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Araripe-Apodi, primeira floresta nacional do Brasil, faz 80 anos no coração da Caatinga

Na data, a primeira unidade de conservação de uso sustentável do Brasil foi palco para o Seminário de Políticas Públicas para a Caatinga

Agência Brasil por Agência Brasil
7 de maio de 2026
em Meio Ambiente
A Floresta Nacional do Araripe-Apodi (CE) tem cerca de 38 mil hectares e recebeu - Foto: Débora Agostini/ICMBio

A Floresta Nacional do Araripe-Apodi (CE) tem cerca de 38 mil hectares e recebeu - Foto: Débora Agostini/ICMBio

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Primeira floresta nacional do Brasil, a Floresta Nacional (Flona) do Araripe-Apodi, no Ceará, chega aos 80 anos como símbolo de uma ideia que segue atual conservar a natureza com e para as pessoas. Mais do que uma comemoração histórica, a programação do aniversário da floresta reuniu sociedade, gestores públicos, pesquisadores e comunidades com o objetivo comum de fortalecer a proteção da Caatinga e ampliar oportunidades para quem vive no território.

Criada em 1946, a Flona se consolidou ao longo de oito décadas como um exemplo de que é possível conciliar conservação ambiental, uso sustentável dos recursos naturais e protagonismo das comunidades locais. Para o chefe da Unidade de Conservação (UC) federal, Carlos Augusto Pinheiro , esse legado se traduz não apenas na proteção da biodiversidade, mas também na manutenção de nascentes, na regulação climática e no fortalecimento de identidades culturais profundamente conectadas ao bioma.

A celebração foi marcada por uma programação diversa, que incluiu atividades esportivas, culturais, educativas e científicas. A proposta, segundo a gestão da UC , foi justamente aproximar a sociedade da floresta e reforçar o sentimento de pertencimento. “A conservação ambiental não se faz de forma isolada, mas integrada às dimensões social, cultural, educativa e econômica” , destacou Pinheiro .

Sob o tema “Flona do Araripe: território estratégico para a sociobioeconomia , segurança alimentar, restauração ecológica inclusiva e desenvolvimento territorial sustentável”, a programação destacou o papel da unidade como referência nacional .

As atividades, realizadas entre o fim de abril e início de maio, foram pensadas para envolver diferentes públicos – de crianças a pesquisadores – e reforçar o vínculo entre população e território. Mais do que celebrar o passado, a proposta foi estimular o engajamento coletivo na construção de um futuro sustentável para a Caatinga, fortalecendo o reconhecimento da floresta como patrimônio natural e social do Cariri .

Seminário amplia debate sobre o futuro da Caatinga

Um dos pontos altos da programação foi o Seminário de Política Públicas para a Caatinga, que reuniu lideranças nacionais, representantes de governos, instituições e comunidades locais em torno de debates estratégicos para o bioma . O encontro marcou o início oficial das comemorações e se consolidou como espaço estratégico de diálogo e articulação.

O presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade ( ICMBio ) , Mauro Pires, participou das atividades e ressaltou a força dessa construção coletiva. “A atuação conjunta de organizações da sociedade civil, lideranças comunitárias, universidades e governos tem produzido resultados concretos para a conservação da Flona e para o desenvolvimento da região” , afirmou.

Pires também ressaltou o papel da unidade como espaço de encontro entre pessoas e natureza, com iniciativas que ampliam o acesso da população, como trilhas inclusivas e ações voltadas à participação social. Para ele, a relação construída entre a Flona e as comunidades locais ao longo do tempo é um dos principais diferenciais da unidade.

A diretora de Ações Socioambientais e Consolidação Territorial (DISAT) do ICMBio , Kátia Torres, reforçou essa perspectiva ao destacar que a gestão de uma floresta nacional envolve não apenas a proteção ambiental, mas também o fortalecimento das comunidades que vivem no território , valorizando saberes e práticas das populações locais .

Como parte desse esforço, o seminário também contou com a participação de técnicos do ICMBio que atuam diretamente com povos e comunidades tradicionais, entre eles a analista ambiental Mara Nottingham e o analista administrativo Tiago Passos, da Coordenação-Geral de Povos e Comunidades Tradicionais (CGPT /DISAT ).

Segundo Mara, mais de 1 ,5 mil famílias que utilizam tradicionalmente os recursos naturais de Araripe-Apodi tiveram, pela primeira vez, seu direito ao território institucionalmente reconhecido – um marco importante que acompanha os 80 aos da unidade. O levan tamento, realizado em 2025 com a participação de agentes públicos e das próprias comunidades, permitiu dar visibilidade a essas populações e amplia o acesso a políticas públicas.

Um modelo para o futuro

Ao longo da programação, a floresta reafirmou seu papel como espaço de integração entre natureza e sociedade. Iniciativas como o fortalecimento da sociobioeconomia , o incentivo ao turismo de base comunitária e ações como o Programa Bolsa Verde demonstram que é possível gerar renda e desenvolvimento sem abrir mão da preservação ambiental.

Para Mauro Pires essa experiência sintetiza o sentido do trabalho do ICMBio . “A conservação praticada na Flona do Araripe é, de fato, uma obra coletiva, feita com compromisso público, participação social e amor pelo território” , destacou.

Como uma unidade de conservação federal octogenária, a Floresta Nacional do Araripe-Apodi não apenas celebra sua história, mas se projeta como referência para o futuro. Em um cenário de mudança climática e desafios socioambientais, a UC confirma sua importância estratégica para o Cariri e para o Brasil .

Por ICMBio

Tags: CaatingaICMBioMeio Ambiente

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