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	<title>EUA | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>EUA | Portal AM</title>
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	<item>
		<title>Sarampo: Brasil intensifica ações face a avanço nos EUA e nas Américas</title>
		<link>https://portalam.com.br/sarampo-brasil-intensifica-acoes-face-a-avanco-nos-eua-e-nas-americas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 15:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[América]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Sarampol]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Diante do avanço do sarampo nos Estados Unidos (EUA) e em outros países das Américas, o Ministério da Saúde reforçou o alerta de monitoramento do risco da doença no Brasil. Em nota, a pasta destacou que os Estados Unidos registram o maior número anual de casos em mais de 35 anos e que mais de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante do avanço do sarampo nos Estados Unidos (EUA) e em outros países das Américas, o Ministério da Saúde reforçou o alerta de monitoramento do risco da doença no Brasil.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704583&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704583&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Em nota, a pasta destacou que os Estados Unidos registram o maior número anual de casos em mais de 35 anos e que mais de 90% dos infectados são pessoas não vacinadas ou com situação vacinal desconhecida.</strong></p>
<p>Nas Américas, Estados Unidos, Guatemala, México, Peru e Canadá concentram mais de 95% dos casos confirmados de sarampo ao longo de 2026, conforme dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).</p>
<p>No Brasil, até 5 de outubro, foram registrados 52 casos importados de sarampo: 41 em São Paulo, 10 no Amazonas e um no Rio de Janeiro.</p>
<blockquote><p>“Para conter a transmissão, equipes de saúde fazem busca ativa, investigação epidemiológica, monitoramento de contatos e bloqueio vacinal. Nessas regiões, a vacinação foi intensificada em espaços públicos e de grande circulação”, informou o ministério.</p></blockquote>
<p><strong>A pasta reforçou ainda que, mesmo com o registro de casos importados, o Brasil permanece classificado como livre de circulação endêmica do sarampo.</strong></p>
<h2>Linha do tempo</h2>
<p>Em 2019, o país registrou mais de 20 mil casos da doença e, após mais de 12 meses de transmissão, perdeu a certificação de eliminação do vírus.</p>
<p><strong>Em novembro de 2024, a Opas voltou a certificar o Brasil como livre da circulação endêmica do sarampo, após a interrupção da transmissão sustentada.</strong></p>
<p>Entre 2023 e 2025, foram confirmados 85 casos da doença, sem óbitos.</p>
<p>Desde 2023, a cobertura de todas as 16 vacinas que compõem o calendário infantil aumentou e o número de crianças não vacinadas caiu 86%, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).</p>
<p><strong>Dados do ministério mostram que, em 2025, a cobertura da primeira dose da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, chegou a 93,10% no Brasil, sendo 94,39% em São Paulo e 89,54% no Amazonas.</strong></p>
<blockquote><p>“A vacina é a principal forma de prevenção e está disponível gratuitamente no SUS [Sistema Único de Saúde]. Quem tem doses em atraso deve procurar uma unidade de saúde para atualizar a caderneta, conforme as recomendações do Programa Nacional de Imunizações”, destacou a pasta.</p></blockquote>
<p><strong>“Manter as coberturas altas e a vigilância ativa é o que protege a população e impede que casos importados voltem a causar circulação sustentada do vírus no país”, completou.</strong></p>
<h2>Vigilância</h2>
<p>Ao longo de 2026, foram realizadas quatro grandes mobilizações de vacinação contra o sarampo, com mais de 3,8 milhões de doses aplicadas em São Paulo e cerca de 192 mil no Amazonas.</p>
<p>Em São Paulo, a imunização foi reforçada na capital, em Guarulhos, em São Bernardo do Campo e em Santo André, com busca ativa, investigação de casos, acompanhamento de contatos e bloqueio vacinal.</p>
<p><strong>A estratégia também inclui a chamada dose zero para crianças de 6 a 11 meses e 29 dias. A dose é adicional às de rotina, previstas aos 12 e aos 15 meses.</strong></p>
<p>Na região de tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, a resposta ao sarampo foi intensificada após a confirmação de casos importados. As ações incluem vacinação, busca ativa, investigação de casos suspeitos, coleta de amostras, identificação e acompanhamento de contatos e bloqueio vacinal, com o apoio de equipes federais na região.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Brasil decide nos pênaltis contra os EUA e se garante nas quartas de final da Copa do Mundo Feminina Sub-20</title>
		<link>https://portalam.com.br/brasil-decide-nos-penaltis-contra-os-eua-e-se-garante-nas-quartas-de-final-da-copa-do-mundo-feminina-sub-20/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 08:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[jogo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Seleção Feminina Sub-20 eliminou os Estados Unidos nos pênaltis e garantiu a vaga nas quartas de final da Copa do Mundo da categoria, nesta quarta-feira (16) na Polônia. Em um jogo disputado, com boas oportunidades para ambos os lados, empate por 1 a 1 no tempo normal, prorrogação e pênaltis, Brasil e Estados Unidos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Seleção Feminina Sub-20 eliminou os Estados Unidos nos pênaltis e garantiu a vaga nas quartas de final da Copa do Mundo da categoria, nesta quarta-feira (16) na Polônia. Em um jogo disputado, com boas oportunidades para ambos os lados, empate por 1 a 1 no tempo normal, prorrogação e pênaltis, Brasil e Estados Unidos escreveram mais um capítulo na história de uma das maiores rivalidades do futebol feminino. Agora, a Amarelinha aguarda o jogo entre Portugal e Espanha, na tarde desta quarta-feira, para definir o adversário das quartas.</p>
<h4>Primeiro tempo sob pressão</h4>
<p>Os Estados Unidos começaram com jogo mais vertical e apostando nos contra ataques, o que demandou reorganização e controle das jogadoras brasileiras. Com boas atuações da goleira Thais Lima e do trio defensivo, com Sofia, Thay e Ana Bia, o Brasil conseguiu afastar e segurar o empate sem gols no primeiro tempo.</p>
<p>O Brasil teve sua primeira chance aos 14 minutos, com Gisele pelo lado esquerdo, mas o cruzamento foi alto e Dudinha não conseguiu direcionar o cabeceio. Aos 34 minutos, a Amarelinha criou mais oportunidades, com triangulações na entrada da área a partir das cobranças de escanteio e falta, mas sem sucesso na finalização.</p>
<h4>Brasil mais ofensivo e gols dos dois lados</h4>
<p>A Seleção chegou para o segundo tempo com melhor saída de bola e uma postura mais ofensiva. Em 15 minutos, foram sete finalizações, com Sofia, Brendha e Nogueira chegando muito perto de abrir o placar. Logo depois de Dulce quase marcar com um chute cruzado, o Brasil garantiu o seu primeiro gol com um escanteio ensaiado, que deixou Sofia cabecear no canto, sem tempo para a goleira Birkell chegar.</p>
<p>Como resposta, os Estados Unidos partiram para o ataque e, aos 18 minutos, empataram com um chute de fora da área de McCammon. Com um leve desvio na Thay, Thais não conseguiu pegar a bola. As norte-americanas seguiram pressionando e, aos 34 minutos, quase abriram vantagem com uma bola na trave e um rebote que parou nas mãos da goleira brasileira.</p>
<p>Camilla Orlando mexeu na zaga e no meio de campo brasileiro, colocando Bianca e Emilly no lugar da Thaynara e Nogueira. As mudanças deram mais fôlego e, na prorrogação, Emilly bateu muito bem de fora da área, mas a bola passou rente à trave na lateral superior direita.</p>
<h4>Prorrogação e pênaltis</h4>
<p>Na prorrogação, mais mudanças, com a entrada da Evelin e Taina, em substituição a Dudinha e Vitorinha. A Amarelinha manteve a posse de bola e a camisa 17 levou perigo com as jogadas individuais, mas o time todo teve dificuldade em acertar os passes.</p>
<p>A treinadora Vicky Jepson mexeu bastante no time dos EUA, com quatro substituições na prorrogação. Pelo lado brasileiro, Gisele teve espaço para avançar pelo lado direito em tabela com Taina e Evelin, mas as adversárias souberam explorar bem a força física para segurar o ataque e retomar o controle no contra ataque.</p>
<p>Nas cobranças de pênaltis, Thais Lima pegou a primeira batida, de Emeri Adames. Ainsley McCammon, Y-Lan Nguyen, Lilyana Joseph e Aven Alvarez marcaram, mas, sem desperdiçar, com Brendha, Gisele, Emilly, Aninha e Bianca balançando a rede, o Brasil eliminou os EUA.</p>
<p>Na fase de grupos, a Seleção Brasileira teve 100% de aproveitamento: Tanzânia (4 a 1), Canadá (3 a 0) e Inglaterra (2 a 1), e terminou na liderança do Grupo B, com nove pontos. Já os Estados Unidos, que são tricampeões da categoria, passaram de fase entre os quatro melhores terceiros colocados, com uma vitória sobre a Nova Zelândia e duas derrotas, para o Japão e a Itália.</p>
<h4>FICHA TÉCNICA</h4>
<p>Brasil 1 (5) : 1 (4) Estados Unidos</p>
<p>Competição: Copa do Mundo Feminina Sub-20</p>
<p>Local: Arena Katowice, na Polônia</p>
<p>Gols: Sofia Couto (13&#8217;2T), Ainsley McCammon (17’2T)</p>
<p>Cartão amarelo: Thay (15’2T), Ana Beatriz (43’2T)</p>
<p><strong>Árbitra</strong>: Silvia Gasperotti (Itália). <strong>Assistentes</strong>: Giulia Tempestilli (Itália) e Svitlana Grushko (Ucrânia). <strong>VAR</strong>: Angelos Evangelou (Grécia).</p>
<p><strong>BRASIL</strong>: Thais Lima; Thaynara (Bianca, aos 65’), Sofia Couto, Ana Beatriz; Nogueira (Emilly, aos 65’), Vitorinha (Taina, aos 103’), Dudinha (Evelin, aos 94’), Dulce; Gisele, Kaylane e Brendha. Treinadora: Camilla Orlando</p>
<p><strong>ESTADOS UNIDOS</strong>: Caroline Birkel; Emma Johnson (Alvarez, aos 110’), Ella Bard, Lizzie Boamah, Hope Munson; Ainsley McCammon, Kennedy Fuller (Lilyana Joseph, aos 100’), Linda Ullmark (Nyanya Touray, aos 113’); Alex Buck (Y-Lan Nguyen, aos 91’), Emeri Adames e Micayla Johnson (Sealey Strawn, aos 66’). Treinadora: Vicky Jepson.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ONU lembra 25 anos dos ataques terroristas de 11 de setembro contra Estados Unidos</title>
		<link>https://portalam.com.br/onu-lembra-25-anos-dos-ataques-terroristas-de-11-de-setembro-contra-estados-unidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONU NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 23:47:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Ataques]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Terroristas]]></category>
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					<description><![CDATA[A luta contra o terrorismo é uma tarefa de todos e que ainda não terminou. Com essa reflexão, o líder das Nações Unidas, António Guterres, lembrou as vítimas dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 contra os Estados Unidos. Nesta sexta-feira, o país marca 25 anos dos atentados às Torres Gêmeas, do World [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A luta contra o terrorismo é uma tarefa de todos e que ainda não terminou. Com essa reflexão, o líder das Nações Unidas, António Guterres, lembrou as vítimas dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 contra os Estados Unidos.</p>
<p>Nesta sexta-feira, o país marca 25 anos dos atentados às Torres Gêmeas, do World Trade Center, em Nova Iorque, e contra o Pentágono, o Departamento da Defesa, na capital do país, Washington. Um terceiro ataque ocorreu no voo 93 da United Airlines, que caiu na Pennsylvania.</p>
<h2><strong>Solidariedade a Nova Iorque e aos EUA</strong></h2>
<p>Em nota, Guterres afirmou que os ataques foram “uma agressão à própria humanidade” e ceifaram milhares de vidas deixando uma marca indelével no mundo.</p>
<p>Quase 3 mil pessoas dos Estados Unidos e de mais de 90 países morreram nos atentados de 11 de setembro. O secretário-geral lembrou ainda os sobreviventes e as equipes de resposta ao expressar sua solidariedade ao povo da cidade de Nova Iorque e a todos os americanos.</p>
<p>Este ano, as Nações Unidas marcam também o vigésimo aniversário da Estratégia Global da ONU contra o Terrorismo adotada pela organização após os ataques terroristas contra os Estados Unidos.</p>
<p>Para o líder das Nações Unidas, é preciso seguir na direção de um mundo livre de terrorismo para todos.</p>
<h2><strong>Lista de nomes e momentos de silêncio</strong></h2>
<p>Ainda em comunicado, um grupo de relatores dos direitos humanos divulgou, em Genebra, um comunicado lembrando o 25º aniversário dos ataques de 11 de setembro e destacando a situação atual do terrorismo e da resposta ao problema em vários países.</p>
<p>Nos Estados Unidos, segundo o Memorial e Museu Nacional do 11 de setembro, na ilha de Manhattan, milhares de pessoas incluindo sobreviventes e familiares das vítimas fatais, participam da cerimônia no Memorial Plaza, onde os nomes dos que foram mortos no dia 11 de setembro serão lidos um a um.</p>
<p>Seis momentos de silêncio integram a cerimônia para marcar o instante em que as torres foram atacadas por aviões de passageiros, quando elas caíram e os momentos do ataque ao Pentágono e a queda do voo 93 da United Airlines.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Analistas veem risco de ação cibernética de EUA e bigtechs em eleições</title>
		<link>https://portalam.com.br/analistas-veem-risco-de-acao-cibernetica-de-eua-e-bigtechs-em-eleicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 22:05:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialistas em relações internacionais, geopolítica e tecnologia de informação alertam para o risco de ações cibernéticas dos Estados Unidos (EUA) e de manipulação, por meio das bigtechs, com objetivo de influenciar as eleições gerais de outubro deste ano no Brasil. A escalada de medidas do governo de Donald Trump contra o país, desde o tarifaço de 25% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Especialistas em relações internacionais, geopolítica e tecnologia de informação alertam para o risco de ações cibernéticas dos Estados Unidos (EUA) e de manipulação, por meio das bigtechs, com objetivo de influenciar as eleições gerais de outubro deste ano no Brasil. </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699983&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699983&amp;o=node" /></p>
<p>A escalada de medidas do governo de Donald Trump contra o país, desde o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/tarifaco" target="_blank" rel="noopener">tarifaço</a> de 25% até o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-08/brasil-repudia-revogacao-de-visto-de-embaixadora-nos-eua" target="_blank" rel="noopener">cancelamento de vistos</a> de autoridades brasileiras, sugere que novas ações devem ser adotadas, em especial, no campo da cibernética.</p>
<p>Essa é a avaliação de analistas consultados pela<strong> Agência Brasil</strong>, como o pesquisador do Núcleo de Estudos Estratégicos em Comunicação, Cognição e Computação, Reynaldo Aragon.</p>
<p><strong>O editor do portal Código Aberto, que reúne artigos sobre política e tecnologia, alertou que memorando assinado por Trump na última quarta-feira (12) tem caráter inédito e autoriza o uso de bigtechs em operações de “vigilância cibernética” e “efeitos cibernéticos”.</strong></p>
<blockquote><p>“Os efeitos desse memorando são assustadores. A gente está falando de espionagem e ação de hackeamento de altíssimo nível e muito profundo. Eles podem entrar literalmente no perfil de qualquer pessoa para fazer relatórios e dossiês para favorecer ou prejudicar determinado candidato”, disse.</p></blockquote>
<p>Sob o argumento de combater o crime transnacional cibernético, o <a href="http://https//www.whitehouse.gov/presidential-actions/2026/08/expanding-capabilities-to-combat-transnational-cyber-enabled-crime/" target="_blank" rel="noopener">memorando</a> prevê a parceria da Casa Branca com empresas privadas para ações que envolvem “acesso a tais sistemas de informação sem autorização do proprietário ou operador ou excedendo o acesso autorizado”.</p>
<p>Outra ação prevista no memorando, a Operação de Efeitos Cibernético, autoriza atividades em redes de telecomunicações, internet, sistemas de informação, de controle industrial, entre outros, que resulte na “manipulação, interrupção, negação, degradação ou destruição de sistemas de informação, redes, infraestrutura física ou virtual”.</p>
<p>Nesse cenário, o especialista Aragon defendeu que o Brasil desenvolva a própria infraestrutura digital uma vez que “todos os sistemas sensíveis do Estado brasileiro estão na mão de sistemas de empresas dos EUA”.</p>
<h2>Ações subterrâneas</h2>
<p>Diferentemente de interferências públicas contra o Brasil, as ações cibernéticas podem ser realizadas de forma oculta ou “subterrânea” pelos EUA, alertou o jornalista Reynaldo Aragon, sem deixar pistas da autoria dessas ações.</p>
<blockquote><p>“O impulsionamento de perfis nas redes sociais é só uma das ações que já estão ocorrendo, mas pode ir muito além. O risco é sistêmico e estrutural”, completou.</p></blockquote>
<p>Ainda em julho, o governo brasileiro barrou visto de dois f<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-08/lula-diz-que-so-acatara-indicacao-de-embaixador-dos-eua-apos-eleicoes" target="_blank" rel="noopener">uncionários do Departamento de Estado dos EUA </a>devido a suspeitas de que os assistentes do secretário Marco Rubio pretendiam questionar o sistema eleitoral do Brasil.</p>
<h2>Desacreditar o resultado eleitoral</h2>
<p>O professor de história e especialista em geopolítica, Euclides Vasconcelos, avaliou que “sem dúvida nenhuma” podemos esperar novas ações dos EUA para interferir nas eleições no Brasil, por exemplo, tentando descredibilizar o sistema eleitoral.</p>
<blockquote><p>“As big techs são muito mais que plataformas ou espaços de discussões. Elas são empresas ligadas a Estados, ligadas a governos, que têm esforços e que conseguem mobilizar, canalizar e influenciar de maneira muito direta certos recortes demográficos da população”, comentou.</p></blockquote>
<p>A<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-08/especialistas-divergem-sobre-anuencia-de-marrocos-em-migracao-ceuta" target="_blank" rel="noopener"> imigração em massa a Ceuta</a>, enclave espanhol na África, teria mostrado como essa atuação via plataformas digitais é eficaz. As mais de 60 mil pessoas que cruzaram a fronteira foram influenciadas por notícias falsas espalhadas nas redes sociais do Marrocos de que a Espanha teria proibido a deportação de imigrantes, o que não era verdade.</p>
<p>Euclides lembrou da participação dos donos das principais bigtechs na posse de Donald Trump como indicativo do interesse dessas empresas em se atrelar ao governo dos EUA para “agir como uma espécie de tentáculo dos interesses dos EUA na nossa região”.</p>
<p>Em junho de 2025, o Exército dos EUA revelou que executivos de gigantes da tecnologia como Meta, OpenIA e Palantir foram nomeados tenentes-coronéis do <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-09/big-techs-sao-parte-da-maquina-de-guerra-dos-eua-alerta-pesquisador" target="_blank" rel="noopener">Destacamento 201</a>, recém-criado para abrigar líderes da tecnologia.</p>
<h2>Nova doutrina de segurança dos EUA</h2>
<p>Por trás das ações do governo Trump está a nova <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-12/eua-afirmam-proeminencia-na-america-latina-em-recado-china" target="_blank" rel="noopener">doutrina de segurança dos EUA,</a> divulgada no final de 2025, que prevê a &#8220;proeminência&#8221; do país norte-americano sobre toda América Latina, avalia o mestrando em ciências militares Euclides Vasconcelos.</p>
<blockquote><p>“Os EUA tentam consolidar o continente americano por completo com governos à sua imagem e semelhança. Houve uma intervenção muito forte na eleição colombiana e um esforço parecido em outros países da região nessa lógica de tentar moldar todo o continente”, disse.</p></blockquote>
<p>Em junho deste ano, o presidente<a href="http://https//agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-06/trump-indica-que-eleicao-no-brasil-e-teste-para-eua-na-america-latina" target="_blank" rel="noopener"> Donald Trump indicou</a> que a eleição no Brasil é mais um teste para a geopolítica dos EUA na América Latina. Vasconcelos citou ainda o <a href="http://https//x.com/StateDept/status/2087172343969771810" target="_blank" rel="noopener">vídeo publicado</a>, na última terça-feira (11), pelo Departamento de Estado dos EUA, afirmando que a “dominação” dos EUA sobre a América Latina não poderá mais ser questionada.</p>
<blockquote><p>“E, para isso, o Brasil é uma peça-chave. O Brasil sempre foi visto pelos EUA como o único país que, se quisesse, poderia desafiar a dominação estadunidense nisso que eles chamam de &#8216;seu hemisfério&#8217; ”, concluiu o especialista.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>São Paulo e Santa Catarina sofrem 52% do impacto do tarifaço dos EUA</title>
		<link>https://portalam.com.br/sao-paulo-e-santa-catarina-sofrem-52-do-impacto-do-tarifaco-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Granito]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Taxação]]></category>
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					<description><![CDATA[Os estados de São Paulo e Santa Catarina concentram 52% do impacto do mais recente tarifaço anunciado pelos Estados Unidos (EUA) contra o Brasil. Dos US$ 7,4 bilhões em vendas afetadas pelas tarifas de 25%, US$ 3 bilhões têm origem em São Paulo. O estado economicamente mais forte do país concentra, sozinho, 41,6% do total [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os estados de São Paulo e Santa Catarina concentram 52% do impacto do mais recente tarifaço anunciado pelos Estados Unidos (EUA) contra o Brasil. Dos US$ 7,4 bilhões em vendas afetadas pelas tarifas de 25%, US$ 3 bilhões têm origem em São Paulo.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696965&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696965&amp;o=node" /></p>
<p>O estado economicamente mais forte do país concentra, sozinho, 41,6% do total do valor das exportações afetadas. Isso representa 20% de exportações paulistas aos EUA. Considerando o total das exportações afetadas, Santa Catarina tem uma situação mais crítica, com 68% das exportações aos EUA afetadas.</p>
<p>Os dados são da ApexBrasil, a Agência Brasileira para Promoção de Exportações e Investimentos, ligada ao Ministério de Desenvolvimento, Comércio e Indústria (MDCI). <strong>A agência anunciou um <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/apex-preve-plano-de-r-130-milhoes-para-diversificar-exportacoes" target="_blank" rel="noopener">plano de R$ 130 milhões</a> para auxiliar essas empresas a diversificarem seus mercados.</strong></p>
<p><strong>O setor madeireiro do Paraná também deve ser muito afetado. Isso porque 30% das importações de madeira dos EUA vem do Brasil. Desse total, 66,7% tem origem no Paraná.</strong></p>
<blockquote><p>“Isso é ruim para as empresas do Paraná que trabalham com esse setor. Isso é ruim para quem importa madeira nos (EUA). Isso é ruim para a construção civil de lá, para quem vai comprar casa. Ou seja, isso tem impacto na inflação americana”, comentou o presidente o presidente da ApexBrasil Laudemir Müller.</p></blockquote>
<p>Ontem, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) confirmou uma tarifa adicional de 25% em parte dos produtos brasileiros alegando supostas práticas &#8220;desleais&#8221; no comércio por parte do Brasil.</p>
<p><strong>O governo brasileiro rejeita as <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/mauro-vieira-afirma-que-eua-queriam-abertura-total-sem-contrapartida%C2%A0%20%20Granito" target="_blank" rel="noopener">justificativas usadas</a> para a taxação. </strong>As novas tarifas passam a valer a partir do dia 22 de julho e deve afetar 19,2% do total exportado ao país norte-americano.</p>
<h2>Granito</h2>
<p><strong>Além da madeira, os EUA também é um grande importador de granito do Brasil, produto que entrou no tarifaço. Dados da ApexBrasil apontam que 36% do granito importado pelos EUA veem do Brasil. O material é usado na construção civil.</strong></p>
<p>“Não há como, de uma hora para outra, o americano, que tem 30% do seu suprimento de madeira do Brasil para construção, buscar em outro local. Não tem como buscar granito em outro local com essa dependência de 36%”, comentou o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entenda a Lei de Reciprocidade, que o Brasil pode adotar contra os EUA</title>
		<link>https://portalam.com.br/entenda-a-lei-de-reciprocidade-que-o-brasil-pode-adotar-contra-os-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:20:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão do governo dos Estados Unidos, divulgada nesta quarta-feira (15), de impor tarifas de 25% sobre produtos exportados pelo Brasil, trouxe uma reação imediata do governo brasileiro. Em resposta, o Palácio do Planalto afirmou que a Lei de Reciprocidade brasileira será acionada &#8220;imediatamente&#8221;. A lei, sancionada em 11 de abril de 2025, foi motivada também por decisões do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão do governo dos Estados Unidos, divulgada nesta quarta-feira (15), de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/brasil-diz-que-nao-ha-justificativas-para-tarifas-impostas-pelos-eua" target="_blank" rel="noopener">impor tarifas de 25% sobre produtos exportados pelo Brasil</a>, trouxe uma reação imediata do governo brasileiro. Em resposta, o Palácio do Planalto afirmou que a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/lei/l15122.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei de Reciprocidade</a> brasileira será acionada &#8220;imediatamente&#8221;.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696879&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696879&amp;o=node" /></p>
<p>A lei, sancionada em 11 de abril de 2025, <strong>foi motivada também por decisões do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump</strong>. Já naquela ocasião, Trump escalou em uma guerra comercial contra diversos países, inclusive o Brasil, e <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/tarifaco">anunciou sobretaxas de importação</a>.</p>
<p>A Lei nº 15.122 <strong>estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil</strong>.</p>
<p>Ou seja, se um país com o qual o Brasil tem relação comercial adota uma medida que o prejudique nessa relação, o governo pode adotar uma série de contramedidas. <strong>Dentre elas, impor tributos ou taxas, acabar com isenções ou redução de valores de tarifas de importação, ou restringir importações de bens ou serviços.</strong></p>
<p>Essas contramedidas devem ser, na medida do possível, aplicadas na mesma proporção do prejuízo econômico causado por outro país ou bloco econômico ao Brasil.</p>
<h2>Soberania</h2>
<p>A Lei da Reciprocidade destaca que cabe a suspensão de concessões comerciais, entre outras medidas, a países ou blocos de países que “interfiram nas escolhas legítimas e soberanas do Brasil”.</p>
<p><strong>Assim, a lei se aplica a um país que ameace aplicar ou aplique medidas comerciais na tentativa de interferir em atos específicos ou práticas no Brasil.</strong></p>
<p>A legislação também abre espaço ao diálogo e entendimento para que medidas retaliatórias não sejam tomadas obrigatoriamente. Em seu Artigo 4º, determina que a diplomacia entre em ação para reduzir ou anular a necessidade das contramedidas previstas.</p>
<h2>Meio ambiente</h2>
<p>A Lei de Reciprocidade também inclui países que tomem medidas unilaterais com base em requisitos ambientais mais onerosos do que os padrões de proteção ambiental adotados no país.</p>
<p>Nesse caso, o Brasil deve considerar, além das normas ambientais adotadas internamente, como o <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm" target="_blank" rel="noopener">Código Florestal</a>, de 2012, as <strong>metas estabelecidas na Política Nacional do Clima</strong>, de 2009, e os compromissos assumidos no Acordo de Paris, de 2015.</p>
<p>Se um país aplicar medidas comerciais unilaterais alegando descumprimento de normas ambientais não contempladas por esses institutos, e que sejam mais dispendiosas ao Brasil, está prevista a aplicação de contramedidas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em dez pontos, governo brasileiro rebate argumentos do tarifaço 301 estadunidense</title>
		<link>https://portalam.com.br/em-dez-pontos-governo-brasileiro-rebate-argumentos-do-tarifaco-301-estadunidense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 13:10:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[tarifa]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo brasileiro se manteve aberto ao diálogo com as autoridades norte-americanas desde o início das investigações da seção 301, mesmo não reconhecendo a legitimidade desse instrumento sem amparo nas regras multilaterais de comércio. Desde julho de 2025, foram mais de 30 reuniões entre as duas partes. Não há qualquer justificativa para medidas unilaterais contra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo brasileiro se manteve aberto ao diálogo com as autoridades norte-americanas desde o início das investigações da seção 301, mesmo não reconhecendo a legitimidade desse instrumento sem amparo nas regras multilaterais de comércio. Desde julho de 2025, foram mais de 30 reuniões entre as duas partes.</p>
<p>Não há qualquer justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país. De acordo com estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil.</p>
<p class="callout"><strong>1 &#8211; Desmatamento ilegal</strong></p>
<p>O Brasil é reconhecido internacionalmente pelo seu compromisso com a proteção ambiental e o combate ao desmatamento ilegal.</p>
<p>O país dispõe de um amplo arcabouço jurídico e institucional para fiscalização ambiental, responsabilização de infratores e proteção das florestas.</p>
<p>O Brasil tem apresentado resultados concretos – e recordes &#8211; na redução do desmatamento, especialmente na Amazônia, com índices superiores a 50% de queda da degradação florestal, comparado com os recordes de desmatamento observados no governo anterior.</p>
<p class="callout"><strong>2 &#8211; Exportação madeireira</strong></p>
<p>A produção de madeira tropical do Brasil representa apenas 0,65% de todo o mercado mundial de produtos madeireiros.</p>
<p>A madeira tropical exportada pelo Brasil somente é utilizada para painéis e produtos que usam madeira serrada, não competindo diretamente com a originária das florestas temperadas (pinheiros) utilizadas na indústria madeireira dos EUA.</p>
<p class="callout">Leia também:<br />
• <a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202607/aplicacao-de-tarifas-dos-eua-nao-tem-lastro-na-realidade-afirma-chanceler-brasileiro" data-linktype="internal" data-val="5e8bffdc53a44f8380df21b6df6acfbd">Aplicação de tarifas dos EUA não tem lastro na realidade, afirma chanceler brasileiro</a><br />
• <a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202607/governo-emite-nota-oficial-sobre-tarifas-comerciais-aplicadas-pelos-eua" data-linktype="internal" data-val="84f83ff27eba46c199b6c3e382922146">Governo se pronuncia sobre tarifas comerciais aplicadas pelos Estados Unidos</a></p>
<p>As exportações de madeira nativa brasileira estão submetidas a controles adicionais realizados pelo Ibama e pela Receita Federal do Brasil. Antes da autorização para embarque, é verificada a conformidade documental de toda a cadeia de custódia e, quando necessário, são realizadas inspeções físicas da carga. A exportação somente é autorizada quando comprovada a origem legal do produto. Havendo qualquer indício de irregularidade, a operação é retida e submetida à apuração pelos órgãos competentes.</p>
<p>Não existe nenhuma hipótese de madeiras exportadas pelo Brasil terem origem ilegal.</p>
<p class="callout">3 &#8211; <strong>Eliminação ou reversão de incentivos tributários e outros incentivos destinados a desestimular o desmatamento</strong></p>
<p>O crédito rural é a principal política pública voltada ao setor agropecuário no Brasil. Foram aprovados vários aprimoramentos nos critérios de concessão de crédito público e privado para promover o alinhamento com os objetivos sociais, ambientais e climáticos, em especial para o combate do desmatamento e estímulo à conservação.</p>
<p class="callout"><strong>4 &#8211; Comércio digital</strong></p>
<p>O Brasil regula o ambiente digital de forma não discriminatória, com base em objetivos legítimos de proteção do consumidor, segurança jurídica, estabilidade financeira e proteção de dados.</p>
<p>As decisões do Supremo Tribunal Federal aplicam-se igualmente a empresas nacionais e estrangeiras e não têm como alvo empresas norte-americanas.</p>
<p>A Lei Geral de Proteção de Dados segue padrões internacionais amplamente reconhecidos e não impede fluxos internacionais de dados, apenas exige salvaguardas adequadas.</p>
<p>Empresas norte-americanas operam normalmente no ecossistema brasileiro de pagamentos e continuam expandindo sua presença no país.</p>
<p>As políticas brasileiras promovem concorrência, inovação e inclusão financeira, sem criar barreiras ao comércio dos Estados Unidos.</p>
<p class="callout"><strong>5 &#8211; Tarifas preferenciais</strong></p>
<p>O Brasil negocia seus acordos comerciais em plena conformidade com as regras da Organização Mundial do Comércio.</p>
<p>Os acordos preferenciais celebrados no âmbito do Mercosul, inclusive com Índia e México, estão amparados pelas flexibilidades previstas para acordos entre países em desenvolvimento.</p>
<p>Esses acordos possuem escopo limitado e não prejudicam os interesses comerciais dos Estados Unidos.</p>
<p>O comércio bilateral Brasil–Estados Unidos permanece altamente aberto e mutuamente benéfico, com amplo acesso para produtos norte-americanos ao mercado brasileiro.</p>
<p>A maior parte das exportações dos Estados Unidos para o Brasil já ingressa com tarifa zero ou com tarifas efetivamente muito baixas.</p>
<p>O Brasil aplica suas tarifas de forma transparente e não discriminatória, em conformidade com seus compromissos internacionais.</p>
<p>Os EUA têm acordo muito mais abrangente com o México. É curioso que reclamem do nosso, que tem escopo muito mais limitado.</p>
<p class="callout"><strong>6 &#8211; Normas anticorrupção</strong></p>
<p>As alegações dos EUA desconsideram informações oficiais anteriormente encaminhadas pelo Governo brasileiro, bem como documentos recentes produzidos pelos próprios organismos internacionais referenciados pelo USTR como fundamento de suas conclusões.</p>
<p>Quanto ao relatório da OCDE, o Brasil já havia esclarecido tratar-se de documento desatualizado, publicado em 2023. Publicações mais recentes da própria OCDE apresentam diagnóstico substancialmente distinto. Relatório divulgado há apenas sete meses reconheceu que o Brasil adotou concepção mais qualificada e ampla de integridade pública.</p>
<p>No que se refere ao índice Transparência Internacional, que não é organismo oficial reconhecido por vários países, é importante registrar que a própria organização publicou, em fevereiro de 2026, o atual relatório Retrospectiva Brasil. Nesse documento, a entidade reconhece avanços relevantes do Brasil no fortalecimento das políticas de combate à corrupção, à lavagem de dinheiro e ao crime organizado.</p>
<p>Entre os avanços destacados pela Transparência Internacional, merece especial menção a Operação Carbono Oculto e as investigações correlatas, que, segundo a própria organização, &#8220;representam uma mudança de paradigma ao priorizarem o uso da inteligência financeira no enfrentamento à corrupção, à sonegação fiscal e à lavagem de dinheiro praticada por organizações criminosas&#8221;.</p>
<p>Destaca-se também que as iniciativas brasileiras de prevenção e combate à corrupção são reconhecidas por organismos internacionais da maior credibilidade, como o Grupo de Ação Financeira Internacional (GAFI/FATF), organização de iniciativa dos países da OCDE.</p>
<p class="callout"><strong>7 &#8211; Propriedade intelectual</strong></p>
<p>O Brasil conta com um sistema moderno e robusto de proteção da propriedade intelectual, plenamente alinhado aos principais acordos internacionais.</p>
<p>O país é parte dos principais tratados multilaterais administrados pela Organização Mundial do Comércio (OMC) e pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) e segue comprometido com seu contínuo aperfeiçoamento.</p>
<p>Nos últimos anos, o Brasil implementou uma ampla Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual, voltada ao fortalecimento institucional e à modernização do sistema.</p>
<p>O INPI registrou avanços importantes na redução do tempo de exame de patentes e na melhoria da qualidade e eficiência dos serviços prestados.</p>
<p>O combate à pirataria e à contrafação foi intensificado por meio da atuação coordenada de órgãos como Receita Federal, Polícia Federal e Conselho Nacional de Combate à Pirataria.</p>
<p>Esses avanços foram reconhecidos internacionalmente, inclusive pelo próprio Relatório Especial 301 dos Estados Unidos, que retirou o Brasil da Priority Watch List.</p>
<p>O Brasil permanece aberto ao diálogo e à cooperação internacional para fortalecer ainda mais a proteção e a observância dos direitos de propriedade intelectual, respeitadas as necessidades da área da saúde.</p>
<p class="callout"><strong>8 &#8211; Etanol</strong></p>
<p>As alegações de restrição injustificada ao acesso de mercado não encontram respaldo nos fatos nem nas normas multilaterais.</p>
<p>O Brasil mantém um dos mercados de etanol mais abertos e competitivos do mundo.</p>
<p>As tarifas aplicadas ao etanol, de 18%, observam plenamente os compromissos multilaterais assumidos pelo país na OMC.</p>
<p>A política brasileira é aplicada de forma não discriminatória, sem direcionamento contra qualquer parceiro comercial.</p>
<p>O mercado brasileiro continua sendo relevante para exportadores norte-americanos, e as condições de acesso são compatíveis com as regras internacionais.</p>
<p>O Brasil propôs tratar conjuntamente os mercados de etanol e açúcar. Neste último caso, as tarifas dos EUA, acima da cota de 150 mil toneladas, alcançam cerca de 100%. Mas os EUA nunca responderam a essa proposta.</p>
<p class="callout"><strong>9 &#8211; Serviços de pagamentos eletrônicos</strong></p>
<p>O Pix é uma Infraestrutura Pública Digital aberta e destinada a ampliar o acesso da população e das empresas a meios de pagamento modernos, seguros e instantâneos.</p>
<p>O Pix promoveu a inclusão de milhões de cidadãos brasileiros ao sistema financeiro formal, gerando uma expansão do acesso a serviços financeiros. Mesmo após o lançamento do Pix, o uso de cartões de crédito cresceu 150% entre 2019 e 2024.</p>
<p>O sucesso do Pix tem despertado interesse internacional e consolidado o Brasil como referência global em pagamentos instantâneos. Desde 2021, 47 bancos centrais solicitaram apoio técnico do Banco Central do Brasil para desenvolverem seus próprios sistemas de pagamentos instantâneos.</p>
<p>EUA, Europa, China, Índia, Cingapura e diversas outras jurisdições já adotaram ou avaliam implementar sistemas de pagamentos instantâneo como o PIX.</p>
<p class="callout"><strong>10 &#8211; Conclusão</strong></p>
<p>O Governo Federal sempre esteve ao lado das empresas brasileiras. Seguiremos assim, pois este é o nosso compromisso básico. Temos prontos os mecanismos de proteção de nossas empresas. Estaremos reunidos com os setores afetados e reforçaremos o Plano Brasil Soberano.</p>
<p>O Brasil iniciará imediatamente os trâmites previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsia da OMC.</p>
<p>Governo Federal</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fachin diz que soberania do Brasil deve prevalecer diante dos EUA</title>
		<link>https://portalam.com.br/fachin-diz-que-soberania-do-brasil-deve-prevalecer-diante-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 13:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, comentou nesta quarta-feira (8) as preocupações do governo brasileiro com a possibilidade de ações militares dos Estados Unidos após o reconhecimento das facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. Na avaliação de Fachin, a soberania do Brasil deve prevalecer. &#8220;O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, comentou nesta quarta-feira (8) as preocupações do governo brasileiro com a possibilidade de ações militares dos Estados Unidos após o reconhecimento das facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-05/eua-passam-designar-cv-e-pcc-como-organizacoes-terroristas" target="_blank" rel="noopener">organizações terroristas</a>.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696247&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696247&amp;o=node" /></p>
<p>Na avaliação de Fachin, a soberania do Brasil deve prevalecer.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Brasil é um Estado soberano, e a soberania se exerce com firmeza e serenidade. Nós temos a certeza de que isso há de prevalecer, quer aqui na região, quer no concerto global das nações&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<p>Na manhã de hoje, Fachin participou da inauguração de três varas de combate ao crime organização em São Paulo. Segundo o ministro, a instalação das varas especializadas não tem relação com as medidas tomadas pelo governo do presidente Donald Trump.</p>
<p>&#8220;Esse conjunto de atitudes estava sendo pensado há muito tempo. Não se instalam três varas de combate ao crime organizado em um período de tempo curto. Isso requer um planejamento&#8221;, completou.</p>
<p>Em maio deste ano, o governo Trump classificou as facções criminosas PCC e CV como organizações terroristas. Na semana passada, dois brasileiros e três empresas foram <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/internacional/audio/2026-07/eua-sancionam-brasileiros-alegando-elo-com-o-pcc" target="_blank" rel="noopener">sancionados pelos Estados Unidos</a> pelo vínculo financeiro com o PCC.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Febraban rebate críticas dos EUA ao Pix e nega barreira à concorrência</title>
		<link>https://portalam.com.br/febraban-rebate-criticas-dos-eua-ao-pix-e-nega-barreira-a-concorrencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:55:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Febraban]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
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					<description><![CDATA[A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) defendeu o Pix após o sistema de pagamentos instantâneos ser alvo de críticas do governo dos Estados Unidos. Em nota, a entidade afirmou que as conclusões do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) foram baseadas em informações incompletas sobre os objetivos e o funcionamento da plataforma. A manifestação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) defendeu o Pix após o sistema de pagamentos instantâneos ser alvo de críticas do governo dos Estados Unidos.<strong> Em nota, a entidade afirmou que as conclusões do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) foram baseadas em informações incompletas sobre os objetivos e o funcionamento da plataforma.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692129&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692129&amp;o=node" /></p>
<p>A manifestação ocorre após a divulgação dos resultados de uma investigação comercial conduzida pelo órgão americano, que aponta o Pix como <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/eua-atacam-pix-para-favorecer-empresas-de-pagamentos-estadunidenses" target="_blank" rel="noopener">um dos fatores que poderiam dificultar a concorrência</a> de empresas dos EUA no mercado brasileiro.</p>
<p><strong>A Febraban ressaltou que o Pix não tem fins comerciais e opera como uma infraestrutura de pagamentos criada para ampliar a competição entre instituições financeiras e aumentar a eficiência do sistema financeiro.</strong></p>
<p>“O Pix é uma infraestrutura de pagamento, e não um produto comercial, que favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos”, destacou a entidade.</p>
<h2>Sistema aberto</h2>
<p>A federação também rejeitou a alegação de que o Pix seja discriminatório. De acordo com a entidade, <strong>não existem barreiras para a entrada de novos participantes, independentemente do porte ou segmento de atuação.</strong></p>
<p>A única exigência é que as empresas operem no mercado nacional, já que o sistema realiza transações em reais e foi desenvolvido para atender ao ambiente financeiro brasileiro.</p>
<p>A Febraban ressaltou ainda que<strong> o Pix funciona como uma plataforma aberta, disponível para todos os residentes do país, incluindo brasileiros e estrangeiros, tanto pessoas físicas quanto jurídicas.</strong></p>
<p>Outro ponto destacado é que <strong>as transferências são gratuitas entre pessoas físicas.</strong> No caso de empresas, podem existir cobranças, mas sem distinção entre companhias brasileiras e estrangeiras.</p>
<h2>Impacto econômico</h2>
<p>A entidade argumenta que <strong>o Pix tem contribuído para a inclusão financeira ao reduzir custos e ampliar o acesso aos meios digitais de pagamento.</strong></p>
<p>Segundo a federação, o sistema também trouxe ganhos de eficiência para empresas, facilitando processos de cobrança e recebimento, especialmente em operações de menor valor.</p>
<h2>Tarifa em discussão</h2>
<p>A Febraban afirmou ter expectativa de que as contribuições do Banco Central, das instituições financeiras brasileiras e de bancos americanos ajudem a esclarecer os pontos levantados pelo USTR durante o período de consulta pública.</p>
<p>A discussão ocorre no momento em que o órgão americano propôs uma <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-06/governo-dos-eua-propoe-nova-tarifa-sobre-produtos-brasileiros" target="_blank" rel="noopener">tarifa adicional de 25%</a> sobre exportações brasileiras a partir de 15 de julho. A medida integra uma investigação sobre supostas práticas comerciais consideradas desleais pelos Estados Unidos.</p>
<p>Na minuta divulgada pelo governo americano, o Pix é citado diversas vezes como um instrumento que poderia limitar a atuação de empresas estrangeiras no setor de pagamentos digitais. A avaliação, porém, é contestada pelo sistema financeiro brasileiro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lula responsabiliza clã Bolsonaro por ataque dos EUA ao Pix e taxação</title>
		<link>https://portalam.com.br/lula-responsabiliza-cla-bolsonaro-por-ataque-dos-eua-ao-pix-e-taxacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=142741</guid>

					<description><![CDATA[Em discurso no Hospital Universitário de Rio Verde (GO), nesta terça-feira (2), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de ter pedido ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para “intervir no Pix” brasileiro. &#8220;O tal do bolsonarista foi nos Estados Unidos. Ele não estava focado e pediu para o Trump intervir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em discurso no Hospital Universitário de Rio Verde (GO), nesta terça-feira (2), <strong>o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de ter pedido ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para “intervir no Pix” brasileiro</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692142&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692142&amp;o=node" /></p>
<blockquote><p>&#8220;O tal do bolsonarista foi nos Estados Unidos. Ele não estava focado e pediu para o Trump intervir no Pix brasileiro. Você acha que a gente vai deixar? Não vai deixar&#8221;, disse o presidente</p></blockquote>
<p>No final do mês passado, Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência da República, reuniu-se com Trump na Casa Branca, em Washington, em companhia do irmão, o autoexilado ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, ambos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>Dias depois do encontro, o governo dos Estados Unidos anunciou que passaria a classificar as facções criminosas brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. Hoje, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/eua-atacam-pix-para-favorecer-empresas-de-pagamentos-estadunidenses" target="_blank" rel="noopener">os norte-americanos divulgaram relatório em que acusam o Pix de prejudicar &#8220;injustamente” as empresas que prestam serviços de pagamento eletrônico</a>, como MasterCard, Visa e o Whatsapp Pay, além de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/ministerio-detalha-setores-mais-afetados-em-caso-de-taxacao-pelos-eua" target="_blank" rel="noopener">propor nova taxação aos produtos brasileiros</a>.</p>
<p>Mais cedo, em evento em Catalão (GO), Lula criticou diretamente Flávio Bolsonaro, dizendo que ele agora nega que tenha pedido interferência de Trump nas tarifas brasileiras.</p>
<p>“Esse cidadão hoje aparece na imprensa dizendo: ‘eu não falei nada’. Todo covarde é assim”, disse.</p>
<blockquote><p>“Ele não sabe que ele não vai prejudicar o Lula. Ele vai prejudicar é o povo brasileiro. Ele vai prejudicar os empresários brasileiros. Ele vai vai prejudicar é o agronegócio”, completou Lula.</p></blockquote>
<p>O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) listou nesta terça-feira <strong>o impacto financeiro e os setores produtivos que correm risco caso a proposta dos Estados Unidos de taxar em 25% os produtos brasileiros venha a ser implementada</strong>. <strong>A decisão tarifária ameaça diretamente 21% do total das exportações brasileiras rumo ao mercado norte-americano. </strong></p>
<p><strong>Em suas redes sociais, Flávio Bolsonaro afirmou que pediu a Trump para não taxar os produtos brasileiros no encontro no final de maio</strong>. O senador afirmou ainda que enviou uma carta ao presidente dos EUA reforçando sua posição.</p>
<h2>Pix assusta EUA</h2>
<p>Para o presidente Lula, o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/lula-defende-pix-e-diz-que-sistema-brasileiro-assusta-norte-americanos" target="_blank" rel="noopener">Pix é mais vantajoso que sistemas de empresas estadunidenses e, por isso, assusta os EUA</a>.</p>
<p>A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) saiu em defesa do sistema de pagamento brasileiro. Segundo a entidade, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/febraban-rebate-criticas-dos-eua-ao-pix-e-nega-barreira-concorrencia" target="_blank" rel="noopener">o Pix é uma infraestrutura de pagamento, e não um produto comercial</a>.</p>
<p>A Febraban considera que a tecnologia favorece “a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos e consequentemente da atividade econômica”.</p>
<p>De acordo com a entidade, não existem barreiras para a entrada de novos participantes, independentemente do porte ou segmento de atuação.</p>
<h2>SUS</h2>
<p>No evento de Rio Verde, o presidente Lula visitou o hospital universitário que atende integralmente pelo SUS. A unidade realizou, em janeiro, a primeira cirurgia do Centro-Oeste com o sistema cirúrgico robótico Da Vinci X, um dos sistemas mais modernos do mundo, que proporciona maior precisão, segurança e recuperação mais rápida aos pacientes.</p>
<p>Na ocasião, dois pacientes, com câncer de próstata, foram submetidos ao procedimento cirúrgico de forma robótica. Essas duas cirurgias foram feitas com sucesso e os dois pacientes seguem em recuperação.</p>
<p>Segundo o governo, a incorporação dessa tecnologia ao SUS do município representa um passo decisivo na redemocratização do acesso a procedimentos de alta complexidade, que tradicionalmente estavam restritos à rede privada.</p>
<p>O presidente destacou que todo brasileiro que precise fazer radioterapia deve ter acesso gratuito em igualdade de condições. “A Constituição diz que todos nós somos iguais perante a Constituição. O SUS é possivelmente o melhor e único sistema de saúde que existe num país com mais de 100 milhões de habitantes”, afirmou.</p>
<p>Ele chegou a tirar o chapéu para falar sobre o tratamento contra o câncer de pele em seu couro cabeludo.</p>
<p>“Você está vendo minha cabeça? Está machucada porque eu tive um câncer de pele e eu estou tratando para ficar bonitão”.</p>
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		<item>
		<title>Marta volta à seleção feminina para 2 amistosos contra EUA no Brasil</title>
		<link>https://portalam.com.br/marta-volta-a-selecao-feminina-para-2-amistosos-contra-eua-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 14:35:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Marta]]></category>
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					<description><![CDATA[A meio-campista Marta, de 40 anos, é a principal novidade na lista de 26 convocadas da seleção brasileira feminina de futebol anunciada nesta quarta-feira (20) pelo técnico Arthur Elias, na sede da CBF, no Rio de Janeiro. A equipe fará dois amistosos contra os Estados Unidos, atuais vice-líderes no ranking da Fifa, nos dias 6 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A meio-campista Marta, de 40 anos, é a principal novidade na lista de 26 convocadas da seleção brasileira feminina de futebol anunciada nesta quarta-feira (20) pelo técnico Arthur Elias, na sede da CBF, no Rio de Janeiro. A equipe fará dois amistosos contra os Estados Unidos, atuais vice-líderes no ranking da Fifa, nos dias 6 e 9 de junho, em São Paulo e Ceará, respectivamente. Os jogos visam a preparação da seleção, número 6 no ranking, para a Copa do Mundo Feminina do ano que vem no Brasil.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690084&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690084&amp;o=node" /></p>
<p>A última vez que Marta vestiu a Amarelinha foi em agosto do ano passado, quando a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2025-08/em-final-emocionante-brasil-bate-colombia-e-e-campeao-da-copa-america"><strong>seleção foi campeã da Copa América, em Quito (Equador),</strong></a> após cobrança de pênaltis (5 a 4). Na ocasião, a camisa 10 foi decisiva na final contra a Colômbia. Ela deixou o banco de reservas nos acréscimos da etapa final e mudou a história do jogo: marcou o gol do empate em 3 a 3, que levou a partida para a prorrogação. Marta voltou a balançar a rede no primeiro tempo extra, mas a partida terminou em 5 a 5 – na sequência o título foi decidido nos pênaltis.</p>
<p>“É um retorno natural, [ela] jogou mais minutos pelo clube [Orlando Pride/EUA], tem sido decisiva. Ela teve um início de ano mais difícil, uma pré-temporada que não foi completa. Agora eu vejo ela pronta para nos ajudar. Tenho orgulho em poder contar com ela, e ela também poder passar a experiência dela para o grupo”, disse Elias sobre a meia-atacante do Orlando Pride (EUA).</p>
<div class="twitter-tweet twitter-tweet-rendered"><iframe id="twitter-widget-0" class="" title="X Post" src="https://platform.twitter.com/embed/Tweet.html?creatorScreenName=agenciabrasil&amp;dnt=false&amp;embedId=twitter-widget-0&amp;features=eyJ0ZndfdGltZWxpbmVfbGlzdCI6eyJidWNrZXQiOltdLCJ2ZXJzaW9uIjpudWxsfSwidGZ3X2ZvbGxvd2VyX2NvdW50X3N1bnNldCI6eyJidWNrZXQiOnRydWUsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfdHdlZXRfZWRpdF9iYWNrZW5kIjp7ImJ1Y2tldCI6Im9uIiwidmVyc2lvbiI6bnVsbH0sInRmd19yZWZzcmNfc2Vzc2lvbiI6eyJidWNrZXQiOiJvbiIsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfZm9zbnJfc29mdF9pbnRlcnZlbnRpb25zX2VuYWJsZWQiOnsiYnVja2V0Ijoib24iLCJ2ZXJzaW9uIjpudWxsfSwidGZ3X21peGVkX21lZGlhXzE1ODk3Ijp7ImJ1Y2tldCI6InRyZWF0bWVudCIsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfZXhwZXJpbWVudHNfY29va2llX2V4cGlyYXRpb24iOnsiYnVja2V0IjoxMjA5NjAwLCJ2ZXJzaW9uIjpudWxsfSwidGZ3X3Nob3dfYmlyZHdhdGNoX3Bpdm90c19lbmFibGVkIjp7ImJ1Y2tldCI6Im9uIiwidmVyc2lvbiI6bnVsbH0sInRmd19kdXBsaWNhdGVfc2NyaWJlc190b19zZXR0aW5ncyI6eyJidWNrZXQiOiJvbiIsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfdXNlX3Byb2ZpbGVfaW1hZ2Vfc2hhcGVfZW5hYmxlZCI6eyJidWNrZXQiOiJvbiIsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfdmlkZW9faGxzX2R5bmFtaWNfbWFuaWZlc3RzXzE1MDgyIjp7ImJ1Y2tldCI6InRydWVfYml0cmF0ZSIsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfbGVnYWN5X3RpbWVsaW5lX3N1bnNldCI6eyJidWNrZXQiOnRydWUsInZlcnNpb24iOm51bGx9LCJ0ZndfdHdlZXRfZWRpdF9mcm9udGVuZCI6eyJidWNrZXQiOiJvbiIsInZlcnNpb24iOm51bGx9fQ%3D%3D&amp;frame=false&amp;hideCard=false&amp;hideThread=false&amp;id=2057116708167442815&amp;lang=pt&amp;origin=https%3A%2F%2Fagenciabrasil.ebc.com.br%2Fesportes%2Fnoticia%2F2026-05%2Fmarta-volta-selecao-feminina-para-2-amistosos-contra-eua-no-brasil&amp;sessionId=559a679987e56eac14f95ae6c299e8b02b3a3821&amp;siteScreenName=agenciabrasil&amp;theme=light&amp;widgetsVersion=6a3ad42b224df%3A1778106238597&amp;width=550px" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-tweet-id="2057116708167442815" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
<p>Em abril do ano passado, a seleção de Arthur Elias arrancou uma vitória inédita sobre os Estados Unidos, por 2 a 1, na Califórnia. <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2025-04/brasil-conquista-vitoria-historia-sobre-os-eua-no-futebol-feminino"><strong>Foi a primeiro triunfo da história da Amarelinha na casa das adversárias.</strong></a> Na ocasião, as norte-americanas lideravam o ranking</p>
<p>O primeiro amistoso contra os EUA ocorrerá na Neo Química Arena, em São Paulo, no dia 6 de junho (sábado), às 18h30 (horário de Brasília). Três dias depois as brasileiras voltam a enfrenar as norte-americanas na Arena Castelão, em Fortaleza, às 21h30.</p>
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<h2>Convocadas</h2>
<p><strong>GOLEIRAS</strong></p>
<p>Lelê &#8211; Corinthians</p>
<p>Lorena &#8211; Kansas City (EUA)</p>
<p>Kemelli &#8211; Fluminense</p>
<p><strong>ZAGUEIRAS</strong></p>
<p>Thais Ferreira &#8211; Corinthians</p>
<p>Isa Haas &#8211; América (MEX)</p>
<p>Tarciane &#8211; Lyon (FRA)</p>
<p>Lauren &#8211; Atlético de Madrid (ESP)</p>
<p>Mariza &#8211; Tigres (MEX)</p>
<p>Rafaelle &#8211; Orlando Pride (EUA)</p>
<p><strong>LATERAIS</strong></p>
<p>Isabela &#8211; PSG (FRA)</p>
<p>Aline Gomes &#8211; Pachuca (MEX)</p>
<p>Raissa Bahia &#8211; Palmeiras</p>
<p><strong>MEIO-CAMPISTAS</strong></p>
<p>Duda Sampaio &#8211; Corinthians</p>
<p>Angelina &#8211; Orlando Pride (EUA)</p>
<p>Ary Borges &#8211; Angel City (EUA)</p>
<p>Yaya &#8211; PSG (FRA)</p>
<p>Kaylane &#8211; Flamengo</p>
<p><strong>ATACANTES</strong></p>
<p>Kerolin &#8211; Manchester City (ING)</p>
<p>Dudinha &#8211; San Diego (USA)</p>
<p>Gio &#8211; Atlético de Madrid (ESP)</p>
<p>Marta &#8211; Orlando Pride (EUA)</p>
<p>Bia Zaneratto &#8211; Palmeiras</p>
<p>Taina Maranhão &#8211; Palmeiras</p>
<p>Gabi Portilho &#8211; San Diego (EUA)</p>
<p>Ludmila &#8211; San Diego (EUA)</p>
<p>Amanda Gutierres &#8211; Boston (EUA)</p>
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		<item>
		<title>Paulinho da Costa recebe estrela na Calçada da Fama em Hollywood</title>
		<link>https://portalam.com.br/paulinho-da-costa-recebe-estrela-na-calcada-da-fama-em-hollywood/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 17:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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					<description><![CDATA[O percussionista brasileiro Paulinho da Costa entra oficialmente para a história da música mundial nesta quarta-feira (13), quando recebe a 2.844ª estrela da tradicional Hollywood Walk of Fame, em Los Angeles. O reconhecimento celebra uma trajetória construída nos bastidores da indústria fonográfica internacional, mas presente em algumas das músicas mais conhecidas do planeta. Depois de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O percussionista brasileiro Paulinho da Costa entra oficialmente para a história da música mundial nesta quarta-feira (13), quando recebe a 2.844ª estrela da tradicional Hollywood Walk of Fame, em Los Angeles.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689119&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689119&amp;o=node" /></p>
<p>O reconhecimento celebra uma trajetória construída nos bastidores da indústria fonográfica internacional, mas presente em algumas das músicas mais conhecidas do planeta. Depois de 55 anos vivendo nos Estados Unidos, o músico carioca consolida o nome como um dos artistas mais gravados da história da música mundial.</p>
<p>A homenagem em Hollywood chega no mesmo ano em que sua trajetória virou tema do documentário <em>The Groove Under the Groove</em>: <em>Os Sons de Paulinho da Costa</em>, lançado pela Netflix em março deste ano.</p>
<p>O filme revisita a caminhada do menino de Irajá, na zona norte do Rio de Janeiro, que transformou a percussão brasileira em linguagem universal dentro dos estúdios de Los Angeles.</p>
<p><strong>Ao longo de mais de cinco décadas, Paulinho participou de cerca de 6.700 gravações, ao lado de 972 artistas, segundo dados apresentados no documentário. Seu toque atravessou o jazz, o pop, o soul, o funk, a música latina e as trilhas sonoras de Hollywood</strong>.</p>
<p>Da sofisticação de Quincy Jones ao pop de Michael Jackson, passando por Madonna, Elton John, George Benson e Miles Davis, a assinatura rítmica do brasileiro ajudou a construir parte da sonoridade da música pop contemporânea.</p>
<h2>Michael Jackson</h2>
<p>Paulinho contou no documentário que conheceu Michael Jackson durante um voo. A partir dali nasceu uma parceria que resultaria em mais de 40 gravações com o artista, incluindo participações em faixas do álbum <em>Thriller</em>, até hoje o disco mais vendido da história.</p>
<p><strong>No filme, o cantor e guitarrista George Benson resume o impacto artístico do percussionista brasileiro ao lembrar da força musical presente em sua execução.</strong></p>
<blockquote><p>“A fusão das raízes europeias e africanas do Brasil, com esse sorriso no rosto, mas tudo era real, real. Você não mexe com quem trabalha com aquele nível de convicção”, afirma o músico.</p></blockquote>
<p>A influência de Paulinho, porém, vai além da técnica. Entre músicos brasileiros, ele é visto como um dos maiores responsáveis por levar a identidade percussiva afro-brasileira ao centro da música internacional.</p>
<p><strong>Para o baterista, percussionista e educador musical Rodrigo Scofield, Paulinho se tornou uma referência incontornável para gerações de instrumentistas.</strong></p>
<blockquote><p>“Paulinho da Costa é um grande mestre para todos nós, referência total, principalmente por ser talvez o brasileiro que mais tenha gravado músicas que se tornaram sucessos mundiais, levando o sotaque percussivo afro-brasileiro para o mundo”, afirma Scofield.</p></blockquote>
<p><strong>“Sua humildade, talento e versatilidade transitando entre gravações de álbuns, trilhas para cinema e shows de artistas internacionais nos palcos iluminaram e seguem iluminando os caminhos para nós, que seguimos nessa jornada do tambor. Com Paulinho da Costa nossa cultura e identidade são valorizadas e, acima de tudo, o respeito e a reverência ao protagonismo do tambor são inequívocos e fundamentais”, completa.</strong></p>
<h2>Cinema</h2>
<p>Discreto fora dos holofotes, Paulinho construiu uma carreira rara em Hollywood. Sua percussão aparece em trilhas de filmes como <em>The Color Purple</em>, <em>Dirty Dancing</em>, <em>Jurassic Park</em> e <em>Mission: Impossible</em>. Nos palcos, acompanhou artistas em apresentações no Wembley Stadium, no Kennedy Center e no Montreux Jazz Festival.</p>
<p><strong>Seu trabalho também reverbera na música contemporânea por meio de samples, efeitos sonoros, e releituras utilizados por artistas como Beyoncé, Rihanna e Kanye West.</strong></p>
<p>A estrela na Calçada da Fama representa, para muitos músicos, um reconhecimento tardio a um artista que durante décadas permaneceu conhecido sobretudo entre profissionais da indústria musical, reverenciado como “o mestre do groove”, “o homem da batida perfeita” ou simplesmente um dos percussionistas mais respeitados do mundo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>&#8220;Ninguém respeita lambe-botas&#8221;, diz Lula sobre reunião com Trump</title>
		<link>https://portalam.com.br/ninguem-respeita-lambe-botas-diz-lula-sobre-reuniao-com-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 01:38:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a comentar, nesta sexta-feira (8), sobre o encontro bilateral com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington, nesta quinta-feira. Durante evento em que anunciou a renovação de contratos de energia elétrica em 13 estados, Lula afirmou ter dito ao norte-americano que aceita debater qualquer assunto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a comentar, nesta sexta-feira (8), sobre o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-05/lula-e-trump-orientam-ministros-resolverem-tarifas-em-30-dias" target="_blank" rel="noopener">encontro bilateral</a> com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington, nesta quinta-feira. Durante evento em que anunciou a renovação de contratos de energia elétrica em 13 estados, L<strong>ula afirmou ter dito ao norte-americano que aceita debater qualquer assunto de interesse de ambos os países.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688879&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688879&amp;o=node" /></p>
<p>&#8220;Foi com essa franqueza que eu fui dizer ao presidente Trump. Quer discutir big techs? Vamos discutir as big techs. Quer discutir as suas plataformas? vamos discutir. Quer discutir crime organizado? Nossa Polícia Federal está preparada para combater o crime organizado aqui e lá fora. Não tem veto para discutir&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Lula ainda afirmou que os dois líderes têm idade avançada e não têm tempo a perder.</strong></p>
<p>&#8220;Ainda disse para o presidente Trump: &#8216;somos dois homens de 80 anos de idade. E dois homens de 80 anos de idade não brincam em serviço, a natureza é implacável, teoricamente nós temos menos tempo pela frente. Por isso, nós temos que saber o que queremos fazer&#8217;. É dessa forma que a gente vai ganhando a respeitabilidade. Ninguém respeita quem não se respeita, ninguém respeita lambe-botas&#8221;, afirmou.</p>
<p>Lula reafirmou também a determinação dada para que <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-05/lula-e-trump-orientam-ministros-resolverem-tarifas-em-30-dias" target="_blank" rel="noopener">equipes dos dois governos</a> fechem em 30 dias uma proposta para resolver o impasse sobre tarifas de exportação e sobre uma investigação comercial aberta pelos EUA contra o Brasil desde o ano passado.</p>
<p><strong>O presidente reforçou ainda a posição do Brasil de estar aberto a negócios com todos os países, desde que garantida a soberania brasileira.</strong></p>
<p>&#8220;Nós não temos veto aos EUA, não temos veto à China, não temos veto à Rússia, não temos à França, não temos veto ao México, não temos veto à Alemanha. Quem quiser fazer negócio com o Brasil, que venha. Estaremos de braços abertos para comprar e para vender, estaremos de braços abertos para fazer transferência de tecnologia e receber tecnologia nova&#8221;, disse.</p>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-05/trump-diz-que-encontro-com-lula-foi-muito-bom" target="_blank" rel="noopener">Em postagem nas redes sociais</a>, Trump informou que discutiu &#8220;muitos tópicos&#8221; com Lula, incluindo questões comerciais e de tarifas, e chamou Lula de &#8220;um presidente muito dinâmico&#8221;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Intervenção armada na Venezuela seria &#8220;catástrofe humanitária&#8221;, diz Lula</title>
		<link>https://portalam.com.br/intervencao-armada-na-venezuela-seria-catastrofe-humanitaria-diz-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 17:53:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, neste sábado (20/12), que uma intervenção armada na Venezuela seria uma catástrofe humanitária. Na avaliação de Lula, as ameaças à soberania dos países têm se apresentado sob a forma da guerra, das forças antidemocráticas e do crime organizado. A Venezuela e os Estados Unidos vivem atualmente uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, neste sábado (20/12), que uma intervenção armada na Venezuela seria uma catástrofe humanitária. Na avaliação de Lula, as ameaças à soberania dos países têm se apresentado sob a forma da guerra, das forças antidemocráticas e do crime organizado.</p>
<p>A Venezuela e os Estados Unidos vivem atualmente uma situação de tensão e há o temor de que escale para o conflito armado.</p>
<p>“Passadas mais de quatro décadas desde a Guerra das Malvinas, o continente sul-americano volta a ser assombrado pela presença militar de uma potência extrarregional. Os limites do direito internacional estão sendo testados. Uma intervenção armada na Venezuela seria uma catástrofe humanitária para o hemisfério e um precedente perigoso para o mundo”, disse Lula em discurso na abertura 67ª Reunião de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados, em Foz do Iguaçu (PR).</p>
<blockquote><p>Há quem argumente que avançar na integração é abrir mão da soberania. Mas as verdadeiras ameaças à nossa soberania são de outra natureza. Elas se apresentam, hoje, sob a forma da guerra, das forças antidemocráticas e do crime organizado&#8221;, afirmou Lula.</p></blockquote>
<p class="callout"><a href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/discursos-e-pronunciamentos/2025/12/discurso-do-presidente-lula-durante-a-67a-cupula-do-mercosul-em-foz-do-iguacu" target="_blank" rel="noopener" data-linktype="external" data-val="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/discursos-e-pronunciamentos/2025/12/discurso-do-presidente-lula-durante-a-67a-cupula-do-mercosul-em-foz-do-iguacu">Leia a íntegra do discurso do presidente</a></p>
<p>Na última quinta-feira (18/12), em entrevista a jornalistas, Lula contou que tem mantido conversas tanto com o presidente norte-americano, Donald Trump, quanto com o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e que o Brasil defende que o melhor caminho é o diálogo para evitar um conflito entre as duas nações.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É possível negociar sem guerra, diz Lula sobre EUA e Venezuela</title>
		<link>https://portalam.com.br/e-possivel-negociar-sem-guerra-diz-lula-sobre-eua-e-venezuela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 05:12:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[ presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a manifestar preocupação com a escalada de tensões entre Estados Unidos e Venezuela. Nesta quinta-feira (18), em Brasília, ele disse que voltará a falar com o presidente norte-americano, Donald Trump, até a próxima semana, em busca de uma solução que evite uma invasão militar no país vizinho. Hoje, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong> presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a manifestar preocupação com a escalada de tensões entre Estados Unidos e Venezuela. Nesta quinta-feira (18), em Brasília, ele disse que voltará a falar com o presidente norte-americano, Donald Trump, até a próxima semana, em busca de uma solução que evite uma invasão militar no país vizinho. Hoje, tropas dos EUA cercam o Mar do Caribe na fronteira venezuelana, sob alegação de combate ao narcotráfico. </strong> <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1672597&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1672597&amp;o=node" /></p>
<p>&#8220;Eu estou pensando, antes do natal, em conversar com Trump outra vez para saber o que é possível o Brasil contribuir para que a gente tenha um acordo e não uma guerra&#8221;, afirmou, em café da manhã, com jornalistas, no Palácio do Planalto.</p>
<p>&#8220;Era possível negociar sem guerra. Então, eu fico sempre preocupado com o que está por detrás. Porque não pode ser apenas a questão de derrubar o Maduro. Quais são os interesses outros que a gente tem e ainda não [se] sabe?&#8221;, disse o presidente sobre as motivações norte-americanas para a ameaça militar.</p>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-12/acordo-entre-mercosul-e-ue-tera-ultima-chance-no-sabado-diz-lula" target="_blank" rel="noopener">Lula já havia dito, durante reunião ministerial, sobre o risco de um conflito</a> e agora revelou uma conversa que teve com o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, na semana passada, quando também conversou com Trump.</p>
<p>&#8220;Falei para o presidente Maduro que se ele quisesse que o Brasil ajudasse alguma coisa ele tinha que dizer o que ele gostaria que a gente fizesse. E disse ao Trump: &#8216;Se você achar que o Brasil pode contribuir, nós teremos todo interesse de conversar com a Venezuela, de conversar com vocês, conversar com outros países para que a gente evite um confronto armado aqui na América Latina e na nossa querida América do Sul. E o Brasil tem muito apreço por isso, porque nós temos muitos quilômetros de fronteira com a Venezuela&#8221;, observou.</p>
<h2>Tarifaço dos EUA</h2>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-12/acordo-entre-mercosul-e-ue-tera-ultima-chance-no-sabado-diz-lula" target="_blank" rel="noopener">Lula também comentou sobre a manutenção da tarifa de 40% dos EUA sobre exportações brasileiras,</a> que ainda afetam 22% das vendas nacionais aos norte-americanos, mesmo após a Casa Branca excluir centenas de produtos da taxação extra, no mês passado.</p>
<blockquote><p>&#8220;Desde o momento que o presidente Trump fez a taxação, eu sempre defendi que é direito soberano de qualquer país taxar produtos do exterior que entram no seu país se ele entender que aquele país está tendo prejuízo de desenvolvimento por conta das importações. Aqui no Brasil nós vivemos taxando produtos. Então, eu não sou contra ele tomar atitude de taxar. O que eu fui contra e disse publicamente é que os motivos pela taxação não eram os verdadeiros. Eu acho que o presidente Trump já reconheceu isso e ainda faltam algumas coisas que nós vamos conseguir [reverter]&#8221;, indicou.</p></blockquote>
<p><strong>Lula reforçou que o Brasil segue na mesa de negociação, sob coordenação do vice-presidente Geraldo Alckmin e os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Mauro Vieira (Relações Exteriores), mas que está pessoalmente empenhado em cobrar diretamente o mandatário norte-americano sobre o pleito do Brasil.</strong></p>
<blockquote><p>&#8220;A cada 15 dias eu estou tomando a atitude de mandar uma mensagem pessoal pro Trump, &#8216;tá faltando outra coisa, tá devagar tal coisa&#8217;. Porque é o seguinte, quem engorda o porco é o olho do dono. Se eu fingir que eu esqueço, eu que tenho interesse, ele acha que está tudo resolvido e não, eu tenho que cobrar, eu tenho interesse&#8221;, assegurou.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Chefe de direitos humanos alerta para agravamento da situação na Venezuela</title>
		<link>https://portalam.com.br/chefe-de-direitos-humanos-alerta-para-agravamento-da-situacao-na-venezuela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 19:51:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[O alto comissário do Escritório das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Turk, apresentou nesta terça-feira em Genebra uma atualização da situação na Venezuela. Ele relatou um panorama marcado pelo estreitamento do espaço cívico, pelo aumento da repressão estatal e pela persistência de graves violações de direitos humanos. Mencionou também dificuldades crescentes para o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O alto comissário do Escritório das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Turk, apresentou nesta terça-feira em Genebra uma atualização da situação na Venezuela.</p>
<p>Ele relatou um panorama marcado pelo estreitamento do espaço cívico, pelo aumento da repressão estatal e pela persistência de graves violações de direitos humanos. Mencionou também dificuldades crescentes para o trabalho de especialistas de sua equipe, que já não conta com pessoal internacional.</p>
<h2><strong>Restrições ao espaço cívico e repressão estatal</strong></h2>
<p>Segundo Turk, o governo venezuelano adotou, em setembro e novembro, legislação que lhe concede poderes de emergência alargados, alegando ameaças externas. O conteúdo dessas leis não foi tornado público, o que impede qualquer avaliação da sua conformidade com o direito internacional.</p>
<p>O alto comissário descreveu um ambiente de crescente militarização da vida pública, com relatos de alistamento coercivo na milícia bolivariana, incluindo adolescentes e pessoas idosas.</p>
<p>O chefe de direitos humanos citou denúncias de incentivos oficiais para que cidadãos incriminem familiares, vizinhos e colegas através de uma aplicação estatal. Turk ressalta que a prática promove medo e autocensura.</p>
<h2><strong>Detenções, desaparecimentos e condições prisionais</strong></h2>
<p>O relatório oral destacou a continuação de detenções arbitrárias, desaparecimentos forçados e o uso de leis antiterrorismo de formulação vaga.</p>
<p>Volker Turk manifestou profunda preocupação com as condições de detenção, caracterizadas por falta de alimentos, medicamentos e restrições a visitas familiares.</p>
<p>O alto comissário indicou que o seu escritório documentou pelo menos cinco mortes de pessoas detidas em ligação às eleições presidenciais de 2024, sublinhando a necessidade de investigações independentes.</p>
<p>Ele mencionou ainda transferências de detidos para locais desconhecidos, algumas equivalentes a desaparecimentos forçados, e a detenção incomunicável em centros como Helicoide, Rodeo I e Fuerte Guaicaipuro.</p>
<h2><strong>Impacto social, econômico e situação humanitária</strong></h2>
<p>Paralelamente à repressão, Turk ressaltou que a população enfrenta uma grave crise socioeconômica, marcada por pobreza, insegurança alimentar e dificuldades no acesso a serviços básicos.</p>
<p>O comunicado revela que a inflação de 270% projetada para 2025 e o baixo valor do salário mínimo em relação ao custo de bens essenciais colocam famílias perante escolhas entre alimentação e medicação.</p>
<p>O alto comissário alertou também para o impacto desproporcional das sanções setoriais amplas sobre os mais vulneráveis e para os obstáculos impostos ao trabalho de entidades humanitárias e de direitos humanos.</p>
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		<title>STF conclui julgamento que torna Eduardo Bolsonaro réu</title>
		<link>https://portalam.com.br/stf-conclui-julgamento-que-torna-eduardo-bolsonaro-reu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 23:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu nesta quarta-feira (26), em Brasília, o julgamento virtual que tornou o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) réu pelo crime de coação no curso do processo. O julgamento começou na semana passada, quando o colegiado formou placar unânime de quatro votos a zero para aceitar denúncia da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu nesta quarta-feira (26), em Brasília, o julgamento virtual que tornou o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) réu pelo crime de coação no curso do processo.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1669640&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1669640&amp;o=node" /></p>
<p>O julgamento começou na semana passada, quando o colegiado formou placar unânime de quatro votos a zero para aceitar denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR).</p>
<p><strong>O resultado foi oficialmente proclamado hoje. Os votos foram proferidos pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.</strong></p>
<h2>Ação penal</h2>
<p>Com a decisão, o próximo passo será abertura de uma ação penal contra o deputado. Durante a instrução do processo, ele poderá indicar testemunhas, apresentar provas de inocência e pedir diligências específicas que sejam interessantes para sua defesa.</p>
<p><strong>Em setembro, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi denunciado pela PGR no inquérito que apurou a atuação do parlamentar junto ao governo dos Estados Unidos para promover o tarifaço contra as exportações brasileiras, a suspensão de vistos de ministros do governo federal e de ministros do STF.</strong></p>
<p>Eduardo deixou o Brasil em fevereiro deste ano e está nos Estados Unidos. Ele pediu licença do mandato de 120 dias. Desde dia 20 de julho, quando a licença terminou, o deputado não comparece às sessões e poderá ser cassado por faltas.</p>
<h2>Defesa</h2>
<p><strong>Após o início do julgamento, Eduardo Bolsonaro publicou uma mensagem nas redes sociais na qual classificou como &#8220;caça às bruxas&#8221; o voto de Alexandre de Moraes.</strong></p>
<blockquote><p>&#8220;Moraes vota para me tornar réu. Outros candidatos <em>anti-establishment</em>, como o próprio Jair Bolsonaro, e favoritos ao Senado sofrerão a mesma perseguição. É o sistema se reinventando para sobreviver. Tudo que sei é via imprensa, já que jamais fui citado. Por que Moraes não usa os canais oficiais com os EUA?&#8221;, escreveu.</p></blockquote>
<p>A defesa de Eduardo Bolsonaro foi feita pela Defensoria Pública da União (DPU). Durante a investigação, Moraes determinou a notificação do deputado, mas ele não constituiu advogado, nem apresentou defesa.</p>
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		<title>Zohran Mamdani, democrata e muçulmano, é eleito prefeito de Nova York</title>
		<link>https://portalam.com.br/zohran-mamdani-democrata-e-muculmano-e-eleito-prefeito-de-nova-york/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 04:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[NY]]></category>
		<category><![CDATA[Zohran]]></category>
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					<description><![CDATA[O democrata Zohran Mamdani foi eleito, na noite dessa terça-feira (4), novo prefeito da cidade de Nova York. Aos 34 anos, ele é o mais jovem a ocupar o cargo desde 1892. Segundo agências internacionais, houve participação recorde da população, com mais de 2 milhões de votantes, maior número desde 1969. Mamdani recebeu mais de 50% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O democrata Zohran Mamdani foi eleito, na noite dessa terça-feira (4), novo prefeito da cidade de Nova York. Aos 34 anos, ele é o mais jovem a ocupar o cargo desde 1892.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1666177&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1666177&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Segundo agências internacionais, houve participação recorde da população, com mais de 2 milhões de votantes, maior número desde 1969. Mamdani recebeu mais de 50% dos votos e um grande apoio de jovens eleitores.</strong> O novo prefeito da cidade norte-americana venceu a disputa contra o independente Andrew Cuomo e contra Curtis Sliwa, republicano.</p>
<p>A vitória de Mamdani foi bastante celebrada, dada a importância de Nova York no cenário eleitoral dos Estados Unidos. O presidente Donald Trump, do partido Republicano, se colocou frontalmente contra Mamdani – que considerou “comunista” – e ameaçou cortar verbas da cidade caso ele vencesse.</p>
<p><strong>O novo prefeito novaiorquino é descendente de imigrantes e é o primeiro muçulmano a ocupar o cargo. Ele se considera socialista e é favorável à causa palestina.</strong></p>
<h2>Vitória dos democratas</h2>
<p><strong>A eleição de Mamdani não foi a única conquista do Partido Democrata nestas eleições norte-americanas. Houve também votações para governador na Virgínia e Nova Jersey, dois importantes estados dos EUA.</strong></p>
<p>A democrata Abigail Spanberger se elegeu governadora na Virgínia ao derrotar o republicano Glenn Youngkin. Mikie Sherrill, deputada federal, triunfou em Nova Jersey ao vencer o republicano Jack Ciattarelli.</p>
<p>O ex-presidente Barack Obama foi às redes sociais na noite de ontem cumprimentar os democratas pelas vitórias. Ele escreveu: “Parabéns a todos os candidatos democratas que venceram esta noite. É um lembrete de que quando nos unimos em torno de líderes fortes e com visão de futuro, que se importam com questões sérias, podemos vencer. Ainda temos muito trabalho pela frente, mas o futuro parece um pouco mais brilhante”.</p>
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		<title>Bolsa bate recorde e dólar cai após reunião entre Lula e Trump</title>
		<link>https://portalam.com.br/bolsa-bate-recorde-e-dolar-cai-apos-reuniao-entre-lula-e-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 13:12:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[real]]></category>
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					<description><![CDATA[ mercado financeiro teve um dia de alívio no dia seguinte ao encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. O dólar caiu para o menor nível em quase três semanas, e a bolsa de valores renovou o recorde histórico. O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta segunda-feira (27) aos 147.969 pontos, com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong> mercado financeiro teve um dia de alívio no dia seguinte ao encontro <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-10/lula-em-poucos-dias-teremos-uma-solucao-definitiva-entre-eua-e-brasil">entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump</a>. O dólar caiu para o menor nível em quase três semanas, e a bolsa de valores renovou o recorde histórico.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1664729&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1664729&amp;o=node" /></p>
<p>O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta segunda-feira (27) aos 147.969 pontos, com alta de 0,55%. O indicador, que acumulava queda em outubro, agora sobe 0,5% no mês.</p>
<p>O mercado de câmbio teve um dia favorável.<strong> O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,37, com recuo de R$ 0,224 (-0,42%).</strong> A cotação operou em queda durante toda a sessão. Na mínima do dia, por volta das 10h15, chegou a R$ 5,36.</p>
<p>A moeda estadunidense está no menor valor desde 8 de outubro. A divisa acumula alta de 0,88% em outubro, mas cai 13,11% em 2025.</p>
<p><strong>Tanto fatores internos como externos trouxeram alívio para o mercado. No cenário internacional, a reunião entre Lula e Trump reduziu as tensões sobre o Brasil. </strong>Além disso, o índice S&amp;P 500 (das 500 maiores empresas estadunidenses) também bateu recorde nesta segunda.</p>
<p><strong>Paralelamente, a reabertura de negociações entre os Estados Unidos e a China, anunciada no domingo (26) por Trump, ajudou a elevar o preço das <em>commodities</em></strong><em> </em>(bens primários com cotação internacional), favorecendo países emergentes. Na quinta-feira (30), está previsto um encontro entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping.</p>
<p><strong>No cenário doméstico, a forte desaceleração da prévia da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-10/inflacao-desacelera-em-outubro-alimentos-caem-pelo-5o-mes">inflação oficial em outubro</a> teve reflexo positivo na bolsa de valores.</strong> Nesta segunda, o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central (BC), <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-10/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-456-em-2025">reduziu para 4,56%</a> a previsão para a inflação oficial em 2025.</p>
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		<title>Lula defende que “nenhum presidente” deve dar palpite sobre Venezuela</title>
		<link>https://portalam.com.br/lula-defende-que-nenhum-presidente-deve-dar-palpite-sobre-venezuela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 19:25:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CIA]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Sem citar o presidente Donald Trump, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu em defesa da Venezuela, e também de Cuba, em meio ao aumento da pressão dos Estados Unidos (EUA) contra o governo de Nicolas Maduro. &#8220;Todo mundo diz que a gente vai transformar o Brasil na Venezuela. O Brasil nunca vai ser a Venezuela, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sem citar o presidente Donald Trump, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu em defesa da Venezuela, e também de Cuba, em meio ao aumento da pressão dos Estados Unidos (EUA) contra o governo de Nicolas Maduro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1663292&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1663292&amp;o=node" /></p>
<blockquote><p>&#8220;Todo mundo diz que a gente vai transformar o Brasil na Venezuela. O Brasil nunca vai ser a Venezuela, e a Venezuela nunca vai ser o Brasil, cada um será ele [próprio]. O que defendemos é que o povo venezuelano é dono do seu destino, e não é nenhum presidente de outro país que tem que dar palpite de como vai ser a Venezuela ou vai ser Cuba&#8221;, disse Lula em evento do PCdoB, em Brasília.</p></blockquote>
<p><strong>O Brasil, em conjunto com a maioria dos países da América Latina, já havia manifestado preocupação com a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-09/maioria-da-america-latina-manifesta-preocupacao-com-eua-no-caribe" target="_blank" rel="noopener">movimentação militar de Washington</a> nas águas do Caribe. </strong></p>
<p>O presidente brasileiro falou um dia depois de Trump confirmar que <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-10/trump-confirma-que-autorizou-cia-operar-na-venezuela" target="_blank" rel="noopener">autorizou a CIA a conduzir operações</a> secretas na Venezuela para derrubar o governo em Caracas, o que é uma violação do direito internacional e da Carta das Nações Unidas (ONU).</p>
<p><strong>Lula também condenou a manutenção de Cuba na lista de países que patrocinam o terrorismo.</strong></p>
<blockquote><p>“O que nós dizemos publicamente é que Cuba não é um país de exportação de terroristas. Cuba é um exemplo de povo e dignidade”, disse.</p></blockquote>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>Os EUA tentam, desde a década de 1960, mudar o sistema político de Cuba aplicando um embargo econômico e financeiro que pune empresas e embarcações que comercializem com a ilha caribenha.</p>
<p><strong>Com o início do novo governo Trump, as medidas contra Cuba foram reforçadas, incluindo ameaças contra nações que contratam <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2025-08/eua-tentam-asfixiar-cuba-via-bloqueio-da-exportacao-de-servico-medico" target="_blank" rel="noopener">serviços médicos da ilha</a>, uma das poucas fontes de receita do país</strong>. Cuba vive uma crise econômica com recorrentes quedas de energia.</p>
<h2>Venezuela</h2>
<p><strong>Desde agosto, os EUA têm enviado milhares de militares, navios de guerra e aviões para o Caribe com a justificativa de combater o tráfico de drogas da Venezuela.</strong> Segundo a imprensa norte-americana, o Exército do país já teria lançado seis ataques contra embarcações, assassinando mais de 30 pessoas.</p>
<p>O governo Maduro denuncia que os EUA buscam realizar uma “mudança de regime” e promete denunciar as ações no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p><strong>Para especialistas consultados pela Agência Brasil, o interesse dos Estados Unidos na Venezuela é geopolítico, considerando que o país tem as <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-10/acao-dos-eua-na-enezuela-e-precedente-perigoso-dizem-analistas" target="_blank" rel="noopener">maiores reservas de petróleo</a> do planeta e não possui qualquer cartel produtor de drogas. </strong></p>
<p>Para os analistas em política internacional, a ação de Trump na Venezuela é um precedente perigoso que abre espaço para intervenções de Washington em outros países do continente sempre que a Casa Branca tiver seus interesses contrariados, a exemplo do que ocorreu durante toda a Guerra Fria com os apoios a ditaduras militares na região.</p>
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