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	<title>Varejo | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>Varejo | Portal AM</title>
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		<title>Comércio varejista do Amazonas varia em -0,3% em agosto</title>
		<link>https://portalam.com.br/comercio-varejista-do-amazonas-varia-em-03-em-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 19:16:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Em agosto, as vendas do comércio varejista no Amazonas tiveram variação de -0,3%, enquanto no mesmo período a média nacional teve variação 0,2%. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a variação foi de -0,1. No índice acumulado do ano, a variação ficou em 1,6%, enquanto a variação acumulada em 12 meses ficou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="auto">Em agosto, as vendas do comércio varejista no Amazonas tiveram variação de -0,3%, enquanto no mesmo período a média nacional teve variação 0,2%. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a variação foi de -0,1. No índice acumulado do ano, a variação ficou em 1,6%, enquanto a variação acumulada em 12 meses ficou em 2,8%. Os dados são da <strong>Pesquisa Mensal do Comércio &#8211; PMC</strong>, divulgada hoje, 15, pelo <strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística &#8211; IBGE.</strong></p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/LeqP3aI.jpg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Variação mês/mês anterior </strong></p>
<p dir="auto">Em agosto, a variação no volume de vendas do comércio varejista amazonense registrou uma queda de 0,3% em relação ao mês imediatamente anterior. Esta é a segunda queda consecutiva (também de 0,3% em julho), indicando um leve arrefecimento no ritmo de vendas do varejo no curto prazo. A variação no índice apresentou alta volatilidade durante o ano com quedas de 5,6% (março) e picos de crescimento de 4,0% (fevereiro), mas não apresentou tendência de recuperação após março, se mantendo em patamares de variação muito baixos e atingindo valores negativos em três dos cinco últimos meses.</p>
<p dir="auto">Os estados que apresentaram as maiores taxas no índice em agosto foram Rio Grande do Norte (2,6%), Maranhão (2,5%) e Paraíba (1,9%). Ao todo, 11 Unidades da Federação registraram variações negativas no índice.</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/MR2FlWy.jpg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Variação interanual</strong></p>
<p dir="auto">A comparação do volume de vendas em agosto de 2025 com agosto de 2024 mostra uma retração de -0,1%. Esta é uma indicação de que o nível de atividade do varejo está ligeiramente abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, marcando a segunda queda anual seguida (após -0,3% em julho). Uma análise do índice em 12 meses aponta para uma inversão do crescimento observado no segundo semestre de 2024, quando o comércio do estado registrou altas no índice em setembro (7,3%) e novembro (8,2%) e um novo pico em fevereiro (7,7%), e apresentou claros sinais de desaceleração a partir de março, com dificuldades de superar a casa dos 2,0% de crescimento.</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/aEtC4aQ.jpg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">Mais uma vez, Rio Grande do Norte (7,3%), Maranhão (4,3%) e Paraíba (4,0%) se destacaram e apresentaram os resultados mais expressivos do índice em agosto, enquanto 11 Unidades da Federação tiveram variações negativas.</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/Cm9mtcW.jpg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Variação acumulada no ano</strong></p>
<p dir="auto">No índice que mede a variação acumulada no ano até agosto, o Amazonas apresenta um crescimento de 1,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. A maior taxa do período foi em fevereiro, quando registrou variação de 5,5%, desde então o ritmo de crescimento diminuiu consistentemente (2,9% em março; 2,8% em abril; 2,2% em maio; 2,0% em junho; 1,8% em julho), culminado no resultado acumulado de 1,6% em agosto. Embora o ano ainda acumule um crescimento positivo comparado ao mesmo período do ano anterior, o ritmo de arrefecimento progressivo ao longo do ano pode levar a uma equiparação ou até mesmo queda nos últimos meses de 2025 comparado ao ano de 2024.</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/01Z05d0.jpg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">Os estados de Amapá (7,1%), Santa Catarina (6,0%) e Paraíba (5,5%) apresentaram os melhores resultados acumulados no ano. O Amazonas foi apenas o 17ª estado com a maior variação acumulada.</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/KE7pcxP.jpg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Variação acumulada em 12 meses</strong></p>
<p dir="auto">No indicador de desempenho de longo prazo (acumulado em 12 meses), o volume de vendas registrou um avanço de 2,8% em agosto. Apesar de o volume de vendas ter se expandido, a taxa de crescimento diminuiu continuamente ao longo dos meses de 2025. O comércio mantinha taxas mais expressivas e consistentes no índice ao final de 2024, chegando ao valor máximo do agregado dos últimos 12 meses em novembro (5,1%) e ao segundo melhor resultado em fevereiro (4,9%), quando então entra em um período de aceleração gradual com a taxa caindo progressivamente até atingir seu menor valor em agosto.</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/V56x8A6.jpg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">Os estados do Amapá (8,3%), Paraíba (7,5%) e Alagoas (5,6%) registraram as maiores taxas acumuladas do período, enquanto o Amazonas ficou apenas na 13ª posição no ranking das Unidades da Federação com os melhores resultados.</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/yonvp89.jpg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">
<p dir="auto"><strong>Média móvel trimestral</strong></p>
<p dir="auto">A média móvel trimestral de agosto ficou em -0,1%, uma variação abaixo da média nacional (0,0%) e abaixo da média registrada pelo estado em julho (0,0%).</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/hZQMnEF.jpg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Sobre a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC)</strong></p>
<p dir="auto">A <strong>Pesquisa Mensal de Comércio &#8211; PMC </strong>tem como objetivo produzir indicadores que permitam acompanhar a evolução conjuntural do comércio varejista e do comércio varejista ampliado, e de seus principais segmentos.</p>
<p dir="auto">A <strong>PMC</strong> é representada por um conjunto de 6.770 empresas das 27 Unidades da Federação, formalmente constituídas, sediadas no Território Nacional, em situação ativa na <strong>Pesquisa Anual de Comércio – PAC</strong> e que possuam 20 ou mais pessoas ocupadas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vendas no Comércio Varejista não variam e resultado do Varejo Ampliado tem retração no AM</title>
		<link>https://portalam.com.br/vendas-no-comercio-varejista-nao-variam-e-resultado-do-varejo-ampliado-tem-retracao-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 12:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[O volume de vendas no Comércio Varejista do Amazonas não teve variação em junho, na comparação com o mês anterior. Diferente do resultado nacional que ficou com taxa negativa de –0,1%. No índice de confronto interanual a variação, no estado, foi de 0,6%; a taxa do resultado acumulado no ano foi de 1,9% e a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="auto">O volume de vendas no Comércio Varejista do Amazonas não teve variação em junho, na comparação com o mês anterior. Diferente do resultado nacional que ficou com taxa negativa de –0,1%. No índice de confronto interanual a variação, no estado, foi de 0,6%; a taxa do resultado acumulado no ano foi de 1,9% e a do acumulado em 12 meses ficou em 3,5%.</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/4ooPlXa.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">No país, frente a junho de 2024, a variação das vendas no comércio varejista, em junho desse ano, teve predominância de resultados positivos em 19 das 27 Unidades da Federação.</p>
<p dir="auto">No que se refere ao Comércio Varejista Ampliado, que inclui, além do varejo, as atividades de “veículos, motos, partes e peças; material de construção e atacado especializado em produtos alimentícios; bebidas e fumo”, o volume de vendas em junho de 2025 foi de  -1,9 % nas vendas frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais. Na variação interanual o resultado foi de –1,4%; no acumulado do ano o volume de vendas ficou com taxa de 2,6% e no índice que mede as vendas acumuladas em 12 meses o índice foi de 5,7%.</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/XS2NMHm.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Comércio Varejista </strong></p>
<p dir="auto">Variação mês/mês imediatamente anterior</p>
<p dir="auto">O volume de vendas do Comércio Varejista, no Amazonas, não teve variação no mês de junho. Entre as Unidades da Federação o estado ficou na décima terceira posição. Os melhores desempenhos foram do Paraná (2,6%), de Roraima (2,2%) e de Santa Catarina (1,1%). As menores variações no volume de vendas, em junho, ficaram com Tocantins (-4,1%), Piauí (-3,2%) e Amapá (-2,6%).</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/CAL77bO.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">O índice que compara o mês com o mês imediatamente anterior  apresenta o volume da receita bruta de revenda do mês com o obtido no mês imediatamente anterior. É um índice cuja série é ajustada sazonalmente.</p>
<p dir="auto">As séries da PMC ,ajustadas sazonalmente, consideram como fatores sazonais, o efeito calendário, os feriados de Carnaval, Páscoa e Corpus Christi além da identificação de outliers, ou ainda o valor atípico  que se destaca significativamente do restante dos dados em um conjunto.</p>
<p dir="auto">Variação mês/mesmo mês do ano anterior</p>
<p dir="auto">A variação interanual ficou com taxa de 0,6% nas vendas do Varejo, no Amazonas, o que colocou o estado na décima nona posição entre as UFs. Os maiores percentuais foram do Mato Grosso (4,6%), Alagoas (4%) e Paraíba (3,6%). Já os menores desempenhos ficaram com Tocantins (-8,9%), Rio de Janeiro (-2,8%) e Rio Grande do Sul (-2,2%).</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/w5A3YBh.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">O índice  interanual compara o volume da receita bruta de revenda do mês de referência com os obtidos em igual mês do ano anterior.</p>
<p dir="auto">Variação acumulada no ano</p>
<p dir="auto">No acumulado do ano o Comércio Varejista, no Amazonas, ficou com índice de 1,9% , posicionando o estado em décimo sexto lugar no ranking das Unidades da Federação (UFs). Amapá (7,8%), Santa Catarina (6,2%) e Paraíba (6,2%) tiveram os melhores desempenhos no acumulado do ano. Já Roraima (-2,2%), Rio de Janeiro (-2,1%) e Tocantins (-1%) ficaram com os menores percentuais.</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/PkjXqQe.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">O acumulado do ano compara os índices acumulados do volume da receita bruta de revenda de janeiro até o mês de referência com os de igual período do ano anterior.</p>
<p dir="auto">Variação acumulada em 12 Meses</p>
<p dir="auto">No índice que mede o volume de vendas acumulado em 12 meses, o Amazonas, com 3,5%, ficou na décima segunda posição entre as Unidades da Federação. Os melhores desempenhos foram do Amapá (11%), da Paraíba (9,9%) e do Rio Grande do Sul (6,2%). Rio de Janeiro (-0,8%), Mato Grosso do Sul (0,8%) e Mato Grosso (1,6%) ficaram com as menores variações percentuais.</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/vSZdBsd.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">O índice acumulado do volume da receita bruta de revenda dos últimos 12 meses faz comparação  com os de igual período imediatamente anterior.</p>
<p dir="auto"><strong>Varejo Ampliado </strong></p>
<p dir="auto">Variação mês/mês imediatamente anterior</p>
<p dir="auto">No Comércio do Varejo Ampliado, o Amazonas ficou com variação de –1,9% no mês de junho. O resultado colocou o Amazonas na vigésima posição entre as UFs. Goiás (2,1%), Espírito Santo (1,3%) e Mato Grosso do Sul (1,2%) ficaram com os melhores desempenhos. Já São Paulo (-4,3%), Distrito Federal (-3%) e Mato Grosso (-2,7%) ficaram com os menores percentuais no volume de vendas no Varejo Ampliado.</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/uIvnewi.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">Variação mês/mesmo mês do ano anterior</p>
<p dir="auto">Na comparação interanual o estado, com –1,4% no volume de vendas no Varejo Ampliado, ficou na décima quarta posição entre as UFs. Roraima (3,9%), Tocantins (3,2%) e Amapá (2,5%) tiveram os melhores resultados. Os menores desempenhos foram do Rio Grande do Sul (-5,7%), Maranhão (-5,1%) e Paraná (-4,6%).</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/PUm9OBE.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">Variação acumulada no ano</p>
<p dir="auto">No índice acumulado no ano ,que mede o volume de vendas no Varejo Ampliado, o Amazonas, com 2,6%, se posicionou em nono lugar no ranking nacional. Os melhores desempenhos foram do Amapá (7,3%), Paraíba (6%) e Ceará (4,9%). Os menores percentuais ficaram com Goiás (-4%), Maranhão (-3,6%) e Bahia (-2,4%).</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/0OCRDpT.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">Variação acumulada em 12 meses</p>
<p dir="auto">O índice que mede a variação acumulada em 12 meses, no Varejo Ampliado, foi de 5,7% no Amazonas, deixando o estado na sexta posição entre as UFs. Os melhores resultados foram do Amapá (11,7%), Paraíba (9,5%) e Rio Grande do Sul (8,2%). As menores variações ficaram com Mato Grosso do Sul (-1,4%), Maranhão (-0,8%) e Rondônia (-0,5%).</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/NYErNN9.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Média móvel dos últimos 12 meses</strong></p>
<p dir="auto">A média móvel trimestral do volume de vendas no Comércio Varejistas no Amazonas ficou em 0,5% ficando 0,8 ponto percentual (p.p.) acima do resultado nacional (-0,3).</p>
<figure contenteditable="false">
<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/gwqpgno.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Amazonas foi o décimo oitavo estado em percentual de contribuição nas vendas do Comércio Varejista e no Varejo Ampliado</strong></p>
<p dir="auto">O Amazonas contribuiu com 1,2% do volume de vendas no Comércio Varejista para o resultado nacional, no Comércio Varejista, e com 1,1% no Varejo Ampliado, ficando em ambos os segmentos na décima oitava posição entre as UFs. A maior contribuição foi do Estado de São Paulo (30%), tanto no Comércio Varejista quanto no Varejo Ampliado. Já a menor contribuição no Comércio Varejista ficou com o Acre (0,2%) e no Varejo Ampliado Acre (0,2%), Roraima (0,2%) e Roraima (0,2%).</p>
<figure contenteditable="false">
<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/tYiHSSm.jpeg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Mais sobre a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) </strong></p>
<p dir="auto">A PMC produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do Comércio Varejista no país, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista. Iniciada em 1995, a PMC traz resultados mensais da variação do volume e receita nominal de vendas para o Comércio Varejista e Comércio Varejista Ampliado (automóveis e materiais de construção) para o Brasil e Unidades da Federação. Os resultados podem ser consultados no Sidra. A próxima divulgação da PMC, com os resultados para julho de 2025, será em 11 de setembro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Varejo cresce 1% em fevereiro e atinge patamar recorde, diz IBGE</title>
		<link>https://portalam.com.br/varejo-cresce-1-em-fevereiro-e-atinge-patamar-recorde-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2024 14:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[AM]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comparação]]></category>
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		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[O volume de vendas do comércio varejista cresceu 1% no país, em fevereiro deste ano, na comparação com o mês anterior. Essa é a segunda alta consecutiva do setor, que havia apresentado crescimento de 2,8% em janeiro. Com o resultado o setor atingiu o maior patamar da série histórica, iniciada em janeiro de 2000, superando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O volume de vendas do comércio varejista cresceu 1% no país, em fevereiro deste ano, na comparação com o mês anterior. Essa é a segunda alta consecutiva do setor, que havia apresentado crescimento de 2,8% em janeiro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1589927&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1589927&amp;o=node" /></p>
<p>Com o resultado o setor atingiu o maior patamar da série histórica, iniciada em janeiro de 2000, superando o recorde anterior, de outubro de 2020.</p>
<p>Segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o varejo cresceu 8,2% na comparação com fevereiro de 2023, 6,1% no acumulado do ano e 2,3% ao longo de 12 meses.</p>
<p>Na comparação com janeiro deste ano, seis das oito atividades do varejo cresceram: artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (9,9%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (4,8%), livros, jornais, revistas e papelaria (3,2%), móveis e eletrodomésticos (1,2%), equipamentos e material para escritório informática e comunicação (0,5%) e tecidos, vestuário e calçados (0,3%).</p>
<p>Segundo o pesquisador do IBGE Cristiano dos Santos, o crescimento do varejo em fevereiro foi puxado principalmente por duas atividades que não tiveram bom desempenho em 2023. Uma delas foi o segmento de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria.</p>
<p>“O crescimento de quase dois dígitos (9,9%) se dá mais pelos produtos farmacêuticos, porque a parte de cosméticos e produtos de beleza ficou mais estável. Tiveram alguns fenômenos que contribuíram [para o crescimento], regionalmente, como um aumento grande de procura por repelentes, por conta da questão da dengue”.</p>
<p>A outra atividade que impulsionou o varejo em fevereiro foi o segmento de outros artigos de uso pessoal e doméstico. “Aí o maior peso vem das lojas de departamentos. A gente teve [no passado] toda aquela questão da crise, com fechamento de lojas físicas de grandes marcas. E isso vem se recuperando, já com um segundo mês de alta. Mesmo antes dessa recuperação de janeiro e fevereiro, já estava crescendo o número de lojas físicas novamente”, explica Santos.</p>
<p>As duas atividades com queda foram combustíveis e lubrificantes (-2,7%) e hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,2%).</p>
<p>A receita nominal também cresceu: 1,2% na comparação com janeiro deste ano, 10,9% em relação a fevereiro do ano passado, 8,2% no acumulado do ano e 3,6% ao longo de 12 meses.</p>
<h2>Varejo ampliado</h2>
<p>O varejo ampliado, que inclui materiais de construção e venda de veículos e peças, cresceu 1,2% na passagem de janeiro para fevereiro. O comércio de veículos, motos, partes e peças cresceu 3,9% no período, enquanto os materiais de construção recuaram 0,2%.</p>
<p>Na comparação com fevereiro do ano passado, o varejo ampliado cresceu 9,7%. O setor também apresenta altas no acumulado do ano (8,2%) e acumulado de 12 meses (3,6%). A receita nominal avançou 1,6% na comparação com janeiro, 11,9% em relação a fevereiro de 2023, 10,1% no acumulado do ano e 5,7% ao longo dos 12 meses.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Região Norte tem melhora no varejo da construção civil acima da média nacional, aponta Anamaco</title>
		<link>https://portalam.com.br/regiao-norte-tem-melhora-no-varejo-da-construcao-civil-acima-da-media-nacional-aponta-anamaco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2023 18:19:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Acima]]></category>
		<category><![CDATA[Anamaco]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Média]]></category>
		<category><![CDATA[Melhora]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Região Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Divulgada, na quinta-feira (16), a edição mais recente da Pesquisa Tracking da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) mostra que o varejo da construção civil na região Norte teve melhora no otimismo acima da média nacional, no mês de outubro. A indicação de alta de vendas correntes no mês foi apontada por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Divulgada, na quinta-feira (16), a edição mais recente da Pesquisa Tracking da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) mostra que o varejo da construção civil na região Norte teve melhora no otimismo acima da média nacional, no mês de outubro. A indicação de alta de vendas correntes no mês foi apontada por 30% dos varejistas, enquanto o compilado das regiões registrou 25%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A percepção positiva deste tipo de varejo em âmbito nacional revela crescimento de 4% em relação a setembro, quando foi registrada por 21% dos participantes, segundo o estudo, que é realizado em parceria com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-IBRE) e o Sebrae.</p>
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<p>A pesquisa aponta também uma diminuição na percepção de queda do mercado por parte do segmento. Enquanto em setembro o índice era apontado por 33% das empresas, em outubro foi de 29%.</p>
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<p>O levantamento destaca ainda que as perspectivas positivas para os próximos três meses atingem a maioria, 57% dos entrevistados. Apesar de menor no comparativo com o mês anterior, quando atingiu 62%, o índice apresentou crescimento significativo em relação a outubro de 2022, que registrou 37%.</p>
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<p>De acordo com Geraldo Defalco, presidente da Anamaco, &#8220;o resultado do Termômetro Anamaco do mês de outubro é um indicador de que o varejo de material de construção em 2023 segue recuperando-se aos poucos. Apesar de incertezas no quadro macroeconômico, cenários como a queda dos juros e a menor inflação contribuem para esse avanço&#8221;.</p>
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<p><a href="https://www.anamaco.com.br/c%C3%B3pia-tracking-anamaco">Veja o Termômetro Anamaco na íntegra</a></p>
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<p><strong><u>Mercado mais otimista</u></strong></p>
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<p>Na cadeia produtiva do setor, também há indicativos de melhora. Levantamento recente da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) também mostra aumento na percepção positiva de mercado. Divulgado na terça-feira (14), o Termômetro da Indústria de Materiais de Construção referente a outubro revela que 35% dos associados apontaram otimismo para este mês, crescimento na comparação com o anterior, quando 22% dos participantes estavam confiantes; enquanto 61% tem expectativa de regularidade e apenas 4% não acreditam em <em>performance</em> satisfatória. O estudo tem como objetivo destacar perspectivas sobre desempenho, investimentos e utilização da capacidade instalada.</p>
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<p><strong><u>Debates</u></strong><strong><u>, análises e oportunidades</u></strong></p>
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<p>O atual cenário levantado pelas instituições e os movimentos de mercado serão abordados em debates e análises durante a FEICON, encontro de construção civil referência na América Latina. O evento tem com um dos pilares reunir varejistas de todas as regiões do país para compartilhar informações, soluções, dicas e trocar experiências em áreas de conteúdo como <strong>Núcleo de Conteúdo Varejo</strong>, o <strong>Encontro VMC 2024, </strong>realizado pela <strong>Anamaco</strong> em parceria com a <strong>WE Business Experience</strong>, e a <strong>18ª edição do Simpósio Sincomavi (Sindicato do Comércio varejista de Material de Construção, Maquinismo, Ferragens, Tintas, Louças e Vidros da Grande São Paulo)</strong>.</p>
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<p>Segundo Ana Paula Pinto, gerente da FEICON, “conectar os profissionais fortalece o setor e as iniciativas para os próximos meses. Para isso, serão promovidos debates, que envolvem desde a avaliação da economia à indicação de rumos para otimizar operações, com participações de representantes de marcas e associações, gestores públicos e privados e especialistas de mercado”, afirma.</p>
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<p>Para acompanhar as novidades, conhecer mais informações e planejar a participação, acesse <a href="https://www.feicon.com.br/pt-br.html">https://www.feicon.com.br/pt-br.html</a> . A feira ganhará nova edição de 2 a 5 de abril de 2024, no São Paulo Expo.</p>
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		<title>Páscoa de 2021 deve ter retração das vendas no varejo, diz CNC</title>
		<link>https://portalam.com.br/pascoa-de-2021-deve-ter-retracao-das-vendas-no-varejo-diz-cnc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 20:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[Varejo]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[A expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) para a Páscoa de 2021 é de queda nas vendas de 2,2%, em comparação à mesma data do ano passado, que foi considerada muito ruim, com retração de 28,7%. A data deve movimentar no varejo do país R$ 1,62 bilhão. “Se confirmada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1497" src="https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logoabr.png" alt="" width="160" height="29" srcset="https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logoabr.png 160w, https://portalam.com.br/wp-content/uploads/2019/11/logoabr-150x27.png 150w" sizes="(max-width: 160px) 100vw, 160px" /></p>
<p style="text-align: justify;">A expectativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) para a Páscoa de 2021 é de queda nas vendas de 2,2%, em comparação à mesma data do ano passado, que foi considerada muito ruim, com retração de 28,7%. A data deve movimentar no varejo do país R$ 1,62 bilhão.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1405103&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1405103&amp;o=node" /></p>
<p style="text-align: justify;">“Se confirmada essa expectativa, vai ser o menor faturamento em 13 anos. Desde 2008 que o faturamento do varejo com a Páscoa não é tão pequeno como esse que a gente está esperando”, disse à <strong>Agência Brasil</strong> o economista senior da CNC, Fabio Bentes. As estatísticas mostram que o movimento de vendas da Páscoa é crescente ano a ano até 2019, com pequenas oscilações, e despenca em 2020. O faturamento caiu de R$ 2,33 bilhões, em 2019, para R$ 1,66 bilhão, no ano seguinte.</p>
<p style="text-align: justify;">A variação do dólar, que subiu 23% entre a Páscoa de 2020 e a deste ano, explica a expectativa negativa para o período, que é considerado a sexta data comemorativa mais importante para o comércio varejista brasileiro, depois do Natal, Dia das Mães, Dia dos País, Dia das Crianças e Black Friday.</p>
<p style="text-align: justify;">“O dólar ficou 23% mais caro”. E como a Páscoa envolve produtos importados ou insumos importados, significa que ou o varejo importava esses produtos e aumentava o preço, ou não importava, argumentou Fabio Bentes. “E a opção que o varejo fez foi reduzir as importações este ano, porque o consumidor brasileiro não aguenta um aumento expressivo de preços, ainda mais para itens não essenciais como esses”.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, a importação de chocolates, por exemplo, somou 3 mil toneladas em 2021, a menor quantidade desde 2013. O mesmo aconteceu com o bacalhau, cuja importação totalizou 2,2 mil toneladas, menor patamar desde 2009, segundo a CNC.</p>
<p style="text-align: justify;">O economista comentou que “o varejo não apostou na Páscoa deste ano porque percebia que a situação da economia e as conjunções de consumo não iam bem. Isso explica a opção por não importar, em vez de promover reajuste de preços muito acima da média”. A previsão da CNC para o carro-chefe da Páscoa, que são os chocolates, é de alta no preço de 7%, de modo geral.</p>
<p style="text-align: justify;">Bentes destacou que a queda de 2,2%, prevista para a Páscoa de 2021, não pode ser analisada isoladamente. Ela tem que ser contextualizada, levando em consideração o estrago provocado pela crise do ano passado nessa data comemorativa, em decorrência da pandemia de covid-19. “Então, uma queda de 2,2% em cima de uma queda de 28%, a gente está falando de retração de 30% em relação ao que o varejo vendia em 2019”, observou.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Visão positiva</h2>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário da CNC, o levantamento feito pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ) para o estado do Rio de Janeiro, estima que a Páscoa será mais positiva para o comércio fluminense, e deverá movimentar R$ 829 milhões, contra R$ 518 milhões na mesma data do ano passado. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 18 de março e contou com a participação de 389 consumidores de todo o estado.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a sondagem, cerca de 8,3 milhões (59,6%) de fluminenses estão com a intenção de presentear na data, contra 4,8 milhões no ano passado (37,6%). O número de consumidores que demonstraram intenção de presentear aumentou 22 pontos percentuais de um ano para outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Páscoa de 2021, 40,4% dos entrevistados revelaram que não devem dar presentes. No ano anterior, esse percentual foi 62,4%. Para o IFec, o levantamento mostra uma melhora em relação à fase aguda da pandemia, mas ainda abaixo dos resultados pré-pandemia, observados em 2019.</p>
<p style="text-align: justify;">Os itens que devem ser mais procurados são ovos de chocolate (59,4%), bombons (51,8%) e barras de chocolate (46,7%), seguidos por bichinhos de pelúcia (6,1%), cesta de Páscoa (5,1%) e colomba pascal (4,6%). Cada consumidor deve gastar, em média, R$ 99,70, valor que se manteve praticamente estável se comparado à 2020. Dos que pretendem presentear, 53,8% manifestaram a intenção de dar mais uma opção.</p>
<p style="text-align: justify;">Questionados sobre onde farão suas compras, a maior parte dos consultados respondeu que se dividiria entre lojas físicas e <em>online</em> (60,4%), seguindo-se só loja física (26,4%) e só <em>online</em> (13,2%).</p>
<h2 style="text-align: justify;">Crescimento</h2>
<p style="text-align: justify;">De acordo com estimativa do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio) e do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro (SindilojasRio), o comércio varejista espera crescimento de 1% nas vendas para a Páscoa, a primeira data comemorativa do ano para o setor. Na mesma data de 2020, no início da pandemia do novo coronavírus, o comércio carioca registrou queda de 38% nas vendas. Juntos, o CDLRio e o SindilojasRio, representam mais de 30 mil lojistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo informou o presidente das duas entidades, Aldo Gonçalves, a Páscoa não se restringe mais à venda de ovos de chocolate e caixas de bombons, mas se expandiu para o varejo dos setores de brinquedos, vestuário, calçados e bolsas, papelaria, perfumaria e cosméticos, joias e bijuterias, eletrodomésticos, utensílios para o lar e telefones celulares</p>
<p style="text-align: justify;">Aldo Gonçalves afirmou que, nos últimos anos, “o comércio passou a apostar na Páscoa como um novo filão de vendas, oferecendo outros produtos além de chocolates, atraindo a atenção não apenas das crianças, mas também dos adultos, dos casais e dos namorados”.</p>
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