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	<title>Impeachment | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>Impeachment | Portal AM</title>
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		<title>VÍDEO: Mauro Carlesse renuncia ao cargo de governador do Tocantins</title>
		<link>https://portalam.com.br/video-mauro-carlesse-renuncia-ao-cargo-de-governador-do-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Mar 2022 17:16:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Governador]]></category>
		<category><![CDATA[Impeachment]]></category>
		<category><![CDATA[Renúncia]]></category>
		<category><![CDATA[Tocantins]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador afastado do Tocantins, Mauro Carlesse, renunciou ao cargo na tarde desta sexta-feira (11) na Assembleia Legislativa do estado. A carta de denúncia foi protocolada por volta das 15h, antes do segundo turno da votação no processo de impeachment que definiria se seria aberto um tribunal misto para julgar o governador por crime de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governador afastado do Tocantins, Mauro Carlesse, renunciou ao cargo na tarde desta sexta-feira (11) na Assembleia Legislativa do estado. A carta de denúncia foi protocolada por volta das 15h, antes do segundo turno da votação no processo de impeachment que definiria se seria aberto um tribunal misto para julgar o governador por crime de responsabilidade.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1447828&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1447828&amp;o=node" /></p>
<p>Na primeira fase da votação, os parlamentares aprovaram por unanimidade o relatório do deputado Júnior Geo, que recomendava o prosseguimento do processo.</p>
<p>Nas redes sociais, após a denúncia ter sido protocolada, o agora ex-governador publicou um vídeo em que confirma a renúncia. Na transmissão, Carlesse agradece à população e aos servidores do estado, mas disse que chegou ao limite por causa das acusações que vem sofrendo.</p>
<p>&#8220;Para mim, cheguei num limite. Um limite [em] que é insuportável um ser humano aguentar tanta mentira, tanta bagunça, como eles estão fazendo na minha vida. Estou me retirando do governo para que eles continuem esse governo, para que o estado não se prejudique mais do que está&#8221;, disse.</p>
<p>Na carta de renúncia, entregue pelo advogado Juvenal Klayber, Mauro Carlesse afirma que a decisão de se afastar do cargo &#8220;tem como finalidade precípua apresentar de forma tranquila e serena sua defesa junto ao Poder Judiciário em relação às injustas e inverídicas acusações que lhe foram imputadas&#8221;.</p>
<h2>Impeachment</h2>
<p>O pedido de <em>impeachment</em>, apresentado pelo advogado Evandro Araújo de Melo Júnior, foi aceito em dezembro. Carlesse, do PSL, é acusado de ter cometido crimes de responsabilidade em um esquema para recebimento de vantagens ilícitas por parte de agentes públicos nos serviços vinculados ao Plano de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Estado do Tocantins. Ele estava afastado do cargo desde outubro do ano passado, por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).</p>
<p>Na sessão de ontem (10) na Assembleia Legislativa, o advogado de Carlesse, Juvenal Klayber, disse que faltam provas que liguem o governador afastado aos crimes alegados. Klayber destacou o fato de o julgamento ocorrer na Assembleia Legislativa enquanto o caso ainda está em apuração no STJ.</p>
<p>O deputado Júnior Geo, relator do processo, reforçou que a decisão de prosseguimento do <em>impeachment</em> não era ainda condenatória, e que um tribunal formado por parlamentares e desembargadores ainda analisaria o mérito das denúncias.</p>
<p>Agora, com a renúncia, o processo perde objeto e deve ser encerrado. Com isso, o governador em exercício, Wanderlei Barbosa, assume o cargo em definitivo. Eleito vice-governador na chapa de Carlesse, Barbosa cumpriu dois mandatos de deputado estadual e foi também vereador.</p>
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		<title>Senado instala comissão para modernizar a Lei do Impeachment</title>
		<link>https://portalam.com.br/senado-instala-comissao-para-modernizar-a-lei-do-impeachment/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2022 20:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Impeachment]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Modernização]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[Política &#8211; O Senado instalou nesta sexta-feira (11) a comissão de juristas para atualizar e modernizar a Lei do Impeachment, de 1950. A norma define os crimes de responsabilidade e regula o processo de julgamento de autoridades que incorrerem nessas práticas. Funcionamento A comissão terá 180 dias para apresentar um estudo e um anteprojeto sobre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Política &#8211; O Senado instalou nesta sexta-feira (11) a comissão de juristas para atualizar e modernizar a Lei do Impeachment, de 1950. A norma define os crimes de responsabilidade e regula o processo de julgamento de autoridades que incorrerem nessas práticas.</p>
<p><strong>Funcionamento</strong></p>
<p>A comissão terá 180 dias para apresentar um estudo e um anteprojeto sobre o tema. Depois de subscrito por um ou mais parlamentares, o texto passa a tramitar como um projeto de lei e, se aprovado pelo plenário do Senado, seguirá para análise da Câmara dos Deputados. Após vencidas essas etapas, a proposta segue para sanção do presidente da República.</p>
<p>Sob a presidência do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, que em 2016 presidiu a sessão que resultou no impeachment de Dilma Rousseff (PT), integram o colegiado 11 juristas. O grupo não receberá remuneração, mas os gastos com logística gerada durante o funcionamento da comissão serão custeados pelo Senado.</p>
<p>“Isso é muito importante para o país, uma modernização de uma lei fundamental para os dias de hoje, para que se possa ter a melhor disciplina possível em relação a um instituto que foi recentemente usado por mais de uma vez no Brasil e que, obviamente, precisa estar adequado sobretudo à Constituição de 1988, que veio bem depois da sua edição na década de 50”, disse o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.</p>
<p><strong>Lei defasada</strong></p>
<p>De acordo com a justificativa do ato que cria a comissão, editado pelo presidente do Senado, a Lei do Impeachment, parcialmente recepcionada pela Constituição Federal de 1988, está defasada. “Considerando que os problemas da Lei nº 1.079/50, elaborada ainda na vigência da Carta de 1946, já foram apontados em diversas ocasiões pela doutrina e jurisprudência como fonte de instabilidade institucional, demandando assim sua completa revisão”, ressalta o documento.</p>
<p>No entendimento do ministro Ricardo Lewandowski, o descompasso da norma com a chamada Constituição Cidadã, de 1988, está explícito especialmente no que diz respeito ao devido processo legal, ao direito à ampla defesa e ao contraditório do acusado. Para o ministro, a razoável duração do processo também é um ponto a ser considerado pela comissão.</p>
<p>Ao lembrar a experiência de ter presidido a etapa do Senado do processo que resultou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, o ministro lembrou que por ser uma norma “pobre”, no que diz respeito a procedimentos, naquele caso precisou reunir os lideres da Casa para fazer um procedimento “ad hoc”, ou seja, próprio para aquele momento. À época, destacou o ministro, a conduta teve como base parte dos regimentos do Senado e da Câmara dos Deputados, os precedentes do Supremo Tribunal Federal, preceitos do Tribunal do Júri, previstos no Código de Processo Penal e a experiência do processo do ex-presidente Fernando Collor de Mello, em 1992.</p>
<p>Quem integra a comissão de juristas:</p>
<p>&#8211; Ministro Ricardo Lewandowski, ministro do Supremo Tribunal Federal;<br />&#8211; Antonio Anastasia, ministro do Tribunal de Contas da União;<br />&#8211; Rogério Schietti Cruz, ministro do Superior Tribunal de Justiça;<br />&#8211; Fabiano Silveira, ex-ministro da Controladoria-Geral da União;<br />&#8211; Marcus Vinícius Coêlho, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil;<br />&#8211; Heleno Torres, jurista;<br />&#8211; Gregório Assagra de Almeida, jurista;<br />&#8211; Maurício Campos Júnior, advogado;<br />&#8211; Carlos Eduardo Frazão do Amaral, advogado;<br />&#8211; Fabiane Pereira de Oliveira, assessora do STF;<br />&#8211; Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça.</p>
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		<item>
		<title>Congresso do Peru aprova impeachment do presidente do país</title>
		<link>https://portalam.com.br/congresso-do-peru-aprova-impeachment-do-presidente-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 16:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Impeachment]]></category>
		<category><![CDATA[Peru]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[O Congresso do Peru aprovou na noite desta segunda-feira (9), o impeachment do presidente peruano Martín Vizcarra Cornejo. Segundo o site do Congresso Nacional Peruano, Vizcarra foi declarado com &#8220;permanente incapacidade moral&#8221; e, em consequência, foi declarada que a presidência do país estava vaga. Na votação do impeachment, 105 congressistas votaram a favor do processo, 19 contra e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Congresso do Peru aprovou na noite desta segunda-feira (9), o <em>impeachment </em>do presidente peruano Martín Vizcarra Cornejo. Segundo o site do Congresso Nacional Peruano, Vizcarra foi declarado com &#8220;permanente incapacidade moral&#8221; e, em consequência, foi declarada que a presidência do país estava vaga.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1392747&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1392747&amp;o=node" /></p>
<p style="text-align: justify;">Na votação do <em>impeachment</em>, 105 congressistas votaram a favor do processo, 19 contra e houve quatro abstenções. O número necessário para o afastamento do presidente era 87 votos.</p>
<p style="text-align: justify;">A decisão será comunicada imediatamente a Vizcarra e ao Conselho de Ministros do Peru. A presidência será assumida pelo líder do Congresso, Manuel Merino, que deve ocupar o cargo até julho de 2021.</p>
<p style="text-align: justify;">As eleições presidenciais do Peru estão previstas para ocorrer em 11 de abril do ano que vem.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>* Com informações do Centro de Notícias do Congresso Nacional do Peru</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Impeachment de Trump começa a ser julgado no Senado</title>
		<link>https://portalam.com.br/impeachment-de-trump-comeca-a-ser-julgado-no-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2020 19:45:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Impeachment]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O processo de impeachment contra o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, começa a ser julgado hoje (21) no Senado. Ele é acusado pelos democratas de ter abusado dos privilégios do cargo de presidente, para pressionar o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, a investigar a família de Joe Biden, seu maior rival entre os candidatos democratas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1690" src="https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logoebc-1.png" alt="" width="54" height="44" /></p>
<p style="text-align: justify;">O processo de <em>impeachment</em> contra o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, começa a ser julgado hoje (21) no Senado. Ele é acusado pelos democratas de ter abusado dos privilégios do cargo de presidente, para pressionar o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, a investigar a família de Joe Biden, seu maior rival entre os candidatos democratas às eleições presidenciais de 2020.</p>
<p style="text-align: justify;">Trump teria retido US$ 400 milhões em verbas da área de Defesa, prometidos à Ucrânia, para obrigar Zelenskiy a investigar as atividades de Biden, quando era integrante do Conselho de Administração de uma empresa estatal de gás ucraniana,</p>
<p style="text-align: justify;">Analistas consideram impossível que isso leve à destituição de Trump, já que o Partido Republicano tem maioria no Senado norte-americano.</p>
<p style="text-align: justify;">A defesa do presidente norte-americano apresenta seus argumentos a favor da absolvição. Os democratas, por sua vez, vão tentar aprovar a convocação de novas testemunhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Donald Trump está em Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial.</p>
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