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	<title>Cerveja | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>Cerveja | Portal AM</title>
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	<item>
		<title>Saiba os principais sinais e sintomas de intoxicação por metanol</title>
		<link>https://portalam.com.br/saiba-os-principais-sinais-e-sintomas-de-intoxicacao-por-metanol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 20:32:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[Metanol]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, detalhou nesta terça-feira (30) os principais sinais e sintomas de intoxicação por metanol. Pelo menos 10 casos foram identificados no estado de São Paulo – três pessoas morreram. Na grande maioria dos casos, segundo Padilha, o primeiro sintoma a aparecer é uma forte dor, seguido de alterações na visão. Os sinais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, detalhou nesta terça-feira (30) os principais sinais e sintomas de intoxicação por metanol. Pelo menos 10 casos foram identificados no estado de São Paulo – <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-09/grande-sao-paulo-tem-3a-morte-por-suspeita-de-intoxicacao-por-metanol" target="_blank" rel="noopener">três pessoas morreram</a>.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1660794&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1660794&amp;o=node" /></p>
<p>Na grande maioria dos casos, segundo Padilha, <strong>o primeiro sintoma a aparecer é uma forte dor, seguido de alterações na visão. Os sinais podem demorar até 24 horas para aparecer. </strong></p>
<blockquote><p>“Uma dor muito diferente, porque é uma dor em cólica. As pessoas, às vezes, quando fazem ingesta de bebida alcoólica sentem uma queimação, falam que estão com azia, aquela coisa da ressaca. Não é queimação, não é azia. Pode até ter isso também. Mas a dor em cólica é algo que chama muito a atenção nesses casos”, salientou.</p></blockquote>
<p><strong>Em segundo lugar, o ministro citou qualquer percepção de alteração visual.</strong> “O metanol vem pelo estômago, vai para o intestino, é absorvido para o fígado e, no fígado, é digerido e metabolizado. Saem dali substâncias como ácido fórmico e formaldeído, que são extremamente nocivas ao sistema nervoso central”.</p>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-09/metanol-saiba-o-que-e-substancia-presente-em-bebida-adulterada" target="_blank" rel="noopener"><strong>&gt;&gt;&gt;Metanol: saiba o que é a substância presente em bebida adulterada</strong></a></p>
<p>De acordo com o ministro, são essas substâncias que agridem o sistema nervoso central e afetam a visão, pois atingem o nervo ótico.</p>
<blockquote><p>“Por isso, as pessoas começam a perceber, às vezes, algum tipo de alteração visual. Começam a ver luzes, flashes e há até o risco de perda visual. Isso acontece de imediato? Não, não acontece de imediato”, completou.</p></blockquote>
<p><strong>Padilha alertou ainda que os sinais e sintomas da intoxicação por metanol podem demorar até 24 horas para se manifestarem</strong>. O tempo de reação vai depender do nível de hidratação e do consumo de alimentos por parte da pessoa afetada pela condição. “Sentiu 12 horas depois? Pode ser intoxicação por metanol. Sentiu 24 horas depois? Pode ser intoxicação por metanol”.</p>
<blockquote><p>“Se você estiver bem hidratado, pode estar eliminando mais rápido pela urina. Por isso é tão importante, quando começar a sentir os primeiros sinais e sintomas, a hidratação. Para proteger o rim”, explicou.</p></blockquote>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p><strong>Por fim, o ministro pediu atenção por parte da população – sobretudo em casos onde houve o consumo de bebidas alcoólicas de origem desconhecida.</strong> “Na medida em que começarem esses sinais e sintomas, procure os serviços de saúde. Não vá fazer qualquer medida por conta própria, não vá achar que tem algo milagroso para uma desintoxicação, qualquer tipo de lavagem”.</p>
<p><strong>Padilha ressaltou que os serviços especializados em intoxicação contam com o antídoto para o metanol, por isso é importante buscar rapidamente o atendimento. </strong></p>
<p>“Procure um serviço de saúde que ele vai ter a preocupação de te manter hidratado a níveis elevados e monitorar, dependendo da gravidade”, disse. “A gente tem o etanol específico para antídoto do metanol, registrado aqui no Brasil. Os serviços especializados de intoxicação têm e sabem o manejo desse produto”, concluiu.</p>
<h2>Emergência médica</h2>
<p>A intoxicação por metanol é uma emergência médica de extrema gravidade. A substância, quando ingerida, é metabolizada no organismo em produtos tóxicos (como formaldeído e ácido fórmico), que podem levar à morte.</p>
<p>Os principais sintomas da intoxicação são: visão turva ou perda de visão (podendo chegar à cegueira) e mal-estar generalizado (náuseas, vômitos, dores abdominais, sudorese).</p>
<p>Em caso de identificação dos sintomas, buscar imediatamente os serviços de emergência médica e contatar pelo menos uma das instituições a seguir:</p>
<ul>
<li>Disque-Intoxicação da Anvisa: 0800 722 6001;</li>
<li>CIATox da sua cidade para orientação especializada (<a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/animais-peconhentos/ciatox" target="_blank" rel="noopener">veja lista aqui</a>);</li>
<li>Centro de Controle de Intoxicações de São Paulo (CCI): (11) 5012-5311 ou 0800-771-3733 – de qualquer lugar do país;</li>
</ul>
<p>É importante identificar e orientar possíveis contatos que tenham consumido a mesma bebida, recomendando que procurem imediatamente um serviço de saúde para avaliação e tratamento adequado. A demora no atendimento e na identificação da intoxicação aumenta a probabilidade do desfecho mais grave, com o óbito do paciente.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vídeo: homem agride funcionária e leva socos de clientes em loja na Zona Norte de Manaus</title>
		<link>https://portalam.com.br/video-homem-agride-funcionaria-e-leva-socos-de-clientes-em-loja-na-zona-norte-de-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2025 23:37:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Agressão]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionaria]]></category>
		<category><![CDATA[loja]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[Um vídeo de câmera de segurança, amplamente compartilhado em grupos de whatsapp, mostra o momento em que um homem agride uma atendente em uma loja de conveniência na comunidade Rio Piorini, no bairro Colônia Terra Nova, zona Norte de Manaus. Nas imagens, é possível ver que o homem, aparentemente embriagado, realiza o pagamento de uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um vídeo de câmera de segurança, amplamente compartilhado em grupos de whatsapp, mostra o momento em que um homem agride uma atendente em uma loja de conveniência na comunidade Rio Piorini, no bairro Colônia Terra Nova, zona Norte de Manaus.</p>
<p>Nas imagens, é possível ver que o homem, aparentemente embriagado, realiza o pagamento de uma lata de cerveja no caixa da loja.</p>
<p>pós concluir a compra, ele amassa a lata, arremessa o líquido na funcionária e em seguida joga o objeto contra ela. A ação foi rápida e inesperada, deixando a vítima visivelmente atônita.</p>
<p>Um cliente que presenciava a cena parte para cima do agressor, desferindo socos e tentando conter o ataque.</p>
<p>A gravação termina no momento da intervenção, e ainda não se sabe o desfecho da confusão.</p>
<p>Até o momento, não há confirmação oficial sobre a identidade do agressor, nem se ele foi preso ou se a funcionária registrou boletim de ocorrência.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cervejaria dona da marca Backer fecha acordo com o Ministério Público</title>
		<link>https://portalam.com.br/cervejaria-dona-da-marca-backer-fecha-acordo-com-o-ministerio-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jul 2023 23:40:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[cervejaria]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a Cervejaria Três Lobos, dona da marca  Backer, celebraram acordo nesta sexta-feira (21), pelo qual a empresa reconheceu a procedência integral do pedido de condenação em danos extrapatrimoniais individuais às vítimas de intoxicação por dietilenoglicol, após o consumo de uma cerveja produzida pela empresa, no episódio, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item-wrap">
<p>O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e a Cervejaria Três Lobos, dona da marca  Backer, celebraram acordo nesta sexta-feira (21), pelo qual a empresa reconheceu a procedência integral do pedido de condenação em danos extrapatrimoniais individuais às vítimas de intoxicação por dietilenoglicol, após o consumo de uma cerveja produzida pela empresa, no episódio, que ficou conhecido como Caso Backer.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1544888&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1544888&amp;o=node" /></p>
<p>A intoxicação ocorreu em 2019. A Três Lobos pagará R$ 500 mil a cada vítima e R$ 150 mil a título de danos morais para cada familiar de primeiro grau. Os valores serão atualizados monetariamente.</p>
<p>De acordo com nota do MPMG, a Cervejaria Três Lobos reconhece também a “procedência do pedido, em sua integralidade, dos danos patrimoniais individuais, incluídos o pagamento de salário referente ao último provento recebido pela vítima antes de sua intoxicação, enquanto não cessarem as causas que a incapacitaram para atividade laboral anterior, e o valor correspondente a todas as necessidades médicas e afins, desde o primeiro dia de internação até a finalização de todo o tratamento”.</p>
<p>O acordo inclui o pagamento de coparticipações de planos de saúde, custeios de medicamentos, acompanhantes e tratamento psicológico suportado pelas vítimas, acompanhamento de familiares de primeiro grau, do início da internação até a finalização do tratamento, transporte, alimentação, lucros cessantes e demais gastos incorridos. Faz parte também do acordo o pagamento dos danos emergentes e lucros cessantes, tanto das vítimas quanto de seus familiares, a ser arbitrado pelo juízo na liquidação.</p>
<p>Com o acordo, fica extinta a Ação Civil Pública que trata da indenização por dano material às vítimas do caso Backer. No dia 14 de julho, foi protocolado na 23ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte o requerimento de homologação do acordo, no qual a empresa reconhece a integralidade dos pedidos formulados na ação.</p>
<h2>Causalidade</h2>
<p>Nos termos do acordo é ressaltado que para fazer jus à indenização, a relação de causalidade entre a contaminação das cervejas pelas substâncias dietilenoglicol ou monoetilenoglicol e os danos efetivamente causados à saúde de cada reclamante terá de ser reconhecido pela Central de Apoio Técnico (Ceat) do MPMG, “nos termos do laudo apresentado, sem prejuízo da inclusão de outras, após análise individualizada”.</p>
<p>Também ré na ação, a Empreendimentos Khalil Ltda. destinará 244 lotes de sua propriedade, localizados no município de Perdigão, para contribuir para o pagamento das indenizações. Caberá à empresa, em conjunto com a Associação das Vítimas de Intoxicação por Dietilenoglicol, definir a destinação dos imóveis cedidos, preço de venda, contratação de empresa para a implementação de loteamento, constituição de garantias, entre outras ações. Não havendo acordo, os imóveis deverão ser transferidos à associação.</p>
<p>O MPMG informou ainda que a Cervejaria Três Lobos vai incluir no plano de recuperação a ser proposto na sua ação de recuperação judicial a manutenção de fundo correspondente a 5% de seu faturamento líquido, como alternativa para o pagamento integral das vítimas. A companha reconhece, do mesmo modo, a procedência do pedido de condenação em danos morais e sociais coletivos, ficando estabelecido o valor de R$ 1,5 milhão a serem pagos ao Fundo Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor.</p>
<h2>Trauma</h2>
<p>Na avaliação do promotor de Justiça de Defesa do Consumidor de Belo Horizonte Fernando Ferreira Abreu, o acordo encerra complexa ação decorrente de um evento de natureza traumática. “Longe de reparar o dano mais íntimo das vítimas e seus familiares, por absoluta impossibilidade física, o acordo assegura, na integralidade requerida na ação, o direito ao pagamento das indenizações, único meio existente de se reparar o dano”.</p>
<p>Segundo o promotor, “o prosseguimento do processo poderia conduzir, no máximo, ao resultado obtido no acordo quanto aos danos pessoais e patrimoniais, motivo pelo qual sua importância se torna latente por assegurar o direito daqueles que assim o desejarem”.</p>
<p>De acordo com inquérito da Polícia Civil, 29 pessoas que beberam a cerveja Backer desenvolveram uma síndrome que causou insuficiência renal aguda pela substância tóxica encontrada na bebida e que vazou de um dos tanques. Desse total, dez pessoas morreram e 19 apresentaram sequelas graves.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Homem morre após ser espancado por derrubar cervejas em bar em Maués</title>
		<link>https://portalam.com.br/homem-morre-apos-ser-espancado-por-derrubar-cervejas-em-bar-em-maues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jun 2023 15:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[espancado]]></category>
		<category><![CDATA[homem]]></category>
		<category><![CDATA[Maués]]></category>
		<category><![CDATA[Morre]]></category>
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					<description><![CDATA[Um homem identificado como Evair Ferreira, de 35 anos, morreu vítima de um espanc4mento, após supostamente derrubar cervejas em um bar no município de Maués, no interior do Amazonas. Conforme relatos de testemunhas, o crime aconteceu na última sexta-feira (2), em um bar localizado no Centro da cidade, no momento em que Evair teria esbarrado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem identificado como Evair Ferreira, de 35 anos, morreu vítima de um espanc4mento, após supostamente derrubar cervejas em um bar no município de Maués, no interior do Amazonas.</p>
<p>Conforme relatos de testemunhas, o crime aconteceu na última sexta-feira (2), em um bar localizado no Centro da cidade, no momento em que Evair teria esbarrado em uma mesa, e sem querer derrubou as garrafas no chão, deixando o dono do estabelecimento fora de si, e logo os dois começaram a discutir e no meio da confusão algumas pessoas agrediram Evair.</p>
<p>Ainda segundo as informações, Evair saiu do estabelecimento rastejando e tentou chegar em casa, mas não conseguiu, minutos depois foi encontrado desfalecido na rua Boa Vista onde foi socorrido por moradores.</p>
<p>A vítima deu entrada em uma unidade hospitalar de Maués, e posteriormente foi transferido para um Pronto-Socorro de Manaus, onde morreu na última (5).</p>
<p>Em nota, a delegada Ana Maria Oliveira, titular da 48ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Maués, afirmou que será feito um Inquérito Policial para apurar as circunstâncias do crime.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Latas de cerveja, drogas, armas brancas e celulares são encontrados na carceragem de Anori</title>
		<link>https://portalam.com.br/latas-de-cerveja-drogas-armas-brancas-e-celulares-sao-encontrados-na-carceragem-de-anori/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 16:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Anori]]></category>
		<category><![CDATA[Armas]]></category>
		<category><![CDATA[Carceragem]]></category>
		<category><![CDATA[Cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[Drogas]]></category>
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					<description><![CDATA[No domingo (26), durante revista na carceragem do 1° Grupamento de Polícia Militar do munícipio de Anori (a 195 quilômetros de Manaus),foram encontrados latas de cervejas, cheias e vazias, trouxinhas de maconha, material para embalo de drogas, celulares e armas brancas. No total, foram encontrados 15 latas de cerveja Itaipava vazias e uma cheia e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No domingo (26), durante revista na carceragem do 1° Grupamento de Polícia Militar do munícipio de Anori (a 195 quilômetros de Manaus),foram encontrados latas de cervejas, cheias e vazias, trouxinhas de maconha, material para embalo de drogas, celulares e armas brancas.</p>
<p>No total, foram encontrados 15 latas de cerveja Itaipava vazias e uma cheia e lacrada,<br />
duas trouxinhas de possivelmente maconha, três pacotes de papelinho, cinco carregadores de celular, quatro armas brancas, quatro boli e três celulares.</p>
<p>Os materiais foram apreendidos e encaminhados para 79° Delegacia Interativa de Polícia (DIP) para as devidas providências.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Uso abusivo de álcool entre brasileiras cresce 4,25% em dez anos</title>
		<link>https://portalam.com.br/uso-abusivo-de-alcool-entre-brasileiras-cresce-425-em-dez-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2023 17:54:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[Cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[destilado]]></category>
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					<description><![CDATA[A cada hora cerca de duas mulheres morreram em razão do uso nocivo de álcool em 2020. Ao todo, 15.490 brasileiras perderam a vida por motivos atribuídos ao álcool naquele ano. A faixa etária mais afetada foi a das mulheres de 55 anos e mais (70,9%), seguida por 35 a 54 anos (19,3%), 18 a 34 anos (7,3%) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cada hora cerca de duas mulheres morreram em razão do uso nocivo de álcool em 2020. Ao todo, 15.490 brasileiras perderam a vida por motivos atribuídos ao álcool naquele ano.</p>
<p>A faixa etária mais afetada foi a das mulheres de 55 anos e mais (70,9%), seguida por 35 a 54 anos (19,3%), 18 a 34 anos (7,3%) e de 0 a 17 anos (2,5%).</p>
<p>Os dados fazem parte de estudo inédito, divulgado nesta semana pelo Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) para marcar o Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo, comemorado hoje (18).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1511530&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1511530&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo o levantamento, as principais causas desses óbitos foram doença cardíaca hipertensiva (15,5%), cirrose hepática (10,4%), doenças respiratórias inferiores (8,7%) e câncer colorretal (7,3%).</p>
<p>O consumo abusivo de álcool pelas brasileiras aumentou 4,25% de 2010 a 2020. A tendência foi registrada em 12 capitais e no Distrito Federal. Os maiores aumentos no consumo foram verificados em Curitiba (8,03%), São Paulo (7,34%) e Goiânia (6,72%). O levantamento é realizado pelo Cisa, com dados do Datusus 2021.</p>
<p>Por consumo abusivo considera-se a ingestão de quatro ou mais doses, para mulheres, ou de cinco ou mais doses, para homens, em um mesmo dia. O aumento mais significativo foi observado entre mulheres, passando de 7,8% em 2006 para 16% em 2020. O centro considera que uma dose padrão corresponde a 14g de etanol puro no contexto brasileiro. Isso corresponde a 350 ml de cerveja (5% de álcool), 150ml de vinho (12% de álcool) ou 45ml de destilado (como vodca, cachaça e tequila, com aproximadamente 40% de álcool).</p>
<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo de álcool pode causar mais de 200 doenças e lesões. Está associado ao risco de desenvolvimento de problemas de saúde como distúrbios mentais e comportamentais, incluindo dependência ao álcool, doenças graves como cirrose hepática, alguns tipos de câncer e doenças cardiovasculares, bem como lesões resultantes de violência e acidentes de trânsito. Em todo o mundo, 3 milhões de mortes por ano resultam do uso nocivo do álcool, representando 5,3% de todas as mortes.</p>
<h2>Consumo abusivo</h2>
<p>Os perigos do consumo nocivo de bebidas alcoólicas afetam, de formas diferentes, homens e mulheres. Segundo a presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead), Alessandra Diehl, as mulheres têm predisposição a ter adoecimento clínico e psíquico mais rápido do que os homens.</p>
<p>“Uma das questões aí é a vulnerabilidade biológica”, disse, em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>. A psiquiatra explicou que as mulheres têm menor concentração de enzimas que fazem a metabolização do álcool, o que faz com que ele seja mais tóxico para o organismo feminino do que para o masculino. Segundo Alessandra, as mulheres, às vezes, com menos tempo de uso crônico de álcool que os homens, já apresentam mais prejuízos para a saúde, como hepatite, cirrose e envelhecimento.</p>
<p>De acordo com o psiquiatra e presidente do Cisa, Arthur Guerra, os efeitos do consumo de álcool entre as mulheres também podem variar conforme o ciclo menstrual, a gestação e amamentação. Além disso, elas sofrem impactos por fatores sociais, como a maternidade e participação no mercado de trabalho.</p>
<p>“Outro ponto é que as mulheres acabam tendo outras influências hormonais, como ciclo menstrual por exemplo, que acabam afetando o consumo de álcool também. Algumas delas, durante a fase pré-menstrual, a famosa TPM, ficam mais sensíveis e vão usar o álcool como se fosse um remédio para aliviar os sintomas”, explicou o médico.</p>
<p>Para a socióloga Mariana Thibes, coordenadora do Cisa, o aumento no consumo de bebida alcóolica tem um componente cultural.</p>
<p>“As mulheres estão bebendo mais e isso é uma mudança cultural importante que foi acontecendo ao longo da última década. Provavelmente tem a ver com a maior presença delas no mercado de trabalho, acho que esse é o fator mais importante. A mulher está nos mesmos espaços que os homens, então ela sai para um <em>happy hour</em> com os colegas homens e por que ela vai consumir menos álcool?”, questionou.</p>
<p>Segundo Mariana, o acúmulo das jornadas também é relevante para o aumento do consumo abusivo de álcool entre as mulheres.</p>
<p>“O acúmulo de trabalho dentro de casa, fora de casa, cuidar dos filhos, da profissão, do trabalho doméstico. Esse aumento das pressões acaba levando muitas mulheres a procurar no álcool uma espécie de recurso para relaxar. No período da pandemia, vimos a <em>hastag</em> #winemom viralizar, com muitas mães postando fotos com taça de vinho no fim do dia, como uma espécie de recompensa depois daquele dia duro de acúmulo de jornada. Esse estresse que as mulheres passaram a sofrer nos últimos anos também pode ajudar a explicar o aumento do consumo abusivo de álcool”, afirmou.</p>
<h2>Menores</h2>
<p>De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com estudantes de 13 a 17 anos, a experimentação de bebida alcoólica cresceu de 52,9% em 2012 para 63,2% em 2019. O aumento, no período, foi mais intenso entre as meninas (de 55% para 67,4%) do que entre os meninos (de 50,4% para 58,8%).</p>
<p>O consumo excessivo de álcool também aumentou. Foi de 19% em 2009 para 26,2% em 2019 entre os estudantes do sexo masculino e de 20,6% para 25,5% entre as adolescentes. A experimentação ou exposição ao uso de drogas cresceu em uma década. Foi de 8,2% em 2009 para 12,1% em 2019.</p>
<p>A presidente da Abead, Alessandra Diehl, alerta que a iniciação no álcool ocorre cada vez mais cedo, em média aos 13 anos de idade, sendo que 34,6% dos estudantes tomaram a primeira dose de álcool com menos de 14 anos. “Há prevalência de meninas jovens iniciando o consumo de álcool”, disse.</p>
<h2>Alcoolismo</h2>
<p>Diferentemente do abuso de álcool, a dependência é considerada doença pela Organização Mundial da Saúde. De acordo com a socióloga Mariana Thibes, “em geral, leva-se uma década para passar do estágio de consumo abusivo para a dependência”.</p>
<p>Esse tipo de dependência é considerado crônica e multifatoria. Isso significa que diversos fatores contribuem para o seu desenvolvimento, incluindo a quantidade e frequência de uso do álcool, a condição de saúde do indivíduo e fatores genéticos, psicossociais e ambientais, tipicamente associados aos seguintes sintomas:</p>
<p>&#8211; Forte desejo de beber</p>
<p>&#8211; Dificuldade de controlar o consumo (não conseguir parar de beber depois de ter começado)</p>
<p>&#8211; Uso continuado apesar das consequências negativas, maior prioridade dada ao uso da substância em detrimento de outras atividades e obrigações</p>
<p>&#8211; Aumento da tolerância (necessidade de doses maiores de álcool para atingir o mesmo efeito obtido com doses anteriormente inferiores ou efeito cada vez menor com uma mesma dose da substância)</p>
<p>&#8211; Por vezes, um estado de abstinência física (sintomas como sudorese, tremores e ansiedade quando a pessoa está sem o álcool).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alcoolismo: associação faz acolhimento de mulheres dependentes</title>
		<link>https://portalam.com.br/alcoolismo-associacao-faz-acolhimento-de-mulheres-dependentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Oct 2022 20:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Alcoolismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[Doença]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Vigitel]]></category>
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					<description><![CDATA[A nutricionista Isabela Cristina, de Mossoró (RN), 40 anos, começou a beber ainda na adolescência, de forma recreativa. Sua dependência do álcool foi um processo que progrediu pouco a pouco ao longo da vida adulta. &#8220;Era o que chamamos de uma alcoolista funcional, trabalhava, cumpria meus compromissos normalmente. Porém, no final do dia, tinha sempre que ter essa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nutricionista Isabela Cristina, de Mossoró (RN), 40 anos, começou a beber ainda na adolescência, de forma recreativa. Sua dependência do álcool foi um processo que progrediu pouco a pouco ao longo da vida adulta.</p>
<p>&#8220;Era o que chamamos de uma alcoolista funcional, trabalhava, cumpria meus compromissos normalmente. Porém, no final do dia, tinha sempre que ter essa recompensa. Eu já era alcoolista, mas não sabia&#8221;, conta.</p>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2021-09/sociedade-medica-alerta-para-o-risco-de-consumo-de-alcool-na-gravidez">.</a>A situação foi evoluindo até que veio a pandemia. &#8220;Comecei a beber todos os dias, naquele confinamento, assistindo lives [transmissões ao vivo pela internet]. Beber era minha única diversão. A partir de um determinado momento, comecei a acordar às 5h e começava a ingerir álcool, até meu marido me alertar sobre o uso excessivo e eu decidir buscar ajuda&#8221;, lembra.</p>
<p>O período de isolamento social provocado pela pandemia, principalmente ao longo de 2020 e 2021, levou as pessoas a aumentarem o consumo de álcool. Um estudo realizado pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) em 33 países da América Latina e do Caribe apontou que 42% dos entrevistados no Brasil relataram alto consumo de álcool durante esse período, particularmente entre as mulheres.</p>
<p>Embora não tenha sido causa, a pandemia acabou desvelando um problema que vem gerando preocupação em especialistas: o aumento do consumo de álcool pela população feminina. Não há muitas pesquisas disponíveis sobre esse cenário, mas alguns números são reveladores.</p>
<p>O levantamento do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas (Vigitel), uma plataforma do Ministério da Saúde, mostra que, de 2010 a 2018, o índice de mulheres de 18 a 24 anos que bebem além do recomendado cresceu de 14,9% para 18%. Na faixa etária dos 35 aos 44 anos, esse índice passou de 10,9% para 14%.</p>
<p>Chama a atenção também o consumo de bebida alcoólica entre mulheres idosas: 11,3% daquelas com idades entre 55 e 65 anos bebe além do recomendado, de acordo com o 3º Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira, realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p>&#8220;Os homens ainda bebem mais que as mulheres, mas pesquisas recentes estão mostrando que as meninas adolescentes já estão bebendo igual ou mais do que os meninos adolescentes, então está havendo uma mudança nessa faixa etária&#8221;, destaca Claudia Leiria, psicóloga especializada em dependência química e fundadora da <a href="https://www.associacaoaf.org/" target="_blank" rel="noopener">Associação Alcoolismo Feminino (AAF)</a>. A entidade desenvolve um acolhimento exclusivo para mulheres alcoolistas.</p>
<p>Segundo o Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (Obid), até 2030 o número de mulheres dependentes do álcool será igual ao dos homens. &#8220;Por que isso é preocupante? A mulher tem menos água no corpo do que os homens e, conforme avança a idade, essa proporção de água corporal vai diminuindo. Portanto, quando a mulher consome o álcool, ele tem pouca diluição da substância, que fica mais concentrada, e causa mais danos do que no homem&#8221;, explica Leiria.</p>
<p>Outro fator biológico é o tamanho padrão da mulher, que são mais baixas que os homens. Nesses casos, o álcool percorre o sistema circulatório mais rapidamente no organismo. &#8220;A mulher também tem mais gordura corporal e a gente sabe que o álcool fixa-se mais em tecido adiposo, ou seja, ele adere mais à gordura do que ao músculo, permanecendo um tempo maior no organismo da mulher do que o homem&#8221;, acrescenta.</p>
<h2>De mulheres para mulheres</h2>
<p>Apesar da crescente preocupação com o consumo excessivo de álcool pelas mulheres, fenômeno até pouco tempo negligenciado e até silenciado socialmente, há poucas políticas de acolhimento específicas para esse público. Foi o que percebeu a empreendedora Grazi Santoro, quando decidiu buscar ajuda para enfrentar a própria dependência. Sóbria há 14 anos, ela buscou ajuda nos Alcóolicos Anônimos (AA), onde diz ter sido bem acolhida, mas o ambiente ainda é hostil para as mulheres, que são estigmatizadas.</p>
<p>&#8220;Durante todo o tempo em que eu fui acolhida no AA, e fiquei em recuperação, num grupo de 12 passos, me doía muito perceber que poucas mulheres chegavam nesse espaço. Era predomínio de 10 homens para cada mulher. Quando nós, mulheres, chegamos num grupo, a gente chega carente, muitas vezes separadas, solteiras, e o machismo estrutural está dentro de grupos, como está dentro de todos os espaços sociais. O programa de 12 passos funciona e salvou minha vida, mas o ambiente é machista, predominantemente composto por homens machistas. Então, nós somos assediadas e, às vezes, até violentadas&#8221;, relata.</p>
<p>Em fevereiro 2020, pouco antes da pandemia e já fora do anonimato como alcoolista, Grazi decidiu compartilhar sua história publicamente, para estimular outras mulheres que queriam tratar a dependência a saber como fazer.</p>
<p>&#8220;Foi quando lançamos o Coletivo Alcoolismo Feminino, nos apresentando como mulheres em recuperação e buscando outras mulheres que queriam ajuda, além de familiares dessas mulheres que querem ajuda&#8221;.</p>
<p>Após conceder uma entrevista em um programa de televisão, na mesma época, Grazi viu a procura por ajuda explodir nas suas redes. Com isso, Grazi Santoro e a psicóloga Claudia Leiria começaram a estruturar o coletivo a partir de grupos em aplicativos de mensagem do celular.</p>
<p>Num primeiro momento, elas tentavam orientar as mulheres que chegavam a procurar um AA, mas muitas delas até já tinham ido e não se identificavam.</p>
<p>&#8220;A gente começou então a criar formas de acolhimento com base no que elas traziam de demanda e passamos a realizar os encontros virtuais. O tratamento não é somente mudar os hábitos e evitar certos lugares, mas cuidar de outras comorbidades que essas mulheres normalmente têm. Muitas, por exemplo, têm depressão, então não adianta só parar de beber, tem que tratar da depressão. Outras viviam num ciclo de violência doméstica e o consumo de álcool potencializava isso, então tinha que olhar paras as várias dimensões do problema&#8221;, explica Grazi Santoro.</p>
<p>Desde que começou como um coletivo, passando para uma associação, a AAF já acolheu mais de 1,2 mil mulheres no país, além de brasileiras residentes na Europa e mulheres portuguesas e angolanas. Atualmente, contam com apoio da Opas/OMS e chegaram a participar de eventos internacionais promovidos pela organização para falar sobre as especificidades do alcoolismo entre mulheres.</p>
<h2>Grupos terapêuticos</h2>
<p>Uma das características do processo de acolhimento e tratamento da dependência do álcool feito na <a href="https://www.associacaoaf.org/" target="_blank" rel="noopener">Associação Alcoolismo Feminino (AAF)</a> é a organização por meio de grupos terapêuticos. São seis ativos no momento: codependência, transtornos alimentares, prevenção de recaídas, violência contra mulheres, LBTQIA+, maternagem e familiares. Esses grupos tratam algumas das principais especificidades do alcoolismo entre mulheres.</p>
<p>Além disso, há 14 profissionais voluntárias, que incluem psicólogas e nutricionistas, que apoiam a recuperação dessas pessoas. Pelo menos 7 reuniões e rodas de estudos ocorrer semanalmente de forma virtual. Integrantes da AAF também costumam promover palestras em empresas, clínicas de recuperação, escolas, universidades e instituições da sociedade civil.</p>
<p>Dona de um bar no interior do Rio de Janeiro, Eliete de Abreu Tavares, 40 anos, está há 2 anos e 2 meses sem beber. Antes de buscar tratamento para sua dependência, ela viveu inúmeras situações de constrangimento e até exposição à violência entre amigos e familiares.</p>
<p>&#8220;Me tornei uma pessoa agressiva, tinha apagões alcóolicos, não me lembrava da noite anterior. Todo final de semana eu começava a beber feliz, alegre com todo mundo, mas, no dia seguinte, as pessoas não falavam comigo, porque eu tinha ofendido alguém, tinha quebrado coisas em casa. Eu já não estava aguentando, é um ciclo muito triste&#8221;, revela.</p>
<p>Sem saber da existência da AAF, Eliete foi numa reunião do AA e não se sentiu bem. &#8220;Eu não me senti bem no AA, é uma instituição muito machista. Além disso, sou lésbica e não me sentia segura de falar da minha vida. Uma pessoa que conhecia foi quem me disse sobre um grupo de mulheres alcóolatras. Quando encontrei a AAF, foi um divisor de águas na minha vida&#8221;, conta.</p>
<p><em>&#8220;A diferença que eu vejo da AAF para os outros grupos de acolhimento é que tem mais amorosidade, menos julgamento e mais acolhimento. A mulher se sente mais à vontade para partilhar sua dor. Temos grupos terapêuticos para mulheres que sofreram abusos e violência, para mães ou filhos de alcoolistas, para mulheres que sofrem transtornos alimentares. Quando uma mulher recai, a gente dobra esse apoio, essa atenção, mas sem julgamento, até porque ela já chega carregada de muita culpa. É preciso levantar a autoestima, fazer essa mulher acreditar nela&#8221;, argumenta.</em></p>
<p>Atualmente, Eliete é das voluntárias na AAF, onde atua como guardiã de um dos grupos de mensagens de mulheres. Esses grupos servem para troca de informações e depoimentos, mas também funcionam como uma espécie de plantão de emergência.</p>
<p>&#8220;Às vezes, uma das meninas entra num momento de crise, ela avisa no grupo e imediatamente entramos em contato para conversar, acolher, até ela se sentir melhor. Nossa doença é emocional, quando você está feliz, eufórica, é perigoso. E quando você está triste demais, também é um risco de recair&#8221;.</p>
<p>Para mulheres que estejam sofrendo e desejam tratar a dependência do álcool, Eliete faz questão de deixar uma mensagem: &#8220;eu diria que elas não precisam ter vergonha, que elas não estão sozinhas, só precisam se dar uma oportunidade, deixar a gente amar ela enquanto ela não consegue&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ministério libera retomada da venda de cervejas da marca Backer</title>
		<link>https://portalam.com.br/ministerio-libera-retomada-da-venda-de-cervejas-da-marca-backer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Apr 2022 19:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Backer]]></category>
		<category><![CDATA[Cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[Liberada]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou permitiu a retomada da venda de cervejas da fábrica mineira Backer. Em 2020, o órgão havia proibido o funcionamento da cervejaria em razão de um caso de contaminação. A empresa foi investigada e teve suas unidades de produção interditadas depois que lotes de cervejas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Brasil &#8211; O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou permitiu a retomada da venda de cervejas da fábrica mineira Backer. Em 2020, o órgão havia proibido o funcionamento da cervejaria em razão de um caso de contaminação.</p>
<p>A empresa foi investigada e teve suas unidades de produção interditadas depois que lotes de cervejas causaram intoxicação em consumidores, resultando na morte de pelo menos 10 pessoas.</p>
<p>Investigadores acharam a substância tóxica dietilenoglicol, usada em sistemas de refrigeração. Três sócios da companhia, sete funcionários e um fornecedor foram denunciados pelo Ministério Público.</p>
<p>A liberação pelo Ministério foi para duas adegas do parque fabril da empresa. A produção já vinha ocorrendo após o ministério autorizar a volta da fabricação do produto em novembro de 2021.</p>
<p>Segundo o órgão, a decisão foi tomada depois de análise por auditores agropecuários. Eles avaliaram amostras de lotes que passaram a ser produzidos. Diante da ausência de problemas e da validação das bebidas, a permissão da volta da comercialização foi emitida.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Justiça mineira recebe denúncia contra sócios da cervejaria Backer</title>
		<link>https://portalam.com.br/justica-mineira-recebe-denuncia-contra-socios-da-cervejaria-backer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2020 16:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça de Minas Gerais informou ontem (16) ter recebido denúncia contra sócios e funcionários da Cervejaria Três Lobos, empresa dona da marca de cervejas Backer, cujo consumo causou a morte de dez pessoas por intoxicação pela substância dietilenoglicol. Com o recebimento da denúncia, 11 pessoas passaram à condição de réus. Dessas, três são sócios [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1497" src="https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logoabr.png" alt="" width="160" height="29" srcset="https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logoabr.png 160w, https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logoabr-150x27.png 150w" sizes="(max-width: 160px) 100vw, 160px" /></p>
<p style="text-align: justify;">A Justiça de Minas Gerais informou ontem (16) ter recebido denúncia contra sócios e funcionários da Cervejaria Três Lobos, empresa dona da marca de cervejas Backer, cujo consumo causou a morte de dez pessoas por intoxicação pela substância dietilenoglicol.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1390894&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1390894&amp;o=node" /></p>
<p style="text-align: justify;">Com o recebimento da denúncia, 11 pessoas passaram à condição de réus. Dessas, três são sócios da cervejaria. Eles foram denunciados por vender chope e cerveja de forma que sabiam poder estar adulterados pelo uso de substância tóxica no seu processo de produção e por causarem dano irreparável à saúde pública, entre outros crimes previsto no Código de Defesa do Consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros sete funcionários da empresa, entre engenheiros e técnicos, foram denunciados por homicídio culposo, lesão corporal culposa e atitude omissiva, entre outros crimes. Segundo a denúncia, três desses engenheiros exerciam a profissão de modo irregular, sem registro no Conselho de Química e Engenharia.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma pessoa, funcionário de uma fornecedora de insumos para a cervejaria, responderá ao crime de falso testemunho, por ter apresentado informações falsas na fase de investigação do caso. Segundo a denúncia, ele pretendia prejudicar a empresa na qual trabalhava após desavenças trabalhistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de receber a denúncia, o juiz Haroldo André Toscano de Oliveira, da 2ª Vara Criminal de Belo Horizonte, também retirou o sigilo sobre o processo. A partir de agora, a ação penal prosseguirá com o recebimento da defesa por escrito dos denunciados, informou a Justiça de Mina Gerais.</p>
<p style="text-align: justify;">A denúncia havia sido apresentada em 4 de setembro pelo Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG). &#8220;Os engenheiros e técnicos responsáveis pela produção de cerveja assumiram o risco de fabricar produto adulterado, impróprio a consumo, que veio a causar a morte e lesões corporais graves e gravíssimas a inúmeras vítimas&#8221;, diz a peça de acusação, assinada pela promotora de Justiça Vanessa Fusco.</p>
<p style="text-align: justify;">O caso veio à tona no início do ano, quando se constatou a internação de diversas pessoas que haviam consumidos rótulos da marca Backer, que era de grande popularidade em Minas Gerais. Além dos 10 mortos, ao menos outras 16 pessoas foram hospitalizadas, de acordo com a denúncia.</p>
<p style="text-align: justify;">A denúncia afirma que “o uso indevido dos produtos tóxicos aliado à precária condição de manutenção da linha de produção das bebidas alcoólicas causaram um dano irreparável à saúde pública”.</p>
<p style="text-align: justify;">Após fiscalização pelo Ministério da Agricultura, foi constatada a contaminação de ao menos 36 lotes de cerveja com a substância tóxica dietilenoglicol, um agente anticongelante que vazou de um dos tanques utilizados na fabricação da bebida.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mais de 1000 mil caixas de cerveja sem documentação fiscal é apreendida na BR 174</title>
		<link>https://portalam.com.br/mais-de-1000-mil-caixas-de-cerveja-sem-documentacao-fiscal-e-apreendida-na-br-174/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2020 19:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[BR-174]]></category>
		<category><![CDATA[Cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[Nota fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[PRF em ação conjunta com a SEFAZ/AM apreende mais de 1000 (mil) caixas de cerveja sem documentação fiscal. A ação ocorreu na última sexta-feira (28) e contou com a participação de Policiais Rodoviários Federais e Auditores da Sefaz-AM e tinha como objetivo a fiscalização de mercadorias e combate a crimes de Ordem Tributária. A apreensão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">PRF em ação conjunta com a SEFAZ/AM apreende mais de 1000 (mil) caixas de cerveja sem documentação fiscal.</p>
<p>A ação ocorreu na última sexta-feira (28) e contou com a participação de Policiais Rodoviários Federais e Auditores da Sefaz-AM e tinha como objetivo a fiscalização de mercadorias e combate a crimes de Ordem Tributária.</p>
<p>A apreensão foi realizada no KM 884 da BR 174, município Manaus/AM.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Morre mais uma pessoa por suposta intoxicação com cerveja</title>
		<link>https://portalam.com.br/morre-mais-uma-pessoa-por-suposta-intoxicacao-com-cerveja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2020 20:40:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[Nefroneural]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=4989</guid>

					<description><![CDATA[Mais uma vítima internada com a suspeita de ter sido intoxicada após ingerir cervejas da empresa mineira Backer morreu, aumentando para cinco o total de mortes decorrentes da contaminação do produto por substâncias tóxicas. A vítima é o juiz titular da 28ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em Belo Horizonte, João Roberto Borges, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1497" src="https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logoabr.png" alt="" width="160" height="29" srcset="https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logoabr.png 160w, https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logoabr-150x27.png 150w" sizes="(max-width: 160px) 100vw, 160px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma vítima internada com a suspeita de ter sido intoxicada após ingerir cervejas da empresa mineira Backer morreu, aumentando para cinco o total de mortes decorrentes da contaminação do produto por substâncias tóxicas.</p>
<p style="text-align: justify;">A vítima é o juiz titular da 28ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em Belo Horizonte, João Roberto Borges, 74 anos. Ele estava internado no hospital Madre Tereza, também na capital mineira. Seu corpo será necropsiado no Instituto Médico Legal (IML). Em comunicado interno, a presidência do TRT-MG manifestou condolências à família de Borges, e aos servidores das varas onde ele atuou.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao menos 29 pessoas apresentaram os sintomas de intoxicação por dietilenoglicol, o produto encontrado em amostras de cervejas Backer analisadas por peritos da Polícia Civil de Minas Gerais. Tóxico, o dietilenoglicol costuma ser usado em sistemas de refrigeração, devido a suas propriedades anticongelantes. Exames realizados pelo Instituto de Criminalística da Polícia Civil também apontaram a presença de monoetilenoglicol na linha de produção.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os pacientes apresentaram sintomas semelhantes: insuficiência renal aguda de evolução rápida (ou seja, que levou a pessoa a ser internada em até 72 horas após o surgimento dos primeiros sintomas) e alterações neurológicas centrais e periféricas que podem ter provocado paralisia facial, borramento visual ou perda da visão, alteração sensorial ou paralisia, entre outros sintomas. Exames acusaram a presença da substância dietilenoglicol no sangue de ao menos três pacientes internados.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que seus produtos passaram a ser apontados como prováveis causadores do que, inicialmente, foi tratado como uma síndrome nefroneural de origem desconhecida, a Backer nega usar dietilenoglicol ou monoetilenoglicol em seus produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Devido às suspeitas, a cervejaria foi interditada e a comercialização de seus produtos está suspensa. Até o último dia 28, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento já havia identificado 41 lotes de diferentes rótulos de cervejas produzidas pela Backer com a presença de monoetilenoglicol e dietilenoglicol.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image" style="text-align: justify;">
<div class="dnd-atom-rendered">
<figure class="mejs-fotov-wrapper"><img decoding="async" class="img-responsive full full" title="Ministério da Agricultura e Pecuária" src="http://imagens.ebc.com.br/D7URMHhRqxZY8DsdOsDtW3MPacY=/754x0/smart/http://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/backer_contaminada.jpg?itok=_KtC6UEF" alt="gráfico da cerveja Backer" /></figure>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou um inquérito para investigar eventual responsabilidade criminal pelo caso. Além disso, o Ministério da Agricultura e órgãos estaduais apuram a responsabilidade administrativa da empresa pela contaminação de seus produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação às mortes ocorridas por suspeitas de intoxicação por dietilenoglicol, a Backer compartilha da dor dos familiares das vítimas e, ainda que inconclusas as investigações sobre o acontecido, continua prestando o suporte necessário a todos os atingidos. A cervejaria tem acolhido essas pessoas e prestado atendimento psicossocial. Inclusive, na semana passada, por iniciativa própria, a empresa recorreu ao Ministério Público para ampliar ainda mais o suporte prestado às famílias dos atingidos. A Backer, como a maior interessada em saber o que de fato aconteceu, está tomando todas as providências para elucidar a questão e, embora não se tenha chegado a uma conclusão definitiva sobre o ocorrido, jamais deixou de colaborar com as investigações.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Instrução Normativa estabelece padrão de qualidade e identidade para a cerveja</title>
		<link>https://portalam.com.br/instrucao-normativa-estabelece-padrao-de-qualidade-e-identidade-para-a-cerveja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Dec 2019 18:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Cerveja]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=3068</guid>

					<description><![CDATA[A cerveja fabricada no Brasil agora tem novos padrões de qualidade e identidade, com a Instrução Normativa Nº 65, publicada no dia 11 de dezembro no Diário Oficial da União. A norma traz as classificações e as denominações do produto, determina os ingredientes permitidos e proibidos e estabelece padrões de rotulagem para a cerveja. A IN [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="x_MsoNormal" style="text-align: justify;">A cerveja fabricada no Brasil agora tem novos padrões de qualidade e identidade, com a <a class="external-link" title="" href="http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-n-65-de-10-de-dezembro-de-2019-232666262" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instrução Normativa Nº 65</a>, publicada no dia 11 de dezembro no Diário Oficial da União. A norma traz as classificações e as denominações do produto, determina os ingredientes permitidos e proibidos e estabelece padrões de rotulagem para a cerveja.</p>
<p class="x_MsoNormal" style="text-align: justify;">A IN também permite a adição de produtos de origem animal como o leite e mel, além de madeira às leveduras do gênero Saccharomyces. A quantidade de malte que deve estar presente na cerveja não será alterada, que deve ser de, pelo menos, 55% do extrato primitivo da bebida, ou seja, da quantidade de açúcares que são utilizados pela levedura antes da fermentação. O eventual uso de outros ingredientes deverá ficar explícito na rotulagem.</p>
<p style="text-align: justify;">A norma publicada hoje complementa a alteração feita em julho, no <a class="internal-link" title="" href="http://www.agricultura.gov.br/noticias/decreto-publicado-hoje-facilita-padronizacao-producao-e-controle-de-cervejas-no-pais" target="_self" rel="noopener noreferrer">Decreto 6.871/2009</a>, trazendo as disposições específicas para a produção, comercialização e rotulagem da cerveja no país. A IN também revoga instruções normativas anteriores que traziam regras para a produção do produto.</p>
<p class="x_MsoNormal" style="text-align: justify;">O coordenador-geral de Vinhos e Bebidas do Mapa, Carlos Muller, lembra que antes desta norma, o consumidor não entendia as informações que constavam nos rótulos. “Simplificando as denominações que devem estar nos rótulos, a gente torna a informação ao consumidor mais clara e direta. Isso melhora a comunicação da real natureza do produto e a comunicação do produtor com o mercado consumidor, sem omitir informações e sem usar eufemismos para falar da característica do produto”, diz.</p>
<p class="x_MsoNormal" style="text-align: justify;">Segundo o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) do Mapa, Glauco Bertoldo, a atualização desta norma finaliza um processo iniciado em 2012, com ampla participação da sociedade e do setor produtivo, com a realização de numerosas consultas e audiências públicas.</p>
<p class="x_MsoNormal" style="text-align: justify;">“A atualização complementa outras iniciativas de racionalização e melhoria dos serviços prestados pela Secretaria de Defesa Agropecuária, através do Dipov, como o registro automático de produtos de origem vegetal e a implementação do autocontrole em indústrias de bebidas, medidas que melhoram a prestação de serviços públicos e diminuem a carga burocrática da atuação fiscal sobre as empresas registradas”, diz Bertoldo.</p>
<p class="x_MsoNormal" style="text-align: justify;">O presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Cerveja, Carlo Lapolli, também comemorou a medida. “A evolução não vai alterar o custo final do produto e vai facilitar o registro de novas cervejarias no Ministério. É consenso no setor cervejeiro que o consumidor está ávido por novidades e o país precisa acompanhar o mercado internacional, com produtos modernos e de maior valor agregado.”, diz.</p>
<p class="x_MsoNormal" style="text-align: justify;">Atualmente, o setor cervejeiro do Brasil é o terceiro maior do mundo, com mais de 1.000 empresas registradas e 14 bilhões de litros consumidos por ano. O setor garante cerca de 2,7 milhões de empregos com um faturamento de R$ 100 bilhões e arrecadação de impostos da ordem de aproximadamente R$ 30 bilhões.</p>
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		<title>Dupla é presa por furtar 13 caixinhas de cerveja, em Urucurituba</title>
		<link>https://portalam.com.br/dupla-e-presa-por-furtar-13-caixinhas-de-cerveja-em-urucurituba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Dec 2019 13:16:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[Kaiser]]></category>
		<category><![CDATA[Uricurituba]]></category>
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					<description><![CDATA[Policiais militares 2° BPM prederam na tarde deste sábado (14), Denilson da Costa Silva, 20, conhecido como &#8216;DÊ&#8217;, e Talison Fonseca Laranjeira, conhecido como &#8216;Rasga Velha&#8217;, por furto qualificado. A dupla tinha furtado 13 caixinhas de cerveja, da marca Kaiser, de um comercio em Uricurituba. Dê e Rasga velha estavam com os objetos furtados dentro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Policiais militares 2° BPM prederam na tarde deste sábado (14), Denilson da Costa Silva, 20, conhecido como &#8216;DÊ&#8217;, e Talison Fonseca Laranjeira, conhecido como &#8216;Rasga Velha&#8217;, por furto qualificado. A dupla tinha furtado 13 caixinhas de cerveja, da marca Kaiser, de um comercio em Uricurituba.</p>
<p>Dê e Rasga velha estavam com os objetos furtados dentro de uma mala e de uma bolsa, os dois estavam se preparando para deixar o município.</p>
<p>A dupla foi presa em flagrante e encaminhados para 41° DIP para as devidas providências.</p>
<p>&nbsp;</p>
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