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	<title>hantavírus | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>hantavírus | Portal AM</title>
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		<title>Hantavírus: infectologista da HU Brasil explica transmissão, sintomas e prevenção</title>
		<link>https://portalam.com.br/hantavirus-infectologista-da-hu-brasil-explica-transmissao-sintomas-e-prevencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 12:25:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[infectologista]]></category>
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					<description><![CDATA[Casos confirmados de hantavírus em um navio no Atlântico colocaram a doença no centro das atenções internacionais. Até o momento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou sete infecções entre passageiros do cruzeiro MV Hondius , incluindo três mortes. Apesar do alerta sanitário e do monitoramento de pessoas em diferentes países, a própria entidade avalia que o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">Casos confirmados de hantavírus em um navio no Atlântico colocaram a doença no centro das atenções internacionais. Até o momento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou sete infecções entre passageiros do cruzeiro MV Hondius , incluindo três mortes. Apesar do alerta sanitário e do monitoramento de pessoas em diferentes países, a própria entidade avalia que o risco de disseminação em larga escala é baixo.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">Os hantavírus circulam entre roedores silvestres e podem infectar seres humanos em situações de exposição ambiental, sobretudo em áreas rurais ou de manejo florestal e agrícola. Dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 2007 e 2024, foram confirmados 1.386 casos da doença no Brasil, com 540 óbitos registrados no período. A doença é considerada rara, mas pode evoluir rapidamente para quadros graves, especialmente quando afeta pulmões e coração.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">No Pará, o tratamento de doenças infectocontagiosas faz parte da expertise do Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB), integrante do Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Pará (CHU-UFPA) e vinculado à Rede HU Brasil.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">Segundo a infectologista Rita Medeiros, gerente de Atenção à Saúde do HUJBB, a transmissão ocorre a partir da exposição às secreções de roedores infectados. “É uma doença viral transmitida através de vírus presentes nas excretas desses animais, como fezes, urina e saliva. A partir desse contato, pode haver formação de aerossóis que ficam suspensos no ar, especialmente em ambientes fechados por muito tempo, e podem ser inalados pelas pessoas”, explica.</span></p>
<h4 style="font-weight: 400;"><b><strong><span data-contrast="auto">Baixa circulação entre humanos</span></strong></b></h4>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">Os sintomas iniciais costumam incluir febre, dores no corpo, mal-estar, dor de cabeça, náuseas e cansaço. Nas Américas, incluindo o Brasil, a doença pode evoluir rapidamente para comprometimento pulmonar e cardíaco, com falta de ar intensa e insuficiência respiratória. Já em países da Europa e da Ásia, são mais frequentes manifestações hemorrágicas e renais, com alterações na pressão arterial, sangramentos e comprometimento dos rins.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">Apesar da repercussão internacional do surto no cruzeiro, Rita Medeiros reforça que não há motivo para pânico. De acordo com a especialista, a transmissão entre pessoas é considerada extremamente rara e está associada apenas à variante andina do vírus, identificada em alguns países da América do Sul e confirmada em passageiros do navio. “A contagiosidade é muito baixa porque é necessário contato muito próximo e prolongado com a pessoa doente”, ressalta a médica.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">A OMS também reforçou que o cenário atual não apresenta características de pandemia. O órgão internacional informou que os casos permanecem restritos e que não há indícios de transmissão em cadeia semelhante ao observado em doenças respiratórias altamente contagiosas, como a Covid-19.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">Embora o hantavírus apresente taxas de letalidade consideradas elevadas, a especialista ressalta que a maioria dos pacientes evolui para recuperação quando recebe assistência adequada. “A cura é a regra. A doença é aguda e produz resposta imunológica duradoura”, destaca Rita Medeiros.</span></p>
<h4 style="font-weight: 400;"><b><strong><span data-contrast="auto">Prevenção e atendimento especializado</span></strong></b></h4>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">Atualmente, não existe tratamento antiviral específico nem vacina contra os hantavírus. Por isso, o diagnóstico precoce e o suporte médico são fundamentais para reduzir complicações e aumentar as chances de recuperação.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">No HUJBB, o atendimento de doenças infecciosas integra uma das áreas de referência da instituição, que atua na assistência, ensino, pesquisa e inovação voltados a agravos infecciosos e tropicais na região amazônica.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">Entre as principais medidas de prevenção estão o controle de roedores e os cuidados na limpeza de ambientes fechados ou com sinais de infestação. A recomendação é evitar levantar poeira em locais sem ventilação e utilizar equipamentos de proteção.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">“Ao chegar em uma casa de campo ou sítio fechado por muito tempo, o ideal é primeiro deixar o ambiente arejado antes da limpeza. O uso de máscara é recomendado, especialmente em locais com poeira ou presença de excretas de animais”, orienta Medeiros.</span></p>
<h4 style="font-weight: 400;"><b><strong><span data-contrast="auto">Sobre a HU Brasil</span></strong></b></h4>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">O CHU-UFPA faz parte da Rede HU Brasil desde 2015. Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a HU Brasil nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh . É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil.</span></p>
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		<title>ONU pede reforço da cooperação em meio a novos casos de hantavírus</title>
		<link>https://portalam.com.br/onu-pede-reforco-da-cooperacao-em-meio-a-novos-casos-de-hantavirus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:01:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta segunda-feira, o secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou apoio ao governo da Espanha e de outros países na gestão do hantavírus, em estreita coordenação com a Organização Mundial da Saúde, OMS. O líder das Nações Unidas afirmou que embora o risco atual à saúde pública permaneça baixo, é importante que os esforços internacionais garantam a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira, o secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou apoio ao governo da Espanha e de outros países na gestão do hantavírus, em estreita coordenação com a Organização Mundial da Saúde, OMS.</p>
<p>O líder das Nações Unidas afirmou que embora o risco atual à saúde pública permaneça baixo, é importante que os esforços internacionais garantam a segurança de todos, incluindo os passageiros e a tripulação do navio MV Hondius.</p>
<h2><strong>Novos casos confirmados</strong></h2>
<p>A embarcação, que zarpou da Argentina, foi atingida por um surto do hantavírus, que deixou três mortos. No domingo, após chegar à Ilha de Tenerife, na Espanha, os passageiros começaram a ser retirados para ser estão repatriados onde ficarão 42 dias sob monitoramento de sintomas.</p>
<p>Segundo agências de notícias, uma francesa e um americano que seguiram para seus países de origem testaram positivo elevando o total de casos confirmados para 10.</p>
<p>A mulher foi levada de avião para um hospital em Paris e se encontra em estado grave, de acordo com autoridades francesas.</p>
<p>Na noite de domingo, o passageiro americano foi levado para o Estado de Nebraska, juntamente com outros 16 da mesma nacionalidade. Ele também testou positivo, mas não apresenta sintomas até o momento.</p>
<h2><strong>Caso suspeito em ilha remota</strong></h2>
<p>O navio transportava 147 passageiros e tripulantes quando o surto de hantavírus foi notificado pela primeira vez à OMS.</p>
<p>Naquele momento, outros 34 passageiros já haviam desembarcado. O navio de cruzeiro partiu da Argentina em março, com escalas na Antártida e em outros locais, antes de seguir rumo ao norte, para as águas ao largo de Cabo Verde, no oeste da África.</p>
<p>Um britânico, que desembarcou na remota ilha de Tristão da Cunha também está com suspeita de infecção. Agências de notícias informaram que paraquedistas do Reino Unido saltaram no local no sábado, juntamente com médicos para dar assistência.</p>
<p>No final de abril, o homem relatou sintomas compatíveis com o hantavirus e desde então está em isolamento, mas com quadro estável.</p>
<p>Tristão da Cunha, é um território ultramarino do Reino Unido, localizado a meio caminho entre a África do Sul e a América do Sul e habitado por apenas 200 pessoas.</p>
<h2><strong>“Coordenação permanece fundamental”</strong></h2>
<p>O diretor-geral da OMS, Tedros Ghrebeyesus, disse que a agência vai seguir em  estreita colaboração com especialistas em todos os países envolvidos. E que a coordenação permanece fundamental para manter passageiros, tripulação, equipes de resposta e comunidades saudáveis ​​e seguros.</p>
<p>Os hantavírus são um grupo de vírus transmitidos por roedores que podem causar doenças graves em humanos. A transmissão normalmente ocorre por contato com roedores infectados ou pela urina, fezes ou saliva.</p>
<p>A variante identificada neste surto é do tipo Andes, a única que registra casos de transmissão entre humanos.</p>
<p>Embora não exista um tratamento específico que cure doenças por hantavírus, o cuidado médico de suporte precoce é fundamental para melhorar a sobrevivência e foca no monitoramento clínico rigoroso e no manejo de complicações respiratórias, cardíacas e renais.</p>
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