Em julho, as vendas do comércio varejista no Amazonas tiveram variação -0,4%, enquanto no mesmo período a média nacional teve variação -0,3%. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a variação foi de 0,4. No índice acumulado do ano, a variação ficou em 1,8%, enquanto a variação acumulada em 12 meses ficou em 3,2%. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio – PMC, divulgada hoje, 11, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Variação mês/mês anterior
O comércio varejista no Amazonas apresentou leve variação negativa em julho no índice que compara o resultado do mês com o resultado do mês imediatamente anterior. A variação no Estado tem oscilado entre resultados positivos e negativos desde março no índice que acompanha o volume de vendas do comércio mês a mês, e encerrou o mês de julho negativa, em -0,4. Ao todo, 16 Unidades da Federação apresentaram variação negativa no índice em julho, levando a média nacional a -0,3%.

Com o resultado, o Estado ficou na 18ª posição em volume de vendas no ranking das Unidades da Federação. As Unidades da Federação com os melhores resultados em julho foram Amapá, com 3,9%; Distrito Federal, com 0,9% e Sergipe, com 0,8%. Os piores resultados foram de Rondônia (-2,2%), Minas Gerais (-1,1%) e Paraíba (-1%).
Variação interanual
No índice que compara o resultado do mês com o mesmo mês do ano anterior, o Amazonas encerrou julho com variação positiva de 0,4% em volume de vendas, enquanto a média nacional ficou 1%. O resultado deixou o comércio varejista do Estado na 19ª posição do ranking nacional das Unidades da Federação. Os Estados de Tocantins (-11,8%), Rio de Janeiro (-1,7%) e Goiás (-1,3%) tiveram os piores resultados. Os Estados com os melhores resultados no índice foram Amapá (8,5%), Santa Catarina (5,4%) e Mato Grosso (4,9%).

Variação acumulada no ano
No índice que mede a variação acumulada no ano, o Amazonas encerrou o mês de julho com a variação acumulada de 1,8%, resultado pouco acima da média nacional (1,7%) e menor variação acumulada registrada pelo Estado no índice em 2025. As Unidades da Federação com as maiores variações acumuladas foram Amapá (7,9%), Santa Catarina (6,3%) e Paraíba (5,7%). Os piores resultados acumulados em maio foram de Tocantins (-2,4%), Rio de Janeiro (-2%) e Roraima (-1,6%). O Amazonas ficou na 17ª posição do ranking.

Variação acumulada em 12 meses
No índice de variação acumulada em 12 meses, o comércio varejista do Amazonas ficou com variação de 3,2% em volume de vendas, uma redução de 0,3 p. p. em relação ao mês anterior e uma diferença de 0,7 p. p. em relação à média nacional (2,5%). Essa foi a menor variação acumulada registrada pelo Estado no índice nos últimos 12 meses.

Com a variação, o Estado foi apena a 14ª Unidade da Federação com a maior variação acumulada em 12 meses em julho. Os Estados com as maiores variações acumuladas foram Amapá (9,9%), Paraíba (8,7%) e Alagoas (6%), e os Estados com as menores variações acumuladas foram Rio de Janeiro (-0,9%), Mato Grosso do Sul (0,7%) e Tocantins (1,6%).
Média móvel trimestral
A média móvel trimestral de julho ficou em 0,1%, uma diferença de 0,5 p. p. em relação ao mês de junho (0,6%), e de 0,2 p. p. em relação à média trimestral nacional, que foi de -0,3%.

Sobre a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC)
A Pesquisa Mensal de Comércio – PMC tem como objetivo produzir indicadores que permitam acompanhar a evolução conjuntural do comércio varejista e do comércio varejista ampliado, e de seus principais segmentos.
A PMC é representada por um conjunto de 6.770 empresas das 27 Unidades da Federação, formalmente constituídas, sediadas no Território Nacional, em situação ativa na Pesquisa Anual de Comércio – PAC e que possuam 20 ou mais pessoas ocupadas.









