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	<title>Open Finance | Portal AM</title>
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	<title>Open Finance | Portal AM</title>
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		<title>Maior adesão de empresas é desafio para expansão do open finance</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 13:50:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Banco]]></category>
		<category><![CDATA[Open Finance]]></category>
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					<description><![CDATA[Pagar um café por Pix sem a necessidade de abrir o aplicativo do banco, aproximando o celular da maquininha. A operação hoje pode parecer corriqueira, mas o Pix por aproximação, lançado em fevereiro, exigiu não apenas o desenvolvimento de tecnologias. A associação da conta do Pix à carteira virtual do celular envolveu troca confiável de informações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pagar um café por Pix sem a necessidade de abrir o aplicativo do banco, aproximando o celular da maquininha. A operação hoje pode parecer corriqueira, mas o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-02/entenda-como-funcionara-pix-por-aproximacao" target="_blank" rel="noopener">Pix por aproximação</a>, lançado em fevereiro, exigiu não apenas o desenvolvimento de tecnologias. A associação da conta do Pix à carteira virtual do celular envolveu troca confiável de informações entre comércio, bancos e a administradora da máquina.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1656595&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1656595&amp;o=node" /></p>
<p><strong>O compartilhamento de dados entre instituições financeiras de todos os tipos é o conceito central por trás do <em>open finance</em>, que completou cinco anos na semana passada</strong>. Em todos os casos, cabe ao usuário autorizar a utilização das informações pessoais por terceiros, podendo cancelá-la quando quiser. Tudo regulado pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).</p>
<p><strong>O <em>open finance</em> está mais presentes na vida do correntista do que aparenta. O sistema foi essencial para o desenvolvimento do <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-06/bancos-passam-oferecer-pix-automatico-partir-desta-segunda" target="_blank" rel="noopener">Pix automático</a>, lançado em junho, modalidade que substituirá o boleto bancário</strong>. Para autorizar a cobrança periódica por empresas, basta o correntista entrar no aplicativo do banco uma única vez e consentir o acesso a seus dados financeiros.</p>
<p>O mesmo ocorre com a consulta dos saldos de contas em diversas instituições numa mesma tela. Ou com a oferta de operações de crédito com juros mais baixos a bons pagadores, com o <em>open finance</em> aumentando a taxa de aprovação dos tomadores de crédito em até 30%. Desde abril de 2023, as instituições podem compartilhar dados sobre investimentos, câmbio, seguros, previdência privada, capitalização e credenciamento.</p>
<h2>Obstáculos</h2>
<p>Segundo a Associação dos Iniciadores de Transação de Pagamento (Init), a expansão do <em>open finance</em> enfrenta dois principais gargalos. O primeiro é o aumento no sucesso da taxa de conversão dos pagamentos. Atualmente, segundo a entidade, de 50% a 60% das operações feitas pelo <em>open finance</em> não apresentam erros.</p>
<blockquote><p>“O desafio é elevar essa taxa para 99,5%, como ocorre com os cartões de crédito e débito”, diz Gustavo Lino, diretor executivo da Init.</p></blockquote>
<p>Apesar dos problemas de erro ou de transações que não conseguem ser completadas, Lino diz que o <em>open finance</em> tem se revelado mais seguro que as transações com cartões bancários.</p>
<blockquote><p>“A segurança das transações no <em>open finance</em> é excelente. Os casos de fraude e golpes são ínfimos”, ressalta.</p></blockquote>
<p>Lino cita o Pix por aproximação, em que o cliente pode conferir, na tela do celular, o valor digitado pelo comerciante antes de aproximar o aparelho. Nos cartões de crédito e débito por aproximação, o valor precisa ser conferido na máquina do estabelecimento.</p>
<p>As iniciadoras de pagamentos são empresas autorizadas pelo BC a iniciar transações sem deter recursos das contas envolvidas. Elas facilitam a comunicação entre instituições financeiras e possibilitam aos usuários realizar pagamentos e transferências sem acessar diretamente o aplicativo da instituição financeira.</p>
<h2>Pessoas jurídicas</h2>
<p><strong>Outro gargalo está na adesão das empresas ao compartilhamento de dados. </strong>Segundo a Associação Open Finance Brasil (AOF), entidade privada que reúne os tipos de empresas do setor e participa das discussões com o BC, houve, em 2024, 40,8 milhões de consentimentos de pessoas físicas como receptores e 37,6 milhões como transmissores de dados. Cada indivíduo pode fazer mais de um consentimento.</p>
<p>Entre as pessoas jurídicas, o número é bem menor: 403,2 mil consentimentos de empresas como receptoras de dados e 406,7 mil como transmissoras. Segundo o diretor-presidente da Init, Jonatas Giovinazzo, os entraves para a adesão das empresas ao <em>open finance</em> são burocráticos e tecnológicos.</p>
<blockquote><p>“Há empresas com mais de 200 contas bancárias e com duas ou três maquininhas em cada filial. Os pagamentos precisam vir identificados pelo <em>open finance</em> da mesma forma que no internet banking [site do banco] para serem lançados na contabilidade. Também existe uma discussão sobre qual dia devem ser lançadas no extrato as transações em fins de semana e se o consentimento deve ser dado por funcionários ou por sócios da empresa”, explica Giovinazzo.</p></blockquote>
<h2>Pix em lotes</h2>
<p>Na semana passada, a Init participou da reunião da Associação Open Finance, no Banco Central, que celebrou os cinco anos do compartilhamento de dados e discutiu melhoras no sistema. Uma das discussões é o processamento dos Pix das empresas em lotes que agreguem várias contas bancárias, para facilitar a adesão de médias e grandes empresas.</p>
<blockquote><p>“Por uma questão de segurança, as instituições financeiras travam o Pix quando há várias transações por segundo, como ocorre com grandes empresas. O processamento em lotes ajudaria a superar esse gargalo”, diz Giovinazzo.</p></blockquote>
<p><strong>Apesar dos obstáculos, Gustavo Lino destaca as vantagens da adesão das empresas ao <em>open finance</em></strong>.</p>
<blockquote><p>“Para a pequena e a média empresa, esse sistema vem em boa hora. Porque elas ganham poder de barganha para crédito com bancos e diminuem as dificuldades de oferecer garantias. No futuro, a maior parte do volume financeiro do <em>open finance</em> virá de pessoas jurídicas, que movimentam mais recursos que as pessoas físicas”, avalia.</p></blockquote>
<h2>Novidades</h2>
<p>Em fevereiro de 2026, o Banco Central pretende dar um passo além e lançar a portabilidade de crédito por meio do <em>open finance</em>, com o correntista usando o compartilhamento de dados para poder transferir operações de crédito entre bancos.</p>
<p>Caso não haja atrasos, a portabilidade será estendida ao crédito consignado. Atualmente, a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-08/governo-comeca-transferir-emprestimos-antigos-para-app-do-consignado" target="_blank" rel="noopener">portabilidade desse tipo de crédito</a> só é possível no caso de trabalhadores da iniciativa privada por meio do aplicativo do próprio banco e, até novembro, estará disponível no aplicativo Carteira de Trabalho Digital. Com o <em>open finance</em>, o processo pode ser feito fora da plataforma Crédito do Trabalhador.</p>
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		<title>BC lança open finance, com mais serviços que open banking</title>
		<link>https://portalam.com.br/bc-lanca-open-finance-com-mais-servicos-que-open-banking/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2022 13:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Open Finance]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
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					<description><![CDATA[Economia &#8211; O compartilhamento de informações e de serviços entre bancos, chamado de open banking, será ampliado para as demais instituições financeiras e passará a chamar-se open finance. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje (24) resolução que cria um novo marco regulatório para a troca de dados. A principal diferença está na abrangência da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Economia &#8211; O compartilhamento de informações e de serviços entre bancos, chamado de open banking, será ampliado para as demais instituições financeiras e passará a chamar-se open finance. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje (24) resolução que cria um novo marco regulatório para a troca de dados.</p>
<p>A principal diferença está na abrangência da iniciativa. Até agora, o open banking era restrito a dados e a serviços relacionados a produtos bancários tradicionais. O open finance prevê o compartilhamento de informações sobre outros serviços financeiros, como credenciamento, câmbio, investimentos, seguro e previdência.</p>
<p>Um primeiro passo para a implementação do open finance foi anunciado na última terça-feira (22), quando o Banco Central autorizou o compartilhamento de dados do crédito rural. Além dos bancos que fornecem crédito aos produtores rurais, a troca de informações abrangerá setores como agências de classificação de risco, empresas de auditoria, certificadoras e mercado de capitais (empresas que operam no mercado de ações e de derivativos).</p>
<p>Para consolidar a migração do open banking para o open finance, o Banco Central e o CMN editaram resolução conjunta para atualizar a nomenclatura usada na regulamentação atual. Em nota, o BC informou que discute, com a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), a possibilidade de os participantes do open insurance (compartilhamento de dados entre seguradoras) participarem do open finance.</p>
<p><strong>Monitoramento</strong></p>
<p>Até 30 de junho, o BC aprovará a estrutura definitiva de governança (estrutura de monitoramento) do open finance. Essa estrutura permitirá o acompanhamento do compartilhamento de informações e de serviços e definirá as punições para as instituições financeiras que descumprirem as obrigações, como falhas de segurança.</p>
<p>Antes da montagem dessa estrutura, o BC e o CMN incorporaram à regulamentação dispositivos para garantir o bom funcionamento do open finance. Entre os pontos regulados estão boas práticas de governança (administração), políticas de controles internos, gestão de riscos, auditoria, transparência e políticas de comunicação.</p>
<p>Além das resoluções do BC e do CMN, as instituições financeiras que fizerem parte do open finance estarão sujeitas a obrigações estabelecidas em na convenção firmada entre os participantes. Essas obrigações estão escritas em contratos, súmulas, guias e outros documentos, esclareceu o Banco Central.</p>
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