheres das zonas mais afetadas, a alimentação é a prioridade mais urgente. O acesso à água potável também foi completamente cortado, devido à destruição dos sistemas de abastecimento de água, estradas e pontes.</p>
<h2><strong>Desastre aumenta risco de violência</strong></h2>
<p>A diretora destacou o impacto dos desastres naturais no risco de violência de gênero, exploração e tráfico de seres humanos.</p>
<p>A agência da ONU estima que, em alguns dos distritos mais afetados, uma em cada três mulheres seja analfabeta, o que também dificulta o acesso aos serviços de apoio e às informações sobre eles.</p>
<p>A mesma estatística aplica-se ao número de lares atualmente chefiados por mulheres. Christine Arab destaca relatos de um aumento acentuado do trabalho de cuidados não remunerados, em um momento no qual as mulheres já prestavam 85% desse tipo de serviço antes da catástrofe.</p>
<h2><strong>Enchentes causam mais de mil mortos</strong></h2>
<p>As organizações lideradas por mulheres são parceiras essenciais para a resposta humanitária.</p>
<p>No entanto, a experiência com as cheias de 2021 e 2025 demonstra que as mulheres não estiveram significativamente envolvidas no pedido ou na recepção de assistência.</p>
<p>A agência sublinha que a resposta humanitária deve reconhecer as experiências das mulheres e meninas, incluindo-as como agentes imprescindíveis para a recuperação do Nepal.</p>
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		<title>Massacre no Haiti: Gangues armadas provocam sessão urgente na ONU</title>
		<link>https://portalam.com.br/massacre-no-haiti-gangues-armadas-provocam-sessao-urgente-na-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONU NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 05:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Gangues]]></category>
		<category><![CDATA[Haiti]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Segurança da ONU se reúne nesta sexta-feira para debater os episódios recentes de violência extrema no Haiti. Na noite de 23 de agosto, cerca de 150 membros de gangues fortemente armados invadiram a comuna de Kenscoff, nos arredores da capital, Porto Príncipe, e abriram fogo contra moradores que tentavam fugir pelas ruas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho de Segurança da ONU se reúne nesta sexta-feira para debater os episódios recentes de violência extrema no Haiti.</p>
<p>Na noite de 23 de agosto, cerca de 150 membros de gangues fortemente armados invadiram a comuna de Kenscoff, nos arredores da capital, Porto Príncipe, e abriram fogo contra moradores que tentavam fugir pelas ruas.</p>
<h2><strong>Execuções e ameaças</strong></h2>
<p>Em seguida, os agressores perseguiram mais de 50 pessoas que haviam buscado refúgio em uma igreja. Após forçá-los a sair do local, teriam sido executados 22 deles no pátio e outros 12 nos fundos do templo.</p>
<p>Ao recuarem do centro de Kenscoff, os membros da gangue sequestraram 52 pessoas, incluindo um menino e quatro meninas. Em uma gravação de áudio compartilhada nas redes sociais em 24 de agosto, a gangue ameaçou executá-las caso as operações de segurança contra o grupo continuassem.</p>
<p>Pelo menos 47 pessoas foram mortas no ataque de 23 de agosto, incluindo três meninos e duas meninas e outras 22 ficaram feridas.</p>
<h2><strong> Fluxo ilícito de armas de fogo</strong></h2>
<p>A porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos afirmou nesta sexta-feira que o ataque armado em Kenscoff é “um lembrete contundente da brutalidade da violência de gangues”.</p>
<p>Marta Hurtado disse que o massacre ressalta a necessidade urgente de as autoridades nacionais reforçarem a proteção da população, especialmente das comunidades que vivem em áreas afetadas pela violência.</p>
<p>Em sua declaração, ela adicionou que o fluxo ilícito de armas de fogo e munições para o Haiti continua a fortalecer e empoderar gangues armadas.</p>
<p>Em 24 de agosto, outra gangue que atua em Porto Príncipe exibiu, nas redes sociais, o que parecia ser uma nova remessa de armas chegando do exterior, apesar do embargo de armas da ONU ao Haiti, em vigor desde 2022.</p>
<h2><strong>Dados alarmantes</strong></h2>
<p>Entre 1º de abril e 30 de junho deste ano, o Serviço de Direitos Humanos do Escritório Integrado das Nações Unidas no Haiti, Binuh, registrou 1.408 pessoas mortas e 656 feridas no contexto da violência relacionada a gangues.</p>
<p>No mesmo período, 326 pessoas foram vítimas de violência sexual, segundo dados coletados. Mas os números reais são potencialmente mais altos, pois muitas vítimas não fazem denúncias devido ao medo de represálias e do estigma social.</p>
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		<item>
		<title>Medicina Tradicional Africana: OMS debate integração e sabedoria ancestral na saúde</title>
		<link>https://portalam.com.br/medicina-tradicional-africana-oms-debate-integracao-e-sabedoria-ancestral-na-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONU NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 19:35:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste 31 de agosto, assinala-se a 24.ª edição do Dia Africano de Medicina Tradicional, que reconhece o papel central das práticas populares de cuidados de saúde para milhões de africanos. O tema da edição de 2026 é “Reflexões sobre os esforços de pesquisa e desenvolvimento da medicina tradicional para alcançar a cobertura universal de saúde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste 31 de agosto, assinala-se a 24.ª edição do Dia Africano de Medicina Tradicional, que reconhece o papel central das práticas populares de cuidados de saúde para milhões de africanos.</p>
<p>O tema da edição de 2026 é “Reflexões sobre os esforços de pesquisa e desenvolvimento da medicina tradicional para alcançar a cobertura universal de saúde na Região Africana”.</p>
<h2><strong>Cuidados populares acessíveis </strong></h2>
<p>A data reconhece o papel vital que a medicina tradicional desempenha no fornecimento de cuidados acessíveis, a preços módicos e culturalmente fundamentados para milhões de pessoas em todo o continente.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde, OMS, sublinha que os profissionais de saúde tradicionais constituem o primeiro ponto de contacto para cuidados de saúde em muitas comunidades, particularmente nas regiões rurais.</p>
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<p>Diante do seu valioso contributo, o Centro Global de Medicina Tradicional da OMS e o Escritório Regional da agência promoveram o diálogo construtivo entre líderes, pesquisadores e profissionais de saúde tradicionais.</p>
<p>Em conjunto, estes refletiram sobre como a medicina tradicional pode ajudar a acelerar a cobertura universal de saúde em todo o continente, numa abordagem centrada nas evidências, na inovação e na confiança comunitária.</p>
<h2><strong>Investimento e documentação </strong></h2>
<p>Os participantes concordaram que a medicina tradicional não representa uma relíquia do passado africano, reafirmando o seu potencial para fortalecer a atenção primária à saúde e promover a sua cobertura universal.</p>
<p>Atualmente, o continente possui algumas das tradições de conhecimento em saúde e recursos de biodiversidade mais ricos do mundo.</p>
<p>Para desbloquear esse potencial, a agência diz que é necessário apostar na colaboração entre pesquisadores, governantes, parceiros e comunidades, bem como em um maior investimento em pesquisa e desenvolvimento, argumentam os participantes.</p>
<p>Noutra prioridade delineada passa pela documentação do conhecimento tradicional, os participantes alertaram para o risco de perda de conhecimentos não documentados. Eles apelaram para o reforço da preservação e no estudo do património de saúde de África para as próximas gerações.</p>
<h2><strong>OMS reconhece potencial da medicina tradicional</strong></h2>
<p>Olhando para o futuro, os participantes expressaram otimismo em relação à medicina tradicional. Eles descreveram um futuro onde a medicina tradicional e a biomedicina podem prosperar conjuntamente, contribuindo para a resiliência e saúde das comunidades africanas.</p>
<p>A OMS destaca que a medicina tradicional já é utilizada por milhões de pessoas, sendo cada vez mais reconhecida como uma parceira valiosa da biomedicina no apoio à prevenção e nos cuidados de saúde primários.</p>
<p>A agência destaca ainda que a medicina tradicional baseada em evidência pode contribuir para sistemas de saúde mais centrados nas pessoas e culturalmente relevantes, quando integrada de forma segura e eficaz.</p>
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		<title>Nepal em alerta: novo risco de enxurrada suspende resgates</title>
		<link>https://portalam.com.br/nepal-em-alerta-novo-risco-de-enxurrada-suspende-resgates/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONU NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 23:40:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Nepal]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>
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					<description><![CDATA[A dimensão do desastre que atingiu a área fronteiriça entre o Nepal e a Região Autónoma do Tibete, na China, continua a mobilizar as equipes de resgate, enquanto um novo alerta de inundação chegou a paralisar as operações em curso. Segundo autoridades locais, 538 corpos foram recuperados da zona arrasada. O impacto do fenômeno é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dimensão do desastre que atingiu a área fronteiriça entre o Nepal e a Região Autónoma do Tibete, na China, continua a mobilizar as equipes de resgate, enquanto um novo alerta de inundação chegou a paralisar as operações em curso.</p>
<p>Segundo autoridades locais, 538 corpos foram recuperados da zona arrasada. O impacto do fenômeno é classificado pelas Nações Unidas como “imenso e sem precedentes na história recente da região”.</p>
<h2><strong>Comunidades inteiras e infraestruturas </strong></h2>
<p>O desastre, causado pelo colapso de uma geleira seguido por deslizamentos de terra, destruiu comunidades inteiras e infraestruturas vitais, incluindo estradas e pontes cruciais para o transporte de suprimentos.</p>
<p>Segundo o Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários, Ocha, além das centenas de mortos, quase 3.750 pessoas foram salvas.</p>
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</div><figcaption class="media__caption figure-caption"><span class="author">© Unicef/Robic Upadhayay</span> <span class="caption">Suprimentos de emergência estão sendo preparados para serem entregues às comunidades afetadas pelas enchentes no Nepal.</span></figcaption></figure>
<p>No entanto, o cenário ainda é dramático, com cerca de 1 mil desaparecidos no Nepal. Grande parte destas vítimas eram turistas. Do outro lado da fronteira, as autoridades chinesas procuram por cerca de 560 pessoas.</p>
<p>A escalada do perigo forçou a interrupção repentina das missões de observação no terreno. Na quinta-feira, a coordenadora residente da ONU no Nepal, Lila Yahia, teve a sua visita à zona de desastre encurtada devido à emissão de um novo alerta de cheias.</p>
<h2><strong>Riscos constantes</strong></h2>
<p>Houve momentos de emoção ao testemunhar o resgate de famílias inteiras que acabavam de ser retiradas dos escombros. A responsável contou ainda que os esforços de busca e salvamento prosseguem numa corrida contra o tempo, apesar dos riscos constantes.</p>
<p>As equipes de socorro trabalham sem interrupção para alcançar as comunidades isoladas nos distritos nepaleses de Rasuwa, Nuwakot e Dhading.</p>
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</div><figcaption class="media__caption figure-caption"><span class="author">© OMS</span> <span class="caption">Agências em ação acompanham desdobramentos de crise humanitária sem precedentes na região</span></figcaption></figure>
<p>Para mitigar o sofrimento dos afetados, as Nações Unidas mobilizaram uma resposta de emergência, fornecendo alimentos, equipamentos de logística, tendas e kits médicos para uso de cerca de 10 mil pessoas durante três meses.</p>
<p>O apoio inclui também a disponibilização de imagens de satélite e análises detalhadas da área atingida para orientar as operações no terreno.</p>
<h2><strong>Sério risco de surtos de doenças</strong></h2>
<p>Em paralelo a estes esforços, a Organização Mundial da Saúde, OMS, alertou, em Genebra, para o sério risco de surtos de doenças infeciosas, impulsionado pelo deslocamento em massa, sobrelotação dos abrigos e corte nos serviços de água e saneamento.</p>
<p>Para o Fundo da ONU para a Infância, Unicef, a crise afeta diretamente o futuro das crianças, uma vez que dezenas de escolas ficaram danificadas e cerca de 10 mil estudantes estão sem apoio para continuar a sua educação perto das margens dos rios ainda sob risco.</p>
<p>O chefe do Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres, Undrr, Kamal Kishore, sublinhou que a situação atual é marcada por incerteza e risco extremamente elevado, uma vez que o próprio desastre ainda não terminou.</p>
<p>O representante frisou que a tragédia evidencia a fragilidade dos ecossistemas de montanha e a complexidade de implementar sistemas de alerta precoce nestes ambientes.</p>
<p>Em parceria com a ONU, a Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho manifestou profunda preocupação com a ameaça de inundações secundárias. Estima-se que pelo menos 93 mil pessoas necessitem de ajuda humanitária urgente na região.</p>
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			</item>
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		<title>Crescimento urbano expõe desigualdades sociais na Ásia e Pacífico</title>
		<link>https://portalam.com.br/crescimento-urbano-expoe-desigualdades-sociais-na-asia-e-pacifico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONU NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 12:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar do crescimento econômico, o relatório da Comissão Econômica e Social das Nações Unidas para a Ásia e o Pacífico, Escap, alerta para o agravamento das desigualdades sociais na região. O estudo prevê que a população urbana asiática, que hoje equivale a 54% do total, aumentará 1,2 bilhão até 2050, sem garantia de políticas públicas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar do crescimento econômico, o relatório da Comissão Econômica e Social das Nações Unidas para a Ásia e o Pacífico, Escap, alerta para o agravamento das desigualdades sociais na região.</p>
<p>O estudo prevê que a população urbana asiática, que hoje equivale a 54% do total, aumentará 1,2 bilhão até 2050, sem garantia de políticas públicas equalitárias.</p>
<h2><strong>Destaque para Timor-Leste</strong></h2>
<p>A análise elaborada pelo Banco Asiático de Desenvolvimento, BAD, e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Pnud, destaca o Timor-Leste. A nação figura na classificação da Escap entre Países Menos Avançados, LDCs, e Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento, Sids.</p>
<p>O país registrou diminuição na população vivendo em assentamentos informais no período entre 2013 e 2022, contudo, entre 20% e 30% da população continua habitando esses territórios.</p>
<p>A cobertura de água potável na zona urbana supera 90%, mas o acesso ao saneamento básico para os grupos vulneráveis ainda não atinge a média nacional.</p>
<p>A cobertura de eletricidade também supera mais de 90% das famílias. No entanto, combustíveis e tecnologias limpas não são acessíveis. Enquanto os grupos mais ricos têm alto acesso, outros enfrentam índices extremamente baixos.</p>
<figure class="context-un_news_full_width_credit_caption type-entermedia_image media figure media--type-entermedia-image media--view-mode-un-news-full-width-credit-caption"><figcaption class="media__caption figure-caption"></figcaption></figure>
<h2><strong>O abismo urbano</strong></h2>
<p>O relatório destaca que, em 2022, a Ásia e o Pacífico abrigavam 697 milhões de moradores em favelas e assentamentos informais, representando 62% do total mundial.</p>
<p>Entre os principais desafios urbanos apresentados no estudo, destaca-se o acesso desigual a serviços básicos<strong>.</strong></p>
<p>Embora o acesso à água potável e à eletricidade seja quase universal na maioria dos países, mais de 80% das águas residuais em vários países continuam a ser descartadas sem tratamento.</p>
<p>Também há problemas ambientais e socioeconômicos. Mais de 2,3 bilhões de pessoas na região estão expostas a altos níveis de poluição do ar, sofrendo com o aumento de resíduos sólidos e maior vulnerabilidade a desastres climáticos.</p>
<h2><strong>Caminhos para o Futuro</strong></h2>
<p>Os trabalhadores urbanos sofrem os impactos na economia, com mais de 60% atuando na economia informal. Eles não têm proteção social ou estabilidade de emprego e estão concentrados principalmente no setor de serviços, construção civil e manufatura.</p>
<p>A desigualdade urbana não é um efeito inevitável do crescimento, mas sim o resultado de escolhas de políticas e investimentos. Para reverter esse cenário, a Escap e institutos internacionais fazem algumas recomendações.</p>
<p>Superar esses desafios exige a priorização de investimentos em infraestrutura básica e em políticas de inclusão socioeconômica nas áreas urbanas de Timor-Leste.</p>
<p>Segundo o relatório, a ampliação do acesso universal a saneamento seguro e energias limpas colocará o país em uma posição estratégica para transformar suas cidades em destaque no desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Para a região da Ásia e o Pacífico, indicam financiamentos na economia verde, integração das comunidades na melhoria dos assentamentos informais e a transição gradual dos trabalhadores para a formalidade.</p>
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		<title>Sismo e avalanche no Nepal deixam dezenas de mortos e centenas de desaparecidos</title>
		<link>https://portalam.com.br/sismo-e-avalanche-no-nepal-deixam-dezenas-de-mortos-e-centenas-de-desaparecidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONU NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 18:28:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Nepal]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Sismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta quarta-feira, o Escritório das Nações Unidas no Nepal declarou profundo pesar pelas perdas humanas em desastres naturais, reafirmando total apoio técnico e logístico às operações de busca lideradas pelo governo nacional. O norte do país sofre inundações repentinas de grande magnitude próximo à fronteira com a região administrativa do Tibete, China. O fenômeno arrasou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira, o Escritório das Nações Unidas no Nepal declarou profundo pesar pelas perdas humanas em desastres naturais, reafirmando total apoio técnico e logístico às operações de busca lideradas pelo governo nacional.</p>
<p>O norte do país sofre inundações repentinas de grande magnitude próximo à fronteira com a região administrativa do Tibete, China. O fenômeno arrasou vilarejos nos distritos de Rasuwa e Nuwakot.</p>
<h2><strong>Enorme avalanche de gelo e rocha</strong></h2>
<p>Agências de notícias informaram que um sismo de magnitude 4.4 ocorreu na fronteira às 8h37, horário local, desencadeando uma enorme avalanche de gelo e rocha que piorou a situação.</p>
<p>De acordo com os relatos, o desastre natural já matou pelo menos 95 pessoas, enquanto equipes de resgate correm contra o tempo em buscas intensivas por centenas de desaparecidos.</p>
<p>O Conselho de Turismo do Nepal anunciou que o número de pessoas não localizadas chega a 403, das quais 341 são cidadãos estrangeiros oriundos de 26 países.</p>
<p>A destruição das vias de acesso e a perda de conexões de comunicação têm dificultado a localização e o resgate seguro de residentes e visitantes isolados nas áreas rurais.</p>
<h2><strong>Agências especializadas ativaram protocolos</strong></h2>
<p>Diante da situação, as Nações Unidas e suas agências especializadas ativaram protocolos de emergência em coordenação direta com o Governo do Nepal.</p>
<p>O Fundo da ONU para a Infância, Unicef, alertou para os riscos imediatos enfrentados por crianças e famílias desalojadas. A agência prioriza o fornecimento de água potável, suprimentos médicos, abrigo e suporte de saúde mental.</p>
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<div class="media__image figure-img img-fluid rounded">
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</div>
</figure>
<p>O Programa da ONU para o Desenvolvimento, Pnud, confirmou a mobilização de recursos para a resposta imediata destacando o compromisso de liderar as ações seguintes de recuperação e reconstrução das comunidades afetadas.</p>
<p>Já a ONU Mulheres pediu que equipes de emergência estruturem ações humanitárias com atenção específica às necessidades de vulnerabilidade de mulheres e meninas, dando auxílio direto ao governo e a entidades da sociedade civil.</p>
<p>Nas áreas afetadas, as operações de busca prosseguem em terrenos de difícil acesso, sob alerta das autoridades locais para o risco de novos deslizamentos de terra.</p>
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		<item>
		<title>Faixa de Gaza tem 3% das terras agrícolas acessíveis e intactas</title>
		<link>https://portalam.com.br/faixa-de-gaza-tem-3-das-terras-agricolas-acessiveis-e-intactas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONU NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 04:06:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, FAO, publicou uma avaliação geoespacial revelando que apenas 3% das terras agrícolas da Faixa de Gaza permanecem acessíveis e intactas. A agência associa o declínio da acessibilidade das terras agrícolas à expansão para oeste da “linha amarela”. O limite separa a zona de cessar-fogo da [&#8230;]]]></description>
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<p>A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, <a class="ext" title="(opens in a new window)" href="http://www.fao.org/home/en/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-extlink="">FAO</a>, publicou uma avaliação geoespacial revelando que apenas 3% das terras agrícolas da Faixa de Gaza permanecem acessíveis e intactas.</p>
<p>A agência associa o declínio da acessibilidade das terras agrícolas à expansão para oeste da “linha amarela”. O limite separa a zona de cessar-fogo da área sob controlo militar de Israel, reduzindo o acesso às terras agrícolas.</p>
<h2><strong>Palestinos privados de meios de subsistência</strong></h2>
<p>De acordo com a FAO, até 24 de junho deste ano, apenas 4.091 hectares, equivalentes a 27% do total das terras agrícolas na Faixa de Gaza, permaneciam acessíveis às comunidades palestinas.</p>
<p>Desses, apenas 448 hectares, cerca de 3% do total das terras agrícolas, permaneciam simultaneamente acessíveis e intactos.</p>
<p>Os restantes 3 643 hectares, ou 24% do total das terras agrícolas, estavam danificados e exigiriam reabilitação antes de poderem ser novamente cultivados.</p>
<p>Desde o cessar-fogo assinado em outubro de 2025, as terras agrícolas acessíveis e intactas diminuíram de 601 para 448 hectares. Trata-se de uma perda de 153 hectares, equivalente a 25,5% da área agrícola acessível e intacta em Gaza, revela a agência da ONU.</p>
<p>A cidade de Rafah apresenta os níveis mais elevados de inacessibilidade, com 97,2% das terras agrícolas e 98,4% da área de estufas inacessíveis.</p>
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</div><figcaption class="media__caption figure-caption"><span class="author">© WFP/Maxime Le Lijour</span> <span class="caption">Alimentos são distribuídos para pessoas que vivem em um acampamento improvisado em Gaza.</span></figcaption></figure>
<h2><strong>Quadro de deterioração do setor agrícola</strong></h2>
<p>Perante esta última atualização, o diretor do Escriório de Emergências e Resiliência da FAO, Rein Paulsen, alertou para o “quadro sombrio” de progressiva deterioração do setor agrícola na Faixa de Gaza.</p>
<p>O representante sublinha que a perda de acesso às terras agrícolas tem vindo a reduzir a capacidade de produção dos agricultores palestinos, mesmo quando os ativos agrícolas permanecem fisicamente intactos.</p>
<p>Sem ações urgentes para apoiar os agricultores e restabelecer o seu acesso seguro às terras, as oportunidades de restabelecer a produção local de alimentos na Palestina continuarão a diminuir, avisa Rein Paulsen.</p>
<h2><strong>Escassez crítica de recursos</strong></h2>
<p>A FAO nota que, para além do acesso limitado à terra, os agricultores palestinos também enfrentam grande falta de sementes, fertilizantes, equipamentos de irrigação, combustível e outros materiais de produção.</p>
<p>Os criadores de gado também têm dificuldade em obter rações, produtos veterinários e serviços de saúde animal.</p>
<p>Os recursos necessários para a produção agrícola e pecuária são limitados, de qualidade decrescente e demasiado dispendiosos para a maioria dos agregados familiares.</p>
<p>Neste sentido, a agência da ONU lançou um apelo urgente para o restabelecimento da produção agrícola em Gaza, apelando a um acesso seguro e desimpedido às terras e aos meios de subsistência dos agricultores palestinos.</p>
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		<title>ONU pede US$ 148 milhões para plano de resposta ao terremoto na Colômbia</title>
		<link>https://portalam.com.br/onu-pede-us-148-milhoes-para-plano-de-resposta-ao-terremoto-na-colombia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONU NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 09:39:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Terremoto]]></category>
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					<description><![CDATA[A ONU lançou, nesta sexta-feira, o plano de resposta para o terremoto na Colômbia, com um apelo por US$ 148 milhões para ações de emergência. Segundo dados oficiais do governo, 319 pessoas morreram e cerca de 280 mil foram afetadas pelo sismo, que destruiu mais de 31 mil casas e danificou milhares de outras. Também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ONU lançou, nesta sexta-feira, o plano de resposta para o terremoto na Colômbia, com um apelo por US$ 148 milhões para ações de emergência.</p>
<p>Segundo dados oficiais do governo, 319 pessoas morreram e cerca de 280 mil foram afetadas pelo sismo, que destruiu mais de 31 mil casas e danificou milhares de outras. Também foram afetadas escolas, centros comunitários e unidades de saúde.</p>
<h2><strong>Necessidades mais urgentes</strong></h2>
<p>A equipe humanitária da ONU na Colômbia ressaltou que dentro do valor solicitado, US$ 82 milhões são destinados para prioridades máximas, com foco em apoiar 127 mil pessoas consideradas em situação de alta vulnerabilidade.</p>
<p>As necessidades mais urgentes incluem assistência à saúde, mas também alimentação e nutrição, abrigo, água, saneamento e higiene, educação de emergência e proteção.</p>
<p>O terremoto, ocorrido há 11 dias, agravou uma situação humanitária complexa na Colômbia.</p>
<p>Milhares de famílias já enfrentavam dificuldades devido ao conflito armado e ao acesso limitado a serviços básicos, especialmente nas áreas rurais e na costa do Pacífico, onde o terremoto teve seu epicentro.</p>
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<h2><strong>Alocações financeiras</strong></h2>
<p>Falando a jornalistas em Genebra, o representante do Escritório da ONU para Coordenação de Assuntos Humanitários, Ocha, Jens Laerke, explicou que o apelo complementa os esforços das autoridades nacionais e locais. A solicitação é um adendo ao plano de resposta às necessidades humanitárias já existente no país.</p>
<p>Essa previsão anual envolve um orçamento de cerca de US$ 472 milhões e conta atualmente com 62% de financiamento.</p>
<p>O representante do Ocha informou que a ONU já recebeu US$ 35 milhões de doadores para a resposta ao terremoto. Além disso, o Fundo Central de Resposta a Emergências, Cerf, já alocou US$ 5 milhões para intervenções vitais imediatas.</p>
<h2><strong>Colaboração da ONU com as autoridades</strong></h2>
<p>Respondendo a perguntas de jornalistas, Laerke disse que pouco depois da ocorrência do terremoto, o Ocha recebeu uma solicitação do governo dirigida à equipe humanitária no país, sediada na capital, Bogotá. As autoridades pediram apoio, mobilização de recursos e coordenação de esforços de colaboração.</p>
<p>Ele explicou que as equipes humanitárias da ONU respondem às necessidades imeditas mesmo antes da finalização de um plano de resposta. Até mesmo porque este documento depende de diversas avaliações que levam tempo.</p>
<p>As análises envolvem levantamento de danos e de necessidades humanitárias, além de discussões com o governo e mobilização de todos os atores envolvidos.</p>
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