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Erosão das leis internacionais ameaça humanidade, diz alto comissário da ONU

Na abertura da 59ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos, Volker Turk alertou para risco de conflito massivo no Oriente Médio e pediu negociações urgentes; ele citou violações graves em várias partes do mundo e disse que “ditadores e autoritários” se beneficiam com cortes de recursos para proteção de direitos.

Redação por Redação
19 de junho de 2025
em Mundo
Foto: OMS

Foto: OMS

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Ao abrir a 59ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos em Genebra, nesta segunda-feira, o alto comissário da ONU para o tema afirmou que a escalada militar entre Israel e Irã é “profundamente preocupante”.

Volker Turk pediu negociações diplomáticas urgentes e proteção de civis em áreas densamente povoadas.

Aniquilação nuclear

Ele afirmou que nos últimos 80 anos, desde que a ONU foi criada, apesar de a espécie humana “ter chegado perto da aniquilação nuclear, diversas vezes, a razão prevaleceu”.

Turk questionou se o mundo vai ficar “à mercê de um conflito massivo, criado por avaliações e agendas pessoais de alguns líderes”, e assistir passivamente a “países poderosos” deixando de lado leis e acordos que protegem toda a humanidade.

O alto comissário enfatizou que não se pode defender uma realidade de ataques deliberados a civis, fome e estupro usados como arma de guerra, além de obstrução de ajuda humanitária.

Deportação nos EUA

Ele declarou também que “nos Estados Unidos, a prisão e a deportação de um grande número de estrangeiros, inclusive para países terceiros, levantam sérias preocupações quanto ao respeito por seus direitos”.

Turk citou a onda de protestos no país e pediu que as autoridades respeitem o direito à reunião pacífica e defendam os direitos humanos na aplicação da lei.

Para o alto-comissário, as tensões sociais ao redor do mundo estão “frequentemente enraizadas em uma discriminação sistêmica e de longa data” com base em raça, religião, gênero, orientação sexual, status migratório, casta e outras características.

Ele afirmou que políticas para combater essa discriminação tiveram sucessos importantes em todo o globo.

Para Turk, a resistência contra tais políticas é “uma deturpação que revela uma decisão estratégica de usar grupos vulneráveis ​​como bodes expiatórios”.

Investigação de ataques em Gaza

Sobre o conflito em Gaza, ele declarou que Israel “militarizou a entrega de comida e bloqueou a ajuda humanitária” e pediu investigações imediatas e imparciais sobre a morte de civis desesperados que em centros de distribuição de alimentos.

Turk também ressaltou preocupação com os ataques aéreos e de drones de Israel ao Líbano, incluindo no sul de Beirute, que mataram civis e destruíram casas e instalações médicas.

Ucrânia, Sudão e Haiti

O chefe de Direitos Humanos lamentou o impasse nas negociações de cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia e disse que a morte de civis aumentou significativamente este ano, com forças russas utilizando armas de longo alcance contra cidades e drones em áreas da linha de frente.

Ao comentar a violência no Sudão, ele disse que o país está “mergulhado no caos e na ausência de lei”. O número de assassinatos arbitrários de civis entre fevereiro e abril triplicou.

Turk denunciou as execuções sumárias pelas Forças Armadas do Sudão em Cartum e o cerco à cidade de El Fasher, pelas Forças de Apoio Rápido, o grupo rebelde. Há relatos de violência sexual e ataques graves a equipes humanitárias.

No Haiti, pelo menos 2.680 pessoas morreram e 957 ficaram feridas, entre janeiro e maio, em um contexto de violência crescente causado por gangues fortemente armadas.

Turk disse esperar que as forças-tarefa judiciais acordadas em abril para abordar a violência sexual, a corrupção e outros crimes sejam implementadas “sem demora”.

Defensores e jornalistas mortos a cada 14 horas

O ano passado foi violento para jornalistas e defensores de direitos humanos. Foram 625 defensores e profissionais da mídia mortos ou desaparecidos, o equivalente a um a cada 14 horas.

Segundo ele, em muitos lugares, a sociedade civil e a imprensa estão sendo “desprezadas, assediadas e silenciadas”, o que fortalece quem está no poder.

Turk alertou que autoridades em vários países com eleições próximas, incluindo Camarões, Côte D’ivoire, Honduras, Peru e Uganda, entre outros, estão proibindo reuniões públicas, detendo líderes da oposição, obstruindo a sociedade civil e atacando defensores dos direitos humanos.

O Escritório de Direitos Humanos da ONU está documentando o aumento de detenções arbitrárias e intimidações contra oponentes políticos e profissionais da mídia na Venezuela, após as eleições de 2024.

Turk expressou “sérias preocupações com tortura e maus-tratos em detenções, além de violações do devido processo legal”.

Cortes de financiamento “colocam ditadores e autoritários em posição confortável”

O alto-comissário finalizou falando de uma profunda preocupação com os cortes de financiamento para o seu Escritório, mecanismos de Direitos Humanos e parceiros da sociedade civil.

Segundo ele, isso significa menos alertas antecipados, menos defesa de pessoas que são presas injustamente, menos investigações sobre abusos e violações e menos prestação de contas.

Turk afirmou que esses cortes de financiamento acabam colocando “ditadores e autoritários em uma situação muito confortável”.

Tags: ComissárioerosãohumanidadeONU

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