Segundo dados da consultoria financeira L4 Capital e da plataforma Investing, o real teve a 3ª maior desvalorização em relação ao dólar entre moedas sul-americanas nos últimos 10 anos.
Vizinhos como Argentina e Uruguai viram suas moedas perderem ainda mais valor, com 98,37% e 70,24%, respectivamente. Frente ao dólar, a moeda brasileira perdeu 54% do seu valor.
Em setembro de 2013, há 10 anos, era possível adquirir US$1 por aproximadamente R$2,30. Hoje, esse valor chega a quase R$5,00.
De acordo com Sandro Francioli, especialista da Ourominas, a desvalorização do real foi contribuída por diversos fatores ao decorrer desses últimos anos, como a crise do Petróleo, que ocorreu entre 2014 e 2015. E com essa queda dos preços do petróleo, a arrecadação fiscal do governo brasileiro sofreu um impacto negativo, além de afetar as atividades de exploração do material. “Junto a isso, passamos por uma crise política que afetou a confiança de investidores no país, em 2014 iniciou-se o escândalo de corrupção do governo brasileiro, o chamado Escândalo do Petrolão”, diz Francioli.
Segundo o especialista, já em 2017 e 2018, o Brasil começou a se recuperar da crise econômica. Houve uma queda da inflação e uma recuperação do PIB. “Mas ainda assim, a desvalorização do real permaneceu, pois houve incerteza econômica no país. O desemprego continuou alto e houve muita instabilidade política, com o impeachment da presidente Dilma Rousseff”, lembra Sandro.
Com um ambiente externo instável, onde houve aumento das taxas de juros no EUA em cerca de 4% de 2013 até 2022, e atualmente está próximo de 6% em 2023, com uma queda nos preços das commodities e ainda as dívidas públicas dos países desenvolvidos. “Com o passar dos anos isso trouxe muitos impactos negativos para a moeda brasileira, como o aumento dos preços das importações, o que fez com que a inflação aumentasse, além da elevação do preço dos combustíveis e da energia, que afetou diretamente os consumidores”, finaliza.
Sobre a Ourominas
A Ourominas (OM) possui anos de história e atuação. Ao longo desse período construiu uma sólida reputação, se consolidando como uma bem-sucedida instituição do mercado e referência no Brasil em serviços financeiros.
Atualmente a OM possui um portfólio diversificado de soluções financeiras no mercado de ouro ativo financeiro para exportação, investimento e consumo industrial, da qual é certificada na Americas Gold Manufacturers Association (AMAGOLD). E no mercado de câmbio de moedas estrangeiras para turismo e negócios internacionais, integra a Associação Brasileira de Câmbio (ABRACAM).
Em 2021, a OM foi a primeira Instituição Financeira da América Latina a possuir as certificações ISO 9001, 14001 e 45001, e em 2022, a OM foi a primeira Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM) da América Latina a possuir a certificação Great Place to Work (GPTW).
Com uma estrutura completa de consultores especializados, oferece atendimento dedicado a diversos perfis de empresa ou pessoa física, moldando os produtos às necessidades dos clientes com qualidade, agilidade e baixos custos operacionais.








