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Custo da construção no Amazonas estabiliza em fevereiro e fecha em R$ 1.917,80 por m²

Redação por Redação
14 de março de 2026
em Economia
Foto: Simone Mello/Acervo IBGE

Foto: Simone Mello/Acervo IBGE

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Em fevereiro de 2026, o custo total da construção por metro quadrado no Amazonas atingiu R$ 1.917,80, consolidando uma estabilização relativa com incremento de apenas R$ 1.12 frente ao mês anterior. O estado encerrou o período com o custo de materiais em R$ 1.104,82 e o de mão de obra em R$ 812,98, ocupando, respectivamente, a 15ª e a 11ª posições no ranking nacional dessas variáveis. Embora a variação mensal tenha sido de apenas 0,06%, o acumulado em 12 meses chegou a 4,71. Os dados são da Pesquisa SINAPI Custo da Construção, divulgada hoje pelo IBGE.

Dados do Amazonas

No Custo médio m² valor total do metro quadrado no Amazonas apresentou um crescimento constante ao longo do período analisado, saindo de R$ 1.831,16 em março de 2025 para fechar em R$ 1.917,80 em fevereiro de 2026. O salto mais significativo ocorreu entre julho e agosto de 2025 (cerca de R$ 39,00), indicando um período de forte pressão nos custos. No último mês registrado, houve uma estabilização relativa, com um incremento de apenas R$ 1,12 em relação a janeiro de 2026.

O custo dos materiais apresentou oscilações interessantes, não seguindo uma linha puramente ascendente. Após iniciar o período em R$ 1.102,39, o valor chegou a cair para R$ 1.091,16 em agosto de 2025, sugerindo deflação em insumos específicos naquela época. Contudo, a variável retomou a subida nos meses seguintes, encerrando fevereiro de 2026 em R$ 1.104,82, o valor mais alto de toda a série histórica, embora apenas ligeiramente superior ao patamar de um ano atrás.

Diferente dos materiais, a mão de obra costuma subir em degraus, geralmente atrelada a dissídios coletivos. O valor permaneceu estagnado em R$ 737,10 por vários meses, saltando para R$ 788,35 em agosto de 2025 e sofrendo um novo reajuste considerável em janeiro de 2026. No último mês da série, fevereiro de 2026, o valor manteve-se em R$ 812,98, consolidando o patamar estabelecido no mês anterior.

Na variação percentual no mês Esta variável mede o ritmo de aceleração mensal dos custos. O maior pico de inflação setorial ocorreu em agosto de 2025 (2,13%), seguido por um novo pico em janeiro de 2026 (1,29%). Em contrapartida, fevereiro de 2026 registrou uma variação de apenas 0,06%, o que representa uma forte desaceleração rítmica e o menor índice positivo da tabela, aproximando-se da estabilidade total.

O acumulado anual reflete o comportamento dos preços dentro do ano civil corrente (2026). Em janeiro, o índice abriu em 1,29% e, com o fechamento de fevereiro de 2026, a variação acumulada no ano atingiu 1,35%. Esse valor indica que, nos dois primeiros meses do ano, o custo da construção no Amazonas já subiu quase o mesmo que subiu em todo o primeiro semestre do ano anterior.

O índice acumulado de 12 meses mostra a inflação real sentida pelo setor em um ano completo. O indicador iniciou março de 2025 com uma taxa baixa de 1,35%, mas acelerou drasticamente no segundo semestre de 2025. O ápice dessa curva ocorreu em janeiro de 2026 (4,99%), sofrendo uma leve retração para 4,71% em fevereiro de 2026. Apesar dessa pequena queda na ponta final, o custo de construir no estado encerrou o período em um patamar inflacionário significativamente superior ao de um ano atrás.

Nas Unidades da Federação

Na variável custo médio, que representa o valor total por metro quadrado construído. Os estados com os custos mais elevados (piores para quem constrói) são Santa Catarina (R$ 2.174,12), Acre (R$ 2.166,44) e Rondônia (R$ 2.114,07). Já os custos mais acessíveis (melhores) encontram-se em Pernambuco (R$ 1.711,27), Sergipe (R$ 1.712,33) e Espírito Santo (R$ 1.737,70). O Amazonas ocupa a 16ª posição no ranking de custo total, com R$ 1.917,80.

Especificamente aos gastos com insumos físicos. Os maiores custos de materiais (piores) estão no Acre (R$ 1.317,75), Rondônia (R$ 1.259,21) e Mato Grosso (R$ 1.226,81). Os estados com materiais mais baratos (melhores) são Pernambuco (R$ 991,40), Espírito Santo (R$ 996,20) e Sergipe (R$ 998,91). O Amazonas está na 15ª posição, com um custo de material de R$ 1.104,82.

Quando a pesquisa foca no valor pago pelo trabalho humano na construção. Os estados com a mão de obra mais cara (piores) são Santa Catarina (R$ 1.036,78), Rio de Janeiro (R$ 1.027,20) e Paraná (R$ 950,03). Os menores valores de mão de obra (melhores) pertencem ao Ceará (R$ 711,54), Sergipe (R$ 713,42) e Alagoas (R$ 715,10). O Amazonas ocupa a 11ª posição, com R$ 812,98.

Indica a inflação do setor no mês de fevereiro. As maiores altas (piores) ocorreram no Amapá (1,5%), Pará (0,8%) e Acre (0,6%). Os estados com estabilidade ou menor variação (melhores) foram Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás (todos com 0,0%). O Amazonas teve uma variação baixa de 0,1%, empatando na 14ª posição com outros estados.

No acumulado dos dois primeiros meses de 2026. Os estados com maior inflação acumulada (piores) são Piauí (4,2%), Amapá (3,8%) e Alagoas (2,6%). As menores variações (melhores) foram registradas na Paraíba (1,3%), Rio Grande do Sul (1,3%) e Rondônia (1,4%). O Amazonas também apresenta um dos melhores desempenhos aqui, empatando na 3ª posição de menor variação, com 1,4%.

O SINAPI também mede a inflação da construção no último ano. Os estados com maior aumento anual (piores) são Mato Grosso (10,2%), Acre (9,0%) e Alagoas (8,3%). Os estados com maior controle de preços no período (melhores) são Rio Grande do Norte (4,4%), Amazonas (4,7%) e Tocantins (5,1%). O Amazonas destaca-se positivamente nesta variável, ocupando a 2ª posição entre os estados com menor inflação anual.

Mais sobre o SINAPI

Criado em 1969, o SINAPI tem como objetivo a produção de informações de custos e índices de forma sistematizada e com abrangência nacional, visando a elaboração e avaliação de orçamentos, como também acompanhamento de custos. A divulgação dos resultados de fevereiro será no dia 12 de março.

Tags: BrasilConstruçãoObrasSinapi

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