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	<title>Agressões | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>Agressões | Portal AM</title>
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		<title>Homem é preso em flagrante após recorrentes agressões e abusos contra a companheira em Envira</title>
		<link>https://portalam.com.br/homem-e-preso-em-flagrante-apos-recorrentes-agressoes-e-abusos-contra-a-companheira-em-envira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jun 2025 14:21:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[abusos]]></category>
		<category><![CDATA[Agressões]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da 66ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Envira (a 1.208 quilômetros de Manaus), prendeu em flagrante, neste sábado (07/06), um homem, de 44 anos, investigado por submeter sua companheira a uma rotina de agressões físicas, abusos sexuais, ameaças de morte e exploração sexual. Segundo o delegado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da 66ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Envira (a 1.208 quilômetros de Manaus), prendeu em flagrante, neste sábado (07/06), um homem, de 44 anos, investigado por submeter sua companheira a uma rotina de agressões físicas, abusos sexuais, ameaças de morte e exploração sexual.</p>
<p>Segundo o delegado Henrique Maciel, da 66ª DIP, a denúncia partiu da filha da vítima, que procurou a delegacia relatando os recorrentes episódios de violência. Conforme o relato, o autor mantinha a companheira em cárcere emocional e físico, impedindo-a de sair desacompanhada, obrigando-a a manter relações sexuais contra sua vontade e forçando-a a se prostituir para sustentar seu vício em álcool e drogas.</p>
<p>As agressões eram praticadas com o uso de espingarda, faca, machado, pedaços de pau e até com os punhos do agressor. Em uma ocasião, após ser espancada por toda a madrugada, a vítima conseguiu fugir e buscou abrigo, mas foi localizada por ele, que a levou de volta sob ameaças de morte.</p>
<p>“Em seu termo de declaração, a vítima confirmou os abusos e afirmou que o companheiro a viciou em drogas e álcool. Disse ainda que se submetia às ordens dele por medo de sofrer agressões ainda mais severas”, afirmou o delegado.</p>
<p>A situação se agravou com o relato de que o agressor tentou matar um dos filhos da vítima com um terçado. Por medo, quatro dos cinco filhos da vítima se afastaram completamente, restando apenas a filha denunciante, que também passou a ser ameaçada de morte.</p>
<p>Diante da gravidade dos fatos e da reiteração das condutas violentas, a Polícia Civil efetuou a prisão em flagrante dele, encerrando um ciclo de abusos que perdurava há anos.</p>
<p>A autoridade policial também representou pela prisão preventiva dele, que deverá responder por lesão corporal, perseguição, estupro e favorecimento à prostituição, todos em contexto de violência doméstica e familiar.</p>
<p>O homem foi conduzido à delegacia, passará por audiência de custódia e ficará à disposição do Poder Judiciário.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Agressões contra mulheres aumentam em dias de jogos de futebol, diz pesquisadora</title>
		<link>https://portalam.com.br/agressoes-contra-mulheres-aumentam-em-dias-de-jogos-de-futebol-diz-pesquisadora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Nov 2024 13:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agressões]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos de Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante debate sobre a proposta que prevê a realização de campanhas de conscientização sobre violência contra as mulheres nos estádios (PL 4842/2023, do Senado), a pesquisadora do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Isabella Matosinhos, relatou que, em dias de jogos de futebol, as agressões físicas às mulheres aumentam quase 21%. A mesma pesquisa realizada pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante debate sobre a proposta que prevê a realização de campanhas de conscientização sobre violência contra as mulheres nos estádios (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/160370" target="_blank" rel="noopener">PL 4842/2023</a>, do Senado), a pesquisadora do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Isabella Matosinhos, relatou que, em dias de jogos de futebol, as agressões físicas às mulheres aumentam quase 21%. A mesma pesquisa realizada pelo fórum mostrou que as ameaças nessas ocasiões também crescem em quase 24%.</p>
<p>Na audiência pública da Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher (CMCVM), Isabella realçou que os homens respondem por 90% dos crimes letais contra as mulheres. Das agressões cometidas em dias de jogos de futebol, segundo demonstrou a pesquisa, 80% das ameaças e 78% das lesões corporais são cometidas por companheiro ou ex-companheiro da vítima.</p>
<p>A pesquisadora sublinhou, no entanto, que esses números não significam que o futebol seja a causa da violência contra as mulheres, mesmo nesse contexto dos dias de jogo. A violência de gênero é um fenômeno complexo, com causas também complexas, sustentou a especialista.</p>
<p>— As causas se relacionam com valores do patriarcado, dominação masculina, enfim, a desigualdade de poder entre os gêneros que existe na nossa sociedade— afirmou.</p>
<p>Ela acrescentou que o futebol pode funcionar como um catalizador: &#8220;ele torna mais vivos certos valores de masculinidade relacionados ao uso da violência e à forma como alguns homens se veem dentro dessa estrutura de poder de gênero, se veem tendo mais poder que a mulher e fazendo o uso desse poder para serem violentos.”</p>
<h3><strong>Campanhas</strong></h3>
<p>A diretora-executiva do Instituto Avon, Daniela Grelin, destacou que o futebol representa uma grande paixão nacional. Segundo ela, 81% dos brasileiros disseram ter muito interesse em futebol e 40% se declararam super fãs do esporte. A Avon foi parceira do Fórum Brasileiro de Segurança Pública na pesquisa.</p>
<p>Diante desses números, Daniela defende que o futebol, por ser uma grande plataforma de relacionamento e de comunicação, pode servir também como espaço de educação cidadã. Assim, na opinião da representante da Avon, a realização de campanhas de conscientização em estádios pode representar uma forma importante de educar os torcedores e contribuir para mudar a cultura de violência.</p>
<p>De acordo com a coordenadora-geral de Cultura do Ministério das Mulheres, Lucimara Rosana Cardozo, o ministério já realiza um trabalho contra a violência de gênero nos estádios, a campanha Feminicídio Zero. De acordo com Lucimara, dez times brasileiros da série A já aderiram à campanha.</p>
<p>Nos dias de grandes partidas, os jogadores entram com faixas nos estádios. Também são exibidos vídeos sobre o combate à violência contra a mulher e ocorre a divulgação do Disque Denúncia 180 nos painéis das arenas.</p>
<p>Além da realização de campanhas, Lucimara ressaltou a importância de se criarem espaços de acolhimento para as vítimas de agressão nos estádios.</p>
<p>— A gente precisa falar para as mulheres que estão nos estádios que elas têm a segurança de que, nesses espaços, tem uma delegacia ou uma sala de atendimento e acolhimento. Infelizmente, nem todos os clubes, nem todos os estádios, têm esse espaço, mas hoje a grande maioria tem uma delegacia ou uma sala de atendimento — afirmou a representante do Ministério das Mulheres.</p>
<p>O projeto do Senado, debatido na audiência pública, prevê a realização de campanhas de conscientização sobre a violência contra a mulher em eventos esportivos com mais de 10 mil participantes.</p>
<h3><strong>Recortes</strong></h3>
<p>A pesquisadora Isabella ressaltou ainda que, para combater a violência de gênero, é necessário levar em conta fatores como raça e classe. Ela lembrou que quase 70% das vítimas de crimes violentos em 2023 eram mulheres negras, em sua maioria, pobres.</p>
<p>Fonte: Agência Senado</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Homem é preso por violência doméstica no bairro Jorge Teixeira</title>
		<link>https://portalam.com.br/homem-e-preso-por-violencia-domestica-no-bairro-jorge-teixeira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 20:50:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Agressões]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[ameaças]]></category>
		<category><![CDATA[injúria]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Teixeira]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher (DECCM) norte/leste, cumpriu, na manhã desta quarta-feira (30/08), por volta das 11h, mandado de prisão preventiva de um homem, 28, por descumprimento de medida protetiva, lesão corporal, injúria e ameaça, contra sua ex companheira, 26. A prisão ocorreu no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher (DECCM) norte/leste, cumpriu, na manhã desta quarta-feira (30/08), por volta das 11h, mandado de prisão preventiva de um homem, 28, por descumprimento de medida protetiva, lesão corporal, injúria e ameaça, contra sua ex companheira, 26. A prisão ocorreu no bairro Jorge Teixeira, zona leste.</p>
<p>Conforme a delegada Isabelita Leite, titular da unidade especializada, por volta das 10h do dia 2 de agosto deste ano, o autor invadiu a casa da vítima e, em posse de uma faca, proferiu palavras de baixo calão além de ameaças, descumprindo a medida protetiva que há em favor da mulher, em razão dos crimes de ameaça e injúria.</p>
<p>“De imediato a vítima veio à delegacia e registrou um Boletim de Ocorrência (BO) contra o indivíduo, ocasião em que relatou, também, que a motivação seria o fato do suspeito não aceitar o término do relacionamento”, disse.</p>
<p>Segundo a titular, durante os trabalhos policiais, foi solicitada a prisão preventiva do indivíduo e a ordem judicial foi cumprida na data de hoje.</p>
<p><strong>Procedimentos</strong></p>
<p>O autor responderá por descumprimento de medida protetiva, lesão corporal, injúria e ameaça, e ficará à disposição da Justiça.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Suposto criminoso morre após linchamento em Manaus</title>
		<link>https://portalam.com.br/suposto-criminosos-morre-apos-linchamento-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Aug 2023 19:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Agressão]]></category>
		<category><![CDATA[Agressões]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[IML]]></category>
		<category><![CDATA[Linchamento]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[Um suposto assaltante, ainda não identificado, que foi brutalmente espancado na noite da quarta-feira (2), na avenida das Torres, zona norte de Manaus, não resistiu aos ferimentos graves. O homem foi capturado pela população revoltada com uma série de assaltos que ele praticava na área. Segundo informações de testemunhas do local, o suspeito frequentemente assaltava [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um suposto assaltante, ainda não identificado, que foi brutalmente espancado na noite da quarta-feira (2), na avenida das Torres, zona norte de Manaus, não resistiu aos ferimentos graves.</p>
<p>O homem foi capturado pela população revoltada com uma série de assaltos que ele praticava na área.</p>
<p>Segundo informações de testemunhas do local, o suspeito frequentemente assaltava vítimas que passavam pela avenida.</p>
<p>Na noite de quarta-feira (2), o homem acabou sendo pego em flagrante pela população.</p>
<p>Vídeos divulgados nas redes sociais mostram que o suspeito foi agredido com chutes, socos e ponta pés. Na ocasião, ele acabou desmaiando e a morte foi constatada.</p>
<p>A equipe do Departamento de Polícia Técnico Científica (DPTC) foi acionada e identificou que o homem sofreu uma fratura na mandíbula, traumatismo craniano e morreu por asfixia mecânica.</p>
<p>De acordo com a polícia, quando a equipe chegou ao local, as pessoas que participaram das agressões já tinha indo embora.</p>
<p>O corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML) e a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) vai investigar o caso.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Homem é flagrado agredindo namorada grávida em Manaus</title>
		<link>https://portalam.com.br/homem-e-flagrado-agredindo-namorada-gravida-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Mar 2023 12:23:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Agressões]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Grávida]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[Um homem de 21 anos, ainda não identificado, que aparece em um vídeo agredindo a namorada grávida, está sendo procurado pela polícia . Na sexta-feira (10), começou a circular nas redes sociais as imagens das agressões contra a mulher de 23 anos. O caso aconteceu na casa do suspeito, localizada na rua 12, bairro Alvorada, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem de 21 anos, ainda não identificado, que aparece em um vídeo agredindo a namorada grávida, está sendo procurado pela polícia</p>
<p>. Na sexta-feira (10), começou a circular nas redes sociais as imagens das agressões contra a mulher de 23 anos.</p>
<p>O caso aconteceu na casa do suspeito, localizada na rua 12, bairro Alvorada, zona centro-oeste de Manaus.</p>
<p>Homem flagrado agredindo namorada grávida é procurado em Manaus (Foto: Reprodução – Redes Sociais)</p>
<p>De acordo com a delegada Débora Mafra, titular da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DEECM), a vítima foi localizada e identificada após a repercussão do vídeo.</p>
<p>A mulher está grávida de 8 meses e o suspeito das agressões é o pai da criança. Ela registrou um Boletim de Ocorrência (BO) e pediu uma medida protetiva contra o homem.</p>
<p>No vídeo é possível perceber as agressões físicas e psicológicas sofridas pela mulher. Ainda segundo a delegada, a vítima tinha ido até a casa do namorado, mas ele não queria a presença dela no local. Em seguida, ele começou a sequência de agressões com tapas, chutes na barriga da vítima e ainda tentou esganá-la.</p>
<p>“Vai te embora. Dá teu jeito. Não vou te querer aqui não, tu sabe disso, tu sabe disso”, diz o homem na gravação.</p>
<p>A mulher contou à polícia que depois das agressões, ela saiu correndo do local e pediu ajuda. Além do BO e da medida protetiva, a vítima também passou por exame de corpo de delito.</p>
<p>Manaus possui três Delegacias Especializadas em Crimes Contra a Mulher (DCCM), voltadas exclusivamente para combater a violência doméstica e outros crimes praticado contra as mulheres.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Homem é preso por agredir sua mãe de 87 anos</title>
		<link>https://portalam.com.br/homem-e-preso-por-agredir-sua-mae-de-87-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 12:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Agressões]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[idosa]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
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					<description><![CDATA[Um homem identificado apenas como Jucelino, foi preso nesta quarta-feira (4) após agredir a própria mãe, uma idosa de 87 anos. O aconteceu no bairro Praça 14, zona Sul de Manaus e foi denunciado por vizinhos. Imagens registradas por vizinhos da idosa, mostram o momento em que a senhora pede por socorro e chegar a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem identificado apenas como Jucelino, foi preso nesta quarta-feira (4) após agredir a própria mãe, uma idosa de 87 anos.</p>
<p>O aconteceu no bairro Praça 14, zona Sul de Manaus e foi denunciado por vizinhos.</p>
<p>Imagens registradas por vizinhos da idosa, mostram o momento em que a senhora pede por socorro e chegar a chorar após ter sido agredida.</p>
<p>Segundo uma vizinha que preferiu não ser identificada, essa não é a primeira vez que o homem maltrata a idosa.</p>
<p>&#8220;Ele bate todos os dias na mãe dele, e ela fica gritando pedindo socorro, ele é drogado&#8221;, afirmou a moradora.</p>
<p>Um vídeo mostrou o momento em que uma das agressões acontecem.</p>
<p>O homem foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos mas negou as agressões.</p>
<p>A idosa será encaminhada para o IML para fazer corpo de delito.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Agressões contra crianças e adolescentes chegam a quase 120 mil</title>
		<link>https://portalam.com.br/agressoes-contra-criancas-e-adolescentes-chegam-a-quase-120-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Oct 2021 15:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Agressões]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[No data em que se comemora o Dia da Criança (12), o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) divulgou que o Brasil alcançou a marca de 119,8 mil denúncias de violações de direitos de crianças e adolescentes entre os meses de janeiro a setembro deste ano. Os números são do Disque 100. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No data em que se comemora o Dia da Criança (12), o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) divulgou que o Brasil alcançou a marca de 119,8 mil denúncias de violações de direitos de crianças e adolescentes entre os meses de janeiro a setembro deste ano. Os números são do Disque 100. No ano passado inteiro o total de denúncias chegou 153,4 mil.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1424257&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1424257&amp;o=node" /></p>
<p>Em cerca de 66% dos casos, a agressão ocorre dentro de casa (79.872). De acordo com o levantamento, a agressão vem principalmente dos pais:  51.293 das agressões foram praticadas pela mãe e 20.296 pelo pai. O levantamento não especifica o tipo de agressão sofrido.</p>
<p>Especialistas apontam alguns sinais para identificar se uma criança está sendo abusada. Confira os principais deles:</p>
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<div class="dnd-atom-rendered">
<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Arte/ Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/58ESsODHzHadWBU9DDrUmqN4m_0=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/arte_violencia_1.jpg?itok=AxWERFvk" alt="Saiba o que observar para garantir  proteção às crianças " /></div>
</div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta">Saiba o que observar para garantir proteção às crianças &#8211; <strong>Arte/ Agência Brasil</strong></h6>
</div>
</div>
<p>&#8220;É um número muito alto. Precisamos dar um basta na violência, principalmente contra crianças e adolescentes, que são o futuro da nossa nação. Para vencer essa situação, devemos denunciar os casos, cobrar ação das autoridades responsáveis e conscientizar as famílias”, destaca a ministra Damares Alves.</p>
<p>O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) tem diversos canais para que qualquer tipo de violência contra crianças e adolescentes possa ser denunciada.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered">
<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Arte/ Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/aaWVY6QhK_SF8dWsCKWqehXPqJU=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/arte_violencia_2.jpg?itok=VsmK0Azr" alt="Saiba o que observar para garantir  proteção às crianças " /></div>
</div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<h6 class="meta">Saiba o que observar para garantir proteção às crianças &#8211; <strong>Arte/ Agência Brasil</strong></h6>
</div>
</div>
<h2>Como denunciar:</h2>
<p>O governo federal disponibiliza diversos de canais para atendimento às vítimas do abuso infantil. Entre eles está a Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, que funciona por meio do serviço Disque 100 e que conta agora com números no WhatsApp e Telegram (basta apenas digitar Direitoshumanosbrasilbot no aplicativo).</p>
<p>A Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do governo federal tem uma<a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2021/maio/CartilhaMaioLaranja2021.pdf" target="_blank" rel="noopener"> cartilha</a> com informações sobre abuso sexual. Nela constam informações como os conceitos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, mitos e verdades sobre esses crimes, métodos do agressor e perfil das vítimas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Defensoria: agressões durante prisão não são consideradas por juízes</title>
		<link>https://portalam.com.br/defensoria-agressoes-durante-prisao-nao-sao-consideradas-por-juizes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Sep 2021 15:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Agressões]]></category>
		<category><![CDATA[Defensoria]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
		<category><![CDATA[presos]]></category>
		<category><![CDATA[Suspeitos]]></category>
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					<description><![CDATA[Um levantamento da Defensoria Pública do Rio de Janeiro mostra que, entre as pessoas que sofreram agressões físicas ou psicológicas no ato da prisão, 96% são homens, 79,9% são pretos ou pardos, 71% não chegaram ao ensino médio e em 87% das vezes o agressor é policial militar. Por faixa etária, a maioria tem entre 18 e 25 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento da Defensoria Pública do Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT1212_com_zimbra_date"> de Janeiro</span> mostra que, entre as pessoas que sofreram agressões físicas ou psicológicas no ato da prisão, 96% são homens, 79,9% são pretos ou pardos, 71% não chegaram ao ensino médio e em 87% das vezes o agressor é policial militar. Por faixa etária, a maioria tem entre 18 e 25 anos (52,8%) e entre 26 e 40 anos (34,5%). Do total, 84,7% das vítimas afirmaram exercer alguma atividade profissional.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1421929&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1421929&amp;o=node" /></p>
<p>A pesquisa foi feita pelo Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos (Nudedh) da Defensoria e analisou o relato de 1.250 pessoas presas, submetidas a tortura e maus-tratos, entre junho de 2019 e agosto de 2020. O relatório foi divulgado <span id="OBJ_PREFIX_DWT1213_com_zimbra_date"><span id="OBJ_PREFIX_DWT583_com_zimbra_date" role="link">hoje</span></span> (17), no evento Pelo Fim da Tortura: o Impacto dos Relatos de Agressão nas Sentenças Criminais, com transmissão pelo <a href="http://%28https//www.youtube.com/channel/UCxfK8fA5D95ClVoK5D6oKHg" target="_blank" rel="noopener">canal da Defensoria</a> no YouTube.</p>
<p>Este é o segundo relatório produzido pela Defensoria desde a criação do Protocolo de Prevenção e Combate à Tortura e outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanas ou Degradantes, que prevê a notificação obrigatória ao Nudedh dos casos registrados por defensores e defensoras públicos em todo o estado.</p>
<p>O primeiro relatório reuniu 931 denúncias de tratamentos desumanos praticados contra pessoas presas entre agosto de 2018 e maio de 2019, indicando uma média de três agressões por dia. Desse total, 96% das denúncias foram feitas durante a audiência de custódia. No ano passado, a Defensoria também havia apontado o racismo estrutural existente nos atos de prisão em flagrante no estado.</p>
<h2>Vítimas</h2>
<p>De acordo com o levantamento, apenas 20% das vítimas buscam medidas administrativas ou judiciais contra o Estado ou contra o agressor, mesmo com 90% sendo capazes de identificar os autores e 35% tendo lesões aparentes. As medidas administrativas solicitadas foram a instauração de investigação (227), o ajuizamento de ação indenizatória (185) e a representação por falta funcional (155).</p>
<p>Porém, mesmo que não haja menção a agressões na audiência de custódia, no interrogatório ou na fundamentação da sentença, em 70% dos casos o juiz responsável tomou conhecimento da alegação do acusado. A coordenadora do estudo, Carolina Haber, destaca que, mesmo assim, em 80% dos casos em que há lesões visíveis, a agressão não é mencionada na sentença.</p>
<p>“A partir da leitura dos termos de audiência de custódia e das sentenças, buscamos identificar todos os casos em que há o registro do relato de agressão para <span id="OBJ_PREFIX_DWT1216_com_zimbra_date"><span id="OBJ_PREFIX_DWT586_com_zimbra_date" role="link">ter</span></span> certeza que, de fato, o juiz tomou conhecimento dessa ocorrência. Porém, o que se percebe é que esse relato vai desaparecendo ao longo do processo e acaba sendo considerado irrelevante para o julgamento, não sendo tomada nenhuma providência mais concreta”.</p>
<p>Entre os relatos que chegaram ao Nudedh, 96,1% dos casos informaram sobre agressões físicas e em 28,5% dos casos houve agressão psicológica. Chutes (477), socos (438) e tapa na cara (337) foram os tipos de agressão mais mencionados pelos presos. Há registro também de pauladas, coronhadas, queimaduras, enforcamentos e espancamentos. Entre as agressões psicológicas, a mais citada foi a ameaça de morte (148).</p>
<h2>Crimes</h2>
<p>Dos casos analisados pela Defensoria, que haviam sido julgados em primeira instância, 56% foram baseados na Lei de Drogas. Em 75% das condenações o juiz menciona a Súmula 70 do Tribunal de Justiça do Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT1217_com_zimbra_date"> de Janeiro</span>, bem como em cerca de 14,6% das prisões por roubo, que respondem por 31% das condenações. O normativo legitima a palavra dos policiais para embasar a condenação, na ausência de outras testemunhas.</p>
<p>Harber indica ainda que quando os relatos de agressão aparecem na sentença, eles são utilizados para desqualificar a versão do acusado ou afirmar que o laudo não confirmou as agressões alegadas. Para a coordenadora, isso aprofunda a falta de providências com relação às agressões sofridas pelos presos, já constatada durante as audiências de custódia.</p>
<p>“Identificando que, na maioria das vezes, ocorre o encaminhamento a outros órgãos responsáveis pela apuração das situações relatadas em audiência, como a Corregedoria da Polícia Militar ou a Promotoria de Investigação Penal junto à Auditoria Militar. As agressões sofridas, no entanto, não são consideradas para relaxar a prisão ou conceder a liberdade provisória. Nesse segundo relatório, a proposta foi verificar se o juízo natural tomava alguma medida em relação às agressões, mas de fato, nada é feito”.</p>
<p>A coordenadora do trabalho destaca que o uso da Súmula 70 está levando ao cárcere uma maioria de jovens negros e pobres, em nome da chamada “guerra às drogas”, legitimando um sistema penal seletivo e que não se esforça para investigar os abusos e excessos praticados pelos agentes do Estado.</p>
<p>“A pessoa presa em flagrante por tráfico de drogas, ainda que negue a prática do delito e/ou alegue <span id="OBJ_PREFIX_DWT1218_com_zimbra_date"><span id="OBJ_PREFIX_DWT587_com_zimbra_date" role="link">ter</span></span> sido submetida a agressões no momento da prisão, ou mesmo tortura, sofre violações de direitos ao não <span id="OBJ_PREFIX_DWT1219_com_zimbra_date"><span id="OBJ_PREFIX_DWT588_com_zimbra_date" role="link">ter</span></span> suas afirmações levadas em consideração, na maioria das vezes. É preciso um grande esforço da defesa para dar credibilidade às denúncias de maus-tratos, bem como para provar a inocência daqueles envolvidos com denúncias relacionadas a crimes da Lei de Drogas”.</p>
<p>A maior parte dos registros é anterior a março de 2020, quando audiências de custódia foram suspensas por causa da pandemia de covid-19.</p>
<h2>Outro lado</h2>
<p>Procurada, a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar disse que a &#8220;corporação não comentará relatório baseado apenas na oitiva dos presos em audiência de custódia, sem qualquer comprovação técnica em exame de corpo de delito&#8221;.</p>
<p>Em nota, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) diz que desconhece estes dados e que “não foi comunicado oficialmente do relatório citado, de como ele foi feito e em que período se baseou”.</p>
<p>Ainda segundo o TJRJ, os relatos de maus tratos ou de qualquer excesso são encaminhados ao Ministério Público do estado (MPRJ) e às corregedorias da polícia Civil ou Militar “dependendo do caso, que são os órgãos competentes para a apuração nessas hipóteses”.</p>
<p>E que as audiências de custódia têm por uma das finalidades a de apurar acerca de eventual prática de tortura ou maus tratos no ato prisional, logo após a prisão.</p>
<p>Finaliza o TJRJ, “nas audiências realizadas na Central de Custódia de Benfica, em torno de 30% dos custodiados (presos) relatam a prática de tortura ou maus tratos no ato prisional e, sempre que há relato nesse sentido, o juiz que preside a audiência determina a expedição de ofícios para os órgãos competentes para a apuração da prática de violência relatada, cabendo a tais órgãos a partir de então a efetiva apuração dos relatos”.</p>
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		<title>Lei Maria da Penha: PC-AM esclarece sobre crimes e penalidades previstos na lei</title>
		<link>https://portalam.com.br/lei-maria-da-penha-pc-am-esclarece-sobre-crimes-e-penalidades-previstos-na-lei/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Aug 2021 14:26:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Agressões]]></category>
		<category><![CDATA[Maria da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[PC]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste sábado (07/08), a Lei Maria da Penha completa 15 anos de sua fundação e aplicação. Em comemoração a esta data, a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM), informa à população sobre a atuação da lei, seus crimes previstos, bem como as penalidades aplicadas. Criada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Neste sábado (07/08), a Lei Maria da Penha completa 15 anos de sua fundação e aplicação. Em comemoração a esta data, a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM), informa à população sobre a atuação da lei, seus crimes previstos, bem como as penalidades aplicadas.</p>
<p>Criada em 7 de agosto de 2006, e posta em vigor no dia 22 de setembro do mesmo ano, a lei é classificada pelo Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem) como uma das três melhores legislações do mundo voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher. Seu objetivo é criar mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar, estipulando punição adequada a todo aquele que a descumprir.</p>
<p>As classificações de violência contra a mulher variam entre patrimonial, sexual, física, moral e psicológica. Cada um dos crimes citados não está previsto somente na Lei Maria da Penha, mas também no Código Penal (CP), bem como seus agravantes de pena, prisões preventivas e reeducação ao condenado. Neste ano, foi sancionada pelo Governo Federal a Lei n° 14.188/2021, que inclui o crime de violência psicológica contra a mulher no CP.</p>
<p>Segundo esta nova alteração, aprovada no dia 28 de julho deste ano, causar dano emocional à mulher que a prejudique e perturbe seu pleno desenvolvimento, ou que vise a degradar, controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, chantagem, ridicularização, limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que cause prejuízo à saúde psicológica e autodeterminação, garante pena de seis meses a dois anos, e multa, se a conduta não constitui crime mais grave.</p>
<p><b>Amparo e proteção –</b></p>
<p dir="ltr">Segundo a delegada Débora Mafra, titular da DECCM centro-sul, no artigo 129 do Código Penal (CP), consta que se o crime de lesão corporal for praticado contra ascendente, descendente, irmão, cônjuge ou companheiro, ou, ainda, prevalecendo-se o agente das relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade, a pena pode variar de três meses a três anos, e multa. A lei ampara a mulher em três âmbitos: familiar, doméstico e íntimo.</p>
<p>“É prevista por lei a solicitação de medida protetiva de urgência, que pode ser requerida pelo Ministério Público (MP) ou pela própria vítima, por meio de advogado ou defensor público, dispensando o ajuizamento com retorno de até 30 dias, ou seja, é garantido cumprimento imediato após o deferimento”, relata a delegada.</p>
<p>Segundo a delegada, qualquer mulher que estiver sofrendo com a violência, pode pedir medida protetiva, seja na própria DECCM, ou em qualquer Distrito Integrado de Polícia (DIP).</p>
<p>“A medida vem para resguardar tanto a integridade física da mulher quanto a psicológica, porque, na maioria das vezes, a mulher é vítima de violência psicológica, sendo coagida pelo autor a não prosseguir a denúncia, e a proteção é uma maneira de evitar a desistência”, explica Débora.</p>
<p>A DECCM possui uma rede de enfrentamento à violência doméstica, que fornece assistência psicológica, jurídica e social. Também previsto por lei, são direitos da mulher em situação de violência doméstica e familiar o atendimento policial e pericial especializado, ininterrupto e prestado por servidores previamente capacitados, preferencialmente do sexo feminino.</p>
<p>“A Delegacia da Mulher conta com buscas de pertences pessoais e documentos, apoio emocional, proteção pessoal, atendimento jurídico e outros serviços. Não tenha medo, denuncie enquanto há tempo, pelo 181, o disque-denúncia da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM), ou vá diretamente a qualquer DIP ou Especializada”, ressalta a autoridade policial.</p>
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		<title>PMAM detém cinco pessoas e apreende caminhões com madeira ilegal na rodovia AM-070</title>
		<link>https://portalam.com.br/pmam-detem-cinco-pessoas-e-apreende-caminhoes-com-madeira-ilegal-na-rodovia-am-070/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2021 13:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Agressões]]></category>
		<category><![CDATA[AM-070]]></category>
		<category><![CDATA[madeira ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
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					<description><![CDATA[Policiais militares do Comando de Policiamento Ambiental (CPAMB), do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb), na manhã desta quinta-feira (24/06), por volta das 6h, durante a Operação Hórus, detiveram cinco pessoas e apreenderam caminhões que transportavam madeiras irregulares, no quilômetro 8, da rodovia Manoel Urbano AM-070. Na operação, que visa coibir a prática de crimes ambientais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Policiais militares do Comando de Policiamento Ambiental (CPAMB), do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb), na manhã desta quinta-feira (24/06), por volta das 6h, durante a Operação Hórus, detiveram cinco pessoas e apreenderam caminhões que transportavam madeiras irregulares, no quilômetro 8, da rodovia Manoel Urbano AM-070.</p>
<p>Na operação, que visa coibir a prática de crimes ambientais na região metropolitana de Manaus, foram apreendidos dois caminhões, um Mercedes verde, um outro Ford azul, que transportavam, aproximadamente, 19 metros cúbicos (m³) de madeira serrada, sem ter o Documento de Origem Florestal (DOF), além de um voyage e uma motocicleta Honda vermelha.</p>
<p>Segundo relato dos policiais do BPAmb, a equipe entrou em ação após surpreender três indivíduos, que estavam no voyage e na motocicleta, repassando informações sobre a atividade policial, no trecho da Ponte Rio Negro que corresponde a Manaus, localizada no bairro Compensa, zona centro-oeste.</p>
<p>Durante abordagem, os indivíduos confirmaram que estavam agindo como &#8220;olheiros&#8221; para facilitar o transporte da carga ilegal, em dois caminhões que estavam no km 8 da rodovia AM-070, que seguia com destino à capital amazonense. Os policiais seguiram para o referido local e interceptaram o carregamento.</p>
<p>Os envolvidos na ocorrência, juntamente com o material ilícito, foram encaminhados ao 19° Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde foi lavrado um Auto de Prisão em Flagrante (APF) conforme o art. 46 da lei 9605/98.</p>
<p><strong>Denúncia</strong></p>
<p>Os interessados em denunciar crimes ou agressões ao meio ambiente, podem entrar em contato, imediatamente, por meio do disque denúncia 181, ou do 190.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Para defender avô de agressões, adolescente atira no próprio pai em Maués</title>
		<link>https://portalam.com.br/para-defender-avo-de-agressoes-adolescente-atira-no-proprio-pai-em-maues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 11:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Agressões]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Maués]]></category>
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					<description><![CDATA[Policiais Militares da 10ª Companhia Independente de Polícia Militar de Maués, juntamente com a Polícia Cívil, receberam uma Denúncia na Manhã de Segunda-Feira (19/04/2021), Via Linha Direta informando que na Rua Francisco Manoel Garcia no Bairro Santa Luzia um indivíduo havia agredido seu próprio Pai, um idoso de (84 anos). A Equipe se deslocou até [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Policiais Militares da 10ª Companhia Independente de Polícia Militar de Maués, juntamente com a Polícia Cívil, receberam uma Denúncia na Manhã de Segunda-Feira (19/04/2021), Via Linha Direta informando que na Rua Francisco Manoel Garcia no Bairro Santa Luzia um indivíduo havia agredido seu próprio Pai, um idoso de (84 anos).</p>
<p>A Equipe se deslocou até o local denunciado e constataram a veracidade da informação. Segundo informações de populares, o indivíduo havia agredido o idoso, que também fraturou a mão ocasionada pelas agressões cometidas pelo seu próprio filho, ainda segundo relatos o mesmo ainda tentou desferir alguns golpes na vítima com uma pedra.</p>
<p>Durante a confusão o Neto da Vítima que também é filho do elemento foi para cima de seu pai armado com uma espingarda e alvejou o mesmo na perna, para salvar assim a vida de seu avô. Ainda segundo informações repassadas pela filha do idoso, o indivíduo já teria agredido sua própria mãe a alguns meses, com um pedaço de ferro. Durante a ocorrência o Menor que defendeu seu avô, se evadiu do local em rumo desconhecido.</p>
<p>Uma Equipe do Hospital Geral Raimunda Francisca Dinelly esteve no local e prestaram socorro de imediato ao idoso. A Guarnição esteve no hospital e informou que a vítima das agressões passa bem e está sendo assistido pela equipe médica. O indivíduo agressor que foi alvejado, também recebeu atendimento médico e passa bem.</p>
<p>Ainda durante as buscas no quintal da casa do indivíduo, foi encontrado o Cano da Espingarda utilizada pelo menor, o mesmo estava em cima do telhado de uma Residência Vizinha. O material foi Apreendido e encaminhado ao 48° DIP para serem realizados todos os Procedimentos Cabíveis.</p>
<p>Fonte: Jornal Maués em Dia | 10ª Companhia Independente de Polícia Militar de Maués |</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ronda Maria da Penha desenvolve ações no combate à violência contra a mulher na capital</title>
		<link>https://portalam.com.br/ronda-maria-da-penha-desenvolve-acoes-no-combate-a-violencia-contra-a-mulher-na-capital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2020 23:45:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Agressões]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
		<category><![CDATA[vítimas]]></category>
		<category><![CDATA[Wilson Lima]]></category>
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					<description><![CDATA[“Quem ama protege!”. A frase pode ser curta, mas tem um grande significado para o efetivo da Unidade Operacional Ronda Maria da Penha da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), que atua em Manaus como mecanismo de defesa no combate à violência doméstica e familiar contra a mulher. O programa existe há quase seis anos em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“Quem ama protege!”. A frase pode ser curta, mas tem um grande significado para o efetivo da Unidade Operacional Ronda Maria da Penha da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), que atua em Manaus como mecanismo de defesa no combate à violência doméstica e familiar contra a mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa existe há quase seis anos em Manaus, somando quase 500 mulheres atendidas por ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente no primeiro trimestre de 2020, quase 150 mulheres receberam o atendimento social, que tem como finalidade garantir a proteção da vítima e de sua família, afastando e coibindo o descumprimento de ordem judicial e realizando o encaminhamento das vítimas à Rede de Atendimento à Mulher Vítima de Violência Doméstica. O programa, com base na Lei nº 11.340/2006, a Lei Maria da Penha, tem como diretriz coibir a violência familiar contra a mulher, por meio de ações que garantam o cumprimento das Medidas Protetivas de Urgência (MPU).</p>
<p style="text-align: justify;">A equipe é composta por 14 policiais, sendo nove mulheres, todos capacitados para atender as mais diversas demandas. As viaturas da unidade são também diferenciadas das demais por terem caracterização própria.</p>
<p style="text-align: justify;">No final do ano passado, o governador Wilson Lima ampliou os serviços do programa Ronda Maria da Penha, da Polícia Militar, para todas as zonas da capital amazonense e municípios do interior. Com a medida, os integrantes do programa passaram a realizar palestras e campanhas educativas nas escolas e comunidades, além de ações operacionais com os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, Ministério Público, Defensoria e as Forças de Segurança estaduais e federais.</p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa busca intensificar os mecanismos de defesa das mulheres vítimas de agressão, intensificando ações voltadas a interromper o ciclo de violência, identificar os fatores de risco, estabelecer o resgate da autoestima e a capacidade de diálogo. O trabalho é realizado em parceria com outros órgãos que interagem e formam a chamada “Rede Rosa”, atuando em conjunto no enfrentamento a este tipo de violência.</p>
<p style="text-align: justify;">“Foi um trabalho muito complexo que desenvolvemos para conscientizar essas mulheres que toda violência contra elas deve ser denunciada, para o seu próprio bem e de suas famílias”, assinala a comandante da Unidade Maria da Penha, tenente PM Adriane.</p>
<p style="text-align: justify;"><b></b>Entre os órgãos que integram a “Rede Rosa” estão o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM), Defensoria Pública do Estado (DPE-AM), Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas) e Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM).</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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