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	<title>leptospirose | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>leptospirose | Portal AM</title>
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		<title>Estudo detecta bactéria da leptospirose em golfinhos e lobos-marinhos</title>
		<link>https://portalam.com.br/estudo-detecta-bacteria-da-leptospirose-em-golfinhos-e-lobos-marinhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 16:23:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Bactéria]]></category>
		<category><![CDATA[Detecta]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Golfinhos]]></category>
		<category><![CDATA[leptospirose]]></category>
		<category><![CDATA[Lobos-marinhos]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois estudos realizados por cientistas de diferentes centros de pesquisa brasileiros constataram, pela primeira vez, a presença da bactéria Leptospira sp. em golfinhos e lobos-marinhos na costa do país. O microorganismo é o patógeno causador da leptospirose, doença que matou mais de 2,8 mil pessoas no Brasil nos últimos dez anos. As pesquisas analisaram o DNA dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois estudos realizados por cientistas de diferentes centros de pesquisa brasileiros constataram, pela primeira vez, a presença da bactéria Leptospira sp. em golfinhos e lobos-marinhos na costa do país. O microorganismo é o patógeno causador da leptospirose, doença que matou mais de 2,8 mil pessoas no Brasil nos últimos dez anos.</p>
<p>As pesquisas analisaram o DNA dos rins de mamíferos marinhos encontrados mortos. No estudo realizado com 142 golfinhos, os cientistas encontraram a bactéria em 21 indivíduos de cinco espécies: Stenella clymene, Sotalia guianensis, Pontoporia blainvillei, Steno bredanensis e Tursiops truncatus.</p>
<p>Os pesquisadores constataram que a prevalência da bactéria nas espécies costeiras (25%, ou seja, 17 em 68 indivíduos estudados) é maior do que nas oceânicas, ou seja, aquelas que vivem mais afastadas do litoral (7,5%, ou quatro em 53 indivíduos).</p>
<p>A espécie com mais casos positivos para a bactéria foi o boto-cinza (Sotalia guianensis), encontrado em vários pontos das costas caribenha e brasileira, como a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. O patógeno foi detectado em dez dos 21 indivíduos pesquisados (47,6%).</p>
<p>Entre os golfinhos-do-Rio-da-Prata (Pontoporia blainvillei), encontrado entre a Argentina e o Sudeste do Brasil), a prevalência chegou a 33,4%, ou sete dos 21 animais estudados.</p>
<p>Essa foi a primeira vez que a bactéria foi detectada nessas duas espécies costeiras e também no golfinho-Clímene (Stenella clymene), uma espécie oceânica.</p>
<p>A fonte da contaminação é desconhecida e demanda novos estudos para ser confirmada, mas acredita-se que os animais sejam infectados por efluentes contaminados com urina de rato em áreas litorâneas próximas a grandes cidades, áreas portuárias e locais com saneamento básico precário.</p>
<p>Já entre os 47 lobos-marinhos de das espécies Arctocephalus australis e A. tropicalis foi encontrada a Leptospira sp em 15 indivíduos O patógeno foi mais comumente encontrado em indivíduos que habitam áreas com maior população humana.</p>
<p>Os pesquisadores consideram ser necessário continuar os estudos para entender o impacto que a Leptospira sp. tem no organismo dos animais marinhos brasileiros. Nos Estados Unidos, onde se estuda a relação do patógeno com leões-marinhos há mais de 50 anos, constatou-se que a leptospirose pode causar inflamação aguda nos rins dos animais, levando-os a encalhar com dores, desidratação, magreza e podendo ocasionar mortes.</p>
<p>“Ainda não foram encontradas evidências de lesões renais nos animais estudados [no Brasil], pois é necessário continuar avaliando outros parâmetros para confirmar se há manifestação clínica da doença em animais marinhos no Brasil”, afirma Felipe Torres, pesquisador da Universidade Federal Fluminense (UFF).</p>
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		<title>Vigilância em Saúde do Amazonas alerta para importância de prevenção à leptospirose</title>
		<link>https://portalam.com.br/vigilancia-em-saude-do-amazonas-alerta-para-importancia-de-prevencao-a-leptospirose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Oct 2021 19:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Doença]]></category>
		<category><![CDATA[FVS]]></category>
		<category><![CDATA[leptospirose]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Solo]]></category>
		<category><![CDATA[urina]]></category>
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					<description><![CDATA[Os casos confirmados de leptospirose seguem em estabilidade nos últimos dois anos no Amazonas. No entanto, o período de vazante dos rios, após o período chuvoso, é o de sazonalidade da doença no estado, e a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) alerta para a prevenção à moléstia, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos confirmados de leptospirose seguem em estabilidade nos últimos dois anos no Amazonas. No entanto, o período de vazante dos rios, após o período chuvoso, é o de sazonalidade da doença no estado, e a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) alerta para a prevenção à moléstia, que é causada por roedores e de notificação compulsória.</p>
<p>De janeiro a setembro de 2021, foram registrados 23 casos confirmados de leptospirose no Amazonas. Foram 25 casos registrados de janeiro a setembro de 2020. Em todo o ano passado, foram 31 infectados, conforme dados compilados pelo Departamento de Vigilância Epidemiológica da FVS-RCP (DVE/FVS-RCP).</p>
<p>Segundo a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, o padrão de comportamento da leptospirose é demonstrar elevação do número de casos na vazante dos rios. “Com as enchentes, os ratos se misturam ao meio ambiente, contaminando água, solo e alimentos. Na vazante, a urina desses animais fica mais concentrada e aumenta a possibilidade de contaminação com a bactéria”, destaca Tatyana.</p>
<p>Uma das medidas de prevenção, segundo o gerente de Doenças Transmissíveis da FVS-RCP, Alexsandro Melo, é realizar o controle de roedores nas áreas habitadas. “São questões como acondicionamento e destino adequado do lixo, armazenamento apropriado de alimentos, desinfecção e vedação de caixas d’água e de demais frestas em portas e paredes”, cita Alexsandro.</p>
<p>A coordenadora do Programa de Leptospirose do Amazonas, pela FVS-RCP, Vanieli Cappallesso, alerta que é possível ser contaminado com a doença mais de uma vez.</p>
<p>“A pessoa pode ser infectada com outro subtipo de sorovar (variante sorológica corresponde a um grupo de leptospiras). Já são catalogados mais de 200 sorovares”, afirma Vanieli, acrescentando que o tratamento pode ser realizado em qualquer Unidade Básica de Saúde (UBS) dos municípios.</p>
<p><strong>Vigilância </strong></p>
<p>A Nota Técnica nº 31/2021 DVE/Ditec/FVS-RCP, divulgada no site da FVS-RCP, orienta os profissionais de saúde sobre as ações de Vigilância Epidemiológica que envolvem notificação oportuna dos casos de leptospirose, diagnóstico, tratamento e encerramento no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde.</p>
<p><strong>Zoonose </strong></p>
<p>A leptospirose é uma zoonose causada pela bactéria Leptospira presente na urina de roedores das espécies Rattus norvegicus (ratazana ou rato de esgoto), Rattus rattus (rato de telhado ou rato preto) e Mus musculus (camundongo ou catita) que com as enchentes se misturam ao meio ambiente contaminando água, solo e alimentos com urina.</p>
<p>A doença é de notificação compulsória, e o quadro clínico varia desde infecção assintomática até quadros graves que podem levar o paciente a óbito. A definição de caso suspeito de leptospirose é quem apresentar febre, dor de cabeça e muscular e que se enquadre em critérios que incluem exposição a enchentes, esgoto, fossas, lixo e entulho.</p>
<p><strong>Referência </strong></p>
<p>A FVS-RCP é responsável pela Vigilância em Saúde do Amazonas, que inclui ações de prevenção das doenças não transmissíveis realizadas pela Gerência de Doenças e Agravos Não Transmissíveis (GDANT/FVS-RCP). A FVS-RCP funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na avenida Torquato Tapajós, 4.010, Colônia Santo Antônio, Manaus. Os números para contato são (92) <a class="text-entity-link" dir="auto" href="tel:3182-8550">3182-8550</a> e <a class="text-entity-link" dir="auto" href="tel:3182-8551">3182-8551</a>.</p>
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