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	<title>tapa | Portal AM</title>
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	<title>tapa | Portal AM</title>
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		<title>Trabalhadora agredida com tapa no rosto ao cobrar verbas rescisórias receberá R$ 30 mil, decide TRT-11</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 11:24:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) manteve a condenação de uma empresa comercial de artigos militares ao pagamento de R$ 30 mil por danos morais a uma trabalhadora que sofreu agressões físicas e verbais dentro do estabelecimento quando foi pedir o pagamento das verbas rescisórias a que tinha direito. A decisão foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) manteve a condenação de uma empresa comercial de artigos militares ao pagamento de R$ 30 mil por danos morais a uma trabalhadora que sofreu agressões físicas e verbais dentro do estabelecimento quando foi pedir o pagamento das verbas rescisórias a que tinha direito. A decisão foi confirmada em segunda instância, após julgamento de recursos pela Justiça do Trabalho, que também manteve o reconhecimento do vínculo de emprego e a condenação ao pagamento de verbas trabalhistas.</p>
<p>Inicialmente, o caso foi julgado pelo juiz do trabalho Igor José Cansanção Pereira, da 6ª Vara do Trabalho de Manaus. Em sentença proferida em março de 2026, o magistrado considerou comprovada a agressão praticada pelo homem reconhecido no processo como sócio oculto da empresa. Em agosto, a Terceira Turma do TRT-11, manteve os principais pontos da decisão de primeiro grau.</p>
<p>Entenda o caso</p>
<p>Conforme os autos, a trabalhadora compareceu ao estabelecimento após o encerramento do contrato de trabalho para receber as verbas rescisórias. Ela teria chegado uma hora antes do combinado, e foi recebida de forma agressiva pelo ex-superior, o qual questionou de forma irônica e hostil o horário. Durante a discussão, a trabalhadora foi alvo de gritos, xingamentos e de um tapa no rosto. O episódio foi registrado em gravação audiovisual e confirmado pelo depoimento de uma testemunha ouvida no processo.</p>
<p>Ao analisar as provas, o juiz Igor Cansanção destacou que as imagens contrariam a versão apresentada pela defesa da empresa de que a trabalhadora teria iniciado a discussão de forma agressiva. Para ele, a reação do homem foi desproporcional, mesmo considerando que a empregada havia chegado antes do horário combinado para o atendimento.</p>
<p>A sentença ressaltou a gravidade da violência praticada no momento em que a trabalhadora buscava receber seus direitos após o fim do contrato. “A agressão física de uma empregada por seu próprio empregador no momento em que comparece para receber suas verbas rescisórias revela um quadro absolutamente intolerável e incompatível com os valores mais elementares de uma sociedade civilizada. O ambiente de trabalho deve ser espaço de respeito, dignidade e proteção à integridade física e moral do trabalhador, jamais de humilhação ou violência&#8221;, afirmou o magistrado.</p>
<p>Julgamento com perspectiva de gênero</p>
<p>Na análise do caso, o magistrado aplicou o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero, instituído pela Resolução nº 492/2023 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A ferramenta orienta a atuação judicial em processos que envolvem violência contra mulheres e busca evitar que estereótipos e preconceitos influenciem a avaliação das provas. O juiz Igor Cansanção também destacou que a proteção da mulher no ambiente de trabalho tem amplo respaldo em normas nacionais e internacionais, como as Convenções 155 e 190 da OIT e a Agenda 2030 da ONU, que prevê a igualdade de gênero e o combate à violência e ao assédio.</p>
<p>Na sentença, o juiz Igor José Cansanção Pereira destacou que o caso deve ser analisado considerando a persistência do machismo, do sexismo e do patriarcado na sociedade, fatores que podem contribuir para a naturalização da violência contra as mulheres. O juiz também levou em conta a vulnerabilidade social da empregada, que recebia salário mensal de R$ 2 mil, e ressaltou que ela foi encurralada contra uma parede pelo superior hierárquico, em um ambiente onde havia diversas armas de fogo. Para ele, essas circunstâncias agravaram a situação e evidenciaram a “hipervulnerabilidade da reclamante na situação”.</p>
<p>A decisão também enfatizou que eventuais desentendimentos ou insatisfações com o desempenho profissional não justificam comportamentos violentos nem permitem transferir à vítima a responsabilidade pela agressão. Consta no processo que o agressor alegou ter agido em legítima defesa. Segundo o magistrado, a legislação trabalhista prevê meios adequados para lidar com problemas na relação de emprego, como a dispensa sem justa causa, quando cabível. “O que jamais se pode admitir, em qualquer circunstância, é que divergências ou insatisfações no ambiente de trabalho sejam respondidas com violência física”, afirmou o juiz, ao destacar a violação à dignidade da trabalhadora e a necessidade de combater padrões históricos de dominação e agressão contra as mulheres.</p>
<p>A sentença considerou o relato da trabalhadora em conjunto com as gravações e o depoimento testemunhal. Para o magistrado, a agressão ficou comprovada pelo conjunto de elementos apresentados no processo. Com esse entendimento, a empresa foi condenada ao pagamento de R$ 30 mil por danos morais decorrentes das agressões físicas e verbais.</p>
<p>Segunda instância</p>
<p>A Terceira Turma do TRT-11 manteve a indenização de R$ 30 mil. Por unanimidade de votos, o colegiado entendeu que a agressão causou ofensa grave à integridade física da trabalhadora, expondo-a a sofrimento e humilhação. Por isso, manteve o valor da indenização por danos morais equivalente a 15 vezes o salário da vítima, por considerar proporcional à gravidade do caso e adequado para compensar o dano e cumprir seu efeito pedagógico, sem impor prejuízo financeiro excessivo à empresa condenada.</p>
<p>Vínculo de emprego e direitos trabalhistas</p>
<p>Além da indenização pelas agressões, a Justiça do Trabalho reconheceu que a trabalhadora manteve vínculo de emprego entre junho e outubro de 2025, com projeção do aviso-prévio até novembro daquele ano. O contrato não havia sido registrado na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS).</p>
<p>A empresa foi condenada ao pagamento de aviso-prévio, saldo de salário, 13º salário proporcional, férias proporcionais acrescidas de um terço, multa por atraso no pagamento das verbas rescisórias e depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), com a multa de 40%, conforme os critérios definidos na decisão. Também foi mantida a indenização de R$ 3 mil por danos morais relacionada à ausência de registro na carteira de trabalho.</p>
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		<title>Tapa e empurrão: mulheres brigam em salão de beleza por falta de pagamento</title>
		<link>https://portalam.com.br/tapa-e-empurrao-mulheres-brigam-em-salao-de-beleza-por-falta-de-pagamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 20:55:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[empurrão]]></category>
		<category><![CDATA[Pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[Salão de Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[tapa]]></category>
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					<description><![CDATA[Um vídeo de uma briga envolvendo duas mulheres está circulando na internet nesta quarta-feira (21). O caso, que supostamente foi registrado em um salão de beleza de Cascavel, no oeste do Paraná. &#160; Ver essa foto no Instagram &#160; Uma publicação compartilhada por Portal AM (@portalam_) Conforme as informações da testemunha, o motivo da briga [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um vídeo de uma briga envolvendo duas mulheres está circulando na internet nesta quarta-feira (21). O caso, que supostamente foi registrado em um <a href="https://portalam.com.br/amazonas-participa-pela-primeira-vez-de-salao-nacional-de-turismo-em-brasilia/">salão</a> de beleza de Cascavel, no oeste do Paraná.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/C3n0b1YOSwW/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>Conforme as informações da testemunha, o motivo da briga entre as mulheres seria a falta de pagamento. Segundo informado, a confusão envolveu uma cliente e uma funcionária do estabelecimento comercial.  As duas &#8220;saíram no tapa&#8221; após a profissional realizar um procedimento no cabelo da cliente, que não pagou pelo serviço. Ainda de acordo com o internauta, as mulheres discutiram e, na sequência, investiram uma contra a outra.</p>
<p>No vídeo, é possível ver que elas trocam tapas e socos. Em um determinado momento, ambas caem no chão, mas o ato de violência continua. Inclusive, chegaram a ficar seminuas durante a situação.</p>
<p>Outras mulheres que estavam no salão de beleza tentaram intervir na briga, mas não obtiveram sucesso.</p>
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		<title>Vídeo: Mulher é pega roubando e leva tapão da segurança da drogaria</title>
		<link>https://portalam.com.br/video-mulher-e-pega-roubando-e-leva-tapao-da-seguranca-da-drogaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2021 21:32:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[drogaria]]></category>
		<category><![CDATA[Roubo]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[tapa]]></category>
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					<description><![CDATA[Câmeras de segurança da Drogaria Helena, localizada no bairro Morro da Liberdade flagou o momento em que duas jovens entraram na drogaria e tentam furtar medicamentos. Tapa na ladra 👊 Segurança flagra mulher roubando a Drogaria Helena, no bairro Morro da Liberdade, em Manaus e tá um tapão na ladra.#curta #compartilhe #portalam #notícias #manaus #amazonas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Câmeras de segurança da Drogaria Helena, localizada no bairro Morro da Liberdade flagou o momento em que duas jovens entraram na drogaria e tentam furtar medicamentos.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Tapa na ladra 👊</p>
<p>Segurança flagra mulher roubando a Drogaria Helena, no bairro Morro da Liberdade, em Manaus e tá um tapão na ladra.<a href="https://twitter.com/hashtag/curta?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#curta</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/compartilhe?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#compartilhe</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/portalam?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#portalam</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/not%C3%ADcias?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#notícias</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/manaus?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#manaus</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/amazonas?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#amazonas</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/brasil?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#brasil</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/economia?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#economia</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/pol%C3%ADcia?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#polícia</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/pol%C3%ADtica?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#política</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/sa%C3%BAde?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#saúde</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/pet?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#pet</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/entretenimento?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#entretenimento</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/mundo?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#mundo</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/tapa?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#tapa</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/seguran%C3%A7a?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#segurança</a> <a href="https://t.co/bHnwuhrhG4">pic.twitter.com/bHnwuhrhG4</a></p>
<p>&mdash; Portal AM (@PortalAM_) <a href="https://twitter.com/PortalAM_/status/1361422453214375938?ref_src=twsrc%5Etfw">February 15, 2021</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p style="text-align: justify;">Funcionários que ficam monitorando as câmeras do local perceberem a ação criminosa, logo avisaram uma segurança que estava na portaria. A dupla foi barrada antes de sair da farmácia.</p>
<p style="text-align: justify;">Um das ladras colocou o objeto  na parte íntima e é pega pela segurança, na hora ela dá um tapão que faz com que a máscara da jovem caia no chão, na porta dá ver que ela leva outro tapão na cabeça que a faz se desequilibra e quase cai de cara no chão.</p>
<p style="text-align: justify;">As imagens foram dadas para a polícia identificar as infratoras.</p>
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