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	<title>inclusão digital | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>inclusão digital | Portal AM</title>
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		<title>Inclusão digital no Brasil é feita pela metade, mostra pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 12:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[“Existe um muro aqui” diz Ana Cláudia Miguel, enquanto aponta na direção da Rua do Moinho, que separa a comunidade do Pilar de um dos maiores polos de tecnologia do país, o Porto Digital, no coração do Recife Antigo.  “Existia um arco que era a divisão desse pedaço com o bairro. Mesmo o muro sendo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Existe um muro aqui” diz Ana Cláudia Miguel, enquanto aponta na direção da Rua do Moinho, que separa a comunidade do Pilar de um dos maiores polos de tecnologia do país, o Porto Digital, no coração do Recife Antigo. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696292&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696292&amp;o=node" /></p>
<p>“Existia um arco que era a divisão desse pedaço com o bairro. Mesmo o muro sendo derrubado, ainda existe essa barreira”. O muro, construído por holandeses na capital pernambucana no século 17, foi demolido no final do século 19. Mais de 100 anos depois, Ana Cláudia, líder comunitária da única área residencial do Recife Antigo, explica como a barreira que já foi de pedra, agora é de <em>bytes</em>:</p>
<blockquote><p>“A gente mora no polo tecnológico, mas tem um déficit de tecnologia”, explica Ana Cláudia.</p></blockquote>
<p><strong>O Pilar é uma comunidade de baixa renda que nasceu com a ocupação das ruínas do Recife Antigo por quem não tinha onde morar, ou tinha e foi expulso de outros cantos da cidade.</strong> Nos quase 600 domicílios do Pilar vivem famílias majoritariamente negras (73%), chefiadas por mulheres (76%), onde o trabalho informal é a principal fonte de renda (74%) e a remuneração média não passa de um salário mínimo e meio, segundo pesquisa feita em 2023 pela própria comunidade, com o apoio da Universidade das Nações Unidas.</p>
<p><strong>Atravessando a rua, fica o Porto Digital, endereço de mais de 500 empresas de tecnologia que, em 2025, faturaram R$ 7,4 bilhões. Pierre Lucena, presidente do Porto Digital, explica o que é essa espécie de vale do silício brasileiro:</strong> “Somos uma plataforma de inovação”, diz. “Aqui, a  gente tem seis incubadoras aceleradoras, públicas e privadas, uma faculdade própria, um conjunto de universidades parceiras e mais de 500 empresas”.</p>
<h2>Inclusão pela metade</h2>
<p><strong>A disparidade tecnológica dos dois lados da rua escancara o desafio que o Brasil precisa enfrentar para garantir inclusão digital de qualidade. </strong></p>
<p><strong>O percentual de pessoas que usam a internet no Brasil chegou a 90,5% em 2025, índice que vem crescendo ano após ano. Em 2019, não chegava a 80%. Mas a qualidade do acesso é desigual.</strong> Enquanto 86% dos domicílios têm banda larga fixa e móvel ao mesmo tempo,  10,7% dependem exclusivamente dos dados da telefonia móvel para conseguir acessar bancos, serviços públicos, estudar, trabalhar e se comunicar. A grande maioria, 59,2% dos domicílios, não tem computadores ou tablets. Os dados estão na PNAD-TIC 2026, o capítulo de Tecnologia, Informação e Comunicação, da Pesquisa  Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<blockquote><p>“As pessoas deixam de ter computador e internet fixa em casa porque é caro e elas acessam a internet por planos de telefonia móvel com uma quantidade limitada de dados que podem utilizar por mês, explica Flávia Lefrève, advogada, especialista em telecomunicações e direitos digitais. Geralmente, uma franquia baixa, que não passa de 100 gigabytes por mês. A partir do momento em que a franquia acaba, o acesso à internet é bloqueado”.</p></blockquote>
<p>Flávia diz que esse tipo de limitação é ilegal, segundo o Marco Civil da Internet. As provedoras não podem interromper a internet, exceto em casos de inadimplência. Na prática, o serviço é suspenso e limita a cidadania:</p>
<blockquote><p>“A grande maioria dos serviços públicos, por exemplo, você só faz pela internet: Bolsa Família, Enem, boletim de ocorrência, o imposto de renda. Tudo o que você faz hoje é pela internet. Então, para exercer a cidadania, precisa da internet. E o que acontece se você tem um plano limitado? Acabou a sua franquia, como é que vai se virar?”, questiona.</p></blockquote>
<p><strong>A rotina do Pilar ajuda a entender como a limitação vira exclusão. Em 2023, a comunidade passou a contar com o programa Pilar Universitário, que garante bolsas de estudos integrais nas faculdades do Senac [Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial] para os moradores numa política de universalização sem restrições</strong>: “Qualquer pessoa do Pilar que queira e esteja apta a fazer um curso superior, pode escolher qual curso quer fazer”, diz Pierre Lucena.</p>
<p>Ainda que o estudante não precise se preocupar com a mensalidade, ainda resta o muro digital: “A internet que tem é do celular. E aí acabam os dados, como é que faz? Como é que se mantém na universidade?”, pergunta Ana Cláudia. “Hoje, a tecnologia da universidade é muito maior. A apresentação não é naquele papelzinho pautado. Hoje tem que fazer tudo digital.  Então é preciso ter o mínimo de condição de poder permanecer”, conclui .</p>
<h2>Sem laptop</h2>
<p>Em 2024,  Eurídize Lima de Santana, 23 anos, entrou no programa. Se matriculou no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Um ano e meio depois, trancou a faculdade. Eurídize não tinha o básico: um computador. “No primeiro semestre eu não senti tanta dificuldade em não ter um notebook, porque a gente ainda não fazia códigos. No segundo, comecei a sentir. E quando chegou no terceiro semestre, tranquei”, afirmou.</p>
<p><strong>Segundo ela, um equipamento básico para quem trabalha com códigos custa, no mínimo, R$ 3,5 mil.  “Como a gente que é pobre, que ganha um salário mínimo, pode pensar em comprar um notebook?</strong> Como, se só tem o dinheiro pra sobreviver? Se a gente só pensa em pagar as contas de casa e comer?” pergunta.</p>
<p>Depois de trancar a faculdade, a jovem ainda tentou mudar de curso, mas foi informada que o programa não permitia uma segunda inscrição para alunos que trancaram a faculdade. Hoje ela estuda Gestão Financeira, na modalidade de Ensino à Distância (EaD), usando o celular e a franquia de dados do telefone e pagando mensalidade de R$ 170.</p>
<p><strong>Ana Cláudia diz que na comunidade, a inclusão digital pela metade é regra: “A gente tem empresa de robótica aqui dentro da ilha [o Recife Antigo], mas não tem nenhuma criança sabendo disso. A gente precisa ter internet na escola, precisa trabalhar com os jovens na tecnologia”. </strong></p>
<h2>Desconforto</h2>
<p>Fabi Andrade é coordenadora de ESG do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar). A instituição de ensino e incubadora de empresas é uma das precursoras do Porto Digital e ocupa alguns andares do Complexo do Moinho, um edifício de mais de 100 anos que fica bem ao lado do Pilar. O prédio foi todo modernizado para acolher empresas de tecnologia:</p>
<p><strong>“O projeto arquitetônico previa uma parede para que a gente não enxergasse a comunidade do Pilar”, explica Fabi</strong>. A proposta foi recusada e no lugar foi colocada uma parede de vidro que não deixa esquecer que a desigualdade é incômoda até para quem está do lado tecnológico do muro. “Incomoda muito porque estamos aqui trabalhando numa faculdade para educar pessoas em tecnologia, e não temos um único aluno da comunidade aqui do lado.  Isso incomoda”, conclui Fabi.</p>
<blockquote><p>“Esse contraste é real, há uma dívida real e uma forma ainda desorganizada de todos,  inclusive nossa [do Porto Digital], para agir com soluções”, reconhece o presidente do Porto Digital, que sabe que os vizinhos vivem realidade parecida com a de muitas outras comunidades do país.</p></blockquote>
<p><strong>Ana Cláudia sabe que o impacto dessa inclusão digital pela metade tem custo alto</strong>: “a gente está perdendo os jovens na comunidade”. Questionada sobre o que significa perder os jovens, ela é direta: “Perdendo os jovens para o mundo ilícito, porque não se tem oportunidade”.</p>
<h2>Sem neutralidade</h2>
<p><strong>Em 2025, pela primeira vez, mais de 90% dos brasileiros usaram a internet, segundo a PNAD-TIC, mas Flávia Lefrève chama a atenção para outro dado: o tipo de uso que tem sido feito da rede:</strong> “O uso principal que as pessoas fazem é de rede social. Por quê? Acabou a franquia, bloqueia o acesso à internet e a pessoa só acessa as aplicações da Meta: Instagram, Facebook e WhatsApp”.</p>
<p><strong>Segundo a pesquisa, entre as pessoas que usaram a internet, mais de 95% usaram para conversar por chamadas de voz ou vídeo, mais de 90% para enviar ou receber mensagens de texto, voz ou imagens sem ser por e-mail e 85% para usar as redes sociais (84,9%).</strong>Todos os serviços são prestados pela empresa de Mark Zuckerberg.</p>
<p><strong>Flávia explica que esse tipo de “oferta” também viola o Marco Civil da Internet: a neutralidade da rede, a regra que determina que os provedores não podem discriminar o tráfego de dados por origem, destino ou por tipo de aplicativo</strong>. “Uma medida fundamental para garantir que a internet continue aberta, democrática, que não haja discriminação”, diz Flávia. “A partir do momento em que o consumidor só tem acesso às aplicações da Meta, isso é quebra da neutralidade. Isso é muito cruel, porque esses planos atendem especialmente as pessoas das classes C,D e E”, conclui.</p>
<p>Em janeiro de 2023, a  Coalizão de Direitos da Rede, que reúne organizações e ativistas, como Flávia Lefrève, que atuam pelo direito à comunicação, abriu um processo administrativo na Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça questionando o bloqueio ao acesso à internet por parte das provedoras e a quebra da neutralidade da rede. Entramos em contato com o Ministério da Justiça questionando qual a situação desse processo, mas não houve resposta.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prefeitura desenvolve projetos de inclusão digital em prol de uma educação de qualidade na rede municipal de ensino</title>
		<link>https://portalam.com.br/prefeitura-desenvolve-projetos-de-inclusao-digital-em-prol-de-uma-educacao-de-qualidade-na-rede-municipal-de-ensino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Nov 2024 13:18:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), tem implementado diversos projetos de inclusão digital para alunos e professores da rede municipal de ensino, com o objetivo de garantir uma educação de qualidade e proporcionar o acesso a recursos tecnológicos no processo de aprendizado. Esses projetos atendem a estudantes da Educação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), tem implementado diversos projetos de inclusão digital para alunos e professores da rede municipal de ensino, com o objetivo de garantir uma educação de qualidade e proporcionar o acesso a recursos tecnológicos no processo de aprendizado. Esses projetos atendem a estudantes da Educação Infantil, Educação de Jovens e Adultos (EJA), Educação Especial, além de beneficiar os educadores que integram esse contexto de ensino.</p>
<p>A Gerência de Tecnologia Educacional (GTE), da Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM) da Semed, coordena três projetos independentes de inclusão digital: Procurumim, Centros de Tecnologias Educacionais (CTEs) e Ciências em Rede. Além desses, existem projetos integrados com a Gerência de Formação Continuada (GFC), também da DDPM, que atendem alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental (1º ao 9º ano).</p>
<p>Essas iniciativas de inclusão digital são desenvolvidas por profissionais especializados da DDPM e envolvem, de forma direta e indireta, cerca de 120 mil alunos, 166 coordenadores de CTEs e aproximadamente 6 mil professores. A GTE é responsável por promover o uso pedagógico dos recursos tecnológicos nas escolas municipais, impactando significativamente o processo de ensino-aprendizagem.</p>
<p>O Procurumim, que aborda linguagens de programação e robótica, atende 49 unidades de ensino e beneficia 46 coordenadores de CTEs e 316 professores. Já o projeto dos CTEs forma cerca de 120 coordenadores, além de realizar oficinas para professores e alunos. Os Centros também desenvolvem o projeto Ciências em Rede, que oferece formação para educadores no desenvolvimento de projetos para feiras de ciências e submissões ao edital da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Outra iniciativa importante é a Formação Integrada, que visa qualificar professores da Educação Infantil e do Ensino Fundamental.</p>
<p>O gerente da GTE, Austonio Queiroz dos Santos, destaca o impacto dos projetos no ensino-aprendizagem dos alunos. “Por intermédio das formações, os professores levam para a sala de aula o uso dos recursos digitais, como os tablets do CTE, criando um ambiente mais dinâmico e interativo. Sabemos, por meio de pesquisas, que o aprendizado se torna mais eficiente e rápido quando os alunos utilizam recursos significativos. O trabalho da GTE contribui diretamente para a inclusão digital, melhorando a qualidade do ensino”, afirmou.</p>
<p><strong>Inovação na prática pedagógica</strong></p>
<p>A professora Maria de Nazaré Lobato Marques, da escola municipal Jornalista Sabá Raposo, localizada no bairro Manoa, zona Norte, é um exemplo do uso inovador de recursos digitais. Após participar de uma formação na DDPM sobre “Objetos de aprendizagem para apoiar a apropriação do sistema de escrita alfabética”, ela implantou o aplicativo Silabando, que auxilia no aprendizado da língua portuguesa.</p>
<p>A professora utiliza o aplicativo com seus alunos do 3º ano e tem obtido resultados positivos, especialmente com estudantes que enfrentam dificuldades de aprendizagem.</p>
<p>“Conversei com os pais, pedi para ajudarem a baixar o aplicativo para os alunos treinarem em casa. O app se adapta ao nível da criança e fica cada vez mais desafiador à medida que ela vai avançando. A cada semana, levo os alunos para o CTE, onde realizam atividades que reforçam o aprendizado. Os resultados têm sido excelentes, e estou muito satisfeita com a evolução dos meus alunos”, comemorou Maria de Nazaré.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-251540" src="https://www.manaus.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/IMG_0148-1024x683.jpg" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" srcset="https://www.manaus.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/IMG_0148-1024x683.jpg 1024w, https://www.manaus.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/IMG_0148-300x200.jpg 300w, https://www.manaus.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/IMG_0148-1536x1024.jpg 1536w, https://www.manaus.am.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/IMG_0148-2048x1365.jpg 2048w" alt="" width="1024" height="683" /></figure>
<p><strong>Inclusão digital na prática</strong></p>
<p>A inclusão digital também tem transformado a realidade de alunos de diferentes origens. Brittany Yecna Marques Ochoa, de 10 anos, aluna do 5º ano da escola municipal João Valente, no bairro Betânia, zona Sul, chegou a Manaus há três anos e teve a oportunidade de vivenciar a educação digital no CTE de sua escola. Para ela, a experiência com os tablets e outros recursos tecnológicos tem sido enriquecedora.</p>
<p>“Foi uma experiência incrível, diferentemente de tudo o que eu já vivenciei em minha antiga escola. Eu gostei muito das aulas com o uso de tablets. Acredito que isso vai me ajudar muito no futuro, especialmente em matérias como matemática e português. Quero ser professora e doutora em matemática, e sei que o CTE vai me ajudar a alcançar esse objetivo”, concluiu a aluna.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SSP-AM abre inscrições para curso de inclusão digital</title>
		<link>https://portalam.com.br/ssp-am-abre-inscricoes-para-curso-de-inclusao-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2021 14:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão digital]]></category>
		<category><![CDATA[inscrições]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
		<category><![CDATA[SSP-AM]]></category>
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					<description><![CDATA[Visando qualificar os seus servidores e membros da melhor idade, o Departamento de Prevenção a Violência (DPV) da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM) vai realizar o curso online de inclusão digital na modalidade Educação a Distância (EAD) com o objetivo de oferecer alfabetização digital. As inscrições estarão abertas a partir desta segunda-feira (08/03) e vão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Visando qualificar os seus servidores e membros da melhor idade, o Departamento de Prevenção a Violência (DPV) da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM) vai realizar o curso online de inclusão digital na modalidade Educação a Distância (EAD) com o objetivo de oferecer alfabetização digital. As inscrições estarão abertas a partir desta segunda-feira (08/03) e vão até o dia 22 de março. O início das aulas está marcado para o dia 29 deste mês.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se inscrever, os interessados podem acessar o link: https://forms.gle/AQxk2BrMwgGmzRc38</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é a primeira vez que o curso ocorrerá através de videoaulas. A novidade veio devido à pandemia de Covid-19. Segundo o coordenador do núcleo de Inclusão Digital do DPV, João Ricardo, a idade mínima para fazer o curso é 18 anos. As aulas terão turmas nos horários matutino e vespertino.</p>
<p style="text-align: justify;">“O material didático é de graça e vamos atender todos que realizarem as inscrições. A formação é rápida e todos os alunos serão contemplados com certificados. Há 10 anos esse curso é ministrado, e já formamos mais de mil pessoas”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inscrições</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para se inscrever, o interessado pode acessar o link https://forms.gle/AQxk2BrMwgGmzRc38 e preencher um formulário com informações pessoais. No ato da inscrição, o aluno deve estar munido de documentos como RG, CPF, comprovante de residência, cartão do SUS ou convênio e o endereço de e-mail.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
					
		
		
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