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	<title>Carne | Portal AM</title>
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	<description>Portal de Notícias do Amazonas</description>
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	<title>Carne | Portal AM</title>
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	<item>
		<title>Nordeste aumenta em 51% suas exportações de carne bovina no primeiro trimestre</title>
		<link>https://portalam.com.br/nordeste-aumenta-em-51-suas-exportacoes-de-carne-bovina-no-primeiro-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Gov Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 12:05:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
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					<description><![CDATA[O Nordeste se destaca no crescimento das exportações de carne bovina no País. No primeiro trimestre deste ano, os embarques cresceram 51,38% na comparação com o mesmo período do ano passado. De janeiro a março, foram embarcadas 9,4 mil toneladas. O desempenho da região superou os 17% de crescimento nacional. Nos três primeiros meses do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Nordeste se destaca no crescimento das exportações de carne bovina no País. No primeiro trimestre deste ano, os embarques cresceram 51,38% na comparação com o mesmo período do ano passado. De janeiro a março, foram embarcadas 9,4 mil toneladas. O desempenho da região superou os 17% de crescimento nacional. Nos três primeiros meses do ano, as exportações estimadas nacionais superaram 4,28 milhões de toneladas, representando 34,6% da produção nacional.</p>
<p>O abate no Nordeste também cresceu 2,96% em relação a 2025, refletindo a expansão de sistemas semi-intensivos e intensivos, ao maior uso de tecnologia e integração com regiões produtoras de grãos.</p>
<p>Os dados foram analisados pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), área do Banco do Nordeste (BNB), que indicou que o desempenho expressivo se dá em volume e faturamento, com ampliação do número de destinos e o forte avanço de estados como Pernambuco (+124%), Bahia (+65%), Maranhão (+30%), e Ceará (+42%), impulsionado pela habilitação de plantas frigoríficas e melhorias sanitárias.</p>
<p>De acordo com estudo recente do Etene, de autoria de Kamilla Ribas Soares, a cadeia da carne bovina no Brasil atravessa, desde 2025, uma fase de transição associada à reversão do ciclo pecuário, caracterizada pela retenção de fêmeas, redução gradual da oferta e valorização dos preços do boi gordo e da reposição.</p>
<p>A pesquisadora analisa que, no mercado externo, apesar do desempenho recente das exportações, o ambiente é desafiador, devido aos conflitos geopolíticos, instabilidades logísticas e à adoção de tarifas e cotas de importadores, reforçando a necessidade de diversificação de mercados e agregação de valor aos produtos.</p>
<h4><strong>Perspectivas</strong></h4>
<p>O estudo do Etene indica, ainda, que o Brasil deverá liderar o ranking como maior produtor mundial, com 20% da produção global, atingindo 12,4 milhões de toneladas em 2026 – apesar de representar uma retração de quase 2% em relação a 2025, refletindo queda no abate de bovinos, em função da reversão no ciclo pecuário.</p>
<p>O Banco do Nordeste exerce papel fundamental para alavancar as políticas de desenvolvimento para o agronegócio e agricultura familiar, na sua área de atuação. No acumulado de 2020 a março de 2026, o Banco investiu, quase R$ 26 bilhões na bovinocultura de corte, com recursos provenientes do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). O ano de 2025 registrou destaque com aplicação em torno de R$ 6 bilhões, sendo 61% dos investimentos no Semiárido.</p>
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		<item>
		<title>União Europeia oficializa veto à carne brasileira a partir de setembro</title>
		<link>https://portalam.com.br/uniao-europeia-oficializa-veto-a-carne-brasileira-a-partir-de-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 16:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<category><![CDATA[Veto]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia (EU) oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro. Anunciada há quase um mês, poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A União Europeia (EU) oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692452&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692452&amp;o=node" /></p>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/uniao-europeia-veta-compra-de-carne-brasileira-partir-de-setembro" target="_blank" rel="noopener">Anunciada há quase um mês</a>, poucos dias após a entrada em vigor provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, a decisão de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar esses produtos para os países do bloco europeu foi confirmada em um documento oficial  publicado no <a href="https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/HTML/?uri=OJ:L_202601189" target="_blank" rel="noopener">Diário Oficial da UE</a> nesta sexta-feira (5).</p>
<p><strong>Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não conseguiu comprovar que seus produtores atendem às algumas das exigências sanitárias europeias</strong>, especialmente que não utilizam, ao longo de toda a cadeia produtiva, medicamentos antimicrobianos para tratar e prevenir infecções em animais.</p>
<p><strong>Em abril deste ano, o governo brasileiro proibiu parte dos antimicrobianos comprovadamente usados para estimular o crescimento e aumentar a produtividade animal, mas a União Europeia avaliou que ainda faltam garantias adicionais.</strong></p>
<p>As regras sobre o uso de antimicrobianos fazem parte da política europeia de segurança alimentar e saúde pública conhecida como One Health, criada para combater o uso excessivo de antibióticos no mundo. Entre os produtos restritos pelos europeus estão substâncias como virginiamicina, avoparcina, tilosina, espiramicina, avilamicina e bacitracina.</p>
<p><strong>A União Europeia é um dos principais mercados para as proteínas animais brasileiras. </strong>No caso da carne bovina, o bloco europeu aparece entre os maiores destinos das exportações brasileiras em valor.</p>
<p>A cautela europeia não significa necessariamente que a carne brasileira esteja contaminada por medicamentos. O principal ponto da decisão europeia é regulatório e envolve rastreabilidade sanitária, certificação e comprovação documental sobre o uso dos medicamentos.</p>
<p><strong>Para voltar à lista dos países autorizados a vender os produtos vetados, o Brasil precisará comprovar que cumpre integralmente as regras europeias durante todo o ciclo de vida dos animais exportados</strong>. Para isso, o país pode ampliar ainda mais as restrições legais aos medicamentos ou criar mecanismos mais rígidos de rastreabilidade para provar que os produtos exportados não utilizam as substâncias proibidas na Europa.</p>
<p>A segunda alternativa é considerada mais complexa porque exige monitoramento detalhado da cadeia produtiva, certificações sanitárias adicionais e custos maiores para produtores e frigoríficos.</p>
<h2>Abiec</h2>
<p><strong>Consultada pela reportagem, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) manteve o posicionamento divulgado no mês passado, quando a Comissão Europeia anunciou a decisão de proibir a compra dos produtos brasileiros.</strong></p>
<p>Segundo a entidade, o Brasil conta com um “dos sistemas de inspeção e defesa agropecuária mais robustos do mundo” e a carne bovina brasileira atende aos requisitos sanitários e regulatórios de mais de 170 países, incluindo os principais mercados internacionais, cumprindo “rígidos controles oficiais, sistemas de rastreabilidade e protocolos reconhecidos globalmente”.</p>
<p>Ainda de acordo com a associação, o setor privado vem trabalhando em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na elaboração de protocolos voltados ao atendimento das novas exigências europeias, além de manter diálogo técnico e colaboração com as autoridades competentes sobre o tema.</p>
<h2>Qualidade</h2>
<p>A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou que está acompanhando a formalização da decisão da União Europeia e confiante de que as autoridades brasileiras vão demonstrar, tecnicamente, que o país possui um dos mais robustos sistemas de controle sanitário mundial, capaz de garantir “elevados padrões de qualidade, rastreabilidade, biosseguridade e segurança dos alimentos&#8221;.</p>
<p>Em nota, a ABPA enfatizou que o veto à importação dos produtos brasileiros “não decorre de qualquer questionamento sanitário, não conformidade ou problema identificado em relação ao uso de antimicrobianos na produção animal brasileira”, mas sim ao reconhecimento europeu dos “mecanismos oficiais de fiscalização e controle adotados pelo Brasil”.</p>
<p>A entidade também reconheceu a legitimidade das iniciativas voltadas à proteção da saúde pública, da sanidade animal e da segurança dos alimentos, mas com ressalvas. Para a associação, é necessário que as normas sanitárias nacionais estejam “fundamentadas em critérios científicos, avaliações de risco reconhecidas internacionalmente, transparência regulatória e observância aos princípios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal, pelo Codex Alimentarius e pelos acordos multilaterais de comércio”.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Visa Manaus autua supermercado denunciado em vídeos pela população</title>
		<link>https://portalam.com.br/visa-manaus-autua-supermercado-denunciado-em-videos-pela-populacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2025 13:03:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[supermercado]]></category>
		<category><![CDATA[Visa Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Manaus, por meio da Diretoria de Vigilância Sanitária (Visa Manaus), da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), fiscalizou e autuou no domingo, 11/5, um supermercado da zona Centro-Sul de Manaus, que teve imagens de irregularidades sanitárias divulgadas nas redes sociais pela população. “Em uma resposta urgente a essas denúncias, a Visa mobilizou uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de Manaus, por meio da Diretoria de Vigilância Sanitária (Visa Manaus), da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), fiscalizou e autuou no domingo, 11/5, um supermercado da zona Centro-Sul de Manaus, que teve imagens de irregularidades sanitárias divulgadas nas redes sociais pela população.</p>
<p>“Em uma resposta urgente a essas denúncias, a Visa mobilizou uma equipe de fiscais da Gerência de Vigilância de Alimentos (Gevali) para ir ao supermercado, a fim de verificar as condições sanitárias do local”, afirmou o diretor da Visa Manaus, Isaac Tayah.</p>
<p>Os fiscais inspecionaram o açougue, a peixaria e as câmaras frigoríficas do estabelecimento. Entre as irregularidades encontradas, havia a presença de baratas, indicando um controle de pragas ineficaz no local; também foram detectadas carnes bovinas que deveriam estar sendo mantidas congeladas em estado de descongelamento; e, ainda, carnes suspeitas de estarem estragadas, que foram apreendidas em depósito pelos fiscais para coleta e análise pelo Laboratório de Vigilância Dr. Edivar dos Santos Fernandes.</p>
<p>“O estabelecimento demonstrou que intensificou o controle de pragas e animais sinantrópicos e descartou as carnes e produtos que estavam em exposição no momento da entrada do roedor registrado nos vídeos divulgados pela população. Porém, durante a inspeção no domingo, foi constatado que o controle de pragas não está sendo eficaz, o que, junto com as demais irregularidades constatadas, levou à autuação do local”, explica o gerente de Vigilância de Alimentos da Visa Manaus, Ricardo Celestino.</p>
<p>Com a autuação, o supermercado irá responder a Processo Administrativo Sanitário (PAS), que pode resultar em multa de 1 a 400 Unidades Fiscais do Município (UFM), cujo valor unitário atual é de R$ R$ 145,37, sem prejuízo de outras sanções.</p>
<p>A população pode denunciar irregularidades sanitárias relativas a produtos e serviços por meio da Ouvidoria da Visa Manaus, no número (92) 98842-8481 (atendimento das 8h às 13h), ou pelo e-mail visamanaus.ouvidoria@gmail.com (em qualquer horário).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Carne, leite e ovos, tiveram aumento de produção em 2024 no AM</title>
		<link>https://portalam.com.br/carne-leite-e-ovos-tiveram-aumento-de-producao-em-2024-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 04:34:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ovos]]></category>
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					<description><![CDATA[O 4º trimestre de 2024 no Amazonas foi marcado por um aumento significativo na produção de carne bovina e de ovos em comparação com o mesmo período de 2023. No caso da carne bovina, houve um aumento tanto no número de animais abatidos quanto no peso total das carcaças. Já na produção de ovos, notou-se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="auto">O 4º trimestre de 2024 no Amazonas foi marcado por um aumento significativo na produção de carne bovina e de ovos em comparação com o mesmo período de 2023. No caso da carne bovina, houve um aumento tanto no número de animais abatidos quanto no peso total das carcaças. Já na produção de ovos, notou-se um crescimento no número de cabeças de galinhas poedeiras e na quantidade de ovos produzidos. No entanto, a produção de leite apresentou um comportamento distinto, com um leve decréscimo na quantidade adquirida, apesar do aumento no número de informantes e no preço médio do litro de leite.</p>
<p dir="auto">Analisando a produção anual de 2024, verifica-se um crescimento geral nos três setores em relação a 2023. Na produção de carne bovina, houve um aumento expressivo no número total de animais abatidos e no peso das carcaças. A produção de leite também apresentou crescimento, impulsionado pelo aumento no número de informantes. Da mesma forma, a produção de ovos registrou um aumento significativo no número de cabeças de galinhas poedeiras e na quantidade de ovos produzidos. Esses dados indicam um cenário de expansão na produção agropecuária do Amazonas em 2024.</p>
<p dir="auto">Os dados são das pesquisas de abate, leite e ovos; divulgados hoje, 18, pelo IBGE.</p>
<p dir="auto"><strong> </strong></p>
<p dir="auto"><strong>Abate de bovinos</strong></p>
<p dir="auto">Em comparação com o 4º trimestre de 2023, o 4º trimestre de 2024 no<a href="http://am.gov.br"> Amazonas</a> registrou um aumento no abate de bovinos, com o número de informantes subindo de 15 para 17, o total de animais abatidos passando de 39 mil para 64 mil cabeças e o peso total das carcaças saltando de 9 mil toneladas para 14 mil toneladas.</p>
<p dir="auto">Somando os dados dos quatro trimestres de 2024, a média do ano foi de 16,2 informantes, 254 mil cabeças de gado abatidas e 58 mil toneladas em peso total das carcaças, indicando um crescimento significativo na produção de carne bovina no estado.</p>
<figure contenteditable="false">
<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/yobLxgk.jpg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto">No 4º trimestre de 2024, comparado ao mesmo período de 2023, o Amazonas apresentou um aumento no número de informantes de 9 para 20, uma leve diminuição na quantidade de leite adquirido de 2,9 milhões de litros para 2,8 milhões de litros, e um aumento no preço médio do litro de leite de R$ 1,98 para R$ 2,22.</p>
<p dir="auto">Ao analisar o total do ano, em 2024 houve média de 18,7 informantes e 10,9 milhões de litros de <a href="https://portalam.com.br/receita-de-natal-rabanada-recheada-com-doce-de-leite/">leite</a> adquiridos, enquanto em 2023 foram 9 informantes de média e 10,5 milhões de litros, indicando um crescimento na produção de leite no estado em 2024 em relação ao ano anterior.</p>
<figure contenteditable="false">
<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/ykdVwqW.jpg" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Ovos</strong></p>
<p dir="auto">No 4º trimestre de 2024, comparado ao mesmo período de 2023, o Amazonas manteve o número de informantes em 35, observou um aumento no número de cabeças de galinhas poedeiras de 1,83 milhão para 1,95 milhão, e na quantidade de ovos produzidos de 11,1 milhões de dúzias para 12,7 milhões de dúzias. Ao analisar o total do ano, em 2024 houve um número constante de 35 informantes em todos os trimestres, enquanto em 2023 esse número variou de 26 a 30, o número total de cabeças de galinhas poedeiras em 2024 foi de 7,6 milhões, um aumento em relação às 6,9 milhões de 2023, e a quantidade de ovos produzidos somou 47,4 milhões de dúzias em 2024, também superior às 44 milhões de dúzias de 2023, indicando um crescimento na produção de ovos e no número de cabeças de galinhas poedeiras no estado.</p>
<figure contenteditable="false">
<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://imgur.com/mfwwFBP.jpg" /></div>
</figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Com abertura no Suriname, agro brasileiro chega a 325 mercados abertos em dois anos</title>
		<link>https://portalam.com.br/com-abertura-no-suriname-agro-brasileiro-chega-a-325-mercados-abertos-em-dois-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 22:03:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[agro brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[mapa]]></category>
		<category><![CDATA[MRE]]></category>
		<category><![CDATA[Suriname]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro informou nesta quinta-feira (6/7) que as autoridades sanitárias do Suriname autorizaram a exportação de produtos da pecuária do Brasil. Serão bovinos vivos destinados ao abate, à reprodução e produção de leite. Além disso, carnes bovina e de aves, e produtos derivados, também estarão aptos à exportação. Com o anúncio, o agronegócio brasileiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro informou nesta quinta-feira (6/7) que as autoridades sanitárias do Suriname autorizaram a exportação de produtos da pecuária do Brasil. Serão bovinos vivos destinados ao abate, à reprodução e produção de leite. Além disso, carnes bovina e de aves, e produtos derivados, também estarão aptos à exportação.</p>
<p>Com o anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 25 aberturas de mercado em 2025, totalizando 325 novas oportunidades de negócio desde o início de 2023.</p>
<p>&#8220;Tais resultados são fruto do trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE)&#8221;, afirma nota do Mapa. &#8220;A decisão reflete o elevado nível de confiança internacional no sistema de controle sanitário brasileiro e deverá fortalecer as relações comerciais com o vizinho sul-americano.&#8221;</p>
<p>Em 2024, as exportações agropecuárias do Brasil para o Suriname alcançaram US$ 28,5 milhões, com potencial de crescimento a partir de agora.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa identifica zoonoses em carnes de animais silvestres no Médio Solimões</title>
		<link>https://portalam.com.br/pesquisa-identifica-zoonoses-em-carnes-de-animais-silvestres-no-medio-solimoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 23:07:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Caça]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[médio solimões]]></category>
		<category><![CDATA[zoonoses]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre 2019 e 2021, uma pesquisa evidenciou que 78% das 170 amostras de carne caça de animais silvestres coletadas em Coari (distante a 363 quilômetros de Manaus), estavam contaminadas com Mycobacterium leprae, bactéria que dá origem a hanseníase, além de outros patógenos que dão origem a outras doenças como a leishmaniose, doença de Chagas e toxoplasmose. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre 2019 e 2021, uma pesquisa evidenciou que 78% das 170 amostras de carne caça de animais silvestres coletadas em Coari (distante a 363 quilômetros de Manaus), estavam contaminadas com <em>Mycobacterium leprae</em>, bactéria que dá origem a hanseníase, além de outros patógenos que dão origem a outras doenças como a leishmaniose, doença de Chagas e toxoplasmose. Foi o que apontou pesquisa apoiada pelo Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).</p>
<p>O estudo intitulado “Carne de Caça e saúde Humana: levantamento e detecção de zoonoses em carnes de caça comercializada na região do médio Rio Solimões”, foi coordenada pela doutora em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva, Waleska Gravena, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Amparada via Programa de Apoio à Pesquisa–Universal Amazonas da Fapeam, edital Nº 006/2019 a pesquisa consta no<a href="https://drive.google.com/file/d/1jG8KQn9BO0Em9DI3i7cVz7wpC2Eur2j6/view"> Portfólio de Investimentos e Resultados de Pesquisas do Amazonas – Vol.03</a>, organizado pela Fapeam.</p>
<p>O objetivo do estudo foi quantificar o número de animais silvestres mortos para alimentar a população no Médio Solimões e alertar sobre os riscos que esse consumo pode acarretar. Foram coletadas amostras de tecido muscular de 2 cm<sup>3</sup>, com ajuda de policiais civis, em feiras e com a população do município. O estudo conseguiu investigar a presença desses patógenos nas amostras de carne, utilizando diferentes <em>primers</em> para amplificação de DNA Barcode. Os resultados mostraram sucesso tanto com o gene do citocromo B quanto com a região controle do DNA mitocondrial, métodos fundamentais para a identificação e análise das carnes contaminadas.</p>
<p>Para a pesquisadora, o apoio da Fapeam é importantíssimo para a realização de análises de patógenos e das possíveis zoonoses que podem ser adquiridas através do contato com as carnes contaminadas, além  da difusão da ciência.</p>
<p>“Mesmo antes da pandemia, já estávamos conscientes da importância deste tipo de estudo para a nossa região. Existem inúmeros patógenos que podem gerar zoonoses que ainda são desconhecidas. A Amazônia, como um todo, possui muitos aspectos a serem estudados, e o apoio da Fapeam em nosso estado é imprescindível para que estas pesquisas ocorram”, destacou Gravena.</p>
<h2><strong>Zoonoses em carnes de caça</strong></h2>
<p>Durante a análise das amostras também foram identificadas sinais de contaminação de 68% por <em>Trypanosoma Cruzi </em>(que causa a doença de Chagas), e 30% por <em>Toxoplasma gondii</em> (responsável pela toxoplasmose).</p>
<p>A bactéria que dá origem à hanseníase é transmitida por meio de secreções, e pode sobreviver fora do corpo por tempo variável a depender das condições climáticas.</p>
<p>“Quando o animal é tratado e durante seu armazenamento, os tecidos continuam liberando secreções e podem contaminar as outras carnes, e  os utensílios utilizados”, explicou.</p>
<p>Durante a pesquisa, foi possível identificar carne de caça de nove mamíferos: veado, anta, queixada, caititu, paca, cutia, tatu, capivara e peixe-boi. Dos nove tipos de mamíferos encontrados na pesquisa, três (anta, queixada e peixe-boi) são espécies listadas no Livro Vermelho da Fauna Ameaçada do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) como vulneráveis à extinção.</p>
<p>A Pesquisadora faz um alerta à população sobre consumo desses tipos de proteínas e reascende debates sobre a proliferação de doenças transmitidas por animais silvestres para pessoas.</p>
<p>“O estudo mostra os perigos que a população está correndo ao entrar em contato com animais silvestres. Estes animais são, em sua maioria, reservatórios de doenças, algumas já conhecidas, mas muitas que ainda necessitam estudos”, finalizou Waleska Gravena.</p>
<p>Em 2022, o resultado da pesquisa foi apresentado na VI Semana de Nutição com o tema “(In)Segurança Alimentar no Médio solimões, além de palestra aos discentes do curso de Ciências, Biologia e Química. Como resultado da pesquisa está sendo preparado um manuscrito para divulgação científica, além da intenção de testar outros patógenos que podem infectar humanos.</p>
<h2><strong>Universal Amazonas</strong></h2>
<p>O projeto foi desenvolvido com apoio do Programa de Apoio à Pesquisa–Universal Amazonas da Fapeam, edital Nº 006/2019, e continua sendo desenvolvido, agora com o apoio do Programa Universal – FAPEAM 20 anos, edital Nº 001/2023.  O Programa Universal apoia atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental do Amazonas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mais de 400 kg de pirarucu e um peixe-boi é apreendido em Tefé</title>
		<link>https://portalam.com.br/mais-de-400-kg-de-pirarucu-e-um-peixe-boi-e-apreendido-em-tefe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 22:32:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe-Boi]]></category>
		<category><![CDATA[Pirarucu]]></category>
		<category><![CDATA[Tefé]]></category>
		<category><![CDATA[Venda Ilegal]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 420 kg de pirarucu (Arapaima gigas) e um exemplar de peixe-boi-da-amazônia (Trichechus inunguis) abatido, foram apreendidos, nesta terça-feira (24), na orla do rio Tefé, na feira do município Tefé (a 523 quilômetros a oeste de Manaus). As autuações aplicadas pelos agentes ambientais até o momento totalizam R$ 12 mil. Devido à estiagem que atinge [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 420 kg de pirarucu (Arapaima gigas) e um exemplar de peixe-boi-da-amazônia (Trichechus inunguis) abatido, foram apreendidos, nesta terça-feira (24), na orla do rio Tefé, na feira do município Tefé (a 523 quilômetros a oeste de Manaus). As autuações aplicadas pelos agentes ambientais até o momento totalizam R$ 12 mil.</p>
<p>Devido à estiagem que atinge a cidade, a caça aos peixes-bois e botos se intensificou, uma vez que a captura desses mamíferos é facilitada pelo nível raso das águas do lago do município. Os infratores usam recursos como redes de pesca malhadeira e também arpões, martelos e armas de fogo. A carne da caça é levada para o corte em locais sem qualquer autorização sanitária e depois para o comércio em feiras da cidade, inclusive a Feira Municipal.</p>
<p>De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a operação  foi realizada para coibir a caça e a pesca ilegais, no município.</p>
<p>O mamífero é espécie ameaçada de extinção, conforme Apêndice I da Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora (Cites). Por sua vez, o pirarucu só pode ser capturado em áreas de manejo autorizadas.</p>
<p>As denúncias dos crimes ambientais foram enviadas ao Ibama por organizações não governamentais e também por unidade do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) atuante na região. As autuações aplicadas pelos agentes ambientais até o momento totalizam R$ 12 mil.</p>
<p>Participam da operação o ICMBio e a Polícia Militar Ambiental do Amazonas. As ações fiscalizatórias continuarão na região para coibir ilícitos ambientais. As denúncias podem ser feitas à Ouvidoria do Ibama pela Plataforma Fala.BR ou pelo telefone 0800 061 8080, com a possibilidade de serem realizadas de forma anônima.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Amazonas tem aumento no abate de bovinos no primeiro trimestre de 2024</title>
		<link>https://portalam.com.br/amazonas-tem-aumento-no-abate-de-bovinos-no-primeiro-trimestre-de-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jun 2024 11:35:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Abate]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Boi]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Ovos]]></category>
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					<description><![CDATA[O abate de bovinos chegou a 47.790 cabeças, no Amazonas, no primeiro trimestre de 2024. A alta foi de 28,7% em relação ao mesmo período do ano anterior e 20,4% superior em comparação ao 4o trimestre de 2023. Em relação ao primeiro trimestre de 2023, foram 10.673 cabeças de bovinos a mais no Estado. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="auto">O abate de bovinos chegou a 47.790 cabeças, no Amazonas, no primeiro trimestre de 2024. A alta foi de 28,7% em relação ao mesmo período do ano anterior e 20,4% superior em comparação ao 4o trimestre de 2023.</p>
<p dir="auto">Em relação ao primeiro trimestre de 2023, foram 10.673 cabeças de bovinos a mais no Estado.</p>
<p dir="auto">O abate de bovinos do primeiro trimestre deste ano, no Estado, representa 0,51% da produção nacional.</p>
<p dir="auto">No Brasil, no 1º trimestre de 2024, foram abatidas 9,3 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária. Essa quantidade representou uma variação positiva de 24,6% em comparação com o 1º trimestre de 2023 e aumento de 1,6% em relação ao 4º trimestre de 2023.</p>
<p dir="auto">A produção de 2,4 milhões de toneladas de carcaças bovinas no 1º trimestre de 2024 consistiu em um incremento de 24% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior e retração de 1,43% em relação ao apurado no 4º trimestre de 2023.</p>
<p dir="auto">As informações são da Pesquisa das Estatísticas da Produção Pecuária, divulgada hoje, 06, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://telegra.ph/file/b82e41c93330c4523c6cd.png" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Amazonas fica entre os 20 Estados com maior abate de bovinos</strong></p>
<p dir="auto">Na comparação, no ranking nacional, o Amazonas ficou com a 19a posição, entre as Unidades da Federação, no abate de bovinos. Na liderança ficaram os Estados de Mato Grosso (1.706.758 cabeças), Goiás (1.002.935 cabeças) e São Paulo (932.763 cabeças), sendo que esse último retrocedeu em 9.559 cabeças abatidas em relação ao quarto trimestre de 2023. Paraíba (13.213 cabeças), Rio Grande do Norte (15.722 cabeças) e Piauí (23.027 cabeças) tiveram os menores quantitativos de abate de bovinos.</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://telegra.ph/file/c6464c122bc3ade6d0ffc.png" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Peso total de carcaças bovinas ultrapassa 10 mil toneladas no primeiro trimestre</strong></p>
<p dir="auto">No Amazonas, o peso total das carcaças de bovinos abatidos foi de 11,1 mil toneladas no primeiro trimestre de 2024, o que consistiu em um incremento de 2,8 mil toneladas em relação ao mesmo trimestre do ano anterior e aumento de 2 mil toneladas em relação ao quarto trimestre de 2023. No primeiro trimestre deste ano, o Estado ficou em 5a posição no ranking entre os Estados do Norte do país na quantidade e peso de carcaças de bovinos abatidos.</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://telegra.ph/file/1853900cd4bb00745da9e.png" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Amazonas produz mais de 1 milhão de dúzias de ovos na comparação interanual</strong></p>
<p dir="auto">A quantidade de ovos produzidos no 1o trimestre de 2024, no Estado, alcançou quase 12 milhões de dúzias de ovos. A produção aumentou em 1 milhão de dúzias, na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Já na comparação com o quarto trimestre de 2023, o aumento foi de 726 mil dúzias de ovos.</p>
<p dir="auto">Em relação ao país, a produção de dúzias de ovos do Amazonas representa 1,08%.</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://telegra.ph/file/1b60002844ebd7db885a7.png" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Amazonas fica entre os 15 Estados maiores produtores de dúzias de ovos</strong></p>
<p dir="auto">Entre as Unidades da Federação, o Amazonas (11,9 milhões de dúzias) ficou em 15a posição na produção de dúzias de ovos, no primeiro trimestre de 2024. Os Estados com maior produção de dúzias de ovos foram São Paulo (290 milhões de dúzias), Paraná (111,2 milhões de dúzias) e Minas Gerais (101, milhões de dúzias). Os com menor produção, no 1o trimestre de 2024, foram Rio de Janeiro (1,5 milhão de dúzias), Acre (1,6 milhão de dúzias) e Roraima (2,8 milhão de dúzias).</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://telegra.ph/file/e52326a8900313b706cb9.png" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Amazonas aparece entre os Estados com menor produção </strong></p>
<p dir="auto"><strong>de leite cru, no primeiro trimestre</strong></p>
<p dir="auto">No primeiro trimestre de 2024, o Amazonas produziu 2,3 milhões de litros de leite cru, resfriado ou não, adquirido. O total representa 0,04% da produção nacional (6,2 bilhões de litros). Entre os Estados da Federação, o Amazonas ficou na vigésima quarta posição na produção de litros de leite cru adquirido. Os maiores produtores foram os Estados de Minas Gerais (1,6 bilhão de litros), Paraná (897,4 milhões de litros) e Santa Catarina (784,2 milhões de litros). Os Estados com as menores produções de leite cru adquirido, no primeiro trimestre de 2024, foram Amazonas (2.3 milhões de litros), Acre (3 milhões de litros) e Piauí (5 milhões de litros).</p>
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<div class="figure_wrapper"><img decoding="async" src="https://telegra.ph/file/7b479b1b8e3da59e82726.png" /></div><figcaption class="editable_text" dir="auto" data-placeholder="Caption (optional)"></figcaption></figure>
<p dir="auto"><strong>Mais sobre a pesquisa</strong></p>
<p dir="auto">A pesquisa fornece informações sobre o total de cabeças abatidas e o peso total das carcaças para as espécies de bovinos (bois, vacas, novilhos e novilhas), suínos e frangos, tendo como unidade de coleta o estabelecimento que efetua o abate sob fiscalização sanitária federal, estadual ou municipal. A periodicidade da pesquisa é trimestral, sendo que, para cada trimestre do ano civil, os dados são discriminados mês a mês.</p>
<p dir="auto">A partir do primeiro trimestre de 2018, atendendo solicitações de usuários para acesso mais rápido às informações da conjuntura da pecuária, passaram a ser divulgados os &#8220;Primeiros Resultados&#8221; da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, em nível Brasil, em caráter provisório. Eles estão disponíveis cerca de um mês antes da divulgação dos &#8220;Resultados Completos”. Os dados podem ser consultados no <a href="https://sidra.ibge.gov.br/pesquisa/abate/tabelas" target="_blank" rel="noopener"><u>Sidra</u></a>. A próxima divulgação dos primeiros resultados, relativos ao 2º trimestre de 2024, será em 13 de agosto, e os resultados completos, no dia 5 de setembro.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>IPTU 2024: Pagamento será realizado somente por código de barras em Manaus</title>
		<link>https://portalam.com.br/iptu-2024-pagamento-sera-realizado-somente-por-codigo-de-barras-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 20:39:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[código de barras]]></category>
		<category><![CDATA[IPTU]]></category>
		<category><![CDATA[Pagamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Devido a um problema técnico em alguns QR codes, para pagamento via PIX, disponibilizados nos carnês do Imposto sobre a Propriedade Territorial e Predial Urbana (IPTU) deste ano, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Finanças e Tecnologia da Informação (Semef), invalidou essa modalidade de pagamento. Segundo a Semef, o problema foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Devido a um problema técnico em alguns QR codes, para pagamento via PIX, disponibilizados nos carnês do Imposto sobre a Propriedade Territorial e Predial Urbana (IPTU) deste ano, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Finanças e Tecnologia da Informação (Semef), invalidou essa modalidade de pagamento.</p>
<p>Segundo a Semef, o problema foi identificado em lotes pontuais, mas, para evitar transtornos aos contribuintes, todos os QR codes gerados e impressos nos carnês foram cancelados.</p>
<p>O pagamento do IPTU 2024 se dará normalmente por meio dos carnês que vêm sendo distribuídos, via Correios. Para isso, somente o código de barras impresso no carnê deverá ser utilizado. O contribuinte também tem a opção de emitir a segunda via das guias diretamente no portal de serviços: manausatende.manaus.am.gov.br.</p>
<p>Mais informações poderão ser solicitadas pelo canal de atendimento do Manaus Atende, via número 156, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>IBAMA flagra comércio de carne de peixe boi e outros crimes ambientais em Coari</title>
		<link>https://portalam.com.br/ibama-flagra-comercio-de-carne-de-peixe-boi-e-outros-crimes-ambientais-em-coari/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2023 19:04:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[Coari]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Crimes]]></category>
		<category><![CDATA[Flagra]]></category>
		<category><![CDATA[Ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Peixe-Boi]]></category>
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					<description><![CDATA[No mercado municipal flagrou-se a comercialização de carne de peixe boi. Cerca de 12kg estavam armazenados em um balde. O Infrator foi autuado em R$ 90.000,00, sendo R$ 6.000,00 por quilo. A carne foi desprezada para se evitar novas formas de utilização. A espécie tem sido predada para o consumo humano na região. Criminosos se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No mercado municipal flagrou-se a comercialização de carne de peixe boi. Cerca de 12kg estavam armazenados em um balde. O Infrator foi autuado em R$ 90.000,00, sendo R$ 6.000,00 por quilo. A carne foi desprezada para se evitar novas formas de utilização.</p>
<p>A espécie tem sido predada para o consumo humano na região. Criminosos se aproveitam da fragilidade e das dificuldades impostas pela estiagem que facilitou a captura destes animais.</p>
<p>Na sala da administração do mercado municipal de Coari foi flagrada a guarda de 02 quelônios da espécie cabeçudo. A administradora da feira municipal foi autuada e multada no valor de R$ 10.000,00 e conduzida à delegacia para prestar esclarecimentos sobre comércio de carnes de animais silvestres e quelônios. A mesma teve que pagar fiança de 01 salário mínimo para ser liberada.</p>
<p>“Vimos apurando denúncias de venda constante de animais silvestres na feira municipal de Coari. Não podemos permitir que os espaços públicos sejam usados para o cometimento de crimes contra a fauna amazônica”, Pontuou o Superintendente do IBAMA no Amazonas, Joel Araújo.</p>
<p>Em vistoria em barcos pesqueiros foi identificado o transporte identificou-se o transporte sem o devido documento de comprovação de origem de 163 unidades de Pirarucu que totalizam cerca de 21 toneladas, a multa aplicada foi de R$ 815.000,00; O barco foi apreendido e o proprietário foi nomeado como fiel depositário; O pescado foi doado para comunidades indígenas da região.</p>
<p>Em outra ação a equipe encontrou um couro de onça sendo transportado em uma balsa regional. O responsável foi autuado em R$ 5.000,00 e o couro ficou sob a responsabilidade do IBAMA.</p>
<p>Flagrou-se ainda o transporte, transbordo, armazenamento e comércio de produtos perigosos (combustível) ilegais, tendo sido apreendidos 1280 litros que foram doados para a Prefeitura municipal de Coari-AM, além de outros produtos envolvidos na infração.</p>
<p>Ainda durante a operação, os servidores do IBAMA promoveram um treinamento para as forças policiais da Base Arpão com foco no transporte ilegal de combustíveis o que vai colaborar para a melhoria da atuação das forças policiais no combate ao transporte de combustível para o garimpo ilegal.</p>
<p>O nome da operação foi inspirado na ordem de mamíferos aquáticos, o peixe-boi-da-Amazônia.</p>
<p><strong>Resumo da Operação Sirênios:</strong></p>
<p>Foram lavrados 13 Auto de Infração, total de R$ 867.100,00 em multa.</p>
<p>Foram apreendidos 163 pirarucus, 02 barcos, 03 bombas de sucção, 1280 litros de óleo diesel, 12kgs de carne de peixe boi, 03 tartarugas, 01 couro de onça, 01 flutuante, 50 botijas de gás, 08 tambores de ferro, 15 carotes de plástico, 60 litros de óleo lubrificante, 190 litros de óleo queimado.</p>
<p>A Operação ocorre com a colaboração da Polícia Militar e Policia Civil do Amazonas</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Batalhão de Policiamento Ambiental apreendeu 781 kg de carne de animais silvestre em feira em Coari</title>
		<link>https://portalam.com.br/batalhao-de-policiamento-ambiental-apreendeu-781-kg-de-carne-de-animais-silvestre-em-feira-em-coari/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 11:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[animais silvestres]]></category>
		<category><![CDATA[Apreende]]></category>
		<category><![CDATA[Batalhão Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[Coari]]></category>
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					<description><![CDATA[Policiais do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb) da Polícia Militar do Amazonas, durante o cumprimento da operação Fronteira Mais Segura/Hórus, coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), apreenderam, nesta quinta-feira (04/05), cerca de 781 quilos de carne de animais silvestres, em uma feira, em Coari (a 363 quilômetros de Manaus). A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Policiais do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb) da Polícia Militar do Amazonas, durante o cumprimento da operação Fronteira Mais Segura/Hórus, coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), apreenderam, nesta quinta-feira (04/05), cerca de 781 quilos de carne de animais silvestres, em uma feira, em Coari (a 363 quilômetros de Manaus). A apreensão foi efetuada em conjunto com agentes do Departamento de Vigilância Sanitária, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Guarda Civil Municipal de Coari.</p>
<p>A apreensão ocorreu durante uma fiscalização de rotina realizada pela polícia, em parceria com os órgãos fiscalizadores, na feira do Produtor, localizada na Rua Rui Barbosa. Durante a ação, foi identificado que um comércio estava vendendo carne de animais silvestres.</p>
<p>Foram encontradas carnes de paca, queixada, anta, veado e mutum. Todo o produto, que totalizou 781 quilos, foi apreendido.</p>
<p>Os responsáveis pela comercialização, dois homens de 63 e 52 anos, foram presos e encaminhados à delegacia da Polícia Civil, onde foram apresentados pela prática de crimes ambientais, além de terem sido autuados pelos órgãos ambientais.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quatro países retiram embargo à carne brasileira após China</title>
		<link>https://portalam.com.br/quatro-paises-retiram-embargo-a-carne-brasileira-apos-china/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2023 20:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Embargo]]></category>
		<category><![CDATA[Retirado]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais quatro países seguiram o exemplo da China e voltaram a permitir a importação de carne bovina brasileira, informou o Ministério das Relações Exteriores nesta quinta-feira (23) à noite. O Itamaraty não relatou quais foram os países. Apenas informou, em nota, que seis países continuam a bloquear o produto: Bahrein, Cazaquistão, Catar, Irã, Rússia e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais quatro países seguiram o exemplo da China e voltaram a permitir a importação de carne bovina brasileira, informou o Ministério das Relações Exteriores nesta quinta-feira (23) à noite. O Itamaraty não relatou quais foram os países. Apenas informou, em nota, que seis países continuam a bloquear o produto: Bahrein, Cazaquistão, Catar, Irã, Rússia e Tailândia.</p>
<p>Após um mês de embargo por causa de um caso de mal da vaca louca atípico (não transmissível) no Pará, a China, principal comprador de carne bovina brasileira, anunciou a reabertura das importações. O anúncio foi feito pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, que se reuniu nesta quinta com o ministro da Administração Geral da Aduana Chinesa (GACC), Yu Jianhua.</p>
<p>Fávaro chegou à China antes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que desembarca no país asiático na segunda-feira (26) e passará uma semana em viagem oficial com uma comitiva de ministros, parlamentares e empresários.</p>
<p>“O Ministério das Relações Exteriores, por meio de sua rede de embaixadas, vem atuando desde o anúncio do caso de EEB [encefalopatia espongiforme bovina] para evitar fechamentos indevidos de mercados. Por meio de monitoramento ativo, o MRE detectou riscos de fechamento em 15 países”, destacou a nota. “Em quatro casos foi possível evitar o fechamento do mercado e em outros cinco, contando a China, os mercados foram momentaneamente fechados, mas já reabertos. Os esforços continuam com vistas à reabertura dos 6 mercados remanescentes – Bahrein, Cazaquistão, Catar, Irã, Rússia e Tailândia”, completou o comunicado.</p>
<p>O Itamaraty informou ainda que o governo brasileiro “recebeu com satisfação” a notícia da reabertura da China à carne bovina brasileira. Segundo o comunicado, o fim do bloqueio resultou de “intensas gestões diplomáticas”, seguidas da visita do ministro Carlos Fávaro ao país asiático. Ele participa de reuniões com autoridades chinesas, seminários e encontros com o setor produtivo antes da chegada do presidente Lula.</p>
<p><strong>Sem casos transmissíveis</strong></p>
<p>Essa foi a segunda vez em um ano e meio que o Brasil interrompe a exportação de carne bovina à China. De setembro a dezembro de 2021, o país asiático, maior comprador de carne do Brasil, suspendeu as compras após dois casos atípicos, em Minas Gerais e no Mato Grosso.</p>
<p>Até hoje, o Brasil não registrou casos clássicos de vaca louca, provocado pela ingestão de carnes e pedaços de ossos contaminados. Causado por um príon, molécula de proteína sem código genético, o mal da vaca louca é uma doença degenerativa também chamada de encefalite espongiforme bovina. As proteínas modificadas consomem o cérebro do animal, tornando-o comparável a uma esponja.</p>
<p>Além de bois e vacas, a doença acomete búfalos, ovelhas e cabras. A ingestão de carne e de subprodutos dos animais contaminados com os príons provoca, nos seres humanos, a encefalopatia espongiforme transmissível. No fim dos anos 1990, houve um surto de casos de mal da vaca louca em humanos na Grã-Bretanha, que provocou a suspensão do consumo de carne bovina no país por vários meses. Na ocasião, a doença foi transmitida aos seres humanos por meio de bois alimentados com ração animal contaminada.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vendas de carne bovina à China são suspensas após caso de vaca louca</title>
		<link>https://portalam.com.br/vendas-de-carne-bovina-a-china-sao-suspensas-apos-caso-de-vaca-louca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2023 16:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[Casos]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Suspensa]]></category>
		<category><![CDATA[vaca]]></category>
		<category><![CDATA[Vaca Louca]]></category>
		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[As exportações de carne bovina à China estão suspensas a partir de amanhã (23) por causa da confirmação de um caso de mal da vaca louca no Pará, conforme informado pelo Ministério da Agricultura na noite de hoje (22). Em nota, a pasta explicou que a suspensão segue o protocolo sanitário entre os dois países [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As exportações de carne bovina à China estão suspensas a partir de amanhã (23) por causa da confirmação de um caso de mal da vaca louca no Pará, conforme informado pelo Ministério da Agricultura na noite de hoje (22). Em nota, a pasta explicou que a suspensão segue o protocolo sanitário entre os dois países e descartou a existência de risco para o consumidor.</p>
<p>“O diálogo com as autoridades está sendo intensificado para demonstrar todas as informações e o pronto restabelecimento do comércio da carne brasileira”, informou o ministério em nota oficial.</p>
<p>O ministério também forneceu mais detalhes sobre o caso. Segundo a pasta, a doença atingiu um animal macho de nove anos, idade considerada avançada para bovinos, numa pequena propriedade em Marabá (PA). O animal era criado em pasto, sem ração, e teve a carcaça incinerada na fazenda, que foi interditada pelo governo do Pará em caráter preventivo.</p>
<p>Segundo o Ministério da Agricultura, o caso foi comunicado à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). As amostras foram enviadas para o laboratório referência da instituição em Alberta, no Canadá. Após análise o laboratório poderá confirmar se o caso é atípico, ou seja, sem risco de transmissão para outros bovinos e para humanos.</p>
<p>“Todas as providências estão sendo adotadas imediatamente em cada etapa da investigação e o assunto está sendo tratado com total transparência para garantir aos consumidores brasileiros e mundiais a qualidade reconhecida da nossa carne”, ressaltou o ministro Carlos Fávaro, em nota.</p>
<p><strong>Sem casos transmissíveis</strong></p>
<p>Esta será a segunda vez em um ano e meio que o Brasil suspende a exportação de carne bovina à China. De setembro a dezembro de 2021, o país asiático, maior comprador de carne do Brasil, suspendeu as compras após dois casos atípicos, em Minas Gerais e em Mato Grosso.</p>
<p>Até hoje, o Brasil não registrou casos clássicos de vaca louca, provocados pela ingestão de carnes e pedaços de ossos contaminados. Causado por um príon, molécula de proteína sem código genético, o mal da vaca louca é uma doença degenerativa também chamada de encefalite espongiforme bovina. As proteínas modificadas consomem o cérebro do animal, tornando-o comparável a uma esponja.</p>
<p>Além de bois e vacas, a doença acomete búfalos, ovelhas e cabras. A ingestão de carne e de subprodutos dos animais contaminados com os príons provoca nos seres humanos a encefalopatia espongiforme transmissível. No fim dos anos 1990, houve um surto de casos de mal da vaca louca em humanos na Grã-Bretanha, que provocou a suspensão do consumo de carne bovina no país por vários meses. Na ocasião, a doença foi transmitida aos seres humanos por meio de bois alimentados com ração animal contaminada.</p>
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		<title>Mesmo em queda, Brasil tem a terceira carne bovina mais cara da América Latina</title>
		<link>https://portalam.com.br/mesmo-em-queda-brasil-tem-a-terceira-carne-bovina-mais-cara-da-america-latina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Feb 2023 18:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Ranking]]></category>
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					<description><![CDATA[Mesmo entrando na terceira semana em queda com o preço da carne bovina no país, comprar o produto nas prateleiras frigoríficas e levar à mesa dos brasileiros tem se tornado um hábito cada vez mais restritivo. Mas isso não está acontecendo só em solo brasileiro, segundo estudo realizado pelo banco de dados da Numbeo, realizado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo entrando na terceira semana em queda com o preço da carne bovina no país, comprar o produto nas prateleiras frigoríficas e levar à mesa dos brasileiros tem se tornado um hábito cada vez mais restritivo. Mas isso não está acontecendo só em solo brasileiro, segundo estudo realizado pelo banco de dados da Numbeo, realizado neste início de ano, situa o Brasil na 78ª posição do ranking do quilo da carne bovina mais cara do mundo.</p>
<p>Mas quando trazemos este recorte para a América Latina, onde a renda tem menos disparidades, o Brasil tem o terceiro maior preço do quilo da carne bovina: R$ 41,87 o que representa cerca de 3% do salário mínimo de R$ 1.302,00. Na região, conforme filtro da Cuponation do estudo em cem países, o Chile tem a carne mais cara &#8211; conhecido há décadas por esta fama de “careiro”, o quilo chega a R$ 58,36, um dos motivos do alto preço é o fato do país estar localizado numa região andina.</p>
<p>Os uruguaios também passam por momentos de dificuldades em levar a proteína para casa, sendo o levantamento eles ocupam a segunda posição do ranking com o quilo chegando a casa dos R$ 56,72. No caso do Uruguai, dois fatores de peso são levados em consideração: a forte exportação da proteína e os preços relativamente altos, porque os uruguaios importam a grande maioria dos bens de consumo.</p>
<p>Segundo Fábio Pizzamiglio, diretor da Efficienza, empresa especializada no Comércio Exterior, &#8220;o preço da carne bovina é uma questão complexa que envolve fatores como a oferta e a demanda, o custo de produção, as políticas de comércio exterior de cada país, entre outros fatores&#8221;. Além disso, o especialista aponta que na América Latina,há uma forte relação entre o alto preço da carne e a exportação.</p>
<p>“Um exemplo disto está em países vizinhos, como Chile e Uruguai, que destinam uma boa parte de sua produção para fora de seus territórios. Além disso, a importação de bens de consumo também tem impacto direto sobre os preços internos&#8221;, completa.</p>
<p>No caso dos nossos hermanos argentinos, onde nenhuma refeição principal se come sem carne, ocupam a quinta posição do ranking, logo depois do Peru. Mas nada se compara com o preço da Suíça, onde o preço do quilo ultrapassa a marca de R$ 200,00, seguido pelo Líbano com média de preço de R$ 193,11 e Coréia do Sul com o preço de R$ 173,53.</p>
<p>Dentre os cem países listados, a Índia, onde boa parte da população é vegetariana, a pouca demanda e produção de carne faz o país ter o preço mais baixo do ranking, com média de R$ 29,00 o quilo, deixando-o na 100ª posição. O país é reconhecido por considerar as vacas como seres sagrados.</p>
<p><strong>Ranking dos 5 primeiros países na América Latina e no Mundo.</strong><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Na América Latina</strong><strong><br />
</strong>Chile | 58,36<br />
Uruguai | 56,72<br />
Brasil | 41,87<br />
Peru | 35,69<br />
Argentina | 32,27</p>
<p><strong>No mundo</strong><strong><br />
</strong>Suíça | 265,46<br />
Líbano | 193,11<br />
Coreia do Sul | 173,53<br />
Noruega | 145,60<br />
Holanda | 133,68</p>
<p>Pizzamiglio também destaca a importância do comércio exterior como uma solução para os desafios relacionados ao preço das carnes na região. “Ao explorarmos novas oportunidades de negócios e parcerias comerciais com outros países, é possível ampliar a oferta e, consequentemente, aumentar a concorrência no mercado, o que pode levar a preços mais acessíveis para o consumidor final”, completa o executivo, que afirma que é preciso olhar para o comércio exterior como uma ferramenta para solucionar os desafios da carne bovina na região.</p>
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		<item>
		<title>Procon-AM apreende mais de 112 kg de carne e outros produtos vencidos em supermercado de Manaus</title>
		<link>https://portalam.com.br/procon-am-apreende-mais-de-112-kg-de-carne-e-outros-produtos-vencidos-em-supermercado-de-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2023 16:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Apreende]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Procon-AM]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[supermercado]]></category>
		<category><![CDATA[vencidos]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-AM), apreendeu, hoje (17/01), mais de 112 quilos de carne imprópria para consumo, 10 quilos de pirarucu e outros produtos em um supermercado no bairro da Praça 14 de Janeiro, zona sul de Manaus. No estabelecimento, foram encontradas peças de carne e peixe com a coloração escura e com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-AM), apreendeu, hoje (17/01), mais de 112 quilos de carne imprópria para consumo, 10 quilos de pirarucu e outros produtos em um supermercado no bairro da Praça 14 de Janeiro, zona sul de Manaus. No estabelecimento, foram encontradas peças de carne e peixe com a coloração escura e com mau cheiro, impróprias para o consumo.</p>
<p>Os produtos expostos sem prazo de validade e com o prazo de validade vencido foram retirados das prateleiras, itens como ração para gatos, enlatados, pães, torradas, presunto, suco de laranja, polpa de frutas e material de limpeza. Todos os produtos apreendidos foram descartados no lixo.</p>
<p>De acordo com diretor-presidente do Procon-AM, Jalil Fraxe, as infrações no local resultaram na comprovação de irregularidades, e foram lavrados autos de constatação e infração, conforme previsto no Código Nacional de Defesa do Consumidor.</p>
<p>“É inaceitável que o estabelecimento venda produtos impróprios para o consumo humano, tentando burlar a veracidade da validade, desrespeitando o Código de Defesa do Consumidor”, afirmou Fraxe.</p>
<p>O chefe de fiscalização do Procon-AM, Pedro Malta, que esteve à frente da fiscalização, solicita aos consumidores que fiquem atentos à validade dos produtos nos estabelecimentos, que não comprem produtos sem prazo de validade e que, ao ver um produto com o prazo de validade vencido, denuncie.</p>
<p><strong>Denúncias e reclamações</strong></p>
<p>O Procon-AM realiza atendimento presencial, de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h, na avenida André Araújo, 1.500 – Aleixo, para atender a população e receber as denúncias, ou via telefone 0800 092 1512/ 3215 4009. Ou através <a href="mailto:dofiscalizacaoprocon@procon.am.gov.br">dofiscalizacaoprocon@procon.am.gov.br</a> site <a href="http://www.procon.am.gov.br">www.procon.am.gov.br</a>.</p>
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		<item>
		<title>Base Arpão apreende mais de 600 quilos de pescado e carne de animais silvestres em Coari</title>
		<link>https://portalam.com.br/base-arpao-apreende-mais-de-600-quilos-de-pescado-e-carne-de-animais-silvestres-em-coari/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 20:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[animais silvestres]]></category>
		<category><![CDATA[apreensão]]></category>
		<category><![CDATA[base arpão]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[Coari]]></category>
		<category><![CDATA[Pescado]]></category>
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					<description><![CDATA[Na madrugada desta segunda-feira (21/11), durante o cumprimento da operação Hórus/Fronteira Mais Segura, agentes que atuam na Base Fluvial Arpão, localizada em Coari (a 363 quilômetros de Manaus), coordenada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), apreenderam mais de 600 quilos de carne animal, entre pescado ilegal e carne de quelônio. De acordo com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na madrugada desta segunda-feira (21/11), durante o cumprimento da operação Hórus/Fronteira Mais Segura, agentes que atuam na Base Fluvial Arpão, localizada em Coari (a 363 quilômetros de Manaus), coordenada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), apreenderam mais de 600 quilos de carne animal, entre pescado ilegal e carne de quelônio.</p>
<p>De acordo com o relatório da ocorrência, os policiais iniciaram uma revista de rotina em uma embarcação pesqueira, onde foram encontrados 100 quilos de manta de pirarucu, 490 quilos de diversos tipos de peixes, incluindo espécies que estão protegidas pelo período do defeso, e 18 quilos de carne de quelônio, fato que constitui crime ambiental.</p>
<p>Com o material ilegal apreendido, o prejuízo ao crime está avaliado em mais de R$ 97 mil. Toda a carne animal foi apresentada na delegacia da Base Arpão.</p>
<p><strong>Base Arpão</strong></p>
<p>Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), sob o comando do general Carlos Alberto Mansur, a Base Arpão é uma unidade tem atuação integrada de efetivos das Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), Polícia Federal, Força Nacional e Secretaria de Operações Integradas (Seopi), do Ministério da Justiça e Segurança Pública.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Caminhões ficam parados e carnes estragam na BR-319</title>
		<link>https://portalam.com.br/caminhoes-ficam-parados-e-carnes-estragam-na-br-319/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Oct 2022 17:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[caminhões]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
		<category><![CDATA[ponte]]></category>
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					<description><![CDATA[Vídeos estão viralizando nas redes sociais, mostrando a situação de cargas de carne que estavam sendo transportadas na rodovia BR-319, sendo abandonadas em um lixão, por conta do desabamento da ponte sobre o rio Curuçá, que aconteceu na última quarta-feira (28). O desabamento da ponte aconteceu no quilômetro 25 da rodovia que liga Manaus a Porto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vídeos estão viralizando nas redes sociais, mostrando a situação de cargas de carne que estavam sendo transportadas na rodovia BR-319, sendo abandonadas em um lixão, por conta do desabamento da ponte sobre o rio Curuçá, que aconteceu na última quarta-feira (28).</p>
<div></div>
<div>O desabamento da ponte aconteceu no quilômetro 25 da rodovia que liga Manaus a Porto Velho, no trecho que fica no município de Careiro Castanho.</div>
<div></div>
<div>Os vídeos mostram que a dificuldade enfrentada por caminhoneiros para realizar a entrega dos produtos. De acordo com informações divulgadas pelo portal Em Tempo, os caminhoneiros estão precisando desviar o trajeto para Manaquiri (a 54 quilômetros de Manaus), porém, estão sem balsas para fazer a travessia, e por esse motivo, estacionaram desde o dia do desabamento e tiveram que descartar as carnes apodrecidas no lixão da cidade.</div>
<div>
<div>Ainda conforme as informações, a prefeitura de Manaquiri está dando todo suporte e apoio aos caminhoneiros que estão na cidade, fornecendo a eles alimentação e um local para descansar.</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Homem é preso por tenta comprar mais de R$ 1 mil de carne com PIX falso em Manaus</title>
		<link>https://portalam.com.br/homem-e-preso-por-tenta-comprar-mais-de-r-1-mil-de-carne-com-pix-falso-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 12:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[Compra]]></category>
		<category><![CDATA[Falso]]></category>
		<category><![CDATA[homem]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[preso]]></category>
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					<description><![CDATA[Manaus (AM) &#8211; Um homem, de 18 anos, foi preso, na tarde desta quinta-feira (25), após tentar comprar mais de R$ 1 mil em carne, frango e bebidas com um pix falso em um supermercado na avenida Torquato Tapajós, no bairro Flores, na Zona Centro-Sul. Funcionários do supermercado logo perceberam que se tratava de um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) &#8211; Um homem, de 18 anos, foi preso, na tarde desta quinta-feira (25), após tentar comprar mais de R$ 1 mil em carne, frango e bebidas com um pix falso em um supermercado na avenida Torquato Tapajós, no bairro Flores, na Zona Centro-Sul.</p>
<p>Funcionários do supermercado logo perceberam que se tratava de um golpe, quando o pix não chegava na conta do estabelecimento, então a polícia foi acionada. Os comparsas que estavam com o jovem fugiram antes da chegada dos agentes.</p>
<p>O suspeito contou à Polícia Militar que aprendeu a fazer o golpe do pix vendo vídeos na internet, e que tinha feito um acordo com o proprietário de um açougue para revender as carnes.</p>
<p>O rapaz foi preso e os produtos foram apresentados no 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>China retoma importação de carne brasileira</title>
		<link>https://portalam.com.br/china-retoma-importacao-de-carne-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2021 20:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Retomada]]></category>
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					<description><![CDATA[Economia &#8211; A China autorizou a retomada das importações de carne bovina brasileira, a partir desta quarta-feira (15). A suspensão da compra de carne do Brasil teve início em 4 de setembro, após a identificação de dois casos de bovinos com Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), registrados em Nova Canaã do Norte (MT) e em Belo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Economia &#8211; A China autorizou a retomada das importações de carne bovina brasileira, a partir desta quarta-feira (15). A suspensão da compra de carne do Brasil teve início em 4 de setembro, após a identificação de dois casos de bovinos com Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), registrados em Nova Canaã do Norte (MT) e em Belo Horizonte (MG).</p>
<p>A China é o principal destino da carne produzida no Brasil, para onde são destinados 48% de suas vendas globais. Em 2020, o total exportado àquele país superou US$ 4 bilhões.</p>
<p>Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a suspensão foi feita pelo Brasil “em respeito ao protocolo firmado entre os dois países, que determina esse curso de ação no caso de EEB, mesmo que de forma atípica”.</p>
<p>Ainda de acordo com o ministério, os animais desenvolveram a doença “de maneira espontânea e esporádica, não estando relacionada à ingestão de alimentos contaminados”. As autoridades brasileiras acrescentam que não há transmissão da doença entre os animais.</p>
<p>“Retomamos o fluxo normal de exportações para a China, após período de negociação, com trocas de informações e reuniões com equipes das autoridades chinesas. É uma boa notícia para o setor porque [a China] é o principal destino da exportação de carne bovina brasileira. Então, voltamos à situação que estávamos antes da suspensão”, disse hoje (15) o secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, José Guilherme Leal.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rússia vai retomar importação de carnes bovina e suína do Brasil</title>
		<link>https://portalam.com.br/russia-vai-retomar-importacao-de-carnes-bovina-e-suina-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Nov 2021 17:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Carne]]></category>
		<category><![CDATA[Portal AM]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Mundo &#8211; A Rússia retomará a importação de carne bovina e suína de 12 unidades brasileiras nesta semana, disse o regulador de segurança sanitária do país nesta terça-feira. A maioria das restrições aos produtores brasileiros de carne bovina e suína pela Rússia está em vigor desde 2017, devido a alegações do uso do aditivo ractopamina [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mundo &#8211; A Rússia retomará a importação de carne bovina e suína de 12 unidades brasileiras nesta semana, disse o regulador de segurança sanitária do país nesta terça-feira.</p>
<p>A maioria das restrições aos produtores brasileiros de carne bovina e suína pela Rússia está em vigor desde 2017, devido a alegações do uso do aditivo ractopamina na alimentação das criações, o que grupos brasileiros da indústria de carne negaram.</p>
<p>No mês passado, a Rússia já havia permitido a importação de carne bovina de três grandes exportadoras brasileiras.</p>
<p>A nova liberação, a partir de 25 de novembro, envolve nove unidades de suínos e três de carne bovina.</p>
<p>O departamento russo Rosselkhoznadzor não revelou os nomes dos frigoríficos.</p>
<p>&#8220;O Rosselkhoznadzor continua trabalhando na ampliação da lista de produtores brasileiros certificados para fornecer carne bovina à Rússia&#8221;, afirmou.</p>
<p>A liberação acontece após a ministra da Agricultura brasileira, Tereza Cristina, ter se reunido em Moscou na semana passada com o chefe do Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Rússia, Sergey Dankvert, que ainda garantiu a realização de uma visita de inspeção ao Brasil, no primeiro trimestre de 2022, visando habilitação de novas plantas frigoríficas brasileiras para exportação.</p>
<p>A Rússia, que no passado chegou a ser um dos maiores mercados para o Brasil, planeja estabelecer uma cota de importação isenta de impostos de até 200 mil toneladas de carne bovina em 2022 para aumentar a oferta doméstica, como parte das medidas que o governo espera que ajude a estabilizar a inflação doméstica, que está em máxima de cinco anos.</p>
<p>Para o Brasil, maior exportador mundial de carne bovina, a Rússia é um mercado promissor, já que suas exportações para a China foram temporariamente suspensas em setembro, depois que dois casos atípicos de doença da vaca louca foram relatados no país sul-americano.</p>
<p>Paralelamente, as autoridades alfandegárias da China disseram nesta terça-feira que aceitarão pedidos de importação de carne bovina brasileira que tenha recebido certificado sanitário antes de 4 de setembro.</p>
<p>O Brasil suspendeu as exportações de carne bovina para a China em 4 de setembro após detectar dois casos atípicos de doença da vaca louca, mas a carne que já estava nos portos continuou sendo exportada, com a maior parte não conseguindo passar pela alfândega na chegada à China.</p>
<p>Os casos foram considerados &#8220;atípicos&#8221; por serem de um tipo espontâneo, e não por transmissão no rebanho.</p>
<p>De acordo com a Organização Internacional de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês), casos &#8220;atípicos&#8221; não oferecem riscos à saúde humana e animal, e são em geral detectados em bovinos mais velhos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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