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	<title>FVS | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>FVS | Portal AM</title>
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	<item>
		<title>Viagem segura começa com vacina em dia, reforça FVS-RCP</title>
		<link>https://portalam.com.br/viagem-segura-comeca-com-vacina-em-dia-reforca-fvs-rcp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2026 04:31:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[No início do ano, período marcado pelo aumento das viagens e atividades de lazer, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) reforça, nesta sexta-feira (02/01), a importância de verificar e atualizar a caderneta de vacinação antes de sair de férias. Doenças como sarampo, febre amarela, hepatites, influenza e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No início do ano, período marcado pelo aumento das viagens e atividades de lazer, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) reforça, nesta sexta-feira (02/01), a importância de verificar e atualizar a caderneta de vacinação antes de sair de férias. Doenças como sarampo, febre amarela, hepatites, influenza e Covid-19 ainda circulam em diferentes territórios e podem ter maior risco de transmissão quando o esquema vacinal está incompleto.</p>
<p>A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, destaca que a vacinação faz parte do planejamento da viagem. “Assim como organizar documentos e bagagens, conferir a caderneta de vacinação deve estar no checklist. É uma medida simples que promove proteção para quem viaja e contribui para a saúde coletiva”, afirmou.</p>
<p>A gerente do Programa Estadual de Imunização da FVS-RCP, Angela Desirée, reforça que o ideal é procurar a unidade de saúde com antecedência. “Algumas vacinas precisam ser aplicadas semanas antes da viagem para alcançar a proteção adequada, especialmente para áreas com recomendações específicas. A avaliação prévia do esquema vacinal evita contratempos e amplia a proteção”, explicou.</p>
<p>Vacinas para todas as idades</p>
<p>O esquema vacinal segue as diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e considera faixa etária, condições clínicas e destino da viagem. Manter a vacinação em dia ajuda a prevenir surtos, internações e a sobrecarga dos serviços de saúde.</p>
<p>A FVS-RCP orienta a população a procurar as unidades básicas de saúde para avaliação da situação vacinal e a seguir sempre as recomendações de profissionais habilitados. A Fundação segue atuando na vigilância em saúde e na disseminação de informações qualificadas, promovendo a prevenção e o cuidado contínuo com a população do Amazonas.</p>
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		<title>Vacinação contra gripe é ampliada para público acima de 6 meses no Amazonas</title>
		<link>https://portalam.com.br/vacinacao-contra-gripe-e-ampliada-para-publico-acima-de-6-meses-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 10:25:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[A vacinação contra gripe (Influenza) no Amazonas está disponível para público não vacinado com idade acima de 6 meses de idade. A campanha vai até dia 31 de janeiro de 2025 e a imunização está disponível nos postos de saúde dos 62 municípios do Amazonas. O objetivo é prevenir casos graves e internações pela doença. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vacinação contra gripe (Influenza) no Amazonas está disponível para público não vacinado com idade acima de 6 meses de idade. A campanha vai até dia 31 de janeiro de 2025 e a imunização está disponível nos postos de saúde dos 62 municípios do Amazonas. O objetivo é prevenir casos graves e internações pela doença.</p>
<p>A prioridade continuará sendo a vacinação dos grupos prioritários que são mais vulneráveis a desenvolver complicações pela gripe. No entanto, o restante da população não vacinada, acima de 6 meses de idade, também terá a oportunidade de se imunizar.</p>
<p>De acordo com a secretária de Estado de Saúde, Nayara Maksoud, a ampliação do público-alvo para receber a vacina abre a oportunidade para que mais pessoas sejam imunizadas. “Com isso, conseguimos reduzir os riscos de internações e agravamentos”, destacou.</p>
<p>O Amazonas apresenta cobertura vacinal de 32,4% para os grupos prioritários, porém a meta preconizada é de 90%. Até o momento, foram aplicadas 458 mil doses no estado.</p>
<p>“Essa é uma oportunidade para quem queria se vacinar e não estava incluído nos grupos prioritários. Basta comparecer aos postos de vacinação, com caderneta de vacinação e documento, para atualizar o esquema vacinal”, disse a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim.</p>
<p>A gripe é uma infecção do sistema respiratório, provocada pelo vírus influenza que pode causar piora de doenças crônicas e respiratórias e complicações, como pneumonia, predominantemente em pessoas com doenças cardiovasculares e mulheres grávidas.</p>
<p>Grupos prioritários</p>
<p>A campanha de vacinação contra gripe no Amazonas estava disponível apenas para os grupos prioritários da campanha: crianças (6 meses a menores de 5 anos), trabalhadores da saúde, gestantes e puérperas, professores do ensino básico superior, povos indígenas, pessoas com 60 anos ou mais, profissionais das forças de segurança e salvamento, Forças Armadas, caminhoneiros e trabalhadores portuários, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário, população privada de liberdade e funcionários do sistema de privação de liberdade, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medida socioeducativas, pessoas com deficiência permanente, com doenças crônicas não transmissíveis e com condições clínicas especiais.</p>
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		<title>Vigilância em Saúde alerta para baixa procura por vacinação para mais de 10 imunizantes</title>
		<link>https://portalam.com.br/vigilancia-em-saude-alerta-para-baixa-procura-por-vacinacao-para-mais-de-10-imunizantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2024 12:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[No Dia Mundial da Saúde, neste domingo (07/04), a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dr. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), lança um alerta: todas as vacinas do Calendário Básico de Vacinação, destinado a menores de 2 anos, estão com cobertura abaixo da meta preconizada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia Mundial da Saúde, neste domingo (07/04), a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dr. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), lança um alerta: todas as vacinas do Calendário Básico de Vacinação, destinado a menores de 2 anos, estão com cobertura abaixo da meta preconizada pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>São 10 as vacinas disponíveis no Calendário Básico de Vacinação com cobertura vacinal baixa. As doses são para prevenir a ocorrência de doenças, como algumas formas graves da tuberculose, hepatite, difteria, tétano, coqueluche, febre amarela, paralisia infantil, pneumonia, doenças pulmonares, meningite, rotavírus, sarampo, caxumba, rubéola e varicela.</p>
<p>“São doenças evitáveis que a população pode prevenir por meio da vacinação. Na oportunidade deste Dia Mundial da Saúde, alertamos para a importância dos pais e responsáveis manterem os esquemas vacinais atualizados. São vacinas que estão disponíveis à população de forma gratuita”, enfatiza a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim.</p>
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<p class="has-text-align-center"><strong>Foto:</strong> Divulgação/FVS-RCP</p>
<p>Os dados mais recentes revelam uma lacuna preocupante na cobertura vacinal, colocando a comunidade em risco de surgimento de casos de doenças imunopreveníveis (passíveis de prevenção por meio da vacinação). Alexsandro Melo, responsável pela Vigilância Epidemiológica da FVS-RCP, destaca que a vacinação é uma das ferramentas mais poderosas à disposição para proteger a saúde pública.</p>
<p>“É importante que todos estejam com o esquema vacinal atualizado. A baixa cobertura vacinal pode deixar a população mais vulnerável à ocorrência de doenças e que podem deixar sequelas, como a paralisia infantil. A população não vacinada abre portas para que doenças possam voltar, como o sarampo”, acrescenta o responsável pela Vigilância Epidemiológica da FVS-RCP, Alexsandro Melo.</p>
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" class="wp-image-161474 lazyloaded" src="https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/FVS-RCP_Vacinacao-Dia-Mundial-da-Saude_FOTO-Divulgacao-FVS-RCP-2.jpg" sizes="(max-width: 771px) 100vw, 771px" srcset="https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/FVS-RCP_Vacinacao-Dia-Mundial-da-Saude_FOTO-Divulgacao-FVS-RCP-2.jpg 771w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/FVS-RCP_Vacinacao-Dia-Mundial-da-Saude_FOTO-Divulgacao-FVS-RCP-2-300x272.jpg 300w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/FVS-RCP_Vacinacao-Dia-Mundial-da-Saude_FOTO-Divulgacao-FVS-RCP-2-768x696.jpg 768w" alt="" width="771" height="699" data-srcset="https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/FVS-RCP_Vacinacao-Dia-Mundial-da-Saude_FOTO-Divulgacao-FVS-RCP-2.jpg 771w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/FVS-RCP_Vacinacao-Dia-Mundial-da-Saude_FOTO-Divulgacao-FVS-RCP-2-300x272.jpg 300w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/FVS-RCP_Vacinacao-Dia-Mundial-da-Saude_FOTO-Divulgacao-FVS-RCP-2-768x696.jpg 768w" data-src="https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/04/FVS-RCP_Vacinacao-Dia-Mundial-da-Saude_FOTO-Divulgacao-FVS-RCP-2.jpg" data-sizes="(max-width: 771px) 100vw, 771px" /></figure>
<p class="has-text-align-center"><strong>Foto:</strong> Divulgação/FVS-RCP</p>
<p>Coberturas vacinais</p>
<p>As metas de cobertura vacinal preconizadas pelo Ministério da Saúde são de 90% para as vacinas BCG e Rotavírus e 95% para as demais vacinas.</p>
<p>Seguem a cobertura vacinal de imunizantes do Calendário Básico de Vacinação para menores de 2 anos de idade. Vacinas a serem aplicadas ao nascer: BCG (69,9%), Hepatite B (71,2%). Menores de 1 ano de idade: Febre Amarela (80,4%), Polio (VIP) (90,8%), Pneumo 10 (87,6%), Meningo C (75,7%), Penta (90,8%), Rotavírus (87%).</p>
<p>Vacinas para 1 ano de idade: Hepatite A infantil (80,8%), Tríplice viral – 1ª Dose (96,7%).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Em Manaus, Central Integrada de Fiscalização multa cinco estabelecimentos por irregularidades</title>
		<link>https://portalam.com.br/em-manaus-central-integrada-de-fiscalizacao-multa-cinco-estabelecimentos-por-irregularidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Sep 2023 14:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[CIF]]></category>
		<category><![CDATA[fiscalização]]></category>
		<category><![CDATA[FVS]]></category>
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					<description><![CDATA[Sete bares e estabelecimentos foram multados, notificados e autuados durante ação da Central Integrada de Fiscalização (CIF), realizada entre a noite de ontem (22/09) e a madrugada deste sábado (23/09). Equipes dos órgãos envolvidos fiscalizaram estabelecimentos na área central e nos bairros São José Operário e São José III, na zona leste de Manaus. Em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sete bares e estabelecimentos foram multados, notificados e autuados durante ação da Central Integrada de Fiscalização (CIF), realizada entre a noite de ontem (22/09) e a madrugada deste sábado (23/09). Equipes dos órgãos envolvidos fiscalizaram estabelecimentos na área central e nos bairros São José Operário e São José III, na zona leste de Manaus.</p>
<p>Em um dos bares, localizado na rua Jonathas Pedrosa, no Centro, foram encontradas várias irregularidades. O local teve caixa de som amplificada apreendida pelos agentes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), por não ter licença ambiental. Além disso, o bar foi multado e teve suas mesas e cadeiras recolhidas por estarem em logradouro público; e foi autuado após ser constatada a venda de alimentos e bebidas sem licença sanitária.</p>
<p>Quatro locais alvo dos órgãos de fiscalização, todos localizados na rua Jonathas Pedrosa, no centro, tiveram o fornecimento de energia elétrica interrompido. Agentes da Amazonas Energia flagraram os estabelecimentos com ligações clandestinas a partir da rede de distribuição.</p>
<p>O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) autuou quatro estabelecimentos por não terem ou estarem com os documentos de Auto de Vistoria (AVCB) ou Auto de Conformidade de Processo Simplificado (ACPS) vencidos. Em um deles, localizado na rua Rio Dimiti, no bairro São Jose Operário, a Visa Manaus lavrou auto de infração por não ter licença sanitária para a manipulação e venda de alimentos e bebidas. E a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) realizou orientações durante a ação integrada.</p>
<p><strong>Efetivo da operação</strong></p>
<p>A CIF é coordenada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), e as ações de fiscalização contam com a representação de órgãos estaduais e municipais.</p>
<p>Participaram da ação servidores da SSP-AM; das polícias Militar (PM-AM) e Civil (PC-AM); Corpo de Bombeiros (CBMAM); Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc); Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP); Juizado de Infância e Juventude Infracional (Jiji); Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb); Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas); Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semseg), Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (Immu); Visa Manaus; e Amazonas Energia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Malária: Amazonas apresenta redução de 5,6% dos casos</title>
		<link>https://portalam.com.br/malaria-amazonas-apresenta-reducao-de-56-dos-casos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2023 14:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[FVS]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[Amazonas apresenta redução de 5,63% nos casos de malária registrados de janeiro a agosto deste ano, em comparação com o mesmo período de 2022. Os dados são da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria de Estado e Saúde do Amazonas (SES-AM), e reforça o alerta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Amazonas apresenta redução de 5,63% nos casos de malária registrados de janeiro a agosto deste ano, em comparação com o mesmo período de 2022. Os dados são da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria de Estado e Saúde do Amazonas (SES-AM), e reforça o alerta para as medidas de prevenção contra a doença, principalmente nos meses de setembro e outubro, que caracterizam a sazonalidade e a maior transmissão da doença.</p>
<p>A diretora presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, explica que durante todo ano há registro da doença, no entanto, é durante o período da vazante dos rios é que ocorre o maior número de casos.</p>
<p>“Neste período, as autoridades de saúde intensificam as ações no controle vetorial em seus territórios, mas também é necessário a participação da população para evitar o adoecimento”, alerta a diretora da FVS-RCP, Tatyana Amorim.</p>
<p>De acordo com os dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica (Sivep-Malária) e consolidado pela FVS-RCP, o Amazonas registrou, de janeiro a agosto deste ano, 36.994 casos confirmados da doença. Durante o mesmo período do ano passado, foram 39.077 casos da doença, uma redução de 5,63% da malária no estado.</p>
<p>A gerente de doenças transmitidas por vetores – (GDTV-Malária) da FVS-RCP, Myrna Barata, reforça que o esforço para o controle e eliminação da doença em nosso território exige a integração de diferentes esferas de gestão e, também, da saúde.</p>
<figure class="wp-block-image alignwide size-large"><img decoding="async" class="wp-image-144725 lazyloaded" src="https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/FVS-1_-AGENTE-DE-ENDEMIAS-FAZENDO-COMBATE-A-POSSIVEIS-CRIADOUROS-DO-MOSQUITO_FOTO_DIVULGACAO_FVS-1024x771.jpeg" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" srcset="https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/FVS-1_-AGENTE-DE-ENDEMIAS-FAZENDO-COMBATE-A-POSSIVEIS-CRIADOUROS-DO-MOSQUITO_FOTO_DIVULGACAO_FVS-1024x771.jpeg 1024w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/FVS-1_-AGENTE-DE-ENDEMIAS-FAZENDO-COMBATE-A-POSSIVEIS-CRIADOUROS-DO-MOSQUITO_FOTO_DIVULGACAO_FVS-300x226.jpeg 300w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/FVS-1_-AGENTE-DE-ENDEMIAS-FAZENDO-COMBATE-A-POSSIVEIS-CRIADOUROS-DO-MOSQUITO_FOTO_DIVULGACAO_FVS-768x578.jpeg 768w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/FVS-1_-AGENTE-DE-ENDEMIAS-FAZENDO-COMBATE-A-POSSIVEIS-CRIADOUROS-DO-MOSQUITO_FOTO_DIVULGACAO_FVS-1536x1156.jpeg 1536w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/FVS-1_-AGENTE-DE-ENDEMIAS-FAZENDO-COMBATE-A-POSSIVEIS-CRIADOUROS-DO-MOSQUITO_FOTO_DIVULGACAO_FVS-1568x1180.jpeg 1568w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/FVS-1_-AGENTE-DE-ENDEMIAS-FAZENDO-COMBATE-A-POSSIVEIS-CRIADOUROS-DO-MOSQUITO_FOTO_DIVULGACAO_FVS.jpeg 1600w" alt="" width="1024" height="771" data-srcset="https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/FVS-1_-AGENTE-DE-ENDEMIAS-FAZENDO-COMBATE-A-POSSIVEIS-CRIADOUROS-DO-MOSQUITO_FOTO_DIVULGACAO_FVS-1024x771.jpeg 1024w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/FVS-1_-AGENTE-DE-ENDEMIAS-FAZENDO-COMBATE-A-POSSIVEIS-CRIADOUROS-DO-MOSQUITO_FOTO_DIVULGACAO_FVS-300x226.jpeg 300w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/FVS-1_-AGENTE-DE-ENDEMIAS-FAZENDO-COMBATE-A-POSSIVEIS-CRIADOUROS-DO-MOSQUITO_FOTO_DIVULGACAO_FVS-768x578.jpeg 768w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/FVS-1_-AGENTE-DE-ENDEMIAS-FAZENDO-COMBATE-A-POSSIVEIS-CRIADOUROS-DO-MOSQUITO_FOTO_DIVULGACAO_FVS-1536x1156.jpeg 1536w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/FVS-1_-AGENTE-DE-ENDEMIAS-FAZENDO-COMBATE-A-POSSIVEIS-CRIADOUROS-DO-MOSQUITO_FOTO_DIVULGACAO_FVS-1568x1180.jpeg 1568w, https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/FVS-1_-AGENTE-DE-ENDEMIAS-FAZENDO-COMBATE-A-POSSIVEIS-CRIADOUROS-DO-MOSQUITO_FOTO_DIVULGACAO_FVS.jpeg 1600w" data-src="https://www.agenciaamazonas.am.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/FVS-1_-AGENTE-DE-ENDEMIAS-FAZENDO-COMBATE-A-POSSIVEIS-CRIADOUROS-DO-MOSQUITO_FOTO_DIVULGACAO_FVS-1024x771.jpeg" data-sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em><strong>FOTOS</strong>: Divulgação/FVS-RCP</em></figcaption></figure>
<p>“Atuamos junto às secretarias municipais de saúde, como também apoiamos as ações de combate em conjunto com os Distritos Sanitários de Saúde (Dsei), com objetivo de reduzir os números de casos da doença na área indígena”, ressaltou a gerente de GDVT- Malária, Myrna.</p>
<p><strong>Sobre a Malária</strong></p>
<p>A transmissão da malária acontece pela picada do mosquito Anopheles darlingi, que é o principal transmissor e hospedeiro definitivo da doença.</p>
<p>O principal local de transmissão são as áreas rurais, fator que a FVS-RCP orienta que caso a pessoa tenha ido para área de mata e após sete dias apresente os sintomas como febre, dor de cabeça, tremor e suor intenso, é fundamental que busque a unidade de diagnóstico de malária mais próximo.</p>
<p>Caso o diagnóstico seja positivo, o tratamento é ofertado de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é importante que seja feito o ciclo completo para evitar complicações mais graves da doença.</p>
<p><strong>Medidas de Prevenção</strong></p>
<p>A forma de prevenção da malária consiste no uso de roupas que protejam pernas e braços, tela nas janelas e portas, uso de mosquiteiros e repelentes.</p>
<p>Existem também as formas de proteção coletivas que que são: borrifação intradomiciliar, mosquiteiro impregnado com inseticida de longa duração (MILD), drenagem e aterros de criadouros, obras de saneamento para eliminação do vetor, limpeza das margens dos criadouros, modificação do fluxo da água e melhoramento da moradia e das condições de trabalho em áreas de transmissão ativa.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>FVS-RCP e Fiocruz Amazônia assinam acordo de cooperação para desenvolvimento de pesquisas científicas</title>
		<link>https://portalam.com.br/fvs-rcp-e-fiocruz-amazonia-assinam-acordo-de-cooperacao-para-desenvolvimento-de-pesquisas-cientificas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2023 20:01:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[FVS]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais sete pesquisas científicas de Vigilância em Saúde do Amazonas serão desenvolvidas no estado. O desenvolvimento dos novos projetos é fruto de parceria pactuada com assinatura de termos de cooperação técnica, nesta terça-feira (18/07), entre a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria de Estado de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais sete pesquisas científicas de Vigilância em Saúde do Amazonas serão desenvolvidas no estado. O desenvolvimento dos novos projetos é fruto de parceria pactuada com assinatura de termos de cooperação técnica, nesta terça-feira (18/07), entre a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), e a Fundação Oswaldo Cruz – Instituto Leônidas e Maria Deane (Fiocruz Amazônia).</p>
<p>A assinatura ocorreu na sede da Fiocruz Amazônia, na zona centro-sul de Manaus. Participaram do ato, pesquisadores das duas instituições. Cada uma das pesquisas possui dupla coordenação, uma da FVS-RCP e outra da Fiocruz Amazônia. Com a parceria interinstitucional, o objetivo é que haja o fortalecimento da pesquisa científica em Vigilância em Saúde no Amazonas por meio de ações colaborativas na ciência.</p>
<p>De acordo com a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, a pactuação dos estudos científicos fortalece a missão da Fundação. “As pesquisas possuem temáticas que destacam a vigilância e o controle de doenças. Trata-se de momento inédito mediante ações integradas das vigilâncias para atender o compromisso pela melhoria da qualidade de vida da população”, destaca.</p>
<p>A diretora da Fiocruz Amazônia, Adele Benzaken, destaca que o ato de assinatura ocorreu de forma inédita. “É a formalização do fortalecimento da Vigilância no Estado do Amazonas. Esse trabalho já vinha sendo realizado, mas, com a assinatura desses sete acordos de cooperação, formaliza-se essa parceria com a Fundação de Vigilância em Saúde”, disse.</p>
<p>Ronildo Baiatone é subgerente de entomologia do Departamento de Vigilância Ambiental (DVA) da FVS-RCP e é coordenador de duas pesquisas científicas que fazem parte do acordo de cooperação técnica. “Essa parceria é um ganho para as duas instituições e para o Estado do Amazonas, levando em consideração que, enquanto Vigilância em Saúde do Amazonas devemos antecipar eventos de saúde pública”, disse.</p>
<p>Coordenador de pesquisa, pela Fiocruz Amazônia, também contemplada no acordo, o virologista e pesquisador da Fiocruz Amazônia, Felipe Naveca, destaca que a parceria fortalece a melhoria das ações de controle de doenças. “Essa capilaridade da FVS, com profissionais que conhecem bem o interior do Estado, nos fornece as condições de fazer o projeto de uma melhor maneira”, enfatiza.</p>
<p>O evento de assinatura contou com a presença de representantes da SES-AM, Fundação de Medicina Tropical – Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), Fundação Hospitalar Alfredo da Matta e Organização da Sociedade Civil.</p>
<p><strong>Pesquisas científicas</strong></p>
<p>Abaixo as temáticas das pesquisas científicas pactuadas durante o ato de assinatura de cooperação técnica entre FVS-RCP e Fiocruz Amazônia e respectivos coordenadores por instituição:</p>
<p><strong>Pesquisa 1:</strong> Implementar e promover ações de educação em saúde para a vigilância integrada e controle de doenças transmitidas por vetores e reservatórios na Amazônia. Coordenador FVS-RCP: Dr. Ronildo Baiatone Alencar. Coordenador Fiocruz Amazônia: Dr. Sérgio Luiz Bessa Luz.</p>
<p><strong>Pesquisa 2:</strong> Apoiar a vigilância laboratorial de patógenos emergentes, reemergentes e/ou negligenciados no estado do Amazonas. Coordenadora FVS-RCP: Dra. Marlúcia da Silva Garrido. Coordenador Fiocruz Amazônia: Dr. Pritesh Jaychand Lalwani.</p>
<p><strong>Pesquisa 3:</strong> Compreender a epidemiologia de SARS-CoV-2 na cidade de Manaus, no Amazonas.  Coordenador FVS-RCP: Dr. Jaidson Nandi Becker. Coordenador Fiocruz Amazônia: Dr. Pritesh Jaychand Lalwani.</p>
<p><strong>Pesquisa 4:</strong> Vigilância em saúde de enfrentamento das morbimortalidades por causas externas, com a finalidade das ações de investigação e promoção de saúde no trânsito em prol da redução das lesões e mortes causadas por acidentes de trânsito. Coordenadora FVS-RCP: Especialista Tatiana Souza Araújo. Coordenador Fiocruz Amazônia: Dr. Marcilio Sandro de Medeiros.</p>
<p><strong>Pesquisa 5:</strong>  Apoiar a vigilância entomológica de insetos vetores de patógenos emergentes, reemergentes e/ou negligenciados no estado do Amazonas. Coordenador FVS-RCP: Dr. Ronildo Baiatone Alencar. Coordenadora Fiocruz Amazônia: Dra. Claudia María Ríos Velásquez.</p>
<p><strong>Pesquisa 6:</strong> Fortalecimento da Política de IST/HIV/AIDS e Hepatites Virais no Estado do Amazonas. Coordenador FVS-RCP: Dr. Daniel Barros de Castro. Coordenador Fiocruz Amazônia: Dra. Stefanie Costa Pinto Lopes.</p>
<p><strong>Pesquisa 7:</strong> Apoiar a vigilância laboratorial de patógenos emergentes, reemergentes e/ou negligenciados no estado do Amazonas. Coordenadora FVS-RCP: Dra. Marlúcia da Silva Garrido. Coordenador Fiocruz Amazônia: Dr. Felipe Gomes Naveca.</p>
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		<title>FVS completou 19 anos de existência e avança na prevenção a doenças no Amazonas</title>
		<link>https://portalam.com.br/fvs-completou-19-anos-de-existencia-e-avanca-na-prevencao-a-doencas-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 12:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[FVS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Wilson Lima]]></category>
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					<description><![CDATA[Completando 19 anos de existência neste sábado (03/06), a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas &#8211; Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), consolida-se como instituição de prevenção a doenças e agravos no Amazonas, avançando cada vez mais na promoção da saúde pública e no monitoramento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Completando 19 anos de existência neste sábado (03/06), a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas &#8211; Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), consolida-se como instituição de prevenção a doenças e agravos no Amazonas, avançando cada vez mais na promoção da saúde pública e no monitoramento epidemiológico no estado do Amazonas.</p>
<p>A FVS-RCP foi concebida com o objetivo de monitorar, controlar e prevenir doenças, bem como desenvolver pesquisas em saúde no Amazonas. Durante seus 19 anos de existência, a instituição tem sido um ponto de referência para o desenvolvimento de estratégias e políticas de saúde, eficazes na vigilância em saúde, pelo Governo do Amazonas.</p>
<p>Com 9,1 milhões de doses de vacina contra a Covid-19 aplicadas no estado, a FVS-RCP atua em parceria com as Secretarias Municipais de Saúde (Semsa) dos 62 municípios no enfrentamento ao vírus SARS-CoV-2. Os esforços seguem firmes, mesmo após a Organização Mundial de Saúde (OMS) ter declarado o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional da doença.</p>
<p>O enfrentamento segue também contra a Mpox, que também já foi encerrada pela OMS como Emergência em Saúde Pública Internacional. Da mesma forma, os esforços permanecem sendo intensificados contra as doenças já conhecidas pelo Amazonas, como dengue, malária, febre amarela e outras Doenças de Notificação Compulsórias (DNC) de importância epidemiológica e influenciadas por fatores sazonais.</p>
<p>No combate à malária, por exemplo, são distribuídos anualmente equipamentos para enfrentamento à doença aos 61 municípios do interior do Estado. Este ano, foram distribuídos 627 itens, entre motocicletas, botes, balanças e microscópios bacteriológicos. A instituição atua nos esforços para a eliminação da malária até 2035.</p>
<p>“Temos orgulho em dizer que a FVS-RCP busca sempre a excelência nas ações e estratégias de prevenção, controle e vigilância, além de promover a capacitação de profissionais de saúde. Também destacamos o monitoramento de dados que, consolidados, desempenham papel importante na atuação da FVS-RCP, fornecendo subsídios para tomada de decisões e formação de políticas públicas de saúde”, destaca a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim.</p>
<p>A diretora-presidente acrescenta que já são mais de 8 mil usuários da plataforma online de capacitação da FVS-RCP sobre cursos gratuitos de Vigilância em Saúde, disponível em: <a href="http://cead.fvs.am.gov.br:84/">http://cead.fvs.am.gov.br:84/</a></p>
<p>O monitoramento de dados epidemiológicos, citado por Tatyana, estão inseridos no quesito transparência governamental. Com boletins ampliados e painéis de monitoramentos, a instituição também atua com informes para dar conhecimento à população sobre o período sazonal de doenças, a exemplo dos informes de dengue, mpox, Covid-19, divulgados semanalmente.</p>
<p>Entre as áreas de destaque da instituição estão as vigilâncias epidemiológica, sanitária, ambiental e laboratorial. Por meio do Laboratório Central de Saúde Pública do Amazonas (Lacen-AM), via Laboratório de Fronteira (Lafron), no Alto Solimões, foi implementada, em janeiro, a vigilância epidemiológica para monitoramento de vírus respiratórios no Estado na região da tríplice fronteira, de grande circulação de pessoas entre Brasil, Colômbia e Peru.</p>
<p>Outro destaque dos 19 anos da FVS-RCP, é a coordenação estadual do Programa Nacional de Imunizações (PNI), responsável por coordenar a vacinação no estado do Amazonas, que é operacionalizada pelas Semsas.</p>
<p>“O programa tem sido fundamental para alcançar altas coberturas vacinais e reduzir a incidência de doenças imunopreveníveis. Sabemos que há desafios, como a geografia do Estado e ondas de descrédito em relação à vacina. No entanto, trabalhamos com a experiência da imunização em reduzir a gravidade de casos, a exemplo da redução de casos de Covid-19 que estamos testemunhando”, acrescenta o diretor técnico da FVS-RCP, Daniel Barros.</p>
<p>Em ações de busca ativa, a FVS-RCP, em conjunto com a Semsa Manaus, realizou a aplicação de vacinas em supermercados, buscando chegar mais perto da população e facilitando, ainda mais, o acesso à imunização.</p>
<p><strong>Estrutura e investimento</strong></p>
<p>Desde janeiro deste ano, o armazenamento e distribuição de vacinas e soros ocorre por meio da nova estrutura para este fim: o Centro de Distribuição de Imunobiológicos do Amazonas, inaugurado pelo governador Wilson Lima, é um espaço modular pioneiro no país para monitorar a temperatura de mais de 10 milhões de vacinas, além de soros terapêuticos.</p>
<p>O espaço possui 227 metros quadrados e possui sistema de abastecimento de energia próprio, minimizando o risco de perda de imunizantes. Foram distribuídas mais 1,3 milhão de doses de imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação no primeiro trimestre de 2023.</p>
<p><strong>Orgulho em “Ser FVS”</strong></p>
<p>Poder levar ações e promover estratégias para prevenir doenças, contribuindo para a melhorar a saúde da população, é uma das grandes motivações para quem trabalha na instituição e passa a “Ser FVS”, independentemente da vigilância em que atua e da atividade que desempenha.</p>
<p>“É extremamente gratificante, para mim, trabalhar na Vigilância em Saúde. Atuando no Controle de Infecções me sinto realizada em poder contribuir de forma contundente para a melhoria de saúde da população”, destaca Evelyn Campelo, coordenadora da Comissão Estadual de Prevenção e Controle de Infecção em Serviços de Saúde (Ceciss), na FVS-RCP.</p>
<p>Rauane Teixeira é técnica no Departamento de Vigilância Epidemiológica da FVS-RCP. Ela destaca como atuar na FVS a auxilia no entendimento das estratégias de saúde vigente e como intensificar nas melhorias. “Estamos sempre buscando fazer um trabalho de excelência para resultar em diferentes melhorias, como reduzir tempo de tratamento, capacitar profissionais de saúde e, no fim de tudo, contribuir para a saúde pública”, afirma.</p>
<p>Neste 19º aniversário de existência, a FVS-RCP celebra as conquistas e reafirma o compromisso em continuar trabalhando para enfrentar os desafios da saúde pública. A instituição permanece firme no propósito de proteger a saúde dos amazonenses, promovendo a prevenção, o controle de doenças e a promoção do bem-estar de toda a população.</p>
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		<title>FVS confirma casos de zika em gestantes no Amazonas e alerta para prevenção à doença</title>
		<link>https://portalam.com.br/fvs-confirma-casos-de-zika-em-gestantes-no-amazonas-e-alerta-para-prevencao-a-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 16:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[Para intensificar a prevenção contra zika, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas &#8211; Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), divulga, nesta segunda-feira (15/05), um alerta de risco voltado ao fortalecimento da vigilância em saúde contra a doença. A intensificação se estende a toda a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para intensificar a prevenção contra zika, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas &#8211; Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), divulga, nesta segunda-feira (15/05), um alerta de risco voltado ao fortalecimento da vigilância em saúde contra a doença. A intensificação se estende a toda a população para a prevenção à doença, principalmente em gestantes.</p>
<p>No Amazonas, em 2023 (até 6 de maio), houve o registro de 119 casos confirmados de zika, sendo 19 em gestantes. Pela FVS-RCP, o alerta de risco é emitido pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) e está disponível em: .</p>
<p>De acordo com Roberta Lima Danielli, do CIEVS no Amazonas, as recomendações epidemiológicas incluem a sensibilização de profissionais de saúde para suspeita de casos de zika em gestantes, principalmente nos municípios onde não houve casos registrados, além de manter a vigilância nas demais cidades.</p>
<p>“O alerta é para que seja intensificado o monitoramento com o fortalecimento de ações integradas, com as equipes de atenção à saúde e com as equipes de outras vigilâncias, para aprimorar a investigação bem como o controle vetorial do mosquito Aedes aegypti, que transmite as arboviroses, incluindo a zika”, destaca Roberta.</p>
<p>O documento também recomenda a busca ativa, intensificação de controle do vetor, especialmente em áreas de transmissão confirmada de zika, além da notificação imediata de casos suspeitos ou confirmados da doença, por parte das Secretarias Municipais de Saúde.</p>
<p><strong>Zika em gestantes</strong></p>
<p>A zika é uma arbovirose causada pelo vírus zika que é transmitido pela picada de fêmeas do mosquito Aedes aegypti. O vírus está associado a casos graves de malformações congênitas e distúrbios neurológicos, incluindo a síndrome de Guillain-Barré e anormalidades em fetos e recém-nascidos, como as malformações congênitas em que se destaca a microcefalia.</p>
<p><strong>Prevenção</strong></p>
<p>Assim como as demais arboviroses, como dengue e chikungunya, a prevenção à zika é a prevenção às picadas do mosquito Aedes aegypti. Com a eliminação de criadouros do mosquito, as chances de transmissão das doenças reduzem. Portanto, para evitar a doença, a recomendação é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença.</p>
<p>A orientação é a adoção da lista de verificações (checklist) semanal, de 10 minutos de duração, de modo que a população possa agir para identificar os possíveis criadouros, como garrafas, vasos de plantas, pneus, bebedouros de animais, sacos plásticos, lixeiras, tambores e caixas d’água.</p>
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		<item>
		<title>FVS alerta sobre os riscos da automedicação e o armazenamento incorreto de medicamentos</title>
		<link>https://portalam.com.br/fvs-alerta-sobre-os-riscos-da-automedicacao-e-o-armazenamento-incorreto-de-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2023 16:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o objetivo de orientar sobre riscos de automedicação, responsabilidade no armazenamento e no uso de medicamentos, o Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas &#8211; Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), instituição vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), lançou, nesta quarta-feira (03/05), a campanha “Cuidados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de orientar sobre riscos de automedicação, responsabilidade no armazenamento e no uso de medicamentos, o Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas &#8211; Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), instituição vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), lançou, nesta quarta-feira (03/05), a campanha “<strong>Cuidados com Medicamentos e os Riscos da Automedicação</strong>”.</p>
<p>A abertura da campanha aconteceu no Centro Universitário Fametro, localizado no bairro Chapada, zona centro-sul de Manaus. A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, esteve presente e destacou a importância da iniciativa, que acontece nos dias 3 e 5 de maio e conta com 26 parceiros, entre instituições públicas e privadas.</p>
<p>“É importante do ponto de vista da sensibilização, de alcançar o maior público e, nesse caso, para chamar atenção para o uso racional dos medicamentos. Aqui é um alerta para a questão da preocupação com a automedicação”, disse.</p>
<p>O chefe do Departamento de Vigilância Sanitária, Jackson Alagoas, pontuou os riscos mais comuns na automedicação. “O principal risco é a intoxicação, principalmente os idosos e crianças, que já fazem uso de outros medicamentos. O uso irregular também pode mascarar uma doença e até mesmo gerar um acidente de trabalho. Por exemplo, pessoas que tomam antidepressivos, ansiolíticos e medicamentos antialérgicos, que causam sonolência”, alertou.</p>
<p>A estudante do 2º período de Farmácia, Beatriz Nunes, soube que a palestra ia acontecer na unidade de ensino em que estuda e correu para garantir um lugar no auditório. Segundo ela, ter acesso a esse tipo de conteúdo já no início do curso agrega muito. “Conhecimento é sempre bom e essa é uma grande oportunidade para os alunos que realmente desejam se destacar no futuro e querem ser farmacêuticos responsáveis”, destacou.</p>
<p>Nesta sexta-feira (05/05), a campanha será realizada no estacionamento recuado do Complexo Turístico da Ponta Negra, no bairro Ponta Negra, zona oeste de Manaus, das 17h às 21h. Na ocasião, a FVS-RCP realizará ações de saúde em conjunto com os outros 26 parceiros.</p>
<p>No local, a população terá acesso, ainda, à exposições e atividades de caráter educativo, como ações de Educação em Saúde sobre tuberculose, HIV/Aids, sífilis e hepatites virais; exposição sobre os 50 anos do Laboratório Central do Amazonas (Lacen-AM); projeto RespirAr e Programa Esporte e Lazer na Capital e Interior (+Pelci), feira itinerante de produtos regionais; emissão de carteira do idoso para estacionamento; e distribuição de mudas arbóreas.</p>
<p>Também faz parte da ação na Ponta Negra palestra sobre políticas sobre drogas (dependência de medicamentos), uso irracional de analgésicos e uso indiscriminado de fitoterápicos; jogos interativos sobre uso racional de medicamentos; exposição de atividades exitosas e extracurriculares relacionadas à saúde; vacinação para quem tem 12 anos ou mais; iniciativas “Farmácia Viva” e “UR de Fitoterápicos”; apresentação de danças e teatro; aferição de pressão arterial; exposição de maquetes de criadouros de mosquitos; e testagem rápida para HIV, sífilis e hepatites B e C.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>FVS alerta sobre os cuidados na compra de pescados para a Semana Santa</title>
		<link>https://portalam.com.br/fvs-alerta-sobre-os-cuidados-na-compra-de-pescados-para-a-semana-santa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 13:27:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Semana Santa]]></category>
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					<description><![CDATA[Na Semana Santa, é tradição o alimento mais presente na mesa das famílias católicas ser o peixe. No entanto, é necessário ter atenção na hora de comprar e armazenar o alimento. Visando o consumo de alimentos de qualidade, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas &#8211; Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na Semana Santa, é tradição o alimento mais presente na mesa das famílias católicas ser o peixe. No entanto, é necessário ter atenção na hora de comprar e armazenar o alimento. Visando o consumo de alimentos de qualidade, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas &#8211; Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), lista as orientações para auxiliar quem vai adquirir o pescado.</p>
<p>As orientações são necessárias para garantir a qualidade do peixe, que é um alimento perecível. &#8220;A atenção na hora de comprar peixe é crucial, não apenas para garantir a qualidade e segurança alimentar do produto, mas, também, para preservar a saúde e bem-estar dos consumidores”, destaca o chefe do Departamento de Vigilância Sanitária da FVS-RCP, Jackson Alagoas.</p>
<p>Outras orientações incluem a atenção para escolher o local onde será comprado o alimento, observando a higiene, além das condições adequadas para armazenamento e conservação do produto. Conforme as orientações da Vigilância Sanitária, os peixes resfriados (temperatura de geladeira) devem ser mantidos entre 1º e 7ºC. E os peixes congelados devem seguir abaixo de -18ºC.</p>
<p>Os peixes devem ter as brânquias úmidas e brilhantes e apresentar uma cor avermelhada ou rosa. “Atente-se muito à aparência das vísceras que não podem estar se desfazendo, e das escamas, que não podem soltar facilmente. A carne deve estar com boa textura e firme às espinhas e ossos”, destaca Augusto Kluczkovski, médico veterinário e fiscal de saúde da Vigilância Sanitária da FVS-RCP.</p>
<p>Após a compra, os cuidados com higiene permanecem sendo importantes. Os cuidados sanitários incluem: que os peixes sejam mantidos em temperatura de refrigeração ou congelamento até o consumo e manipulados em local limpo e com as mãos bem lavadas. Na preparação do alimento, é importante ficar atento à quantidade de sal que os alimentos contêm, alguns deles podem causar aumento de pressão arterial. Para dessalgar, basta colocar o pescado por 24 horas na geladeira, em um vasilhame com água, fazendo a troca da água a cada quatro horas.</p>
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		<item>
		<title>No Amazonas, FVS registra mais dois casos suspeitos de varíola dos macacos</title>
		<link>https://portalam.com.br/no-amazonas-fvs-registra-mais-dois-casos-suspeitos-de-variola-dos-macacos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jul 2022 21:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Varíola dos Macacos]]></category>
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					<description><![CDATA[Manaus (AM) &#8211; O Amazonas registrou mais dois casos suspeitos de varíola dos macacos nesta sexta-feira (29), segundo a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM). Na última quarta-feira (27), o órgão confirmou o primeiro caso da doença no estado. Os dois novos casos suspeitos são de dois homens, com idade entre 20 e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) &#8211; O Amazonas registrou mais dois casos suspeitos de varíola dos macacos nesta sexta-feira (29), segundo a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM). Na última quarta-feira (27), o órgão confirmou o primeiro caso da doença no estado.</p>
<p>Os dois novos casos suspeitos são de dois homens, com idade entre 20 e 30 anos, com histórico de viagem recente a outros estados brasileiros.</p>
<p>Os casos foram notificados nos dias 27 e 28 de julho deste ano. As investigações dos dois casos seguem a cargo do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Manaus (CIEVS-Manaus) da Secretaria Municipal de Saúde de Manaus.</p>
<p>Conforme as investigações do CIEVS Manaus, os dois homens apresentaram adenomegalia (aumento dos gânglios linfáticos do pescoço), dor de cabeça, náuseas, vômito, fraqueza muscular, febre, dor de garganta e erupções na pele em evolução sugestivas para Monkeypox.</p>
<p>Os dois pacientes foram atendidos pela Fundação de Medicina Tropical – Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), em Manaus.</p>
<p>A amostra de um dos pacientes foi coletada e encaminhada ao Laboratório Central de Saúde Pública do Amazonas (Lacen-AM), na FVS-AM. O segundo caso suspeito está em investigação e a amostra, quando coletada, será também encaminhada ao Lacen-AM.</p>
<p>As amostras serão submetidas a exames realizados pelo Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia). Por protocolo nacional, uma segunda amostra de cada um dos pacientes será encaminhada ao Lacen da Fundação Ezequiel Dias (Lacen/Funed), em Minas Gerais, também para diagnóstico.</p>
<p>Conforme a FVS-AM, os pacientes encontram-se estáveis, recuperando-se em domicílio e em isolamento. A investigação domiciliar acerca do caso segue, pelo CIEVS Manaus.</p>
<p>Até esta sexta-feira (29), o Amazonas apresenta um caso confirmado para Monkeypox. O paciente encontra-se estável, recuperando-se em domicílio e em isolamento.</p>
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		<item>
		<title>Fiocruz aponta que variante Delta passou a ser a mais frequente no Amazonas, com 89% dos casos de Covid-19  </title>
		<link>https://portalam.com.br/fiocruz-aponta-que-variante-delta-passou-a-ser-a-mais-frequente-no-amazonas-com-89-dos-casos-de-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Oct 2021 12:30:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM) e a Fundação de Vigilância em Saúde – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) emitiram, nesta quarta-feira (27/10), Comunicado de Risco, notificando os municípios sobre a predominância no estado de 89% dos casos de Covid-19 pela Variante de Preocupação (VOC) Delta (B.1.617) do novo coronavírus (Sars-CoV-2). O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="message93612" class="Message message-list-item first-in-group open shown" data-message-id="93612">
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<p class="text-content" dir="auto">A Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM) e a Fundação de Vigilância em Saúde – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) emitiram, nesta quarta-feira (27/10), Comunicado de Risco, notificando os municípios sobre a predominância no estado de 89% dos casos de Covid-19 pela Variante de Preocupação (VOC) Delta (B.1.617) do novo coronavírus (Sars-CoV-2).</p>
<p class="text-content" dir="auto">O alerta, feito por meio do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde do Amazonas (Cievs-AM), está publicado nos sites da FVS-RCP (<a class="text-entity-link long-word-break-all" dir="auto" title="https://www.fvs.am.gov.br/media/publicacao/COMUNICADO__INTRODUCAO_E_AUMENTO_DE_VARIANTES_REDE_CIEVS_27.10.2021.pdf" href="https://www.fvs.am.gov.br/media/publicacao/COMUNICADO__INTRODUCAO_E_AUMENTO_DE_VARIANTES_REDE_CIEVS_27.10.2021.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">https://www.fvs.am.gov.br/media/publicacao/COMUNICADO__INTRODUCAO_E_AUMENTO_DE_VARIANTES_REDE_CIEVS_27.10.2021.pdf</a>) e da SES-AM (<a class="text-entity-link long-word-break-all" dir="auto" title="http://www.saude.am.gov.br/links/notas/nt_cievs.pdf" href="http://www.saude.am.gov.br/links/notas/nt_cievs.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.saude.am.gov.br/links/notas/nt_cievs.pdf</a>).</p>
<p class="text-content" dir="auto">O documento toma como fonte o resultado de estudo sobre vigilância genômica realizado pelo Instituto Leônidas Maria Deane – Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Amazônia), publicado em 26 de outubro de 2021 e comunicado na mesma data ao Cievs nacional.</p>
<p>O comunicado informa que, a partir de novos resultados de exames de RT-PCR processados pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Amazonas (Lacen-AM), amostras foram submetidas ao sequenciamento pela Fiocruz Amazônia, resultando em 173 novas amostras confirmadas para a Delta, e 2 amostras confirmadas para a Variante de Interesse (VOI) Mu. No total, até a presente data, diz o documento, foram detectados 197 casos de Delta e 4 casos da Mu no Amazonas, demonstrando maior frequência da variante Delta (89%), sobretudo na capital Manaus.</p>
<p>Anteriormente a este período, prossegue o comunicado, o último alerta emitido pelo Cievs Amazonas, no dia 28 de setembro deste ano, após recebimento de resultados da Fiocruz-AM, indicava o total de 24 casos de Delta no estado.</p>
<p>A partir dos novos resultados, a distribuição dos casos da variante Delta no Amazonas é a seguinte: Manaus (176), Parintins (13), Maués (3), Manacapuru (2), Fonte Boa (1), Itacoatiara (1) e São Paulo de Olivença (1). Com relação à Variante de Interesse (VOI) Mu, esta foi primeiramente encontrada na cidade de Tabatinga (a 1.108 quilômetros da capital), em agosto de 2021. Foram três casos confirmados em Tabatinga, em agosto, e um em Manaus, em setembro.</p>
<p>Diante do novo cenário, o documento da SES-AM e FVS-RCP orienta para recomendações a serem seguidas pela rede pública de saúde, dentre os quais o fortalecimento da vigilância ativa e intensificação da vacinação.<br />
<strong><br />
Período investigado </strong></p>
<p class="text-content" dir="auto">Segundo a Fiocruz Amazônia, o estudo analisa os genomas das amostras coletadas no período de julho a outubro de 2021, pela FVS-RCP, e processadas no Lacen-AM.</p>
<p>Conforme o estudo, realizado pelo coordenador da Vigilância Genômica do laboratório de referência da Fiocruz Amazônia, Felipe Naveca, a frequência da variante Delta aumentou progressivamente no período estudado, saindo de 1% dos casos em julho, saltando para 6% em agosto, 40% em setembro e chegando a 89% dos casos na primeira quinzena de outubro.</p>
<p>“Os números mostram um claro aumento da frequência de Delta no Amazonas, que passou a ser dominante, substituindo a linhagem Gama (P1), em aproximadamente dois meses desde a sua primeira detecção no estado, na data de 21 de julho”, destaca o pesquisador. Apesar disso, conforme observado por Naveca, a substituição da variante Gama pela Delta não foi acompanhada de aumento no número de casos confirmados de Covid-19 notificados no Amazonas.</p>
<p>A diretora-presidente interina da FVS-RCP, Adriana Elias, destaca que o atual cenário epidemiológico da Covid-19 no Amazonas sugere que o avanço da vacinação contra a infecção no estado está impedindo um novo aumento de casos confirmados da doença, mesmo na presença da variante Delta com transmissão comunitária (ocorrência de casos sem vínculo a um caso confirmado).</p>
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<div class="WebPage-text"><a class="site-name long-word-break-all" dir="auto" title="https://www.fvs.am.gov.br/media/publicacao/COMUNICADO__INTRODUCAO_E_AUMENTO_DE_VARIANTES_REDE_CIEVS_27.10.2021.pdf" href="https://www.fvs.am.gov.br/media/publicacao/COMUNICADO__INTRODUCAO_E_AUMENTO_DE_VARIANTES_REDE_CIEVS_27.10.2021.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">fvs.am.gov.br/media/publicacao/COMUNICADO__INTRODUCAO_E_AUMENTO_DE_VARIANTES_REDE_CIEVS_27.10.2021.pdf</a></div>
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<p><span class="MessageMeta" dir="ltr"><span class="message-time">15:02</span></span></div>
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<div class="message-content text has-shadow has-solid-background" dir="auto">
<div class="content-inner" dir="auto">
<p class="text-content with-meta" dir="auto">“É importante lembrar que o novo coronavírus continua em circulação no estado, e o surgimento de mutações pode acontecer, porque se trata da evolução do vírus. Por isso, é tão importante que as pessoas façam adesão à vacinação contra Covid-19 que é a principal arma para conter a pandemia, inclusive enfrentar a variante Delta”, disse Adriana Elias.</p>
<p>A diretora-presidente interina acrescentou que também devem ser mantidas as demais medidas preventivas à infecção, como uso de máscara de proteção respiratória, higienização das mãos, distanciamento social e evitar aglomerações de pessoas.</p>
<p><strong>Sazonalidade </strong></p>
<p class="text-content with-meta" dir="auto">A FVS-RCP alerta que o Amazonas se encontra em período de transição para o período chuvoso neste mês de outubro. A ocorrência das chuvas constantes representa período de sazonalidade para a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), síndrome respiratória infecciosa associada à Covid-19, que pode levar a complicações clínicas e internações hospitalares, podendo ser considerada uma complicação da síndrome gripal.</p>
<p>“A chegada do inverno amazônico e a proximidade das festas de fim de ano são momentos em que há tradicionalmente aglomeração de pessoas. Por isso, seguimos insistindo que é preciso continuar avançando com a vacinação contra Covid-19 para que não haja aumento exponencial de casos, em especial com a predominância da variante Delta”, alerta Adriana Elias.</p>
<p><strong>Cenário </strong></p>
<p class="text-content with-meta" dir="auto">O Boletim Diário de Covid-19, edição 569, na terça-feira (26/10), informou o diagnóstico de 32 novos casos de Covid-19, totalizando 427.523 casos da doença no estado.</p>
<p>Dados parciais do Programa Nacional de Imunização (PNI) apontam que 4.457.910 doses foram aplicadas em todo o Amazonas até esta terça-feira (26/10), sendo 2.595.699 de primeira dose, 1.753.096 de segunda dose, 51.228 com dose única e 57.887 de terceira dose (dose de reforço). A informação está disponível no site da FVS-RCP (<a class="text-entity-link" dir="auto" title="https://www.fvs.am.gov.br" href="https://www.fvs.am.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.fvs.am.gov.br</a>).
</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Vigilância em Saúde do Amazonas alerta para importância de prevenção à leptospirose</title>
		<link>https://portalam.com.br/vigilancia-em-saude-do-amazonas-alerta-para-importancia-de-prevencao-a-leptospirose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Oct 2021 19:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
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		<category><![CDATA[Doença]]></category>
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		<category><![CDATA[Solo]]></category>
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					<description><![CDATA[Os casos confirmados de leptospirose seguem em estabilidade nos últimos dois anos no Amazonas. No entanto, o período de vazante dos rios, após o período chuvoso, é o de sazonalidade da doença no estado, e a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) alerta para a prevenção à moléstia, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos confirmados de leptospirose seguem em estabilidade nos últimos dois anos no Amazonas. No entanto, o período de vazante dos rios, após o período chuvoso, é o de sazonalidade da doença no estado, e a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) alerta para a prevenção à moléstia, que é causada por roedores e de notificação compulsória.</p>
<p>De janeiro a setembro de 2021, foram registrados 23 casos confirmados de leptospirose no Amazonas. Foram 25 casos registrados de janeiro a setembro de 2020. Em todo o ano passado, foram 31 infectados, conforme dados compilados pelo Departamento de Vigilância Epidemiológica da FVS-RCP (DVE/FVS-RCP).</p>
<p>Segundo a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, o padrão de comportamento da leptospirose é demonstrar elevação do número de casos na vazante dos rios. “Com as enchentes, os ratos se misturam ao meio ambiente, contaminando água, solo e alimentos. Na vazante, a urina desses animais fica mais concentrada e aumenta a possibilidade de contaminação com a bactéria”, destaca Tatyana.</p>
<p>Uma das medidas de prevenção, segundo o gerente de Doenças Transmissíveis da FVS-RCP, Alexsandro Melo, é realizar o controle de roedores nas áreas habitadas. “São questões como acondicionamento e destino adequado do lixo, armazenamento apropriado de alimentos, desinfecção e vedação de caixas d’água e de demais frestas em portas e paredes”, cita Alexsandro.</p>
<p>A coordenadora do Programa de Leptospirose do Amazonas, pela FVS-RCP, Vanieli Cappallesso, alerta que é possível ser contaminado com a doença mais de uma vez.</p>
<p>“A pessoa pode ser infectada com outro subtipo de sorovar (variante sorológica corresponde a um grupo de leptospiras). Já são catalogados mais de 200 sorovares”, afirma Vanieli, acrescentando que o tratamento pode ser realizado em qualquer Unidade Básica de Saúde (UBS) dos municípios.</p>
<p><strong>Vigilância </strong></p>
<p>A Nota Técnica nº 31/2021 DVE/Ditec/FVS-RCP, divulgada no site da FVS-RCP, orienta os profissionais de saúde sobre as ações de Vigilância Epidemiológica que envolvem notificação oportuna dos casos de leptospirose, diagnóstico, tratamento e encerramento no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde.</p>
<p><strong>Zoonose </strong></p>
<p>A leptospirose é uma zoonose causada pela bactéria Leptospira presente na urina de roedores das espécies Rattus norvegicus (ratazana ou rato de esgoto), Rattus rattus (rato de telhado ou rato preto) e Mus musculus (camundongo ou catita) que com as enchentes se misturam ao meio ambiente contaminando água, solo e alimentos com urina.</p>
<p>A doença é de notificação compulsória, e o quadro clínico varia desde infecção assintomática até quadros graves que podem levar o paciente a óbito. A definição de caso suspeito de leptospirose é quem apresentar febre, dor de cabeça e muscular e que se enquadre em critérios que incluem exposição a enchentes, esgoto, fossas, lixo e entulho.</p>
<p><strong>Referência </strong></p>
<p>A FVS-RCP é responsável pela Vigilância em Saúde do Amazonas, que inclui ações de prevenção das doenças não transmissíveis realizadas pela Gerência de Doenças e Agravos Não Transmissíveis (GDANT/FVS-RCP). A FVS-RCP funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na avenida Torquato Tapajós, 4.010, Colônia Santo Antônio, Manaus. Os números para contato são (92) <a class="text-entity-link" dir="auto" href="tel:3182-8550">3182-8550</a> e <a class="text-entity-link" dir="auto" href="tel:3182-8551">3182-8551</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Amazonas registra 33 casos da doença &#8216; da Urina Preta&#8217;</title>
		<link>https://portalam.com.br/amazonas-registra-33-casos-da-doenca-da-urina-preta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 14:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Doença]]></category>
		<category><![CDATA[FVS]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[peixe]]></category>
		<category><![CDATA[Urina preta]]></category>
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					<description><![CDATA[A Vigilância em Saúde do Amazonas recebeu mais sete notificações de casos de rabdomiólise, neste domingo (29/08). Ao todo, são 33 casos da síndrome notificados no estado, 29 em Itacoatiara (sendo um óbito), dois em Manaus, um em Caapiranga e um em Autazes. A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Vigilância em Saúde do Amazonas recebeu mais sete notificações de casos de rabdomiólise, neste domingo (29/08). Ao todo, são 33 casos da síndrome notificados no estado, 29 em Itacoatiara (sendo um óbito), dois em Manaus, um em Caapiranga e um em Autazes. A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) segue realizando a investigação epidemiológica do surto.</p>
<p>De acordo com o diretor-presidente da FVS-RCP, Cristiano Fernandes, está sendo reforçada a investigação epidemiológica dos casos. “Todos os casos notificados podem estar associados à ingestão de peixes. Ainda não há consenso no meio científico sobre a toxina que contamina os pescados. A Vigilância está se concentrando em detectar precocemente os casos e monitorar para que haja o manejo clínico adequado para os pacientes”, explica o diretor-presidente da FVS-RCP.</p>
<p>Das sete novas notificações registradas, cinco são de Itacoatiara, uma de Manaus e uma de Autazes. Neste domingo (29/08), seguem internadas 18 pessoas, sendo duas pessoas de Manaus, uma de Caapiranga, uma de Autazes e 14 pessoas de Itacoatiara (12 adultos e duas crianças). Os demais pacientes receberam alta hospitalar.</p>
<p>Segundo a coordenadora do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS/FVS-RCP), Liane Souza, os pacientes internados estão clinicamente estáveis. “Todo o monitoramento periódico do estado de saúde e a atenção dada aos pacientes está sendo realizada sob o olhar da vigilância”, acrescenta a técnica.</p>
<p><b>Rabdomiólise </b></p>
<p dir="ltr">A rabdomiólise é uma síndrome clínico-laboratorial que decorre da lesão muscular com a liberação de substâncias intracelulares para a circulação sanguínea.</p>
<p>Ocorre normalmente em pessoas saudáveis, na sequência de traumatismos, atividade física excessiva, crises convulsivas, consumo de álcool e outras drogas, infecções e ingestão de alimentos contaminados, que incluem o pescado. O quadro clínico da doença pode incluir elevações assintomáticas das enzimas musculares séricas (creatinina-fosfoquinase – CPK).</p>
<p><b>Referência </b></p>
<p dir="ltr">A FVS-RCP é responsável pela Vigilância em Saúde do Amazonas. A instituição funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na avenida Torquato Tapajós, 4.010, Colônia Santo Antônio, Manaus. Os contatos telefônicos da FVS-RCP são (92) 3182-8550 e 3182-8551.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Casos de &#8216;Urina Preta&#8217; é notificada em Itacoatiara, Caapiranga e Manaus</title>
		<link>https://portalam.com.br/casos-de-urina-preta-e-notificada-em-itacoatiara-caapiranga-e-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Aug 2021 15:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Caapiranga]]></category>
		<category><![CDATA[FVS]]></category>
		<category><![CDATA[Itacoatiara]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
		<category><![CDATA[Rabdomiólise]]></category>
		<category><![CDATA[Urina preta]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas &#8211; Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), recebeu nesta sexta-feira (27/08), mais cinco casos notificados de rabdomiólise em Itacoatiara (distante 176 quilômetros de Manaus). Ao todo são 24 casos notificados da doença pelo município. Ainda nesta sexta-feira, outros dois casos também foram notificados ao órgão, oriundos da cidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas &#8211; Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), recebeu nesta sexta-feira (27/08), mais cinco casos notificados de rabdomiólise em Itacoatiara (distante 176 quilômetros de Manaus). Ao todo são 24 casos notificados da doença pelo município. Ainda nesta sexta-feira, outros dois casos também foram notificados ao órgão, oriundos da cidade de Caapiranga e Manaus.</p>
<p>Em Itacoatiara, dos cinco casos, três seguem internados no Hospital Regional José Mendes. Todos os casos são pertencentes à mesma família, são quatro adultos (duas mulheres e dois homens) e uma criança de um ano e sete meses, que residem na Vila do Novo Remanso, zona rural de Itacoatiara.</p>
<p>Em Manaus, também se encontram internados em um hospital da rede pública, o paciente oriundo de Caapiranga, sexo masculino, 65 anos, e outro residente da capital, 69 anos.</p>
<p>De acordo com a coordenadora do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS/FVS-RCP), Liane Souza, o surto em Itacoatiara foi confirmado para rabdomiólise, sem registro de casos graves e óbitos pela doença. “Todos os pacientes apresentam a clínica e resultado laboratorial compatíveis com a doença. O quadro clínico de todos os internados em Itacoatiara e Manaus permanece de forma leve, mas requer cuidados assistidos”, explica Liane.</p>
<p><strong>Rabdomiólise </strong></p>
<p>A rabdomiólise é uma síndrome clínico-laboratorial que decorre da lesão muscular com a liberação de substâncias intracelulares para a circulação sanguínea. Ocorre normalmente em pessoas saudáveis, na sequência de traumatismos, atividade física excessiva, crises convulsivas, consumo de álcool e outras drogas, infecções e ingestão de alimentos contaminados que incluem o pescado. O quadro clínico da doença pode incluir elevações assintomáticas das enzimas musculares séricas (creatinina-fosfoquinase – CPK).</p>
<p><strong>Referência </strong></p>
<p>A FVS-RCP é responsável pela Vigilância em Saúde do Amazonas. A instituição funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na avenida Torquato Tapajós, 4.010, Colônia Santo Antônio, Manaus. Contato telefônico da FVS-RCP (92) 3182-8550 e 3182-8551.</p>
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		<title>Vigilância em Saúde do Amazonas investiga aumento de casos de malária por Plasmodium falciparum em Carauari</title>
		<link>https://portalam.com.br/vigilancia-em-saude-do-amazonas-investiga-aumento-de-casos-de-malaria-por-plasmodium-falciparum-em-carauari/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jul 2021 15:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Carauari]]></category>
		<category><![CDATA[FVS]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) investiga o aumento de casos de malária, causada pelo protozoário parasita Plasmodium falciparum, em Carauari (a 788 quilômetros a oeste de Manaus). No primeiro semestre deste ano, foram registrados 402 casos da doença pela espécie no município. Já nos primeiros seis [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) investiga o aumento de casos de malária, causada pelo protozoário parasita Plasmodium falciparum, em Carauari (a 788 quilômetros a oeste de Manaus). No primeiro semestre deste ano, foram registrados 402 casos da doença pela espécie no município. Já nos primeiros seis meses de 2020, o quantitativo de casos de malária por esse tipo de protozoário era de 29 casos.</p>
<p>O Plasmodium falciparum pode causar a forma mais severa e perigosa da malária com os índices mais altos de complicações e mortalidade quando comparado com o Plasmodium vivax, protozoário que está presente na maioria dos casos de malária no estado.</p>
<p>Três técnicos do Departamento de Vigilância Ambiental (DVA/FVS-RCP) e do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen/FVS-RCP) estiveram em Carauari, no período de 5 a 14 de julho, para investigar as causas do aumento da presença do Plasmodium falciparum, avaliando eixos do programa de combate à malária no âmbito municipal, que inclui o diagnóstico e tratamento; controle vetorial; educação em saúde e sistema de informação.</p>
<p>O diretor-presidente da FVS-RCP, Cristiano Fernandes, aponta que a visita técnica também oportuniza o diagnóstico precoce oportuno dos casos de malária pelo Plasmodium falciparum. “Dentro das principais estratégias está a identificação de fragilidade no enfrentamento da doença no município”, comenta.</p>
<p>É importante que o diagnóstico seja feito de forma precoce para que o tratamento seja ofertado de maneira imediata, a fim de que o paciente possa se recuperar da maneira mais rápida e segura possível”, orienta Cristiano.</p>
<p>Anualmente, o esperado é que 10% dos casos de malária registrados sejam do tipo Plasmodium falciparum. Em Carauari, no entanto, os casos da doença por essa espécie do protozoário representam 33% das notificações de casos confirmados de malária no município, já que foram registrados 1.215 casos de malária na cidade pelos dois protozoários.</p>
<p>“O ideal é que Carauari se mantenha abaixo da porcentagem de 10%, porém, podemos notar o triplo do que é esperado. No mesmo período do ano passado, a porcentagem era de 2,4% no município. Ou seja: é uma situação anormal para o local”, aponta a gerente de Doenças de Transmissão Vetorial – Malária do Departamento de Vigilância Ambiental (GDTV-Malária/DVA/FVS-RCP), Myrna Barata.</p>
<p>Ainda segundo Myrna, é necessário que a população colabore para que haja uma redução de casos. “É importante a participação comunitária nas medidas de prevenção, como utilização de mosquiteiros e uso de repelentes. Caso sinta febre ou dor de cabeça, buscar diagnóstico e, se apontar como positivo, iniciar o tratamento de imediato”, recomenda.</p>
<p><strong>Municípios </strong></p>
<p>Até junho deste ano, os municípios que mais registraram casos de malária foram: São Gabriel da Cachoeira (3.847), Barcelos (3.587), Manaus (1.382), Tapauá (1.319), Santa Isabel do Rio Negro (1.261), Carauari (1.215), Tefé (959), Guajará (925), Atalaia do Norte (737) e Lábrea (665).</p>
<p><strong>Referência</strong></p>
<p>A FVS-RCP é responsável pela Vigilância em Saúde do Amazonas, o que inclui o monitoramento de doenças transmitidas por vetores, como a malária. A instituição funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na avenida Torquato Tapajós, 4.010, Colônia Santo Antônio, Manaus. Contato telefônico da FVS-RCP (92) 3182-8550 e 3182-8551.</p>
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		<title>Manacapuru: FVS-RCP investiga de surto de DTA causada por ingestão de tucumã</title>
		<link>https://portalam.com.br/manacapuru-fvs-rcp-investiga-de-surto-de-dta-causada-por-ingestao-de-tucuma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2021 14:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Interior]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[DTA]]></category>
		<category><![CDATA[FVS]]></category>
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		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
		<category><![CDATA[tucumã]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) investiga a suspeita um surto de Doença Transmitida por Alimento (DTA), causada por ingestão de tucumã, na comunidade Irapajé, na zona rural de Manacapuru (a 68 quilômetros a oeste de Manaus). A notificação do surto, enviado pela Vigilância em Saúde do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) investiga a suspeita um surto de Doença Transmitida por Alimento (DTA), causada por ingestão de tucumã, na comunidade Irapajé, na zona rural de Manacapuru (a 68 quilômetros a oeste de Manaus). A notificação do surto, enviado pela Vigilância em Saúde do município, envolve 30 casos suspeitos da doença, sendo um óbito de um menino de 8 anos.</p>
<p>A equipe das vigilâncias Epidemiológica e Sanitária da FVS-RCP partiu para a sede de Manacapuru nesta quarta-feira (14/07), de onde seguirá para a comunidade de Irapajé, para realizar a investigação no local e coletar amostras de materiais no Laboratório Central de Saúde Pública do Amazonas (Lacen/FVS-RCP) para que haja a confirmação do surto de DTA associado à ingestão de tucumã a partir da análise sobre composição, deterioração, processamento, conservação e qualidade do alimento.</p>
<p>A Vigilância em Saúde de Manacapuru notificou que o tucumã foi ingerido inicialmente na comunidade Irapajé no último fim de semana. O alimento foi distribuído nos bairros e outras localidades rurais próximas à sede de Manacapuru. Um menino, de 8 anos, foi a óbito por suspeita da DTA após a ingestão de tucumã, após ter sido internado em hospital da cidade na segunda-feira (12/07). Outras duas pessoas estão internadas sob a mesma suspeita também no município.</p>
<p>De acordo com o diretor-presidente da FVS-RCP, Cristiano Fernandes, a FVS-RCP recebeu a notificação da suspeita de surto na manhã desta quarta. “Após a notificação da ocorrência de casos de DTA associado à ingestão de tucumã, caracterizando um possível surto na localidade, a FVS-RCP destacou, imediatamente, técnicos para investigar a situação”, detalha.</p>
<p>O chefe do Departamento de Vigilância Epidemiológica da FVS-RCP (DVE/FVS-RCP), Alexsandro Xavier, aponta que a investigação oportuna do surto notificado permite a identificação e eliminação das fontes de contaminação e controlar os casos confirmados da doença. “Serão analisadas as amostras em laboratório para elucidar a provável causa e poder confirmar a existência do surto”, acrescenta.</p>
<p><strong>DTA </strong></p>
<p>As Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) são causadas pela ingestão de alimentos e/ou água contaminados por micro-organismos, toxinas ou substâncias químicas. Os sintomas podem incluir náuseas, vômitos, dores abdominais, diarreia, falta de apetite e febre.</p>
<p>A prevenção das doenças transmitidas por alimentos se baseia no consumo de água e alimentos que atendam aos padrões de qualidade da legislação vigente, higiene pessoal/alimentar e condições adequadas de saneamento.</p>
<p><strong>Referência </strong></p>
<p>A FVS-RCP é responsável pela Vigilância em Saúde do Amazonas. A instituição funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na avenida Torquato Tapajós, 4.010, Colônia Santo Antônio, Manaus. Contato telefônico da FVS-RCP (92) <a class="text-entity-link" dir="auto" href="tel:3182-8550">3182-8550</a> e <a class="text-entity-link" dir="auto" href="tel:3182-8551">3182-8551</a>.</p>
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		<title>Governador Wilson Lima sanciona lei que dá nome de Rosemary Pinto à FVS</title>
		<link>https://portalam.com.br/governador-wilson-lima-sanciona-lei-que-da-nome-de-rosemary-pinto-a-fvs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 16:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aleam]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[FVS]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
		<category><![CDATA[Rosemary Pinto]]></category>
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					<description><![CDATA[Conforme Lei que acaba de ser sancionada pelo governador Wilson Lima (PSC), de autoria do deputado estadual Belarmino Lins (PP), a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS) passará a denominar-se Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas Dra. Rosemary Costa Pinto. Publicada no Diário Oficial do Amazonas, no último dia 17, a Lei, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conforme Lei que acaba de ser sancionada pelo governador Wilson Lima (PSC), de autoria do deputado estadual Belarmino Lins (PP), a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS) passará a denominar-se Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas Dra. Rosemary Costa Pinto.</p>
<p>Publicada no Diário Oficial do Amazonas, no último dia 17, a Lei, de acordo com o líder progressista, homenageia a ex-presidente do órgão sanitário, Rosemary Pinto, falecida em janeiro passado, vítima da Covid-19. “A Doutora Rose era uma profissional de grande valor, atuando no combate ao coronovírus, razão pela qual foi agraciada com a medalha da Ordem do Mérito com que o Governo do Amazonas”, disse Belarmino.</p>
<p>Rosemary era farmacêutica bioquímica, sanitarista e epidemiologista de carreira da FVS, instituição que ajudou a fundar há 25 anos. Foi formada pela Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Osvaldo Cruz – ENSP/Fiocruz, e era especialista em Informação e Informática em Saúde pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam).</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>FVS publica Nota Informativa com orientações para a vacinação de pessoas sem comorbidades</title>
		<link>https://portalam.com.br/fvs-publica-nota-informativa-com-orientacoes-para-a-vacinacao-de-pessoas-sem-comorbidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2021 16:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[FVS]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) publicou nesta quinta-feira (03/06) Nota Informativa estabelecendo orientações para o uso das vacinas pertencentes ao 22º lote enviado pelo Ministério da Saúde (MS) ao Governo do Amazonas nesta semana. Segundo o informe, as doses deverão contemplar todos os grupos prioritários previstos no Plano Nacional de Imunização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center">A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) publicou nesta quinta-feira (03/06) Nota Informativa estabelecendo orientações para o uso das vacinas pertencentes ao 22º lote enviado pelo Ministério da Saúde (MS) ao Governo do Amazonas nesta semana. Segundo o informe, as doses deverão contemplar todos os grupos prioritários previstos no Plano Nacional de Imunização (PNI) e atender parte do público abaixo de 60 anos sem comorbidade.</p>
<p>Assinada pelo diretor-presidente da FVS, Cristiano Fernandes, a Nota Informativa tem como objetivo atualizar as orientações técnicas relativas à continuação da Campanha Estadual de Vacinação contra a Covid-19, considerando o 20º Informe Técnico, conforme disponibilidade de doses destinadas ao estado.</p>
<p>“O estado do Amazonas está recebendo 108.360 doses de vacinas contra a Covid, isso vai nos permitir contemplar os 28 grupos prioritários do Plano Nacional de Imunização e iniciar a vacinação das pessoas sem comorbidade na faixa etária de 18 a 59 anos de forma escalonada”, explica a chefe do Departamento de Vigilância Epidemiológica da FVS, Adriana Elias.</p>
<p>A Nota Informativa nº 37/2021/FVS-AM determina que se deve utilizar as doses da vacina AstraZeneca para assegurar a primeira dose (D1) de funcionários do sistema prisional; população privada de liberdade; caminhoneiros; trabalhadores da indústria; trabalhadores do transporte coletivo rodoviário de passageiros; povos e comunidades tradicionais ribeirinhas e quilombolas; trabalhadores da área de assistência social; e pessoas na faixa etária de 55 a 59 anos sem comorbidades.</p>
<p>O documento também orienta quanto à aplicação das doses da vacina Pfizer, que contemplará pessoas na faixa etária de 55 a 59 anos sem comorbidades; trabalhadores da limpeza urbana e resíduos sólidos; trabalhadores de transporte metroviário e ferroviário e responsáveis/cuidadores de crianças e adolescentes com deficiência permanente. A nota ainda traz especificações de cada imunizante, orientações sobre o registro de informações no sistema e o planejamento da distribuição das doses para cada município.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>FVS-AM realiza visitas aos municípios para suporte nas ações de controle da dengue</title>
		<link>https://portalam.com.br/fvs-am-realiza-visitas-aos-municipios-para-suporte-nas-acoes-de-controle-da-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2021 17:30:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[FVS]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[As equipes do Programa Estadual de Combate às Arboviroses, coordenado pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), estão realizando visitas aos municípios para suporte nas ações de controle da dengue no estado. Conforme dados da instituição, o Amazonas registra 7.832 casos notificados da doença de janeiro até 15 de maio, um aumento de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As equipes do Programa Estadual de Combate às Arboviroses, coordenado pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), estão realizando visitas aos municípios para suporte nas ações de controle da dengue no estado. Conforme dados da instituição, o Amazonas registra 7.832 casos notificados da doença de janeiro até 15 de maio, um aumento de 38,62% em comparação com o mesmo período de 2020, com 5.650 casos. O acréscimo, aponta a FVS, pode estar relacionado às cheias dos rios, tendo em vista a estação chuvosa, típica do inverno amazônico, período de maior transmissibilidade da doença.</p>
<p>Até esta sexta-feira (21/05), já foram visitados pela Programa Estadual de Combate às Arboviroses os municípios de Lábrea, Itacoatiara, Tefé e Maués. Para a próxima semana, estão previstas visitas técnicas em Tabatinga, Eirunepé e São Paulo de Olivença.</p>
<p>As equipes técnicas realizam monitoramento dos índices de infestação do mosquito nas cidades e acompanham o desempenho de atividades que objetivam o impacto na redução dos casos de dengue. “São atividades como a aplicação espacial de inseticidas, conhecida como UBV; tratamento focal com eliminação de criadouros, limpeza e manutenção de equipamentos para borrifação e controle de casos”, detalhou o diretor-presidente.</p>
<p>O chefe do Departamento de Vigilância Ambiental (DVA) da FVS-AM, Elder Figueira, ressalta que os municípios devem reforçar os cuidados preventivos à dengue, principalmente porque o período chuvoso é o de maior risco de multiplicação dos mosquitos. “Com a intensificação das chuvas no Amazonas, há aumento de casos de dengue. Então, é preciso eliminar locais que acumulem água e possam servir como criadouro do mosquito para que a população seja protegida”, enfatiza.</p>
<p><strong>Registros</strong> – Dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde apontam que o aumento no número de casos foi identificado principalmente na capital do estado, Manaus. Foram registrados 976 casos de dengue na cidade de janeiro a 15 de maio de 2020. Já no mesmo período de 2021, o número saltou para 3.057, representando um aumento de 213%.</p>
<p>Já o interior do estado teve pouca oscilação percentual. Foram registrados 4.674 casos de dengue de janeiro a 15 de maio de 2020 contra 4.775 no mesmo período deste ano. O diretor-presidente da FVS-AM, Cristiano Fernandes, reforça que as equipes técnicas da FVS-AM estão realizando o acompanhamento junto aos municípios do interior do estado para dar suporte às ações de combate e controle do Aedes aegypti.</p>
<p>Cenário – Dos 7.832 casos notificados de dengue no Amazonas, de janeiro a 15 de maio de 2021, 3.057 são em Manaus. No ranking de municípios com maior número de registro de notificações da doença, a capital do estado é seguida por Envira (588), Tefé (463), Iranduba (424), Manicoré (389), Lábrea (378), Tabatinga (356), Guajará (343), Humaitá (287), e Eirunepé (264).</p>
<p>Já no cenário de óbitos por dengue, de janeiro a 15 de maio de 2021, foram registradas quatro mortes em decorrência da doença no Amazonas, sendo em Tefé (2), Manaus (1) e Eirunepé (1).</p>
<p><strong>Arboviroses</strong> – O Programa Estadual de combate às Arboviroses, coordenado pela FVS-AM, inclui ainda o monitoramento de outras doenças que também são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como zika, chikungunya, além de febre amarela.</p>
<p>Conforme dados gerenciados pela FVS-AM, foram registrados de janeiro a 15 de maio de 2021, 63 casos notificados de chikungunya e 58 casos notificados de zika no Amazonas. Não há registro de notificação por febre amarela no estado.</p>
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