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	<title>Trump | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>Trump | Portal AM</title>
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	<item>
		<title>Lula responsabiliza clã Bolsonaro por ataque dos EUA ao Pix e taxação</title>
		<link>https://portalam.com.br/lula-responsabiliza-cla-bolsonaro-por-ataque-dos-eua-ao-pix-e-taxacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Em discurso no Hospital Universitário de Rio Verde (GO), nesta terça-feira (2), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de ter pedido ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para “intervir no Pix” brasileiro. &#8220;O tal do bolsonarista foi nos Estados Unidos. Ele não estava focado e pediu para o Trump intervir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em discurso no Hospital Universitário de Rio Verde (GO), nesta terça-feira (2), <strong>o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de ter pedido ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para “intervir no Pix” brasileiro</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692142&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692142&amp;o=node" /></p>
<blockquote><p>&#8220;O tal do bolsonarista foi nos Estados Unidos. Ele não estava focado e pediu para o Trump intervir no Pix brasileiro. Você acha que a gente vai deixar? Não vai deixar&#8221;, disse o presidente</p></blockquote>
<p>No final do mês passado, Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência da República, reuniu-se com Trump na Casa Branca, em Washington, em companhia do irmão, o autoexilado ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, ambos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>Dias depois do encontro, o governo dos Estados Unidos anunciou que passaria a classificar as facções criminosas brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. Hoje, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/eua-atacam-pix-para-favorecer-empresas-de-pagamentos-estadunidenses" target="_blank" rel="noopener">os norte-americanos divulgaram relatório em que acusam o Pix de prejudicar &#8220;injustamente” as empresas que prestam serviços de pagamento eletrônico</a>, como MasterCard, Visa e o Whatsapp Pay, além de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/ministerio-detalha-setores-mais-afetados-em-caso-de-taxacao-pelos-eua" target="_blank" rel="noopener">propor nova taxação aos produtos brasileiros</a>.</p>
<p>Mais cedo, em evento em Catalão (GO), Lula criticou diretamente Flávio Bolsonaro, dizendo que ele agora nega que tenha pedido interferência de Trump nas tarifas brasileiras.</p>
<p>“Esse cidadão hoje aparece na imprensa dizendo: ‘eu não falei nada’. Todo covarde é assim”, disse.</p>
<blockquote><p>“Ele não sabe que ele não vai prejudicar o Lula. Ele vai prejudicar é o povo brasileiro. Ele vai prejudicar os empresários brasileiros. Ele vai vai prejudicar é o agronegócio”, completou Lula.</p></blockquote>
<p>O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) listou nesta terça-feira <strong>o impacto financeiro e os setores produtivos que correm risco caso a proposta dos Estados Unidos de taxar em 25% os produtos brasileiros venha a ser implementada</strong>. <strong>A decisão tarifária ameaça diretamente 21% do total das exportações brasileiras rumo ao mercado norte-americano. </strong></p>
<p><strong>Em suas redes sociais, Flávio Bolsonaro afirmou que pediu a Trump para não taxar os produtos brasileiros no encontro no final de maio</strong>. O senador afirmou ainda que enviou uma carta ao presidente dos EUA reforçando sua posição.</p>
<h2>Pix assusta EUA</h2>
<p>Para o presidente Lula, o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/lula-defende-pix-e-diz-que-sistema-brasileiro-assusta-norte-americanos" target="_blank" rel="noopener">Pix é mais vantajoso que sistemas de empresas estadunidenses e, por isso, assusta os EUA</a>.</p>
<p>A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) saiu em defesa do sistema de pagamento brasileiro. Segundo a entidade, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/febraban-rebate-criticas-dos-eua-ao-pix-e-nega-barreira-concorrencia" target="_blank" rel="noopener">o Pix é uma infraestrutura de pagamento, e não um produto comercial</a>.</p>
<p>A Febraban considera que a tecnologia favorece “a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos e consequentemente da atividade econômica”.</p>
<p>De acordo com a entidade, não existem barreiras para a entrada de novos participantes, independentemente do porte ou segmento de atuação.</p>
<h2>SUS</h2>
<p>No evento de Rio Verde, o presidente Lula visitou o hospital universitário que atende integralmente pelo SUS. A unidade realizou, em janeiro, a primeira cirurgia do Centro-Oeste com o sistema cirúrgico robótico Da Vinci X, um dos sistemas mais modernos do mundo, que proporciona maior precisão, segurança e recuperação mais rápida aos pacientes.</p>
<p>Na ocasião, dois pacientes, com câncer de próstata, foram submetidos ao procedimento cirúrgico de forma robótica. Essas duas cirurgias foram feitas com sucesso e os dois pacientes seguem em recuperação.</p>
<p>Segundo o governo, a incorporação dessa tecnologia ao SUS do município representa um passo decisivo na redemocratização do acesso a procedimentos de alta complexidade, que tradicionalmente estavam restritos à rede privada.</p>
<p>O presidente destacou que todo brasileiro que precise fazer radioterapia deve ter acesso gratuito em igualdade de condições. “A Constituição diz que todos nós somos iguais perante a Constituição. O SUS é possivelmente o melhor e único sistema de saúde que existe num país com mais de 100 milhões de habitantes”, afirmou.</p>
<p>Ele chegou a tirar o chapéu para falar sobre o tratamento contra o câncer de pele em seu couro cabeludo.</p>
<p>“Você está vendo minha cabeça? Está machucada porque eu tive um câncer de pele e eu estou tratando para ficar bonitão”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Trump visita Xi Jinping na China em meio ao atoleiro da guerra no Irã</title>
		<link>https://portalam.com.br/trump-visita-xi-jinping-na-china-em-meio-ao-atoleiro-da-guerra-no-ira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:06:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<category><![CDATA[visita]]></category>
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					<description><![CDATA[A visita do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, à China, para encontro com o presidente Xi Jinping, na noite desta quarta-feira (13), no horário de Brasília, captura a atenção do planeta em meio a guerra no Irã que segue abalando as relações internacionais e a economia global. Vista por Washington como ameaça à liderança [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A visita do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, à China, para encontro com o presidente Xi Jinping, na noite desta quarta-feira (13), no horário de Brasília, captura a atenção do planeta em meio a guerra no Irã que segue abalando as relações internacionais e a economia global.</p>
<p>Vista por Washington como ameaça à liderança econômica e tecnológica que os EUA tentam preservar no mundo, a China foi alvo prioritário da guerra tarifária iniciada por Trump logo no início do 2ª mandato, em abril de 2025.</p>
<p>A reação da China às tarifas, incluindo restrições à exportação de terras raras, minerais essenciais para setores da tecnologia e de defesa dos EUA, fez Trump recuar na imposição de altas tarifas aos produtos chinesas.</p>
<p>Ao lançar a ofensiva contra o Irã, no final de fevereiro, Trump prejudicou também os interesses de Pequim, principal consumidora do petróleo de Teerã e que deseja ver reaberto o Estreito de Ormuz, por onde transitavam 20% do petróleo mundial antes da guerra.</p>
<p>Para analistas consultados pela Agência Brasil, a disputa comercial e tecnológica entre Washington e Pequim pode ser aproveitada pelo Brasil para melhorar a posição do país no cenário global, em especial, devido ao fato de o país ter a segunda maior reserva de minerais críticos do mundo, com cerca de 22%, atrás apenas da China.</p>
<h2>Trump desmoralizado</h2>
<p>O encontro entre Trump e Xi Jinping estava marcado para o final de março, mas foi adiado devido à guerra no Oriente Médio, que teria, entre os objetivos, além de projetar Israel, barrar a expansão econômica da China na Ásia Ocidental.</p>
<p>O analista geopolítico Marco Fernandes, membro do Conselho Popular do Brics, avaliou que Trump calculou errado que conseguiria derrubar o governo no Irã rapidamente, chegando em Pequim em condições de impor a Xi Jinping acordos mais favoráveis à Washington.</p>
<blockquote><p>“Ele achou que chegaria a Pequim com todas as cartas na mão para pressionar Xi, mas faltou combinar com os iranianos. Agora, Trump está chegando derrotado. Nunca um presidente dos EUA chegou em uma reunião com um presidente da China tão enfraquecido e desmoralizado como Trump agora”, disse.</p></blockquote>
<p>O também analista geopolítico da publicação Brasil de Fato destacou que, mesmo um dos principais ideólogos do imperialismo dos EUA, o neoconservador Robert Kagan, reconheceu, dias atrás, em artigo, que Trump saiu derrotado após tentar derrubar o regime político iraniano.</p>
<p>Fernandes destaca, no entanto, que Xi Jinping conseguiu manter o crescimento das exportações chinesas mesmo após o tarifaço de Trump. Ainda assim, a China deve tentar pressionar Trump para pôr um fim definitivo à guerra no Oriente Médio.</p>
<blockquote><p>“Há, claramente, uma triangulação sendo feita, nesse momento, entre Pequim, Moscou e Teerã. Não foi à toa que Araghchi [ministro das Relações Exteriores do Irã] esteve em Pequim na semana passada, e já esteve em Moscou. Rússia e China estão intermediando, pelo Irã, para que haja uma solução pacífica e a guerra termine. Isso seria o principal ponto do encontro para Xi Jinping”, completou.</p></blockquote>
<h2>Taiwan</h2>
<p>Em conversas com jornalistas no início da semana, Donald Trump informou que deve tratar com Xi Jinping sobre a venda de armas dos EUA para Taiwan, província autônoma da China com aspirações de independência política.</p>
<p>Pequim não aceita o reconhecimento de Taiwan independente, o que costuma ser expressado na política de “uma só China”.</p>
<blockquote><p>“A firme oposição da China à venda de armas americanas para a região de Taiwan, território chinês, é consistente e clara”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, ao responder aos jornalistas nesta semana.</p></blockquote>
<p>O professor de Relações Internacionais do Ibmec José Luiz Niemeyer, avalia que a China vai cobrar os EUA para não incentivar, de qualquer forma, uma Taiwan independente.</p>
<blockquote><p>“Eles vão ficar discutindo o que cada um poderia fazer nos espaços considerados vitais de cada um. Vão discutir o limite até onde o outro pode ir. Essa vai ser a discussão principal. E os EUA definiram a América Latina como área de defesa de Washington”, explicou.</p></blockquote>
<p>A doutrina do governo Trump tem pregado a proeminência de Washington na América Latina, assim como o combate à influência da China no continente. Pequim é o principal parceiro comercial da maioria dos países na América do Sul, incluindo o Brasil. Até os anos 2000, eram os EUA o principal parceiro das economias sul-americanas.</p>
<p>Para o especialista do Ibmec, a China está em uma posição mais confortável nas negociações, tanto que foi Trump que foi a Pequim, e não Xi Jinping que foi a Washington.</p>
<blockquote><p>“Tenho a impressão que essa visita mostra uma necessidade de aproximação dos EUA com a China. Me parece que o encontro tende a dar mais frutos para a agenda chinesa do que para a norte-americana”, completou José Luiz Niemeyer.</p></blockquote>
<h2>Terras raras</h2>
<p>O tema das terras raras também deve estar no centro dos debates entre Trump e Xi Jinping, na avaliação do professor do Ibmec José Niemeyer. Esses minerais são essenciais para as indústrias militar, da tecnologia e da transição energética, com a China liderando a produção desses insumos.</p>
<blockquote><p>“Os EUA precisam muito de dois minerais de terras raras, que é o samário e o neodímio, fundamentais para indústria bélica, para construção de ímãs usados em mísseis. E os EUA não dispõem desses materiais, a China sim”, lembrou.</p></blockquote>
<p>O analista Marco Fernandes ressalta que a indústria dos EUA já tem acesso aos minerais críticos da China, mas pondera que Pequim pode impor novas restrições, como fez durante o tarifaço, que prejudicam os negócios norte-americanos.</p>
<p>Na última semana, a China começou a aplicar a lei anti-sanções do país. Aprovada em 2021, ela proíbe que empresas no país reconheçam as sanções dos EUA. A medida foi uma reação a sanções recentes de Washington contra empresas na China que fazem negócios com os iranianos.</p>
<blockquote><p>“Isso é uma novidade na postura da China de ser assertiva em relação aos EUA. Cada vez que os EUA subirem o tom, apostando em sanções e outras medidas anti-chinesas, eles vão dar o troco. Isso é importante porque é um capítulo novo na relação sino-americana”, completou Marco.</p></blockquote>
<h2>Brasil entre China e EUA</h2>
<p>As relações entre China e EUA são importantes para o Brasil porque, além de serem os dois principais parceiros comerciais do país, a disputa pelo controle das terras raras pode ser usada por Brasília para extrair ganhos políticos e econômicos das duas superpotências do planeta.</p>
<p>O professor José Luiz Niemeyer avalia que o Brasil pode aproveitar as disputas entre Pequim e Washington por meio de uma posição “passiva estratégica”.</p>
<blockquote><p>“Cada vez que há mais crise do ponto de vista de fornecimento de produtos entre os EUA e China, o Brasil pode aproveitar para exportar os produtos que estão em litígio entre os dois países, como por exemplo, minerais de terras raras”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Para o analista do Conselho Popular do Brics Marco Fernandes, o Brasil está no centro da disputa entre EUA e China por conta das terras raras.</p>
<blockquote><p>“O Brasil vai precisar saber se colocar no meio dessa disputa de uma maneira soberana e que acumule para nossos interesses”, defende.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Ninguém respeita lambe-botas&#8221;, diz Lula sobre reunião com Trump</title>
		<link>https://portalam.com.br/ninguem-respeita-lambe-botas-diz-lula-sobre-reuniao-com-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 01:38:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a comentar, nesta sexta-feira (8), sobre o encontro bilateral com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington, nesta quinta-feira. Durante evento em que anunciou a renovação de contratos de energia elétrica em 13 estados, Lula afirmou ter dito ao norte-americano que aceita debater qualquer assunto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a comentar, nesta sexta-feira (8), sobre o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-05/lula-e-trump-orientam-ministros-resolverem-tarifas-em-30-dias" target="_blank" rel="noopener">encontro bilateral</a> com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington, nesta quinta-feira. Durante evento em que anunciou a renovação de contratos de energia elétrica em 13 estados, L<strong>ula afirmou ter dito ao norte-americano que aceita debater qualquer assunto de interesse de ambos os países.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688879&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688879&amp;o=node" /></p>
<p>&#8220;Foi com essa franqueza que eu fui dizer ao presidente Trump. Quer discutir big techs? Vamos discutir as big techs. Quer discutir as suas plataformas? vamos discutir. Quer discutir crime organizado? Nossa Polícia Federal está preparada para combater o crime organizado aqui e lá fora. Não tem veto para discutir&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Lula ainda afirmou que os dois líderes têm idade avançada e não têm tempo a perder.</strong></p>
<p>&#8220;Ainda disse para o presidente Trump: &#8216;somos dois homens de 80 anos de idade. E dois homens de 80 anos de idade não brincam em serviço, a natureza é implacável, teoricamente nós temos menos tempo pela frente. Por isso, nós temos que saber o que queremos fazer&#8217;. É dessa forma que a gente vai ganhando a respeitabilidade. Ninguém respeita quem não se respeita, ninguém respeita lambe-botas&#8221;, afirmou.</p>
<p>Lula reafirmou também a determinação dada para que <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-05/lula-e-trump-orientam-ministros-resolverem-tarifas-em-30-dias" target="_blank" rel="noopener">equipes dos dois governos</a> fechem em 30 dias uma proposta para resolver o impasse sobre tarifas de exportação e sobre uma investigação comercial aberta pelos EUA contra o Brasil desde o ano passado.</p>
<p><strong>O presidente reforçou ainda a posição do Brasil de estar aberto a negócios com todos os países, desde que garantida a soberania brasileira.</strong></p>
<p>&#8220;Nós não temos veto aos EUA, não temos veto à China, não temos veto à Rússia, não temos à França, não temos veto ao México, não temos veto à Alemanha. Quem quiser fazer negócio com o Brasil, que venha. Estaremos de braços abertos para comprar e para vender, estaremos de braços abertos para fazer transferência de tecnologia e receber tecnologia nova&#8221;, disse.</p>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-05/trump-diz-que-encontro-com-lula-foi-muito-bom" target="_blank" rel="noopener">Em postagem nas redes sociais</a>, Trump informou que discutiu &#8220;muitos tópicos&#8221; com Lula, incluindo questões comerciais e de tarifas, e chamou Lula de &#8220;um presidente muito dinâmico&#8221;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Papa Leão XIV critica mundo &#8220;devastado por tiranos&#8221;</title>
		<link>https://portalam.com.br/papa-leao-xiv-critica-mundo-devastado-por-tiranos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 12:01:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Papa]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante visita a Camarões, nesta quinta-feira (16), o papa Leão XIV criticou os líderes que gastam bilhões em guerras e disse que o mundo está &#8220;sendo devastado por alguns tiranos&#8221;. A afirmação foi feita depois que o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, o atacou novamente nas redes sociais. Primeiro papa dos EUA, Leão XIV [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante visita a Camarões, nesta quinta-feira (16), o papa Leão XIV criticou os líderes que gastam bilhões em guerras e disse que o mundo está &#8220;sendo devastado por alguns tiranos&#8221;. A afirmação foi feita depois que o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, o atacou novamente nas redes sociais.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1686222&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1686222&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Primeiro papa dos EUA, Leão XIV também condenou os líderes que usam linguagem religiosa para justificar as guerras e pediu uma &#8220;mudança decisiva de rumo&#8221;.</strong> Ele participou de encontro na maior cidade das regiões anglófonas de Camarões, onde um conflito latente que remonta a quase uma década deixou milhares de mortos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os mestres da guerra fingem não saber que é preciso apenas um momento para destruir, mas muitas vezes uma vida inteira não é suficiente para reconstruir&#8221;, disse o pontífice.</p></blockquote>
<p><strong>&#8220;Eles fecham os olhos para o fato de que bilhões de dólares são gastos em mortes e devastação, mas os recursos necessários para cura, educação e restauração não são encontrados em lugar algum.&#8221;</strong></p>
<p>Os ataques de Trump a Leão, lançados pela primeira vez na véspera da ambiciosa turnê de quatro países africanos e repetidos na terça-feira (14), causaram consternação na África, onde vivem mais de um quinto dos católicos do mundo.</p>
<p><strong>Leão, que manteve perfil relativamente discreto durante a maior parte de seu primeiro ano como líder da Igreja de 1,4 bilhão de seguidores, surgiu como crítico declarado da guerra que começou com os ataques israelenses e norte-americanos contra o Irã.</strong></p>
<p>Hoje, o pontífice criticou duramente os líderes que invocam temas religiosos para justificar as guerras.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ai daqueles que manipulam a religião e o próprio nome de Deus para seu próprio ganho militar, econômico e político, arrastando o que é sagrado para a escuridão e a sujeira&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<p><strong>&#8220;É um mundo virado de cabeça para baixo, uma exploração da criação de Deus que deve ser denunciada e rejeitada por toda consciência honesta.&#8221;</strong></p>
<p>O papa fez falas semelhantes no mês passado, dizendo que Deus rejeitava as orações de líderes com &#8220;mãos cheias de sangue&#8221;, em comentários amplamente interpretados como direcionados ao secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, que invocou a linguagem cristã para justificar a guerra do Irã.</p>
<p><strong>Trump iniciou suas críticas a Leão no domingo (12), quando chamou o papa de &#8220;fraco sobre crime e péssimo para a política externa&#8221; em postagem no Truth Social.</strong></p>
<p>O presidente dos EUA o atacou novamente nas mídias sociais, na terça e na quarta-feira. Trump postou uma imagem de Jesus abraçando-o, depois que uma imagem anterior que ele postou, retratando-o como figura semelhante a Jesus, provocou críticas generalizadas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lula critica ameaças de Trump ao mundo e defende papa Leão XIV</title>
		<link>https://portalam.com.br/lula-critica-ameacas-de-trump-ao-mundo-e-defende-papa-leao-xiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 12:05:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Papa]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[ presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (14), que a guerra dos Estados Unidos, liderada por Donald Trump, contra o Irã é inconsequente e que o presidente estadunidense não precisa ameaçar o mundo. Lula também foi solidário ao papa Leão XIV, que trocou críticas com Trump esta semana. Para o presidente Lula, Trump faz jogo de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong> presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (14), que a guerra dos Estados Unidos, liderada por Donald Trump, contra o Irã é inconsequente e que o presidente estadunidense não precisa ameaçar o mundo. Lula também foi solidário ao papa Leão XIV, que trocou críticas com Trump esta semana.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685867&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685867&amp;o=node" /></p>
<p>Para o presidente Lula, Trump faz jogo de narrativas na tentativa de agradar à população e tentar passar a ideia de os Estados Unidos serem “país onipotente, daquele povo superior”. O brasileiro afirmou que admira os Estados Unidos como maior economia do mundo, mas que isso é resultado da capacidade de trabalho do povo do país norte-americano.</p>
<blockquote><p>“Isso não é pelo autoritarismo do presidente. Isso é pela conjuntura econômica, pela importância do país, pelo grau de universidade que eles têm. Então, o Trump não precisava ficar ameaçando o mundo”, disse Lula.</p></blockquote>
<p>“Essas ameaças do Trump não fazem bem para a democracia. Essa guerra do Irã é inconsequente”, acrescentou o presidente ao destacar as consequências do conflito na economia, sobretudo nos preços dos combustíveis.</p>
<p>No domingo (12), ao comentar as críticas do papa sobre as ações dos Estados Unidos no Irã e na Venezuela, Trump afirmou que <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-04/trump-critica-leao-xiv-e-diz-que-ele-e-terrivel-em-politica-externa" target="_blank" rel="noopener">Leão XIV é &#8220;terrível em política externa&#8221;</a> e pediu que ele deixe de agradar a esquerda radical. O papa respondeu que <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-04/papa-responde-trump-nao-tenho-medo-do-presidente-dos-eua" target="_blank" rel="noopener">não tem medo do presidente estadunidense</a> e que acredita na mensagem de paz do Evangelho.</p>
<p>“Estive com ele [papa Leão XIV] e saí muito bem-impressionado. [Quero] ser solidário a ele, porque está correta a crítica que ele fez ao presidente Trump. Ninguém precisa ter medo de ninguém”, disse Lula em entrevista aos veículos Brasil247, Revista Fórum e DCM.</p>
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<h2>Ramagem</h2>
<p>Durante a entrevista, Lula ainda lembrou da recente <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/brasil-e-eua-anunciam-acordo-de-combate-ao-trafico-de-armas-e-drogas" target="_blank" rel="noopener">parceria entre Brasil e Estados Unidos</a> visando ao combate ao tráfico internacional de armas e drogas e comentou a prisão do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) pelo <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-04/ice-prende-alexandre-ramagem-nos-eua" target="_blank" rel="noopener">serviço de imigração e alfândega do país</a> norte-americano, conhecido pela sigla ICE (ICE U.S. Immigration and Customs Enforcement).</p>
<blockquote><p>“O Ramagem acho que vai vir para cá. A direita aqui no Brasil está dizendo que ele foi preso por uma multazinha [de trânsito], mas não. Ele foi preso, ele já estava condenado a 16 anos nesse país [Brasil], ele foi um golpista que está condenado. Ele tem que voltar para o Brasil para cumprir a sua pena”, disse Lula.</p></blockquote>
<p><strong>A Polícia Federal (PF) informou, em nota, que a prisão de Ramagem decorreu &#8220;de cooperação policial internacional entre a Polícia Federal e autoridades policiais dos EUA&#8221;. O ex-deputado e ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi detido na cidade de Orlando, no estado da Flórida.</strong></p>
<p>Em setembro do ano passado, Alexandre Ramagem fugiu do Brasil após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 16 anos, 1 mês e 15 dias de prisão por tentativa de golpe de Estado, organização criminosa e abolição do Estado Democrático de Direito. Proibido de deixar o país, o ex-deputado saiu pela fronteira com a Guiana e embarcou para os Estados Unidos com passaporte diplomático, que não estava apreendido.</p>
<p>O nome de Ramagem constava na lista de foragidos procurados da Interpol.</p>
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		<title>Grammy 2026 é marcado por críticas a Trump</title>
		<link>https://portalam.com.br/grammy-2026-e-marcado-por-criticas-a-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 17:06:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Grammy 2026]]></category>
		<category><![CDATA[ICE]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[A cerimônia de entrega do Grammy 2026, maior prêmio da indústria musical, consagrou os brasileiros Caetano Veloso e Maria Bethânia, Kendrick Lamar e também foi marcado por discursos de artistas contra o ICE (polícia de imigração norte-americana) e falas fortes contra o presidente Donald Trump. Para o Brasil, a noite foi histórica, com a vitória [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cerimônia de entrega do Grammy 2026, maior prêmio da indústria musical, consagrou os brasileiros Caetano Veloso e Maria Bethânia, Kendrick Lamar e também foi marcado por discursos de artistas contra o ICE (polícia de imigração norte-americana) e falas fortes contra o presidente Donald Trump.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1676726&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1676726&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Para o Brasil, a noite foi histórica, com a vitória de Caetano Veloso e Maria Bethânia como Melhor Álbum de Música Global pelo disco Caetano e Bethânia Ao Vivo, com o show da turnê conjunta que fizeram em 2024/2025 e que lotou estádios no país.</strong></p>
<p>Caetano já recebeu a premiação no passado, mas Bethânia se tornou a primeira cantora brasileira a ganhar um Grammy.</p>
<p>Caetano apareceu em um vídeo nas redes sociais momentos após ter sido premiado. Ele estava deitado na cama com seu neto, assistindo a um desenho animado. O cantor comentou:</p>
<blockquote><p>“Ganhamos o Grammy? Ô meu Deus do céu!.”</p></blockquote>
<p><strong>Em seguida, ligou para Bethânia e disse “oi, Betha! Ganhamos o Grammy”. Ela respondeu: “Mentira!”.</strong></p>
<h2>Trump e ICE</h2>
<p>A cerimônia de entrega, transmitida para o mundo todo na noite deste domingo (1), foi também marcada por protestos de artistas contra Donald Trump e a atuação do ICE, polícia de imigração que vem &#8220;caçando&#8221; estrangeiros e que matou recentemente dois norte-americanos.</p>
<p>O apresentador da noite, o comediante Trevor Noah, fez várias críticas ao presidente dos EUA, que é mencionado muitas vezes nos arquivos Epstein, divulgados na última semana.</p>
<blockquote><p>“Esse é um Grammy que todo artista quer quase tanto quanto Trump quer a Groenlândia. O que faz sentido, já que a ilha de Epstein não existe mais, ele precisa de uma outra para ficar passando tempo com Bill Clinton”, disse Noah.</p></blockquote>
<p>Trump reagiu à fala do apresentador em postagem no Truth Social, sua rede rede social. Ele escreveu:</p>
<blockquote><p>“O Grammy Awards é péssimo, ninguém assiste! O apresentador, Trevor Noah, quem quer que seja, é tão ruim quanto Jimmy Kimmel. Noah disse INCORRETAMENTE a meu respeito que Donald Trump e Bill Clinton foram à ilha de Epstein. ERRADO!!! Não posso falar por Bill, mas eu nunca estive na ilha de Epstein, não cheguei nem perto disso. Até esta noite, eu nunca fui acusado de ter estado lá. Parece que vou mandar meus advogados processar esse idiota patético e sem talento, e vou processá-lo por muito dinheiro. Prepare-se, Noah! Vou me divertir muito com você. Presidente DJT.”</p></blockquote>
<p>Mas Noah não foi o único a citar Trump negativamente. <strong>Bad Bunny, cantor porto-riquenho e um dos mais populares da atualidade, subiu ao palco para receber seu prêmio de Melhor Álbum de Música Urbana por Debí Tirar Más Fotos, e falou sobre a perseguição a imigrantes promovida pelo governo norte-americano</strong>:</p>
<blockquote><p>“Não somos selvagens, não somos animais, não somos alienígenas. Somos seres humanos e americanos. O ódio fortalece o ódio. Só o amor é mais forte que o ódio. Então, por favor, precisamos ser diferentes”.</p></blockquote>
<p>Bunny dedicou sua vitória “a todas as pessoas que tiveram que deixar suas casas para seguir seus sonhos. A todos os latinos do mundo, a todos os artistas que vieram antes e que mereciam este prêmio. Muito obrigado”. O cantor foi muito aplaudido.</p>
<p><strong>A cantora Billie Eilish, que ganhou o Grammy de Melhor Canção do Ano Por “Wildflower”, foi ao microfone e comentou sobre a atuação do ICE:</strong></p>
<blockquote><p>“Ninguém é ilegal em terras roubadas. É muito difícil saber o que dizer e o que fazer agora, e sinto que aqui neste lugar precisamos continuar lutando, falando e protestando. Nossas vozes importam e as pessoas importam. E f**-se ICE é tudo o que quero dizer. Desculpe”.</p></blockquote>
<p><strong>O maior vencedor da noite foi o músico Kendrick Lamar, que levou cinco prêmios: Melhor Álbum de Rap, Melhor Performance de Rap Melódico, Melhor Música de Rap e Gravação do Ano.</strong></p>
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		<title>Intervenção armada na Venezuela seria &#8220;catástrofe humanitária&#8221;, diz Lula</title>
		<link>https://portalam.com.br/intervencao-armada-na-venezuela-seria-catastrofe-humanitaria-diz-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 17:53:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, neste sábado (20/12), que uma intervenção armada na Venezuela seria uma catástrofe humanitária. Na avaliação de Lula, as ameaças à soberania dos países têm se apresentado sob a forma da guerra, das forças antidemocráticas e do crime organizado. A Venezuela e os Estados Unidos vivem atualmente uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, neste sábado (20/12), que uma intervenção armada na Venezuela seria uma catástrofe humanitária. Na avaliação de Lula, as ameaças à soberania dos países têm se apresentado sob a forma da guerra, das forças antidemocráticas e do crime organizado.</p>
<p>A Venezuela e os Estados Unidos vivem atualmente uma situação de tensão e há o temor de que escale para o conflito armado.</p>
<p>“Passadas mais de quatro décadas desde a Guerra das Malvinas, o continente sul-americano volta a ser assombrado pela presença militar de uma potência extrarregional. Os limites do direito internacional estão sendo testados. Uma intervenção armada na Venezuela seria uma catástrofe humanitária para o hemisfério e um precedente perigoso para o mundo”, disse Lula em discurso na abertura 67ª Reunião de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados, em Foz do Iguaçu (PR).</p>
<blockquote><p>Há quem argumente que avançar na integração é abrir mão da soberania. Mas as verdadeiras ameaças à nossa soberania são de outra natureza. Elas se apresentam, hoje, sob a forma da guerra, das forças antidemocráticas e do crime organizado&#8221;, afirmou Lula.</p></blockquote>
<p class="callout"><a href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/discursos-e-pronunciamentos/2025/12/discurso-do-presidente-lula-durante-a-67a-cupula-do-mercosul-em-foz-do-iguacu" target="_blank" rel="noopener" data-linktype="external" data-val="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/discursos-e-pronunciamentos/2025/12/discurso-do-presidente-lula-durante-a-67a-cupula-do-mercosul-em-foz-do-iguacu">Leia a íntegra do discurso do presidente</a></p>
<p>Na última quinta-feira (18/12), em entrevista a jornalistas, Lula contou que tem mantido conversas tanto com o presidente norte-americano, Donald Trump, quanto com o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e que o Brasil defende que o melhor caminho é o diálogo para evitar um conflito entre as duas nações.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Lula propõe a Trump cooperação contra braços financeiros do crime organizado internacional</title>
		<link>https://portalam.com.br/lula-propoe-a-trump-cooperacao-contra-bracos-financeiros-do-crime-organizado-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 19:13:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou nesta terça-feira, 2 de dezembro, às 12h de Brasília, para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Numa chamada que durou 40 minutos, ambos tiveram uma conversa muito produtiva e trataram de temas da agenda comercial, econômica e de combate ao crime organizado. Lula indicou ter sido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva telefonou nesta terça-feira, 2 de dezembro, às 12h de Brasília, para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Numa chamada que durou 40 minutos, ambos tiveram uma conversa muito produtiva e trataram de temas da agenda comercial, econômica e de combate ao crime organizado.</p>
<p>Lula indicou ter sido muito positiva a decisão dos Estados Unidos de retirar a tarifa adicional de 40% imposta a alguns produtos brasileiros, como carne, café e frutas. Destacou que ainda há outros produtos tarifados que precisam ser discutidos entre os dois países e que o Brasil deseja avançar rápido nessas negociações.</p>
<p>O presidente Lula igualmente ressaltou a urgência em reforçar a cooperação com os EUA para combater o crime organizado internacional. Destacou as recentes operações realizadas no Brasil pelo governo federal com vistas a asfixiar financeiramente o crime organizado e identificou ramificações que operam a partir do exterior. O presidente Trump ressaltou total disposição em trabalhar junto com o Brasil e que dará todo o apoio a iniciativas conjuntas entre os dois países para enfrentar essas organizações criminosas.</p>
<p>Os dois presidentes concordaram em voltar a conversar em breve sobre o andamento dessas iniciativas.</p>
<p class="callout">Leia também:<br />
<a href="https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202511/haddad-quer-pegar-o-pcc-pelo-bolso" data-linktype="internal" data-val="d3465a8196494ebea9a60e927dc687a9">Pegar devedor contumaz é sufocar o crime e proteger negócios honestos, diz Haddad</a></p>
<p>O tema da cooperação bilateral no combate aos braços financeiros do crime organizado internacional já havia sido abordado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na semana passada, após nova ação da Receita Federal contra sonegadores contumazes a serviço do crime. O ministro da Fazenda revelou que ele e o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, sugeriram ao Governo que haja cooperação com o governo dos Estados Unidos, porque há uma conexão criminosa com grupo empresarial em Delaware, onde a lavagem de dinheiro usa ferramentas variadas.</p>
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		<item>
		<title>Nunca deveria ter sido truncada, diz Lula sobre relação com Trump</title>
		<link>https://portalam.com.br/nunca-deveria-ter-sido-truncada-diz-lula-sobre-relacao-com-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 20:06:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[PL]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao comentar sobre a conversa que teve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (10) que o Brasil e o país norte-americano estabeleceram uma relação que nunca deveria ter sido truncada. “Comecei a conversar com o Trump dizendo assim: estou completando 80 anos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao comentar sobre a conversa que teve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (10) que o Brasil e o país norte-americano estabeleceram uma relação que nunca deveria ter sido truncada.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1662247&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1662247&amp;o=node" /></p>
<blockquote><p>“Comecei a conversar com o Trump dizendo assim: estou completando 80 anos de idade e você vai completar 80 anos no dia 14 de junho do ano que vem. Ele é oito meses mais novo que eu, portanto, tenho idade pra falar mais grosso com ele”, brincou Lula.</p></blockquote>
<p>“Disse para o Trump: nós dois, com 80 anos, governamos as duas maiores democracias do Ocidente. A gente não pode passar discórdia, desavença para o restante do mundo.<strong> Precisamos passar harmonia, precisamos conversar. Tem divergência? Tem. Vamos colocar na mesa, sentar e conversar’. Não tem tema proibido pra conversar comigo.”</strong></p>
<p><strong>Durante a cerimônia de lançamento do novo modelo de crédito imobiliário, em São Paulo, o presidente avaliou que as divergências entre os dois países devem ser tratadas com democracia e respeito.</strong></p>
<blockquote><p>“Nunca tratei presidente de outro país ideologicamente. Quem tem que tratar ideologicamente é o povo que o elegeu, eu não. Eu tenho que tratar com respeito alguém que foi eleito e ele tem que tratar com respeito alguém que foi eleito e fim de papo”, disse. “Gosto de conviver com desavenças, tratando democraticamente”, completou.</p></blockquote>
<p><strong>“O Brasil não tem interesse de brigar com os Estados Unidos. Não quero brigar com a Bolívia, não quero brigar com o Uruguai, por que eu vou brigar com os Estados Unidos? Se a gente ganhar, o que a gente vai fazer? É melhor não brigar</strong>. É melhor fazer sentar numa mesa, conversar um pouquinho, assinar uns documentos e tudo fica bem.”</p>
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<p><strong>Lula citou ainda que o Brasil não deve depender “de um país ou do humor de um presidente de outro país”</strong>. “Essa relação é importante porque, no mundo, ninguém respeita quem não se respeita. Se você acha que lamber botas te ajuda, vai cair do cavalo. As pessoas respeitam quando percebem que você tem autoridade moral, tem caráter”, concluiu.</p>
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		<item>
		<title>Lula conversa com Trump e pede fim de tarifaço a produtos brasileiros</title>
		<link>https://portalam.com.br/lula-conversa-com-trump-e-pede-fim-de-tarifaco-a-produtos-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 18:02:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,  tiveram nesta segunda-feira (6) uma conversa de 30 minutos por videoconferência. Na oportunidade, Lula solicitou a retirada da sobretaxa de 50% imposta pelo governo norte-americano a produtos brasileiros. Mais cedo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, classificou a conversa entre os dois [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,  tiveram nesta segunda-feira (6) uma conversa de 30 minutos por videoconferência. Na oportunidade, Lula solicitou a retirada da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/em-carta-lula-trump-anuncia-tarifa-de-50-produtos-brasileiros" target="_blank" rel="noopener">sobretaxa de 50% imposta</a> pelo governo norte-americano a produtos brasileiros.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1661513&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1661513&amp;o=node" /></p>
<p>Mais cedo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, classificou a conversa entre os dois chefes de Estado como “positiva”, do ponto de vista econômico.</p>
<blockquote><p>“Em tom amistoso, os dois líderes conversaram por 30 minutos, quando relembraram a<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-09/trump-diz-ter-quimica-com-lula-e-anuncia-encontro-bilateral" target="_blank" rel="noopener"> boa química</a> que tiveram em Nova York por ocasião da Assembleia Geral da ONU. Os dois presidentes reiteraram a impressão positiva daquele encontro”, informou o Planalto.</p></blockquote>
<p>De acordo com o Planalto, a ligação telefônica ocorreu por iniciativa de Trump. Os dois presidentes chegaram a trocar telefones para estabelecer via direta de comunicação.</p>
<p>Na conversa, Lula disse que o contato representa uma “oportunidade para a restauração das relações amigáveis de 201 anos entre as duas maiores democracias do Ocidente”.</p>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>Ele recordou que o Brasil é um dos três países do G20 com quem os Estados Unidos mantêm superávit na balança de bens e serviços. Na sequência, solicitou a retirada da sobretaxa de 50% imposta a produtos nacionais, além das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.</p>
<blockquote><p>“O presidente Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda Fernando Haddad”, informou o Planalto.</p></blockquote>
<p>Os dois presidentes acordaram encontrar-se pessoalmente em breve. Lula sugeriu que o encontro seja durante a Cúpula da Asean, na Malásia. Ele reiterou convite a Trump para participar da COP30, em Belém; e se dispôs  também a viajar aos Estados Unidos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lula comemora gesto de Trump: torço para que dê certo</title>
		<link>https://portalam.com.br/lula-comemora-gesto-de-trump-torco-para-que-de-certo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 11:19:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (24) estar feliz com o resultado da sua viagem para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), e em especial com o aceno do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de iniciar um diálogo. &#8220;Aquilo que parecia impossível, deixou de ser impossível e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (24) estar feliz com o resultado da sua viagem para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), e em especial com o aceno do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de iniciar um diálogo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1660110&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1660110&amp;o=node" /></p>
<p><strong>&#8220;Aquilo que parecia impossível, deixou de ser impossível e aconteceu. Eu fiquei feliz quando Trump disse que pintou uma química boa entre nós&#8221;, declarou Lula durante coletiva de imprensa, em Nova York.</strong></p>
<p>O presidente disse que não há razão para os dois países permanecerem em atrito e que torce para que a relação das duas maiores democracias do continente dê certo.</p>
<blockquote><p>“Eu acho que é muito importante essa relação. Eu torço para que dê certo. Brasil e Estados Unidos são as duas maiores democracias do continente. Temos muitos interesses empresariais, industriais, tecnológicos e científicos. Temos muito interesse no debate sobre a questão digital e a inteligência artificial, na questão comercial”, afirmou o presidente.</p></blockquote>
<p>“Fiz questão de dizer ao presidente Trump que temos muito o que conversar. Tem muitos interesses dos dois países em jogo, tem muita coisa para se discutir sobre a necessidade de a gente garantir a paz no planeta terra, e eu fiquei satisfeito quando ele disse que é possível a gente conversar”, acrescentou.</p>
<h2>COP30</h2>
<p>Durante a coletiva, Lula abordou a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), marcada para novembro, em Belém. O presidente reafirmou que será a COP da verdade, pois deve demonstrar o grau de comprometimento global para evitar as mudanças climáticas, e reiterou o convite para as lideranças mundiais comparecerem ao evento.</p>
<p><strong>“Vamos ter que colocar alguns cientistas para falar com os chefes de Estado, e é muito importante que todos os que compareçam lá ouçam dos cientistas o que está acontecendo no mundo, para facilitar a nossa tomada de decisões”, disse.</strong></p>
<p>“Acho que os países estão apresentando NDCs [Contribuições Nacionalmente Determinadas] bastante rigorosas e razoáveis, e eu acho que isso é importante”, pontuou.</p>
<h2>ONU</h2>
<p>O presidente voltou a defender uma reformulação na estrutura da Organização das Nações Unidas (ONU) e o multilateralismo.</p>
<blockquote><p>“Todos vocês sabem que eu defendo uma governança mundial mais forte. Por isso que temos brigado há muito tempo para que a ONU seja reformulada, desde o seu estatuto até a sua composição com todos os membros, porque ela está mal representada. A fotografia de 2025 do mundo não é mais a de 1945, os países evoluíram, a humanidade evoluiu. É preciso acabar com o direito de veto e é preciso que, sobretudo, na questão do clima, quando tiver uma votação, é preciso que todos cumpram”, defendeu.</p></blockquote>
<h2>Paz</h2>
<p><strong>O presidente Lula criticou ainda o investimento de diferentes países em armamentos e chamou a atenção que não é normal a quantidade de conflitos armados que existem atualmente.</strong></p>
<p>“Eu não consigo entender porque o mundo quer destruir quando nós precisamos construir. Não é normal o que está acontecendo na Rússia e na Ucrânia, não é normal o que está acontecendo em Gaza, não é normal a quantidade de conflitos que temos, que é maior desde a Segunda Guerra Mundial. Não é normal a quantidade de países que estão gastando trilhões de dólares em armamento, quando precisamos trilhões de dólares para acabar com a fome no mundo”, criticou.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Líderes do Brics conversam sobre tarifaço e guerras em reunião virtual</title>
		<link>https://portalam.com.br/lideres-do-brics-conversam-sobre-tarifaco-e-guerras-em-reuniao-virtual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 14:57:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[BRICS]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa, na manhã desta segunda-feira (8), de reunião virtual com líderes dos países membros do Brics.  A cúpula foi organizada pelo Brasil, que está na presidência rotativa do bloco de países emergentes, com o objetivo de coordenar estratégias centradas no multilateralismo, em meio à nova política dos Estados Unidos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa, na manhã desta segunda-feira (8), de reunião virtual com líderes dos países membros do Brics. </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1657580&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1657580&amp;o=node" /></p>
<p>A cúpula foi organizada pelo Brasil, que está na presidência rotativa do bloco de países emergentes, com o objetivo de <strong>coordenar estratégias centradas no multilateralismo, em meio à nova política dos Estados Unidos de elevar as tarifas contra parceiros comerciais.</strong></p>
<p>O fortalecimento de acordos e o uso de moedas nacionais e mecanismos alternativos de comércio devem ser discutidos, bem como as guerras na Ucrânia e na Faixa de Gaza e a necessidade de reformas nas instituições de governança global.</p>
<p>Lula ainda deve reforçar o convite aos líderes para participar da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), em Belém, em novembro próximo.</p>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt; Siga o canal da<strong> Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p><strong>O tarifaço imposto pelo governo de Donald Trump tenta reverter a relativa perda de competitividade da economia do país norte-americano para a China nas últimas décadas.</strong></p>
<p>Especialistas consultados pela <strong>Agência Brasil </strong>avaliam que a medida do governo estadunidense também é <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/sancao-de-trump-contra-brasil-e-chantagem-politica-e-mira-o-brics" target="_blank" rel="noopener">uma chantagem política</a> com objetivo de atingir o Brics, já que o grupo de potências do Sul Global tem sido encarado por Washington como uma ameaça à hegemonia dos Estados Unidos no mundo, em especial, devido à proposta de substituir o dólar nas trocas comerciais.</p>
<p>A reunião extraordinária de hoje ocorre dois meses após a Cúpula do Brics no Rio de Janeiro, momento em que Trump voltou a ameaçar os países <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/trump-ameaca-paises-que-se-alinhem-ao-brics-com-tarifa-de-10" target="_blank" rel="noopener">que se alinhassem às políticas</a> do bloco.</p>
<p>O Brics é formado por Brasil, Rússia, Índia, China – que são os países fundadores –, África do Sul – que integrou o bloco logo após a criação –, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã.</p>
<p>A reunião será fechada e o governo deve divulgar uma nota após o encontro com detalhes do que foi tratado na reunião. <strong>Em sua fala, Lula deve reforçar a defesa da soberania do país e a importância de ampliação e diversificação comercial entre os países do Sul Global.</strong></p>
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		<title>Putin liga para Lula e compartilha informações sobre encontro com Trump</title>
		<link>https://portalam.com.br/putin-liga-para-lula-e-compartilha-informacoes-sobre-encontro-com-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 04:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Putin]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu um telefonema do presidente da Rússia, Vladimir Putin, nesta segunda-feira (18/8). Os líderes conversaram durante cerca de 30 minutos e Putin compartilhou informações sobre sua reunião com o presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, no Alasca, na última sexta-feira (15), que avaliou como positiva. Após abordar os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu um telefonema do presidente da Rússia, Vladimir Putin, nesta segunda-feira (18/8). Os líderes conversaram durante cerca de 30 minutos e Putin compartilhou informações sobre sua reunião com o presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, no Alasca, n<span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">a última sexta-feira (15)</span>, que avaliou como positiva.</p>
<p>Após abordar os diversos temas discutidos com o presidente Trump, Putin reconheceu o envolvimento do Brasil com o Grupo de Amigos da Paz, iniciativa conjunta com a China.</p>
<p>O presidente Lula agradeceu o telefonema e reafirmou o apoio do Brasil a todos os esforços que conduzam a uma solução pacífica para o conflito entre Rússia e Ucrânia. Desejou também sucesso às continuadas negociações.</p>
<p><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">A reunião entre Vladimir Putin e Trump, no Alasca, teve como tema central a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Nesta segunda (18), Trump receberá na Casa Branca o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acompanhado de sete líderes europeus, para tratar das negociações pelo fim do conflito.</span></p>
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		<title>Em vídeo a Trump, Lula planta uva e diz semear comida e não ódio</title>
		<link>https://portalam.com.br/em-video-a-trump-lula-planta-uva-e-diz-semear-comida-e-nao-odio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 13:37:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Uva]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou um vídeo numa rede social em que aparece plantando sementes de uva no Palácio do Alvorada e se dirige ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.  “Isso aqui é um exemplo, estou plantando comida e não plantando violência e plantando ódio”, diz o presidente brasileiro. No post, Lula diz que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou um<a href="https://x.com/LulaOficial/status/1956878784482672891" target="_blank" rel="noopener"> vídeo</a> numa rede social em que aparece plantando sementes de uva no Palácio do Alvorada e se dirige ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1654758&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1654758&amp;o=node" /></p>
<blockquote><p>“Isso aqui é um exemplo, estou plantando comida e não plantando violência e plantando ódio”, diz o presidente brasileiro. No post, Lula diz que espera um dia receber a visita do presidente dos EUA no Alvorada, para que possam conversar sobre a realidade brasileira.</p></blockquote>
<blockquote><p>“Por isso presidente Trump, eu queria aproveitar este sábado plantando uva vitória aqui no Palácio da Alvorada, um lugar que, espero um dia, possa visitar, e a gente conversar para que você conheça o Brasil verdadeiro”, diz Lula no vídeo, que foi filmado pela primeira dama Janja da Silva, conforme crédito no post.</p></blockquote>
<p>A mensagem foi publicada na noite desse sábado (16), no momento em que o Brasil é alvo de um tarifaço imposto por Trump, de 50% sobre a importação para os EUA de diversos produtos brasileiros, incluíndo o café e frutas. A medida atinge, especialmente, os setores agrícola e de alimentos.</p>
<p><strong>No vídeo, Lula afirma ainda “que não adianta o presidente Trump taxar” a uva brasileira, pois “se for necessário, ela vai pra merenda escolar”.</strong></p>
<p>O presidente convidou Trump ainda a “aprender a qualidade do povo brasileiro”, que gosta de todos os países, incluindo nações com relações conflituosas entre si, como Estados Unidos, Rússia, China e Venezuela.</p>
<p><strong>Desde que as tarifas norte-americanas entraram em vigor, o governo brasileiro tem tentado fazer contato pelas vias diplomáticas e oficiais, mas sem encontrar interlocutores no governo dos EUA com autonomia para negociar. </strong></p>
<p>Alguns setores da economia e da política pedem que Lula ligue diretamente para Trump, mas representantes do governo brasileiro dizem não haver garantia o bastante de que eventual ligação será recebida de forma adequada pelo presidente dos EUA.</p>
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		<title>Lula diz que já convidou Trump para vir ao Brasil na COP30</title>
		<link>https://portalam.com.br/lula-diz-que-ja-convidou-trump-para-vir-ao-brasil-na-cop30/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 04:20:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (13) que mandou uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump ontem, convidando-o para vir ao Brasil durante a realização da COP30, em Belém (PA), marcada para novembro.  Segundo Lula, o evento no Brasil será “a COP da verdade”. “A COP 30 Vai ser [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira (13) que mandou uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump ontem, convidando-o para vir ao Brasil durante a realização da COP30, em Belém (PA), marcada para novembro. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1654331&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1654331&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo Lula, o evento no Brasil será “a COP da verdade”.</p>
<blockquote><p>“A COP 30 Vai ser a COP do que nós queremos cobrar dos governantes do mundo, se eles acreditam ou não no que os cientistas falam de que o mundo tá passando por gravíssimos problemas. Eles vão ter que dizer se acreditam ou não que nós precisamos tomar muitas providências para evitar que o planeta tenha o aquecimento acima de 1,5ºC. Eles vão ter que dizer se acreditam ou não nos problemas que nós estamos tendo no clima no mundo inteiro. Porque a partir daí nós vamos tomar decisões”, disse o presidente.</p></blockquote>
<p>Lula participou da abertura da 4ª Conferência Nacional de Economia Popular e Solidária (Conaes), no Palácio do Planalto.</p>
<p>O presidente destacou que os países ricos têm uma dívida de mais de US$ 1,3 trilhão por ano por causa das mudanças climáticas.</p>
<blockquote><p>“Todo mundo que defende a floresta em pé e que não conhece a Amazônia tem que saber que embaixo de cada copa daquela árvore, mora um extrativista, mora um indígena, um pescador, um pequeno trabalhador rural que precisam sobreviver”.</p></blockquote>
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		<title>Lula mantém disposição para o diálogo, mas critica recusa de Trump</title>
		<link>https://portalam.com.br/lula-mantem-disposicao-para-o-dialogo-mas-critica-recusa-de-trump/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 00:24:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (24), durante evento no Vale do Jequitinhonha (MG), que o Brasil está pronto para negociar com os Estados Unidos sobre as tarifas de 50% sobre os produtos brasileiros. Mas, segundo ele, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não tem interesse em conversar. “Ele não quer conversar. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (24), durante evento no Vale do Jequitinhonha (MG), que o Brasil está pronto para negociar com os Estados Unidos <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/em-carta-lula-trump-anuncia-tarifa-de-50-produtos-brasileiros">sobre as tarifas de 50% sobre os produtos brasileiros</a>. Mas, segundo ele, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não tem interesse em conversar.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1651933&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1651933&amp;o=node" /></p>
<blockquote><p>“Ele não quer conversar. Se ele quisesse conversar, ele pegava o telefone e me ligava. Eu conversei com o Clinton, conversei com o Obama, conversei com o Bush, conversei com o Biden, conversei com o Xi Jinping, conversei com a Índia, conversei com o Canadá, ontem eu conversei 40 minutos com a presidente do México , eu conversei com o Paraguai, com a Bolívia, com a Malásia, com a Indonésia, com todo mundo eu converso, mas ele não quis conversar”, disse Lula.</p></blockquote>
<p>As falas de Lula foram feitas durante o I Encontro Regional de Educação Escolar Quilombola do Sudeste, que <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-07/lula-anuncia-investimentos-em-educacao-para-comunidades-tradicionais">envolve iniciativas interministeriais</a> nas áreas de educação, igualdade racial, direitos humanos e povos indígenas.</p>
<p>Em tom de brincadeira,<strong> o presidente brasileiro ironizou a estratégia de Donald Trump de atacar e depois voltar atrás ou interromper as negociações.</strong></p>
<blockquote><p>“Eu não sou mineiro, mas eu sou bom de truco, e se ele estiver trucando, ele vai tomar um seis. Primeiro, porque o Brasil está acostumado a negociar. Nós íamos negociando, já tínhamos feito dez reuniões com os Estados Unidos. Dia 16 de maio, mandamos uma carta para eles pedindo explicação das propostas que já tínhamos feito. Dia 16 de maio não responderam, o que responderam foi o site”.</p></blockquote>
<p><strong>Lula já declarou anteriormente que vai adotar a Lei da Reciprocidade, caso o Brasil seja taxado.</strong></p>
<p>O presidente brasileiro também criticou a fala do líder norte-americano de que a Justiça brasileira está fazendo uma “caça às bruxas” no julgamento em que o ex-presidente Jair Bolsonaro é réu por liderar uma tentativa de golpe de Estado.</p>
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		<title>Pix na mira de Trump: tarifaço pode ser retaliação a sistema de pagamentos brasileiro</title>
		<link>https://portalam.com.br/pix-na-mira-de-trump-tarifaco-pode-ser-retaliacao-a-sistema-de-pagamentos-brasileiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 18:07:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[pagamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[O Pix, sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central em 2020, tornou-se o centro de uma nova tensão comercial entre Brasil e Estados Unidos. O governo norte-americano, liderado por Donald Trump, abriu uma investigação formal contra o Brasil, acusando o país de práticas desleais no setor de meios de pagamento. O principal alvo: o próprio Pix. A depender do desfecho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Pix</strong>, sistema de pagamentos instantâneos criado pelo <strong>Banco Central</strong> em 2020, tornou-se o centro de uma nova tensão comercial entre <strong>Brasil </strong>e<strong> Estados Unidos</strong>. O governo norte-americano, liderado por Donald Trump, abriu uma investigação formal contra o Brasil, acusando o país de práticas desleais no setor de meios de pagamento. O principal alvo: o próprio Pix.</p>
<p>A depender do desfecho da investigação, produtos brasileiros podem ser sobretaxados em até 50% a partir de agosto, afetando setores como indústria, agronegócio, mineração e tecnologia.</p>
<p>Segundo o <strong>Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR)</strong>, o caráter gratuito, público e amplamente difundido do Pix cria barreiras para empresas privadas americanas, como Visa e Mastercard, que atuam com taxas comerciais. O caso reacende o debate sobre soberania digital e os limites da concorrência global.</p>
<h2>Interesses em jogo</h2>
<p>Para o advogado Fernando Canutto, especialista em Direito Internacional Empresarial, a disputa é mais profunda do que parece. “O Pix é considerado pelo governo americano uma suposta prática desleal, afinal eu crio um método estatal e tiro receita de bancos. Os Estados Unidos não são muito afetos a medidas estatais, eles gostam de medidas empresariais, de livre concorrência”, explica.</p>
<p>Ele lembra que “do dia para a noite as empresas perderam muita receita. O cartão de crédito ainda é bastante usado, mas o débito tá em extinção”, principalmente porque o Pix eliminou taxas e tornou as operações mais baratas para comerciantes e consumidores.</p>
<p>Canutto também ressalta que a disputa tem um pano de fundo político e diplomático. “Essa declaração de guerra comercial é só a cereja do bolo. O Brasil está provocando os Estados Unidos há bom tempo”, afirma, citando episódios como declarações do presidente Lula sobre o dólar e críticas ao governo americano. “O Lula chamou demais atenção com esse discurso e as sanções vieram.”</p>
<h2>De onde veio o conflito</h2>
<p>A tensão começou a se desenhar antes mesmo do lançamento oficial do Pix. Ainda no governo Bolsonaro, o <strong>Banco Central</strong> retardou a autorização ao <strong>WhatsApp Pay</strong>, sistema de pagamentos da <strong>Meta</strong>. Quando o <strong>WhatsApp </strong>finalmente recebeu aval para operar, o Pix já havia se popularizado, conquistando milhões de usuários.</p>
<p>“O Banco Central estava pedindo há mais de duas décadas que bancos e operadoras desenvolvessem um sistema como o Pix, mas os bancos empurraram com a barriga para não perder receita”, diz Canutto. Sem avanços privados, o Banco Central criou o próprio sistema. O resultado foi uma revolução no modo como os brasileiros lidam com o dinheiro.</p>
<p>Segundo ele, “o Pix é uma política de Estado, criado no Brasil e que está prejudicando empresas americanas. Isso pode, sim, ser objeto de disputa na OMC”. A avaliação do especialista é que os EUA estão reagindo à perda de mercado de suas empresas. “As empresas estão sendo prejudicadas, sim.”</p>
<h2>Esforços do governo brasileiro</h2>
<p>O governo brasileiro já enviou duas cartas ao governo americano cobrando explicações e defendendo o sistema de pagamentos nacional. A mais recente foi enviada na semana passada, mas até agora não houve resposta formal dos Estados Unidos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o governo articula uma defesa junto à <strong>Organização Mundial do Comércio (OMC)</strong> e descarta, por ora, retaliações diretas. A ideia é evitar o agravamento da crise e preservar o comércio bilateral. O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, comentou o caso: “O Pix facilitou enormemente a vida das pessoas e nada impede que outras empresas também participem”.</p>
<p>A avaliação entre analistas é de que a crise pode trazer impactos concretos na economia. “Há uma expectativa que o PIB brasileiro caia entre 0,3% e 0,5% com as sanções americanas. O Brasil vai exportar menos, vai entrar menos dólar na economia brasileira e, com menos dólar entrando, o dólar vai disparar. Com o dólar disparando, a tendência é a bolsa despencar. Então, digamos que é uma tempestade perfeita”, alerta Canutto.</p>
<p>Ele conclui: “A guerra não é boa para nenhum dos lados, mas o Brasil será muito mais prejudicado. Nós precisamos mais dos Estados Unidos do que eles de nós.”</p>
<h2>Sobre o Pix</h2>
<p>Lançado oficialmente em novembro de 2020, após cerca de dois anos de estudos e desenvolvimento pelo Banco Central, o Pix foi criado durante o governo de Jair Bolsonaro como uma solução pública para facilitar pagamentos instantâneos no Brasil. A proposta era modernizar o sistema financeiro, reduzir custos e ampliar o acesso da população a meios de pagamento digitais.</p>
<p>Desde então, o Pix se consolidou como o principal método de transferência no país, com mais de 175 milhões de usuários cadastrados, sendo 160 milhões pessoas físicas. Em abril de 2025, o sistema superou a marca de R$ 2,677 trilhões movimentados apenas no mês.</p>
<p><em>Com informações <a href="https://brasil61.com/n/pix-na-mira-de-trump-tarifaco-pode-ser-retaliacao-a-sistema-de-pagamentos-brasileiro-bras2514360" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Brasil 61</a></em></p>
<p><strong>Leia mais</strong></p>
<p><strong><a href="https://portalam.com.br/classificado-brasil-projeta-duelo-contra-colombia-pela-copa-america/">Classificado, Brasil projeta duelo contra Colômbia pela Copa América</a></strong></p>
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		<title>Lula: governo tem apoio do povo para enfrentar sanção de Trump</title>
		<link>https://portalam.com.br/lula-governo-tem-apoio-do-povo-para-enfrentar-sancao-de-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jul 2025 14:24:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Sanção]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou, nesta sexta-feira (11), que o governo tem apoio do povo brasileiro para enfrentar as sanções econômicas do governo dos Estados Unidos (EUA) e que o Brasil não pode “baixar a cabeça” para as chantagens e ameaças de Donald Trump. “Esse país não baixará a cabeça para ninguém. Ninguém [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou, nesta sexta-feira (11), que o governo tem apoio do povo brasileiro para enfrentar as sanções econômicas do governo dos Estados Unidos (EUA) e que<strong> o Brasil não pode “baixar a cabeça” para as chantagens e ameaças de Donald Trump</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1650575&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1650575&amp;o=node" /></p>
<blockquote><p>“Esse país não baixará a cabeça para ninguém. Ninguém porá medo nesse país com discurso e com bravata. Ninguém. E eu acho que, nesse aspecto, nós vamos ter o apoio do povo brasileiro, que não aceita nenhuma provocação”, disse o presidente, durante cerimônia, em Linhares, no Espírito Santo (ES), de lançamento de indenização a atingidos pelo rompimento da barragem de Mariana, em Minas Gerais (MG).</p></blockquote>
<p>Diversos setores da sociedade brasileira têm criticado a medida do governo Trump de taxar todos os produtos brasileiros em 50%, incluindo organizações empresariais, de trabalhadores, meios de comunicação, do Parlamento e dos movimentos sociais.</p>
<p><strong>Lula voltou a defender o uso da Lei de Reciprocidade para responder as taxações de Trump caso as negociações com Washington não surtam efeito.</strong> Trump alega falsamente que os EUA têm déficit comercial com o Brasil, o que é desmentido pelas próprias estatísticas dos EUA.</p>
<blockquote><p>“Entre comércio e serviço, nós temos um déficit de US$ 410 bilhões com os EUA [em 10 anos]. Eu que deveria taxar ele”, disse Lula, acrescentando que Trump está “mal informado”.</p></blockquote>
<p><strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/entenda-guerra-de-tarifas-de-trump-e-consequencias-para-brasil" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt; Entenda a guerra de tarifas de Trump e consequências para Brasil</a></strong></p>
<h2>Bolsonaro</h2>
<p>O presidente Lula ainda fez duras críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que vem sendo investigado pelo Ministério Público (MP) por supostamente articular sanções contra o Brasil para escapar do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>Bolsonaro é acusado de tentativa de golpe de Estado. Já Trump alega que ele é vítima de perseguição política e associa as tarifas contra o Brasil ao julgamento do político do PL.</p>
<blockquote><p>“Que tipo de homem que é esse que não tem vergonha para enfrentar o processo de cabeça erguida e provar que foi inocente? Quem está denunciando ele não é ninguém do PT, quem está denunciando ele são os generais e o ajudante de ordens dele, que era coronel do Exército”, disse Lula.</p></blockquote>
<p>O presidente ainda questionou a ação da família Bolsonaro contra o julgamento da trama golpista. O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se licenciou do cargo de parlamentar e foi para os EUA, onde pede ações do governo Trump contra o Brasil.</p>
<p><strong>“O &#8216;coisa&#8217; [Bolsonaro] mandou o filho, que era deputado, se afastar da Câmara para ir lá, ficar pedindo, ‘Ô Trump, pelo amor de Deus, Trump, salva meu pai, não deixa meu pai ser preso’. É preciso que essa gente crie vergonha na cara”, disse Lula, ainda na cerimônia, em Linhares (ES).</strong></p>
<p>Bolsonaro é acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de liderar uma tentativa de golpe de Estado para anular as eleições presidenciais de 2022 com objetivo de se manter no poder. Ele teria pressionado os comandantes militares para aderir ao golpe, com planos de assassinatos do presidente Lula, do vice, Geraldo Alckmin, e do ministro do STF Alexandre de Moras.</p>
<p>Nas redes sociais, Bolsonaro elogiou Trump, disse que a tarifa é resultado do afastamento do Brasil “dos seus compromissos históricos com a liberdade” e pediu “aos Poderes que ajam com urgência apresentando medidas” para resgatar a “normalidade institucional”. Bolsonaro e seus aliados negam os crimes imputados de tentativa de golpe de Estado.</p>
<p>Para analistas consultados pela <strong>Agência Brasil</strong>, a sanção de Trump contra o país é <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/sancao-de-trump-contra-brasil-e-chantagem-politica-e-mira-o-brics">chantagem política mirando o Brics</a>, a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/big-techs-dos-eua-influenciaram-sancao-de-trump-contra-o-brasil" target="_blank" rel="noopener">regulação das big techs </a>e uma tentativa de interferir no processo judicial e político interno.</p>
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		<item>
		<title>Entenda: tarifaço de Trump é capaz de reindustrializar Estados Unidos?</title>
		<link>https://portalam.com.br/entenda-tarifaco-de-trump-e-capaz-de-reindustrializar-estados-unidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 13:15:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[tarifa]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[A guerra comercial iniciada pelos Estados Unidos (EUA) por meio do tarifaço contra todos os parceiros comerciais é capaz de reindustrializar o país norte-americano, como promete Donald Trump?  Para especialistas em economia política e desenvolvimento econômico consultados pela Agência Brasil, é improvável que a política de tarifas de Trump possa reverter um processo que começou na década de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A guerra comercial iniciada pelos Estados Unidos (EUA) por meio do <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-04/entenda-guerra-de-tarifas-de-trump-e-consequencias-para-brasil" target="_blank" rel="noopener">tarifaço </a>contra todos os parceiros comerciais é capaz de reindustrializar o país norte-americano, como promete Donald Trump? </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1638208&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1638208&amp;o=node" /></p>
<p>Para especialistas em economia política e desenvolvimento econômico consultados pela <strong>Agência Brasil</strong>, é improvável que a política de tarifas de Trump possa reverter um processo que começou na década de 1970. Por outro lado, apontam que alguns objetivos de Trump podem ser alcançados devido ao controle que Washington ainda exerce sobre a economia do planeta.</p>
<p>O professor de sociologia econômica Edemilson Paraná, da LUT University da Finlândia, avalia que a sociedade norte-americana não tem unidade política e ideológica, nem coordenação estatal suficiente para reindustrializar o país.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><img decoding="async" title="LUT University/Divulgação" src="https://imagens.ebc.com.br/pP334kMEfNdZKn29L5R1kvF6GpU=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/04/09/whatsapp-image-2025-01-22-at-14.jpg?itok=hCil6x9i" alt="Brasília (DF), 09/04/2025 - O professor de sociologia econômica Edemilson Paraná, da LUT University da Finlândia. Foto: LUT University/Divulgação" /></div>
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<div class="meta">Edemilson Paraná aponta falta de unidade política e ideológica e coordenação estatal insuficiente para reindustrialização &#8211; <strong>LUT University/Divulgação</strong></div>
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<p>“O governo Trump não tem um programa de investimentos em infraestrutura, não tem política industrial coordenada, não tem política racional para os preços macroeconômicos, taxa de juros, câmbio, não tem política fiscal consequente, e você não tem regulações. Uma industrialização precisa de alta mobilização social e esforço político brutal. Não por acaso, muitas vezes, os processos de industrialização são feitos no contexto de unificação, de guerra e de ditadura”, explicou.</p>
<p>Edemilson afirma que a desindustrialização dos EUA foi consequência das políticas neoliberais do republicano Ronald Reagan de desregulamentação dos mercados, avanço da globalização e financeirização da economia, políticas essas aprofundadas pelos demais presidentes.</p>
<p><strong>Entre 2001 e 2023, a produção industrial dos EUA caiu de 28,4% para 17,4% da produção industrial global, segundo dados da Casa Branca.</strong></p>
<p><strong>O especialista em sociologia econômica destaca que a intervenção do Estado é fundamental para qualquer industrialização, mas diz que a contradição ideológica do governo com setores ultraliberais limita a capacidade do Estado de coordenar esse processo. “É muita contradição. Como é que você vai fazer isso com Elon Musk [bilionário e chefe do Departamento de Eficiência Governamental dos Estados Unidos], falando que tem que privatizar o Estado?”, questionou Paraná.</strong></p>
<h2>Imprevisibilidade</h2>
<p>O professor associado de economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Pedro Paulo Zaluth Bastos disse que não está certo de que as tarifas vão se manter no médio ou longo prazo, o que inibe decisões empresariais.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><img decoding="async" title="Antoninho Perri/SEC Unicamp" src="https://imagens.ebc.com.br/0QaVwlNXxLudbDfh9x9k7hElyl8=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/04/09/20190604_2-5_entrevista-pedro-paulo-zahluth-bastos-ie_perri_amp_1452.jpg?itok=FHXqL6QD" alt="Brasília (DF), 09/04/2025 - Pedro Paulo Zahluth Bastos, professor do Instituto de Economia da Unicamp. Foto: Antoninho Perri/SEC Unicamp" /></div>
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<div class="meta">O professor Pedro Paulo Bastos vê possibilidade de efeito inflacionário de curto prazo com tarifaço de Donald Trump &#8211; <strong>Foto: Antoninho Perri/SEC Unicamp</strong></div>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>&#8220;As decisões de investimento precisam de um horizonte muito mais amplo de estabilidade, de previsão, e é muito pouco provável que essas decisões sejam tomadas em função dessa grande imprevisibilidade da política dos EUA”, afirmou.</strong></p>
<p>Bastos avalia que as tarifas terão um efeito inflacionário de curto prazo que pode corroer o apoio político de Trump, trazendo de volta os democratas ao poder no Parlamento, nas eleições de novembro de 2026.</p>
<blockquote><p>“Ele está taxando produtos que os Estados Unidos não têm sequer capacidade de produzir internamente, como o café, o abacate, frutas e legumes. O país importa 60% das frutas e 40% dos legumes. As roupas também não vão ser substituídas em curto prazo porque os EUA perderam a indústria têxtil”, destacou Pedro Paulo.</p></blockquote>
<p>Para Bastos, ainda que a política das tarifas se mantenha no longo prazo, o efeito de reindustrializar os EUA vai ter relativamente limitado. Talvez setores intensivos em capital, como e de automóveis e alumínio, tenham alguma reindustrialização, disse o professores. Nos setores de semicondutores [<em>chips</em>], porém, vai ser complicado por causa da mão de obra insuficiente nos EUA. <strong>&#8220;Na China, tem muitos mais engenheiros do que nos EUA. Para formar um conjunto grande de engenheiros, vai levar uns seis anos. Não é de uma hora para outra”, ponderou.</strong></p>
<p>No mês passado, Trump <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-03/trump-esvazia-departamento-de-educacao-desperdicio-de-dinheiro" target="_blank" rel="noopener">esvaziou o Departamento de Educação </a>e tem promovido demissões em massa de funcionários públicos.</p>
<p>O professor da Unicamp cita ainda obstáculos para reindustrialização de produtos baratos, como os da indústria têxtil. “Os imigrantes estão sendo expulsos. Isso vai aumentar o preço da mão de obra. E o trabalhador branco não quer trabalhar em indústria têxtil”, disse.</p>
<h2>Não é estúpido</h2>
<p>O professor Edemison Paraná pondera, por outro lado, que a estratégia de Trump “não é completamente estúpida” e que eles esperam conquistar alguns objetivos com o tarifaço.</p>
<blockquote><p>“As pessoas não são tão burras assim no governo dele. A ideia é botar essas tarifas para fazer os países sentarem-se à mesa para negociar país a país. Ele está usando o poder enorme de vantagem dos EUA, do mercado americano, que todo mundo quer acessar, e do poder do dólar, para dobrar os países a fazerem o que ele quer”, analisou.</p></blockquote>
<p>De acordo com o professor, Trump calcula que ganha de toda forma porque, se o país não aceitar suas demandas, ele vai arrecadar impostos com as tarifas. <strong>“A tarifa tem um efeito fiscal na cabeça do Trump. Ele abaixa o imposto para empresas e corporações, de um lado, e arrecada com tarifas, do outro lado. Equilibra-se o déficit fiscal”, afirmou;</strong></p>
<p>Edemilson destacou ainda que é muito alta uma tarifa de 30%, ou até mais, para acessar o mercado americano. “É muita coisa. Às vezes, compensa abrir uma fábrica nos EUA.”</p>
<h2>Energia e inflação</h2>
<p>Trump espera impulsionar a reindustrialização ainda por meio da redução do valor da energia com a expansão da produção de combustíveis fósseis, que causam o aquecimento da Terra, além da redução de impostos de empresas, como ocorreu em seu primeiro mandato do republicano, diz Pedro Paulo Bastos, da Unicamp.</p>
<p>“Isso não significa que elas [empresas] vão investir. Se as empresas tiverem mais lucros com redução de impostos, podem simplesmente aumentar a distribuição de dividendos. Para investir, é preciso previsibilidade de longo prazo e do crescimento da demanda. No momento de recessão, não vai ter ninguém investindo”, destacou.</p>
<p>Sobre a inflação causada pelas tarifas, Edemilson Paraná diz que o governo americano espera reverter isso com crescimento industrial. “Eles estão dizendo: olha, vai atrair investimento, vai gerar emprego, vai gerar produção, vai gerar demanda, e isso vai segurar a lógica dos preços porque é um choque momentâneo que vai se pagar no médio e longo prazos”, analisou.</p>
<h2>Dólar</h2>
<p>Outro objetivo da política de Trump para reindustrializar os Estados Unidos é desvalorizar o dólar frente a outras moedas para tornar as exportações do país mais baratas e, por isso, mais competitivas. Para o professor Pedro Paulo Bastos, no entanto, será muito difícil para os EUA executarem uma política que, de fato, reduza o valor do dólar de forma permanente e sustentada para favorecer suas exportações.</p>
<blockquote><p>“A desvalorização do dólar prejudica os interesses de Wall Street, que poderia deixar de ser o centro do sistema financeiro internacional. Trump não é uma pessoa contrária aos banqueiros. Pelo contrário, ele é muito próximo desse pessoal”, avaliou.</p></blockquote>
<p>Já o professor Edemilson Paraná explicou que, como o dólar é a moeda padrão do comércio internacional e usada para acumular riqueza, dá enorme poder aos EUA, mas, ao mesmo tempo, traz prejuízos para exportações do país.</p>
<p><strong>“Com isso, o mercado consumidor dos Estados Unidos fica enorme. É uma máquina de comer o mundo. Afinal, consome-se tudo, inclusive a poupança global que flui para os EUA. Estava tudo indo muito bem, até que a China começou a aumentar o controle em todos os setores de tecnologia de ponta”, afirmou.</strong></p>
<p>Para Paraná, uma coisa é dominar as finanças e a tecnologia, e os outros países produzirem bens materiais; “outra coisa é perder o monopólio sobre essas tecnologias. Isso ameaça o poder econômico dos EUA”.</p>
<h2>China</h2>
<p>Edemilson Paraná diz que faltam aos EUA a unidade e a capacidade de gestão do Estado chinês, mais estável e previsível e com capacidade ampla de coordenar inúmeras políticas, o que explica o sucesso da industrialização do gigante asiático.</p>
<blockquote><p>“A China consegue fazer o que os Estados Unidos não vão conseguir. Os Estados Unidos acharam que iam continuar para sempre tendo a China como um sócio menor, que ela seria apenas produtora de bugigangas. Porém, os chineses foram se utilizando dessa posição para ir subindo nas cadeias globais de valor.”</p></blockquote>
<p>Edemilson pondera que o Estado chinês tem um elevado grau de integração da política industrial, fiscal, macroeconômica, controlando as principais variáveis dos preços macroeconômicos, como salários, juros, renda da terra e câmbio, que não é flutuante na China, mas regulado para justamente privilegiar as exportações.</p>
<p><strong>“O plano de Trump não considera que a economia contemporânea é mais complexa, de um lado, e de outro, que os Estados Unidos já passaram por um processo de desindustrialização de 40 anos. Na década de 70, um a cada cinco empregos americanos eram industriais. Hoje é um em doze”, finalizou.</strong></p>
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		<title>Biden revoga veto de Trump a imigrantes</title>
		<link>https://portalam.com.br/biden-revoga-veto-de-trump-a-imigrantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2021 15:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Biden]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Imigrantes]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, revogou medida do antecessor, Donald Trump, que vetava a entrada de alguns imigrantes no país por suposto &#8220;risco para o mercado de trabalho&#8221;. Com a decisão, Biden inverteu com efeito imediato a decisão de Trump, anunciada em 22 de abril de 2020, nos primeiros meses da pandemia de covid-19, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/themes/agenciabrasil_v2/assets/images/logo-agenciabrasil.svg" alt="Logo Agência Brasil" width="179" height="58" /></p>
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<p style="text-align: justify;">O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, revogou medida do antecessor, Donald Trump, que vetava a entrada de alguns imigrantes no país por suposto &#8220;risco para o mercado de trabalho&#8221;.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1402288&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1402288&amp;o=node" /></p>
<p style="text-align: justify;">Com a decisão, Biden inverteu com efeito imediato a decisão de Trump, anunciada em 22 de abril de 2020, nos primeiros meses da pandemia de covid-19, que atingiu duramente a economia dos EUA e atrasou a criação de emprego.</p>
<p>A decisão de Trump, prorrogada em junho de 2020 e depois em 31 de dezembro de 2020, determinava a suspensão da entrada de imigrantes e não imigrantes que representassem risco durante a recuperação econômica, após a pandemia.</p>
<p>Joe Biden defendeu agora que impedir a chegada dessas pessoas não faz avançar os interesses da América. &#8220;Pelo contrário&#8221;, acrescentou, &#8220;prejudica os Estados Unidos, inclusive ao impedir membros de famílias de cidadãos americanos e residentes permanentes legítimos de se reunirem com familiares&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o decreto, a decisão do antecessor também prejudica as indústrias americanas que utilizam talentos de todo o mundo. Além disso, &#8220;prejudica os indivíduos que foram selecionados para receber a oportunidade de se candidatarem, e aqueles que receberam vistos de imigrantes por meio da Lotaria da Diversidade de Vistos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de reverter a decisão da administração anterior, Biden instruiu os secretários de Estado, Trabalho e Segurança Interna a reverem &#8220;quaisquer regulamentos, ordens, documentos de orientação, políticas e quaisquer outras ações similares&#8221; desenvolvidos sob o decreto anterior e, se necessário, emitir novas disposições, de acordo com a atual política.</p>
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