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	<title>cura | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>cura | Portal AM</title>
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	<item>
		<title>Cura de câncer de próstata pode chegar a até 98%</title>
		<link>https://portalam.com.br/cura-de-cancer-de-prostata-pode-chegar-a-ate-98/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 13:08:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A estimativa de cura para pacientes com câncer de próstata pode chegar a até 98%. A avaliação é do supervisor de robótica do Departamento de Terapia Minimamente Invasiva da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), Gilberto Laurino Almeida. Segundo o médico, o resultado depende do estágio da doença, do tipo de câncer e do momento em que o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A estimativa de cura para pacientes com câncer de próstata pode chegar a até 98%. A avaliação é do supervisor de robótica do Departamento de Terapia Minimamente Invasiva da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), Gilberto Laurino Almeida.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1663958&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1663958&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo o médico, <strong>o resultado depende do estágio da doença, do tipo de câncer e do momento em que o paciente foi tratado.</strong> “No início da doença, a chance de cura é alta. Se foi tratado com a doença em estágio mais avançado, a chance é menor”, afirmou o urologista.</p>
<p>O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima para este ano 71.730 novos casos de câncer de próstata no Brasil. Depois do câncer não cutâneo, este tipo de câncer é o que apresenta maior frequência e impacto na população masculina. <strong>Dados do sistema de informações sobre mortalidade do Ministério da Saúde revelam que, em 2023, ocorreram 17.093 óbitos em decorrência da doença, o que significa 47 mortes por dia.</strong></p>
<h2>Campanha</h2>
<p>Almeida destacou que <strong>os homens precisam se cuidar</strong>. Este é o mote da Campanha Novembro Azul 2025, que a instituição está prestes a lançar. “Não é só a próstata. Tem todo um conceito de saúde por trás disso tudo. É a saúde do homem que está em jogo; não só a saúde da próstata. Para viver mais, o homem precisa se cuidar mais”. Ele reforçou que, hoje, as pessoas vivem mais e melhor.</p>
<blockquote><p>“E se o homem não estiver inserido nesse contexto, claramente ele vai perder anos de vida por algumas doenças que são evitáveis, como o câncer de próstata. A cura, como falei, chega a até 98% mas, para isso, tem que ser diagnosticado no estágio inicial”.</p></blockquote>
<p>A Campanha Novembro Azul entra para fazer com que os homens se lembrem dessas informações e procurem um médico urologista. <strong>Uma das dificuldades apontadas pelo especialista da SBU é que o homem não tem o hábito de visitar o médico com frequência, como ocorre com as mulheres em relação ao ginecologista.</strong></p>
<p>Inserido na Campanha Novembro Azul deste ano, a SBU fará um mutirão de atendimentos em Florianópolis (SC), no próximo dia 12, dentro do 40º Congresso Brasileiro de Urologia, que ocorrerá  no período de 15 a 18 daquele mês. O mutirão vai alertar sobre o câncer de próstata e submeter muitos homens à avaliação sobre esse tipo de doença. Caso alguns tenham suspeita de câncer de próstata, serão encaminhados para biópsia. <strong>Caso a biópsia confirme o câncer, os homens serão direcionados para o melhor tratamento</strong>.</p>
<p>Segundo o médico, entre 85% e 90% dos casos de câncer de próstata são esporádicos, isto é, não têm origem familiar. <strong>O que se chama de preventivo do câncer de próstata é o homem consultar seu urologista, pelo menos uma vez por ano.</strong> “Ele está fazendo a prevenção de um diagnóstico tardio para obter cura. É uma doença extremamente curável, desde que seja tratada no momento certo, na fase inicial. A gente, pegando um tumor na fase inicial, cura a maioria deles”.</p>
<h2>SUS</h2>
<p>Atualmente, a cirurgia robótica é a mais adotada pelos urologistas para a retirada de tumores da próstata. <strong>Almeida celebrou a decisão do Ministério da Saúde de incorporar a prostatectomia radical assistida por robô para o tratamento de pacientes com câncer de próstata clinicamente avançado no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS)</strong>. De acordo com a portaria ministerial, as áreas técnicas terão o prazo máximo de 180 dias para efetivar a oferta no SUS.</p>
<p>Almeida afirmou, entretanto, que “embora todos nós tenhamos consciência de que essa tecnologia é excelente e que deva entrar no SUS para acesso dos pacientes e benefício deles, a gente entende claramente que o momento foi um pouco no atropelo para isso acontecer porque não existe robô no SUS para atender esses pacientes. Ou existem poucos”.</p>
<p><strong>Segundo explicou, trata-se de uma tecnologia muito cara.</strong> “Até os hospitais poderem comprar (os equipamentos), instalar, treinar as equipes, isso demora muito. Então, hoje existe esse <em>gap</em> (lacuna) entre o que foi aprovado e o que, realmente, vai acontecer e que nós, de fato, não sabemos”.</p>
<p>De acordo com o especialista, de modo geral, os <strong>hospitais não têm condições financeiras para adquirir uma plataforma robótica no momento</strong>. Ele acredita que a preparação da rede hospitalar do SUS vai demorar a se tornar realidade muito mais tempo do que os 180 dias estabelecidos pelo Ministério da Saúde para efetivação da oferta aos pacientes pelas áreas técnicas. “E nem todos vão ter acesso”, salientou.</p>
<p>Indagado se os pacientes com câncer de próstata poderiam fazer esse procedimento com robô nos hospitais privados conveniados do SUS, o médico informou que <strong>isso vai depender muito da dinâmica em que esse processo será implementado.</strong></p>
<blockquote><p>“Existem outras cirurgias que foram introduzidas no âmbito do SUS e até hoje não ocorreram porque essas cirurgias demandam equipamentos, demandam materiais que são descartáveis. Tudo isso ainda não foi normatizado, nem regularizado.”</p></blockquote>
<p><strong>Citou como exemplo a ureteroscopia, que é uma cirurgia endoscópica que serve para tirar pedras nos rins</strong>. “É um procedimento também de alto custo. Ele entrou no âmbito do SUS mas, até hoje, a gente não faz porque não estão regularizados todos os processos para se usar materiais descartáveis e tudo o mais”. No caso do câncer de próstata no SUS, reafirmou que não há robôs suficientes no Brasil para todos os hospitais, nem equipes treinadas. “Não estava tudo pronto”.</p>
<h2>Robótica</h2>
<p><strong>A cirurgia de câncer de próstata por robótica é como se fosse uma cirurgia laparoscópica</strong>. O procedimento inclui portais que são colocados no abdomen ou no tórax do paciente, dependendo de onde será a cirurgia, por onde entram equipamentos chamados pinças. As pinças são acopladas aos braços robóticos que são manipulados ou coordenados pelo cirurgião, que se encontra sentado fora do acesso ao paciente, em um local chamado console. Contudo, sempre junto ao paciente tem outro cirurgião que auxilia no procedimento. <strong>A cirurgia robótica permite que o cirurgião tenha uma visão 3D ampliada e um controle mais preciso dos movimentos.</strong></p>
<p>A cirurgia laparoscópica difere da cirurgia endoscópica, em que o equipamento (pinça) entra no paciente pela uretra, para raspagem da próstata, quando não há câncer no local. <strong>Almeida reafirmou que os pacientes com câncer de próstata localizado submetidos à cirurgia têm estimativa de cura, em tumores sem metástese, que chega até a 98% da doença.</strong></p>
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		<title>Oftalmologistas alertam para risco de suplementos com promessa de cura</title>
		<link>https://portalam.com.br/oftalmologistas-alertam-para-risco-de-suplementos-com-promessa-de-cura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 18:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[Médicos]]></category>
		<category><![CDATA[Oftalmologista]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu na segunda-feira (7) a fabricação, distribuição, venda, promoção e o uso de suplementos alimentares que alegavam, em sua publicidade, serem capazes de tratar doenças oculares como catarata, glaucoma e degeneração macular. Em nota, o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) reforçou o alerta para os riscos da comercialização de tais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu na segunda-feira (7) a fabricação, distribuição, venda, promoção e o uso de suplementos alimentares que alegavam, em sua publicidade, serem capazes de tratar doenças oculares como catarata, glaucoma e degeneração macular. Em nota, o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) reforçou o alerta para os riscos da comercialização de tais produtos com a promessa de cura.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1547931&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1547931&amp;o=node" /></p>
<p>O conselho chegou a receber diversos comunicados de seus associados sobre a venda de suplementos alimentares com a promessa de cura e tratamento de doenças oculares. Nas propagandas, os responsáveis pelos produtos alegavam que a ingestão dessas substâncias teria como efeito a melhora da visão de perto e longe, da visão embaçada e da pressão ocular e da catarata, além de prevenir o surgimento e o agravamento de problemas de visão.</p>
<p>“A decisão da Anvisa é uma vitória importante, pois protege a população de propagandas enganosas e, principalmente, dos potenciais efeitos colaterais e da ineficácia de produtos que não auxiliarão no tratamento de doenças oculares”, avaliou, em nota, o presidente do conselho, Cristiano Caixeta Umbelino.</p>
<h2>Propaganda enganosa</h2>
<p>Em comunicado, a Anvisa alerta quanto às propagandas de produtos “com promessas milagrosas”, veiculadas na internet e em outros meios de comunicação, que prometem prevenir, tratar e curar doenças e agravos à saúde, além de melhorar problemas estéticos. “Muitas vezes, esses produtos são vendidos como suplementos alimentares, ou seja, alimentos fontes de nutrientes e outras substâncias bioativas, para os quais não há nenhuma comprovação junto à agência de ação terapêutica ou estética.”</p>
<p>“A Anvisa não aprovou nenhuma alegação desse tipo para suplementos alimentares e a legislação sanitária proíbe expressamente que alimentos façam alegações de tratamento, cura, prevenção de doenças e agravos à saúde. Dessa forma, qualquer propaganda de suplementos alimentares que contenha esse tipo de alegação é irregular.”</p>
<p>Orientações ao consumidor</p>
<p>A agência recomenda que o consumidor não compre nem utilize suplementos alimentares que prometam agir nas situações listadas a seguir:</p>
<p>&#8211; Emagrecimento;</p>
<p>&#8211; Aumento da musculatura;</p>
<p>&#8211; Diminuição de rugas, celulite, estrias, flacidez;</p>
<p>&#8211; Melhora das funções sexuais;</p>
<p>&#8211; Aumento da fertilidade, melhora ou alívio de sintomas relacionados à tensão pré-menstrual, menopausa;</p>
<p>&#8211; Aumento da atenção e foco;</p>
<p>&#8211; Doenças degenerativas, como mal de Alzheimer, demência, doença de Parkinson;</p>
<p>&#8211; Câncer;</p>
<p>&#8211; Problemas de aumento da próstata e disfunção urinária;</p>
<p>&#8211; Problemas de visão;</p>
<p>&#8211; Doenças do coração, pressão alta, colesterol e triglicerídeos sanguíneos elevados;</p>
<p>&#8211; Melhora da glicose sanguínea, diabetes e níveis de insulina;</p>
<p>&#8211; Problemas gastrointestinais, como gastrite, má digestão;</p>
<p>&#8211; Gripe, resfriado, covid-19, pneumonia;</p>
<p>&#8211; Labirintite, zumbido no ouvido (tinitus);</p>
<p>&#8211; Distúrbios do sono, insônia.</p>
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		<item>
		<title>Janeiro Roxo: Hanseníase tem Cura</title>
		<link>https://portalam.com.br/janeiro-roxo-hanseniase-tem-cura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2023 14:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Publicitário]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[hanseníase]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro Roxo]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por: Secretaria Municipal de Comunicação Conteúdo de responsabilidade do anunciante Sensação de fraqueza, cãibras ou formigamento nas mãos e nos pés? Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas na pele – que não coçam, não ardem e não doem? Estes podem ser sinais da hanseníase. Procure uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e faça o exame. Se [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Secretaria Municipal de Comunicação<br />
Conteúdo de responsabilidade do anunciante</p>
<p>Sensação de fraqueza, cãibras ou formigamento nas mãos e nos pés? Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas na pele – que não coçam, não ardem e não doem? Estes podem ser sinais da hanseníase. Procure uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e faça o exame. Se for hanseníase, não se assuste: na UBS tem acolhimento, tratamento e cura.</p>
<p>Ninguém nasce com hanseníase. Esta é uma doença provocada pelo bacilo de Hansen, que é transmitido por meio de gotículas de saliva eliminadas na fala, tosse ou espirro e que afeta principalmente a pele e os nervos:<br />
rosto, braços, pernas, mãos e pés. Tantas crianças quanto adultos e idosos estão sujeitos a contraí-la. As chances de transmissão são maiores quando o contato com a pessoa doente é próximo e prolongado, em ambiente<br />
fechado, com pouca luz e pouca ventilação.</p>
<p>Apesar da alta capacidade de transmissão do bacilo de Hansen, poucas pessoas (as mais suscetíveis) adoecem. A maior parte da população possui defesa natural contra o bacilo. E o período de incubação – tempo para que<br />
a doença se manifeste – é longo. Geralmente são necessários de 2 a 7 anos para que a hanseníase apresente seus sinais.</p>
<p><strong>Diagnóstico e apoio</strong></p>
<p>A rede municipal de saúde está preparada para atender os casos suspeitos de hanseníase. Em todas as unidades é possível realizar o exame dermatológico para identificar se você está com a doença ou não. E, se<br />
tiver, tratar e receber o apoio necessário, até a cura.</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>O tratamento da hanseníase é feito com um conjunto de medicamentos oferecido gratuitamente no sistema público de saúde e pode durar de 6 meses a 1 ano, dependendo da forma clínica diagnosticada. Quanto mais<br />
rápido o diagnóstico, mais fácil é a cura.</p>
<p>Ao iniciar o tratamento, o paciente não transmite mais a doença, no entanto é necessário que o tratamento seja corretamente realizado, evitando que a doença deixe sequelas permanentes, como deformações e incapacidade física. Também é importante que todas as pessoas que convivem ou conviveram nos últimos anos com uma pessoa diagnosticada com hanseníase sejam examinadas.</p>
<p>Se você tem suspeita de hanseníase em casa, não tenha medo: procure a UBS mais próxima e faça o exame. A Saúde Municipal está sempre ao seu lado.</p>
<p>Hanseníase: para quem tem, tem tratamento. Quem se trata, se cura. E protege toda a família!</p>
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		<item>
		<title>Beato José Allamano: Diocese de Roraima faz estudo de cura milagrosa de um indígena</title>
		<link>https://portalam.com.br/beato-jose-allamano-diocese-de-roraima-faz-estudo-de-cura-milagrosa-de-um-indigena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 13:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Milagre]]></category>
		<category><![CDATA[Vaticano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após nove dias de trabalhos, desde o dia 7 de março, foi realizada a última sessão do Tribunal Diocesano para a Causa dos Santos, que tem estudado a veracidade da cura milagrosa do indígena Sorino, do povo Yanomami, atribuída à intercessão do beato. Segundo o padre Lúcio Nicoletto, Vigário Geral da Diocese de Roraima e Delegado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Após nove dias de trabalhos, desde o dia 7 de março, foi realizada a última sessão do Tribunal Diocesano para a Causa dos Santos, que tem estudado a veracidade da cura milagrosa do indígena Sorino, do povo Yanomami, atribuída à intercessão do beato.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o padre Lúcio Nicoletto, Vigário Geral da Diocese de Roraima e Delegado do Bispo para o Inquérito, é momento de “agradecer a equipe que ao longo de uma semana trabalhou para a recuperação dos documentos”. O religioso da Consolata, destacou a importância da recuperação do indígena yanomami Sorino, inexplicável aos olhos da ciência, algo que espera “possa produzir frutos de amor e de um testemunho de vida plena no amor”.</p>
<p style="text-align: justify;">Também o bispo diocesano, Dom Mário Antônio da Silva, agradeceu aos missionários e missionárias da Consolata, de quem destacou sua missionariedade, às testemunhas e a todos que participaram no processo. O segundo vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, lembrou um pensamento do beato José Allamano, “a vida humana torna-se tanto mais intensa e significativa quanto mais for vivida com amor”, enfatizando que ao longo do processo realizado nos últimos dias “nos acompanhou o amor de Deus”. Dom Mário Antônio disse que “este tribunal é algo que se conclui, mas que não finaliza, mas que se amplia, abrindo nossos olhos e o nosso coração para a missão”.</p>
<p style="text-align: justify;">Após os juramentos daqueles que participaram do Inquérito e dos diferentes procedimentos estipulados pelo Direito Canônico, as caixas com os documentos relativos ao processo de canonização foram fechadas, lacradas e entregues à irmã Renata Conti para serem enviadas para a Congregação da Causa dos Santos da Santa Sé.</p>
<p style="text-align: justify;">O bispo diocesano leu uma mensagem enviada à Diocese de Roraima pelo padre Stefano Camerlengo e a irmã Simona Bambrilla, superiores gerais dos missionários e missionárias da Consolata, que agradece “pelo empenho na realização do processo diocesano em vista da canonização do nosso querido pai fundador, o Bem-aventurado José Allamano”. A carta afirma que “a fama de santidade atribuída ao fundador, sempre foi motivo de alegria e esperança, o Allamano fez da santidade o seu refrão”, destacando seu exemplo de vida, algo que querem fazer presente “para que muitas pessoas possam encontrar consolação e esperança”.</p>
<p style="text-align: justify;">Os superiores destacaram que “o milagre que celebramos é um milagre missionário, que está muito em sintonia com o espírito do Allamano, para quem santidade e missão caminham juntos, são faces da mesma moeda”. O texto enfatiza que “na missão, a santidade encontra uma casa, na missão, a santidade encontra o seu significado e propósito mais profundo”, destacando a importância que o reconhecimento do milagre pode ter na missão <i>ad gentes</i>, que a gente não pode esquecer é algo muito presente nos missionários e missionárias da Consolata. Finalmente pede a intercessão do fundador por aqueles que sofrem a Covid-19 e consolação para quem perdeu entes queridos e familiares nesta pandemia.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a relíquia na mão, proveniente de Roma, que foi entregue pela irmã Renata Conti para a Diocese de Roraima, Dom Mário Antônio agradeceu pelos mais de 70 anos de presença dos missionários e missionárias da Consolata na diocese. Segundo o bispo, “Jóse Allamano sempre caminhou nestas terras e continuará caminhando no testemunho das missionárias e os missionários da Consolata”, insistindo que “mais do que nunca, este tribunal reforça essa presença do carisma de abertura para a missão”.</p>
<p style="text-align: justify;">No encontro com a imprensa local, após o padre Raimundo Vanthuy Neto fazer uma breve memória da história da evangelização no Estado de Roraima, o bispo destacou que “o fruto deste Inquérito diocesano não são apenas folhas e páginas escritas, tem muita vida, tem muita esperança, tem muita fé, tem doação, é opção pelo Reino de Deus”. Dom Mário Antônio da Silva insistiu que nas caixas que serão enviadas para o Vaticano, “tem o coração da missão, e o que está aqui, também está no coração de Deus”.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo vice-presidente da CNBB, fez uma leitura desde a Amazônia do que está acontecendo com o processo de canonização do beato José Allamano, “que é a predileção de Deus pelos povos indígenas”, algo que cobra maior valor dentro de “um contexto de muitos desafios e dificuldades para os povos indígenas, mas também para brasileiros e brasileiras mais pobres e necessitados”. Para o bispo, “o milagre é uma ação de Deus pela dignidade e vida em abundância de seus filhos e filhas”.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2021-03/beato-jose-allamano-diocese-roraima-cura-milagrosa.html?fbclid=IwAR1-NeHbmC0Wb-KbfAOjgzSukbb5UUotRjlwW5Tm58OR0q1_34H7abeT_10">Vaticano News</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Covid-19: Reinfecção pode ocorrer após seis meses</title>
		<link>https://portalam.com.br/covid-19-reinfeccao-pode-ocorrer-apos-seis-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Nov 2020 19:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[reinfcção]]></category>
		<category><![CDATA[Seis meses]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É altamente improvável que pessoas que tiveram covid-19 contraiam a doença novamente por pelo menos seis meses depois da primeira infecção. É o que mostra  um estudo britânico feito com funcionários de saúde que atuam na linha de frente da luta contra a pandemia do novo coronavírus. As descobertas passam tranquilidade a mais de 51 milhões [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/themes/agenciabrasil_v2/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" width="211" height="68" /></p>
<p style="text-align: justify;">É altamente improvável que pessoas que tiveram covid-19 contraiam a doença novamente por pelo menos seis meses depois da primeira infecção. É o que mostra  um estudo britânico feito com funcionários de saúde que atuam na linha de frente da luta contra a pandemia do novo coronavírus.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1394142&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1394142&amp;o=node" /></p>
<p style="text-align: justify;">As descobertas passam tranquilidade a mais de 51 milhões de pessoas no mundo que foram infectadas com a doença, disseram pesquisadores da Universidade de Oxford.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É uma notícia realmente muito boa porque as pessoas podem ficar confiantes que, pelo menos no curto prazo, a maioria que já pegou covid-19 não pegará novamente&#8221;, disse David Eyre, um dos coordenadores do estudo e professor do Departamento Nuffield de Saúde da População, em Oxford.</p>
<p style="text-align: justify;">Autoridades da Organização Mundial da Saúde (OMS) gostaram dos resultados. &#8220;Estamos vendo níveis sustentados de resposta imunológica em humanos até agora&#8221;, afirmou Mike Ryan, principal especialista de emergência da OMS, em entrevista coletiva. &#8220;Isso também nos dá esperança para a vacina&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Maria van Kerkhove, líder técnica em covid-19 para a OMS, acrescentou: &#8220;Ainda precisamos seguir esses indivíduos por um período mais longo para ver quanto tempo a imunidade dura&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Casos isolados de reincidência de covid-19, a doença causada pelo vírus SARS-CoV-2, causaram preocupações de que a imunidade poderia ter vida curta e que pacientes recuperados poderiam rapidamente ficar doentes novamente.</p>
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		<title>Amazonas tem a maior taxa de cura de hanseníase dos últimos 30 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2020 13:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[cura]]></category>
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		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Amazonas alcançou, em 2019, a maior taxa de cura de hanseníase dos últimos 30 anos, com 92,2% de pacientes recuperados da doença. O índice inédito foi divulgado pelo Ministério da Saúde, que apresentou os indicadores de hanseníase 2019 de todas as unidades da federação. O resultado reflete a atuação do Governo do Estado, por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Amazonas alcançou, em 2019, a maior taxa de cura de hanseníase dos últimos 30 anos, com 92,2% de pacientes recuperados da doença. O índice inédito foi divulgado pelo Ministério da Saúde, que apresentou os indicadores de hanseníase 2019 de todas as unidades da federação.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado reflete a atuação do Governo do Estado, por meio da Fundação Alfredo da Matta (Fuam), responsável pelo Programa de Combate à Hanseníase, que tem intensificado o monitoramento e as ações do programa ao longo dos últimos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Um dos principais indicadores para monitoramento da hanseníase é o percentual de cura; nos últimos anos o Estado do Amazonas vem tendo uma melhora significativa deste indicador e no ano de 2019, o Estado alcançou o seu melhor índice que foi de 92,2% de cura dos pacientes diagnosticados, sendo esse o maior percentual de cura do Brasil”, explica o gerente de Epidemiologia da Fuam, Jamile Júnior.</p>
<p style="text-align: justify;">A Fuam monitora o percentual de cura nas coortes, ou seja, em grupos de pacientes em tratamento por determinado período. Desde 1990, esta é a primeira vez que o Amazonas alcança este índice, sendo classificado com o conceito “Bom”, segundo parâmetros do Ministério da Saúde, em escala que inicia com o conceito “Precário”, para índices de cura abaixo de 75%; seguido por “Regular”, para taxas de cura entre 75 e 89,9%; e finalmente “Bom”, para os que atingem percentuais acima de 90% na cura dos pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">A melhoria do indicador se deve a uma série de medidas de monitoramento dos casos de hanseníase diagnosticados em todo o estado, abrangendo ações como o acompanhamento rigoroso dos pacientes em tratamento e os testes em contatos de pacientes, ou seja, o monitoramento também daqueles que mantém contato íntimo e prolongado com um paciente de hanseníase em tratamento, normalmente seus familiares.</p>
<p style="text-align: justify;">“Para que a taxa de cura de pacientes se eleve, o monitoramento de pacientes precisa funcionar. Por isso, o fortalecimento das parcerias com a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa-Manaus) e também com as secretarias de saúde municipais tem sido essencial, pois elas vêm realizando um trabalho muito importante de visitas aos pacientes, evitando o abandono do tratamento, resgatando pacientes faltosos e auxiliando no monitoramento dos contatos”, explica Jamile Júnior.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Atenção e acompanhamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dentre as diretrizes do Ministério da Saúde para vigilância, atenção e eliminação da hanseníase como problema de saúde pública, alguns indicadores operacionais como a proporção de cura de hanseníase entre os casos novos diagnosticados nos anos da coorte e a proporção de casos com grau de incapacidades físicas avaliados em dois momentos – no diagnóstico e na cura – são importantes para avaliar a qualidade do serviço de hanseníase.</p>
<p style="text-align: justify;">Se esses indicadores forem positivos, significa que a atenção e o acompanhamento dos casos novos diagnosticados até a completude do tratamento estão sendo eficazes. O resultado se reflete diretamente nos pacientes, com a melhoria nos índices de cura.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste quesito, a Fuam tem feito o “dever de casa” e melhorado seus números. Além do aumento na taxa de cura de pacientes, o percentual de pacientes que foi avaliado quanto ao grau de incapacidade física (GIF) no diagnóstico, em 2019, chegou a 93,1%. Já o percentual de pacientes que foi avaliado quanto ao GIF no momento da alta, quando esses pacientes obtiveram cura, foi de 90,9%.</p>
<p style="text-align: justify;">A avaliação do GIF por si só não garante que o paciente não terá sequelas da doença, pois o diagnóstico precoce da hanseníase, o tratamento feito de forma adequado e o acompanhamento para monitorar possíveis reações medicamentosas (e o manejo desses casos) são alguns fatores fundamentais para se evitar tais danos. Ainda assim, garantir que os pacientes sejam avaliados quanto a possíveis incapacidades que a doença possa causar pode ser determinante na conduta e no sucesso do tratamento.</p>
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