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	<title>Checagem | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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		<title>Ministro reforça papel de agências de checagem contra fake news</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2023 19:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Lançada na semana passada para combater a disseminação de fake news, a plataforma Brasil contra Fake não pretende substituir as agências profissionais de checagem de notícias, disse nesta quarta-feira (5) o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta. Em entrevista ao programa A Voz do Brasil, ele esclareceu os objetivos da página, no ar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lançada na semana passada para combater a disseminação de fake news, a plataforma Brasil contra Fake não pretende substituir as agências profissionais de checagem de notícias, disse nesta quarta-feira (5) o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta. Em entrevista ao programa A Voz do Brasil, ele esclareceu os objetivos da página, no ar desde o fim de março.</p>
<p>“Esse site do governo não é uma agência de checagem. Ele é um espaço do governo para esclarecimentos à população. Para evitar que a população seja mal informada sobre um decreto, uma lei ou uma política pública. Esse é o objetivo desse site. Ser uma ferramenta importante porque transmite segurança, e as pessoas readquirem a confiança de que uma informação do governo federal é uma informação confiável. É uma fonte importante”, declarou Pimenta.</p>
<p>Nos últimos dias, a plataforma vinha recebendo críticas de jornalistas ligados a agências de checagem de notícias e de especialistas no combate à desinformação porque a página, segundo eles, se apresentaria como uma agência de checagem de notícias. Segundo os estudiosos, o termo “central de esclarecimentos” seria mais apropriado. Outro ponto criticado foi a falta de explicação para a seleção de conteúdos.</p>
<p>Atualmente, a página apresenta-se como “um portal de utilidade pública e informações sobre políticas públicas e ações governamentais”, com o objetivo de “esclarecer sobre informações do governo federal”. A plataforma apresenta reportagens produzidas pela Secretaria de Comunicação (Secom) rebatendo notícias falsas que circulam nas redes. O site também fornece orientações aos usuários sobre como denunciar fake news em cada rede social.</p>
<p><strong>Consequências</strong></p>
<p>O ministro-chefe da Secom falou sobre algumas consequências das fake news sobre políticas públicas e citou danos sobre a vacinação. “A ministra da Saúde me procurou pela quantidade de informação não verídica circulando nas redes sociais sobre campanha de vacinação. O Brasil já foi uma referência mundial nessa área. Já chegamos a ter 89% de cobertura vacinal no país. Hoje temos menos de 60%”, destacou Pimenta.</p>
<p>“Doenças como sarampo e a poliomielite, que já tinham sido erradicadas, voltaram a existir. Durante a pandemia de covid, tivemos uma tragédia. Agora já são 700 mil mortes, muitas delas que poderiam ser evitadas não fossem as campanhas de desinformação”, acrescentou.</p>
<p>Pimenta lembrou que a disseminação de fake news não é um problema exclusivo do Brasil. O ministro justificou a necessidade de uma campanha oficial contra a desinformação, orçada em R$ 20 milhões, dos quais R$ 5,6 milhões estão sendo gastos na primeira fase, que prevê o lançamento da plataforma e anúncios por três meses em televisões, rádios, sites, redes sociais e cinemas.</p>
<p>“Não é uma situação que envolve só o Brasil. Eu tenho tido a oportunidade de acompanhar muito esse debate a nível internacional. O governo federal acaba sendo uma das vítimas prioritárias de ações criminosas de desinformação e de fake news”, disse Pimenta.</p>
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