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	<title>nadador | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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		<title>Saiba como evitar o &#8216;ouvido de nadador&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 11:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[nadador]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Praias, rios, igarapés e balneários são destinos frequentes, especialmente nos períodos de temperaturas mais altas. A exposição prolongada à água, porém, pode favorecer a otite externa, popularmente conhecida como “ouvido de nadador”, uma inflamação ou infecção que atinge principalmente a pele do canal auditivo externo que pode começar com sintomas discretos, como coceira, incômodo e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">Praias, rios, igarapés e balneários são destinos frequentes, especialmente nos períodos de temperaturas mais altas. A exposição prolongada à água, porém, pode favorecer a otite externa, popularmente conhecida como “ouvido de nadador”, uma inflamação ou infecção que atinge principalmente a pele do canal auditivo externo que pode começar com sintomas discretos, como coceira, incômodo e sensação de ouvido abafado.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">O otorrinolaringologista Diego Farias, do Hospital Universitário Bettina Ferro de Souza (HUBFS), integrante do Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Pará (CHU-UFPA) e vinculado à HU Brasil, explica que a exposição frequente à água pode retirar o cerume, que funciona como uma proteção natural do ouvido, além de alterar o pH do canal auditivo e favorecer a proliferação de micro-organismos.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">Apesar do nome popular, o problema não é exclusivo de quem pratica natação ou outros esportes aquáticos, como canoagem.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">Pode atingir qualquer pessoa em qualquer ambiente em que haja exposição à água, seja rio, igarapé, balneário, piscina ou praia”, explica o especialista</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">De acordo com o médico, quando a água permanece por muito tempo no local, a umidade também pode provocar a maceração da pele, quando ela amolece, incha e fica mais esbranquiçada, além do surgimento de pequenas fissuras, criando condições favoráveis à proliferação de bactérias.</span></p>
<h4 style="font-weight: 400;"><b><strong><span data-contrast="auto">Exposição frequente aumenta o risco</span></strong></b></h4>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">De acordo com Diego Farias, é comum observar maior ocorrência da otite externa no calor, quando aumenta a procura por rios, praias e balneários como opções de lazer e para se refrescar. “É bem comum que, nos meses de férias ou nos meses mais quentes e úmidos, a otite externa aumente a incidência, tanto no Pará quanto em outras regiões de clima tropical, devido à essa procura por locais de banho e maior exposição prolongada à água”, afirma.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">A qualidade da água também merece atenção. O especialista explica que ambientes com maior presença de micro-organismos podem aumentar a possibilidade de infecções. Por isso, a recomendação é evitar locais impróprios para banho e observar as orientações sobre as condições da água nos locais.</span></p>
<h4 style="font-weight: 400;"><b><strong><span data-contrast="auto">Primeiros sinais</span></strong></b></h4>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">Segundo Diego Farias, os sintomas iniciais envolvem coceira leve, sensação de ouvido entupido ou abafado e um incômodo no canal auditivo.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">Ao perceber que entrou água no ouvido após um banho de rio, praia ou piscina, a orientação é não tentar retirá-la introduzindo objetos. Uma medida simples é inclinar a cabeça para o lado do ouvido afetado e movimentar delicadamente a parte externa da orelha para favorecer a drenagem”, explicou</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">Caso a sensação permaneça, o médico explica que é possível utilizar um secador de cabelo, desde que alguns cuidados sejam observados. “Deve ser na temperatura fria, nunca quente, a mais de 30 centímetros do ouvido e fazendo movimentos, para que o vento não fique direcionado continuamente para o canal auditivo”, orienta.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">Com a evolução do quadro, podem surgir outros sintomas. Dor, vermelhidão, inchaço ou presença de secreção no ouvido são sinais que merecem atenção. Caso esses sintomas apareçam ou o incômodo persista, a recomendação é procurar atendimento para avaliação e diagnóstico adequados.</span></p>
<h4 style="font-weight: 400;"><b><strong><span data-contrast="auto">Atenção especial às crianças</span></strong></b></h4>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">Nos dias de calor, é comum que as crianças queiram passar longos períodos dentro da água. “Crianças querem virar peixinhos nas férias, mas é importante os pais ou cuidadores terem esse cuidado de não deixar a criança em exposição à água por muito tempo”, pontuou o especialista.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">Após sair do banho, os cuidados incluem secar a parte externa do ouvido com uma toalha, inclinar a cabeça para favorecer a drenagem e não introduzir objetos no canal auditivo, como cotonetes.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><span data-contrast="auto">A avaliação também pode ser importante para crianças com excesso de cerume. Segundo Diego Farias, uma quantidade muito grande de cera pode dificultar a saída da água e favorecer sua permanência dentro do canal auditivo. A retirada, quando necessária, deve ser feita de maneira adequada por um profissional. Caso o incômodo persista ou os sintomas evoluam, a recomendação é procurar avaliação médica.</span></p>
<p style="font-weight: 600;"><em><span data-contrast="auto">Por Emiliana Monteiro, com edição de George Miranda<br />
</span></em><em><span data-contrast="auto">Unidade de Imprensa Regional Nordeste e Norte (UIRNN)<br />
</span></em><em><span data-contrast="auto">Gerência Executiva de Comunicação Social (GECS) da HU Brasil</span></em></p>
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