O efetivo de rebanho bovino, no Amazonas, somou 2,8 milhões de cabeças. Os municípios de Lábrea (652,3 mil cabeças), Boca do Acre (475 mil cabeças) e Apuí (293 mil cabeças) foram os maiores produtores. Já Atalaia do Norte (34 cabeças), Barcelos (47 cabeças) e São Gabriel da Cachoeira (110 cabeças) ficaram com menores quantitativos de bovinos.
Na região Norte esse quantitativo foi de 63 milhões e no país de 238, 6 milhões de cabeças de bovinos. O Brasil tem o segundo maior efetivo de bovinos do mundo, é o segundo maior produtor de carne bovina e o maior exportador.
Em um ano o quantitativo de bovinos, no Amazonas, aumentou em 800 mil cabeças; na região Norte em 1,9 milhão e no país em o aumento foi de 4 milhões de cabeças.
Os dados fazem parte da pesquisa de Produção Agropecuária Municipal (PPM), de 2023, que captou informações por meio da Rede de Coleta de Consulta a Informantes, e traz resultados com estimativas.
Destaques
- O rebanho bovino no Amazonas cresceu significativamente, somando 2,8 milhões de cabeças em 2023, com um aumento de 800 mil bovinos em apenas um ano. Os municípios com os maiores rebanhos foram Lábrea (652 mil), Boca do Acre (475 mil) e Apuí (293 mil);
- A produção de leite no Amazonas foi de 43,4 milhões de litros em 2023, com 89,7 mil vacas ordenhadas. Os principais produtores de leite no estado foram Autazes (12,4 milhões de litros), Careiro da Várzea (9 milhões) e Apuí (5 milhões);
- Na avicultura, o Amazonas produziu 4,6 milhões de galináceos em 2023, sendo 3,1 milhões de galinhas. Manaus foi o município com a maior produção de galináceos, com 2 milhões de cabeças, seguido por Manacapuru (724 mil) e Iranduba (398 mil);
- O Amazonas liderou a produção de ovos no Norte em 2023, com 62,7 milhões de dúzias de ovos de galinha e 623 mil dúzias de ovos de codorna. Manaus destacou-se como o maior produtor de ovos do estado, com 36,8 milhões de dúzias de ovos de galinha;
- O rebanho de ovinos e caprinos no Amazonas somou 38,6 mil e 15,4 mil cabeças, respectivamente, em 2023. Parintins foi o município com maior número de ovinos (4.300) e caprinos (2.500), seguido por Boca do Acre e Apuí;
- O efetivo de suínos no Amazonas atingiu 75,9 mil cabeças em 2023. Manaus foi o maior produtor de suínos no estado, com 11.470 cabeças, enquanto os menores quantitativos foram registrados em Atalaia do Norte, Barcelos e Benjamim Constant;
- A produção de mel no Amazonas, em 2023, foi de 34,4 mil quilos, representando apenas 0,054% do total nacional. Manaus liderou a produção estadual com 8,2 mil quilos, seguido por Humaitá e Maués.
- O tambaqui foi o peixe mais produzido no Amazonas, com destaque para Rio Preto da Eva (1,5 milhão de quilos) e Iranduba (1,16 milhão de quilos). A produção total de tambaqui no estado foi de 6,5 milhões de quilos;
- O Amazonas representou 16,6% da produção nacional de peixes, com grande participação na produção de peixes redondos, como tambaqui, tambacu e tambatinga. A região Norte foi responsável por 60,3% da produção nacional desses peixes em 2023.
Rebanho bovino do Amazonas aumenta em 800 mil cabeças em um ano
O efetivo de rebano bovino, no Amazonas, somou 2,8 milhões de cabeças e os municípios de Lábrea (652,3 mil cabeças), Boca do Acre (475 mil cabeças) e Apuí (293 mil cabeças) foram os maiores produtores. Já Atalaia do Norte (34 cabeças), Barcelos (47 cabeças) e São Gabriel da Cachoeira (110 cabeças) ficaram com menores quantitativos de bovinos.

Na região Norte esse quantitativo foi de 63 milhões e no país de 238, 6 milhões de cabeças de bovinos. O Brasil tem o segundo maior efetivo de bovinos do mundo, é o segundo maior produtor de carne bovina e o maior exportador.
Em um ano o quantitativo de bovinos, no Amazonas, aumentou em 800 mil cabeças; na região Norte em 1,9 milhão e no país em o aumento foi de 4 milhões de cabeças.

Na região Norte, o Pará se destacou como o segundo maior produtor
bovino do país
No Norte, entre as Unidades da Federação e municípios produtores de rebanho bovino, destacaram-se o Estado do Pará (com 25 milhões de cabeça), ficando em segundo lugar no ranking nacional, e o município de Porto Velho (RO) com uma produção de 1,8 milhão de cabeças.
O Pará, que alcançou a segunda colocação com 25 milhões de cabeças (alta de 1%), em relação ao ano anterior, só perdeu para o Mato Grosso que se manteve como detentor do maior rebanho, com 14,2% do efetivo nacional. O terceiro lugar ficou com Goiás, com 23,7 milhões de animais, seguido por Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Juntos os cinco principais estados produtores de bovinos concentraram 52% do rebanho nacional.

Amazonas produz mais de 40 milhões de litros de leite mas fica nas últimas posições do país
O estado ordenhou 89,7 mil de cabeças de vacas e teve uma produção de 43,4 milhões de litros de leite, em 2023, mas ficou na 23a entre as Unidades da Federação. Os maiores produtores foram Minas Gerais (9,4 bilhões de litros), Paraná (4,6 bilhões de litros) e Rio Grande do Sul com produção de 4,1 bilhões de litros. Por sua vez, os estados que menos produziram leite ano passado foram Amapá (4,9 milhões de litros), Roraima (19,5 milhões de litros) e Distrito Federal (30,6 milhões litros).

Entre os estados da região Norte, o Amazonas ficou na quarta posição na produção de leite, com 43,4 milhões de litros. A liderança foi de Rondônia com 644,2 milhões de litros de leite e o estado do Norte com a menor produção foi Amapá, com 4,9 milhões de litros.
Os municípios amazonenses com maior produção leiteira foram Autazes (12,4 milhões de litros), Careiro da Várzea (9 milhões de litros) e Apuí (5 milhões de litros).

Com 4,9% na participação nacional da produção de leite, a região Norte ocupou a última posição entre as cinco grandes regiões brasileiras, em 2023, com a ordenha de 1,9 milhões de vacas e produção de 1,8 bilhões de litros de leite.
Pelo terceiro ano consecutivo a região Sul se manteve como líder na produção de leite, com 33,6%. Os estados dos Sul do país produziram 11,9 bilhões de litros de leite. A região Sudeste, com produção de 11,7 bilhões de litros leite, ficou em segundo lugar na participação nacional, com um percentual de participação de 33% . A região Nordeste, com 6,35 bilhões de litros de leite, ficou com a terceira posição, ocupando assim 17,8% na participação nacional. Por fim, a região Centro-Oeste apareceu em quarto lugar com participação de 10,7% na produção nacional de leite.
Minas Gerais foi o estado que liderou, em quantidade de animais ordenhados, com três milhões de vacas ordenhadas, e foi responsável por 10,4% do total nacional. Em seguida vieram Paraná e Rio Grande do Sul.

No país, foram ordenhadas 15,7 milhões de vacas e produzidos 35,4 bilhões de litros de leite. O preço médio nacional, estimado do leite, ficou em R$ 2,27, por litro de leite, recuo de 1,9% se comparado aos R$ 2,31 pagos no ano anterior. Apesar disso, o Brasil é o sexto maior produtor mundial de leite, com o terceiro maior efetivo de vacas ordenhadas.
Amazonas produz mais de quatro milhões de galináceos, sendo galinhas
3,1 milhões
Entre os estados do Norte, o Amazonas liderou na produção de galinhas, totalizando 3,1 milhões em 2023. A menor produção foi do Amapá, com 8,7 mil galinhas.
Na produção de galináceos o Amazonas ficou na quarta posição com um total produzido de 4,6 milhões. A liderança na produção de galináceos foi do Pará (29,4 milhões de cabeças) e a menor ficou novamente com o Amapá (74,1 mil cabeças).
Os galináceos são aves da espécie Gallus gallus (galos, galinhas, frangos, pintos e pintainhas). Já as galinhas são aves fêmeas da espécie Gallus gallus destinadas à produção de ovos, independentemente do destino da produção (consumo, industrialização ou incubação), incluindo poedeiras e matrizeiras.

Os municípios amazonenses que ficaram na frente na produção de galináceos foram Manaus, com 2 milhões de cabeças; Manacapuru (724.102 cabeças) e Iranduba (397.937 cabeças). As maiores produções de galinhas, em 2023, foram também dos municípios de Manaus (1,6 milhão), Manacapuru (326 mil) e Iranduba (297.526 cabeças).

Amazonas lidera a produção de ovos no Norte
Com uma produção de 62,6 milhões dúzias de ovos de galinha e 623 mil de ovos de codorna, o Amazonas, em 2023, liderou a produção de ovos no Norte do país. A segunda e terceira posição na produção de ovos de galinha ficaram com os estados de Tocantins (53,2 milhões de dúzias de ovos) e Pará (40 milhões de dúzias de ovos). Já na produção de ovos de codorna a segunda e a terceira posição foram, respectivamente de Rondônia (570 mil) e Roraima (175 mil).

Com uma produção de 36,8 milhões de dúzias de ovos de galinha e 212 mil ovos de codorna, Manaus liderou entre os municípios amazonenses. Em seguido, os municípios com maior produção de ovos de galinha e codorna, respectivamente, foram Manacapuru (6,9 milhões de dúzias de ovos de galinha e 127 mil de ovos de codorna) e Iranduba (5,9 milhões de dúzias de ovos galinha e 78 mil ovos de codorna).

Mesmo com produção de mais de 200 milhões de dúzias de ovos, Norte tem o menor resultado entre as grandes regiões do país
Regionalmente a produção de ovos apresentou a mesma sequência que os efetivos de galinha, portanto, a região Norte apareceu em última posição, entre as regiões, com um resultado de 201 milhões de dúzias de ovos, representando 4% do total nacional.

A liderança ficou com a região Sudeste, que produziu 2 bilhões de dúzias de ovos; seguida pelas regiões Sul (1,2 bilhão de dúzias de ovos); região Nordeste (976 milhões de dúzias de ovos) e região Centro-Oeste (683,7 milhões de dúzias de ovos).

Amazonas soma 39 mil cabeças de ovinos e 15,4 mil de caprinos
Os efetivos dos rebanhos de ovinos e caprinos no Amazonas, em 2023, totalizaram respectivamente, 38.681 e 15.414 cabeças. No Norte o quantitativo de ovinos foi de 624.608 cabeças e o de caprino de 129.010 cabeças. Já no país, o efetivo de ovinos alcançou 21,8 milhões de cabeças e o de caprinos 12,9 milhões.

Entre os municípios com maiores efetivos de caprinos, no Amazonas, destacaram-se Parintins (2.500 cabeças), Nhamundá (1.371 cabeças) e Apuí (1.225 cabeças). No efetivo do rebanho de ovinos lideraram Parintins (4.300 cabeças), Boca do Acre (4.270 cabeças) e Apuí (3.500 cabeças).
Entre os estados do Norte, o Amazonas ficou em terceira posição no rebanho de caprinos (15.414 cabeças) e em quinta no efetivo de ovinos (38.681 cabeças). Tanto a liderança em caprinos (66.252 cabeças) quanto em ovinos (272.487 cabeças) ficou com o estado do Pará e os menores quantitativos em caprinos (1.883 cabeças) e em ovinos (2.241 cabeças) ficaram com o Amapá.
No ranking Brasil, o Amazonas ficou com a vigésima posição em efetivos de caprinos (15.414 cabeças) e no de ovinos (38.681 cabeças) ficou com a vigésima terceira posição. A liderança em caprinos e ovinos, respectivamente ficou com a Bahia (4 milhões e 5 milhões de cabeças).

Rebanhos de ovinos e caprinos do Norte aumentam em quase 3%
A região Norte foi a segunda, ano passado, com maior aumento dos rebanhos de ovinos e caprinos (2,8% para caprinos e 3,7% para ovinos), só perdendo para a região Nordeste (com 4,5% de aumento de caprinos e 3,2% de ovinos).
A região Nordeste, com 96% do total de caprinos e 71,2% de ovinos, foi a principal responsável pelo aumento nacional. Bahia e Pernambuco respondem pelo primeiro e o segundo maior efetivo, respetivamente em ambas as criações: 30,7% do rebanho de caprinos e 23% do rebanho de ovinos do país são baianos; enquanto que 26,1% e 16,9% desses efetivos, respectivamente, são pernambucanos.
A região Sul mantém 19,4% do efetivo nacional destes rebanhos e o Rio Grande do Sul é o maior produtor de lã do país, originando 95% da produção nacional em 2023.
Efetivo do rebanho de suínos supera 75 mil cabeças, no estado
O efetivo do rebanho de suínos no Amazonas somou, ano passado, 75.971 cabeças. Na região Norte o rebanho chegou a 1,5 milhão de cabeças e no país somou 43 milhões de cabeças.
Os municípios com maior efetivos de suínos, no estado, foram Manaus (11.470 cabeças), Envira (7.420 cabeças) e Apuí (6 mil cabeças). Os menores efetivos foram de Atalaia do Norte (35 cabeças), Barcelos (55 cabeças) e Benjamim Constant (67 cabeças).

Região Norte ficou, ano passado, com pouco mais de 3% do efetivo de suínos
Do efetivo de 43 milhões de cabeças de suínos no país, a região Norte ficou com 3,4% do total nacional, em 2023. A região Sul, historicamente predominante na criação, concentrou 51,9% do efetivo de suínos. Já as regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste ficaram, respectivamente com o percentual de efetivo de suínos de 16,9%, 14,9% e 12,9%.

Na Pesquisa Trimestral do Abate de Animais foi observado um aumento de 1,3% no abate de suínos, alcançando um recorde em 2023, porém demonstrando uma desaceleração do crescimento do setor. Houve também recorde nas exportações de carne suína in natura, de acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
Amazonas tem 0,054% da produção de mel do país
Com uma produção de 34,4 mil quilos de mel, em 2023, o Amazonas representou 0,054% do total da produção nacional que foi de 64,2 milhões de quilos, ano passado. Entre as Unidades da Federação ficou na 24a posição e entre os estados do Norte na quinta posição.
Dos 62 municípios do estado, em 36 foi identificada produção de mel, sendo que os maiores produtores, ano passado, foram Manaus (8.200 quilos), Humaitá (5.250 quilos) e Maués (2.700 quilos).

No Norte, a liderança ficou com o Pará (727,3 mil quilos) e a menor produção foi do Acre (9 mil quilos).

No país, os estados que mais produziram mel foram Rio Grande do Sul (9,1 milhões de quilos), Piauí (8,8 milhões de quilos) e Paraná (8,5 milhões de quilos) e os menores produtores foram Acre (9 mil quilos), Amapá (19,4 mil quilos) e Distrito Federal (32,5 mil quilos).
Tambaqui foi o peixe de maior produção no estado e dois municípios lideram
A maior produção de aquicultura, no Amazonas, em 2023, foi do tambaqui. Entre os 42 municípios produtores, dois municípios se destacaram: Rio Preto da Eva (1.500.000 quilos) e Iranduba (1.162.000 quilos). Manaus ficou na terceira posição com a produção de 770.000 quilos de tambaqui.
A segunda maior produção, no Estado, foi de matrinxã. Dos 62 municípios do Amazonas, 27 produziram a matrinxã, porém Rio Preto da Eva liderou com 1.000.000 de quilos, seguido de Manacapuru (640.000 quilos).
Outras espécies produzidas em 2023, no estado, foram o curimatã (3.800 quilos); piau, piapara, piaçu, piava (15.000 quilos); pirapitinga (210.000 quilos); pirarucu (271.580 quilos); tambacu, tambatinga (7.700 quilos); tambaqui (6,5 milhões de quilos) e alevinos (25,5 milhões).

Região Norte fica com 16,6% da produção nacional de peixes
A região Norte , que já foi o segundo maior produtor de peixes do país, apesar de apresentar aumento na sua produção e ficar com 16,6% do total nacional, porém em menor escala (2,7% ou acréscimo de 2,9 mil toneladas), em 2023, foi ultrapassada, pelas regiões Nordeste (18,2%) e Sudeste (17,7%), mas ficou acima da região Centro-Oeste (12,8%). A região Sul manteve-se como a principal produtora de peixes, com 34,7% do total brasileiro.
O Norte ficou, ano passado, com 60,3% da produção de peixes redondos do país (tambaqui, tambacu e tambatinga), e o tambaqui foi o destaque entre esse grupamento na produção nortista, que atingiu 94,4 milhões de quilos de peixes redondos. Na sequência, no mesmo grupamento, as maiores participações foram do Nordeste (20,5%) e Centro-Oeste (18,6%).Rondônia foi o principal produtor de peixes da espécie redonda, com 30,3% do total nacional, devido à relevância do tambaqui (99,6% da produção estadual).
Tambaqui e a categoria tambacu e tambatinga foram, após a tilápia, as espécies mais produzidas no Brasil, resultando em um total de 156,6 milhões de quilos ou 23,9% da produção geral, sendo 17,3% de tambaqui e 6,6% de tambacu e tambatinga.
Desde o início do levantamento feito pela PPM, a tilápia foi identificada como o peixe mais produzido no país. Em 2023 sua produção correspondeu a 67,5% do total de peixes. Em relação ao ano anterior o aumento foi de 7,6% e resultou em 442,2 milhões de quilos. Quase metade desse total (47%) foi proveniente da região Sul, devido principalmente ao Paraná, responsável por 37,6% da produção nacional de tilápia (166,1 milhões de quilos).

Sobre a PPM
A pesquisa Pecuária Municipal (PPM) fornece informações sobre os principais efetivos da pecuária existentes nos Municípios brasileiros na data de referência (31 de dezembro de 2023). Ela também traz números da produção de origem animal e o seu respectivo valor no ano em questão. Constitui a principal fonte de estatísticas sobre o tema, não apenas os planejamentos público e privado desse segmento, como também para a comunidade acadêmica e o público em geral.
Os dados são obtidos pela Rede de Coleta do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mediante consulta a entidades públicas e privadas, produtores, técnicos e órgãos ligados direta ou indiretamente à produção, comercialização, industrialização, fiscalização, fomento e assistência técnica à agropecuária.A unidade de investigação da PPM é o Município.









