m novembro, a indústria amazonense apresentou retração de -2,8% em relação ao mês de novembro. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, a variação foi de -3,7%. A variação acumulada de janeiro a novembro ficou em 0,7%, enquanto a variação acumulada em 12 meses foi de 1,3%. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), divulgada hoje, 14, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Variação mês/mês anterior
A PIM-PF mostrou que em novembro, a produção industrial Amazonense teve redução de -2,8% no índice que compara o mês corrente com o mês anterior. A taxa representa uma diferença de 7,3 pontos percentuais (p. p.) em relação ao mês anterior e 2,8 p. p. em relação à média nacional. O resultado colocou o estado na penúltima posição do ranking nacional, à frete apenas de Goiás (-6,4%). Os estados com os melhores desempenhos foram Mato Grosso (7,2%), Espírito Santo (4,4%) e Paraná (1,1%). Ao todo, das 14 Unidades da Federação pesquisadas, 7 tiveram resultados negativos.

Variação interanual
No índice que compara o mês corrente com o mesmo mês do ano anterior, a produção industrial do Estado teve variação negativa ainda mais acentuada de -3,7%, ficando abaixo da média nacional (-1,2%). Essa foi a quarta vez no ano de 2025 que o estado registrou taxa negativa no índice. e quase alcançou a variação de -9,4% registrada em fevereiro.
O resultado no índice colocou o Amazonas na 11ª posição do ranking nacional. As Unidades da Federação com as piores variações em produção industrial foram Mato Grosso do Sul (-13,9%), Pará (-11,6%) e Ceará (-5%). Os estados de Espírito Santo (36,8%), Minas Gerais (5,1%) e Rio de Janeiro (3,9%) apresentaram as maiores variações. Ao todo, 11 Unidades da Federação apresentaram variações negativas no índice em novembro.

Variação acumulada no ano
No índice que mede a variação acumulada desde janeiro e compara com o mesmo período do ano anterior, o Amazonas apresentou variação negativa de -0,7%, uma variação pouco acima da média nacional (0,6%). O estado não apresentou resultados acumulados significativos no índice este ano, e em apenas quatro meses registrou variações acumuladas positivas.
Com a variação, o estado foi apenas a 9ª Unidade da Federação com o melhor resultado dentro as 10 Unidades da Federação que registraram variações positivas no índice em novembro. Os estados com os piores resultados acumulados foram Mato Grosso do Sul (-13,5%), Rio Grande do Norte (-11,8%) e Mato Grosso (-6,6%), enquanto Espírito Santo (10,8%), Rio de Janeiro (4,6%) e Santa Catarina (3,4%) figuraram no topo do ranking nacional com as maiores variações acumuladas.

Variação acumulada em 12 meses
Na variação acumulada em 12 meses, a produção física da indústria amazonense teve crescimento pouco expressivo de 1,3%, mas ainda superou a média nacional (0,7%). O resultado foi um dos três piores resultados acumulados do estado no índice em 2025.
O resultado acumulado de novembro colocou o Amazonas na 8ª posição do ranking nacional das maiores variações acumuladas. Os melhores desempenhos acumulados em novembro foram de Espírito Santo (9%), Rio de Janeiro (3,8%) e Santa Catarina (3,6%). Os piores resultados acumulados ficaram com Rio Grande do Sul (-12,7%), Rio Grande do Norte (-12,7%) e Maranhão (-5,8%).

Produção física por atividades industriais
A fabricação de outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores foi a atividade que apresentou a maior variação na produção, com 14,4%, seguida por fabricação de produtos de borracha e de material plástico, com 8,7% e fabricação de máquinas e equipamentos, com 2,5%. Apenas estas três atividades industriais registraram variações positivas em novembro, enquanto outras oito atividades registraram queda, com destaque negativo para fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis, que registrou a maior queda (69,9%) após apresentar uma excelente variação positivas em outubro (668,5%).

Média Móvel
A média móvel trimestral da produção industrial no Amazonas ficou em 2,9%, uma diferença de 1,8 ponto percentual em relação à média móvel registrada em outubro, indicando um possível aumento da produção industrial do estado no fim do ano de 2025









