Em agosto, o índice nacional da Construção Civil, no Amazonas, apresentou variação de 0,55%, ficando abaixo 0,08 ponto percentual (p.p.) da variação nacional de 0,63% e acima 0,14 ponto percentual que o índice da região Norte (0,41%).
A divulgação é do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI), de hoje, 10, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Variação de agosto de 0,55% posiciona Amazonas entre as 10 maiores do país
A variação de 0,55% no índice da Construção Civil, de agosto, colocou o Amazonas na sétima posição entre as Unidades da Federação. Os maiores índices foram do Paraná (2,84%), do Rio Grande do Sul (1,42%) e do Ceará (1,10%). Já as menores variações ficaram com Amapá (variação nula), Goiás (0,01%) e Minas Gerais (0,02%).

Estado tem terceira menor variação anual
A variação anual da Construção Civil, deixou o estado (1,33%) com o terceiro menor resultado, entre as Unidades da Federação, ficando atrás apenas de Pernambuco (0,69%) e Santa Catarina (1,2%). Os maiores índices ficaram com Rondônia (6,97%), Ceará (4,06%) e Maranhão (4,06%).

Amazonas fica em posição intermediária na variação de doze meses
Com a variação, em 12 meses, de 3,79%, o Amazonas ficou na décima segunda posição, entre os estados. As maiores variações ficaram com Rondônia (8,06%), Rio Grande do Norte (5,78%) e Roraima (5,70%). Já as menores taxas foram dos estados de Pernambuco (-0,52%), Espírito Santo (1,42%) e Santa Catarina (1,79%).

No Amazonas custo médio da construção supera o nacional e o regional, em agosto
Custo médio da construção, por metro quadrado, no estado, foi de R$ 1.816,93, aumentando em R$ 9,97 na comparação com o mês de julho (R$ 1.806,96). O custo médio superou o custo médio nacional da Construção Civil (R$ 1.767,09) em R$ 49,84 e o da região Norte (R$ 1.815,94) em R$ 0,99.

Entre as Unidades da Federação, o Amazonas ficou com o décimo maior custo médio da construção em agosto. Os maiores custos ficaram com Santa Catarina (R$ 2.011,30), Rio de Janeiro (R$ 1.952,14) e Acre (R$ 1.950,92). Já os menores foram dos estados de Sergipe (R$ 1.576,94), Pernambuco (R$ 1.580,17) e Alagoas (R$ 1.588,38).
Componente material tem queda em relação ao mesmo período do ano anterior
O custo médio, por metro quadrado (m2), do material de construção, no estado, de R$ 1.096,47, ficou menor em R$ 17,89, na comparação com agosto de 2023 (R$ 1.114,36). Já em relação ao mês anterior (R$ 1.113,79) o custo de agosto também foi menor em R$ 17,32.

Mão-de-obra tem aumento de quase R$ 85,00 em um ano, no Amazonas
O mês de agosto (R$ 720,46) trouxe aumento de R$ 27,29 reais no custo da mão-de-obra, em relação ao mês anterior (R$ 693,17), no estado. Já na comparação com o mês de agosto de 2023 (R$ 636,21) o aumento foi de R$ 84,22.

O custo médio do m2 do material, no estado (R$ 1.096,47) ficou menor em R$ 24,28 que o custo regional (R$ 1.120,75) e maior em R$ 82,16 que o nacional (R$ 1.014,31). Já no componente mão-de-obra o custo médio por metro quadrado (R$ 720,46), no Amazonas, ficou maior em R$ 25,27 que o do Norte (R$ 695,19) e menor em R$ 32,32 que o custo médio da mão-de-obra no país (R$ 752,78), em agosto.









