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	<title>Onça Pintada | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>Onça Pintada | Portal AM</title>
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		<title>Onça-pintada nascida no BioParque Vale Amazônia ganha o nome de Xingu</title>
		<link>https://portalam.com.br/onca-pintada-nascida-no-bioparque-vale-amazonia-ganha-o-nome-de-xingu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 18:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Onça Pintada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Xingu é o mais novo habitante do BioParque Vale Amazônia, na Serra do Carajás, na cidade de Parauapebas, no Pará. Nascido do casal Marília e Zezé, Xingu veio ao mundo no dia 27 de dezembro do ano passado e é irmão de Rhuana e Rhudá. Xingu é uma oncinha-macho e recebeu esse nome indígena &#8211; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Xingu é o mais novo habitante do BioParque Vale Amazônia, na Serra do Carajás, na cidade de Parauapebas, no Pará. Nascido do casal Marília e Zezé, Xingu veio ao mundo no dia 27 de dezembro do ano passado e é irmão de Rhuana e Rhudá.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684817&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684817&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Xingu é uma oncinha-macho e recebeu esse nome indígena &#8211; escolhido na semana passada por meio de uma votação popular &#8211; em homenagem a um dos mais importantes afluentes do rio Amazonas. O rio Xingu nasce no Mato Grosso e segue até a sua foz, no estado do Pará, banhando terras nos biomas Amazônia e Cerrado e garantindo a vida de centenas de povos e comunidades tradi</strong>cionais.</p>
<p>“Nós sugerimos nomes de rios porque os filhos dela [da onça Marília] anteriores tinham nomes indígenas. Dessa vez queríamos homenagear os rios da Amazônia: Xingu, Tapajós e Solimões, e colocamos para votação do público. A Marília já tinha o Rhudá e a Rhuana, que foram para outros zoológicos em São Paulo”, disse Rejânia Azevedo, analista administrativa do BioParque.</p>
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<p>Os pais da oncinha chegaram ao BioParque vindos de Goiás. Sua mãe Marília foi resgatada de cativeiro ilegal e seu pai Zezé nasceu em instituição em Goiás, filho de pais resgatados de cativeiro ilegal de animais silvestres. Por terem sido retirados do habitat natural e mantidos sob influência humana, eles não podem ser reintroduzidos na natureza, já que perderam habilidades essenciais para sobreviver em vida livre.</p>
<p>“A gente não pega nenhum animal da natureza. Eles vêm através dos órgãos ambientais, de cativeiros ilegais, de apreensões. Alguns chegam bem, mas alguns já chegam machucados, mutilados. Então fazemos todo um procedimento de acompanhamento e de atendimento [desses animais]”, explicou Rejânia.</p>
<p><strong>Xingu é a sétima reprodução de uma onça realizada no BioParque nos últimos 12 anos. A reprodução desses animais em cativeiro é uma estratégia nacional para preservação da onça-pintada, uma espécie símbolo da fauna brasileira e que é ameaçada de extinção</strong>.</p>
<blockquote><p>“O Xingu não poderia ser readaptado para a natureza porque já nasceu em cativeiro. Daí ele permanecerá aqui ou será destinado para algum outro zoológico”, disse a analista do parque.</p></blockquote>
<p>Apesar de já ser uma atração na internet, Xingu ainda não pode ser visto pelo público que visita o parque.</p>
<blockquote><p>“Hoje ele tem três meses e fica na área de manejo, sob os cuidados da mãe. Ele não pode ainda vir para a exposição [do público] porque ainda é um bebê. Quando ele chegar aos cinco ou seis meses de idade é que a mãe vai ensinar ele para vir para a exposição”, contou Rejânia.</p></blockquote>
<p>Ao atingir a fase adulta, a onça-pintada, que é o maior felino das Américas, pode chegar até 1,90 metro de comprimento e 80 centímetros altura, podendo atingir 135 quilos.</p>
<h2>O BioParque</h2>
<p><strong>Inserido na Floresta Nacional de Carajás (Flona de Carajás), o BioParque Vale Amazônia já completou 41 anos e é mantido pela Vale. O espaço ocupa 30 hectares de área, dos quais cerca de 70% é de floresta nativa.</strong></p>
<p>O BioParque faz parte da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB) e atua com os Planos Nacionais de Conservação de Espécies Ameaçadas (ICMBio), além de seguir metas nacionais e internacionais voltadas à preservação da biodiversidade.</p>
<p>Atualmente o parque abriga 360 animais de 70 espécies diferentes, como a também famosa Chicó, uma macaca-aranha que enfrentou muitas dificuldades até chegar ao local e poder reaprender a ser um animal de sua espécie.</p>
<p>“A Chicó tem uma história triste, que terminou com um final feliz. Ela veio de Mato Grosso e foi resgatada pelos órgãos ambientais. Ela viveu em Mato Grosso acorrentada por 18 anos. Vivia em um bar e o dono do bar dava cachaça para ela para mostrar aos clientes”, contou Rejânia.</p>
<p>Ela foi resgatada após a polícia receber denúncias de abusos e de maus-tratos e então encaminhada pelos órgãos ambientais para ser cuidada pelo BioParque, já que por viver em cativeiro, não teria condições de ser solta novamente ao seu habitat natural. “Ela chegou aqui bem debilitada. Levamos ela para o setor de quarentena, que é o nosso setor técnico. Nossos biólogos e veterinários fizeram todo um processo de reabilitação, já que ela não tinha hábitos nenhum de macaco. Ela não usava o rabo, que dizemos que é o quinto membro e que é por onde eles se seguram. Ela não sabia como fazer isso”.</p>
<p>Depois de um trabalho intensivo, Chicó pôde ser colocada novamente para interagir com outros macacos de sua espécie. “Hoje ela está totalmente inserida no bando já que agora ela tem os hábitos de primata normais. Ela teve que reaprender a ser um primata”, falou a analista.</p>
<p>Também chamada de macaco-aranha, coatá-da-testa-branca, cuamba (Pará) ou guatá (Mato Grosso), essa espécie também está na lista de animais ameaçados de extinção do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio).</p>
<h2>Visitas</h2>
<p>Só no ano passado, o BioParque registrou mais de 200 mil visitantes. Além das onças e dos macacos, quem visita o BioParque também pode conhecer um pouco da flora amazônica, como uma castanheira que foi plantada em 1991 pelo então príncipe Charles [atual Rei Charles] e pela princesa Diana, durante uma viagem ao Brasil em 1991.</p>
<p>A entrada no BioParque Vale Amazônia é gratuita. O parque funciona de terça-feira a domingo.</p>
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		<title>Onça-pintada resgatada no meio do Rio Negro é devolvida à natureza após operação de 24 horas, no Amazonas</title>
		<link>https://portalam.com.br/onca-pintada-resgatada-no-meio-do-rio-negro-e-devolvida-a-natureza-apos-operacao-de-24-horas-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 14:02:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Onça]]></category>
		<category><![CDATA[Onça Pintada]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Negro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A onça-pintada resgatada no meio do Rio Negro, em outubro deste ano, foi devolvida à natureza após uma megaoperação encabeçada pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Proteção Animal (Sepet-AM). A ação começou às 6h do dia 9 e foi concluída no dia 10 de novembro, marcando um feito inédito na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A onça-pintada resgatada no meio do Rio Negro, em outubro deste ano, foi devolvida à natureza após uma megaoperação encabeçada pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Proteção Animal (Sepet-AM). A ação começou às 6h do dia 9 e foi concluída no dia 10 de novembro, marcando um feito inédito na Amazônia.</p>
<p>Esse é o primeiro caso registrado de um felino da espécie Panthera onca resgatado, tratado e reintroduzido em seu habitat natural na região.</p>
<p>A ação foi coordenada pela Sepet-AM e envolveu médicos-veterinários, biólogos, pesquisadores e técnicos de imagem, que permaneceram na região de soltura de 13h de domingo até 6h40 da manhã de segunda-feira (10). A equipe precisou acampar na mata para garantir a liberação do animal em plenas condições de segurança, conforme orientações dos profissionais envolvidos.</p>
<p>É importante ressaltar que o felino foi entregue à natureza após 40 dias de resgate, conforme a determinação do responsável técnico, o biólogo Nonato Amaral, que acompanhou toda a operação.</p>
<p>Cooperações institucionais</p>
<p>A operação de devolução contou com o apoio do Departamento Integrado de Operações Aéreas do Amazonas (Dioa) da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP), responsável pelo transporte aéreo, e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), que disponibilizou embarcações para o deslocamento da equipe e do animal até a área de reserva florestal onde ocorreu a soltura.</p>
<p>A onça veio de helicóptero até uma comunidade em Novo Airão e, de lá, foi transportada de barco até o local de soltura, escolhido de forma técnica para que o animal pudesse viver em segurança, distante da população. Esse é o primeiro caso de resgate, reabilitação e devolução da espécie à natureza na Amazônia.</p>
<p>Também participaram da ação pesquisadores do Laboratório de Internações de Fauna e Floresta (Laiff) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), coordenados pelo professor Dr. Rogério Fonseca, biólogo e especialista em manejo de fauna silvestre. Além disso, esteve presente o médico veterinário Aldenor Lima, vereador de Manaus.</p>
<p>A onça foi sedada por veterinários especializados e transportada em uma caixa confeccionada especialmente para a operação. Após ser liberado, o animal retornou de forma segura ao ambiente natural, onde continuará sendo monitorado por especialistas.</p>
<p>Monitoramento e reintrodução</p>
<p>Antes da soltura, a onça-pintada recebeu uma coleira de radiomonitoramento no dia 4 de novembro de 2025, durante exames que confirmaram seu bom estado de saúde. O equipamento foi cedido pelo Instituto Onça-Pintada (IOP), de Goiás, por meio do biólogo e fundador da instituição, Leandro Silveira.</p>
<p>Colocaram a coleira de monitoramento com GPS, que vai permitir acompanhar, por dois a três anos, os deslocamentos da onça e o território em que ela vai se estabelecer. Isso é muito importante, pois esses dados servirão para a comunidade científica do Amazonas.</p>
<p>O resgate e a reintrodução representam um marco para a conservação da fauna amazônica e reforçam o compromisso do Governo do Amazonas, por meio da Sepet-AM, em promover o bem-estar e a proteção dos animais silvestres em todo o estado.</p>
<p>Relembre o caso</p>
<p>O animal foi encontrado no Rio Negro enquanto tentava se deslocar de Iranduba (a 27 quilômetros de Manaus) para a capital amazonense, após ser atingido por diversos disparos de chumbinho. A ação de resgate contou com o apoio da Companhia Ambiental Fluvial do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb) da Polícia Militar do Amazonas (PM-AM).</p>
<p>Com 36 estilhaços foram encontrados no rosto do felino, que precisou passar por atendimento veterinário de urgência para sobreviver.</p>
<p>Após os primeiros cuidados, a onça foi encaminhada, com autorização do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), para o antigo zoológico do Tropical Hotel, em Manaus, onde ficou sob a responsabilidade do biólogo Nonato Amaral. Durante o período de reabilitação, o animal recebeu acompanhamento constante até apresentar condições adequadas para o retorno à natureza.</p>
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		<title>Caçador é preso ao tentar vender filhote de onça-pintada em Manaus</title>
		<link>https://portalam.com.br/cacador-e-preso-ao-tentar-vender-filhote-de-onca-pintada-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2023 14:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Caçador]]></category>
		<category><![CDATA[Filhote]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um filhote de onça-pintada foi resgatado na comunidade Agrovila, no bairro Tarumã, em Manaus, na tarde desta terça-feira (3). Um caçador de 74 anos foi preso suspeito de ter matado a mãe do animal e tentar vender o felino por R$ 20 mil. De acordo com o tenente Alex Tavares, do Batalhão Ambiental da Polícia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um filhote de onça-pintada foi resgatado na comunidade Agrovila, no bairro Tarumã, em Manaus, na tarde desta terça-feira (3). Um caçador de 74 anos foi preso suspeito de ter matado a mãe do animal e tentar vender o felino por R$ 20 mil.</p>
<p>De acordo com o tenente Alex Tavares, do Batalhão Ambiental da Polícia Militar, a polícia recebeu uma denúncia anônima relatando sobre um caçador que teria abatido uma onça-pintada fêmea que estava com o seu filhote, de aproximadamente cinco meses de vida.</p>
<p>O caçador teria pego o animal e tentou vender para moradores da comunidade, por R$ 20 mil. Ele foi denunciado em seguida.</p>
<p>“O filhote estava sendo mantido dentro de uma caixa de madeira. Após fazer uma busca no local, foi constatado também que havia uma espingarda de fabricação caseira e munição”, disse o tenente.</p>
<p>O homem foi preso e encaminhado para a Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente (Dema), onde o caso foi registrado.</p>
<p>Na delegacia, o suspeito permaneceu calado e não deu explicações sobre onde ocorreu o abate da onça e o que teria feito com os restos mortais do animal, segundo a polícia.</p>
<p>Ferido, o filhote de onça-pintada foi encaminhado para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturas Renováveis (Ibama) e deve receber os cuidados e reeducação para retornar para a natureza.</p>
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		<item>
		<title>Mãe e filhote de onça-pintada são vistos da Serra do Mar paranaense</title>
		<link>https://portalam.com.br/mae-e-filhote-de-onca-pintada-sao-vistos-da-serra-do-mar-paranaense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jul 2021 17:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Filhote]]></category>
		<category><![CDATA[Onça Pintada]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma cena rara chamou a atenção de pesquisadores do Paraná. É o registro de uma onça pintada e seu filhote na região da Serra do Mar paranaense. As imagens, que foram gravadas em janeiro, mas divulgados esta semana, indicam que o habitat desse animal está recuperando as condições para sobrevivência e reprodução da espécie, dizem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma cena rara chamou a atenção de pesquisadores do Paraná. É o registro de uma onça pintada e seu filhote na região da Serra do Mar paranaense. As imagens, que foram gravadas em janeiro, mas divulgados esta semana, indicam que o habitat desse animal está recuperando as condições para sobrevivência e reprodução da espécie, dizem os pesquisadores.</p>
<p>O registro, feito por meio de uma armadilha fotográfica, é resultado de um monitoramento em 17 mil quilômetros quadrados (km²) de Mata Atlântica entre os estados de São Paulo e Paraná. A área, 11 vezes o tamanho da cidade de São Paulo, integra a Grande Reserva Mata Atlântica, o maior remanescente contínuo do bioma no Brasil.</p>
<p>O trabalho faz parte do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, que tem o apoio da Fundação Grupo Boticário. O programa, lançado oficialmente em novembro do ano passado, tem o objetivo de gerar dados para subsidiar planos de conservação da anta (Tapirus terrestris), da queixada (Tayassu pecari), além da onça-pintada (Panthera onca).</p>
<p>“A gente tem uma rede de apoio de monitoramento, com atores que vivem na região. O registro foi de um dos nosso atores que monitora a unidade de conservação. Dentro desse monitoramento apareceu essa fêmea com o filhote, o que mostra que a região é adequada para a ocorrência da onça. Também é um sinal de que o bicho está se reproduzindo na região e isso é um bom indicativo para a conservação da espécie”, disse à Agência Brasil o biólogo Roberto Fusco.</p>
<p>Fusco é membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN) e também responsável técnico do programa. Segundo o especialista, o monitoramento de espécies ameaçadas gera informações para planejamento de conservação e ajuda a criar estratégias mais efetivas para proteção e recuperação das populações desses animais.</p>
<p>O biólogo também destaca que esse tipo de atividade é importante para apoiar tomadores de decisão nas ações de proteção e manejo a nível territorial em um dos maiores remanescentes de Mata Atlântica do país.</p>
<p><strong>Onça-pintada</strong></p>
<p>Pesando entre 60 e 160 quilos, a onça-pintada é uma das espécies-símbolo do Brasil, ilustrando, inclusive, a cédula de 50 reais. Apesar disso, a espécie, que é o maior felino das Américas e o terceiro do mundo, corre sério risco de desaparecer na Mata Atlântica, por já ter perdido 85% de seu habitat. Estima-se que atualmente o número seja inferior a 300 indivíduos.</p>
<p>O biólogo lembra que as armadilhas fotográficas colocadas em campo já haviam registrado fêmeas da espécie, mas que até o registro feito no início do ano, os pesquisadores não tinham informações sobre a capacidade de reprodução da espécie na região.</p>
<p>“Até então a gente tinha registrado fêmeas e, com esse registro da mãe e o filhote, a gente confirmou que a espécie está se reproduzindo”, relatou Fusco. Segundo o especialista, o filhote aparenta ser um pouco mais velho. “Em geral, os filhotes ficam dois anos com a mãe e depois desse período de tempo ele já pode se estabelecer um território para se reproduzir”, disse.</p>
<p>Fusco lembra que para que isso ocorra é necessário a preservação da Mata Atlântica. Mamíferos de grande porte como a onça, o porco-do-mato, a anta, o veado e a capivara, entre outros, sofrem com a perda de habitat e pressão de caça.</p>
<p>“Grandes mamíferos necessitam de áreas extensas para sobreviver, são extremamente vulneráveis à perda de habitat e à pressão da caça, sendo os primeiros a desaparecer”, explicou.</p>
<p>O especialista lembra ainda que a manutenção dessas espécies é fundamental para o equilíbrio ambiental. Mamíferos carnívoros, como a onça-pintada, por estarem no topo da pirâmide alimentar, são essenciais no controle e equilíbrio de populações de outros animais que fazem parte da sua dieta, influenciando diretamente em toda dinâmica do ecossistema.</p>
<p>“São animais que precisam de um território bem grande. Eles podem se movimentar por quilômetros, a gente já registrou um mesmo indivíduo distante 35 km em linha reta e isso justifica a importância de conservar todo o corredor para ele poder transitar”, observou.</p>
<p>Já mamíferos herbívoros, como a anta e a queixada, são essenciais para a manutenção da floresta, por serem dispersores de sementes. Tais espécies são responsáveis pela dispersão de mais de 100 tipos de sementes, por extensão de cerca de 40 quilômetros, diariamente.</p>
<p>“Teoricamente é uma área que tem uma floresta continua, mas tem problemas com a caça, exploração de palmito e a questão dos imóveis, a especulação imobiliária. A longo prazo, não seria exagero dizer que a viabilidade da floresta corre um grande risco”, alerta o pesquisador.</p>
<p>Entre as consequências que podem ocorrer sem o equilíbrio e a preservação dos animais estão a perda de diversidade vegetal, introdução de espécies invasoras, perda de atividades econômicas como o turismo, além de outras imprevisíveis.</p>
<p>“A perda dessa biodiversidade de animais vai acarretar um monte de outros problemas até imprevisíveis, como novas doenças, perda de qualidade de água para o abastecimento das populações, entrada de espécies invasoras, perda de atividades como o turismo que gera renda, fora a liberação de carbono com a perda da floresta”, alertou Fusco.</p>
<p><strong>Conflitos</strong></p>
<p>Fusco disse que a próxima etapa do projeto é o mapeamento de locais onde a presença do animal gera conflitos, o que pode resultar na morte de indivíduos, como o que aconteceu com uma onça-pintada encontrada morta na região da Serra de Paranapiacaba, no estado de São Paulo, na última quinta-feira (15). O animal possuía mais de 50 perfurações de chumbo. Uma das hipóteses é que a onça tenha sido morta por ter atacado alguma criação de animais na região.</p>
<p>“Já tem a caça clandestina de animais como a onça pintada; tem gente que tem medo do animal por não conhecer e acaba matando, mas o principal motivo de caçar é por ataque à criação doméstica, por ela matar animais de porte maior, como cachorros, gado, porco”, disse.</p>
<p>Segundo Fusco, uma das possibilidade para este tipo de ataque às criações é a diminuição das presas naturais da espécie, o que leva esses animais a adentrarem em áreas com ocupação humana.</p>
<p>“A gente vai agora passar para a etapa de entender essa situação e fazer esse mapeamento de conflito que existe na região. A gente quer conversar com as pessoas e tentar entender esse conflito para discutir maneiras de reduzir esses ataques, por exemplo. Uma das possibilidades é alterar o manejo da criação para evitar o ataque e isso pode ser feito de diversas formas, como o uso de cercas elétricas para espantar as onças”, ponderou.</p>
<p>Segundo Fusco outro animais, como a anta também acabam sendo mortos por invadir as propriedades rurais.</p>
<p>“A anta também tem conflito com moradores locais. Às vezes ela entra na propriedade para comer o cultivo de frutos e acaba gerando conflito também”, disse.</p>
<p>Fusco ressalta que o bom manejo e conservação de áreas naturais atrai oportunidades de benefício socioeconômico para a região. Entre as possibilidades está o desenvolvimento regional baseado no turismo em áreas naturais e em negócios de impacto positivo ao meio ambiente, com a participação da população local.</p>
<p>“A gente quer promover esse grande remanescente de Mata Atlântica para as pessoas conhecerem. Uma das possibilidades poderia ser o turismo de observação de animais. Existem já algumas iniciativas desse tipo com primatas e a própria anta. A gente que envolver as comunidades locais no processo, seria uma forma de geração de renda fantástica e atrairia as pessoas. Além de gerar emprego e renda, valoriza a vocação local e mantém a floresta em pé”, disse o pesquisador.</p>
<p><strong>Programa</strong></p>
<p>O programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar surgiu da necessidade de uma agenda integrada para monitoramento e conservação de grandes mamíferos. Isso porque o resultado de 15 anos de pesquisa na região indicou que tais espécies estão mais presentes em locais mais elevados e remotos, deixando muitas áreas de floresta demograficamente vazias de grandes mamíferos, inclusive em unidades de conservação.</p>
<p>A iniciativa atua em quatro frentes de ação: monitoramento, com coleta de dados de maneira científica e sistemática; planejamento de conservação, para apoiar os tomadores de decisão nas ações de proteção e manejo; sensibilização, para gerar mais conhecimento e valorização da fauna da Mata Atlântica por toda a sociedade e, por fim, a rede de monitoramento.</p>
<p>O programa é realizado pelo Instituto de Pesquisas Cananéia (IPeC) e Instituto Manacá, com apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, WWF-Brasil e do banco ABN AMRO, e com a parceria da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), Fundação Florestal, do Legado das Águas – Reserva Votorantim, da Fazenda Elguero, do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná (PPG ECO – UFPR) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).</p>
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