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Desemprego varia para 9,4%, no terceiro trimestre, no AM, menor índice desde 2015

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgados hoje (17), pelo IBGE

Redação por Redação
18 de novembro de 2022
em Economia
Divulgação-Polícia Civil

Divulgação-Polícia Civil

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A taxa de desocupação, entre julho e setembro de 2022, caiu 1,1 ponto percentual em relação ao trimestre anterior (10,4%), no Estado. A taxa do Amazonas (9,4%) ainda está maior do que a nacional (8,7%), mas é a menor taxa observada no Estado desde o 4º trimestre de 2015 (9,3%). Já na comparação entre o 3º trimestre de 2022 e o mesmo trimestre de 2021, houve queda de 4,1 pontos percentuais. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgados hoje (17), pelo IBGE.

No município de Manaus, a taxa de desocupação foi de 11,8% no 3º trimestre, com variação de -0,5%, em relação ao trimestre anterior (12,3%). A taxa é a 8ª maior entre as capitais. No período, o rendimento médio das pessoas ocupadas na capital foi de R$ 2.496,00, frente a R$ 2.392,00, no trimestre anterior (4,3% de variação).

Na Região Metropolitana de Manaus, a taxa de desocupação foi de 11,0% no 3º trimestre, com variação de -0,6%, frente ao trimestre anterior (11,5%). A taxa é a 10ª maior entre as RMs. O rendimento médio das pessoas ocupadas na RM foi de R$ 2.389,00, frente a R$ 2.296,00, no trimestre anterior (4,0% de variação).

A taxa média de desocupação registrada no Brasil foi de 8,7%, no 3º trimestre do ano, com queda de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre anterior. Em relação aos Estados e Distrito Federal, a taxa do Amazonas segue como a 12ª maior. A mais alta é a da Bahia (15,1%), seguida pela de Pernambuco (13,9%) e Rio de Janeiro (12,3%). Já as menores taxas, as de Mato Grosso e Santa Catarina, ambas com 3,8%.

Taxa de desocupação do Amazonas 2019-2022

 Destaques:

· Em relação ao segundo trimestre de 2022, a população ocupada aumentou em 29 mil pessoas (1,7% a mais), no AM. Também foram estimados 20 mil desocupados a menos (-9,7%), no Estado;

· O número de pessoas fora da força de trabalho (nem ocupadas e nem buscando ocupação) foi de 1.147 mil, no 3º trimestre do ano; 10 mil a menos (-0,8%), em relação ao trimestre anterior;

· O nível de ocupação no Amazonas alcançou 57,1%, no período entre julho a setembro, no Amazonas, com avanço de 0,9 p.p., na comparação com o trimestre anterior;

· No AM, a taxa de informalidade no 3º trimestre foi de 57,1% da população ocupada; a terceira maior entre Estados e Distrito Federal. As maiores taxas ficaram com o Pará (60,5%), Maranhão (59,1%) e Amazonas (57,1%);

· O número de trabalhadores domésticos (90 mil) manteve-se estatisticamente estável em relação ao último trimestre, embora tenham sido estimadas 10 mil pessoas a mais na função;

· Havia 575 mil pessoas trabalhando por conta própria (32,4% do total de pessoas ocupadas), no Amazonas, no 3º trimestre; 35 mil a menos, na comparação com o trimestre anterior;

· Dentre 55 mil ocupados como empregadores, 36 mil trabalhavam com CNPJ, 5 mil pessoas a mais, em relação ao trimestre anterior (alta de 15,5%); e 19 mil sem CNPJ, também com alta de 5 mil pessoas a mais (36,1%).

· Na comparação com o 2º trimestre de 2022, os grupos de atividades apresentaram estabilidade no número de ocupados. O grupo que obteve maior variação positiva de empregos foi o de Outros serviços (variação de 17,6%), e a maior variação negativa foi no grupo de Alojamento e alimentação.

· No 3º trimestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2021, houve queda em quase todos os indicadores de subutilização, no Estado; manteve-se estável, apenas, o percentual de pessoas desalentadas na população na força de trabalho ou desalentada (0,7%);

· O rendimento médio de todos os trabalhos das pessoas ocupadas manteve-se estável, com variação de 3,9%, em relação ao trimestre anterior (R$78,00 a mais, em valor monetário), passando de R$ 2.005,00, no 2º trimestre, para R$ 2.083,00, no 3º trimestre.

Cai número de pessoas desocupadas, no Estado

Estimada em 183 mil pessoas, a população desocupada do Amazonas reduziu 9,7%, no 3º trimestre, em relação ao trimestre anterior (20 mil pessoas a menos nessa condição), e caiu 30,6% em relação ao mesmo período do ano anterior (com menos 81 mil pessoas nessa condição).

A população ocupada do Amazonas, no 3º trimestre, foi estimada em 1 milhão e 775 mil pessoas, com 29 mil pessoas a mais nessa condição, variação de 1,7%, em relação ao trimestre anterior. Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve alta de 4,3% nas ocupações (73 mil pessoas a mais) do Estado.

No total, o número de pessoas na força de trabalho, ou seja, trabalhando ou buscando emprego, foi de 1.958 mil, no 3º trimestre, frente a 1.948, no trimestre anterior, ou seja, 10 mil a mais (0,5%). Já o número de pessoas fora da força de trabalho (nem ocupadas e nem buscando ocupação) foi de 1.147 mil, no 3º trimestre do ano; 10 mil a menos (-0,8%), em relação ao trimestre anterior.

Assim, a taxa de participação na força de trabalho (daquelas pessoas de 14 anos ou mais, ocupadas ou desocupadas) foi de 63,1%, no Amazonas, 0,3% a mais, entre julho a setembro de 2022, em relação ao trimestre anterior, o que significa estabilidade.

 A pesquisa também estimou o nível da ocupação, que são os ocupados em relação àqueles em idade de trabalhar, em 57,1%, no período entre julho e setembro, no Amazonas. A taxa foi 0,9 ponto percentual (p.p.) maior, em relação ao trimestre anterior, quando era de 56,2%, o que significa estabilidade, mas houve avanço de 2,1 p.p., na comparação com o mesmo período do ano anterior (55,0%).

Informalidade do Amazonas segue a terceira mais alta do País

A taxa de informalidade para o Amazonas, no 3º trimestre, foi de 57,1% da população ocupada (1.013 mil trabalhadores); mantendo a terceira maior taxa entre Estados e Distrito Federal. As maiores taxas ficaram com o Pará (60,5%), Maranhão (59,1%) e Amazonas (57,1%); e as menores, com Santa Catarina (25,8%), Distrito Federal (29,8%) e São Paulo (30,6%).

A informalidade no Estado manteve-se estável em relação ao 2º trimestre de 2022 (57,7%), com variação de -0,6 ponto percentual. Embora ainda seja considerada elevada, é a taxa mais baixa registrada desde o 3º trimestre de 2020 (56,7%).

A informalidade é formada por uma proxy de categorias de empregos: a) Empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada; b) Empregado doméstico sem carteira de trabalho assinada; c) Empregador sem registro no CNPJ; d) Trabalhador familiar auxiliar e e) Trabalhador por conta própria sem registro no CNPJ. Nelas estão os mais diversos profissionais: um empregado de uma empresa que não tem certeira assinada; a empregada doméstica, cuidador de idoso, jardineiro sem carteira; o dono de um negócio grande ou pequeno que não tem CNPJ (médico, pedreiro, motorista de aplicativo, vendedor ambulante etc.); ou até mesmo uma pessoa que ajuda um familiar na roça, na pescaria, no comércio ou num negócio qualquer.

O trabalhador por conta própria sem CNPJ é a categoria que concentra a maior quantidade de trabalhadores informais (533 mil), no Amazonas; seguida dos empregados do setor privado sem carteira assinada (226 mil).

 Pessoas ocupadas, por posição

No 3º trimestre de 2022, no Amazonas, dentre o total de 1 milhão e 775 mil pessoas ocupadas, 635 mil estavam empregadas no setor privado (exclusive trabalhador doméstico), o que representa alta de 6,6% no setor, em relação ao trimestre anterior (24 mil pessoas a mais) e alta de 15,2% em relação ao 3º trimestre de 2021 (com 84 mil pessoas a mais). Das pessoas ocupadas no setor privado, 409 mil trabalhavam com carteira assinada e 226 mil, sem carteira assinada, alta de 7,2%, em relação ao trimestre anterior, com 15 mil pessoas a mais nesta condição de trabalho.

Em relação ao trabalhador doméstico, a maioria das pessoas trabalhavam sem carteira assinada: 83 mil das 90 mil pessoas ocupadas na função. Além disso, o número de pessoas ocupadas como trabalhadores domésticos manteve-se estável em relação ao último trimestre (10 mil pessoas a mais), e também em relação ao 3º trimestre de 2021, quando havia 86 mil pessoas ocupadas nesta função, no Estado.

No Amazonas, no 3º trimestre do ano, 268 mil pessoas estavam ocupadas no setor público, com alta em relação ao trimestre anterior (0,3% a mais). No total, havia 10 mil pessoas empregadas no setor público, com carteira assinada (11 mil a menos em relação ao trimestre anterior; queda de 52,3%), e 115 mil sem carteira assinada (alta de 8,2% em relação ao trimestre anterior). Os demais empregados no setor eram militares ou funcionários públicos estatutários, que somaram 144 mil pessoas, números estáveis em relação ao trimestre anterior.

Havia 575 mil pessoas trabalhando por conta própria (32,4% do total de pessoas ocupadas), no Amazonas, no 3º trimestre; 35 mil a menos (-5,8%), em relação ao trimestre anterior, e 45 mil a menos (-7,2%), na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.

Dentre as pessoas que trabalhavam por conta própria, 533 mil (92,7% do total de trabalhadores por conta própria) não possuíam CNPJ, que aponta queda de 5,4% ou 31 mil pessoas a menos nesta condição, no Amazonas.

O número de pessoas ocupadas como trabalhadores familiares auxiliares, aqueles que trabalharam sem remuneração, em ajuda na atividade econômica de membro do domicílio ou de parente, foi de 147 mil, no segundo trimestre de 2022, para 152 mil, no terceiro trimestre de 2022 (variação de 2,9%).

Quanto às pessoas ocupadas como empregadores, foram estimadas 55 mil, no terceiro trimestre do ano, no Estado, 10 mil a mais (22% de variação), em relação ao segundo trimestre de 2022.

Dentre esses 55 mil ocupados como empregadores, 36 mil trabalhavam com CNPJ, e 19 mil sem CNPJ, 5 mil pessoas a mais para ambas as categorias, em relação ao trimestre anterior (alta de 36,1%).

Atividades apresentam estabilidade nas ocupações

O grupamento de atividades do Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas, que costuma apresentar o maior número de pessoas ocupadas no Amazonas, registrou 334 mil pessoas ocupações no 3º trimestre, no Estado. Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais ficou na segunda posição com 317 mil pessoas, e, em terceiro, aparece a agricultura com 288 mil pessoas. Em quarto, ficou a indústria geral, com 204 mil pessoas ocupadas no setor.

Na comparação com o 2º trimestre, estatisticamente, as atividades apresentaram estabilidade nas ocupações, mas o grupo de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas foi o que acrescentou mais ocupações, no Estado: 18 mil (variação de 13,5%). O setor de Outros serviços também incrementou mais pessoas ocupadas no trimestre (13 mil a mais ou 17,6% de variação). E no sentido contrário, o grupo que apresentou maior perda de ocupações foi o de Alojamento e alimentação, com 15 mil pessoas ocupadas a menos, em relação ao trimestre anterior (variação de -13,9%).

Em relação com o terceiro trimestre de 2021, o grupamento de atividades de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, apresentou alta, com 40 mil pessoas a mais ocupadas, o que representa 35,3% de crescimento. No total, 153 mil pessoas estavam ocupadas neste grupamento, no 3º trimestre de 2022. Nenhuma atividade apresentou queda significativa nas ocupações no período.

Percentuais de pessoas subocupadas e que desistiram de procurar emprego caem, e número de pessoas na força de trabalho mantém-se estável

No 3º trimestre de 2022, no Amazonas, o número de subocupados por insuficiência de horas trabalhadas, que são aqueles trabalhadores que poderiam trabalhar mais horas, apresentou queda de 24,6%, em relação ao mesmo trimestre de 2021, com 37 mil pessoas a menos nessa condição. Em relação ao segundo trimestre houve variação de -1,8%, passando de 116 mil para 114 mil pessoas.

No 3º trimestre, frente ao mesmo trimestre do ano anterior, caiu o número de pessoas desocupadas, com 81 mil pessoas a menos nessa condição, queda de 30,6%; em relação ao trimestre anterior, este indicador variou -9,7%, o que representou menos 20 mil pessoas desocupadas.

Mesmo as pessoas que foram classificadas como na força de trabalho potencial, formada por pessoas não ocupadas e nem desocupadas, que possuíam potencial de se transformar em força de trabalho; tiveram redução de 16,7% em relação ao mesmo trimestre de 2021 ou seja, menos 34 mil pessoas a menos. Já em relação ao trimestre anterior, houve variação de -10,7% passando de 192 mil para 171 mil pessoas.

Os desalentados, aqueles sem ocupação e que desistiram de procurar emprego, por perderem a esperança de encontrar, somaram 99 mil pessoas no 3° trimestre de 2022; 9 mil a menos (-8,2%), em relação ao trimestre anterior, significando estabilidade. Em relação ao mesmo trimestre de 2021, houve variação de -14,1% no número de desalentados ou 16 mil pessoas a menos.

As pessoas desocupadas ou subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas ou na força de trabalho potencial (298 mil pessoas, no 3º trimestre), representaram variação de -6,8% em relação ao trimestre anterior, o que representou menos 22 mil pessoas nesse grupo. Já em relação ao mesmo trimestre de 2021, houve queda de de 28,4% ou 118 mil pessoas a menos nesta condição.

A taxa combinada de desocupação e subocupação por insuficiência de horas trabalhadas, variou para 15,2% no 3º trimestre (-1,2% frente ao trimestre anterior). A taxa combinada de desocupação e força de trabalho potencial variou para 16,7% (-1,8%). Também a taxa composta de subutilização da força de trabalho foi para 22% no trimestre (-1,9%).

Além disso, a taxa de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas e o percentual de pessoas desalentadas na população na força de trabalho ou desalentada variaram -0,2% e 0,4%, respectivamente, no trimestre, frente ao anterior. Frente ao mesmo trimestre de 2021, todas essas taxas apresentaram queda, exceto o percentual de pessoas desalentadas na população na força de trabalho ou desalentada, mas este percentual também variou negativamente (-0,7%).

Rendimento médio cresce em relação ao ano anterior

O rendimento médio de todos os trabalhos das pessoas ocupadas manteve-se estável, com variação de 3,9%, em relação ao trimestre anterior (R$78,00 a mais, em valor monetário), passando de R$ 2.005,00, no 2º trimestre de 2022, para R$ 2.083, no 3º trimestre do ano. Já em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, houve alta de 11,6%, R$ 216,00 a mais no rendimento médio do trabalhador do Amazonas.

No período, o rendimento médio das pessoas ocupadas na capital, Manaus, foi de R$ 2.496,00, frente a R$ 2.392,00, no trimestre anterior (4,3% de variação). O rendimento médio das pessoas ocupadas na Região Metropolitana foi de R$ 2.389,00, frente a R$ 2.296,00, no trimestre anterior (4,0% de variação).

A massa de rendimentos é um indicador que demonstra qual foi a soma dos rendimentos brutos habitualmente recebidos, de todas as pessoas ocupadas em todos os trabalhos que tinham, na semana de referência da pesquisa. A massa de rendimentos reflete quanto os salários dos trabalhadores contribuiu para a economia.

No 3º trimestre de 2022, este valor chegou a 3 bilhões e 375 milhões de Reais, o que representou estabilidade em relação ao trimestre anterior. Na comparação desse indicador com o mesmo trimestre do ano anterior, houve alta de 17,4%.

Tags: AmazonasDesempregoIBGEManaus

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