<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>migração | Portal AM</title>
	<atom:link href="https://portalam.com.br/palavra-chave/migracao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
	<lastBuildDate>Sat, 23 Mar 2024 16:55:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logo-75x75.png</url>
	<title>migração | Portal AM</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>2023 foi o ano com mais mortes em rotas migratórias em todo o mundo</title>
		<link>https://portalam.com.br/2023-foi-o-ano-com-mais-mortes-em-rotas-migratorias-em-todo-o-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2024 15:29:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Afogamentos]]></category>
		<category><![CDATA[AM]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Coleta de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Imigração]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[migração]]></category>
		<category><![CDATA[migrantes]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OIM]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=102188</guid>

					<description><![CDATA[Travessia do Mar Mediterrâneo é causa da maior perda de vida de migrantes; atualização da OIM revela que mais da metade do total de mortes no período resultou de afogamentos. A Organização Internacional para Migrações, OIM, anunciou que 8.565 pessoas morreram em rotas migratórias globais em 2023, considerado o ano mais mortal já registado pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="block-views-block-content-fields-block-lead" class="views-element-container block block-views block-views-block-content-fields-block-lead">
<div class="block-content block__content">
<div>
<div class="view view-content-fields view-id-content_fields view-display-id-block_lead js-view-dom-id-52bc6338fc52162d3815b9ac10f307e3bba2a7887fb1a4d639f2a8ca19665572">
<div class="view-content">
<div class="views-row">
<div class="views-field views-field-field-news-story-lead">
<div class="field-content">
<p>Travessia do Mar Mediterrâneo é causa da maior perda de vida de migrantes; atualização da OIM revela que mais da metade do total de mortes no período resultou de afogamentos.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="block-un-base-theme-content" class="block block-system block-system-main-block block-un-base-theme-content">
<div class="block-content block__content">
<article class="node node--type-news-story node--view-mode-full clearfix">
<header></header>
<div class="node__content clearfix"></div>
</article>
</div>
</div>
<div id="block-views-block-content-fields-block-body" class="views-element-container block block-views block-views-block-content-fields-block-body">
<div class="block-content block__content">
<div>
<div class="view view-content-fields view-id-content_fields view-display-id-block_body js-view-dom-id-04dea1469c3c9a80a5e57ee2bc574fa4bf8ddfacd638df14d4070ff57cfb33f1">
<div class="view-content">
<div class="views-row">
<div class="views-field views-field-field-news-story">
<div class="field-content">
<div class="paragraph paragraph--type--one-column-text paragraph--view-mode--default">
<div class="_none">
<div class="w-100">
<div class="layout row layout-builder__layout">
<div class="col-12">
<div class="_none block block-layout-builder block-field-block-paragraph-one-column-text-field-text-column">
<div class="block-content block__content">
<div class="clearfix text-formatted field field--name-field-text-column field--type-text-long field--label-hidden field__item">
<p>A Organização Internacional para Migrações, OIM, anunciou que 8.565 pessoas morreram em rotas migratórias globais em 2023, considerado o ano mais mortal já registado pela agência.</p>
<p>O Projeto Migrantes Desaparecidos destaca que o valor corresponde a um aumento de 20% em comparação com 2022. De acordo com a OIM, a quantidade ressalta a necessidade urgente de medidas para evitar que mais vidas sejam perdidas.</p>
<div class="context-un_news_feature_credit_caption type-entermedia_image media media--type-entermedia-image media--view-mode-un-news-feature-credit-caption">
<div class="field field--name-thumbnail field--type-image field--label-hidden field__item"><img fetchpriority="high" decoding="async" title="A Marinha italiana resgata migrantes no Mar Mediterrâneo" src="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/assets/2018/06/13-06-2018-MigrantSmuggling-ItalianCoastguard.jpg/image1440x560cropped.jpg" alt="A Marinha italiana resgata migrantes no Mar Mediterrâneo" width="1440" height="560" /></div>
<div class="field field--name-field-authors field--type-entity-reference field--label-hidden field__items">
<div class="field__item">Italian Coastguard/Massimo Sestini</div>
</div>
<div class="field field--name-field-title field--type-string field--label-hidden field__item">A Marinha italiana resgata migrantes no Mar Mediterrâneo</div>
</div>
<h2><strong>Rotas irregulares em condições inseguras</strong></h2>
<p>A atualização publicada nesta quarta-feira revela que a persistente limitação das vias de migração seguras e regulares faz com que centenas de milhares de pessoas tentem migrar todos os anos através de rotas irregulares em condições inseguras.</p>
<p>A travessia do Mar Mediterrâneo continua sendo a rota migratória mais mortal, com pelo menos 3.129 casos fatais e desaparecimentos registados no ano passado.</p>
<p>A vice-diretora-geral da OIM, Ugochi Daniels, disse que a marca de uma década do Projeto Migrantes Desaparecidos lembra as vidas perdidas em uma “terrível tragédia humana que se repercutirá em famílias e comunidades nos próximos anos.”</p>
<p>Para a vice-chefe da agência, os novos dados indicam que é preciso renovar o compromisso com ações para garantir uma migração segura para todos, “para que daqui a 10 anos as pessoas não tenham que arriscar as suas vidas em busca de uma situação melhor.&#8221;</p>
<div class="context-un_news_feature_credit_caption type-entermedia_image media media--type-entermedia-image media--view-mode-un-news-feature-credit-caption">
<div class="field field--name-thumbnail field--type-image field--label-hidden field__item"><img decoding="async" title="Os migrantes desembarcam vindos do rio Chucunaque depois de cruzar a selva de Darién" src="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Collections/Embargoed/05-10-2023-IOM-Darien-Etzaida-01.jpg/image1440x560cropped.jpg" alt="Os migrantes desembarcam vindos do rio Chucunaque depois de cruzar a selva de Darién" width="1440" height="560" /></div>
<div class="field field--name-field-authors field--type-entity-reference field--label-hidden field__items">
<div class="field__item">OIM/Gema Cortes</div>
</div>
<div class="field field--name-field-title field--type-string field--label-hidden field__item">Os migrantes desembarcam vindos do rio Chucunaque depois de cruzar a selva de Darién</div>
</div>
<h2><strong>Afogamentos, acidentes de viação e violência</strong></h2>
<p>A atualização da OIM sublinha que pouco mais da metade do total de mortes de migrantes em 2023 resultou de afogamentos, sendo 9% causados por acidentes de viação e 7% por violência.</p>
<p>Desde a criação do Projeto Migrantes Desaparecidos da OIM, em 2014,  foram documentadas mais de 63 mil mortes em todo o mundo.</p>
<p>A OIM estima que o número real seja muito mais alto e aponta desafios na coleta de dados, especialmente em locais remotos.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cubanos e africanos impulsionam recorde de migrantes na selva de Darién</title>
		<link>https://portalam.com.br/cubanos-e-africanos-impulsionam-recorde-de-migrantes-na-selva-de-darien/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2023 22:53:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[africanos]]></category>
		<category><![CDATA[Cubanos]]></category>
		<category><![CDATA[migração]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=90899</guid>

					<description><![CDATA[Número de pessoas vindas da Colômbia mais do que triplicou entre agosto e setembro; Venezuela, Equador e Haiti são pontos de origem de grande parte de viajantes; OIM pede mais ajuda humanitária, em especial para mulheres e crianças. &#160; A Organização Internacional para as Migrações, OIM, alertou para o número sem precedentes de migrantes em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="block-views-block-content-fields-block-lead" class="views-element-container block block-views block-views-block-content-fields-block-lead">
<div class="content block__content">
<div>
<div class="view view-content-fields view-id-content_fields view-display-id-block_lead js-view-dom-id-774a08c9edcb3fb3561c478a1153dfb3632a42e8ef714bbe2de01161b13b6a2a">
<div class="view-content">
<div class="views-row">
<div class="views-field views-field-field-news-story-lead">
<div class="field-content">
<p>Número de pessoas vindas da Colômbia mais do que triplicou entre agosto e setembro; Venezuela, Equador e Haiti são pontos de origem de grande parte de viajantes; OIM pede mais ajuda humanitária, em especial para mulheres e crianças.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="block-un-base-theme-content" class="block block-system block-system-main-block block-un-base-theme-content">
<div class="content block__content">
<article class="node node--type-news-story node--view-mode-full clearfix" role="article">
<header></header>
<div class="node__content clearfix"></div>
</article>
</div>
</div>
<div id="block-views-block-content-fields-block-body" class="views-element-container block block-views block-views-block-content-fields-block-body">
<div class="content block__content">
<div>
<div class="view view-content-fields view-id-content_fields view-display-id-block_body js-view-dom-id-f47bfb30ec6c9d814310f1c325e5db4c9993b2b013adaa0f712148e004c3968e">
<div class="view-content">
<div class="views-row">
<div class="views-field views-field-field-news-story">
<div class="field-content">
<div class="paragraph paragraph--type--one-column-text paragraph--view-mode--default">
<div class="_none">
<div class="w-100">
<div class="layout row layout-builder__layout">
<div class="col-12">
<div class="_none block block-layout-builder block-field-block-paragraph-one-column-text-field-text-column">
<div class="content block__content">
<div class="clearfix text-formatted field field--name-field-text-column field--type-text-long field--label-hidden field__item">
<p>A Organização Internacional para as Migrações, OIM, alertou para o número sem precedentes de migrantes em situação de fragilidade em trânsito pela América Central e pelo México.</p>
<p>O pedido feito aos governos dessas regiões é que colaborem na resposta às necessidades humanitárias imediatas das pessoas em movimento.</p>
<h2><strong>Rotas aéreas para chegar à América Central</strong></h2>
<p>A agência quer uma atuação em soluções em longo prazo para resolver as questões que impulsionam um número crescente de pessoas a fazer o tipo de viagem.</p>
<p>Atualmente mais migrantes cubanos e provenientes de países africanos optam pelas rotas aéreas para chegar à América Central, tendo a mata de Darién como via de acesso para o norte.</p>
<div class="align-center context-un_news_full_width_credit_caption type-entermedia_image media media--type-entermedia-image media--view-mode-un-news-full-width-credit-caption" data-quickedit-entity-id="media/79287">
<div class="field field--name-thumbnail field--type-image field--label-hidden field__item"><img decoding="async" title="Motivações para a travessia perigosa vão desde fatores econômicos e sociais, até desafios ambientais e políticos" src="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Libraries/Production%20Library/25-05-2023-IOM-Darien-Gap-06-migrants.jpg/image1170x530cropped.jpg" alt="Motivações para a travessia perigosa vão desde fatores econômicos e sociais, até desafios ambientais e políticos" width="1170" height="530" /></div>
<div class="field field--name-field-authors field--type-entity-reference field--label-hidden field__items">
<div class="field__item">OIM/Gema Cortes</div>
</div>
<div class="field field--name-field-title field--type-string field--label-hidden field__item">Motivações para a travessia perigosa vão desde fatores econômicos e sociais, até desafios ambientais e políticos</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até julho, cerca de 4,1 mil africanos cruzaram a via, numa diminuição de 65% em relação ao mesmo período de 2022. Mas nas Honduras, a alta foi de 553% em chegadas do continente africano para 19.412 pessoas, através da sua fronteira sul.</p>
<p>No período, foram deportados 524 cubanos de Darién, em contraste com os 17.157 registrados em terras hondurenhas.</p>
<h2><strong>Roubos, violência e abuso sexual</strong></h2>
<p>Os desafios no trânsito pela América Central e pelo México incluem lesões durante a travessia da selva de Darién. As vítimas podem ser abandonadas em encostas lamacentas, arrastadas pelas bruscas inundações dos rios ou ainda sofrer roubos, violência e abuso sexual.</p>
<p>Para a diretora regional da OIM para a América Central, América do Norte e o Caribe, Michele Klein Solomon, a situação realça que é preciso um envolvimento coletivo imediato dos governos em países de origem, trânsito e destino. A meta é melhorar a oferta de ajuda humanitária, especialmente para mulheres e crianças.</p>
<div class="align-center context-un_news_full_width_credit_caption type-entermedia_image media media--type-entermedia-image media--view-mode-un-news-full-width-credit-caption" data-quickedit-entity-id="media/79292">
<div class="field field--name-thumbnail field--type-image field--label-hidden field__item"><img loading="lazy" decoding="async" title="Autoridades do Panamá registraram um recorde de migrantes que cruzaram a perigosa selva de Darién vindos da Colômbia" src="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Libraries/Production%20Library/25-05-2023-IOM-Darien-Gap-05-migrants.jpg/image1170x530cropped.jpg" alt="Autoridades do Panamá registraram um recorde de migrantes que cruzaram a perigosa selva de Darién vindos da Colômbia" width="1170" height="530" /></div>
<div class="field field--name-field-authors field--type-entity-reference field--label-hidden field__items">
<div class="field__item">OIM/Gema Cortes</div>
</div>
<div class="field field--name-field-title field--type-string field--label-hidden field__item">Autoridades do Panamá registraram um recorde de migrantes que cruzaram a perigosa selva de Darién vindos da Colômbia</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No Panamá, as autoridades registraram um recorde de migrantes que cruzaram a perigosa selva de Darién vindos da Colômbia este ano. Até sábado, mais de 390 mil pessoas, a maioria de Venezuela, Equador e Haiti, tinham feito o trajeto num mês, após os 82 mil de agosto. O valor mensal foi o mais alto já registado.</p>
<p>Os migrantes menos favorecidos financeiramente passam fome, dormem nas ruas e são forçados a mendigar. Eles podem enfrentar problemas de saúde como diarreia e desidratação.</p>
<h2><strong>Campanhas de comunicação contra notícias falsas</strong></h2>
<p>A OIM acompanha esses movimentos, fornece dados e apoio essencial, além de apoiar operações de regresso voluntário com infraestrutura e abrigos. Campanhas de comunicação visam combater notícias falsas e alertam sobre os perigos associados à migração irregular.</p>
<p>As motivações para a travessia perigosa vão desde fatores econômicos e sociais, até desafios ambientais e políticos. Essas situações são agravadas por efeitos da pandemia, eventos climáticos extremos e agitação política nos países de origem.</p>
<p>A agência prevê que a ocorrência do fenômeno climático El Niño possa agravar ainda mais estas condições nos países, estimulando mais pessoas a tomarem a decisão de se mudarem para o exterior.</p>
<div class="align-center context-un_news_large_credit type-entermedia_image media media--type-entermedia-image media--view-mode-un-news-large-credit" data-quickedit-entity-id="media/79297">
<div class="field field--name-thumbnail field--type-image field--label-hidden field__item"><img loading="lazy" decoding="async" title="Migrantes podem enfrentar problemas de saúde" src="https://global.unitednations.entermediadb.net/assets/mediadb/services/module/asset/downloads/preset/Libraries/Production%20Library/06-03-2020-UNICEF-Panama-migrants-01.jpg/image770x420cropped.jpg" alt="Migrantes podem enfrentar problemas de saúde" width="770" height="420" /></div>
<div class="field field--name-field-authors field--type-entity-reference field--label-hidden field__items">
<div class="field__item">© Unicef/William Urdaneta/año</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Calendários distintos de imunização provocam migração por vacinas</title>
		<link>https://portalam.com.br/calendarios-distintos-de-imunizacao-provocam-migracao-por-vacinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2021 18:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[migração]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=31726</guid>

					<description><![CDATA[Muita gente tem saído da própria cidade para se vacinar em locais onde a campanha está mais adiantada. É a corrida pela vacina: uma oportunidade de ficar imunizado com um pouco mais de antecedência e se sentir mais seguro no retorno às atividades. Algumas cidades, como o Rio de Janeiro, não exigem comprovante de endereço. Lá, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1497" src="https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logoabr.png" alt="" width="160" height="29" srcset="https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logoabr.png 160w, https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logoabr-150x27.png 150w" sizes="(max-width: 160px) 100vw, 160px" /></p>
<p>Muita gente tem saído da própria cidade para se vacinar em locais onde a campanha está mais adiantada. É a corrida pela vacina: uma oportunidade de ficar imunizado com um pouco mais de antecedência e se sentir mais seguro no retorno às atividades.</p>
<p>Algumas cidades, como o Rio de Janeiro, não exigem comprovante de endereço. Lá, o índice de doses aplicadas em pessoas residentes em outras cidades ou estados é de cerca de 10%, entre a primeira e a segunda doses. Segundo a prefeitura, o SUS é universal e é legítimo que as pessoas possam se vacinar em todo o território nacional sem restrição devido ao endereço.</p>
<p>Luisa Menegaz, moradora do Distrito Federal, está no grupo dos que se deslocaram pela vacina. Gestante, ela tentou diversas vezes se vacinar em Brasília, mas acabou indo para a cidade de Anápolis, em Goiás.</p>
<p>O advogado Cristiano Teles reconhece que se trata de um direito universal, mas destaca a possibilidade de estados e municípios restringirem a vacinação aos moradores da região, porque o esquema é regionalizado.</p>
<p>Foi o que aconteceu em São Luís, no Maranhão. A cidade já vacinou mais de 80% da população com a primeira dose, mas para ser vacinado na capital maranhense é necessário apresentar comprovante de residência.</p>
<p>A orientação é dada também pela própria Secretaria de Saúde do estado. A superintendente de Epidemiologia da Secretaria, Tayara Pereira, explica o por quê de se vacinar apenas os moradores de cada cidade.</p>
<p>Já no estado de São Paulo, não há uma diretriz para que as vacinas sejam aplicadas apenas em moradores. De acordo com o governo, cada município tem autonomia para atuar e conduzir a vacinação da forma como considerar conveniente.</p>
<p>Na mesma linha, o Ministério da Saúde destaca que se vacinar é um direito a ser garantido a toda população, sem discriminação. Mas, lembra que estados e municípios têm autonomia para traçar a própria estratégia de imunização, conforme as demandas locais.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aquecimento dos oceanos pode mudar recifes de corais, mostra estudo</title>
		<link>https://portalam.com.br/aquecimento-dos-oceanos-pode-mudar-recifes-de-corais-mostra-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2020 18:32:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Algas]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Corais]]></category>
		<category><![CDATA[Mar]]></category>
		<category><![CDATA[migração]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://portalam.com.br/?p=18556</guid>

					<description><![CDATA[Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) prevê mudanças na configuração dos recifes de corais e migração de peixes do Caribe e do litoral brasileiro nas próximas décadas devido ao aquecimento dos oceanos. A queda na quantidade de peixes que se alimentam de algas na região tropical pode fazer com que os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1497" src="https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logoabr.png" alt="" width="160" height="29" srcset="https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logoabr.png 160w, https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logoabr-150x27.png 150w" sizes="(max-width: 160px) 100vw, 160px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) prevê mudanças na configuração dos recifes de corais e migração de peixes do Caribe e do litoral brasileiro nas próximas décadas devido ao aquecimento dos oceanos. A queda na quantidade de peixes que se alimentam de algas na região tropical pode fazer com que os ecossistemas dos recifes percam a sua diversidade de espécies e tenham predominância de algas já em 2050.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1389874&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1389874&amp;o=node" /></p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho projetou as interações tróficas &#8211; relativas à alimentação &#8211; dos peixes em relação ao aumento da temperatura dos oceanos. Os resultados demonstraram que as interações vão diminuir e que em algumas regiões haverá deslocamento geográfico dessas interações: aquelas que ocorriam, por exemplo, na região tropical vão migrar para a região extratropical, conforme explicou Kelly Inagaki, pesquisadora do Laboratório de Ecologia Marinha da UFRN.</p>
<p style="text-align: justify;">“A gente fez essas projeções desde a Carolina do Norte até Santa Catarina [ao longo do Atlântico Ocidental], então pode-se dizer que os recifes de toda essa região estão ameaçados ou são propensos a mudar, de acordo com os nossos resultados”, disse a pesquisadora.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela ressaltou que registros de órgãos como o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e a Nasa, a agência espacial norte-americana, mostram que a temperatura média dos oceanos tem aumentado ao longo dos anos. “Ações que reduzam a progressão e o impacto das mudanças climáticas são urgentes. Caso contrário, nós estaremos assumindo o risco de perder os ambientes recifais e todos os seus benefícios”, acrescentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Os peixes recifais que potencialmente vão migrar dos trópicos são herbívoros e alimentam-se de algas majoritariamente, controlando a abundância desses organismos nos recifes. Conforme afirmou a pesquisadora, com o aquecimento do oceano, esse controle ficaria prejudicado devido à migração dos peixes para regiões fora dos trópicos, em busca de temperaturas mais agradáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das possibilidades é que os recifes de corais do Caribe, por exemplo, sejam transformados em recifes dominados por algas. “Os peixes que estão controlando essas algas, que estão comendo essas algas, eles vão diminuir. A gente vai ter um aumento dessas algas e a competição com corais ou com outros organismos vai ficar mais forte e vai fazer com que as algas dominem esses ambientes”. Ela explicou que as algas vivem junto com corais, mas, se eles competem por espaço ou por algum outro recurso, normalmente as algas ganham a competição.</p>
<p style="text-align: justify;">“E um ambiente que passa a ser dominado por alga vai ter mudanças em relação a sedimentos, então pode ter água mais turva, pode ter alteração de nutrientes, de PH ou mesmo dos organismos que estão vivendo ali. Nem todo mundo gosta de viver com algas ou gosta de comer algas e, se esse ambiente está se tornando dominado por algas, esses peixes e outros organismos vão buscar outros lugares para viver”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o impacto no ecossistema recifal, os benefícios que os recifes oferecem também são afetados, como a pesca, proteção da costa e o turismo. “Por exemplo, no Nordeste, onde a gente tem uma atividade econômica bastante forte do turismo: se esses ambientes vão mudar, talvez essa atividade de turismo não vá ser tão forte quanto é hoje em dia, e é preciso pensar em alternativas para isso ou se preparar para o caso de essas mudanças acontecerem”, observou Kelly.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a pesquisadora, essas situações – como a observada na pesquisa – são resultados da vivência, da convivência e de existência humana. “Se quisermos mudar alguma coisa, temos que repensar o modo como vivemos. Temos usado recursos naturais de maneira incessante, sem dar tempo de a natureza se reorganizar em relação a isso”. Ela citou a relação da sociedade com a produção de gás carbônico, produção e consumo de alimentos, poluição e produção de energia como elementos a serem repensados.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
