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	<title>Gasto | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>Gasto | Portal AM</title>
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	<item>
		<title>Gasto com polícia é quase 5 mil vezes maior do que com ex-presidiários</title>
		<link>https://portalam.com.br/gasto-com-policia-e-quase-5-mil-vezes-maior-do-que-com-ex-presidiarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 18:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Gasto]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Presídios]]></category>
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					<description><![CDATA[O gasto com polícias nos estados brasileiros é quase 5 mil vezes maior do que o valor destinado a políticas para pessoas egressas do sistema prisional. Para cada R$ 4.877 gastos com polícias no ano de 2024, R$ 1.221 foram desembolsados para o sistema penitenciário e apenas R$ 1 para políticas exclusivas para os egressos. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O gasto com polícias nos estados brasileiros é quase 5 mil vezes maior do que o valor destinado a políticas para pessoas egressas do sistema prisional. Para cada R$ 4.877 gastos com polícias no ano de 2024, R$ 1.221 foram desembolsados para o sistema penitenciário e apenas R$ 1 para políticas exclusivas para os egressos.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1666071&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1666071&amp;o=node" /></p>
<p>A conclusão é da pesquisa nacional <em>O Funil de Investimentos da Segurança Pública e do Sistema Prisional</em>, elaborada pelo centro de pesquisa Justa, que atua no campo da economia política da justiça. A análise inclui dados de 24 unidades federativas, que compreendem 96% do total de orçamentos estaduais. Apenas Piauí, Maranhão e Roraima não disponibilizaram as informações necessárias para o levantamento, apesar das exigências das leis de transparência.</p>
<blockquote><p>“Os dados mostram investimentos bilionários na manutenção das ineficientes políticas de encarceramento e evidenciam que à porta de saída do sistema prisional, ou seja, às políticas para egressos, se reserva um cenário de completo desalento e falta de recursos”, disse, em nota, Luciana Zaffalon, diretora-executiva do Justa.</p></blockquote>
<p>A entidade avalia ainda que a divisão do orçamento contribui para o inchaço do sistema prisional e intensifica os desafios para o cumprimento da pena das mais de 700 mil pessoas que atualmente estão nas prisões brasileiras. Zaffalon acrescenta que não há “qualquer investimento significativo que permitiria vislumbrar mudanças de rota após o cumprimento da pena”.</p>
<p>Os estados analisados somaram R$ 109 bilhões de gastos com as polícias e o sistema prisional no ano passado. <strong>A distribuição desses recursos estrutura-se como um funil de investimentos, com 79,9% (R$ 87,5 bilhões) dos gastos destinados às polícias, 20% (R$ 21,9 bilhões) ao sistema penitenciário e apenas 0,001% (R$ 18 milhões) para políticas para egressos.</strong></p>
<p><strong>Outro destaque do levantamento é que, quando analisados separadamente, somente seis estados destinaram recursos para políticas exclusivas para egressos das prisões: Bahia, Ceará, Mato Grosso, São Paulo, Sergipe e Tocantins.</strong></p>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt; Siga o canal da<strong> Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>Segundo Zaffalon, os gestores públicos têm hoje instrumentos concretos para mudar esse cenário de distribuição orçamentária. O principal deles, aponta a diretora, é o Plano Pena Justa, iniciativa decorrente de determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>Elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo governo federal, com participação da sociedade civil, o plano prevê ações e metas para combater a superlotação, melhorar a infraestrutura, fortalecer direitos para as pessoas que já cumpriram suas penas e assegurar a continuidade das mudanças no sistema prisional.</p>
<h2>PM concentra gastos</h2>
<p>Há também desproporcionalidade na distribuição dos gastos mesmo dentro das polícias. Segundo o estudo, as <strong>Polícias Militares (PM), responsáveis pelo patrulhamento e policiamento ostensivo, tiveram 59,7% dos recursos, com R$ 52,2 bilhões gastos em 2024. As Polícias Civis, encarregadas da investigação dos crimes e registros de ocorrências, contaram com 23% dos gastos (R$ 20,2 bilhões).</strong></p>
<p><strong>Já as polícias técnico-científicas, especializadas na produção de provas técnicas, receberam R$ 2,5 bilhões, apenas 3% do total gasto com polícias. </strong>Outros R$ 11 bilhões (14,5%) foram distribuídos em despesas compartilhadas entre as forças policiais, que, muitas vezes, se utilizam de estruturas ou serviços em comum.</p>
<p>“O desinvestimento na produção de prova, na busca por materialidade e autoria, coloca em xeque a legitimidade do encarceramento massivo há anos naturalizado no país”, avalia Zaffalon. Segundo ela, trata-se de um vício na porta de entrada, com prisões feitas em policiamento ostensivo, mas sem investigação nem produção de provas.</p>
<h2>Maiores gastos com polícias</h2>
<p><strong>O Rio de Janeiro continua entre os estados que mais gastam, proporcionalmente, com polícias dentro do orçamento estadual &#8211; um total de R$ 100,5 bilhões.</strong> Em 2024, destinou 10,3% (cerca de R$ 10,3 bilhões) para policiamento, “com valores que representam o equivalente à soma dos gastos estaduais com as áreas de educação, saneamento básico, energia e trabalho”.</p>
<p>Apesar da parcela relevante destinada às polícias em 2024, não houve investimento do estado especificamente na polícia técnico-científica, especializada na produção de provas técnicas. Foram direcionados à Polícia Militar quase 80% dos gastos totais com as polícias no estado.</p>
<p>A <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-11/policia-divulga-perfis-dos-mortos-17-nao-tinham-historico-criminal" target="_blank" rel="noopener">Operação Contenção</a>, deflagrada no último dia 28, na capital fluminense, contra o tráfico de drogas nos complexos da Penha e do Alemão, reflete a análise dos dados feita pelo Justa. A operação foi marcada por execuções e torturas e classificada como carnificina por moradores, parentes dos mortos e ativistas. Segundo a contagem oficial do governo do estado, são ao menos 119 vítimas. É a operação mais letal da história da cidade.</p>
<p>“As causas desse gravíssimo problema social já foram elucidadas, mas por que medidas tão óbvias não são implementadas? Porque falta vontade política. Porque quem morre são os moradores de comunidades e porque são eleitos homens que conseguem chegar aos mais altos postos com o discurso do ‘bandido bom é bandido morto’”, disse o presidente da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-10/ativistas-denunciam-massacre-em-operacao-no-rio" target="_blank" rel="noopener">ONG Rio de Paz</a>, Antônio Carlos Costa, na ocasião da tragédia.</p>
<p><strong>Já em números absolutos, o estado de São Paulo foi o que mais gastou com polícias no ano passado, com R$ 16,9 bilhões. Isso representa 4,9% do total do orçamento do estado no ano.</strong></p>
<p>“Esses recursos representam a soma dos investimentos em outras 13 áreas do estado: habitação, legislativa, ciência e tecnologia, gestão ambiental, cultura, assistência social, agricultura, saneamento básico, comércio e serviços, desporto e lazer, comunicação, organização agrária e trabalho”, mostrou o estudo.</p>
<p>No final do ano passado, mais de 80 organizações e movimentos da sociedade civil, grupos periféricos e de defesa dos direitos humanos e grupos familiares de vítimas de violência policial encaminharam um <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-12/organizacoes-sociais-denunciam-violencia-policial-em-sao-paulo-oea" target="_blank" rel="noopener">documento à Organização dos Estados Americanos (OEA) denunciando</a> o governador paulista, Tarcísio de Freitas, e seu secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, pelo aumento da violência policial no estado paulista.</p>
<p>A denúncia cita a Operação Escudo e a Operação Verão, que resultaram na morte de dezenas de pessoas, além do caso de um <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-12/justica-militar-decreta-prisao-de-policial-que-atirou-homem-de-ponte" target="_blank" rel="noopener">rapaz que foi jogado de uma ponte</a> por um policial. O documento pede à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) que acompanhe os casos e faça recomendações oficiais ao Estado brasileiro para agir pela diminuição da violência policial em todo país.</p>
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		<item>
		<title>Congresso promulga emenda constitucional que corta gastos e restringe abono do PIS/Pasep</title>
		<link>https://portalam.com.br/congresso-promulga-emenda-constitucional-que-corta-gastos-e-restringe-abono-do-pis-pasep/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Dec 2024 11:03:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[abono salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Fundeb]]></category>
		<category><![CDATA[Gasto]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Congresso Nacional promulgou nesta sexta-feira (20) a Emenda Constitucional 135, que traz várias medidas para diminuir a despesa obrigatória federal. Entre outros pontos, o texto reduz o público-alvo do abono salarial do PIS/Pasep. Também limita a criação de receitas vinculadas a despesas e permite ao governo reduzir subsídios em geral para cumprir a meta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional promulgou nesta sexta-feira (20) a <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/emenda-constitucional-n-135-603294547">Emenda Constitucional 135</a>, que traz várias medidas para diminuir a despesa obrigatória federal. Entre outros pontos, o texto reduz o público-alvo do abono salarial do <span id="4110" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="O Programa de Integração Social (PIS) e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) formam um único fundo mantido pelas pessoas jurídicas, com exceção das micro e pequenas empresas optantes pelo regime tributário Simples Nacional. As alíquotas das contribuições variam de 0,65% a 1,65% sobre o total das receitas. Esses recursos são destinados aos trabalhadores em forma de rendimentos ou abonos salariais.">PIS/Pasep</span>.</p>
<p>Também limita a criação de receitas vinculadas a despesas e permite ao governo reduzir subsídios em geral para cumprir a meta fiscal.</p>
<p>A emenda tem origem em proposta (PEC 45/24, <span id="4069" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Projeto que tramita em conjunto com outro que trate de matéria semelhante. O relator deve analisar todas as proposições apensadas, que deverão constar do seu parecer.">apensada</span> à PEC 31/07) que integra o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1117248-PACOTE-DE-AJUSTE-FISCAL-DO-GOVERNO-RECEBE-CRITICAS-E-ELOGIOS-EM-DISCURSOS-DE-DEPUTADOS">pacote de ajuste fiscal</a> do governo, <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1123392-camara-aprova-em-segundo-turno-a-pec-do-corte-de-gastos-do-governo/">aprovada nesta quinta na Câmara dos Deputados</a> e também no Senado.</p>
<p><strong>Coesão fiscal<br />
</strong>A emenda foi promulgada em sessão solene conduzida pelo presidente do Senado, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Ele afirmou que o objetivo da Emenda Constitucional 135 é preservar a coesão fiscal. “A emenda promove ajustes pontuais, mas necessários e significativos”, disse.</p>
<p>Pacheco negou que o texto retire direitos sociais. “O que se almejou com a proposta foi, mais do que simplesmente diminuir o gasto público, melhorá-lo em termos qualitativos, direcionando-o do modo mais fidedigno e eficiente possível a quem dele mais necessita”, afirmou.</p>
<p>Ele agradeceu a atuação dos relatores da PEC 45/24 na Câmara dos Deputados e no Senado, respectivamente deputado Moses Rodrigues (União-CE) e senador Marcelo Castro (MDB-PI).</p>
<p><strong>Fundeb<br />
</strong>A Emenda Constitucional 135 foi promulgada sem o trecho que permitia o uso do Fundo de Manutenção da Educação Básica (<span id="4274" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) é formado por recursos estaduais, municipais e federais e destina-se a promover a educação infantil, o ensino fundamental e médio, inclusive a educação de jovens e adultos. Os recursos do Fundeb são distribuídos de acordo com o número de alunos da educação básica, com base em dados do censo escolar do ano anterior. Pelo menos 60% dos recursos do fundo são usados no pagamento dos salários dos professores.">Fundeb</span>) para a compra de merenda escolar. O trecho havia sido aprovado pelos deputados, mas foi retirado pelos senadores.</p>
<p>Com a exclusão, o Fundeb não poderá ser usado na nova finalidade. O fundo financia as redes públicas de ensino, desde o infantil até o ensino médio.</p>
<p><strong>Outras medidas</strong></p>
<p>O pacote fiscal do governo continha mais dois projetos, igualmente aprovados pela Câmara e pelo Senado nesta semana, e aguardando sanção presidencial. O <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1123798-CAMARA-APROVA-PROJETO-QUE-MUDA-REGRAS-DE-AUMENTO-DO-SALARIO-MINIMO-E-DE-ACESSO-AO-BPC">PL 4614/24</a> limita o aumento real (acima da inflação) do salário mínimo e restringe o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC).</p>
<p>Já o <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1123223-CAMARA-CONCLUI-VOTACAO-DE-PROJETO-QUE-PREVE-NOVO-LIMITE-DE-GASTOS-PUBLICOS-EM-CASO-DE-DEFICIT">PLP 210/24</a> impõe travas para o crescimento de despesas com pessoal e para incentivos tributários em caso de déficit primário. O texto também permite o uso de superávit de quatro fundos para pagar a dívida pública por seis anos.</p>
<p>O governo alega que as medidas do pacote fiscal são necessárias porque as despesas obrigatórias (como programas sociais e salários do funcionalismo, por exemplo) crescem a um ritmo superior aos limites de variação da despesa previstos no arcabouço fiscal. Isso reduz os recursos para investimentos públicos.</p>
<p>Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Febraban diz que pacote fiscal está &#8220;na direção certa&#8221;</title>
		<link>https://portalam.com.br/febraban-diz-que-pacote-fiscal-esta-na-direcao-certa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 12:23:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Febraban]]></category>
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		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
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					<description><![CDATA[A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou nota nesta quinta-feira (28) em que destaca que as iniciativas do pacote fiscal, anunciadas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estão “na direção certa”, apesar de destacar a “criticidade do quadro fiscal” e acenar para um ajuste “mais forte” no futuro. Entre as medidas citadas pela federação estão limitação no reajuste do salário mínimo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou nota nesta quinta-feira (28) em que destaca que as<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-11/entenda-pacote-fiscal-de-r-70-bi-anunciado-por-haddad" target="_blank" rel="noopener"> iniciativas do pacote fiscal</a>, anunciadas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estão “na direção certa”, apesar de destacar a “criticidade do quadro fiscal” e acenar para um ajuste “mais forte” no futuro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1621676&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1621676&amp;o=node" /></p>
<p>Entre as medidas citadas pela federação estão limitação no reajuste do salário mínimo, mudanças do abono salarial e do BPC (Benefício de Prestação Continuada) e as novas regras de concessão e acompanhamento do Bolsa Família.</p>
<p>“Importantes medidas na busca da contenção de gastos”, afirmou a federação.</p>
<p>No que diz respeito ao reajuste do salário mínimo, a Febraban destacou que “na medida em que o reajuste passará a ter limites e a seguir as regras do próprio arcabouço fiscal (crescimento de 70% da receita do ano anterior, no intervalo de 0,6% a 2,5%), a mudança terá impacto positivo nos gastos previdenciários e evitará que se retire mais espaço das despesas discricionárias&#8221;.</p>
<p>Um outro ponto destacado foi a restrição ao crescimento das emendas parlamentares, “que passam a seguir os limites do arcabouço fiscal, ao alinhar mais uma frente do Poder Legislativo, que já tem contribuído com o esforço de ajuste fiscal”. Além de considerar “meritórias” as restrições aos supersalários de todos os três Poderes da República.</p>
<p>No entanto, a nota da Febraban também traz o que chamou de “pontos de atenção”, como a não inclusão de uma revisão dos pisos dos gastos com saúde e educação, com &#8220;crescimento acima dos limites do arcabouço”.</p>
<p>Além disso, o documento reconheceu que o anúncio da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil vai melhorar a distribuição de renda, mas ressalta a necessidade de que “essas medidas de isenção do IR, de um lado, e de sobretaxa nas faixas mais altas de renda, de outro, não comprometam o esforço para se alcançar a contenção de gastos no montante necessário para o equilíbrio fiscal”.</p>
<p>Por fim, a nota, assinada pelo presidente da Febraban, Isaac Sidney, conclui: “Com toda a dificuldade de se conciliar as diversas demandas que desafiam o equilíbrio fiscal, o pacote anunciado foi mais um importante passo do governo para conter o crescimento da dívida pública, mas o país precisará continuar perseverando e ambicionando a interrupção da trajetória de expansão dos gastos”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Transporte escolar fluvial vai custar R$ 3 milhões aos cofres de Barreirinha</title>
		<link>https://portalam.com.br/transporte-escolar-fluvial-vai-custar-r-3-milhoes-aos-cofres-de-barreirinha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2023 19:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Barreirinha]]></category>
		<category><![CDATA[Fluvial]]></category>
		<category><![CDATA[Gasto]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura]]></category>
		<category><![CDATA[transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[A prefeitura do município de Barreirinha, no interior do Amazonas, contratou duas empresas que vão prestar serviço de transporte escolar fluvial para o município. Os valores a serem pagos às firmas totalizam R$ 3 milhões. De acordo com despacho de homologação de pregão presencial, publicado no Diário Oficial dos Municípios do Amazonas (Doma), as empresas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A prefeitura do município de Barreirinha, no interior do Amazonas, contratou duas empresas que vão prestar serviço de transporte escolar fluvial para o município. Os valores a serem pagos às firmas totalizam R$ 3 milhões.</p>
<p>De acordo com despacho de homologação de pregão presencial, publicado no Diário Oficial dos Municípios do Amazonas (Doma), as empresas contratadas são J de Souza Castro -ME, que receberá R$ 563.500,00 (quinhentos e sessenta e três mil e quinhentos reais), e F C Araújo Serviços de Construção Ltda, que apresentou proposta no valor de R$ 2.463.300,00 (dois milhões, quatrocentos e sessenta e três mil, trezentos reais).</p>
<p>O valor global a ser pago as duas empresas é R$ 3.026.800,00, num contrato que tem prazo de 12 meses.</p>
<p>O despacho é assinado pelo prefeito Glenio Seixas (MDB). “objetivando o Registro de Preços para Eventual Contratação de Empresa para Prestação de Serviços de Transporte Escolar Fluvial, no atendimento das necessidades e demandas da Rede Municipal de Educação da Prefeitura de Barreirinha/AM, de acordo com as condições, quantidades e exigências descritas no Termo de Referência e seus anexos.”, diz o documento eletrônico.</p>
<p>*com informações O Poder</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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