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	<title>dívida | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>dívida | Portal AM</title>
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	<item>
		<title>Dívida e falta de financiamento aumentam desigualdade e atrasam desenvolvimento</title>
		<link>https://portalam.com.br/divida-e-falta-de-financiamento-aumentam-desigualdade-e-atrasam-desenvolvimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 12:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dinheiro necessário para que os países pobres cresçam e combatam a pobreza está se tornando cada vez mais escasso. Um novo relatório das Nações Unidas revela que décadas de progresso estão sendo revertidas e a desigualdade entre ricos e pobres está aumentando rapidamente. O Relatório sobre Financiamento para o Desenvolvimento Sustentável de 2026, apresentado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O dinheiro necessário para que os países pobres cresçam e combatam a pobreza está se tornando cada vez mais escasso. Um novo relatório das Nações Unidas revela que décadas de progresso estão sendo revertidas e a desigualdade entre ricos e pobres está aumentando rapidamente.</p>
<p>O Relatório sobre Financiamento para o Desenvolvimento Sustentável de 2026, apresentado nesta quarta-feira, em Nova Iorque, mostra uma combinação explosiva de dívida externa insustentável, diminuição da ajuda internacional e um mundo cada vez mais dividido em blocos comerciais e geopolíticos.</p>
<h2><strong>Mais dívida do que desenvolvimento</strong></h2>
<p>O documento foi apresentado pelo subsecretário-geral para Assuntos Econômicos e Sociais da ONU, Li Junhua. Já a vice-secretária-geral Amina Mohammed afirmou que o desenvolvimento global exige é preciso evitar que tudo que foi construído com tanto esforço para o desenvolvimento, nos últimos anos, se perca.</p>
<p>Uma das descobertas mais alarmantes do relatório é que 3,4 bilhões de pessoas vivem em países que gastam mais dinheiro pagando juros de suas dívidas do que financiando sistemas de saúde ou educação.</p>
<p>Em 2024, o serviço da dívida nos países em desenvolvimento atingiu o nível mais alto em 20 anos. Isso significa que, embora esses países precisem desesperadamente investir em hospitais, escolas e energia limpa, seu dinheiro está sendo usado diretamente para pagar credores internacionais.</p>
<div class="context-un_news_full_width_credit_caption type-entermedia_image media media--type-entermedia-image media--view-mode-un-news-full-width-credit-caption">
<div class="field field--name-thumbnail field--type-image field--label-hidden field__item"><picture><source srcset="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Libraries/Production%20Library/13-06-25-UNOC-closing-conference-Li.jpg/image350x235cropped.jpg" media="(max-width: 413px)" /><source srcset="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Libraries/Production%20Library/13-06-25-UNOC-closing-conference-Li.jpg/image560x340cropped.jpg" media="(max-width: 767px)" /><source srcset="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Libraries/Production%20Library/13-06-25-UNOC-closing-conference-Li.jpg/image770x420cropped.jpg" media="(max-width: 991px)" /><source srcset="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Libraries/Production%20Library/13-06-25-UNOC-closing-conference-Li.jpg/image1170x530cropped.jpg" media="(max-width: 1199px)" /><source srcset="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Libraries/Production%20Library/13-06-25-UNOC-closing-conference-Li.jpg/image1170x530cropped.jpg" media="(min-width: 1200px)" /></picture></div>
<div>
<h2><strong>Ajuda internacional despencando</strong></h2>
<p>Enquanto a dívida cresce, a ajuda aos países mais pobres está diminuindo:</p>
<p>Em 2024, a ajuda oficial ao desenvolvimento caiu 6%, para US$ 214,6 bilhões. E para 2025, espera-se uma queda adicional entre 10% e 18%. Nos países menos desenvolvidos, o corte pode ser de até 25%. Além disso, o investimento estrangeiro direto (empresas que investem em países em desenvolvimento) caiu pelo segundo ano consecutivo, 11% em 2024.</p>
<h2><strong>Barreiras comerciais: tarifas sobem e tudo fica mais caro</strong></h2>
<p>O relatório também mostra como as guerras comerciais e as tensões geopolíticas estão prejudicando os países mais vulneráveis. Por exemplo, as tarifas médias sobre as exportações dos países menos desenvolvidos dispararam de 9% para 28% em 2025. Para os demais países em desenvolvimento (excluindo a China), as tarifas subiram de 2% para 19%.</p>
<p>O relatório conclui que o modelo de hiperglobalização não é mais viável. As tensões entre as grandes potências, a ascensão do protecionismo e o enfraquecimento do multilateralismo estão tornando os acordos globais cada vez mais difíceis de implementar.</p>
<p>Mesmo reformas importantes, acordadas há apenas um ano na Cúpula de Sevilha (2025), que buscavam dar aos países em desenvolvimento acesso mais rápido e justo ao financiamento, estão sendo prejudicadas pela falta de cooperação internacional.</p>
<h2><strong>Boas notícias</strong></h2>
<p>Nem tudo são más notícias. O relatório destaca duas boas notícias:</p>
<p>1. O investimento em energia renovável atingiu o recorde de US$ 2,2 trilhões em 2024, dobrando o investimento em combustíveis fósseis.</p>
<p>2. O comércio Sul-Sul (entre países em desenvolvimento) quadruplicou nos últimos 20 anos.</p>
<p>No entanto, esse progresso não compensa os danos totais: o déficit anual de financiamento para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável permanece em US$ 4 trilhões.</p>
<h2><strong>Janela de oportunidade</strong></h2>
<p>O relatório enfatiza que ainda existe uma janela de oportunidade, mas ela está se fechando rapidamente. O único caminho a seguir é implementar o Compromisso de Sevilha, assinado em 2025, sem demora. Este compromisso inclui:</p>
<p>• Reduzir o déficit de quatro trilhões de dólares por meio de maiores investimentos</p>
<p>• Reformar a arquitetura financeira internacional para dar aos países pobres uma voz mais forte e acesso mais rápido a fundos</p>
<p>• Investir na resiliência às crises climáticas e econômicas</p>
<p>• Fortalecer o multilateralismo, não abandoná-lo</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Receita Federal promove &#8216;Parcela em Dia&#8217; para estimular regularização de dívidas</title>
		<link>https://portalam.com.br/receita-federal-promove-parcela-em-dia-para-estimular-regularizacao-de-dividas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 11:27:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Simples nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Receita Federal do Brasil (RFB) deu início à ação nacional de conformidade Parcela em Dia, voltada à regularização de parcelamentos em atraso. A iniciativa tem como objetivo orientar os contribuintes, prevenir a exclusão de programas de parcelamento e incentivar a manutenção da regularidade fiscal. No âmbito da ação, foram enviadas 1,2 milhão de comunicações a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Receita Federal do Brasil (RFB) deu início à ação nacional de conformidade <em>Parcela em Dia</em>, voltada à regularização de parcelamentos em atraso. A iniciativa tem como objetivo orientar os contribuintes, prevenir a exclusão de programas de parcelamento e incentivar a manutenção da regularidade fiscal.</p>
<p>No âmbito da ação, foram enviadas 1,2 milhão de comunicações a contribuintes com uma ou duas parcelas em atraso, bem como àqueles que já acumulavam três ou mais parcelas não pagas. A iniciativa tem caráter preventivo e corretivo, uma vez que a existência de três parcelas em atraso acarreta a exclusão do parcelamento, com a consequente exigência imediata do saldo devedor.</p>
<p>Nos casos de parcelamentos especiais, a inadimplência pode acarretar, além da exclusão, a perda de benefícios concedidos, como reduções de multas e juros, tornando o débito mais oneroso ao contribuinte.</p>
<p>A ação abrange empresas — inclusive as optantes pelo Simples Nacional —, pessoas físicas e entes públicos, como municípios, reforçando o caráter amplo e preventivo da iniciativa.</p>
<p>É importante ressaltar que do total de R$ 6,4 bilhões em valores cobrados no âmbito da ação, verifica-se que a maior parcela da dívida está relacionada a parcelamentos do Simples Nacional, que concentram R$ 5,5 bilhões do montante. Diante desse cenário, a Receita Federal reforça a importância de que os contribuintes regularizem as parcelas em atraso, por meio do pagamento das parcelas devedoras ou da solicitação de reparcelamento, quando disponível, a fim de evitar a exclusão do programa e o agravamento do débito.</p>
<p>A Receita Federal destaca que a manutenção dos pagamentos em dia evita a incidência de juros adicionais, preserva os benefícios do parcelamento e contribui para a regularidade fiscal do contribuinte.</p>
<h4>Orientações</h4>
<p>Os contadores e contribuintes devem acessar regularmente a <a href="https://servicos.receitafederal.gov.br/login?redirectUrl=https://cav.receita.fazenda.gov.br/eCAC/publico/login.aspx?sistema=6" target="_blank" rel="noopener" data-linktype="external" data-val="https://servicos.receitafederal.gov.br/login?redirectUrl=https://cav.receita.fazenda.gov.br/eCAC/publico/login.aspx?sistema=6">Caixa Postal do e-CAC</a> para verificar as comunicações enviadas no âmbito do programa <em>Parcela em Dia</em> e regularizar as parcelas não pagas.</p>
<p>A ação reforça a estratégia da Receita Federal de atuar de forma preventiva e orientadora, promovendo a conformidade fiscal e reduzindo custos tanto para o contribuinte quanto para a administração tributária.</p>
<p class="callout"><strong>Abaixo seguem dados por estado</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Intenção de uso do 13º para quitar dívidas cresce em 2025, revela pesquisa da Serasa</title>
		<link>https://portalam.com.br/intencao-de-uso-do-13o-para-quitar-dividas-cresce-em-2025-revela-pesquisa-da-serasa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 05:43:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[13º salário]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>   Consumidores podem aproveitar últimos dias do Feirão Serasa Limpa Nome e negociar dívidas com condições especiais até domingo (30); ·        Intenção de uso do 13º para quitar dívidas cresce entre os consumidores; ·        Pesquisa da Serasa e Opinion Box investiga intenção de uso do 13º salário e comportamento dos brasileiros com o pagamento; ·        Para 74% dos brasileiros, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="x_gmail-MsoListParagraphCxSpFirst"><span data-olk-copy-source="MessageBody">   </span><i>Consumidores podem aproveitar últimos dias do Feirão Serasa Limpa Nome e negociar dívidas com condições especiais até domingo (30);</i></p>
<p class="x_gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">·        <i>Intenção de uso do 13º para quitar dívidas cresce entre os consumidores;</i></p>
<p class="x_gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">·        <i>Pesquisa da Serasa e Opinion Box investiga intenção de uso do 13º salário e comportamento dos brasileiros com o pagamento;</i></p>
<p class="x_gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle">·        <i>Para 74% dos brasileiros, o pagamento é uma oportunidade de reorganizar as finanças;</i></p>
<p class="x_gmail-MsoListParagraphCxSpLast">·        <i>66% dos entrevistados planejam o uso do 13º com antecedência.</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal"><span data-olk-copy-source="MessageBody">Às vésperas do pagamento da primeira parcela do 13º salário, consumidores de todo o Brasil podem aproveitar o valor para quitar suas dívidas nos últimos dias do Feirão Serasa Limpa Nome, que se encerra às 23h59 deste domingo (30). Segundo pesquisa realizada pela empresa, em parceria com o instituto Opinion Box, entre quem pretende usar a quantia recebida, 4 em cada 10 pretendem quitar as dívidas e finalizar o ano com mais tranquilidade financeira.</span></p>
<p class="x_MsoNormal">De acordo com o levantamento, 81% dos trabalhadores pretendem usar o valor integral ou parcial do 13º salário. Destes, 39% têm como principal objetivo quitar dívidas, um aumento de oito pontos percentuais em relação ao ano passado. Já 19% desejam pagar contas básicas e 18% devem limpar o nome.</p>
<p class="x_MsoNormal">“Com milhões de ofertas disponíveis, esta é uma oportunidade concreta para quem deseja usar o 13º salário de forma estratégica e iniciar 2026 com mais tranquilidade financeira”, afirma Aline Maciel, diretora da Serasa.</p>
<p class="x_MsoNormal">O levantamento também aponta que 19% dos entrevistados pretendem guardar integralmente o benefício, mesmo indicador levantado em 2024. Entre os que planejam poupar total ou parcialmente o valor, 27% querem formar uma reserva de emergência, número que em 2024 era 29%; 26% têm intenção de investir (em 2024 era 38%); e 15% devem direcionar o valor à poupança (em 2024 era 21%).</p>
<p class="x_MsoNormal">Mesmo assim, o uso consciente do benefício exige atenção. Para 74% dos consumidores, o 13º representa uma oportunidade concreta de reorganização financeira, e 66% afirmam planejar previamente como irão utilizá-lo. Por outro lado, 41% reconhecem que a ausência do pagamento comprometeria o orçamento, podendo gerar atrasos em contas e nas compras de fim de ano.</p>
<p class="x_MsoNormal">“Receber este benefício é sempre uma oportunidade importante para reorganizar o orçamento, mas o recurso precisa ser usado com consciência”, reforça Aline. “Priorizar dívidas, contas essenciais ou a construção de uma reserva de emergência ajuda a trazer mais estabilidade financeira para o ano seguinte. Com um bom planejamento, o consumidor transforma o 13º em uma ferramenta real de alívio e não em um impulso de gasto que pode comprometer o ano anterior”.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Gastos inesperados de emergência aparecem como o principal fator para endividamento no Norte, revela pesquisa da Serasa</title>
		<link>https://portalam.com.br/gastos-inesperados-de-emergencia-aparecem-como-o-principal-fator-para-endividamento-no-norte-revela-pesquisa-da-serasa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 17:31:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Gastos]]></category>
		<category><![CDATA[norte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=133156</guid>

					<description><![CDATA[<p>● Pesquisa realizada pela Serasa indica motivos que levam à inadimplência; ● No Norte, 8% dos endividados não conseguiram pagar contas básicas de luz, água ou gás; • Pela primeira vez, a inadimplência atinge 79 milhões de brasileiros. Os gastos inesperados aparecem como principal fator de endividamento na região Norte, segundo pesquisa realizada pela Serasa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>● Pesquisa realizada pela Serasa indica motivos que levam à inadimplência;<br />
● No Norte, 8% dos endividados não conseguiram pagar contas básicas de luz, água ou gás;<br />
• Pela primeira vez, a inadimplência atinge 79 milhões de brasileiros.</p>
<p>Os gastos inesperados aparecem como principal fator de endividamento na região Norte, segundo pesquisa realizada pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box. As emergências financeiras foram apontadas por 20% dos entrevistados do Norte. Em seguida, aparecem empréstimo de nome para terceiros (17%) e o desemprego (15%).<br />
Patrícia Camillo, especialista em educação financeira da Serasa, explica que o endividamento reflete um conjunto de fatores econômicos e sociais, como a própria falta de educação financeira da população. “A queda no desemprego traz esperança e novas oportunidades, mas o desafio agora é transformar essa renda em estabilidade financeira. Após um período de perda de poder de compra, é fundamental que o consumidor aproveite esse momento para reorganizar o orçamento e evitar o acúmulo de dívidas”.<br />
O estudo, que analisou o comportamento e o perfil dos inadimplentes, revela que o aumento no valor das contas básicas segue pressionando o orçamento: 1 em cada 10 pessoas afirma não conseguir arcar com esses custos, que podem chegar até R$ 750 mensais para 68% deles, correndo o risco de terem os serviços básicos interrompidos. 63% desses endividados dizem ainda ter reduzido o consumo devido à alta dessas despesas. Entre eles, 42% cortaram até 10% dos gastos e 21% reduziram entre 11% e 20%.</p>
<p>O papel do cartão de crédito na vida dos inadimplentes</p>
<p>Ainda de acordo com o levantamento, o cartão de crédito tem se mostrado um importante aliado na vida financeira dos brasileiros, permitindo o parcelamento de compras essenciais. No entanto, é preciso cautela para que o recurso não se torne um vilão do orçamento. Segundo a pesquisa, 50% dos consumidores do Norte têm como principal dívida no cartão de crédito as compras em supermercados, enquanto 40% recorrem ao método de pagamento para adquirir produtos como roupas, calçados e eletrodomésticos – gastos que, quando acumulados, podem facilmente comprometer a renda mensal.<br />
O peso do tempo sobre as dívidas</p>
<p>Os dados também mostram que 46% das dívidas dos brasileiros já ultrapassam um ano de atraso. Entre os setores com débitos mais antigos, destacam-se as securitizadoras, as empresas de telecomunicações e o varejo, cujas dívidas frequentemente ultrapassam dois anos de inadimplência.<br />
O cenário, muitas vezes, se repete, e os dados preocupam: 53% dos brasileiros endividados atualmente são reincidentes (já estiveram endividados em algum outro momento da vida), representando uma queda de 2 pontos percentuais em relação a 2024. Atualmente, o país soma mais de 79,1 milhões de pessoas com dívidas em atraso, totalizando mais de 313 milhões de débitos e atingindo o maior montante desde 2020.<br />
“O cenário ainda é desafiador, mas também é uma oportunidade de recomeço. Entender as causas do endividamento e buscar alternativas de negociação são passos essenciais para recuperar o equilíbrio financeiro. É nesse sentido que iniciativas de renegociação ganham ainda mais relevância”, destaca Camillo.<br />
Em meio a uma nova edição do Feirão Serasa Limpa Nome, principal mutirão de negociação de dívidas do país, 141 milhões de consumidores podem negociar dívidas com descontos expressivos e condições especiais em todo o país. A iniciativa reforça o compromisso da Serasa em facilitar o acesso à renegociação, permitindo que mais brasileiros retomem o controle de suas finanças e comecem 2026 com o nome limpo e o orçamento mais leve.<br />
Metodologia<br />
Pesquisa realizada pelo Instituto Opinion Box entre 9 e 24 de setembro de 2025, com 11.375 entrevistas online em todo o Brasil. Margem de erro de 0.9 pontos percentuais.</p>
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		<title>Trabalhador pode trocar dívidas mais caras por consignado para CLT</title>
		<link>https://portalam.com.br/trabalhador-pode-trocar-dividas-mais-caras-por-consignado-para-clt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2025 13:14:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir desta sexta-feira (25), os trabalhadores com empréstimo consignado ou crédito direto ao consumidor (CDC) podem migrar essas dívidas para o Crédito do Trabalhador, que fornece o recurso a trabalhadores com carteira assinada com juros mais baixos. As 70 instituições financeiras habilitadas no programa já estão autorizadas a oferecer a troca diretamente em seus aplicativos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A partir desta sexta-feira (25), os trabalhadores com empréstimo consignado ou crédito direto ao consumidor (CDC) podem migrar essas dívidas para o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/tire-duvidas-sobre-consignado-para-clt-que-entra-em-vigor-nesta-sexta" target="_blank" rel="noopener">Crédito do Trabalhador</a>, que fornece o recurso a trabalhadores com carteira assinada com juros mais baixos. As 70 instituições financeiras habilitadas no programa já estão autorizadas a oferecer a troca diretamente em seus aplicativos e <em>sites</em>.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1640302&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1640302&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, a migração ainda não está disponível na Carteira de Trabalho Digital. Nessa etapa, a portabilidade do crédito só pode ser feita no mesmo banco onde o empréstimo foi contratado.</p>
<p>A troca só é vantajosa nos casos em que o consignado para CLT, lançado há um mês, tenha juros mais baixos que as linhas de crédito contratadas pelo trabalhador. Em média, o CDC tem juros em torno de 7% a 8% ao mês. No programa Crédito do Trabalhador, as taxas estão um pouco acima de 3% ao mês, com alguns bancos cobrando 1,6% ao mês.</p>
<p><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/mpv/mpv1292.htm" target="_blank" rel="noopener">Segundo a medida provisória que lançou o Programa Crédito do Trabalhador</a>, a redução dos juros na troca de dívida é obrigatória. Para fazer o procedimento, o trabalhador contrata um empréstimo consignado pelo Crédito do Trabalhador e quita a dívida anterior. Caso tenha margem consignável, pode pedir um novo crédito.</p>
<p>A obrigatoriedade da redução das taxas de juros para a troca de dívidas vale por 120 dias, até 21 de julho, conforme a medida provisória. Além disso, o banco pode oferecer diretamente aos seus clientes a opção de migrar para o Crédito do Trabalhador com as taxas reduzidas. Se o trabalhador não achar as condições vantajosas, ele pode optar pela portabilidade para outra instituição financeira.</p>
<h2>Próximas etapas</h2>
<p><strong>Para o início de maio, está prevista a portabilidade entre bancos diferentes.</strong> Com a medida, o trabalhador pode transferir o CDC ou o empréstimo consignado para outra instituição financeira que ofereça juros mais vantajosos.</p>
<p>A troca de dívidas e a concessão de novos empréstimos serão geridas pela Dataprev. O Ministério do Trabalho e Emprego monitora diariamente as taxas de juros e o perfil dos tomadores de crédito.</p>
<p><strong>A portabilidade automática de dívidas vale apenas para CDC ou empréstimos consignados tradicionais. </strong>No entanto, o trabalhador também pode contratar a linha do Programa Crédito do Trabalhador para quitar débitos no cheque especial ou no cartão de crédito. Nesses casos, será necessário primeiramente renegociar a dívida antes de contratar o empréstimo para quitá-la.</p>
<h2>Estatística</h2>
<p><strong>Até as 17h de quinta-feira (24), informou o Ministério do Trabalho, foram liberados R$ 8,2 bilhões em empréstimos no Programa Crédito do Trabalhador. Ao todo, foram firmados 1.510.542 contratos, beneficiando 1.478.711 trabalhadores.</strong></p>
<p>O valor médio por contrato corresponde a R$ 5.491,66, com média de 16 parcelas e prestação média de R$ 335,51. São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná são os estados com maior volume de concessões pelo novo programa.</p>
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		<title>882 mil amazonenses não sabem que estão endividados, alerta Serasa</title>
		<link>https://portalam.com.br/882-mil-amazonenses-nao-sabem-que-estao-endividados-alerta-serasa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 15:12:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Serasa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>57 milhões de consumidores brasileiros nunca consultaram o CPF ou CNPJ na Serasa, e podem quitar seus débitos com descontos até a meia-noite do dia 31. Entre os consumidores que desconhecem a existência de dívidas em seu nome, 19 milhões deles estão negativados. O total de dívidas disponíveis para quem não sabe que está endividado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<ul type="disc">
<li class="x_MsoNormal"><i><span data-olk-copy-source="MessageBody">57 milhões de consumidores brasileiros nunca consultaram o CPF ou CNPJ na Serasa, e podem quitar seus débitos com descontos até a meia-noite do dia 31.</span></i></li>
<li class="x_MsoNormal"><i>Entre os consumidores que desconhecem a existência de dívidas em seu nome, 19 milhões deles estão negativados.</i></li>
</ul>
<ul type="disc">
<li class="x_MsoNormal"><i>O total de dívidas disponíveis para quem não sabe que está endividado chega a 267 milhões de ofertas.</i></li>
<li class="x_MsoNormal"><i>Mutirão nacional de negociações proporciona descontos de até 99% até o fim do mês.</i></li>
</ul>
<p class="x_MsoNormal"><b> </b></p>
<p class="x_MsoNormal">Levantamento especial realizado pela Serasa descobriu que 57 milhões de brasileiros não sabem que estão endividados. <b>No Amazonas, esse número é de 882.088 mil.</b> Entre os consumidores que desconhecem a existência de dívidas em seu nome, pelo menos 19 milhões deles foram negativados pelos credores e, portanto, fazem parte do Cadastro de Inadimplentes: são pessoas físicas ou jurídicas que não sabem sobre a situação de inadimplência e nem sobre os benefícios especiais a que têm direito para negociar e limpar o nome. <b>No Amazonas são 340 mil pessoas que desconhecem as dívidas e estão negativados.</b></p>
<p class="x_MsoNormal">Esses 882.088 mil consumidores nunca consultaram o CPF ou CNPJ no aplicativo ou site da Serasa e, portanto, desconhecem que há um total de 4 milhões de ofertas de dívidas para serem negociadas e pagas com vantagens e benefícios especiais, como os altos descontos, pagamento via Pix para baixa da negativação instantânea e a atualização do Score em tempo real.</p>
<p class="x_MsoNormal">As ofertas desconhecidas do Feirão de negociações estão disponibilizadas por empresas de diversos segmentos, como bancos, cartões de crédito, securitizadoras (empresas que compram dívidas), universidades, lojas, supermercados, companhias de telefone e internet, energia, água e outros serviços essenciais.</p>
<p class="x_MsoNormal"><b>As causas do desconhecimento</b></p>
<p class="x_MsoNormal">Aline Maciel, especialista da Serasa em educação financeira, explica que o desconhecimento sobre débitos pode ter diferentes causas, como a falta de monitoramento do CPF/CNPJ, dados cadastrais desatualizados e, de maneira mais ampla, a desinformação financeira.</p>
<p class="x_MsoNormal">“Muitos consumidores e empreendedores só descobrem pendências financeiras ao tentar contratar um financiamento, fazer crediário ou acessar um serviço básico”, conta Aline, gerente da plataforma Limpa Nome. “O controle da situação do nome acaba ficando em segundo plano, levando a descobertas tardias, quando a dívida já foi negativada&#8221;, comenta.</p>
<p class="x_MsoNormal"><b>Como descobrir se há dívidas em seu nome e aproveitar as ofertas?</b></p>
<ul type="disc">
<li class="x_MsoNormal">Site: <a title="Protegido pelo Outlook: http://www.serasalimpanome.com.br/. Clique ou toque para seguir o link." href="https://na01.safelinks.protection.outlook.com/?url=http%3A%2F%2Fwww.serasalimpanome.com.br%2F&amp;data=05%7C02%7C%7Cf4965de8270b4dc7235308dd6b9d9e65%7C84df9e7fe9f640afb435aaaaaaaaaaaa%7C1%7C0%7C638785046927333439%7CUnknown%7CTWFpbGZsb3d8eyJFbXB0eU1hcGkiOnRydWUsIlYiOiIwLjAuMDAwMCIsIlAiOiJXaW4zMiIsIkFOIjoiTWFpbCIsIldUIjoyfQ%3D%3D%7C0%7C%7C%7C&amp;sdata=byCgCYqwyqqCKrLFxw6hhOl0kiEGCdi%2FxVBLyN0V4BU%3D&amp;reserved=0" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable" data-linkindex="0">http://www.serasalimpanome.com.br</a></li>
</ul>
<ul type="disc">
<li class="x_MsoNormal">App Serasa no Google Play e App Store</li>
</ul>
<ul type="disc">
<li class="x_MsoNormal">WhatsApp: (11) 99575-2096</li>
</ul>
<ul type="disc">
<li class="x_MsoNormal">Em 10 mil agências dos Correios de todo o Brasil há isenção de taxas para negociação de dívidas até o dia 31/03.</li>
</ul>
<p class="x_MsoNormal">
<p class="x_MsoNormal"><span class="x_eop"><b>Como consultar meu CPF ou CNPJ, e negociar dívidas no Feirão?</b></span></p>
<p class="x_MsoNormal"><b>1º Passo – Baixe o app da Serasa:</b></p>
<p class="x_MsoNormal">Faça o download do aplicativo da Serasa no celular (disponível para Android e iOS), digite o seu CPF e preencha um breve cadastro. Ao acessar a plataforma, todas as informações financeiras do consumidor já aparecerão na tela, como a existência de possíveis dívidas e a pontuação do Serasa Score.</p>
<p class="x_MsoNormal"><b>2º Passo – Escolha a oferta: </b></p>
<p class="x_MsoNormal">Após selecionar a opção “Ver ofertas”, é possível verificar as condições oferecidas para pagamento com o desconto do Serasa Limpa Nome já aplicado. Basta clicar em uma das dívidas disponíveis e serão apresentadas as opções para renegociar cada débito.  Para fazer um acordo, clique no campo “Negociar” de cada uma das ofertas”.</p>
<p class="x_MsoNormal"><b>3 º Passo – Revise e finalize o acordo:</b></p>
<p class="x_MsoNormal">Escolha a opção que desejar e a forma de pagamento de sua preferência. Caso seja boleto, você pode copiar o código, baixar ou solicitar o envio via WhatsApp. Se optar pela opção do Pix, selecione o dia para vencimento e a quantidade de parcelas desejada. Depois, confirme as informações, revisando todas as condições apresentadas, e clique em “Concluir acordo”.</p>
<p class="x_MsoNormal"><b>4º Passo – Faça o pagamento do acordo:  </b></p>
<p class="x_MsoNormal">Ao fechar seu acordo, você deve realizar o pagamento de acordo com as condições definidas na etapa anterior. Para pagar com o Pix, clique em “Copiar chave Pix” e cole no aplicativo da instituição bancária para prosseguir.</p>
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		<title>Cai o número de endividados no país, aponta entidade do comércio</title>
		<link>https://portalam.com.br/cai-o-numero-de-endividados-no-pais-aponta-entidade-do-comercio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 11:06:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Endividamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo segundo mês consecutivo, o percentual de famílias endividadas caiu no país, chegando a 76,1%, de acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O resultado de janeiro representa uma queda de 0,6 ponto percentual em relação a dezembro e de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo segundo mês consecutivo, o percentual de famílias endividadas caiu no país, chegando a 76,1%, de acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O resultado de janeiro representa uma queda de 0,6 ponto percentual em relação a dezembro e de 2 p.p. no comparativo com o mesmo período em 2024.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1629413&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1629413&amp;o=node" /></p>
<p>Em janeiro, 20,8% dos brasileiros destinaram mais da metade dos rendimentos às dívidas, o maior percentual desde maio de 2024. Em média, as famílias destinaram 30% dos ganhos para esta finalidade, um aumento de 0,2 p.p.. O estudo mostrou o crescimento da percepção de endividamento, com 15,9% da população considerando estar “muito endividada”, contra 15,4% no final do ano passado.</p>
<p>“Os juros elevados e a seletividade do crédito fazem com que os consumidores procurem fazer menos dívidas e, como efeito adverso, aumentam sua percepção de endividamento. A leve melhora da inadimplência indica que houve um esforço nas casas brasileiras para equilibrar suas finanças, mas o comprometimento crescente da renda acende um sinal de alerta para a economia em 2025”, avalia o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.</p>
<p>Segundo a entidade, como consequência dessa preocupação crescente, menos famílias estão com dívidas em atraso. Elas agora representam 29,1%, diante dos 29,3% de dezembro. O percentual daquelas que não têm condições de pagar o que devem também teve recuo mensal, de 13% para 12,7%. Apesar disso, os resultados ainda se mantêm acima dos patamares observados em janeiro de 2024, de 28,3% e 12%, respectivamente.</p>
<p>“Apesar da queda do endividamento, as dívidas estão consumindo uma parcela maior da renda das famílias brasileiras, especialmente por causa dos juros altos e prazos mais curtos. Esse cenário pode manter a inadimplência em patamares elevados nos próximos meses”, explica o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares.</p>
<p>A pesquisa também analisou o endividamento por faixa de renda. Houve queda de 0,8 p.p. entre as famílias que recebem mais de dez salários mínimos (65,3%) e de 1 p.p. entre as que ganham até três salários mínimos (79,5%), no comparativo com dezembro.</p>
<p>As famílias mais vulneráveis &#8211; até 3 salários mínimos &#8211; representaram o único grupo cujo percentual de endividamento aumentou, na comparação com janeiro de 2024 (79,2%).</p>
<p>Já a saída da inadimplência demonstra ser um caminho mais longo. A redução da parcela de consumidores com dívida em atraso ocorreu apenas entre os que ganham de três a cinco salários mínimos, saindo de 28,1% em dezembro para 27,5%. No decorrer de 1 ano, houve alívio apenas na faixa entre cinco e dez salários mínimos, com o índice caindo de 22,7% para 22%.</p>
<p>O cartão continua sendo a principal modalidade de crédito utilizada pelos consumidores, atingindo 83,9% do total de devedores, mesmo com a retração de 2,9 p.p., na comparação anual. Em contrapartida, destacam-se o crédito pessoal, com um aumento de 1,3 p.p., atingindo 10,9%, e os carnês, com crescimento de 0,6 p.p. em relação a 2024, chegando a 16,8%.</p>
<p>Apesar da recente melhora dos índices de endividamento e inadimplência, a CNC alerta que o endividamento das famílias pode voltar a crescer ao longo do ano. Os percentuais devem começar a subir a partir de março, fechando 2025 com 77,5% das famílias brasileiras endividadas e 29,8% inadimplentes.</p>
<p>“A necessidade de recorrer ao crédito para consumo, somada à manutenção de juros elevados, deve tornar a gestão financeira um desafio ainda maior para os consumidores brasileiros”, disse o economista Felipe Tavares.</p>
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		<title>Renegocia!: saiba como quitar dívidas com descontos de até 90% e parcelamentos</title>
		<link>https://portalam.com.br/renegocia-saiba-como-quitar-dividas-com-descontos-de-ate-90-e-parcelamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 12:09:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Descontos]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Gov.br]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
		<category><![CDATA[portalam]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Busca Buscar em Renegocia!: saiba como quitar dívidas com descontos de até 90% e parcelamentos notícias gov canal gov rádio gov distribuição de conteúdo Acessar Economia Renegocia!: saiba como quitar dívidas com descontos de até 90% e parcelamentos Programa do Governo Federal de quitação de débitos, voltado para consumidores, segue até 17 de janeiro. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Busca</p>
<p>Buscar em Renegocia!: saiba como quitar dívidas com descontos de até 90% e parcelamentos</p>
<p>notícias gov</p>
<p>canal gov</p>
<p>rádio gov</p>
<p>distribuição de conteúdo</p>
<p>Acessar</p>
<p>Economia</p>
<p>Renegocia!: saiba como quitar dívidas com descontos de até 90% e parcelamentos</p>
<p>Programa do Governo Federal de quitação de débitos, voltado para consumidores, segue até 17 de janeiro. Acordos podem ser feitos pela internet ou presencialmente</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agência Gov | Via MJSP</p>
<p>06/01/2025 17:22</p>
<p>Renegocia!: saiba como quitar dívidas com descontos de até 90% e parcelamentosReprodução/MJSP</p>
<p>De acordo com a Serasa, o Brasil possui mais de 70 milhões de consumidores negativados</p>
<p>O Renegocia!, programa de renegociação de dívidas, voltado para consumidores em situação de inadimplência colocarem suas finanças em ordem, segue até 17 de janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para participar, basta acessar o portal Consumidor.gov.br ou ir até uma unidade do Instituto de Defesa do Consumidor (Procon). Entre os benefícios oferecidos, estão descontos expressivos que, em algumas situações, podem ultrapassar 90% do valor devido. Os débitos também podem ser parcelados para se adequarem ao orçamento familiar. O resultado será o restabelecimento do crédito e, consequentemente, a recuperação do poder de compra do consumidor. Cada caso é analisado individualmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com a Serasa, o Brasil enfrenta uma crescente taxa de inadimplência, com mais de 70 milhões de consumidores negativados. O Renegocia! é uma resposta a essa crise, ao permitir que famílias renegociem débitos com bancos, empresas de serviços essenciais, comércio varejista e outros setores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O Renegocia! é uma oportunidade para milhões de famílias voltarem a ter tranquilidade financeira e dignidade. Estamos comprometidos em criar condições justas para todos”, diz o secretário Nacional do Consumidor, Wadih Damous</p>
<p>Além de recuperar a saúde financeira da população, a iniciativa contribui para a retomada do crédito e o aquecimento da economia, visto que os brasileiros sem dívidas podem voltar consumir. Além disso, o programa incentiva a conscientização sobre o uso responsável do crédito e a cultura de educação financeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro aspecto importante do Renegocia! é o impacto social. Muitos brasileiros que enfrentam dificuldades veem suas famílias sofrerem com limitações no acesso a bens e serviços básicos. “Consumidores financeiramente saudáveis são essenciais para o desenvolvimento sustentável do país”, completa o diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, Vitor Hugo do Amaral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Saiba como renegociar as suas dívidas de forma on-line:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1. Acesse a plataforma consumidor.gov.br</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Visite o site oficial do programa ou consulte aplicativos das empresas participantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2. Faça o cadastro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Informe os seus dados pessoais, como CPF, e escolha a instituição ou empresa com a qual deseja renegociar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3. Consulte suas dívidas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Identifique os valores devidos e veja as propostas disponíveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>4. Escolha a proposta mais adequada para a sua realidade</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Você pode aceitar as condições propostas ou, em alguns casos, fazer uma contraproposta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>5. Formalize o acordo e acompanhe</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após fechar a negociação, faça o pagamento das parcelas ou a quitação integral</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Planeje um Ano Novo financeiramente saudável</title>
		<link>https://portalam.com.br/planeje-um-ano-novo-financeiramente-saudavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Dec 2024 04:25:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O início do ano é o momento ideal para repensar a vida financeira. Faça um levantamento completo de suas despesas e crie um orçamento. Priorize quitar dívidas, reduzindo juros acumulados. Crie o hábito de poupar. Estabeleça um valor mensal, mesmo que pequeno, para uma reserva de emergência. Avalie também investimentos que podem fazer seu dinheiro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O início do ano é o momento ideal para repensar a vida financeira. Faça um levantamento completo de suas despesas e crie um orçamento. Priorize quitar dívidas, reduzindo juros acumulados.</p>
<p>Crie o hábito de poupar. Estabeleça um valor mensal, mesmo que pequeno, para uma reserva de emergência. Avalie também investimentos que podem fazer seu dinheiro render.</p>
<p>Evite gastos desnecessários no início do ano, como compras impulsivas em promoções. Planeje as grandes despesas, como matrícula escolar ou impostos, para evitar surpresas.</p>
<p>Com organização e disciplina, 2025 pode ser o ano em que sua saúde financeira atinge um novo patamar. Comece hoje mesmo!</p>
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		<title>Demanda por crédito deve ficar forte no quarto trimestre, diz pesquisa</title>
		<link>https://portalam.com.br/demanda-por-credito-deve-ficar-forte-no-quarto-trimestre-diz-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 23:03:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Instituições financeiras avaliam que a demanda de crédito deve permanecer relativamente forte no quarto trimestre de 2024, mas a oferta de crédito mostra “sinais de inflexão”. É o que indica a Pesquisa Trimestral de Condições de Crédito (PTC), conduzida junto a essas instituições pelo Banco Central (BC) e divulgada nesta quinta-feira (21). O levantamento foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Instituições financeiras avaliam que a demanda de crédito deve permanecer relativamente forte no quarto trimestre de 2024, mas a oferta de crédito mostra “sinais de inflexão”. É o que indica a Pesquisa Trimestral de Condições de Crédito (PTC), conduzida junto a essas instituições pelo Banco Central (BC) e divulgada nesta quinta-feira (21).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1620884&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1620884&amp;o=node" /></p>
<p>O levantamento foi realizado de 14 a 25 de outubro e coletou as avaliações de 71 instituições financeiras sobre as condições do crédito bancário para grandes empresas; micro, pequenas e médias empresas (MPMEs); crédito voltado ao consumo para pessoas físicas (PF) e crédito habitacional para pessoas físicas.</p>
<p>Segundo a visão das instituições pesquisadas, as condições de oferta de crédito foram moderadamente mais flexíveis no terceiro trimestre deste ano, “com exceção do segmento de grandes empresas, que entrou no campo restritivo&#8221;.</p>
<h2>Inadimplência</h2>
<p>Enquanto no terceiro trimestre a avaliação deste segmento ficou neutra, para o quarto trimestre espera-se piora em alguns dos fatores com destaque para inadimplência do mercado, tolerância a risco e condições específicas da indústria/setor das empresas.</p>
<p>Em contraponto, as instituições esperam a manutenção de condições flexíveis de crédito às famílias voltado para o consumo. No terceiro trimestre, o destaque positivo ficou para o nível de tolerância ao risco, o ambiente institucional, a captação de novos clientes e a concorrência de outras instituições.</p>
<p>Para o quatro trimestre de 2024, em geral, a pesquisa aponta que as instituições avaliam que os fatores devem permanecer positivos, embora com leve piora em custo/disponibilidade de funding [mobilização de recursos financeiros de terceiros para um investimento, através do mercado bancário ou de capitais] e inadimplência.</p>
<p>Além disso, a evolução da inadimplência no quarto trimestre deve ficar melhor do que no trimestre anterior, em especial, com queda nos níveis de inadimplência nos segmentos de pessoas físicas (PF) e menor crescimento para micro, pequenas e médias empresas.</p>
<h2>Dívidas</h2>
<p>Também é esperada uma pequena melhora na avaliação da capacidade das grandes empresas honrarem suas dívidas (<em>ratings</em>); e que o custo/disponibilidade de financiamento (<em>funding</em>) deve ser um fator relativamente mais restritivo no quarto trimestre do que o observado no trimestre anterior nos segmentos de MPMEs e de PF, com maior força no caso do crédito habitacional.</p>
<p>Para o quarto trimestre, as instituições estimam também que o segmento de crédito habitacional para pessoas físicas tenha condições mais restritivas e que o segmento de MPMEs deixe o campo levemente positivo, observado no trimestre anterior.</p>
<p>Para este segmento, a inadimplência do mercado continua como fator restritivo, agora acompanhado do custo de financiamento que também surge como fator negativo.</p>
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		<title>Amazonas apresenta queda no número de inadimplentes, aponta Serasa</title>
		<link>https://portalam.com.br/amazonas-apresenta-queda-no-numero-de-inadimplentes-aponta-serasa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 11:48:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Amazonas apresenta queda no número de inadimplentes, aponta Serasa T trs-comunicao-tvs-rdios-e-portais@googlegroups.com em nome de Três Comunicação Qua, 25/09/2024 10:02 serasa jpg236 KB Amazonas apresenta queda no número de inadimplentes, aponta Serasa   ·        Cadastro de negativação teve 200 mil nomes a menos em agosto em todo o país, retomando tendência de queda do indicador. ·        Número de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="SloNd allowTextSelection" tabindex="0" role="heading">Amazonas apresenta queda no número de inadimplentes, aponta Serasa</div>
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<p>em nome de</p>
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<p class="x_MsoNormal" align="center"><b>Amazonas apresenta queda no número de inadimplentes, aponta Serasa</b></p>
<p class="x_MsoNormal" align="center"><b> </b></p>
<p>·        <i>Cadastro de negativação teve 200 mil nomes a menos em agosto em todo o país, retomando tendência de queda do indicador.</i></p>
<p>·        <i>Número de negativações retorna ao patamar do início do ano.</i></p>
<p>·        <i>Bancos, contas básicas e prestação de serviços registram queda no ranking de causas de endividamento.</i></p>
<p>·       <i>Mutirão contra o endividamento ultrapassa a marca de 1 mil empresas.</i><b></b></p>
<p>·       <i>Serasa disponibiliza 550 milhões de dívidas com descontos e pagamento via Pix para a baixa instantânea da negativação.</i><b></b></p>
<p><b> </b></p>
<p><b> </b></p>
<p class="x_MsoNormal">O principal indicador de inadimplência do Brasil volta a registrar queda, reforçando a tendência de baixo do ano, segundo o Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas da Serasa. Mesmo com 72,4 milhões de inadimplentes, o mês de agosto registra a terceira menor marca do ano em número de endividados, retomando ao patamar de janeiro e fevereiro.</p>
<p class="x_MsoNormal">A queda em agosto representa menos 200 mil nomes no cadastro de negativação do país. “Desde abril percebemos uma tendência de queda no número de inadimplentes”, analisa Aline Maciel, gerente da plataforma Serasa Limpa Nome. “A redução alivia a pressão sobre o orçamento das famílias e sinaliza um cenário mais favorável para a economia, com mais pessoas conseguindo voltar a ter acesso ao crédito”, explica Aline.</p>
<p class="x_MsoNormal"><b>Principais segmentos das dívidas perdem força</b></p>
<p class="x_MsoNormal">Praticamente todos os motivos que geram o endividamento do brasileiro apontaram queda em agosto. O segmento de Bancos e Cartões de Crédito representam 27,9%, com uma queda de 0,46 pontos percentuais em relação ao mês anterior. As contas básicas de água, luz e gás apresentaram queda de 0,15 pontos percentuais, comparadas a julho.</p>
<p class="x_MsoNormal">O setor de serviços, que engloba atividades como atendimento ao consumidor, transporte e administração, teve a maior redução, com uma queda de 1,22 pontos percentuais. Em contraste no cenário apenas o segmento de telecomunicações, que teve um leve acréscimo de 0,5 ponto percentual em agosto, quase uma estagnação do indicador.</p>
<p class="x_MsoNormal"><b>Cenário do Amazonas &#8211;  </b>Depois de registrar crescimento em julho no número de inadimplentes, o Amazonas apresentou leve queda na quantidade de pessoas negativadas em agosto, conforme dados do Mapa da Inadimplência da Serasa. Cerca de 1.272 mil saíram da lista. O estado tem atualmente 1.549.898 milhão de inadimplentes. Em julho o número era de 1.551.170 milhão.</p>
<p class="x_MsoNormal">Outros indicadores também tiveram pequena redução como o ticket médio de dívida por inadimplente que saiu de R$ 4.578,80 em julho para R$4.566,74, menos R$ 12,06.</p>
<p class="x_MsoNormal">Em relação aos segmentos com maior percentual de dívidas em agosto no Amazonas, o varejo aparece como o principal, 27,91%, seguido de cartões e bancos, com 25,29%, financeiras 15,02% e utilities (água, luz, gás), com 12,15%.</p>
<p class="x_MsoNormal">O mapa da inadimplência da Serasa mostra ainda que no Amazonas a maior parte das dívidas está concentrada na população entre 26 e 40 anos (35,8%), seguidos dos que tem entre 41 e 60 anos (35,1%), acima dos 60 anos (15,1%) e os que tem até 25 anos (14%).</p>
<p class="x_MsoNormal"><b>550 milhões de ofertas</b></p>
<p class="x_MsoNormal"> Para contribuir com a contenção da inadimplência, a Serasa está colocando 550 milhões de dívidas oriundas de 1 mil empresas que ofereceram oportunidades de descontos em sua plataforma Limpa Nome. No site ou aplicativo, consumidores de todo o país podem fechar o acordo sem sair de casa e ter o nome limpo instantaneamente, se realizar o pagamento via Pix.</p>
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		<title>Contas públicas têm superávit de R$ 1,2 bilhão em março</title>
		<link>https://portalam.com.br/contas-publicas-tem-superavit-de-r-12-bilhao-em-marco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 13:33:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Contas]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor público consolidado fechou o mês de março com um superávit de R$ 1,2 bilhão, informou nesta segunda-feira (6) o Banco Central (BC). No mesmo mês do ano passado, as contas públicas registraram um déficit de R$ 14,2 bilhões. Em 12 meses, o setor público consolidado, que engloba governo federal, os estados, municípios e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor público consolidado fechou o mês de março com um superávit de R$ 1,2 bilhão, informou nesta segunda-feira (6) o Banco Central (BC). No mesmo mês do ano passado, as contas públicas registraram um déficit de R$ 14,2 bilhões. Em 12 meses, o setor público consolidado, que engloba governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais, acumula déficit de R$ 252,9 bilhões, o equivalente a 2,29% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) e 0,15 ponto percentual (p.p) inferior ao déficit acumulado até fevereiro.</p>
<p>Segundo o BC, o Governo Central, que reúne o Tesouro Nacional, a Previdência Social e o Banco Central, registrou um déficit de R$ 1,9 bilhão e as empresas estatais um déficit de R$ 343 milhões. Já os governos regionais registraram superávit de R$ 3,4 bilhões.</p>
<p>Em março, os juros nominais do setor público não financeiro consolidado, apropriados por competência, somaram R$ 64,2 bilhões em março, ante os R$ 65,3 bilhões registrados em março de 2023.</p>
<p>No acumulado em 12 meses, até março deste ano, os juros nominais alcançaram R$ 745,7 bilhões, ficando em 6,76% do PIB, comparativamente a R$ 693,6 bilhões (6,71% do PIB) nos 12 meses até março de 2023.</p>
<p>O resultado nominal do setor público consolidado, que inclui o resultado primário e os juros nominais apropriados, foi deficitário em R$ 63 bilhões em março. No acumulado em 12 meses, o déficit nominal alcançou R$ 998,6 bilhões (9,06% do PIB), ante déficit nominal de R$ 1.015,1 bilhão (9,24% do PIB) em fevereiro deste ano.</p>
<p>O BC informou ainda que a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) fechou o mês de março em 61,1% do PIB (R$ 6,7 trilhões), um aumento de 0,2 p.p do PIB no mês.</p>
<p>“Esse resultado refletiu os impactos dos juros nominais apropriados [aumento de 0,6 p.p.], do efeito do ajuste de paridade da dívida externa líquida [redução de 0,1 p.p.], e da variação do PIB nominal [redução de 0,2 p.p.]”, disse o BC.</p>
<p>No ano, a DLSP também cresceu 0,2 p.p. do PIB, em função dos impactos dos juros nominais que registraram um aumento de 1,9 p.p do superávit primário acumulado, que teve redução de 0,5 p.p do efeito do crescimento do PIB nominal, que apresentou redução de 0,9 p.p e do efeito da desvalorização cambial de 3,2% acumulada no ano, com uma redução de 0,4 p.p.</p>
<p>Já a Dívida Bruta do Governo Central (DBGG), que compreende Governo Federal, INSS e governos estaduais e municipais, atingiu, em março, 75,7% do PIB, ficando em R$ 8,3 trilhões. O resultado representa um aumento de 0,2 ponto percentual do PIB em relação ao mês anterior.</p>
<p>Essa evolução no mês decorreu do efeito dos juros nominais apropriados (aumento de 0,6 p.p.), do resgate líquido de dívida (redução de 0,2 p.p.), e da variação do PIB nominal (redução de 0,2 p.p.). No ano, o aumento de 1,3 p.p. do PIB decorre principalmente da incorporação de juros nominais (aumento de 1,9 p.p.), da emissão líquida de dívida (aumento de 0,3 p.p.), e do crescimento do PIB nominal (redução de 1,2 p.p.).</p>
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		<title>Governo propõe vagas de ensino técnico para reduzir dívida de estados</title>
		<link>https://portalam.com.br/governo-propoe-vagas-de-ensino-tecnico-para-reduzir-divida-de-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2024 10:33:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[AM]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[ensino técnico]]></category>
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		<category><![CDATA[vaga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou, nesta terça-feira (26), o Programa Juros por Educação, um pacto para reduzir os juros da dívida dos estados com a União. Em contrapartida, os estados devem aumentar as vagas para alunos no ensino médio técnico em suas redes de educação. A proposta foi detalhada em reunião do ministro Haddad [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou, nesta terça-feira (26), o<a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/noticias/2024/marco/arquivo/Programa_Juros_por_Educacao_v22mar24.pptx5.pdf" target="_blank" rel="noopener"> Programa Juros por Educação</a>, um pacto para reduzir os juros da dívida dos estados com a União. Em contrapartida, os estados devem aumentar as vagas para alunos no ensino médio técnico em suas redes de educação.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1587558&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1587558&amp;o=node" /></p>
<p>A proposta foi detalhada em reunião do ministro Haddad com governadores de entes devedores, como Tarcísio de Freitas (São Paulo), Cláudio Castro (Rio de Janeiro), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Romeu Zema (Minas Gerais). Este foi o quinto encontro com autoridades estaduais para tratar sobre a questão da dívida.</p>
<p>O saldo devedor acumulado dos estados atinge a cifra de R$ 740 bilhões. Desse montante, os quatro estados – São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais – devem R$ 660 bilhões, equivalente a 90% do estoque da dívida.</p>
<p>“Com essa proposta, o governo federal busca criar um pacto nacional em prol da formação profissional dos jovens no ensino médio, o que além de melhorar a empregabilidade e renda desses jovens, ajudará a construir um país com crescimento econômico estruturalmente maior e com estados com finanças públicas saneadas”, explicou o Ministério da Fazenda, em comunicado.</p>
<p>De acordo com a pasta, 7,7 milhões de alunos estão matriculados no ensino médio (85% de responsabilidade dos estados), mas apenas 1,1 milhão estão integradas à formação profissional e somente 20% são de tempo integral. O Ensino para Jovens e Adultos (EJA) médio com formação técnica possui apenas 40 mil matrículas no Brasil.</p>
<p>“O programa Juros pela Educação tem potencial de mudar essa realidade e em poucos anos dar um salto no ensino técnico e se igualar a nações desenvolvidas”, explicou.</p>
<p>A meta do programa é chegar na média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que tem 37% de matrícula de jovens de 15 a 19 anos em ensino médio vinculado à educação profissional. Para atingir a marca, o objetivo é matricular mais de 1,6 milhão de jovens nessa modalidade, o dobro do atual.</p>
<p>“Se todos os estados que possuem dívidas com a União aderirem ao programa é possível atingir a média da União Europeia, hoje na casa de 50%”, informou o Ministério da Fazenda.</p>
<h2>O programa</h2>
<p>Os estados que aderirem ao pacto terão uma redução temporária, de 2025 a 2030, das taxas de juros aplicadas aos contratos de refinanciamento de dívidas. A meta é ter mais de 3 milhões de alunos matriculados no ensino médio técnico até 2030. Os entes federados que atingirem as suas metas de expansão de matrículas em até seis anos terão redução permanente na taxa de juros.</p>
<p>O Programa Juros por Educação estará aberto para todos os estados da federação. Aqueles que não possuem dívida com a União ou dívidas de menor valor terão acesso prioritário a linhas de financiamentos e outras ações de apoio a expansão da educação técnica.</p>
<p>“Além de trazer alívio fiscal, o programa fomenta a educação profissionalizante, beneficiando todos os setores da economia, com incremento sustentável da produtividade e crescimento econômico. A projeção aponta para um incremento estrutural de mais de 2% do PIB [Produto Interno Bruto – soma das riquezas do país] como um todo, além de impactos na renda, no desempenho escolar geral e redução dos índices de criminalidade”, acrescentou o Ministério da Fazenda.</p>
<p>O estado que aderir ao programa poderá optar por diferentes taxas de juros, com contrapartidas distintas. A uma taxa de juros real de 3% ao ano, o estado precisa aplicar ao menos 50% da economia proporcionada pela redução dos juros na criação e ampliação de matrículas no ensino médio técnico. Ao aderir a faixa que dá juros reais a 2,5% ao ano, o ente federado precisa aplicar ao menos 75% da economia na ampliação de matrículas. Já a faixa com os juros mais baixos (2% ao ano) os estados precisam investir 100% do que foi economizado com juros na educação técnica.</p>
<p>De forma adicional, independentemente da adesão ao Juros por Educação, os entes federados poderão, ainda, reduzir a taxa de juros em 0,5%, desde que realizem amortização extraordinária de 10% do saldo devedor, ou ter 1%, de redução desde que realizem amortização extraordinária de 20% do saldo devedor.</p>
<p>Essas amortizações poderão ser realizadas em ativos, incluindo participações em empresas públicas e sociedades de economia mista. Com as amortizações extraordinárias, a taxa de juros real dos contratos poderá chegar a 1% ao ano.</p>
<h2>Endividamento</h2>
<p>O endividamento dos estados com a União é devido a empréstimos diretos feitos pelo governo federal a esses entes ou nas situações em que os estados contratam crédito no mercado financeiro, tendo a União como garantidora. Em fevereiro de 2024, por exemplo, o Tesouro Nacional pagou R$ 1,22 bilhão em dívidas atrasadas de estados, de acordo com o mais recente <a href="https://www.tesourotransparente.gov.br/publicacoes/relatorio-mensal-de-garantias-honradas-rmgh/2024/2" target="_blank" rel="noopener">Relatório de Garantias Honradas pela União em Operações de Crédito</a>.</p>
<p>Nesse caso, o Tesouro cobre a dívida vencida mas cobra as contragarantias, como a retenção de repasses da União para o ente devedor &#8211; como receitas dos fundos de participação e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), além de multa, juros e custos operacionais.</p>
<p>Em <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2024-03/presidente-defende-renegociacao-de-dividas-dos-estados-com-uniao" target="_blank" rel="noopener">declaração recente</a>, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que é obrigação do governo federal “sentar e tentar encontrar uma solução” para a questão.</p>
<p>Na semana passada, Lula recebeu o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-03/dividas-dos-estados-proposta-de-renegociacao-so-na-semana-que-vem" target="_blank" rel="noopener">governador Cláudio Castro</a> no Palácio do Planalto, que informou a intenção do estado do Rio de Janeiro de ingressar com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para rediscutir a dívida.</p>
<h2>Recuperação fiscal</h2>
<p>Nos últimos anos, decisões do STF impediram a execução das contragarantias de vários estados em dificuldade financeira. Posteriormente, a corte mediou negociações para inclusão ou continuidade de governos estaduais no regime de recuperação fiscal (RRF), que prevê o parcelamento e o escalonamento das dívidas com a União em troca de um plano de ajuste de gastos. Goiás, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul fecharam acordos com o governo federal.</p>
<p>No início da pandemia de covid-19, a corte concedeu liminar para suspender a execução de garantias em diversos estados. Algumas contragarantias de Minas Gerais também não foram executadas por causa de liminares concedidas pelo Supremo.</p>
<p>Com a adesão do estado do Rio de Janeiro ao RRF, no fim de 2017, o estado pôde contratar novas operações de crédito com garantia da União, mesmo estando inadimplente. No fim de 2020, o ministro Luiz Fux, do STF, concedeu liminar mantendo o Rio de Janeiro no regime de recuperação fiscal. Em junho do ano passado, o estado, em acordo mediado pelo STF, concluiu as negociações com a União para continuar no RRF.</p>
<p>Também em junho de 2022, o Rio Grande do Sul fechou acordo com a União e teve o plano de recuperação fiscal homologado. O plano permite que o estado volte a pagar, de forma escalonada, a dívida da União, cujo pagamento estava suspenso por liminar do Supremo Tribunal Federal desde julho de 2017. Em troca, o governo gaúcho deverá executar um programa de ajuste fiscal que prevê desestatizações e reformas para reduzir os gastos locais.</p>
<p>Em maio de 2020, o STF autorizou o governo goiano a aderir ao pacote de recuperação fiscal em troca da adoção de um teto de gastos estadual. Em dezembro de 2021, Goiás assinou a adesão ao RRF, que permite a suspensão do pagamento de dívidas com a União em troca de um plano de ajuste de gastos.</p>
<p>Minas Gerais é único estado endividado que não aderiu ao RRF. Em julho de 2022, o ministro Nunes Marques, do STF, concedeu liminar que permite ao governo mineiro negociar um plano de ajuste com a União sem a necessidade de reformar a Constituição estadual. No mesmo mês, o Tesouro Nacional publicou uma portaria autorizando o governo de Minas a elaborar uma proposta que oficialize o ingresso no programa.</p>
<p>Atualmente, a Assembleia Legislativa analisa um projeto de lei do RRF estadual. Em novembro do ano passado, o governo concordou com a proposta do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de federalizar as estatais mineiras para pagar as dívidas do estado com a União. Em dezembro, Nunes Marques prorrogou a data-limite de adesão ao RRF para 20 de abril deste ano.</p>
<p>O post <a href="https://portalam.com.br/governo-propoe-vagas-de-ensino-tecnico-para-reduzir-divida-de-estados/">Governo propõe vagas de ensino técnico para reduzir dívida de estados</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalam.com.br">Portal AM</a>.</p>
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		<title>Suspeito de matar &#8216;amigo&#8217; por dívida de 200 reais é preso em Borba</title>
		<link>https://portalam.com.br/suspeito-de-matar-amigo-por-divida-de-200-reais-e-preso-em-borba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Feb 2024 19:51:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Amigo]]></category>
		<category><![CDATA[Borba]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Matar]]></category>
		<category><![CDATA[Tiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Victor Colares de Paula, de 28 anos, conhecido como “Vitinho”, foi preso em flagrante na quinta-feira (1°/02) , pelo homicídio de Luís Eduardo, que tinha 29 anos. A vítima foi atingida por disparos de arma de fogo na quinta-feira (1°/02), na estrada do Jatuarana, Borba. De acordo com o delegado Jorge Arcanjo, da 74ª DIP, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Victor Colares de Paula, de 28 anos, conhecido como “Vitinho”, foi preso em flagrante na quinta-feira (1°/02) , pelo homicídio de Luís Eduardo, que tinha 29 anos. A vítima foi atingida por disparos de arma de fogo na quinta-feira (1°/02), na estrada do Jatuarana,<a href="https://portalam.com.br/dupla-e-presa-suspeita-de-envolvimento-em-feminicidio-em-borba/"> Borba.</a></p>
<p>De acordo com o delegado Jorge Arcanjo, da 74ª DIP, o autor havia convidado a vítima para consumir entorpecentes naquela localidade. Ao chegarem ao local, Victor realizou disparos de arma de fogo contra Luís Eduardo. A vítima chegou a ser levada para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.</p>
<p>“Durante as investigações, identificamos que foi orquestrada uma emboscada para matar Luís Eduardo, com funções predeterminadas, a mando do chefe do tráfico da localidade. A motivação do crime teria sido uma dívida de R$ 200”, relatou o delegado.</p>
<p>Ainda conforme a autoridade policial, durante as diligências, os policiais identificaram que Victor Colares de Paula era o autor do crime e efetuaram a prisão dele, em flagrante.</p>
<p>Victor Colares de Paula foi autuado por homicídio e ficará à disposição da Justiça.</p>
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		<title>S&#038;P eleva nota da dívida do Brasil pela primeira vez em 12 anos</title>
		<link>https://portalam.com.br/sp-eleva-nota-da-divida-do-brasil-pela-primeira-vez-em-12-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2023 11:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Tesouro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez em 12 anos, a agência de classificação de riscos Standard &#38; Poor’s (S&#38;P) elevou a nota da dívida soberana brasileira. O país saiu da nota BB-, três níveis abaixo do grau de investimento, para a nota BB, dois níveis abaixo. A S&#38;P concedeu perspectiva estável, o que não indica alterações nos próximos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez em 12 anos, a agência de classificação de riscos Standard &amp; Poor’s (S&amp;P) elevou a nota da dívida soberana brasileira. O país saiu da nota BB-, três níveis abaixo do grau de investimento, para a nota BB, dois níveis abaixo. A S&amp;P concedeu perspectiva estável, o que não indica alterações nos próximos meses.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1573365&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1573365&amp;o=node" /></p>
<p>A última vez em que a S&amp;P havia elevado a nota da dívida brasileira tinha sido em 2011, quando o Brasil passou da nota BBB- (grau de investimento, garantia de que o país não dará calote na dívida pública) para BBB (um nível acima do grau de investimento). Desde então, o país tinha sofrido sucessivos rebaixamentos, tendo perdido o grau de investimento em setembro de 2015.</p>
<p>Desde junho deste ano, a S&amp;P tinha indicado que elevaria a classificação do país, ao conceder perspectiva positiva para a nota brasileira.</p>
<p>Em nota, a S&amp;P atribuiu a melhoria da nota brasileira à aprovação da reforma tributária, ocorrida na sexta-feira (15). Segundo a agência, a conclusão das discussões em torno da modernização do sistema tributário brasileiro amplia a trajetória de implementação de políticas pragmáticas no país nos últimos 7 anos.</p>
<p>A S&amp;P, no entanto, adverte que continuam riscos para a economia brasileira, como as perspectivas de fraco crescimento econômico e de situação fiscal “débil”, o que justificou a perspectiva estável para a nota do país. “Isso reflete nossas expectativas de que o país fará progresso lento em enfrentar desequilíbrios fiscais e projeções econômicas ainda fracas, compensadas por uma forte posição externa e uma política monetária que está ajudando a reancorar as expectativas de inflação”, destacou o comunicado.</p>
<p>Desde janeiro de 2018, a S&amp;P Global enquadrava o Brasil três níveis abaixo do grau de investimento, mesma nota concedida pela Fitch, outra das principais agências de classificação de risco. A Moody’s classifica o país dois níveis abaixo do grau de investimento.</p>
<h2>Tesouro</h2>
<p>Em nota, o Tesouro Nacional informou que a elevação da nota brasileira confirma os esforços do governo federal para reequilibrar as contas públicas e fazer as reformas necessárias para a economia. Segundo o órgão, a melhoria na classificação do país resultará em queda dos juros e aumento do emprego no médio prazo.</p>
<p>“O Ministério da Fazenda reitera seu compromisso com a agenda de reformas em curso, que contribuirá não apenas para o melhor balanço fiscal do governo, mas também levará à redução das taxas de juros e à melhoria das condições de crédito, ao mesmo tempo em que assegurará a estabilidade dos preços. Desta forma, serão criadas as condições para a ampliação dos investimentos públicos e privados e a geração de empregos, aumento da renda e maior eficiência econômica, elementos essenciais para o desenvolvimento econômico e social do país”, destacou o comunicado.</p>
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		<title>Dívida do Fies poderá ser abatida com prestação de serviço público</title>
		<link>https://portalam.com.br/divida-do-fies-podera-ser-abatida-com-prestacao-de-servico-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 20:52:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Fies]]></category>
		<category><![CDATA[indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Educação do Senado aprovou, nesta terça-feira (12), proposta que prevê a possibilidade de estudantes com dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) saldarem parte de seus débitos prestando serviço público. Aprovada em caráter não terminativo, a matéria segue agora para avaliação da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).  Apresentada pela senadora Dorinha Seabra (União-TO), a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Educação do Senado aprovou, nesta terça-feira (12), proposta que prevê a possibilidade de estudantes com dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) saldarem parte de seus débitos prestando serviço público. Aprovada em caráter não terminativo, a matéria segue agora para avaliação da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1571729&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1571729&amp;o=node" /></p>
<p>Apresentada pela senadora Dorinha Seabra (União-TO), a sugestão é uma alternativa à proposta original do Projeto de Lei (PL) 3652/2023, que propunha o perdão integral das dívidas de estudantes contemplados no programa</p>
<p>No texto substitutivo, a senadora incluiu a possibilidade dos devedores abaterem suas dívidas participando de programas de apoio ao serviço público nas áreas da saúde, educação, assistência social, entre outros.</p>
<p>O texto aprovado estabelece que, para cada semana de trabalho, com carga horária de, no mínimo, 20 horas, o estudante com dívidas com o Fies fará jus ao abatimento de uma prestação, além de ter ressarcidos os gastos com transporte e alimentação.</p>
<p>“No meu voto, e no texto do substitutivo, fica assegurado que essa análise será feita. E há, inclusive, uma regra de compensação; que assistentes sociais, professores e enfermeiros, por exemplo, possam prestar um determinado número de horas de serviços à instituições públicas”, explicou a relatora Dorinha Seabra (União-TO), destacando a necessidade dos beneficiários do Fies restituírem os valores recebidos a fim de não comprometer a continuidade do programa.</p>
<p>“O FIES é um importante programa não só de ampliação de acesso [ao ensino superior], mas de financiamento. E, por isso, obviamente, ele tem que ter recursos [disponíveis] para continuar esse financiamento. Sabemos que é o pagamento feito por quem obteve o financiamento que mantém o programa funcionando”, justificou a senadora, defendendo a análise caso a caso para, quando possível, “estabelecer a contraprestação do serviço”.</p>
<p>Para o presidente da Comissão de Educação, senador Flávio Arns (PSB-PR), a contrapartida proposta em substituição ao perdão irrestrito das dívidas tem uma vantagem adicional: a de promover o ingresso de recém-formados em suas profissões. “É bom para a pessoa que se forma e que está procurando alternativas de trabalho, para se manter”, disse Arns.</p>
<h2>Indígenas</h2>
<p>Os membros do colegiado também aprovaram a proposta que inclui as mulheres indígenas em políticas públicas de combate à violência e de promoção da saúde e da educação. De autoria da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 2975/2023 altera o Decreto 2848/1940 (Código Penal) e as leis 11340/2006 (Maria da Penha); 8080/1990 (Lei Orgânica da Saúde) e 9394/1996 (Lei de Diretriz e Bases da Educação). Não terminativo, o projeto segue para análise da Comissão de Assuntos Sociais.</p>
<p>“O PL em exame determina que as condições e necessidades específicas às mulheres indígenas devem ser consideradas na formulação e implementação de políticas públicas e para o acatamento das respectivas diretrizes”, conclui o relatório aprovado. “A medida é acertada, pois permitirá o enriquecimento da perspectiva inclusiva na formulação de ações de combate à violência doméstica e familiar contra a mulher, inclusive naquelas mais pertinentes ao segmento educacional”.</p>
<p>Se o projeto for aprovado também pela Comissão de Assuntos Sociais e pelo Plenário do Senado, o fato de um crime ser cometido contra um indígena passará a ser considerado um agravante. Além disso, a elaboração de políticas públicas terão que, obrigatoriamente, levar em conta as particularidades e necessidades das mulheres indígenas, que terão espaço garantido na definição e execução de programas de educação indígena.</p>
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		<title>Itamaraty receberá R$ 4,6 bi para pagar dívida com órgão internacional</title>
		<link>https://portalam.com.br/itamaraty-recebera-r-46-bi-para-pagar-divida-com-orgao-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2022 15:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Itamaraty]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Relações Exteriores]]></category>
		<category><![CDATA[Órgãos Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou nesta segunda-feira (26) que receberá R$ 4,6 bilhões para fazer o pagamento de contribuições a organismos internacionais e bancos de fomento. A verba será liberada pelo Ministério da Economia. Segundo o Itamaraty, o recurso permitirá pagar quase a totalidade da dívida que o Brasil tem com entidades internacionais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou nesta segunda-feira (26) que receberá R$ 4,6 bilhões para fazer o pagamento de contribuições a organismos internacionais e bancos de fomento. A verba será liberada pelo Ministério da Economia.</p>
<p>Segundo o Itamaraty, o recurso permitirá pagar quase a totalidade da dívida que o Brasil tem com entidades internacionais e fortalecerá a “posição do país no sistema multilateral e na comunidade internacional”.</p>
<p>“O governo brasileiro não poupou esforços para equacionar a irregularidade crônica de pagamentos e a dívida acumulada desde períodos anteriores. O Itamaraty realizou inúmeras gestões a fim de que fossem assegurados os recursos necessários para fazer frente às obrigações vinculantes assumidas pelo Brasil na seara internacional e internalizadas, com aprovação do Congresso Nacional, ao ordenamento jurídico brasileiro”, declarou o ministério.</p>
<p>No início do mês, o coordenador do Gabinete de Transição, o ex-senador Aloizio Mercadante (PT), afirmou que o governo brasileiro devia R$ 5 bilhões a organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas (ONU), Organização Mundial do Comércio (OMC) e Organização Internacional do Trabalho (OIT). Ainda segundo ele, não havia espaço no Orçamento de 2023 para pagar todas as dívidas.</p>
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		<item>
		<title>Jovem de 20 anos é morto com tiros na cabeça por não pagar dívida em Itacoatiara</title>
		<link>https://portalam.com.br/jovem-de-20-anos-e-morto-com-tiros-na-cabeca-por-nao-pagar-divida-em-itacoatiara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2022 11:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Itacoatiara]]></category>
		<category><![CDATA[jovem]]></category>
		<category><![CDATA[morto]]></category>
		<category><![CDATA[Tiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um jovem de 20 anos, identificado como Hudson Pinho Geraldo, foi executado com diversos tiros na região da cabeça. O caso aconteceu nesse domingo (11), na Vila Batista, localizada na comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no município de Itacoatiara (a 270 quilômetros de Manaus). De acordo com as primeiras informações sobre o crime, o jovem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um jovem de 20 anos, identificado como Hudson Pinho Geraldo, foi executado com diversos tiros na região da cabeça. O caso aconteceu nesse domingo (11), na Vila Batista, localizada na comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no município de Itacoatiara (a 270 quilômetros de Manaus).</p>
<p>De acordo com as primeiras informações sobre o crime, o jovem teria sido morto por não pagar uma dívida de R$ 70. Familiares de Hudson afirmaram que o jovem teria saído de casa para brincar com uns amigos ainda na noite de sábado (10) mas que não havia retornado para casa no dia seguinte.</p>
<p>O jovem foi encontrado com vários ferimentos na região da cabeça, e no início, populares acreditavam que a vítima teria sido morta a pauladas, mas os peritos constataram que ele foi executado com tiros de arma de fogo na cabeça.</p>
<p>O pai da vítima declarou à Polícia que o suspeito pode ter ido em sua casa horas antes do desaparecimento do filho, para cobrar a dívida e que chegou a ameaçar Hudson. O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil (PC-AM).</p>
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		<item>
		<title>Brasil tem dívida de R$ 5 bi com órgãos internacionais, diz transição</title>
		<link>https://portalam.com.br/brasil-tem-divida-de-r-5-bi-com-orgaos-internacionais-diz-transicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 12:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Órgãos Internacionais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo brasileiro deve R$ 5 bilhões a organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas (ONU), Organização Mundial do Comércio (OMC) e Organização Internacional do Trabalho (OIT). A informação foi dada hoje (6) pelo ex-senador Aloizio Mercadante (PT), coordenador do Gabinete de Transição. Segundo Mercadante, não há espaço no Orçamento de 2023 para pagar todas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro deve R$ 5 bilhões a organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas (ONU), Organização Mundial do Comércio (OMC) e Organização Internacional do Trabalho (OIT). A informação foi dada hoje (6) pelo ex-senador Aloizio Mercadante (PT), coordenador do Gabinete de Transição.</p>
<p>Segundo Mercadante, não há espaço no Orçamento de 2023 para pagar todas as dívidas. O futuro governo definirá prioridades, organizará um fluxo de parcelas e diminuirá aos poucos o estoque dos débitos. Terão preferência o pagamento a organismos dos quais o Brasil pode perder direito a voto e ser excluído por inadimplência. “O Brasil será excluído de vários fóruns. É uma dívida pesada, que também não tem previsão orçamentária pro ano que vem”, disse.</p>
<p>Integrante do grupo de trabalho de Planejamento e Orçamento da equipe de transição, a economista e ex-secretária de Orçamento Federal Esther Dweck disse que uma das situações mais urgentes diz respeito à OMC, onde o Brasil está para perder o direito a voto caso não quite as dívidas.</p>
<p>“Vamos ver aqueles que estão na iminência de [o Brasil] perder [o direito a voto] e, depois, como pagar esse passivo que não vai ser possível no primeiro ano. Olhar onde é mais urgente, coisas que são pequenas, mas simbólicas, meio ambiente, e agricultura. Resolver o que está mais urgente”, afirmou Esther Dweck. Ela ressaltou que o passivo tem se acumulado ao longo dos últimos anos, mas nem tudo no atual governo.</p>
<p>Também integrante do grupo de Planejamento e Orçamento, o economista Antonio Corrêa de Lacerda afirmou que as dívidas e o risco de exclusão do Brasil representam um obstáculo aos planos do governo eleito de recuperar o reconhecimento do Brasil no cenário internacional.</p>
<p>“Isso vai na contramão de um projeto de inserção internacional, porque o básico que você tem que fazer é cumprir esses compromissos junto a esses órgãos internacionais. A participação do Brasil nesses órgãos internacionais é muito importante para essa nova visão de Estado, visão do planejamento e do próprio desenvolvimento nacional”, declarou.</p>
<p>No caso da ONU, se um país dever dois ou mais anos de contribuições regulares, pode perder o direito ao voto. Para evitar essa situação, o Brasil tem pagado algumas parcelas, como no fim de 2020, quando o governo fez um crédito suplementar (remanejamento) de R$ 3,3 bilhões para pagar obrigações com a ONU e a Organização dos Estados Americanos (OEA).</p>
<p><strong>Governo digital</strong></p>
<p>Segundo o grupo de Planejamento e Orçamento da equipe de transição, o país também enfrenta problemas para manter em funcionamento o governo digital, serviços públicos prestados pela internet. Esther Dweck estimou em R$ 60 milhões a insuficiência de recursos no Orçamento de 2023 para tecnologia da informação, essencial para o setor.</p>
<p>“Em algumas áreas, uma delas o governo digital, o orçamento não acompanhou. O [Portal] Gov.br tem uma série de serviços prestados à população, mas o orçamento não acompanhou a demanda crescente”, declarou.</p>
<p>Segundo Mercadante, o governo digital é uma forma de aumentar eficiência, melhorar a qualidade do serviço para sociedade. Ele informou que está em estudo a possibilidade de ceder algumas funções do antigo Ministério do Planejamento, como o governo digital, para o Ministério do Desenvolvimento, pasta que será recriada no novo governo, para estimular a inovação no serviço público.</p>
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		<title>Brasileiros com “nome sujo” devem R$ 4 mil em média, aponta Serasa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Apr 2022 20:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[dívida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Economia &#8211; Pouco mais de R$ 4 mil. É isso que deve em média cada um dos brasileiros com CPF negativado, segundo dados levantados pela Serasa Experian no mês de março e divulgados nesta quarta-feira (20). O valor teve um leve aumento de 0,1% em relação a fevereiro e de pouco mais de 3% no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Economia &#8211; Pouco mais de R$ 4 mil. É isso que deve em média cada um dos brasileiros com CPF negativado, segundo dados levantados pela Serasa Experian no mês de março e divulgados nesta quarta-feira (20).</p>
<p>O valor teve um leve aumento de 0,1% em relação a fevereiro e de pouco mais de 3% no comparativo com abril de 2020, pico da inadimplência durante a pandemia de Covid-19.</p>
<p>O levantamento de março deste ano mostra que equilibrar o orçamento doméstico está tão difícil quanto no início da disseminação do coronavírus, quando o país ficou praticamente parado por conta da necessidade de isolamento social.</p>
<p>Pelo segundo mês seguido, o número de inadimplentes passou dos 65 milhões, índice só ultrapassado em abril e maio de 2020. São 65,69 milhões com o ‘nome sujo’, um aumento de 0,81% em relação a fevereiro deste ano.</p>
<p>Já a soma das dívidas chegou a R$ 265,8 bilhões, R$ 7,5 bilhões a mais do que o registrado no pico da pandemia e uma alta de 0,91% em relação ao mês anterior.</p>
<p>“Os maiores responsáveis por essas dívidas são os empréstimos e os cartões de crédito, responsáveis por 28,17%, seguidos pelas contas básicas como de água e luz, com 23,21%. Em terceiro lugar vêm as lojas de departamento, de roupas, o varejo em geral, com 12,62%”, explica o gerente da Serasa Experian, Thiago Ramos.</p>
<p>As mulheres representam 50,2% dos endividados e os homens, 49,8%. Em relação à faixa etária, a mais presente se concentra entre os 26 e 40 anos (35,2%), seguida pela entre 41 e 60 anos (49,8%).</p>
<p>Ramos relata que pesquisas da Serasa indicam a percepção generalizada dos brasileiros sobre o aumento dos preços, especialmente dos itens de mercado e farmácia. Diante da alta do número de inadimplentes e também do tamanho da dívida, o cenário indica a dificuldade das pessoas de manterem os compromissos financeiros em dia.</p>
<p>“Você tem um cenário externo de conflito [na Ucrânia]. E interno com aumento do número de trabalhadores na informalidade, um recorde, são mais de 138 milhões. A renda média está no menor patamar desde 2012, em torno de R$ 2,4 mil. O desemprego, apesar de uma leve queda percentual, ainda não conseguiu quebrar a barreira dos 12 milhões de desempregados”, ressaltou Ramos sobre o momento econômico do país.</p>
<p><strong>Como limpar o nome?</strong></p>
<p>O economista Ricardo Macedo defende que o saque extraordinário do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, de até R$ 1 mil por trabalhador, cujos primeiros pagamentos começaram nesta quarta-feira, é uma das estratégias para sanar as pendências do CPF.</p>
<p>“Você teve uma certa facilidade de crédito durante a pandemia. O que aconteceu recentemente é uma recuperação de postos de trabalho, mas com rendimento muito menor. Soma-se a isso a inflação, o que acontece? Você não consegue adequar o orçamento. O ideal é quitar a dívida, começar a economizar para readequar o orçamento”, colocou.</p>
<p>Com a Selic, taxa básica de juros, a 11,75%, o economista recomenda que os financiamentos devem ser evitados. A prioridade deve ser renegociar a dívida e fazer mudanças no orçamento, com comprar produtos mais baratos no mercado.</p>
<p>Vale lembrar que ao dividir uma pendência financeira, por exemplo, a pessoa tem o nome limpo assim que paga a primeira parcela. No caso da Serasa, a negociação pode ser realizada pelo site ou pelo aplicativo da empresa e ainda presencialmente nos postos dos Correios.</p>
<p>Fonte: CNN Brasil</p>
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