A obesidade infantil já é considerada uma epidemia mundial. Além dos fatores genéticos, responsáveis por 70% das causas da obesidade, há também o estilo de vida da criança.
As causas principais são o excesso de telas, a baixa qualidade nutricional dos alimentos consumidos e o sedentarismo.
A pandemia do coronavírus chama ainda mais a atenção para a obesidade infantil.
Segundo dados divulgados pela Organização Internacional World Obesity, atualmente cerca de 158 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 19 anos têm excesso de peso, e esse número deve aumentar para 254 milhões em 2030 em todo o mundo.
Por isso o cuidado com a alimentação saudável, desde o nascimento, é muito importante.
Veja algumas dicas dadas pelos pediatras e especialistas em alimentação infantil.
Dê o exemplo
Não faz sentido querer que o filho coma legumes e verduras se o seu prato não tem estes alimentos.
Tenha uma alimentação saudável e dê o exemplo.
Apresente o mesmo alimento de diversas formas
Não quis comer a maçã in natura? Experimente oferecer cozida com canela, ou cortadinha com um pouco de iogurte.
Varie os modos de apresentar o mesmo alimento.
Não force
“Não vai levantar da mesa enquanto não comer o brócolis.” Isso pode até funcionar a curto prazo, mas as chances da criança pegar repulsa ao brocólis é bem grande.
Não desista de oferecer o alimento
Você acha que seu filho não gosta de cenoura? Talvez ele não goste neste momento.
Mas pode começar a gostar ou voltar a pedir, caso já tenha comido antes.
Portanto, não elimine legumes, verduras ou frutas sob o argumento de que ele não come.
Dê um tempo e ofereça novamente.
Não substitua por besteiras
Não comeu o almoço saudável que você preparou?
Não substitua por besteiras, pão ou bolachas. Este é um dos hábitos mais nocivos.
*Com informações do Mater News







