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	<title>Magistrados | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>Magistrados | Portal AM</title>
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		<title>Em 20 anos, CNJ puniu 126 magistrados com aposentadoria compulsória</title>
		<link>https://portalam.com.br/em-20-anos-cnj-puniu-126-magistrados-com-aposentadoria-compulsoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 12:17:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Juízes]]></category>
		<category><![CDATA[Magistrados]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou nesta segunda-feira (16) que 126 magistrados foram condenados pelo órgão à aposentadoria compulsória desde 2006. O número foi divulgado após o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidir que a perda do cargo, e não a aposentadoria compulsória, pode ser aplicada como pena máxima aos magistrados condenados administrativamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou nesta segunda-feira (16) que 126 magistrados foram condenados pelo órgão à aposentadoria compulsória desde 2006</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1682101&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1682101&amp;o=node" /></p>
<p>O número foi divulgado após <strong>o ministro Flávio Dino</strong>, do Supremo Tribunal Federal (STF),<strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/dino-aposentadoria-nao-serve-como-punicao-administrativa-juizes" target="_blank" rel="noopener"> decidir que a perda do cargo, e não a aposentadoria compulsória</a>, pode ser aplicada como pena máxima aos magistrados condenados administrativamente pelo conselho.</strong></p>
<p>O CNJ foi criado em 2005 e é responsável pelo julgamento de faltas disciplinares cometidas por juízes e desembargadores.</p>
<p>Ao longo da história, o CNJ aplicou a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman). <strong>A norma definiu que são penas disciplinares a advertência, censura, remoção compulsória, disponibilidade com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço e aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço. Esta última é a punição mais grave.</strong></p>
<p><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>Antes da decisão de Dino, magistrados mantinham o recebimento mensal dos vencimentos após a condenação pelo órgão.</p>
<p><strong>Para o ministro, é “estranho” que a aposentadoria seja aplicada como punição.</strong> “Aplicada após o devido processo legal, a depender do grau de reprovabilidade da conduta, a penalidade pode corresponder até mesmo à perda do cargo público”, afirmou o ministro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>TJAM divulga editais de remoção de juízes para capital e interior</title>
		<link>https://portalam.com.br/tjam-divulga-editais-de-remocao-de-juizes-para-capital-e-interior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2024 10:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Interior]]></category>
		<category><![CDATA[Juízes]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Magistrados]]></category>
		<category><![CDATA[TJAM]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça do Amazonas divulgou editais de remoção para varas da capital e do interior, no Diário da Justiça Eletrônico desta sexta-feira (14/06). O prazo para inscrições é de 15 dias, a contar da primeira publicação, a serem feitas por meio do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) ou no Setor de Protocolo Administrativo. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça do Amazonas divulgou editais de remoção para varas da capital e do interior, no Diário da Justiça Eletrônico desta sexta-feira (14/06). O prazo para inscrições é de 15 dias, a contar da primeira publicação, a serem feitas por meio do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) ou no Setor de Protocolo Administrativo.</p>
<p>Para Manaus, os juízes de entrância final podem se inscrever para as vagas abertas pelo edital n.º 22/2024-PTJ, de remoção para a 1.ª Vara do Tribunal do Júri – Juiz presidente, pelo critério de merecimento, e também pelo edital n.º 23/2024-PTJ, de remoção para a Vara de Execução Penal – Vaga 1 (Regime fechado), pelo critério de antiguidade.</p>
<p>Para o interior, foi divulgado o edital n.º 24/2024, de remoção para a Vara Única da Comarca de Apuí, a ser preenchida por antiguidade dentre os juízes de entrância inicial.</p>
<p>No caso das vagas por antiguidade, é necessário anexar ao pedido de inscrição certidões expedidas pela Secretaria de Gestão de Pessoas (Divisão de Informações Funcionais), Secretaria do Tribunal Pleno e Secretaria da Corregedoria Geral de Justiça.</p>
<p>No caso da vaga por merecimento, é preciso comprovar figurar na primeira quinta parte da lista de antiguidade aprovada pelo TJAM e contar com, no mínimo, dois anos de efetivo exercício na entrância, através das certidões expedidas pela Secretaria de Gestão de Pessoas (Divisão de Informações Funcionais). Também é preciso anexar ao pedido: certidão comprovando a não retenção injustificada de autos, além do prazo legal (expedida pelo diretor/escrivão da vara/comarca); não haver o juiz sido punido nos últimos 12 meses, em processo disciplinar, com pena igual ou superior à de censura (certidão expedida pela Secretaria da Corregedoria Geral de Justiça); oito sentenças/decisões interlocutórias, preferencialmente de classes processuais diferentes, proferidas durante o período de avaliação; certidão concernente à alínea “e”, do inciso I, do artigo 6.º, da Resolução n.º 106/2010-CNJ (expedida pelo diretor/escrivão da vara/comarca); e certidão comprovando o disposto no artigo 7.º, inciso I, da Resolução n.º 106/2010-CNJ (expedida pelo diretor/escrivão da vara/comarca).</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Juízes brasileiros buscam visto humanitário para 270 juízas afegãs</title>
		<link>https://portalam.com.br/juizes-brasileiros-buscam-visto-humanitario-para-270-juizas-afegas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 13:30:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Magistrados]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
		<category><![CDATA[Visto Humanitário]]></category>
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					<description><![CDATA[Duas das principais associações de juízes brasileiros têm se movimentado em Brasília, nesta semana, para buscar a concessão de visto humanitário a 270 juízas do Afeganistão, após o Talibã ter retomado o controle do país. De acordo com ofício enviado na última terça-feira (24) pelo presidente da Associação Nacional dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Duas das principais associações de juízes brasileiros têm se movimentado em Brasília, nesta semana, para buscar a concessão de visto humanitário a 270 juízas do Afeganistão, após o Talibã ter retomado o controle do país.</p>
<p>De acordo com ofício enviado na última terça-feira (24) pelo presidente da Associação Nacional dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Eduardo Fernandes, ao Itamaraty, as magistradas afegãs “se encontram em risco por desempenharem a função e, adicionalmente, por terem julgado e condenado membros do regime que retomou o controle do país”.</p>
<p>Em paralelo, a presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Renata Gil, reuniu-se ontem (25) com o presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, deputado Aécio Neves (PSDB-MG), para pedir que interceda na concessão dos vistos.</p>
<p>“Nos causa perplexidade e preocupação a situação das mulheres afegãs. As ameaças aos direitos fundamentais conquistados após anos de luta impõem a necessidade de uma ação imediata”, disse a presidente da AMB no encontro, segundo nota divulgada pela associação.</p>
<p>A movimentação das associações brasileiras atende a um apelo da União Internacional de Magistrados (UIM), que na semana passada emitiu comunicado pedindo proteção à juízas afegãs.</p>
<p>O Talibã é conhecido como grupo fundamentalista que, em uma primeira passagem como governantes do Afeganistão, nos anos 1990, relegaram um espaço restrito na sociedade às mulheres, que foram excluídas de cargos públicos e somente podiam aparecer em público na presença dos maridos.</p>
<p>Com a volta do regime dos talibãs ao poder, o temor da comunidade internacional é que haja nova perseguição a mulheres que ocuparam posições de poder nos últimos anos, como é o caso das magistradas afegãs.</p>
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