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	<title>Golfinhos | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>Golfinhos | Portal AM</title>
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		<title>Golfinhos encantam banhistas no Rio e indicam boas condições de praia</title>
		<link>https://portalam.com.br/golfinhos-encantam-banhistas-no-rio-e-indicam-boas-condicoes-de-praia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 13:57:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Golfinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Os frequentadores da Praia do Arpoador, em Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro, foram surpreendidos neste domingo (22) pela presença de um agrupamento de golfinhos, incluindo muitos filhotes. Em entrevista à Agência Brasil, o coordenador do Projeto Golfinho Rotador, José Martins, identificou que, aparentemente, se tratava de golfinhos da espécie nariz-de-garrafa ou flipper, personagem principal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os frequentadores da Praia do Arpoador, em Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro, foram surpreendidos neste domingo (22) pela presença de um agrupamento de golfinhos, incluindo muitos filhotes.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683030&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683030&amp;o=node" /></p>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, o coordenador do Projeto Golfinho Rotador, José Martins, identificou que, aparentemente, se tratava de golfinhos da espécie nariz-de-garrafa ou flipper, personagem principal da série de televisão do mesmo nome, cujo nome científico é Tursiops truncatus. Essa é a mais famosa e conhecida espécie de golfinho de todo o mundo, em função de sua distribuição ao longo de águas costeiras e oceânicas em todos os mares do planeta, à exceção dos mares polares.</p>
<p><strong>Neste domingo, quando se comemora o Dia Mundial da Água, José Martins considerou que a presença do grupo de golfinhos na costa carioca é muito bom do ponto de vista ambiental.</strong></p>
<blockquote><p>“Esses golfinhos são bioindicadores. Se estão aparecendo nas praias do Rio é porque as condições ambientais estão boas. Quando o mar está calmo como o de hoje, as fêmeas costumam buscar a área protegida situada entre a Ilha das Cagarras e o Arpoador, em busca de comida ou para socializar e cuidar de seus filhotes”.</p></blockquote>
<p>O oceanógrafo e ambientalista José Martins destacou também que a existência de barcos de pesca no mar, próximo ao local, indicava a presença de peixes naquela região. “E os dois &#8211; golfinhos e pescadores – estão querendo a mesma coisa”.</p>
<p>Os golfinhos costumam utilizar o litoral do Rio de Janeiro como área de reprodução, mas José Martins descartou essa possibilidade porque os golfinhos Tursiops truncatus não têm um pico reprodutivo.</p>
<blockquote><p>“Normalmente, eles se reproduzem ao longo de todo o ano. Como os animais vistos hoje estavam acompanhados de filhotes, isso significa que não estão em pico reprodutivo&#8221;, analisou Martins.</p></blockquote>
<h2>Imagens</h2>
<p>Registros em vídeo e foto dos golfinhos na orla do Rio neste domingo rapidamente ganharam espaço nas redes sociais. Entre as imagens mais compartilhadas estão as do designer industrial Gabriel Klabin.</p>
<p>Há quase duas décadas, ele trabalha com drones e tecnologias aéreas. Além disso, Gabriel tem um projeto autoral de uso de drones para observar e documentar paisagens, mar e vida selvagem.</p>
<blockquote><p>&#8220;A ideia é criar imagens que aproximem as pessoas da natureza e tragam uma percepção mais sensível do território&#8221;, conta o designer.</p></blockquote>
<p>&#8220;O planejamento desse trabalho mistura técnica e intuição. Tem uma parte importante de estudo, mas também depende muito de estar presente, observar e respeitar o tempo das coisas.&#8221;</p>
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		<title>Estudo detecta bactéria da leptospirose em golfinhos e lobos-marinhos</title>
		<link>https://portalam.com.br/estudo-detecta-bacteria-da-leptospirose-em-golfinhos-e-lobos-marinhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 16:23:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Bactéria]]></category>
		<category><![CDATA[Detecta]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Golfinhos]]></category>
		<category><![CDATA[leptospirose]]></category>
		<category><![CDATA[Lobos-marinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois estudos realizados por cientistas de diferentes centros de pesquisa brasileiros constataram, pela primeira vez, a presença da bactéria Leptospira sp. em golfinhos e lobos-marinhos na costa do país. O microorganismo é o patógeno causador da leptospirose, doença que matou mais de 2,8 mil pessoas no Brasil nos últimos dez anos. As pesquisas analisaram o DNA dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois estudos realizados por cientistas de diferentes centros de pesquisa brasileiros constataram, pela primeira vez, a presença da bactéria Leptospira sp. em golfinhos e lobos-marinhos na costa do país. O microorganismo é o patógeno causador da leptospirose, doença que matou mais de 2,8 mil pessoas no Brasil nos últimos dez anos.</p>
<p>As pesquisas analisaram o DNA dos rins de mamíferos marinhos encontrados mortos. No estudo realizado com 142 golfinhos, os cientistas encontraram a bactéria em 21 indivíduos de cinco espécies: Stenella clymene, Sotalia guianensis, Pontoporia blainvillei, Steno bredanensis e Tursiops truncatus.</p>
<p>Os pesquisadores constataram que a prevalência da bactéria nas espécies costeiras (25%, ou seja, 17 em 68 indivíduos estudados) é maior do que nas oceânicas, ou seja, aquelas que vivem mais afastadas do litoral (7,5%, ou quatro em 53 indivíduos).</p>
<p>A espécie com mais casos positivos para a bactéria foi o boto-cinza (Sotalia guianensis), encontrado em vários pontos das costas caribenha e brasileira, como a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. O patógeno foi detectado em dez dos 21 indivíduos pesquisados (47,6%).</p>
<p>Entre os golfinhos-do-Rio-da-Prata (Pontoporia blainvillei), encontrado entre a Argentina e o Sudeste do Brasil), a prevalência chegou a 33,4%, ou sete dos 21 animais estudados.</p>
<p>Essa foi a primeira vez que a bactéria foi detectada nessas duas espécies costeiras e também no golfinho-Clímene (Stenella clymene), uma espécie oceânica.</p>
<p>A fonte da contaminação é desconhecida e demanda novos estudos para ser confirmada, mas acredita-se que os animais sejam infectados por efluentes contaminados com urina de rato em áreas litorâneas próximas a grandes cidades, áreas portuárias e locais com saneamento básico precário.</p>
<p>Já entre os 47 lobos-marinhos de das espécies Arctocephalus australis e A. tropicalis foi encontrada a Leptospira sp em 15 indivíduos O patógeno foi mais comumente encontrado em indivíduos que habitam áreas com maior população humana.</p>
<p>Os pesquisadores consideram ser necessário continuar os estudos para entender o impacto que a Leptospira sp. tem no organismo dos animais marinhos brasileiros. Nos Estados Unidos, onde se estuda a relação do patógeno com leões-marinhos há mais de 50 anos, constatou-se que a leptospirose pode causar inflamação aguda nos rins dos animais, levando-os a encalhar com dores, desidratação, magreza e podendo ocasionar mortes.</p>
<p>“Ainda não foram encontradas evidências de lesões renais nos animais estudados [no Brasil], pois é necessário continuar avaliando outros parâmetros para confirmar se há manifestação clínica da doença em animais marinhos no Brasil”, afirma Felipe Torres, pesquisador da Universidade Federal Fluminense (UFF).</p>
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		<item>
		<title>Pesquisadores estudam aparecimento de 500 botos nas praias do Rio</title>
		<link>https://portalam.com.br/pesquisadores-estudam-aparecimento-de-500-botos-nas-praias-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jan 2023 14:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Botos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Golfinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) vão investigar o aparecimento de cerca de 500 golfinhos da espécie boto-cinza (Sotalia guianensis), entre adultos, juvenis e filhotes, na Baía de Guanabara e em praias da cidade do Rio de Janeiro. Eles foram vistos na quarta-feira (4) e a imagem encantou cariocas e turistas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item-wrap">
<p>Pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) vão investigar o aparecimento de cerca de 500 golfinhos da espécie boto-cinza (Sotalia guianensis), entre adultos, juvenis e filhotes, na Baía de Guanabara e em praias da cidade do Rio de Janeiro. Eles foram vistos na quarta-feira (4) e a imagem encantou cariocas e turistas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1502440&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1502440&amp;o=node" /></p>
<p>Essa é a primeira vez que um grupo tão grande é encontrado nas praias do Rio nos últimos 30 anos. O objetivo da investigação é saber a origem desses animais e se algum deles se integrou à população da Baía de Guanabara.</p>
<p>De acordo com José Lailson Brito, oceanógrafo e um dos coordenadores do Laboratório de Mamíferos Aquáticos e Bioindicadores da Uerj (Maqua), os animais provavelmente são da Baía de Ilha Grande e fizeram o deslocamento até a cidade do Rio de Janeiro em busca de alimentos.</p>
<p>“Nós acreditamos que sejam botos de Baía de Ilha Grande, porque somente na Baía de Ilha Grande os boto-cinza fazem grupos extremamente grandes como esses que nós vimos por aqui. A outra coisa que chamou a atenção é que o grupo tinha a presença de muitos filhotes, de jovens e filhotes, que também é bem característico desses grandes grupos da Baía de Ilha Grande”, explicou o oceanógrafo.</p>
<p>José Lailson disse que a pesquisa vai ser feita a partir de catálogos de fotos de botos do estado do Rio de Janeiro. As fotografias vão ser comparadas com as imagens registradas na quarta-feira. “A partir daí, a gente espera começar a explicar quem são esses animais que vieram pra cá e reunir mais informações para saber o que realmente eles estavam fazendo por aqui”.</p>
<p>O diretor do Instituto Mar Urbano, biólogo marinho Ricardo Gomes, explica que com a melhoria das condições da água [na Baía de Guanabara] o fenômeno pode passar a ser visto mais vezes. “Tudo indica que com o tratamento, o saneamento sendo feito, o tratamento do esgoto sendo feito pela Águas do Rio, tudo indica que a condição ambiental aqui das nossas praias vai melhorar, e eu espero que um avistamento desses seja uma coisa mais corriqueira no futuro”.</p>
<p>Outra característica considerada interessante da passagem dos golfinhos foi o aparecimento de fêmeas, que podem ajudar a repovoar a área da Baía de Guanabara, com população atual menor que 30. Na década de 80, o local já chegou a ter cerca de 400 golfinhos.</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Litoral paulista: em duas semanas, 15 golfinhos são encontrados mortos</title>
		<link>https://portalam.com.br/litoral-paulista-em-duas-semanas-15-golfinhos-sao-encontrados-mortos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2022 15:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Golfinhos]]></category>
		<category><![CDATA[mortos]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[Em duas semanas, 15 golfinhos da espécie Pontoporia blainvillei, conhecidas como toninhas, foram encontrados mortos no litoral paulista, entre as praias de Bertioga e São Vicente. A informação é do Instituto Gremar, responsável por um trecho do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS). Um motivo apresentado pela organização é que a primavera [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em duas semanas, 15 golfinhos da espécie <em>Pontoporia blainvillei</em>, conhecidas como toninhas, foram encontrados mortos no litoral paulista, entre as praias de Bertioga e São Vicente.</p>
<p>A informação é do Instituto Gremar, responsável por um trecho do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS).</p>
<p>Um motivo apresentado pela organização é que a primavera é uma estação marcada pelo nascimento de filhotes, o que pode acarretar um maior número de encalhes, já que esses animais serem mais vulneráveis.</p>
<h3>Notícias relacionadas:</h3>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-10/inmet-preve-chuvas-fortes-em-mg-es-e-ba-defesa-civil-faz-alerta">Inmet prevê chuvas fortes em MG, ES e BA; Defesa Civil faz alerta.</a>Dos 15 animais encontrados mortos, entre 30 de setembro e 15 de outubro, sete eram filhotes ou juvenis, e oito adultos, entre os quais duas eram fêmeas e estavam prenhas. O instituto destaca que, nesses casos, durante o exame de necropsia também são colhidas amostras das carcaças para análises posteriores.</p>
<h2>Pesca</h2>
<p>A captura acidental em redes de pesca é uma das principais ameaças aos golfinhos. Seis dos animais mortos apresentavam “interações evidentes com estes artefatos”. Um dos casos foi registrado na Praia do Iporanga, no Guarujá. O animal tinha um apetrecho de pesca preso ao rosto.</p>
<p>Outro problema recorrente é a poluição das águas e a sobrepesca, pois isso reduz a disponibilidade de alimento para a espécie. A intensa atividade portuária também é nociva, tendo em vista que produz ruídos no ambiente aquático que comprometem o sistema comunicativo deles.</p>
<h2>Espécie</h2>
<p>O Gremar aponta que a toninha é uma das menores espécies de golfinho do mundo e ocorre apenas na América do Sul, especificamente entre o Espírito Santo, no Brasil, e o Golfo San Matias, na Argentina. Ela consta na Lista Oficial das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção.</p>
<p>As fêmeas da espécie têm uma gestação de aproximadamente 11 meses, tendo um filhote a cada um ou dois anos, o que é considerado um longo período quando se trata de recuperar as populações. O instituto chama atenção para a necessidade de conservação das toninhas por meio da ampliação do conhecimento e conscientização.</p>
<p>“Sua possível extinção traria grandes prejuízos ao ecossistema marinho. Também é essencial que prossigam as pesquisas voltadas para que as atividades antrópicas (realizadas por humanos) sejam cada vez mais devidamente ordenadas e regulamentadas”, propõe a organização.</p>
<h2>Monitoramento</h2>
<p>O PMP-BS é um programa que atende a um condicionante do licenciamento ambiental federal das atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural na Bacia de Santos. O projeto é conduzido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>
<p>A ideia é avaliar possíveis impactos da produção petrolífera sobre as aves, tartarugas e mamíferos marinhos. O monitoramento vai de Laguna, em Santa Catarina, a Saquarema, no Rio de Janeiro, dividido em 15 trechos. O Gremar fica responsável pelo trecho de São Vicente a Bertioga.</p>
<p>O serviço de resgate de animais marinhos, debilitados ou mortos, pode ser feito pelos telefones 0800 642 3341 ou (13) 99711 4120. Mais informações estão disponíveis no <a href="http://www.comunicabaciadesantos.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><em>site</em> do projeto</a>.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> procurou o Ibama, mas não houve retorno até a publicação da reportagem.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os golfinhos usam assobios de assinatura para representar outros golfinhos – da mesma forma que os humanos usam nomes</title>
		<link>https://portalam.com.br/os-golfinhos-usam-assobios-de-assinatura-para-representar-outros-golfinhos-da-mesma-forma-que-os-humanos-usam-nomes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Aug 2022 21:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[assobios]]></category>
		<category><![CDATA[Golfinhos]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Os assobios característicos dos golfinhos-nariz-de-garrafa acabaram de passar por um importante teste em psicologia animal. Um novo estudo feito por meus colegas e por mim mostrou que esses animais podem usar seus assobios como conceitos semelhantes a nomes. Ao apresentar urina e os sons de apitos de assinatura aos golfinhos, meus colegas Vincent Janik, Sam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os assobios característicos dos golfinhos-nariz-de-garrafa acabaram de passar por um importante teste em psicologia animal. Um novo estudo feito por meus colegas e por mim mostrou que esses animais podem usar seus assobios como conceitos semelhantes a nomes.</p>
<p>Ao apresentar urina e os sons de apitos de assinatura aos golfinhos, meus colegas Vincent Janik, Sam Walmsey e eu mostramos recentemente que esses apitos agem como representações dos indivíduos que os possuem, semelhantes aos nomes humanos.</p>
<p>Para biólogos comportamentais como nós, este é um resultado incrivelmente empolgante. É a primeira vez que esse tipo de nomeação representacional é encontrado em qualquer outro animal além dos humanos.</p>
<h4 id="h-o-significado-de-um-nome">O significado de um nome</h4>
<p>Quando você ouve o nome do seu amigo, provavelmente imagina o rosto dele. Da mesma forma, quando você cheira o perfume de um amigo, isso também pode provocar uma imagem do amigo. Isso ocorre porque os humanos constroem imagens mentais uns dos outros usando mais do que apenas um sentido. Todas as diferentes informações dos seus sentidos que estão associadas a uma pessoa convergem para formar uma representação mental desse indivíduo – um nome com um rosto, um cheiro e muitas outras características sensoriais.</p>
<p>Nos primeiros meses de vida, os golfinhos inventam suas próprias chamadas de identidade específicas – chamadas assobios de assinatura.</p>
<p>Os golfinhos geralmente anunciam sua localização ou cumprimentam outros indivíduos em uma cápsula<strong> </strong>enviando seus próprios assobios de assinatura. Mas os pesquisadores não sabem se, quando um golfinho ouve o assobio característico de um golfinho com o qual estão familiarizados, eles imaginam ativamente o indivíduo que chama.</p>
<p>Meus colegas e eu estávamos interessados ​​em determinar se os chamados dos golfinhos são representativos da mesma forma que os nomes humanos invocam muitos pensamentos de um indivíduo.</p>
<p>Como os golfinhos não podem cheirar, eles dependem principalmente de assobios exclusivos para identificar uns aos outros no oceano. Os golfinhos também podem copiar os assobios de outro golfinho como forma de se dirigirem uns aos outros.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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