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	<title>Imediato | Portal AM</title>
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	<title>Imediato | Portal AM</title>
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		<title>Projeto garante cancelamento online imediato de serviços de celular e internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 12:49:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Imediato]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[Está em tramitação no Senado um projeto de lei que torna mais simples e rápido o cancelamento de contratos com operadoras de telefonia e internet. Esse projeto (PL 4.855/2024) exige que as prestadoras de serviços de telecomunicações ofereçam, nas suas páginas na internet, a opção de rescisão de serviços contratados. O autor do projeto é o senador Styvenson [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está em tramitação no Senado um projeto de lei que torna mais simples e rápido o cancelamento de contratos com operadoras de telefonia e internet. Esse projeto (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/166634" target="_blank" rel="noopener">PL 4.855/2024</a>) exige que as prestadoras de serviços de telecomunicações ofereçam, nas suas páginas na internet, a opção de rescisão de serviços contratados.</p>
<p>O autor do projeto é o senador Styvenson Valentim (Podemos-RN). A matéria está em análise na <a href="https://legis.senado.leg.br/atividade/comissoes/comissao/2614/" target="_blank" rel="noopener">Comissão de Comunicação e Direito Digital (CCDD)</a>.</p>
<p>“Os consumidores encontram obstáculos para cancelar esses serviços devido a excessos burocráticos e à necessidade de contato com centrais de atendimento. Tais práticas contrariam os princípios do <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:1990-09-11;8078" target="_blank" rel="noopener">Código de Defesa do Consumidor (CDC)</a>, causam insatisfação e comprometem a reputação das empresas de telecomunicações”, argumenta Styvenson.</p>
<p>A proposta prevê que os pedidos de rescisão a serem feitos internet (nas páginas das operadoras) serão processados automaticamente e terão efeitos imediatos. O texto também proíbe que sejam feitas cobranças após o pedido de cancelamento.</p>
<p>“A medida alinha-se aos avanços tecnológicos e às demandas sociais por maior independência nas relações de consumo. Isso favorece a modernização do setor e estabelece um equilíbrio contratual mais justo”, afirma o senador.</p>
<p>Fonte: Agência Senado</p>
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		<title>Brasil e mais 23 países da Celac pedem cessar-fogo imediato em Gaza</title>
		<link>https://portalam.com.br/brasil-e-mais-23-paises-da-celac-pedem-cessar-fogo-imediato-em-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Mar 2024 15:14:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Cessar Fogo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil e mais 23 países da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) emitiram declaração conjunta por um cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza, enclave palestino controlado pelo grupo Hamas que vem sendo alvo de ataques do governo de Israel. O documento que trata das ações israelenses na Palestina foi assinado durante a cúpula [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil e mais 23 países da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (<a href="https://sites.usp.br/portalatinoamericano/espanol-celac">Celac</a>) emitiram declaração conjunta por um cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza, enclave palestino controlado pelo grupo Hamas que vem sendo alvo de ataques do governo de Israel. O documento que trata das ações israelenses na Palestina foi assinado durante a cúpula da Celac, na sexta-feira (1º), em Kingstown, capital de São Vicente de Granadinas.</p>
<p>“Conscientes da intransigência refletida nas declarações do governo de Israel e do agravamento da crise humanitária em Gaza, deploramos o assassinato de civis israelenses e palestinos, incluindo os cerca de 30 mil palestinos mortos desde o início da incursão de Israel em Gaza, e manifestamos profunda preocupação com a situação humanitária catastrófica na Faixa de Gaza e com o sofrimento da população civil palestina”, diz a declaração.</p>
<p>Os chefes de Estado endossaram “fortemente” a exigência da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) de um cessar-fogo humanitário imediato em Gaza e de que todas as partes no conflito cumpram o direito internacional, especialmente no que diz respeito à proteção de civis. A resolução da ONU foi aprovada em dezembro de 2023.</p>
<p>A declaração dos países da Celac cita ainda casos em curso na Corte Internacional de Justiça para determinar se a ocupação continuada do Estado da Palestina por Israel constitui violação do direito internacional e se o ataque de Israel a Gaza constituiria genocídio. Os países também enfatizam a exigência de libertação imediata e incondicional de todos os reféns, e reiteram a solução de dois estados, Israel e Palestina, vivendo lado a lado dentro de fronteiras seguras e reconhecidas.</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da cúpula da Celac e, durante seu discurso, propôs uma moção à ONU pelo fim imediato do genocídio de palestinos na Faixa de Gaza, imposto pelo governo de Israel. Para Lula, a reação de Israel aos ataques do Hamas é “desproporcional e indiscriminada” e a “indiferença da comunidade internacional [aos atos] é chocante”.</p>
<p>No dia 7 de outubro de 2023, o Hamas, que controla a Faixa de Gaza, lançou um ataque surpresa de mísseis contra Israel e com a incursão de combatentes armados por terra, matando cerca de 1,2 mil civis e militares e fazendo centenas de reféns israelenses e estrangeiros.</p>
<p>Em resposta, Israel vem bombardeando várias infraestruturas do Hamas, em Gaza, e impôs cerco total ao território, com o corte do abastecimento de água, combustível e energia elétrica. Os ataques israelenses já deixaram cerca de 30 mil mortos, a maioria mulheres e crianças, além de feridos e desabrigados. A guerra entre Israel e Hamas tem origem na disputa por territórios que já foram ocupados por diversos povos, como hebreus e filisteus, dos quais descendem israelenses e palestinos.</p>
<p>Ainda na declaração, os países da Celac exigem a garantia de acesso humanitário às áreas afetadas e apoiam a Agência das Nações Unidas de Assistência e Obras aos Refugiados da Palestina (UNRWA). Criada em 1949, a agência da ONU desenvolve ações sociais, como educação, saúde e moradia, destinadas a palestinos na Faixa de Gaza, Cisjordânia, Jordânia, Síria e no Líbano.</p>
<p>No início deste ano, diversos países doadores suspenderam o financiamento à agência após denúncias de envolvimento de funcionários no ataque do grupo palestino Hamas a Israel, em 7 de outubro do ano passado. A UNRWA informou que rescindiu os contratos com os supostos envolvidos e abriu investigação.</p>
<p>O texto da Celac é assinado pelos chefes de Estado e de governo de Antígua e Barbuda, Bahamas, Barbados, Belize, Bolívia, Brasil, Colômbia, Cuba, Chile, Dominica, República Dominicana, Granada, Guiana, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, São Cristóvão e Nevis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Suriname, Trinidad e Tobago e Venezuela.</p>
<p>A Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos constitui o único mecanismo de diálogo que reúne, de maneira autônoma, o conjunto dos países em desenvolvimento do continente americano. Após 3 anos de afastamento, o Brasil se reintegrou em janeiro de 2023.</p>
<p>Apesar de ser um dos países fundadores da Celac, o governo anterior do Brasil deixou a comunidade, composta por 33 países. A reintegração ao bloco foi uma das primeiras medidas de política externa do presidente Lula no início de 2023, ao assumir o terceiro mandato.</p>
<p><strong>Leia mais</strong></p>
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<p><a href="https://portalam.com.br/brasil-nao-promove-jornalismo-plural-alerta-reporteres-sem-fronteiras/">Brasil não promove jornalismo plural, alerta Repórteres Sem Fronteiras</a></p>
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