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	<title>chuva de meteoros | Portal AM</title>
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	<title>chuva de meteoros | Portal AM</title>
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		<title>Astronomia: duas chuvas de meteoros vão iluminar o céu no fim de julho</title>
		<link>https://portalam.com.br/astronomia-duas-chuvas-de-meteoros-vao-iluminar-o-ceu-no-fim-de-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 16:49:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ceú]]></category>
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					<description><![CDATA[Duas atrações no céu vão marcar a despedida do mês de julho. São chuvas de meteoros que poderão ser vistas principalmente na noite de quarta-feira (30) e madrugada de quinta-feira (31). A divulgação é do Observatório Nacional (ON), unidade de pesquisa sediada no Rio de Janeiro e ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Os meteoros são [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Duas atrações no céu vão marcar a despedida do mês de julho. <strong>São chuvas de meteoros que poderão ser vistas principalmente na noite de quarta-feira (30) e madrugada de quinta-feira (31).</strong> A divulgação é do <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/observatorio-nacional" target="_blank" rel="noopener">Observatório Nacional (ON)</a>, unidade de pesquisa sediada no Rio de Janeiro e ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1652420&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1652420&amp;o=node" /></p>
<p>Os meteoros são corpos celestes pequenos que cruzam o espaço e invadem a atmosfera terrestre. <strong>No momento de transição, a interação com a atmosfera e o oxigênio provoca o incendiamento parcial ou total dos meteoros, criando uma luminosidade, popularmente chamada de estrela cadente.</strong></p>
<p>Quando diversos meteoros atravessam a atmosfera, formam-se as chuvas de meteoros. Os meteoros são detritos de cometas, fenômeno formado por poeira, pedras, gelo e gases.</p>
<h2>Alpha Capricornídeos</h2>
<p>A chuva de meteoros <em>Alpha Capricornídeos</em> atingirá o ápice na noite de quarta-feira. Essa chuva é conhecida por meteoros brilhantes com taxa de cinco meteoros por hora.</p>
<blockquote><p>“O que é notável sobre esta chuva é o número de meteoros com aspectos de bolas de fogo brilhantes produzidas durante seu período de atividade”, descreve o astrônomo do ON, Marcelo de Cicco.</p></blockquote>
<p>A velocidade dos meteoros é de 23 quilômetros por segundo (km/s). A localização é na Constelação de Capricórnio. <strong>O melhor horário para visualizar, segundo o ON, é a partir da meia noite até próximo ao amanhecer.</strong></p>
<h2>Delta Aquáridas do Sul</h2>
<p><strong>A chuva <em>Delta Aquáridas do Sul</em> tem o pico esperado para a madrugada de 31 de julho. </strong>Esse fenômeno é caracterizado por uma taxa de 15 a 25 meteoros por hora no momento de pico. A velocidade é bem maior que a <em>Alpha Capricornídeos</em>: 41 km/s.</p>
<p>A localização no céu é na Constelação de Aquário. O melhor horário para visualizar também é a partir da meia noite até próximo ao amanhecer.</p>
<h2>Observação</h2>
<p><strong>Para aproveitar ao máximo esses eventos astronômicos, o Observatório Nacional sugere como dicas procurar locais com céus escuros, longe da poluição luminosa das cidades.</strong></p>
<blockquote><p>“Olhe para qualquer lugar no céu, pois os meteoros podem aparecer em qualquer parte, mas focar nas constelações de Capricórnio e Aquário pode aumentar suas chances de observar essas maravilhas celestes”, completa o astrônomo Cicco.</p></blockquote>
<p><strong>Além de satisfazer apreciadores dos fenômenos, chuvas de meteoro são relevantes para estimar a quantidade e período de maior incidência de detritos provenientes de correntes de meteoroides que a Terra atravessa periodicamente.</strong></p>
<p>Missões espaciais e centros de controle de satélites podem aprimorar estratégias de proteção para naves e equipamentos em órbita próxima à Terra e à Lua.</p>
<p><strong>As chuvas de meteoros também ajudam a compreender a formação do nosso Sistema Solar</strong>, conforme explica Cicco, “pois ao investigar as propriedades dos detritos, é possível entender mais sobre os cometas e até mesmo fragmentos lunares e marcianos, resultantes de impactos antigos, assim como objetos próximos à órbita terrestre com atividade (Neos, sigla em inglês para Near Earth Objects).</p>
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		<title>Eclipse lunar, chuva de meteoros e conjunções: veja fenômenos astronômicos de 2025</title>
		<link>https://portalam.com.br/eclipse-lunar-chuva-de-meteoros-e-conjuncoes-veja-fenomenos-astronomicos-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jan 2025 09:21:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[chuva de meteoros]]></category>
		<category><![CDATA[Eclipse lunar]]></category>
		<category><![CDATA[fenômenos astronômicos]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
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					<description><![CDATA[2025 promete ser fascinante para os apaixonados por astronomia. Segundo o Observatório Nacional, unidade vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, fenômenos como superluas, eclipses lunares e chuvas de meteoros poderão ser vistos sem a necessidade de qualquer equipamento. “Um dos principais será o eclipse total da lua, que vai acontecer na noite de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>2025 promete ser fascinante para os apaixonados por astronomia. Segundo o Observatório Nacional, unidade vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, fenômenos como superluas, eclipses lunares e chuvas de meteoros poderão ser vistos sem a necessidade de qualquer equipamento.</p>
<p>“Um dos principais será o eclipse total da lua, que vai acontecer na noite de 13 para 14 de março e que vai ser visível no Brasil totalmente, desde a sua fase penumbral, depois a parcial e depois a total, em todas as regiões do país”, destacou a astrônoma do Observatório Nacional, Josina Nascimento.</p>
<p>Ainda no início do ano, algumas conjunções, um fenômeno astronômico que ocorre quando dois ou mais corpos celestes, como planetas, estrelas ou a Lua, parecem estar próximos no céu, também poderão ser vistas. “Todos os planetas, que são visíveis a olho nu, poderão ser observados, no caso Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno, sendo que no final de fevereiro e início de março, nós vamos estar com todos eles no céu ao mesmo tempo”, detalhou a astrônoma.</p>
<h4><strong>Conjunções Planetárias</strong></h4>
<p>Mercúrio é difícil de ser visto por estar no céu sempre próximo do Sol, mas há ocasiões que ele fica um pouco mais distante do Sol no céu. No final de fevereiro e início de março, final de junho e início de julho, final de outubro e início de novembro será visível depois que o Sol se pôr. Será visível antes do sol nascer no final de abril e meados de agosto. Mas, é preciso ter visão próxima do horizonte.</p>
<p>Vênus estrela vespertina até março e de abril a outubro estrela matutina. Marte está agora nascendo no início da noite e está sendo visível durante toda a noite. Depois ele vai nascer cada vez mais cedo e vai se pôr cada vez mais cedo ficando menos tempo no céu. Mas até outubro veremos Marte. Júpiter será visível até o final de maio. Logo no início da noite ele já aparece alto e vai se pôr cada vez mais cedo. E, finalmente, Saturno, que está visível a oeste logo após o pôr do Sol e está se pondo cada dia mais cedo. Só será visível até o início de março.</p>
<h4><strong>Superlua</strong></h4>
<p>No dia 5 de novembro, está prevista a Lua de Perigeu, popularmente conhecida como Superlua, que será a lua cheia mais próxima da Terra em 2025. Nesse dia, o corpo celeste estará a uma distância de aproximadamente 356.980 km do nosso planeta. Este fenômeno ocorre quando a Lua atinge seu ponto mais próximo da órbita elíptica em relação à Terra, proporcionando uma visualização mais impressionante e uma maior influência gravitacional.</p>
<h4><strong>Chuva de meteoros</strong></h4>
<p>As chuvas de meteoros, fenômeno que ocorre quando a Terra passa por uma região com muitos meteoroides, ou seja, restos de asteroides e cometas, também terão presença marcante ao longo do ano. 2025 terminará com as Geminídeas, com 120 meteoros por hora em dezembro.</p>
<p class="callout"><strong>Acompanhe os fenômenos</p>
<p></strong>Para tornar esses eventos mais acessíveis, o Observatório Nacional retomará o projeto &#8220;Conhecendo o Céu&#8221;, com vídeos educativos nas redes sociais. “Eu apresento os principais fenômenos astronômicos do mês. Acompanhem pelo <a class="external-link" title="" href="https://www.instagram.com/observatorionacional/" target="_self" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Instagram </a>e <a class="external-link" title="" href="https://www.facebook.com/observatorionacional/?locale=pt_BR" target="_self" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Facebook </a>do Observatório Nacional”, convidou Josina Nascimento.</p>
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		<title>Chuva de meteoros pode ser vista na madrugada deste domingo</title>
		<link>https://portalam.com.br/chuva-de-meteoros-pode-ser-vista-na-madrugada-deste-domingo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Aug 2023 22:54:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[chuva de meteoros]]></category>
		<category><![CDATA[meteoros]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem estiver nas regiões Norte e Nordeste do Brasil podem observar, na madrugada deste domingo (13) o pico da chuva de meteoros Perseidas, fenômeno que resulta da passagem do planeta Terra pela região do espaço onde estão os detritos deixados pelo cometa 109P/Swift-Tuttle, que dá uma volta em torno do Sol a cada 133 anos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem estiver nas regiões Norte e Nordeste do Brasil podem observar, na madrugada deste domingo (13) o pico da chuva de meteoros Perseidas, fenômeno que resulta da passagem do planeta Terra pela região do espaço onde estão os detritos deixados pelo cometa 109P/Swift-Tuttle, que dá uma volta em torno do Sol a cada 133 anos e que entrou pela última vez na parte interna do Sistema Solar em 1992.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1548620&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1548620&amp;o=node" /></p>
<p>Observadores localizados em regiões do Hemisfério Norte terão a melhor visualização do fenômeno astronômico. Em seu pico, as pessoas poderão ver de 50 a 75 meteoros por hora, nas condições ideais. No Hemisfério Sul, a observação será um tanto limitada.</p>
<p>De acordo com o astrônomo Marcelo De Cicco, coordenador do Projeto Exoss, parceiro do Observatório Nacional, órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (ON/MCTI), essa chuva de meteoros é talvez a mais popular. “Está ativa durante os meses de verão no Hemisfério Norte, quando as condições climáticas são mais favoráveis para a observação das chamadas “estrelas cadentes”.</p>
<p>A maioria dos meteoros Perseidas são fracos, mas a fase da Lua no pico da atividade favorecerá a visualização dos meteoros. A Lua estará em fase crescente e não interferirá na observação como ocorreu no ano passado, explica o Observatório Nacional.</p>
<p>A visibilidade nas regiões Norte e Nordeste do Brasil ocorre devido à posição do radiante das Perseidas, que é visto na constelação de Perseu. O radiante é um ponto no céu de onde os meteoros parecem surgir.</p>
<blockquote><p>“Quanto mais baixo está o radiante no céu, menor o fluxo de meteoros observado. E como as Perseidas estão baixas no horizonte, aqui no hemisfério sul, só será possível observar uma parte dos meteoros, cerca de um quinto ou um terço dessa região total que está irradiando”, explica de Cicco.</p></blockquote>
<h2>Observação</h2>
<p>Para tentar observar as chuvas de meteoros é necessário estar em um local com baixa poluição luminosa. Recomenda-se que o observador procure um local escuro, se possível afastado das grandes cidades, para evitar a poluição luminosa. Além disso, deve-se apagar as luzes em volta e é imprescindível que o tempo esteja bom. O melhor horário para presenciar esse fenômeno será na madrugada do dia 13 de agosto, entre 3h30 e o amanhecer.</p>
<p>A Região Norte, considerada a melhor do país para observação, as pessoas poderão desfrutar de taxas máximas entre 25 e 40 meteoros por hora. Na Região Nordeste, as taxas máximas devem alcançar de 15 e 30 meteoros por hora. No Centro-Oeste, estima-se uma quantidade de oito a 20 meteoros por hora. Na Região Sudeste, a expectativa é de que sejam vistos entre cinco e dez meteoros. A Região Sul será a menos favorecida para a visualização do fenômeno, as pessoas poderão acompanhar a passagem de cinco meteoros por hora.</p>
<h2>Chuvas de meteoros</h2>
<p>Esse fenômeno acontece quando a Terra passa pelas zonas de detritos deixadas pelos cometas.  Eles são geralmente pequenos, desde partículas de poeira até pedregulhos e queimam rapidamente ao entrar em contato com a atmosfera do planeta. Conforme a rocha espacial cai em direção à Terra, a resistência do ar, atuando no meteoroide, ocasiona a ablação, formando um “rastro” brilhante.</p>
<p>Do ponto de vista científico, o estudo das chuvas de meteoros permite estimar a quantidade e período de maior penetração de detritos na Terra. A partir desse estudo, as missões espaciais e centros de controle de satélites podem elaborar meios de proteção de suas naves e equipamentos. Eles também importantes para o conhecimento da formação do Sistema Solar.</p>
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		<title>Astronomia: julho terá chuva de meteoros e Lua dos Cervos</title>
		<link>https://portalam.com.br/astronomia-julho-tera-chuva-de-meteoros-e-lua-dos-cervos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jul 2022 22:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[chuva de meteoros]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Lua dos Cervos]]></category>
		<category><![CDATA[Marte]]></category>
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					<description><![CDATA[Batizada de “Buck Moon” &#8211; ou Lua dos Cervos, em tradução livre &#8211; pela cultura nativo-americana dos Estados Unidos, a Lua cheia de julho, que também é a terceira Superlua do ano, será um dos principais eventos astronômicos do mês, que tem uma agenda repleta para os entusiastas da observação. O inverno de 2022, iniciado em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Batizada de “Buck Moon” &#8211; ou Lua dos Cervos, em tradução livre &#8211; pela cultura nativo-americana dos Estados Unidos, a Lua cheia de julho, que também é a terceira Superlua do ano, será um dos principais eventos astronômicos do mês, que tem uma agenda repleta para os entusiastas da observação.</p>
<p>O inverno de 2022, iniciado em 21 de junho, é a época mais propícia para observações astronômicas. Com a queda da umidade atmosférica, os céus sem nuvens e as noites mais longas facilitam a captação de luzes estelares.</p>
<p>Já no começo do mês, precisamente no dia 4, a Terra estará posicionada em afélio &#8211; o ponto da órbita em que se registra a maior distância possível do Sol. A Lua dos Cervos inicia o ciclo no dia 6 de julho, quando entra na fase de quarto-crescente. O perigeu &#8211; fase em que o satélite natural está mais próximo da Terra e que caracteriza a Superlua &#8211; se dá no dia 13 de julho, dia em que o fenômeno atinge o ápice.</p>
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</div>
<p>O nome “Lua dos Cervos” é creditado ao ciclo de crescimento anual dos chifres de cervos machos, que tipicamente caem em janeiro ou fevereiro e atingem o ápice do crescimento em julho, para quem possam estar totalmente formados durante a temporada de acasalamento, que vai de setembro a dezembro.</p>
<p>Julho reserva ainda a Delta Aquáridas Austrais, uma chuva de meteoros que poderá ser observada da última semana do mês até meados de agosto. Durante o fenômeno, será possível observar os rastros deixados pelos agrupamentos de cometas Marsden e Kracht. O evento poderá começar entre 12 e 14 de julho, e atingir o ápice nos dias 28 a 29. Não há restrições de observação para o Brasil; moradores de todas as regiões poderão observar o <em>show</em> de luzes no céu noturno.</p>
<p>Além das observações, o mês também reserva eventos astronômicos para aqueles que possuem crenças relacionadas ao posicionamento dos astros. Saturno, Júpiter, Mercúrio, Marte e Vênus terão conjunções lunares que poderão ser observadas no céu da manhã. <strong>Veja o calendário da Nasa:</strong></p>
<p><strong>Conjunção:</strong><br />
<strong>Poderá ser Observada em:</strong></p>
<p>Saturno e Lua<br />
15 de julho</p>
<p>Júpiter e Lua<br />
18 de julho</p>
<p>Marte e Lua<br />
21 de julho</p>
<p>Vênus e Lua<br />
26 de julho</p>
<p>Mercúrio e Lua<br />
29 de julho</p>
<p>A agência aeroespacial norte-americana Nasa também preparou um guia de eventos para o mês de julho, que pode ser assistido no canal da instituição (em inglês). <strong>Confira:</strong></p>
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