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	<title>Onças | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>Onças | Portal AM</title>
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	<item>
		<title>Pesquisadores monitoram comportamento de onças na Amazônia</title>
		<link>https://portalam.com.br/pesquisadores-monitoram-comportamento-de-oncas-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2023 13:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Monitoram]]></category>
		<category><![CDATA[Onças]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisadores]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisadores do Instituto Mamirauá vão aproveitar o período de chuvas na floresta amazônica para fazer o monitoramento de onças. Em março, o nível dos rios sobe e reduz a disponibilidade de terra para os felinos, que passam se abrigar nas árvores. São preparadas armadilhas com laços camufladas na folhagem para capturar os animais. As onças [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores do Instituto Mamirauá vão aproveitar o período de chuvas na floresta amazônica para fazer o monitoramento de onças. Em março, o nível dos rios sobe e reduz a disponibilidade de terra para os felinos, que passam se abrigar nas árvores.</p>
<p>São preparadas armadilhas com laços camufladas na folhagem para capturar os animais. As onças são imobilizadas para instalação de um colar que permite o monitoramento da localização por satélite. Assim, os grupos de pesquisa podem se aproximar em canoas e fazer um trabalho de observação dos animais, mais difícil de ser realizado nos períodos de seca.</p>
<p>A partir da observação e dos dados de movimentação, os pesquisadores terão mais informações para entender as necessidades ecológicas da onça-pintada da Amazônia.</p>
<p>O Instituto Mamirauá é uma organização social fomentada e supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.</p>
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		<title>Onças-pintadas machos matam filhotes de outros indivíduos da mesma espécie</title>
		<link>https://portalam.com.br/oncas-pintadas-machos-matam-filhotes-de-outros-individuos-da-mesma-especie/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 17:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[filhotes]]></category>
		<category><![CDATA[Machos]]></category>
		<category><![CDATA[Matam]]></category>
		<category><![CDATA[Onças]]></category>
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					<description><![CDATA[Meio Ambiente &#8211; As onças-pintadas, maiores felinos das Américas, estão conquistando cada vez mais os brasileiros com a novela Pantanal. O animal serviu de inspiração até para o uniforme da seleção brasileira de futebol para a Copa do Mundo 2022. O g1 traz algumas curiosidades sobre a espécie, veja: Infanticídio O infanticídio é uma prática [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Meio Ambiente &#8211; As onças-pintadas, maiores felinos das Américas, estão conquistando cada vez mais os brasileiros com a novela Pantanal. O animal serviu de inspiração até para o uniforme da seleção brasileira de futebol para a Copa do Mundo 2022. O g1 traz algumas curiosidades sobre a espécie, veja:</p>
<p><strong>Infanticídio</strong></p>
<p>O infanticídio é uma prática que ocorre entre os felinos. Os machos matam filhotes que não são deles, ou seja, ao cruzar com um filhote de outro indivíduo da mesma espécie, a onça-pintada macho preda este animal.</p>
<p>É responsabilidade da fêmea manter a segurança do filhote. Por esta razão, é comum comportamentos como a fêmea esconder o filhote para sair para caçar. O infanticídio é uma das causas para que nem todos os filhotes nascidos de uma única gestação consigam sobreviver.</p>
<p>“Então é responsabilidade da mãe manter esses indivíduos viáveis, quanto mais filhotes, mais difícil manter”, detalha o médico veterinário do Instituto Homem Pantaneiro (IHP) e especialista em onças-pintadas, Diego Viana.</p>
<p>Conforme o especialista, toda onça-pintada consegue reconhecer o próprio filhote. “Eles conseguem identificar pelo cheiro, por vocalização, por mais que o barulho que elas façam sejam muito semelhantes, a frequência com certeza é diferente e eles conseguem fazer essa diferenciação”, pontua.</p>
<p><strong>Gestação</strong></p>
<p>A gestação de uma onça-pintada tem a duração de três meses. Até quatro filhotes podem ser gerados, mas devido ao infanticídio geralmente um ou dois sobrevivem.</p>
<p>Apesar do curto período gestacional, os filhotes permanecem com as mães por no mínimo dois anos. “Uma fêmea fica até dois anos e meio com a mãe, em média, e um macho até dois anos acompanhando a mãe”, explica Viana.</p>
<p><strong>Abandono de filhotes</strong></p>
<p>Assim como outras espécies, as onças-pintadas abandonam filhotes quando identificam que eles não estão se desenvolvendo como deveriam, conforme explica o biólogo biólogo e guia da Organização Não Governamental (ONG) Onçafari, Bruno Sartori Reis.</p>
<p>“A fêmea não vai ficar cuidando de um filhote que não vai vingar”, pontua.</p>
<p>Ele ressalta que até com animais em cativeiro esse tipo de comportamento é avistado. “A gente tenta devolver o filhote para a mãe e é muito comum a mãe continuar rejeitando e dali a alguns poucos dias, semanas, o filhote morre e a gente, na hora de fazer a necrópsia, descobre que o filhote estava com alguma má formação de órgão, algum problema ósseo, que a mãe percebeu realmente antes”, explica Bruno.</p>
<p>“É algo difícil e duro de ver e tirar essa humanização, mas é preciso olhar de uma forma mais fria, pensando realmente em respostas evolutivas que foram tendo para identificar esses animais”, aponta o biólogo.</p>
<p>Inclusive, uma onça-pintada fêmea foi abandonada pela mãe, no Pantanal. Leventina é acompanhada pela ONG Onçafari desde que foi rejeitada pela mãe, Ferinha.</p>
<p>“Ela foi abandonada com oito meses, ela acompanharia a mãe até um ano e meio, então vamos supor que ela chegue a um ano e meio, a dois, provavelmente a gente pode bater o martelo que ela conseguiu sobreviver e se desenvolver com as próprias técnicas de caça e tudo o mais, mas ela vai ter que aprender tudo sozinha”, destaca o biólogo Bruno.</p>
<p><strong>Maiores do mundo</strong></p>
<p>As maiores onças-pintadas do mundo vivem no Brasil e Pantanal é o lar desses felinos. No bioma pantaneiro, uma onça-pintada macho pode alcançar 150 kg. Já a fêmea pode atingir 110 kg.</p>
<p>“Em outros biomas, como a Caatinga, um macho adulto tem 80 kg, que é o peso de uma fêmea, de um filhote, aqui”, descreve o médico veterinário Diego Viana, que coordena o projeto Felinos Pantaneiros.</p>
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		<title>Duas onças e outros 18 animais foram envenenados no Pantanal, diz PF</title>
		<link>https://portalam.com.br/duas-oncas-e-outros-18-animais-foram-envenenados-no-pantanal-diz-pf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2022 14:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Envenenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Onças]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil &#8211; Duas onças e 18 animais encontrados mortos na região do Abobral, em Corumbá, Pantanal sul-mato-grossense, foram envenenados pelo agrotóxico carbofurano, aponta a Polícia Federal (PF) que divulgou hoje (24) conclusão de investigação iniciada no ano passado. Segundo o órgão, os responsáveis foram identificados e indiciados. Os nomes dos investigados e a motivação para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Brasil &#8211; Duas onças e 18 animais encontrados mortos na região do Abobral, em Corumbá, Pantanal sul-mato-grossense, foram envenenados pelo agrotóxico carbofurano, aponta a Polícia Federal (PF) que divulgou hoje (24) conclusão de investigação iniciada no ano passado. Segundo o órgão, os responsáveis foram identificados e indiciados. Os nomes dos investigados e a motivação para o crime não foram informados.</p>
<p>O envenenamento foi confirmado com a análise de um pedaço do fígado de uma das onças mortas. O material foi encaminhado para exame pericial em Brasília. A PF informou que o agrotóxico tem venda proibida no Brasil desde 2017, por ser extremamente tóxico, mas pode ser facilmente encontrado no Paraguai.</p>
<p>O laudo pericial aponta também que o uso do “carbofurano para envenenamento intencional de animais domésticos e selvagens tem sido frequentemente descrito em publicações científicas, como um dos praguicidas mais comuns para esse fim”.</p>
<p><strong>Relembre o caso</strong></p>
<p>Os animais foram encontrados, em junho de 2021, por uma equipe do Instituto Reprocon que fez uma incursão na mata para rastrear o colar de GPS instalado em um dos animais monitorados pelo grupo. O aparelho havia emitido sinal referente ao sensor de mortalidade.</p>
<p>Ao encontrarem a onça-pintada já morta, em estado avançado de decomposição, os pesquisadores foram surpreendidos com outros animais mortos nas proximidades do local, entre eles mais uma onça. A condição em que foram encontrados levou à suspeita de envenenamento.</p>
<p>“Sandro, macho de onça-pintada com mais de 120 kg, de apenas 4 anos, foi encontrado morto. Já bastaria para ser triste e lamentável, mas não acabou; próximo a ele outra onça-pintada, também macho com aproximadamente 140 kg, um cachorro-do-mato, um gavião carcará e 14 urubus”, descreveu a organização em uma rede social no dia 3 de julho de 2021.</p>
<p>Segundo o instituto, Sandro era monitorado por colar GPS desde setembro de 2020. “[Isso] permitiu a localização desses animais, 600 metros da margem do rio adentrando uma propriedade privada arrendada”, diz o texto.</p>
<p>O Reprocon destaca que a morte de animais por envenenamento gera um efeito cascata, matando outros bichos que se alimentam da carcaça. “Metade da população de onças do mundo se encontra aqui no Brasil”, lembra a entidade.</p>
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