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Linguística e neurociência se unem para entender os efeitos da metáfora no cérebro

Evento no IEA apresentou projeto que usa ressonância magnética para estudar repercussões da figura de linguagem em cegos e videntes

Redação por Redação
5 de julho de 2024
em Brasil
Foto: Reprodução / Canva

Foto: Reprodução / Canva

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Um projeto multidisciplinar com a participação de pesquisadores do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP investiga os efeitos do texto em audiodescrição, mais especificamente da metáfora, na atividade neural de cegos congênitos (como são chamados quem perdeu a visão antes dos cinco anos) e em pessoas que não possuem deficiência visual. Coordenado pela linguista Maria Célia Lima Hernandes, o estudo teve início em 2022, em sua versão piloto, com a produção de imagens por ressonância magnética (fMRI) – técnica que é capaz de identificar atividade neural através de variação do fluxo sanguíneo no cérebro – de voluntários.

No último dia 28 de junho, o evento Crânios e Cérebros: Estudos Fora da Caixinha – Perspectivas e Recortes Científicos reuniu os cientistas do grupo e parceiros de áreas correlatas para discutir as produções científicas. Na ocasião, Everton Gondim, diretor técnico do Instituto Jundiaiense Luiz Braille e parte da equipe científica do projeto, explicou que pessoas com cegueira congênita são raras, por isso, o estudo realizou os testes iniciais em pessoas videntes, pessoas com baixa visão e as com cegueira tardia.

Em 2023, os pesquisadores encontraram um grupo que correspondia ao critério de cegueira congênita, em São José do Rio Preto. Os voluntários passaram pela fMRI e foram expostos a frases divididas em um gradiente com quatro grupos: não metáforas, metáforas equativas, metáfora cotidiana e metáforas com gatilhos mentais. Respectivamente, das que possuem reconhecimento mais fácil para o mais difícil.

“Agora temos mais pessoas, o projeto ficou mais conhecido. A partir do segundo semestre desse ano, a gente vai ‘para a máquina’ fazer os [novos] experimentos”, explica Maria Célia. “O evento foi construído para compartilhar o conhecimento de ideias que estão em curso. Nós não temos ainda os resultados finais”, completou a coordenadora, ao explicar que aquele era um momento de preparação para a edição do Congresso Sobre Linguagem e Cognição que acontece em novembro.

Maria Célia Lima Hernandes - Foto: Currículo Lattes
Maria Célia Lima Hernandes – Foto: Currículo Lattes

Por que metáforas?

Presente até mesmo no título do evento – Crânios e Cérebros: Estudos Fora da Caixinha – a metáfora gera um processo complexo no cérebro humano. “A habilidade [de interpretar uma metáfora] leva vários subdomínios a serem ativados; e esses subdomínios usam circuitarias particulares também”, explica Mariana Nucci, pesquisadora do Laboratório de Investigação Médica em Ressonância Magnética (LIM 44), do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

Ela apresentou seu estudo em um painel juntamente com Hernán Joel Cervantes, pesquisador do Instituto de Física (IF) da USP. Cervantes mostrou as bases físicas do funcionamento da fMRI e o estudo que envolve produzir as imagens utilizadas. Já Mariana Nucci trouxe a aplicação com foco no processamento da linguagem pelo cérebro.

Os ouvintes da palestra puderam observar diferenças na exposição dos pacientes às metáforas. No caso de metáforas que caíram em uso popular, por exemplo, várias regiões do cérebro dos voluntários foram ativadas, mostrando que novas relações estavam se formando, baseadas no conhecimento prévio e familiaridade com a metáfora.

Do tempo de resposta à recontação da história

O Projeto Universal – Recursos Inferenciais na Metáfora Situada e Audiodescrição é um “projeto guarda-chuva”, ou seja, ele se desdobra em outros subprojetos. Por isso, o evento trouxe trabalhos desenvolvidos em parceria com pesquisadores.

Saulo Paulino e Silva, pesquisador da área de linguística, falou sobre o processamento de metáforas audiodescritas por cegos que perderam a visão antes dos cinco anos de idade e o fMRI, focando no tempo de resposta dos voluntários ao reconhecerem a metáfora, ou seja, no tempo em que ocorre o processamento daquela informação.

Já os gatilhos mentais causados pelas metáforas são o tema da pesquisa de Renata Vicente, professora na Universidade Federal Rural de Pernambuco, que avaliará se existem respostas diferentes entre cegos e videntes aos estímulos trazidos pelas metáforas. Já Mônica Santos, doutora em linguística, falou sobre a fase inicial de sua pesquisa, que trata do Braille na vida de mulheres que perderam a visão.

Cristina Defendi, professora do Instituto Federal de São Paulo, abordou a audiodescrição e a recontação de histórias. Sua pesquisa compara como cegos e videntes contam histórias após ouvi-las, e se o destaque dado é à temática ou às figuras que aparecem na narrativa.

Fonte: Beatriz Haddad* e Jornal da USP

Tags: BrasilMetáforapesquisaUSP

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