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	<title>China | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>China | Portal AM</title>
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	<item>
		<title>Trump visita Xi Jinping na China em meio ao atoleiro da guerra no Irã</title>
		<link>https://portalam.com.br/trump-visita-xi-jinping-na-china-em-meio-ao-atoleiro-da-guerra-no-ira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:06:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<category><![CDATA[visita]]></category>
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					<description><![CDATA[A visita do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, à China, para encontro com o presidente Xi Jinping, na noite desta quarta-feira (13), no horário de Brasília, captura a atenção do planeta em meio a guerra no Irã que segue abalando as relações internacionais e a economia global. Vista por Washington como ameaça à liderança [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A visita do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, à China, para encontro com o presidente Xi Jinping, na noite desta quarta-feira (13), no horário de Brasília, captura a atenção do planeta em meio a guerra no Irã que segue abalando as relações internacionais e a economia global.</p>
<p>Vista por Washington como ameaça à liderança econômica e tecnológica que os EUA tentam preservar no mundo, a China foi alvo prioritário da guerra tarifária iniciada por Trump logo no início do 2ª mandato, em abril de 2025.</p>
<p>A reação da China às tarifas, incluindo restrições à exportação de terras raras, minerais essenciais para setores da tecnologia e de defesa dos EUA, fez Trump recuar na imposição de altas tarifas aos produtos chinesas.</p>
<p>Ao lançar a ofensiva contra o Irã, no final de fevereiro, Trump prejudicou também os interesses de Pequim, principal consumidora do petróleo de Teerã e que deseja ver reaberto o Estreito de Ormuz, por onde transitavam 20% do petróleo mundial antes da guerra.</p>
<p>Para analistas consultados pela Agência Brasil, a disputa comercial e tecnológica entre Washington e Pequim pode ser aproveitada pelo Brasil para melhorar a posição do país no cenário global, em especial, devido ao fato de o país ter a segunda maior reserva de minerais críticos do mundo, com cerca de 22%, atrás apenas da China.</p>
<h2>Trump desmoralizado</h2>
<p>O encontro entre Trump e Xi Jinping estava marcado para o final de março, mas foi adiado devido à guerra no Oriente Médio, que teria, entre os objetivos, além de projetar Israel, barrar a expansão econômica da China na Ásia Ocidental.</p>
<p>O analista geopolítico Marco Fernandes, membro do Conselho Popular do Brics, avaliou que Trump calculou errado que conseguiria derrubar o governo no Irã rapidamente, chegando em Pequim em condições de impor a Xi Jinping acordos mais favoráveis à Washington.</p>
<blockquote><p>“Ele achou que chegaria a Pequim com todas as cartas na mão para pressionar Xi, mas faltou combinar com os iranianos. Agora, Trump está chegando derrotado. Nunca um presidente dos EUA chegou em uma reunião com um presidente da China tão enfraquecido e desmoralizado como Trump agora”, disse.</p></blockquote>
<p>O também analista geopolítico da publicação Brasil de Fato destacou que, mesmo um dos principais ideólogos do imperialismo dos EUA, o neoconservador Robert Kagan, reconheceu, dias atrás, em artigo, que Trump saiu derrotado após tentar derrubar o regime político iraniano.</p>
<p>Fernandes destaca, no entanto, que Xi Jinping conseguiu manter o crescimento das exportações chinesas mesmo após o tarifaço de Trump. Ainda assim, a China deve tentar pressionar Trump para pôr um fim definitivo à guerra no Oriente Médio.</p>
<blockquote><p>“Há, claramente, uma triangulação sendo feita, nesse momento, entre Pequim, Moscou e Teerã. Não foi à toa que Araghchi [ministro das Relações Exteriores do Irã] esteve em Pequim na semana passada, e já esteve em Moscou. Rússia e China estão intermediando, pelo Irã, para que haja uma solução pacífica e a guerra termine. Isso seria o principal ponto do encontro para Xi Jinping”, completou.</p></blockquote>
<h2>Taiwan</h2>
<p>Em conversas com jornalistas no início da semana, Donald Trump informou que deve tratar com Xi Jinping sobre a venda de armas dos EUA para Taiwan, província autônoma da China com aspirações de independência política.</p>
<p>Pequim não aceita o reconhecimento de Taiwan independente, o que costuma ser expressado na política de “uma só China”.</p>
<blockquote><p>“A firme oposição da China à venda de armas americanas para a região de Taiwan, território chinês, é consistente e clara”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, ao responder aos jornalistas nesta semana.</p></blockquote>
<p>O professor de Relações Internacionais do Ibmec José Luiz Niemeyer, avalia que a China vai cobrar os EUA para não incentivar, de qualquer forma, uma Taiwan independente.</p>
<blockquote><p>“Eles vão ficar discutindo o que cada um poderia fazer nos espaços considerados vitais de cada um. Vão discutir o limite até onde o outro pode ir. Essa vai ser a discussão principal. E os EUA definiram a América Latina como área de defesa de Washington”, explicou.</p></blockquote>
<p>A doutrina do governo Trump tem pregado a proeminência de Washington na América Latina, assim como o combate à influência da China no continente. Pequim é o principal parceiro comercial da maioria dos países na América do Sul, incluindo o Brasil. Até os anos 2000, eram os EUA o principal parceiro das economias sul-americanas.</p>
<p>Para o especialista do Ibmec, a China está em uma posição mais confortável nas negociações, tanto que foi Trump que foi a Pequim, e não Xi Jinping que foi a Washington.</p>
<blockquote><p>“Tenho a impressão que essa visita mostra uma necessidade de aproximação dos EUA com a China. Me parece que o encontro tende a dar mais frutos para a agenda chinesa do que para a norte-americana”, completou José Luiz Niemeyer.</p></blockquote>
<h2>Terras raras</h2>
<p>O tema das terras raras também deve estar no centro dos debates entre Trump e Xi Jinping, na avaliação do professor do Ibmec José Niemeyer. Esses minerais são essenciais para as indústrias militar, da tecnologia e da transição energética, com a China liderando a produção desses insumos.</p>
<blockquote><p>“Os EUA precisam muito de dois minerais de terras raras, que é o samário e o neodímio, fundamentais para indústria bélica, para construção de ímãs usados em mísseis. E os EUA não dispõem desses materiais, a China sim”, lembrou.</p></blockquote>
<p>O analista Marco Fernandes ressalta que a indústria dos EUA já tem acesso aos minerais críticos da China, mas pondera que Pequim pode impor novas restrições, como fez durante o tarifaço, que prejudicam os negócios norte-americanos.</p>
<p>Na última semana, a China começou a aplicar a lei anti-sanções do país. Aprovada em 2021, ela proíbe que empresas no país reconheçam as sanções dos EUA. A medida foi uma reação a sanções recentes de Washington contra empresas na China que fazem negócios com os iranianos.</p>
<blockquote><p>“Isso é uma novidade na postura da China de ser assertiva em relação aos EUA. Cada vez que os EUA subirem o tom, apostando em sanções e outras medidas anti-chinesas, eles vão dar o troco. Isso é importante porque é um capítulo novo na relação sino-americana”, completou Marco.</p></blockquote>
<h2>Brasil entre China e EUA</h2>
<p>As relações entre China e EUA são importantes para o Brasil porque, além de serem os dois principais parceiros comerciais do país, a disputa pelo controle das terras raras pode ser usada por Brasília para extrair ganhos políticos e econômicos das duas superpotências do planeta.</p>
<p>O professor José Luiz Niemeyer avalia que o Brasil pode aproveitar as disputas entre Pequim e Washington por meio de uma posição “passiva estratégica”.</p>
<blockquote><p>“Cada vez que há mais crise do ponto de vista de fornecimento de produtos entre os EUA e China, o Brasil pode aproveitar para exportar os produtos que estão em litígio entre os dois países, como por exemplo, minerais de terras raras”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Para o analista do Conselho Popular do Brics Marco Fernandes, o Brasil está no centro da disputa entre EUA e China por conta das terras raras.</p>
<blockquote><p>“O Brasil vai precisar saber se colocar no meio dessa disputa de uma maneira soberana e que acumule para nossos interesses”, defende.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lula anuncia isenção de visto a cidadãos chineses</title>
		<link>https://portalam.com.br/lula-anuncia-isencao-de-visto-a-cidadaos-chineses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 15:49:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Visto]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que concederá isenção de algumas categorias de vistos de curta duração a cidadãos chineses, em reciprocidade à medida de isenção adotada pela China desde 2025. Lula informou a decisão ao presidente da China, Xi Jinping, em conversa por telefone na noite desta quinta-feira (22). Em nota divulgada na manhã desta sexta-feira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que concederá isenção de algumas categorias de vistos de curta duração a cidadãos chineses, em reciprocidade à <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-05/china-concede-isencao-de-visto-brasil-e-outros-paises-sul-americanos" target="_blank" rel="noopener">medida de isenção adotada</a> pela China desde 2025</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1675798&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1675798&amp;o=node" /></p>
<p>Lula informou a decisão ao presidente da China, Xi Jinping, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-01/xi-jinping-garante-lula-apoio-da-china-em-tempos-turbulentos" target="_blank" rel="noopener">em conversa por telefone na noite</a> desta quinta-feira (22).</p>
<p>Em nota divulgada na manhã desta sexta-feira (23), o Palácio do Planalto explicou que a isenção ocorre no contexto da ampliação da cooperação em áreas da “fronteira do conhecimento”.</p>
<p><strong>A política de isenção de visto da China passou a incluir os cidadãos brasileiros desde 1º de junho de 2025, com validade de um ano que posteriormente <a href="https://br.china-embassy.gov.cn/por/lqfw/lqfw2/202601/t20260106_11807321.htm" target="_blank" rel="noopener">foi ampliada até 31 de dezembro</a> de 2026.</strong></p>
<p><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>A medida também inclui outros países sul-americanos (Argentina, Chile, Peru e Uruguai) no total de 45 nações que fazem parte da política unilateral chinesa.</p>
<p><strong>O objetivo é facilitar o intercâmbio de pessoas entre o país asiático e outras regiões, no contexto de aproximação da China com a América Latina e outros blocos.</strong></p>
<p>Brasil, Argentina e Chile estão entre as cinco maiores economias da região. Desde 2024, a maioria dos países europeus, bem como Japão e Coreia do Sul, não precisam de visto para viajar para a China.</p>
<p><strong>Os portadores de passaportes comuns válidos desses países, são isentos da exigência de visto ao entrarem na China para fins de negócios, turismo, visita a familiares ou amigos, intercâmbios e trânsito. </strong>Eles podem permanecer no país por no máximo 30 dias sem visto.</p>
<h2>Telefonema</h2>
<p>O telefonema entre Lula e Xi Jinping durou cerca de 45 minutos. Os dois líderes conversaram sobre o adensamento das relações bilaterais desde a visita do presidente Xi ao Brasil e a formação da <a href="https://www.gov.br/mre/pt-br/canais_atendimento/imprensa/notas-a-imprensa/declaracao-conjunta-sobre-a-formacao-conjunta-da-comunidade-de-futuro-compartilhado-brasil-china-por-um-mundo-mais-justo-e-um-planeta-mais-sustentavel" target="_blank" rel="noopener">Comunidade de Futuro Compartilhado Brasil-China por um Mundo mais Justo e um Planeta mais Sustentável</a>, em novembro de 2024. A iniciativa eleva a pareceria estratégica entre os dois países.</p>
<p>“A esse respeito, destacaram as sinergias entre os respectivos projetos nacionais de desenvolvimento, em especial nas áreas de infraestrutura, transição ecológica e tecnologia”, diz a nota da presidência do Brasil sobre a conversa.</p>
<p>Com relação ao cenário global, segunda a nota, <strong>Lula destacou que Brasil e China são países que detêm “papel central na defesa do multilateralismo, do direito internacional e do livre comércio”</strong>.</p>
<blockquote><p>“Nesse contexto, os presidentes Lula e Xi reiteraram seu compromisso com o fortalecimento das Nações Unidas como caminho para a defesa da paz e da estabilidade no mundo.”</p></blockquote>
<p>A agência de notícias estatal da China, a Xinhua, também divulgou informações sobre o telefonema e acrescentou que Xi Jinping disse a Lula que China e Brasil devem salvaguardar os interesses comuns do Sul Global e manter conjuntamente o papel central das Nações Unidas em meio à “situação internacional turbulenta”.</p>
<p>“A China está comprometida em ser sempre uma boa amiga e parceira dos países da América Latina e do Caribe (ALC), e em avançar juntos na construção da comunidade China-ALC com um futuro compartilhado, destacou [Xi]”, diz a Xinhua.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Acordo com empresas chinesas ampliará investimentos e renda na Amazônia</title>
		<link>https://portalam.com.br/acordo-com-empresas-chinesas-ampliara-investimentos-e-renda-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Aug 2025 12:08:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>
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					<description><![CDATA[Garantir energia renovável para comunidades indígenas, agregar valor às cadeias produtivas da bioeconomia, fortalecer a agricultura familiar e o extrativismo, e gerar novas oportunidades de renda na Amazônia. Essas foram as metas trabalhadas pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) durante um encontro, realizado nesta quarta-feira (13), com empresas chinesas que atuam em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-pm-slice="0 0 []" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-block="true" data-prosemirror-node-name="paragraph">Garantir energia renovável para comunidades indígenas, agregar valor às cadeias produtivas da bioeconomia, fortalecer a agricultura familiar e o extrativismo, e gerar novas oportunidades de renda na Amazônia. Essas foram as metas trabalhadas pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) durante um encontro, realizado nesta quarta-feira (13), com empresas chinesas que atuam em áreas estratégicas para a abertura de novos mercados voltados aos produtos amazônicos.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-block="true" data-prosemirror-node-name="paragraph">A reunião com representantes do setor privado ocorreu na sede do Conselho Chinês de Promoção de Comércio Internacional (CCPIT), instituição parceira da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex). O CCPIT atua como ponte para atrair investimentos de empresas líderes na China e em outros países, com ênfase no desenvolvimento econômico sustentável.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-block="true" data-prosemirror-node-name="paragraph">Estavam presentes empresas de diversos setores, incluindo fabricantes de painéis solares, máquinas agrícolas, equipamentos para processamento de alimentos, caminhões elétricos e empresas de comércio exterior e logística. Em seu discurso, o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, fez um panorama econômico e social do Brasil, destacando que o país figura entre as 15 maiores economias do mundo e ocupa posição de destaque para investidores que buscam crescimento sustentável e inovação de longo prazo.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-block="true" data-prosemirror-node-name="paragraph">Em seguida, comentou o Programa Rotas de Integração Nacional, explicando sua importância para estruturar redes produtivas sustentáveis em todo o país, conectando pequenos produtores, empreendedores e investidores em cadeias de valor consolidadas. “Um exemplo dessa política na Amazônia é a Rota do Açaí, que fortalece a produção e exportação do fruto, além do desenvolvimento de bioprodutos, cosméticos, suplementos e alimentos funcionais com alta demanda internacional. Tudo isso aliado à preservação da floresta e ao fortalecimento da bioeconomia amazônica”, ressaltou Góes.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-block="true" data-prosemirror-node-name="paragraph">Entre os exemplos de potencial de investimento apresentados, pontuou-se o caso do Amapá, onde a produção tradicional de açaí vem sendo fortalecida pelo incentivo à industrialização de seus derivados e pela organização de cooperativas. A participação do estado foi exaltada por sua riqueza em biodiversidade e também potencial logístico, com acesso direto a mercados internacionais — devido à nova rota marítima entre o Porto de Gaolan e os Porto de Santana.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-block="true" data-prosemirror-node-name="paragraph">Como desdobramento, a Apex e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) pretendem aprofundar o diálogo e viabilizar uma agenda de visitas presenciais ao Brasil, criando condições para que essas oportunidades se transformem em parcerias concretas em termos de tecnologia, infraestrutura e inovação.</p>
<h4 data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-block="true" data-prosemirror-node-name="paragraph"><strong data-prosemirror-content-type="mark" data-prosemirror-mark-name="strong">Fortalecendo o diálogo</strong></h4>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-block="true" data-prosemirror-node-name="paragraph">Além de prospectar investimentos para impulsionar cadeias produtivas sustentáveis na Amazônia, a delegação do MIDR se reuniu com o Governo da Província de Jiangsu para compartilhar experiências em desenvolvimento regional, gestão de emergências e infraestrutura hídrica. Jiangsu, onde está localizada a cidade de Nanjing, é uma das províncias mais ricas e dinâmicas da China. Líder nacional em ciência e tecnologia, figura entre as três províncias que mais crescem no país, com destaque tanto para o PIB quanto para a inovação.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-block="true" data-prosemirror-node-name="paragraph">Essa realidade torna a província um exemplo inspirador para o Brasil, especialmente no que se refere às estratégias de desenvolvimento regional promovidas fora dos grandes centros, como enfatizou o ministro Waldez Góes. “Estamos interessados em conhecer as experiências de Jiangsu no planejamento regional e na integração entre desenvolvimento e prevenção de riscos. A atuação coordenada entre os órgãos de governo na formulação de políticas de crescimento sustentável, associadas a estratégias de preparação e resposta a desastres, é um modelo que muito nos interessa”, afirmou.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-block="true" data-prosemirror-node-name="paragraph">A missão do MIDR à China contribui para integrar a economia brasileira a cadeias globais de valor, ampliando oportunidades de investimento em infraestrutura, desenvolvimento regional e inovação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lula e Xi Jinping conversam sobre multilateralismo e ampliação do comércio</title>
		<link>https://portalam.com.br/lula-e-xi-jinping-conversam-sobre-multilateralismo-e-ampliacao-do-comercio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 15:15:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Em conversa de cerca de uma hora, por telefone, na noite desta segunda-feira (11/8), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o líder chinês, Xi Jinping, avaliaram a atual conjuntura internacional. Os líderes abordaram o papel do G20 e do Brics na defesa do multilateralismo, trataram de comércio bilateral, dos esforços pela paz entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em conversa de cerca de uma hora, por telefone, na noite desta segunda-feira (11/8), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o líder chinês, Xi Jinping, avaliaram a atual conjuntura internacional. Os líderes abordaram o papel do G20 e do Brics na defesa do multilateralismo, trataram de comércio bilateral, dos esforços pela paz entre Rússia e Ucrânia e combate às mudanças do clima.</p>
<h4><strong>“Concordamos sobre o papel do G20 e do Brics na defesa do multilateralismo”, registrou o presidente Lula em rede social.</strong></h4>
<p>Em meio às tarifas impostas pelos Estados Unidos a vários países, Lula afirmou que os dois líderes destacaram a disposição em continuar identificando novas oportunidades de negócios entre as duas economias.</p>
<hr />
<h4><strong><a href="https://agenciagov.ebc.com.br/@@search?Subject%3Alist=Tarifa%C3%A7o" target="_blank" rel="noopener" data-linktype="external" data-val="https://agenciagov.ebc.com.br/@@search?Subject%3Alist=Tarifa%C3%A7o">Saiba mais sobre as ações do Governo Federal para enfrentar o tarifaço de Trump</a></strong></h4>
<hr />
<h4><strong>“Também conversamos sobre a parceria estratégica bilateral. Nesse contexto, saudamos os avanços já alcançados no âmbito das sinergias entre os programas nacionais de desenvolvimento dos dois países e nos comprometemos a ampliar o escopo da cooperação para setores como saúde, petróleo e gás, economia digital e satélites”</strong></h4>
<h4></h4>
<h4><strong>Cop 30</strong></h4>
<p>O presidente Lula reforçou a Xi Jinping a importância da participação da China na COP 30, que será realizada em novembro, em Belém (PA).</p>
<h4><strong>“Reiterei a importância que a China terá para o sucesso da COP 30 e no combate à mudança do clima. O presidente Xi indicou que a China estará representada em Belém por delegação de alto nível e que vai trabalhar com o Brasil para o êxito da conferência”.</strong></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="image-richtext image-inline" title="tuite Lula.jpg" src="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202508/tuite-lula.jpg/@@images/70e5a839-ed3c-460d-86b8-a3aa739a1396.jpeg" alt="tuite Lula.jpg" data-linktype="image" data-scale="large" data-val="e76e13e19215427b8ee2c8a708a1a6d9" /></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Brasil e China anunciam desenvolvimento de satélite para ampliar monitoramento climático</title>
		<link>https://portalam.com.br/brasil-e-china-anunciam-desenvolvimento-de-satelite-para-ampliar-monitoramento-climatico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 06:38:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BRICS]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Satélite]]></category>
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					<description><![CDATA[Em um marco histórico para a cooperação espacial bilateral, Brasil e China anunciaram no s[abado (5/7), durante a Cúpula do Brics, no Rio de Janeiro, a conclusão das negociações para o desenvolvimento conjunto do satélite CBERS-5. Este novo satélite representa um avanço significativo no programa China-Brazil Earth Resources Satellite (CBERS), marcando a primeira incursão da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um marco histórico para a cooperação espacial bilateral, Brasil e China anunciaram no s[abado (5/7), durante a Cúpula do Brics, no Rio de Janeiro, a conclusão das negociações para o desenvolvimento conjunto do satélite CBERS-5. Este novo satélite representa um avanço significativo no programa China-Brazil Earth Resources Satellite (CBERS), marcando a primeira incursão da parceria em satélites geoestacionários. A assinatura do acordo aconteceu durante <a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202507/com-primeiro-ministro-da-china-lula-enfatiza-excelente-momento-da-relacao-bilateral" target="_blank" rel="noopener" data-linktype="internal" data-val="cf6e0b15f7194fa48b5f1f119334235a">encontro do presidente Lula com o primeiro-ministro da China, Li Qiang.</a></p>
<blockquote><p>Esse será o primeiro satélite geoestacionário desenvolvido pelo Brasil, que entrará em um grupo seleto de menos de 10 países desenvolvedores dessa tecnologia, e representa um enorme salto tecnológico na parceria CBERS”, comemorou a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, que acompanhou a reunião</p></blockquote>
<p>Posicionado sobre o território brasileiro, o CBERS-5 será um satélite meteorológico e ambiental. Diferente de seus antecessores, que eram satélites de órbita baixa para observação da Terra, o CBERS-5 trará uma capacidade sem precedentes para o Brasil. Com ele, o país alcançará a soberania de dados espaciais nas áreas meteorológica e ambiental, garantindo maior precisão na previsão do tempo e do clima.</p>
<p>Os benefícios para o Brasil são claros e abrangentes, impactando diretamente setores vitais como geração de energia, agronegócio, urbanização e resiliência das cidades. Além disso, o país estará mais bem preparado para identificar e responder a desastres naturais extremos, como secas e tempestades, eventos cada vez mais frequentes com o avanço das mudanças climáticas e o aquecimento global.</p>
<p>“Estamos vendo que parceiros tradicionais estão, cada vez mais, reduzindo investimentos nas tecnologias climática por uma questão ideológica. O CBERS-5 busca suprir os dados espaciais ambientais do continente, cujo fornecimento pode ser interrompido no futuro próximo”, destacou a ministra.</p>
<p>A China também colherá grandes frutos com o CBERS-5. O acesso a dados do Hemisfério Ocidental permitirá avanços qualitativos em sua modelagem climática, fortalecendo suas capacidades de previsão e pesquisa.</p>
<p>Pela primeira vez, a parceria estipula formalmente a transferência de tecnologia e conhecimento como uma ferramenta para o desenvolvimento conjunto. Essa abordagem reforça o compromisso mútuo com o aprendizado e o crescimento tecnológico. Adicionalmente, os dados do CBERS-5 serão distribuídos gratuitamente para países da América Latina e do Caribe, sublinhando o caráter colaborativo e de compartilhamento de conhecimento do projeto.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Demanda da China por gelatina coloca jumentos em risco de extinção</title>
		<link>https://portalam.com.br/demanda-da-china-por-gelatina-coloca-jumentos-em-risco-de-extincao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2025 18:06:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Jumento]]></category>
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					<description><![CDATA[nimais associados ao sertão brasileiro, os jumentos (Equus asinus) têm uma longa história de relação com os seres humanos. Sua domesticação ocorreu há cerca de 7 mil anos e, desde então, eles têm sido usados para auxiliar o trabalho humano. A tradição cristã, inclusive, atribui ao jumento o papel de carregar Jesus Cristo, em sua [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>nimais associados ao sertão brasileiro, os jumentos (<em>Equus asinus</em>) têm uma longa história de relação com os seres humanos. Sua domesticação ocorreu há cerca de 7 mil anos e, desde então, eles têm sido usados para auxiliar o trabalho humano. A tradição cristã, inclusive, atribui ao jumento o papel de carregar Jesus Cristo, em sua entrada triunfal em Jerusalém, uma semana antes de sua crucificação.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1648610&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1648610&amp;o=node" /></p>
<p>A relação entre homens e essa espécie de equino, congênere dos cavalos, fez sua população chegar a milhões, distribuída por vários países, inclusive o Brasil.</p>
<p>O <strong>costume chinês de consumir uma gelatina medicinal chamada eijao &#8211; remédio preparado com a pele dos jumentos &#8211; representa ameaça à existência desses animais</strong>, uma vez que a demanda pelo produto tem crescido ano após ano.</p>
<p>Especialistas estão reunidos em Maceió para debater formas de preservar os animais. Um dos alertas do 3º Workshop Jumentos do Brasil, que termina neste sábado (28), é o grande risco de extinção da espécie no país nos próximos anos.</p>
<p>Segundo a Frente Nacional de Defesa dos Jumentos, de 1996 a 2025, o <strong>Brasil perdeu 94% de seu rebanho de asininos, que são os burros, bestas e jumentos</strong>.</p>
<p>A preocupação não é nova. Em 2021, um estudo publicado na Revista Brasileira de Pesquisa Veterinária e Ciência Animal, da Universidade de São Paulo (USP), alertou que o <strong>Brasil não tem fazendas de reprodução de jumentos e que, no atual ritmo de abate, a população local entraria em extinção.</strong></p>
<p>Em 2024, um relatório da The Donkey Sanctuary, organização internacional voltada à proteção desses animais, mostrou que a <strong>demanda por pele de jumentos cresceu 160% de 2016 a 2021</strong>. Em 2021, para <strong>atender à demanda pelo ejiao, o remédio, foi necessário o abate de 5,6 milhões de indivíduos</strong>.</p>
<p>A <strong>estimativa é que a demanda continue crescendo e que, em 2027, serão abatidos 6,8 milhões de jumentos</strong>. O comércio, segundo a Donkey Sanctuary, ameaça não apenas o rebanho no Brasil, mas em todo o mundo.</p>
<blockquote><p>“A situação do Brasil e do mundo em relação ao jumento é assustadora”, resumiu o professor do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal da USP Adroaldo Zanella, durante o evento de Maceió. “É uma questão que provoca preocupações no mundo inteiro.”</p></blockquote>
<h2>Danos à saúde do animal</h2>
<p>Estudo publicado em março deste ano por pesquisadores brasileiros, no periódico Animals, constatou que o abate para atender à demanda chinesa não só coloca em risco a existência dos jumentos no Brasil como também apresenta situação de prejuízo ao bem-estar destes animais.</p>
<p>O estudo concluiu que não existe uma cadeia de produção de jumentos no Brasil e que a atividade de criação e abate é dominada pelo abuso dos animais. Estudo feito com mais de 100 asininos constatou que eles apresentam sinais de abandono, má-nutrição e maus tratos.</p>
<p>A organização The Donkey Sanctuary alerta que o manejo e abate, geralmente feitos sem regulamentação ou com pouca preocupação sanitária.</p>
<blockquote><p>“Todas as vezes que animais são transportados dentro e através de fronteiras nacionais, existe um risco de que esses animais levarão, e consequentemente, espalharão, doenças que são danosas aos humanos (zoonoses) e aos animais”, informa o relatório da Donkey Sanctuary.</p></blockquote>
<h2>Impacto social</h2>
<p>Especialistas apontam que o fim da espécie trará impactos sociais, principalmente para famílias de agricultores familiares que dependem do animal nas plantações.</p>
<p>“[Os jumentos] Atuam em locais de difícil acesso, como lavouras de cacau em pequenas propriedades, mas além de sua função econômica, têm ainda outros potenciais. São, ainda, excelentes animais de criação para companhia, pois, embora sejam grandes, são muito dóceis e inteligentes”, destaca a médica-veterinária Patrícia Tatemoto, que coordena a campanha da The Donkey Sanctuary no Brasil.</p>
<p>Ela acrescenta que a gestação dos jumentos dura 12 meses e o tempo de maturação para o abate em torno de 3 anos, o que eleva os custos para criação em fazendas.</p>
<p>Uma das alternativas para substituir o colágeno medicinal originário da pele do jumento é fabricá-lo em laboratório, a partir de culturas celulares. No entanto, o desenvolvimento ainda está restrito a grandes companhias.</p>
<blockquote><p>“Estudos já apontam alternativas tecnológicas promissoras, como a fermentação de precisão, capaz de produzir colágeno em laboratório sem a necessidade de exploração animal. Investir nessas inovações é essencial para proteger a espécie e promover práticas mais sustentáveis, inclusive sob a perspectiva socioeconômica”, relata o engenheiro agrônomo e doutor em Economia Aplicada da USP, Roberto Arruda, em nota.</p></blockquote>
<p>Países como Quênia, Nigéria e Tanzânia adotaram medidas restritivas ao abate dos jumentos. No Brasil, dois projetos de lei tramitam para proibir a matança da espécie para comércio de carne: um na Câmara dos Deputados e outro na Assembleia Legislativa da Bahia.</p>
<p>Uma <a href="https://fimdoabate.com.br/" target="_blank" rel="noopener">campanha na internet pede o fim do abate do animal</a>.</p>
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		<title>Lula quer aperfeiçoar multilateralismo e parcerias na América Latina</title>
		<link>https://portalam.com.br/lula-quer-aperfeicoar-multilateralismo-e-parcerias-na-america-latina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2025 20:41:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta terça-feira (13), durante viagem à China, o aperfeiçoamento do multilateralismo e o fortalecimento das parcerias entre os países da América Latina e Caribe. Na avaliação do presidente, estes são fatores relevantes para influenciar as Nações Unidas e dar a ela uma representatividade mais diversa e de acordo com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta terça-feira (13), durante viagem à China, o <strong>aperfeiçoamento do multilateralismo e o fortalecimento das parcerias entre os países da América Latina e Caribe</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1642488&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1642488&amp;o=node" /></p>
<p>Na avaliação do presidente, estes são fatores relevantes para <strong>influenciar as Nações Unidas e dar a ela uma representatividade mais diversa e de acordo com o atual contexto geopolítico</strong>.</p>
<p>“<strong>A solução para a crise do multilateralismo não é abandoná-lo, mas sim aperfeiçoá-lo. A América Latina e o Caribe podem contribuir elegendo a primeira mulher secretária-geral da ONU</strong> e honrando, assim, o legado da Conferência de Pequim sobre os direitos das mulheres”, disse Lula sem especificar quem seria essa mulher.</p>
<p>Segundo Lula, a governança global “já não espelha a diversidade que habita a Terra”.</p>
<blockquote><p>“E esse anacronismo tem impedido que se cumpra o propósito de evitar o flagelo da guerra, inscrito na Carta das Nações Unidas”, acrescentou.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2>China</h2>
<p>As afirmações foram feitas durante a abertura do IV Fórum da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), em Pequim.</p>
<p>Na oportunidade, ele ressaltou a importância da aproximação entre os países participantes do fórum, <strong>destacando o papel relevante da China para o desenvolvimento da região</strong>.</p>
<p>A <strong>China já é o segundo maior parceiro comercial da Celac</strong> e um dos mais importantes investidores na América Latina e no Caribe. Segundo ele, <strong>isso fica evidente sobretudo na área de infraestrutura</strong>.</p>
<blockquote><p>“O apoio chinês é decisivo para tirar do papel rodovias, ferrovias, portos e linhas de transmissão. Mas a viabilidade econômica desses projetos depende da capacidade de coordenação de nossos países para conferir a essas iniciativas escala regional.”</p></blockquote>
<h2>Alerta</h2>
<p>Em tom de alerta aos países participantes do encontro, Lula disse que “o futuro da América Latina depende do nosso comportamento; da análise justa do que aconteceu no século XX, onde nós avançamos, e onde nós retrocedemos, para que a gente compreenda de uma vez por todas: não há saída para nenhum país individualmente”.</p>
<p>“Nós temos 500 anos de histórias que provam isso. <strong>Ou nós nos juntamos entre nós, e procuramos parceiros que queiram, junto conosco, construir um mundo compartilhado, ou a América Latina tende a continuar sendo uma região que representa a pobreza no mundo de hoje</strong>. É importante que a gente compreenda. Depende, pura e simplesmente, se a gente quer ser grande ou a gente quer continuar pequeno”, acrescentou.</p>
<h2>Assimetrias</h2>
<p>Na avaliação de Lula, a relação entre a Celac e China pode fortalecer os setores industriais em áreas de ponta como, por exemplo, a Inteligência Artificial.</p>
<blockquote><p>“Para construir um futuro compartilhado, é necessário reduzir as assimetrias entre os países”, disse.</p></blockquote>
<p>“A revolução digital não pode criar um novo abismo tecnológico entre as nações. O desenvolvimento da Inteligência Artificial não deve ser um privilégio de poucos. Uma transição justa para uma economia de baixo carbono também exige amplo acesso a tecnologias de energia limpa”, complementou.</p>
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		<item>
		<title>Presidente embarca essa semana para viagens à Rússia e à China</title>
		<link>https://portalam.com.br/presidente-embarca-essa-semana-para-viagens-a-russia-e-a-china/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 10:38:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva retoma a agenda de viagens internacional essa semana. O primeiro compromisso será em Moscou, na Rússia. A convite do presidente Vladimir Putin, Lula participará das celebrações dos 80 anos da vitória da União Soviética sobre a Alemanha nazista na segunda guerra mundial. É o feriado mais importante da Rússia, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva retoma a agenda de viagens internacional essa semana. O primeiro compromisso será em Moscou, na Rússia. A <strong>convite do presidente Vladimir Putin, Lula participará das celebrações dos 80 anos da vitória da União Soviética sobre a Alemanha nazista na segunda guerra mundial.</strong> É o feriado mais importante da Rússia, que ocorre no dia 9 de maio, com um grandioso desfile cívico-militar em Moscou. <strong>Ambos os presidentes também manterão reunião bilateral durante a visita, entre 8 e 10 de maio.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1641360&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1641360&amp;o=node" /></p>
<p>Na sequência, <strong>Lula segue para China, onde cumprirá agendas nos dias 12 e 13 de maio. </strong>A <strong>visita de Lula ao país asiático ocorrerá no contexto da Cúpula entre China e países da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).</strong></p>
<p>O<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-04/china-reage-e-e-eleva-impostos-sobre-produtos-dos-eua-em-125" target="_blank" rel="noopener"> encontro bilateral previsto entre Lula e Xi Jinping</a> ocorrerá em meio ao acirramento da guerra comercial entre Estados Unidos e China, as duas maiores economias do planeta. A <strong>imposição de tarifas mútuas, desencadeada por iniciativa do presidente norte-americano Donald Trump,</strong> vem causando sucessivas turbulências nos mercados de ações e alimenta o temor de uma recessão global.</p>
<p>A viagem à <strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2024-11/relacao-entre-brasil-e-china-vive-melhor-momento-diz-xi-jinping" target="_blank" rel="noopener">China será a segunda visita oficial de Lula</a> neste terceiro mandato</strong>. A visita anterior ocorreu em abril de 2023, que foi retribuída por <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2024-11/relacao-entre-brasil-e-china-vive-melhor-momento-diz-xi-jinping" target="_blank" rel="noopener">Xi Jinping em visita de Estado em novembro do ano passado</a>, após a Cúpula do G20, sediada pelo Brasil. Além disso, eles haviam se encontrado outra vez em 2023 na Cúpula dos Brics, na África do Sul.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ministro articula mais investimentos para transição energética no Brasil em visita a montadora na China</title>
		<link>https://portalam.com.br/ministro-articula-mais-investimentos-para-transicao-energetica-no-brasil-em-visita-a-montadora-na-china/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 06:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, começou neste domingo (20/04) uma agenda estratégica na China para atrair investimentos em carros elétricos, baterias e data centers para o Brasil. A ida do ministro ao país asiático também é uma preparação da viagem do presidente Lula, prevista para o próximo mês. O primeiro compromisso foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, começou neste domingo (20/04) uma agenda estratégica na China para atrair investimentos em carros elétricos, baterias e data centers para o Brasil. A ida do ministro ao país asiático também é uma preparação da viagem do presidente Lula, prevista para o próximo mês. O primeiro compromisso foi em Shenzhen, na sede corporativa da BYD, uma gigante do setor de mobilidade elétrica e energia limpa, em que já foram alinhados investimentos em duas frentes: uma em expansão de carros elétricos e outra voltada para soluções de baterias para estabilização do Sistema Interligado Nacional (SIN).</p>
<p>“Esses recursos são fundamentais para que o Brasil fortaleça sua liderança dentro da transição energética global, transformando ainda mais a nossa energia e a nossa mobilidade. Nesta agenda, em que reforçamos a política pautada no diálogo e na cooperação entre os países, que é característica do nosso presidente Lula, estamos robustecendo a parceria com o setor automobilístico e fortalecendo parcerias, o intercâmbio tecnológico e atraindo investimentos que gerem empregos, inovação e desenvolvimento sustentável para o nosso país”, destacou o ministro Alexandre Silveira.</p>
<p>Durante a agenda em Shenzhen, com o vice-presidente da BYD na América Latina, Oscar Su, o ministro Alexandre Silveira reforçou o compromisso do MME em iniciativas que posicionem o Brasil na vanguarda da nova economia verde, de modo a promover o uso das energias renováveis, da mobilidade elétrica e descarbonização.</p>
<p>“Nosso país reúne condições únicas para liderar esse processo, com uma matriz elétrica majoritariamente limpa e potencial tecnológico crescente. Estamos empenhados em buscar as melhores experiências internacionais para transformar esse potencial em oportunidades concretas para todos os brasileiros”, destacou o ministro.</p>
<h3><strong>BYD no Brasil</strong></h3>
<p>Fundada em 1995, a empresa chinesa é hoje uma das maiores referências globais em eletrificação do transporte e produção de baterias recarregáveis, com presença em mais de 400 cidades em 101 países.</p>
<p>Desde sua chegada ao Brasil, em 2014, a montadora chinesa tem ampliado significativamente sua atuação. Atualmente, a empresa conta com sete fábricas em território nacional – localizadas em Campinas (SP), Manaus (AM), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES) e Cariacica (ES). Em 2023, foi iniciada a construção do Complexo de Camaçari (BA), que será a maior unidade da empresa fora da Ásia. Com um investimento estimado em R$ 5,5 bilhões, o complexo tem potencial de gerar 20 mil empregos e produzir, em sua primeira fase, até 150 mil veículos elétricos por ano, número que poderá dobrar na fase seguinte.</p>
<p>No mercado brasileiro de veículos elétricos e híbridos, a montadora chinesa tem demonstrado liderança expressiva. Em 2024, a empresa comercializou mais de 76 mil veículos no país e conta atualmente com mais de 165 concessionárias, com meta de alcançar 270 até 2025. Sete em cada dez carros elétricos vendidos no Brasil são da marca, além de um em cada quatro híbridos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Economia global sob pressão pode desacelerar para 2,3%, sinaliza agência da ONU</title>
		<link>https://portalam.com.br/economia-global-sob-pressao-pode-desacelerar-para-23-sinaliza-agencia-da-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 15:35:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Economia global]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia mundial está em uma trajetória recessiva, impulsionada pela escalada das tensões comerciais e incertezas. O alerta é da ONU Comércio e Desenvolvimento, Unctad, em seu novo relatório com previsões para 2025. O levantamento conclui que o crescimento global deve desacelerar para 2,3% este ano, colocando a economia mundial em um caminho de recessão. Investimentos atrasados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia mundial está em uma trajetória recessiva, impulsionada pela escalada das tensões comerciais e incertezas. O alerta é da ONU Comércio e Desenvolvimento, Unctad, em seu novo <a class="ext" title="(opens in a new window)" href="https://unctad.org/system/files/official-document/gdsinf2025d1_en.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-extlink="">relatório</a> com previsões para 2025.</p>
<p>O levantamento conclui que o crescimento global deve desacelerar para 2,3% este ano, colocando a economia mundial em um caminho de recessão.</p>
<h2><strong>Investimentos atrasados e contratações reduzidas</strong></h2>
<p>O documento cita ameaças crescentes, incluindo choques de política comercial e volatilidade financeira. Segundo a Unctad, “as recentes medidas tarifárias estão interrompendo as cadeias de suprimentos e minando a previsibilidade”.</p>
<p>O relatório ressalta que este cenário já está se traduzindo em decisões de investimento atrasadas e contratações reduzidas.</p>
<p>A agência destaca que a desaceleração afetará todas as nações, especialmente as economias mais vulneráveis, que terão que lidar simultaneamente com piora das condições financeiras externas, dívida insustentável e enfraquecimento do crescimento doméstico.</p>
<h2><strong>Desaceleração da economia brasileira</strong></h2>
<p>Na América Latina, o levantamento prevê que a maioria dos bancos centrais continuará com a flexibilização monetária, à medida que a inflação tende a cair, com a notável exceção do Brasil, que iniciou um ciclo de maior rigor monetário.</p>
<p>A Unctad projeta uma desaceleração significativa da economia brasileira em 2025, para 2,2%, à medida que o aperto monetário inibe o investimento e os gastos com consumo.</p>
<p>Por outro lado, a agência aponta para o crescimento do comércio entre os países em desenvolvimento como uma fonte de resiliência.</p>
<h2><strong>Potencial da cooperação Sul-Sul</strong></h2>
<p>O estudo afirma que a integração econômica Sul-Sul, que já representa cerca de um terço do comércio global, oferece oportunidades para muitos países.</p>
<p>A agência apela ao diálogo e à negociação, sustentados por uma coordenação<a href="https://portalam.com.br/banco-mundial-defende-novas-politicas-publicas-para-setor-agroalimentar/"> política</a> regional e global mais fortes, com base nos laços comerciais e econômicos existentes.</p>
<p>Para a Unctad, esse é o caminho para restaurar a confiança e manter o desenvolvimento no caminho certo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>China habilita 21 empresas brasileiras para exportação de gergelim</title>
		<link>https://portalam.com.br/china-habilita-21-empresas-brasileiras-para-exportacao-de-gergelim/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 13:40:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[empresas brasileiras]]></category>
		<category><![CDATA[gergelim]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo chinês autorizou a habilitação das primeiras 21 empresas brasileiras para exportação de gergelim. O país asiático, maior importador global do produto, responde por 38,4% do consumo mundial da semente, o que demonstra o potencial como um mercado estratégico para o agronegócio brasileiro. A conquista desse mercado aconteceu no final de 2024, em visita [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo chinês autorizou a habilitação das primeiras 21 empresas brasileiras para exportação de gergelim. O país asiático, maior importador global do produto, responde por 38,4% do consumo mundial da semente, o que demonstra o potencial como um mercado estratégico para o agronegócio brasileiro.</p>
<p>A conquista desse mercado aconteceu no final de 2024, em visita do Presidente chinês Xi Jinping ao Brasil, todavia, a liberação das empresas exportadoras só foi oficializada na última semana, em um processo normal de acreditação das empresas. Hoje, o Brasil ocupa a sétima posição no ranking mundial de exportação de gergelim, representando 5,31% do comércio global. Entre os principais estados produtores estão Mato Grosso, Goiás, Pará e Tocantins, enquanto Bahia, Minas Gerais, Maranhão e Rondônia apresentam grande potencial de crescimento na cultura.</p>
<p style="text-align: left;">Em 2023, a China importou US$ 1,53 bilhão deste produto, um reflexo direto da alta demanda pelo produto e que torna a China o principal comprador internacional de gergelim. No <a href="https://portalam.com.br/brasil-anuncia-apoio-a-candidatura-de-albert-ramdin-a-secretario-geral-da-oea/">Brasil,</a> a semente vem ganhando espaço como opção de segunda safra, contribuindo para a diversificação e expansão do agronegócio nacional.</p>
<p>Com essas novas oportunidades, o Brasil amplia sua presença no mercado internacional e fortalece sua produção agropecuária.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>urgem primeiros casos de Mpox na China, Emirados Árabes Unidos e Tailândia</title>
		<link>https://portalam.com.br/urgem-primeiros-casos-de-mpox-na-china-emirados-arabes-unidos-e-tailandia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 09:27:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Doença]]></category>
		<category><![CDATA[Emirados Árabes Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Mpox]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Tailândia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização Mundial da Saúde, OMS, anunciou que Emirados Árabes Unidos, Tailândia e China são países que neste ano relataram novos casos da varíola M, chamada de Mpox. Uma epidemia da doença, antes conhecida como varíola dos macacos, está ativa na República Democrática do Congo. Nenhuma morte até 2 de fevereiro Pela atualização feita em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde, OMS, anunciou que Emirados Árabes Unidos, Tailândia e China são países que neste ano relataram novos casos da varíola M, chamada de Mpox.</p>
<p>Uma epidemia da doença, antes conhecida como varíola dos macacos, está ativa na República Democrática do Congo.</p>
<h2><strong>Nenhuma morte até 2 de fevereiro</strong></h2>
<p>Pela atualização feita em meados deste mês foram confirmados até 1.348 casos em laboratório. Nenhuma morte for registrada até o último dia 2.</p>
<p>No ano passado, a taxa de letalidade entre os infectados foi menor que 0,5% e 2,5% entre os suspeitos.</p>
<p>A OMS realçou que a resposta à doença foi particularmente impactada pela situação na cidade oriental congolesa de Goma e áreas adjacentes onde os efeitos do conflito representam risco de alastramento da doença.</p>
<p>Com países relatando casos da variante clado 1b do vírus fora da África, a Organização Mundial da Saúde declarou emergência global de saúde pública em agosto passado. No mesmo mês, a Suécia foi o primeiro Estado a confirmar uma notificação.</p>
<h2><strong>Viagem aos Emirados Árabes Unidos</strong></h2>
<p>Em 2025, a Tailândia confirmou dois infectados pela variante clado 1b da varíola M em pacientes com histórico de viagem aos Emirados Árabes Unidos, um país com novas ocorrências.</p>
<p>Na China, as autoridades relataram sete casos do clado 1b.  Em janeiro, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças chinês identificou um surto que segundo agências de notícias locais foi desencadeado por “uma infecção de um estrangeiro com registro de viagem e residência em território congolês”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>De 71 países, apenas 2 e União Europeia não criminalizam desinformação</title>
		<link>https://portalam.com.br/de-71-paises-apenas-2-e-uniao-europeia-nao-criminalizam-desinformacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 13:08:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo publicado nesta terça-feira (23) pela Coalizão Direitos na Rede (CDR), grupo que reúne mais de 50 organizações acadêmicas e da sociedade civil, analisou 104 leis de 71 países ou blocos regionais e identificou que em apenas três deles &#8211; Paquistão, França e União Europeia &#8211; as legislações não criminalizam a disseminação de desinformação no ambiente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um <a href="https://direitosnarede.org.br/2024/04/23/coalizao-direitos-na-rede-lanca-o-relatorio-referencias-internacionais-em-regulacao-de-plataformas-digitais-bons-exemplos-e-licoes-para-o-caso-brasileiro/" target="_blank" rel="noopener">estudo</a> publicado nesta terça-feira (23) pela Coalizão Direitos na Rede (CDR), grupo que reúne mais de 50 organizações acadêmicas e da sociedade civil, analisou 104 leis de 71 países ou blocos regionais e identificou que em apenas três deles &#8211; Paquistão, França e União Europeia &#8211; as legislações não criminalizam a disseminação de desinformação no ambiente digital.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1591849&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1591849&amp;o=node" /></p>
<p>O relatório foi lançado na Câmara dos Deputados, em parceria com movimentos sociais e parlamentares que defendem a regulação das plataformas no Brasil.</p>
<p>De acordo com o estudo, várias leis foram criadas para criminalizar a disseminação de notícias falsas após a pandemia da covid-19. Desde 2016, ao menos 57 leis em 44 países foram criadas nesse sentido.</p>
<p>A coalizão alerta, entretanto, que a criminalização da disseminação de notícias falsas pode prejudicar a liberdade de imprensa, a liberdade de expressão e ser utilizada para reprimir adversários políticos.</p>
<p>“Essas legislações compartilham a característica de uma linguagem abrangente, voltada para combater a disseminação de desinformação e a propagação de notícias falsas. Por isso, muitas delas revelaram implicações prejudiciais para a liberdade de expressão em seus respectivos países, conforme apontado por diversos organismos regionais e internacionais”, diz a coalizão.</p>
<p>O relatório destaca ainda a conclusão do relator especial da Organização das Nações Unidas (ONU) David Kayne que, ao analisar a desinformação durante a pandemia da covid-19, concluiu que “a penalização da desinformação é desproporcional, não conseguindo atingir seu objetivo de reduzir as informações e, ao invés disso, impede que os indivíduos compartilhem o que poderia ser uma informação valiosa”.</p>
<p>Entre os países que criminalizam a disseminação de desinformação, o relatório cita África do Sul, Costa Rica, Grécia, Angola, Tailândia, China, Nicarágua e Romênia.</p>
<p>O estudo inédito traz um conjunto de experiências internacionais no tema e sugere lições que podem contribuir para o debate no Brasil.</p>
<p>O objetivo é auxiliar na elaboração de uma proposta regulatória efetiva alinhada à proteção dos direitos humanos e fundamentais dos usuários e usuárias e à promoção da democracia e da justiça social.</p>
<h2>Brasil</h2>
<p>No caso nacional, o grupo defende que “as legislações penal e eleitoral brasileiras já possuem infrações que dão conta dos ilícitos mais graves envolvidos na produção e disseminação de informações falsas, discursos violentos e ataques às instituições”.</p>
<p>A Lei 14.197 de 2021, por exemplo, define que é crime tentar depor governo legitimamente eleito ou restringir o exercício dos poderes constituídos, com penas que vão de 4 a 12 anos de prisão.</p>
<p>O último projeto de lei (PL) sobre o tema em análise do Congresso, o PL 2630, do relator Orlando Silva (PcdoB-SP), previa a criminalização da disseminação “em massa” de mensagens que contivessem fato sabidamente inverídico. O texto foi descartado após o presidente da Casa, deputado Arthur Lira (PP-AL), argumentar que ele estava “contaminado” pelo debate ideológico. Com isso, foi criado um grupo de trabalho para produzir uma nova proposta.</p>
<p>Representante da CDR, Bruna Santos avalia que a criminalização deve ser o último recurso, e que outras medidas devem ser tomadas para combater a desinformação.</p>
<p>“A ferramenta mais adequada seria a aprovação de uma regulação democrática, que garanta mais transparência &#8211; inclusive sobre anúncios e demais conteúdos -, que requisite políticas específicas sobre conteúdos danosos como discurso de ódio e violência política e de gênero, e que implemente o devido processo para atuação das plataformas”, defende.</p>
<p>Ainda segundo Bruna, a pesquisa identificou que os países ricos têm tido mais sucesso na regulação das plataformas. &#8220;A dificuldade em avançar na pauta existe, mas diria que ela está mais presente em países do Sul Global, onde plataformas têm aplicado suas próprias regras&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O Sul Global é o termo usado para se referir aos países não desenvolvidos que, em sua maioria, estão localizados no Hemisfério Sul do planeta.</p>
<h2>Risco à democracia</h2>
<p>Os movimentos sociais e especialistas reunidos nesta terça-feira na Câmara dos Deputados argumentam que o futuro da democracia brasileira depende de uma regulação adequada das mídias sociais.</p>
<p>As entidades afirmam que existe uma coalizão de extrema-direita internacional contrária à regulação das plataformas e que busca desestabilizar as democracias em todo o mundo.</p>
<p>“É uma tentativa deliberada de disrupção da democracia. E que usa o Brasil como laboratório de uma coisa que vai tentar avançar a nível internacional”, disse Arthur Mello, coordenador de advocacy do Pacto pela Democracia, organização com mais de 200 entidades da sociedade civil.</p>
<p>O influenciador digital Felipe Neto, que tem mais de 17 milhões de seguidores em uma rede social, avalia que aqueles que defendem regras democráticas para as plataformas estão perdendo o debate.</p>
<p>“O que o público está ouvindo com essas duas palavras [regulação e regulamentação] é censura. Está errado, está completamente errado. Mas a extrema direita fundamentou esse preceito. Hoje, quando a gente usa regulamentação, regulação, o que o povo ouve é censura”, afirmou Neto, pedindo que sejam usadas novas palavras para defender o projeto.</p>
<p>Coordenador do grupo de tecnologia do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) Alexandre Zago Boava, defende a inclusão dos trabalhadores no debate.</p>
<p>“O povo pode não saber o que é o titular de dados, pode não saber como o Marco Civil da Internet [Lei 12.965 de 2014] protege ele, ou como o PL 2630 não tira sua liberdade de expressão. Mas ele com certeza não vai querer entregar os dados se ele souber que aqueles dados estão sendo usados contra ele, nem vai querer sofrer crimes e violências dentro da rede, independentemente de ele entender ou não o Marco Civil”, disse.</p>
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		<title>Operação mira comércio de óleo de maconha para cigarros eletrônicos no Brasil</title>
		<link>https://portalam.com.br/operacao-mira-comercio-de-oleo-de-maconha-para-cigarros-eletronicos-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2024 15:12:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[AM]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Cannabis]]></category>
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					<description><![CDATA[Policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) participam, nesta quarta-feira (24/04), de uma operação para desmantelar uma rede criminosa que operava lavagem de dinheiro, tráfico internacional de drogas e crimes contra a saúde pública. A ação é coordenada pela Polícia Civil do Distrito Federal, no âmbito da &#8220;Operação Narke&#8221; do Ministério da Justiça [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) participam, nesta quarta-feira (24/04), de uma operação para desmantelar uma rede criminosa que operava lavagem de dinheiro, tráfico internacional de drogas e crimes contra a saúde pública. A ação é coordenada pela Polícia Civil do Distrito Federal, no âmbito da &#8220;Operação Narke&#8221; do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), e conta ainda com auxílio da Polícia Civil de São Paulo.</p>
<p>No Rio de Janeiro, os agentes cumpriram um mandado de prisão e um de busca e apreensão. As diligências ocorreram no bairro de Valverde, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense.</p>
<p>Segundo as investigações, a organização criminosa adquiria contas bancárias em nome de terceiros, utilizava empresas fantasmas e documentos falsos, aplicavam tecnologia de deepface para burlar a segurança de aplicativos bancários e várias camadas de proteção para operar um complexo sistema de lavagem de dinheiro proveniente do mercado ilícito das drogas. Eles compravam óleo de cannabis de fornecedores dos Estados Unidos, que entravam no Brasil pelo Paraguai. A droga, em grande quantidade, era remetida envasada em potes de cera de depilação.</p>
<p>Quando entravam no Brasil, por Foz do Iguaçu, os produtos eram enviados para a capital paulista, onde parte do bando manipulava as drogas, envasando-as em refis de cigarros eletrônicos, frascos de CBD e outros suportes. Os criminosos anunciavam por redes sociais que estavam vendendo diferentes genéticas de maconha, quando, na verdade, misturavam o óleo a solventes e aromatizantes.</p>
<p>O grupo mantinha websites e contas em redes sociais para o comércio eletrônico dos produtos, informando que estavam vendendo remédios para diversos tipos de doenças. Profissionais de tecnologia da informação do Rio de Janeiro eram responsáveis pela construção das plataformas de comércio eletrônico, colaborando com a lavagem de dinheiro a partir da automatização dos pagamentos e utilização de documentos e dados falsos no contato com a rede bancária. O esquema contava, ainda, com influenciadores digitais de diversas partes do país, contratados para expandir as vendas.</p>
<p>Parte dos insumos para a construção dos cigarros eletrônicos para o consumo da cannabis e para a elaboração de outros produtos vinha da China e do Rio de Janeiro, de forma personalizada com a logomarca do esquema criminoso. Os líderes do grupo estavam sediados no interior do estado de São Paulo e não tinham contato direto com as drogas que eram enviadas a traficantes e usuários por meio de contrato com a empresa privada e postadas pelos Correios.</p>
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		<title>Visto de permanência de brasileiros e chineses passa para dez anos</title>
		<link>https://portalam.com.br/visto-de-permanencia-de-brasileiros-e-chineses-passa-para-dez-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2024 20:26:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Visto]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil e China firmaram nesta sexta-feira (19) acordo bilateral de cooperação que estende para dez anos a vigência de vistos para passaportes de cidadãos dos dois países. O novo prazo de validade é o dobro do atual, cinco anos. O ato foi assinado durante visita oficial do ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasil e China firmaram nesta sexta-feira (19) acordo bilateral de cooperação que estende para dez anos a vigência de vistos para passaportes de cidadãos dos dois países. O novo prazo de validade é o dobro do atual, cinco anos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1577069&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1577069&amp;o=node" /></p>
<p>O ato foi assinado durante visita oficial do ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi, ao ministro da Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, no Palácio do Itamaraty. “A iniciativa facilitará viagens, incentivará a promoção de contatos diretos entre nossas comunidades empresariais e impulsionará o turismo entre nossos dois países”, disse o ministro Mauro Vieira.</p>
<p>A visita de dois dias marca o início das comemorações dos 50 anos de estabelecimento das relações diplomáticas sino-brasileiras, a ser celebrado oficialmente em 15 de agosto.</p>
<h2>Uma só China</h2>
<p>Após a reunião dos dois chanceleres, o chanceler Mauro Vieira reafirmou o apoio do Brasil à China unificada, dado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando de sua viagem de Estado àquele país, em abril de 2023, para <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-04/visita-de-lula-china-marca-novo-momento-da-diplomacia-brasileira" target="_blank" rel="noopener">relançamento da parceria estratégica global</a> iniciada em 2012, segundo Vieira. “Recordamos o apoio histórico, consistente e inequívoco do Brasil ao princípio de uma só China, conforme registrado na declaração conjunta adotada pelos presidentes Lula e Xi Jinping na visita presidencial à China, de 14 de abril de 2023”, lembrou o ministro.</p>
<blockquote><p>“Recordamos o apoio histórico, consistente e inequívoco do Brasil ao princípio de uma só China”, confirmou Vieira.</p></blockquote>
<p>A declaração ocorre <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2024-01/eleitores-de-taiwan-dao-3o-mandato-presidencial-a-partido-governista" target="_blank" rel="noopener">após a eleição presidencial em Taiwan</a>, no último sábado (14), quando taiwaneses elegeram como novo presidente da ilha asiática o candidato do Partido Democrático Progressista, Lai Ching-te, que defende a independência de Taiwan. A China, no entanto, considera Taiwan como parte de seu território.</p>
<h2>Crises internacionais</h2>
<p>Dentro da agenda internacional, os dois chanceleres ainda conversaram sobre as guerras da Ucrânia e Rússia e de Israel e o Hamas, na Faixa de Gaza.</p>
<p>“No encontro de hoje, o ministro Wang e eu trocamos visões sobre temas centrais da agenda internacional, como as crises na Ucrânia e na Faixa de Gaza e sobre como Brasil e China podem contribuir para a solução desses graves conflitos”, acrescentou o ministro brasileiro.</p>
<h2>Xi Jinping no Brasil</h2>
<p>O ministro da Relações Exteriores adiantou que uma série de encontros políticos, acadêmicos e culturais entre Brasil e China devem ocorrer em 2024 como parte do 50º aniversário das relações Brasil-China.</p>
<p>Mauro Vieira anunciou ainda a presença do presidente da China, Xi Jinping, nos dias 18 e 19 de novembro, no Rio de Janeiro, durante a Cúpula de Líderes do G20, sob a presidência do Brasil este ano.</p>
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		<item>
		<title>Wilson Lima conclui agenda na China com visita a gigante da tecnologia e encontro com prefeito de Shenzhen</title>
		<link>https://portalam.com.br/wilson-lima-conclui-agenda-na-china-com-visita-a-gigante-da-tecnologia-e-encontro-com-prefeito-de-shenzhen/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jan 2024 20:35:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Wilson Lima]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador Wilson Lima visitou, nesta sexta-feira (12/01), a sede da gigante chinesa de tecnologia Huawei e destacou soluções desenvolvidas pela empresa como na área de energias renováveis que podem contribuir com o interior do Amazonas. A visita marcou o encerramento da agenda do chefe do Executivo do Amazonas no país asiático, onde participou do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governador Wilson Lima visitou, nesta sexta-feira (12/01), a sede da gigante chinesa de tecnologia Huawei e destacou soluções desenvolvidas pela empresa como na área de energias renováveis que podem contribuir com o interior do Amazonas. A visita marcou o encerramento da agenda do chefe do Executivo do Amazonas no país asiático, onde participou do “Brazil China Meeting”, evento organizado pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, e apresentou as potencialidades do estado, com o objetivo de atrair novos investimentos.</p>
<p>Na ocasião da visita à fábrica, Wilson Lima conheceu avanços tecnológicos da multinacional, especialmente na área de energias renováveis e sustentável, a exemplo de painéis de energia solar, que segundo o governador são uma importante alternativa que pode contribuir para levar soluções de energia a áreas mais distantes do estado, como já tem sido feito por meio do programa Brilha Amazonas, que já instalou painéis solares em comunidades ribeirinhas do interior do estado.</p>
<figure class="wp-block-image alignwide size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-154255 lazyloaded" src="https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-09-1024x683.jpg" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" srcset="https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-09-1024x683.jpg 1024w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-09-300x200.jpg 300w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-09-768x512.jpg 768w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-09-1536x1024.jpg 1536w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-09-2048x1365.jpg 2048w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-09-1568x1045.jpg 1568w" alt="" width="1024" height="683" data-srcset="https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-09-1024x683.jpg 1024w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-09-300x200.jpg 300w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-09-768x512.jpg 768w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-09-1536x1024.jpg 1536w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-09-2048x1365.jpg 2048w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-09-1568x1045.jpg 1568w" data-src="https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-09-1024x683.jpg" data-sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Foto:</strong> Diego Peres / Secom</figcaption></figure>
<p>“A partir desse encontro que tivemos aqui já está pré-agendado uma reunião no estado do Amazonas para que a gente possa avançar em algumas áreas, uma delas é a área de Saúde e a outra de Energia para comunidades isoladas. E existe uma série de outras possibilidades que a gente pode avançar através dessas parcerias que a gente começa a construir“, avaliou o governador.</p>
<p>Antes, como um de seus últimos compromissos no país, Wilson Lima também esteve com o prefeito de Shenzhen, Qin Weizhong. Na presença também de empresários das áreas de saúde e tecnologia, por exemplo, conversaram sobre investimentos e parcerias. O encontro foi realizado a convite do Governo da cidade de Shenzhen, considerada a capital tecnológica da China.</p>
<p>“O encontro foi muito positivo porque foi uma oportunidade para entender como é que Shenzhen conseguiu, nos últimos 40 anos, sair de uma vila de pescadores para ser a grande potência tecnológica e econômica que é hoje é uma referência para o mundo“, disse Wilson Lima, que complementou. “Esse contato é importante para aumentar essa parceria, essa relação de amizade que há entre Brasil e China e também para poder ampliar investimentos”.</p>
<figure class="wp-block-image alignwide size-large"><img decoding="async" class="wp-image-154256 lazyloaded" src="https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-07-1024x683.jpg" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" srcset="https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-07-1024x683.jpg 1024w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-07-300x200.jpg 300w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-07-768x512.jpg 768w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-07-1536x1024.jpg 1536w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-07-2048x1365.jpg 2048w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-07-1568x1045.jpg 1568w" alt="" width="1024" height="683" data-srcset="https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-07-1024x683.jpg 1024w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-07-300x200.jpg 300w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-07-768x512.jpg 768w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-07-1536x1024.jpg 1536w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-07-2048x1365.jpg 2048w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-07-1568x1045.jpg 1568w" data-src="https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/Huawei-07-1024x683.jpg" data-sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Foto:</strong> Diego Peres / Secom</figcaption></figure>
<p>Durante a semana, o governador do Amazonas cumpriu intensa agenda no país asiático e integrou a comitiva da programação do LIDE, que realiza o evento “Brazil China Meeting” em parceria com os jornais Valor Econômico e O Globo.</p>
<p>Wilson Lima apresentou a potenciais investidores o modelo Zona Franca de Manaus, programas do Estado como o Escola da Floresta, o Guardiões da Floresta, o Água Boa e o Amazonas 2030, além de ter visitado empresas como de veículos elétricos BYD e a de eletrônicos TCL, ambas com fábricas no Polo Industrial de Manaus.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Países do G77 e China condenam monopólios no setor de tecnologia</title>
		<link>https://portalam.com.br/paises-do-g77-e-china-condenam-monopolios-no-setor-de-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 17:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula]]></category>
		<category><![CDATA[G77]]></category>
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					<description><![CDATA[Os chefes de Estado e de governo dos países que integram o Grupo dos 77 mais China divulgaram, neste sábado (16), declaração conjunta ao fim da cúpula realizada em Havana. O encontro teve a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O documento sintetiza, em 47 tópicos, a posição do grupo principalmente em matéria de desenvolvimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item-wrap">
<p>Os chefes de Estado e de governo dos países que integram o Grupo dos 77 mais China divulgaram, neste sábado (16), declaração conjunta ao fim da cúpula realizada em Havana. O encontro teve a presença do presidente <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2023-09/em-cuba-lula-critica-modelo-de-negocios-de-empresas-de-tecnologia" target="_blank" rel="noopener">Luiz Inácio Lula da Silva</a>. O documento sintetiza, em <a href="https://www.gov.br/mre/pt-br/canais_atendimento/imprensa/notas-a-imprensa/declaracao-de-havana-sobre-201cos-desafios-atuais-para-o-desenvolvimento-o-papel-da-ciencia-da-tecnologia-e-da-inovacao201d-em-ingles">47 tópicos</a>, a posição do grupo principalmente em matéria de desenvolvimento tecnológico. Este ano, sob a presidência de Cuba, o encontro do G77 + China discute o tema Desafios Atuais do Desenvolvimento: Papel da Ciência, Tecnologia e Inovação.</p>
<p>O grupo, criado em 1964 com 77 países-membros, foi ampliado e atualmente é composto por 134 nações em desenvolvimento do Sul Global pertencentes à Ásia, África e América Latina. A união do bloco com a China ocorreu nos anos 1990.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1555839&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1555839&amp;o=node" /></p>
<p>A declaração conjunta inclui uma crítica à hegemonia de grupos monopolistas no setor de tecnologia da informação e internet. &#8220;Rejeitamos os monopólios tecnológicos e outras práticas injustas que dificultam o desenvolvimento tecnológico dos países em desenvolvimento. Os Estados que detêm o monopólio e o domínio no ambiente das tecnologias de informação e comunicação, incluindo a Internet, não devem utilizar os avanços das tecnologias de informação e comunicação como ferramentas de contenção e supressão do legítimo desenvolvimento econômico e tecnológico de outros Estados. Apelamos à comunidade internacional para que promova um ambiente aberto, justo, inclusivo e não discriminatório para o desenvolvimento científico e tecnológico.&#8221;</p>
<p>Em outro trecho, o grupo pede à comunidade internacional e aos organismos do sistema da Organização das Nações Unidas (ONU) que &#8220;tomem medidas urgentes para promover o acesso desimpedido, oportuno e equitativo dos países em desenvolvimento a medidas, produtos e tecnologias relacionados com a saúde, necessários para lidar com a atual e futura prevenção de pandemias&#8221;.</p>
<p>Os países integrantes do grupo ainda defendem o papel na tecnologia no enfrentamento às mudanças climáticas, cujos efeitos têm impacto desproporcional nos países em desenvolvimento.</p>
<p>&#8220;Reconhecemos que todas as barreiras tecnológicas, nomeadamente as relatadas pelo IPCC [Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas], limitam a adaptação às alterações climáticas e a implementação das Contribuições Nacionais Determinadas (NDC) dos países em desenvolvimento. Reiteramos, a este respeito, a necessidade de uma resposta eficaz à ameaça urgente das alterações climáticas, especialmente através do aumento da prestação de financiamento, da transferência de tecnologia e do reforço de capacidades com base nas necessidades e prioridades dos países em desenvolvimento, de acordo com os princípios e o objetivo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas e do seu Acordo de Paris, incluindo a equidade e as responsabilidades comuns mas diferenciadas e respectivas capacidades, bem como com base na melhor ciência disponível.&#8221;</p>
<p>O texto inclui ainda menção contrária à imposição de lei e de medidas econômicas com impacto sobre outros países. &#8220;Rejeitamos a imposição de leis e regulamentos com impacto extraterritorial e todas as outras formas de medidas econômicas coercivas, incluindo sanções unilaterais contra os países em desenvolvimento, e reiteramos a necessidade urgente de as eliminar imediatamente. Enfatizamos que tais ações não só prejudicam os princípios consagrados na Carta das Nações Unidas e no direito internacional, mas também impedem gravemente o avanço da ciência, tecnologia e inovação e a plena realização do desenvolvimento econômico e social, particularmente nos países em desenvolvimento.&#8221;</p>
<p>Mais cedo, em discurso, o próprio presidente Lula criticou o embargo econômico promovido pelos Estados Unidos contra Cuba desde a década de 1960.</p>
<h2>Agenda</h2>
<p>Ainda na capital cubana, Lula manteve agenda de trabalho com o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel. Esta é a primeira viagem oficial de um mandatário brasileiro ao país caribenho em nove anos. A última foi em 2014, quando a ex-presidente Dilma Rousseff esteve na capital cubana.</p>
<p>De Havana, o presidente seguirá para Nova York, nos Estados Unidos, onde fará o primeiro discurso do debate geral de chefes de Estado da 78ª Assembleia Geral da ONU, na próxima terça-feira (19).</p>
<p>Será a oitava vez que o presidente Lula abrirá o debate geral dos chefes de Estado. Nos oito anos em que governou o Brasil, em seus dois primeiros mandatos, ele deixou de comparecer apenas em 2010.</p>
<p>O chefe do governo brasileiro também participará do lançamento de uma iniciativa global para promoção do trabalho decente, juntamente com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Estão previstas ainda outras reuniões bilaterais, multilaterais e ministeriais entre os países participantes e diversos organismos internacionais à margem da assembleia.</p>
<p>Lula viajará aos Estados Unidos acompanhado de ministros que deverão participar de diversas reuniões temáticas nas áreas de direitos humanos, saúde e desarmamento.</p>
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		<title>Holanda supera os EUA e a China e detém 40,5% da fatia investidora europeia no Brasil</title>
		<link>https://portalam.com.br/holanda-supera-os-eua-e-a-china-e-detem-405-da-fatia-investidora-europeia-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Sep 2023 12:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Investidores estrangeiros praticamente dobraram o aporte no setor produtivo brasileiro no ano passado. Segundo o Banco Central (BC), o saldo dos Investimentos Diretos no País (IDP) foi de US$ 90,6 bilhões em 2022, volume 95% superior ao apurado em 2021 (US$ 46,4 bilhões), alcançando o maior volume dos últimos 10 anos. Segundo o critério de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Investidores estrangeiros praticamente dobraram o aporte no setor produtivo brasileiro no ano passado. Segundo o Banco Central (BC), o saldo dos Investimentos Diretos no País (IDP) foi de US$ 90,6 bilhões em 2022, volume 95% superior ao apurado em 2021 (US$ 46,4 bilhões), alcançando o maior volume dos últimos 10 anos.</p>
<p>Segundo o critério de investidor imediato, a Europa permanece como a região que detém o maior estoque de IDP no Brasil, com 62,9% do total de US$901,4 bilhões. De todo o continente europeu, a Holanda lidera o ranking com 40,5% de todo o investimento, o equivalente a US$ 229,76 bilhões, segundo o mesmo relatório do Banco Central (BC).</p>
<p>No caso específico da Holanda, uma boa parcela dos aportes produtivos no Brasil está, de fato, vinculada às companhias holandesas, que têm negócios consolidados no país e outra parte se dá ao mercado brasileiro em crescimento, atraindo cada vez mais investidores estrangeiros. A prova é que o Brasil é o sétimo destino mais procurado pelos estrangeiros que querem investir em países emergentes, conforme aponta o Índice de Confiança para Investimento Direto Estrangeiro, da consultoria internacional Kearney. O país ficou atrás de China, Índia, Emirados Árabes Unidos, Catar, Tailândia e Arábia Saudita. Ao todo, o levantamento avaliou o desempenho de 25 nações.</p>
<p>&#8220;Todo investidor procura solo fértil e oportunidades. O Brasil é um desses locais: um mercado ainda pouco explorado e que merece um olhar minucioso. Decidir trazer um negócio para cá foi apostar no desenvolvimento e no crescimento do país a curto, médio e longo prazo,&#8221; afirma Eduardo Delage, um dos sócios-fundadores responsável por trazer a empresa holandesa ao Brasil há 3 anos, marca mundialmente conhecida por Bluem, especializada em produtos oral care.</p>
<p>A Bluem, há 10 anos no mercado internacional e presente em mais de 50 países, chegou ao Brasil diante do mercado consumidor em alta, injetando aproximadamente US$5 milhões em apenas 3 anos. Inicialmente começou a exportar os produtos e a distribuir no país, porém a logística não era positiva.</p>
<p>Em 2020, a estrutura física e a produção também passaram a ser nacionais. &#8220;A empresa levou em conta os dados atrativos de mercado e apostou todas as fichas em um novo território. Desde 2020 já foram mais de US$ 5 milhões investidos nacionalmente e nossa expectativa é dobrar o aporte nos próximos 5 anos,&#8221; assegura Delage, que comemora o faturamento mensal  médio de R$ 2.000.000,00.</p>
<p>A empresa holandesa, somente no ano de 2023, já firmou parceria com 3 empresas conceituadas no Brasil,, entre elas a Clínica Viotto, a Orthopride e a Oral Unic &#8211; redes do segmento odontológico &#8211; confirmando o crescimento e o aumento dos investimentos em território nacional. &#8220;Em volume geral, o setor odontológico brasileiro é o sétimo mais atrativo do mundo e a evolução desta área também nos impulsionou e nos trouxe até aqui. Estamos confiantes em nossos projetos e certos de uma ótima escolha,&#8221; finaliza Eduardo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a Bluem</strong></p>
<p>Eduardo Delage é um dos sócios-fundadores responsáveis por trazer a Bluem ao Brasil.</p>
<p>William Oliveira, Diretor de Novos Negócios da Bluem Brasil, responsável pelas &#8221; key account&#8221;, novas parcerias com grandes clientes.</p>
<p>A marca foi fundada em 2010, na Holanda, e hoje está presente em mais de 50 países, e desde 2015, no Brasil. Em 2020, a empresa abriu fábrica própria nacional.</p>
<p>Creme dental, gel, espuma e enxaguatório bucal apresentam fórmula exclusiva baseada em oxigênio ativo e lactoferrina indicada para uso no pré, durante e pós cirurgias, e no uso diário para a melhora da saúde bucal.</p>
<p>A linha de produtos Bluem, ganhou pelo quinto ano consecutivo na Holanda, o prêmio BEST PRODUCT OF THE YEAR, sendo os principais produtos vencedores da categoria, do prêmio anual, o Creme oral com três prêmios 2017 -2021 e 2022, Enxaguatório bucal 2018 e a Espuma oral em 2020.</p>
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		<title>Seleção bate China em último jogo-treino antes do Mundial Feminino</title>
		<link>https://portalam.com.br/selecao-bate-china-em-ultimo-jogo-treino-antes-do-mundial-feminino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2023 13:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[gol]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil levou a melhor sobre a China, por 3 a 0, no último jogo-treino antes da estreia na Copa do Mundo de futebol feminino, no próximo dia 24 de julho.  A volante Luana e as zagueiras Kathellen e Rafaelle garantiram a vitória das guerreiras brasileiras, na partida disputada na noite de quarta-feira (no Brasil), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil levou a melhor sobre a China, por 3 a 0, no último jogo-treino antes da estreia na Copa do Mundo de futebol feminino, no próximo dia 24 de julho.  A volante Luana e as zagueiras Kathellen e Rafaelle garantiram a vitória das guerreiras brasileiras, na partida disputada na noite de quarta-feira (no Brasil), dividida em três tempos de 30 minutos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1543752&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1543752&amp;o=node" /></p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Thais Magalhães/CBF/Direitos Reservados" src="https://imagens.ebc.com.br/YxuQhcX1RGFKoJ90uVbS6Uw3Yfw=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/lauren_selecao_bras_fem_2.jpg?itok=SZ0YRi6d" alt="Zagueira Lauren cabeceia durante jogo-treino contra China, último jogo-treino antes do Mundial feminino - seleção brasileira feminina- em 12/07/2023" /></div>
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<div class="meta">&#8220;O jogo foi bom, tem muita coisa pra ver e melhorar. Acredito que depois que a gente assistir o jogo e analisar tudo, vai ver os pontos que precisam melhorar), disse a zagueira Lauren, de 20 anos, a mais jovem entre as convocadas &#8211; <strong>Thais Magalhães/CBF/Direitos Reservados</strong></div>
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<p>Mais jovem entre as convocadas, a zagueira Lauren, de 20 anos, destacou a importância do embate contra as chinesas a 11 dias do primeiro jogo das brasileiras no Mundial, contra o Panamá. A China está no Grupo D, junto com Dinamarca, Haiti e Inglaterra.</p>
<blockquote><p>“Muito importante estar jogando, estar num ambiente muito competitivo. O jogo foi bom, tem muita coisa pra ver e melhorar. Acredito que depois que a gente assistir o jogo e analisar tudo, a gente vai ver os pontos que precisam melhorar. Acredito que tem muita margem de evolução&#8221;, disse a defensora, que vive a expectativa de debutar no Mundial da Austrália e Noza Zelândia.</p></blockquote>
<p>Ficaram fora do duelo as atacantes  Marta, Geyse e Bia Zaneratto, poupadas pela técnica Pia Sundhage para evitar a sobrecarga das atletas. Outras duas jogadoras também foram preservadas: a zagueira Tainara, convocada como suplente, e a atacante Nycole, que se recupera de um leve torção no tornozelo direito.</p>
<p>O Mundial começa em 20 de julho (quinta-feira), às 4h (horário de Brasília). As brasileiras estreiam quatro dias depois – uma segunda-feira – às 8h, contra o Panamá, pelo Grupo F. As demais partidas da primeira fase do Mundial serão contra a França, no dia 29 em Brisbane (Austrália), e contra a Jamaica em 2 de agosto.</p>
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		<title>População da Índia deve superar a da China até meados de 2023, diz ONU</title>
		<link>https://portalam.com.br/populacao-da-india-deve-superar-a-da-china-ate-meados-de-2023-diz-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 18:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[população]]></category>
		<category><![CDATA[Superar]]></category>
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					<description><![CDATA[A Índia está a caminho de se tornar o país mais populoso do mundo, ultrapassando a China com quase 3 milhões de habitantes a mais em meados deste ano, mostraram dados divulgados nesta quarta-feira (19) pelas Nações Unidas. Os dados demográficos do “Relatório do Estado da População Mundial, 2023” do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA, na sigla em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Índia está a caminho de se tornar o país mais populoso do mundo, ultrapassando a China com quase 3 milhões de habitantes a mais em meados deste ano, mostraram dados divulgados nesta quarta-feira (19) pelas Nações Unidas.</p>
<p>Os dados demográficos do “Relatório do Estado da População Mundial, 2023” do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA, na sigla em inglês) estimam a população da Índia em 1.428,6 milhões ou 1,4286 bilhão, contra 1,4257 bilhão da China.</p>
<p>Os Estados Unidos estão em um distante terceiro lugar, com uma população estimada em 340 milhões, mostraram os dados, que refletem informações disponíveis em fevereiro de 2023, segundo o relatório.</p>
<p>Especialistas em população, usando dados anteriores da ONU, projetaram que a Índia ultrapassaria a China neste mês. Mas o último relatório do órgão global não especificou uma data para quando a mudança ocorreria.</p>
<p>Funcionários da ONU disseram que não era possível especificar uma data devido à “incerteza” sobre os dados provenientes da Índia e da China, especialmente porque o último censo da Índia foi realizado em 2011 e o próximo previsto para 2021 foi adiado devido à pandemia.</p>
<p>Embora a Índia e a China representem mais de um terço da população global estimada de 8,045 bilhões, o crescimento populacional em ambos os gigantes asiáticos está diminuindo, em um ritmo muito mais rápido na China do que na Índia.</p>
<p>No ano passado, a população da China caiu pela primeira vez em seis décadas, uma virada histórica que deve marcar o início de um longo período de declínio no número de cidadãos com profundas implicações para sua economia e para o mundo.</p>
<p>O crescimento populacional anual da Índia tem uma média de 1,2% desde 2011, em comparação com 1,7% nos 10 anos anteriores, de acordo com dados do governo.</p>
<p>“Os resultados da pesquisa indiana sugerem que as ansiedades da população se infiltraram em grandes porções do público em geral”, disse Andrea Wojnar, representante do UNFPA na Índia, em um comunicado.</p>
<p>“No entanto, os números da população não devem desencadear ansiedade ou criar alarme. Em vez disso, eles devem ser vistos como um símbolo de progresso, desenvolvimento e aspirações se os direitos e escolhas individuais forem respeitados”, disse ela.</p>
<p>*com informações <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/populacao-da-india-deve-superar-a-da-china-ate-meados-de-2023-diz-onu/">CNN</a></p>
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