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Amazonas: 34 mil trabalharam por meio de plataformas digitais

Redação por Redação
26 de outubro de 2023
em Amazônia
Fotos - Oliveira Júnior / Manauscult

Fotos - Oliveira Júnior / Manauscult

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No Amazonas, 1,9% de trabalhadores ocupados, na faixa etária de 14 anos ou mais, exceto os empregados no setor público e militares; realizavam trabalho por meio de plataformas digitais de serviços ou obtinham clientes e efetuavam vendas por meio de plataformas de comércio eletrônico no trabalho principal.

Proporcionalmente, o Amazonas foi o sexto que mais utilizou trabalhos por plataformas digitais de serviços, no quarto trimestre de 2022.

No ranking nacional o Rio de Janeiro saiu na frente com 3,3%, seguido pelo Distrito Federal (2,3%) e Alagoas (2,3%).

No país, a população ocupada de 14 anos ou mais de idade, exceto os empregados no setor público e militares, foi estimada em 87,2 milhões de pessoas, das quais 2,1 milhões realizavam trabalho por meio de plataformas digitais de serviços ou obtinham clientes e efetuavam vendas por meio de plataformas de comércio eletrônico, como forma de trabalho principal. Desse total, 1.490 mil pessoas trabalhavam por meio de aplicativos de serviços, e 628 mil utilizavam plataformas de comércio.

No Amazonas, o total de ocupados foi de 1,5 milhão, mas somente 34 mil trabalharam por meio de plataformas digitais. Na Região Metropolitana de Manaus eram 1 milhão de trabalhadores, sendo que 33 mil trabalhavam por meio de plataformas. Com isso a RM Manaus concentrou 97% dos trabalhadores do Estado que usavam a plataformas digitais para trabalhar.

Região Metropolitana de Manaus entre as dez capitais no uso de plataformas digitais para trabalho

Entre as Regiões Metropolitanas brasileiras onde as pessoas mais trabalharam por meio de plataformas digitais de serviços, Manaus (2,6% de trabalhadores) ficou com a décima posição. O Rio de Janeiro ocupou novamente a primeira posição no ranking com 4% do total de trabalhadores e Grande Vitória (Espírito Santo) ficou com o menor percentual, 1,7%.

Região Norte e o trabalho por meio de plataformas digitais

Na região Norte, 1,4% das pessoas ocupadas, na semana de referência da pesquisa, trabalhavam por meio de plataforma digital de serviço. Com 862 mil trabalhadores plataformizados a região Sudeste registrou o maior percentual (2,2%) no país. Nas demais regiões o percentual variou entre 1,3% e 1,4%.

Plataformas utilizadas

No país, esse grupo abrange tanto as plataformas de serviços executados in loco, como faxina, lavagem, cuidado de pessoas, reformas e reparos quanto as voltadas a serviços profissionais executados online como os de engenharia e arquitetura, tradução e redação, TI e programação, designe, serviços jurídicos, consultas médicas online, entre outras. Entre os principais estão: Os aplicativos de transporte particular de passageiros (704 mil pessoas); aplicativos de entrega de comida, produtos, etc (589 mil pessoas); aplicativos de táxi (207 mil pessoas); e os aplicativos de prestação de serviços gerais ou profissionais (197 mil pessoas).

Trabalhadores plataformizados (idade e sexo)

No universo da pesquisa, entre os homens ocupados no setor privado, 81,3% trabalharam por meio de plataformas digitais de serviços, em seu trabalho principal. Com relação as mulheres, 18,7% exerceram o trabalho principal por meio de plataforma digital de serviços. A faixa etária mais atuante, em ambos os grupos, foi a de 25 a 39 anos.

Trabalhadores plataformizados (grau de instrução)

Ao analisar a população ocupada por nível de instrução, observa-se que, entre os plataformizados, prevaleciam as pessoas com níveis intermediários de escolaridade, sobretudo com nível médio completo ou superior incompleto (61,3%).

Trabalhadores plataformizados (cor e raça)

Quanto a composição por cor ou raça, à nível nacional, as pessoas que se identificaram como sendo da cor preta tiveram o menor percentual de trabalhadores plataformizados (12,2%). O maior número de plataformizados ficou com pessoas brancas (44%) e pardas (42,9%).

Trabalhadores plataformizados (condição de trabalho)

No Brasil, os trabalhadores por conta própria (77,1%), prevaleceram sobre os demais grupos de plataformizados, seguidos pelos trabalhadores sem carteira assinada (9,3%) e os com carteira assinada (5,9%).

Trabalhadores plataformizados (atividades econômicas)

No país, os trabalhadores de transporte, armazenagem e correios (67,3%) foram os que mais utilizaram plataformas digitais de trabalho, seguidos por trabalhadores de alojamento e alimentação (16,7%) e Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (3,2%).

Por grupamentos de ocupação a maior utilização de plataformas digitais para trabalho foi do grupo de operadores de instalações, máquinas e montadoras (67,9%), seguido de trabalhadores dos serviços, vendedores dos comércios e mercados (14%).

Rendimentos por meio de plataformas digitais nas regiões brasileiras

No Amazonas, o rendimento médio das pessoas que trabalharam por meio de plataforma digital, na semana de referência, alcançou R$1.772,00. Isso colocou o Estado entre as últimas posições no ranking nacional (25º). O Mato Grosso do Sul foi o Estado com a melhor remuneração (R$5.155,00).

 O Norte do país ficou com o segundo menor rendimento (R$ 2.024,00), por meio de trabalhos em plataformas digitais, ficando a frente apenas do Nordeste (R$1.890,00). As regiões que mais se destacaram foram o Sul (R$ 3.263,00), o Centro-Oeste (R$ 3.228,00) e o Sudeste (R$ 2.923,00).

Rendimento conforme o nível de instrução

No Brasil, o grupo de pessoas com ensino superior completo obteve maiores rendimentos com plataformas digitais (R$ 4.319,00). Já as pessoas com apenas o ensino médio completo e superior incompleto, alcançaram (R$ 2.444,00). àqueles com fundamental completo e médio incompleto (R$ 2.253,00); e os plataformizados sem instrução e fundamental incompleto (R$ 2.044,00).

Média de horas habitualmente trabalhadas por trabalhadores plataformizados

Os trabalhadores amazonenses que trabalharam por meio de plataforma digital tiveram uma média de horas semanais trabalhadas, bem superior aos trabalhadores normais. Em média trabalharam 44,3 horas contra 37,5 dos outros trabalhadores.

No Brasil, a pesquisa identificou que os trabalhadores plataformizados tinham, em média, uma jornada de trabalho habitual de 6,5 horas mais extensa que a dos demais ocupados. Se for considerada a média de horas trabalhadas em plataformas digitais, a região Sul é a que se destacou frente as demais com (47,9%), seguida pela Centro-Oeste (46,4%), pela Sudeste (45,9%), a Nordeste (45,2%) e a Norte (44,6%).

Situação de informalidade e contribuição com a previdência social

Em 2022, no Brasil, 60,8% dos trabalhadores contribuíram com a Previdência Social, mas quando se fala de trabalho por meio de plataformas digitais esse percentual reduz para 35,7%.

Na região Norte, apenas 15,8% dos trabalhadores plataformizados contribuíram com a Previdência Social, em 2022. A maior contribuição foi dos plataformizados da região Sul (50,1%), seguida pelo Centro-Oeste (36,8%), pelo Sudeste (36,7%) e pelo Nordeste (28,8%).

Informalidade e trabalho com plataformas digitais é maior no Norte do país

O percentual de pessoas ocupadas, em situação de informalidade, e que trabalhavam como plataformizados em 2022, no país, foi de 70,1%. A região Norte liderou índice, com 90,1% de trabalhadores informais atuando com plataformas digitais. Em seguida veio a região Nordeste (76,1%), a Centro-Oeste (68,9%), a Sudeste (68,7%), e a Sul (58,7%).

Dependência dos trabalhadores em relação as plataformas digitais

A PNAD Contínua investigou a dependência dos plataformizados em relação aos aplicativos no que se refere a aspectos do trabalho tais como: o acesso aos clientes, a avaliação das atividades realizadas, as ferramentas necessárias para a condução do trabalho, a facilitação de pagamentos e a distribuição e priorização dos trabalhos a serem realizados.

A pesquisa descobriu que os trabalhadores que usaram aplicativo de transporte particular de passageiros tinham maior dependência no valor a ser recebido por cada tarefa (97,3%) do que os aplicativos de táxi (79,9%), os de entrega (84,3%) e os de prestação de serviços gerais ou profissionais (31,9%). Com relação aos clientes a serem atendidos a dependência maior era de

Para todos os aspectos pesquisados, os trabalhadores de aplicativos de transporte de passageiros (exceto táxi) e os entregadores, que utilizavam aplicativos de entrega, revelaram os maiores graus de dependência em relação à plataforma.

 Entre as mesmas atividades citadas anteriormente o maior tipo de dependência em relação a plataforma era com relação a forma de recebimento de pagamento. Apenas os trabalhadores de apps de prestação de serviço gerais ou profissionais demonstraram menos problemas com relação a esse tópico.

Trabalhadores de plataformas digitais tem maior jornada de trabalho

A PNAD Contínua observou que os trabalhadores de apps tinham, em média, jornadas semanais mais extensas em comparação aos não plataformizados. Apesar de incentivos e bônus, mais de 40% dos motoristas de aplicativos (exceto táxi) relataram ter jornada influenciada por ameaças de punições ou bloqueios.

A pesquisa destacou como desafios para as plataformas digitais, segundo a OIT:

-Direitos trabalhistas e seguridade social;

-Capacidade de geração de renda adequada

-Extensão das jornadas de trabalho.

Síntese trabalhadores plataformizados em 2022

A PNAD contínua Teletrabalho e Plataformas Digitais identificou que a maioria dos plataformizados era de homens (81,3%); com nível de instrução entre o médio completo e o superior incompleto (61,3%) ; trabalhavam por conta própria (77,1%); atuavam com atividades de transporte, armazenagem e correio (67,3%); geralmente no grupamento ocupacional de operadores de instalações, máquinas e montadores (67,9%); baixa contribuição com a previdência (35,7%); e a maioria trabalhava, em 2022, em situação de informalidade (70,1%).

Trabalho com plataformas de comércio eletrônico

O comércio eletrônico foi outra forma muito procurada de ocupação, em 2022. A pesquisa da PNAD Contínua identificou que o segmento foi mais buscado por homens (57,4%); por pessoas da cor branca (58,7%); pessoas com faixa etária entre 25 e 39 anos; por trabalhadores com ensino médio completo e superior incompleto (53,8%); com posição de trabalhador por conta própria (78,4%); que obtinham rendimento médio de R$ 3.688,00 por mês, trabalhando uma média de 40,4 horas semanais; e apenas 57,1% contribuíam para previdência social.

Trabalho Remoto e Teletrabalho

Em 2022, havia 7,4 milhões de pessoas em teletrabalho no país, de forma habitual ou ocasional. Isso representa 7,7% do total de ocupados que não estavam afastados do trabalho (96,7 milhões). Os dados são do módulo inédito Teletrabalho e trabalho por meio de plataformas digitais 2022 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua

A ocorrência da pandemia de COVID-19, iniciada em 2020, incentivou um aumento do número de pessoas que passaram a trabalhar de forma remota, sobretudo no próprio domicílio, ou também em cafés, espaços coworking (desde que não estejam sob o controle do empregador ou cliente etc.).

Para fins de classificação dessa pesquisa, as pessoas ocupadas que trabalharam pelo menos 1 dia, dos 30 do período de referência, em um local alternativo, foram consideradas como tendo realizado trabalho remoto. Nesse subgrupo, aqueles que utilizaram equipamentos de Tecnologia,Informação e Comunicação (TIC) para realizar as tarefas laborais foram classificados como teletrabalhadores.

Assim, as pessoas também exerceram atividades na subcategoria do trabalho remoto, o teletrabalho. Nessa, se utilizam dispositivos eletrônicos pessoais, tais como computador, tablet ou telefone (celular ou fixo) para realização do trabalho.

No ranking nacional o Amazonas (3,7%) foi o 24o Estado com pessoas ocupadas com teletrabalhos, no quarto trimestre de 2022. Isso equivale a 65 mil pessoas. Na Região Metropolitana de Manaus, 4,7 % realizaram teletrabalho (54.000). Os melhores resultados ficaram com Distrito Federal (16,7%), São Paulo (11,6%) e Rio de Janeiro (10,2%). Os piores desempenhos ficaram com os estados de Roraima (3,2%), Amapá (3,4%) e Tocantins (3,5%).

Amazonas fica com a 22a posição no ranking do rendimento médio mensal de pessoas ocupadas com teletrabalhos

Com uma média de rendimento mensal de R$ 4.860,00 o Amazonas ocupou a vigésima segunda posição no ranking, entre as Unidades da Federação. O maior rendimento médio foi do Distrito Federal (R$ 9.103,00) e o menor do Maranhão (R$ 3.843,00).

Os dados da PNAD Contínua não indicam que o maior rendimento médio dos teletrabalhadores seja uma consequência do teletrabalho, mas, sim, que o perfil predominante das pessoas em teletrabalho está correlacionado com maiores rendimentos, em razão de fatores diversos, tais como: ocupações relacionadas a maior nível de escolaridade; empresas inseridas em atividades que pagam maiores remunerações; existência de estrutura para o teletrabalho no próprio domicílio, a qual costuma ser cara e, muitas vezes, não é custeada pela empresa; disponibilidade de acesso e de pagamento para Internet de qualidade, entre outros.

Sobre a pesquisa Teletrabalho e Trabalho por Meio de Plataformas Digitais 2022

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – PNAD Contínua, investigou o módulo temático sobre trabalho por meio de plataformas digitais, trabalhos remotos e teletrabalhos no 4o trimestre de 2022, considerando-se para tal o trabalho principal das pessoas de 14 anos ou mais de idade ocupadas no período de referência.

As estatísticas ora divulgadas, cumpre destacar, são experimentais, isto é, estão sob avaliação porque ainda não atingiram um grau completo de maturidade em termos de harmonização, cobertura ou metodologia.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) classifica as plataformas digitais de trabalho em duas categorias principais: plataformas baseadas em localização (location-based platforms), por meio das quais as tarefas são realizadas presencialmente em locais físicos especificados, abrangendo serviços de transporte particular de passageiros, serviços de entrega e diversos tipos de serviços gerais, tais como serviços de eletricistas e encanadores, serviços de faxina, cuidado de pessoas, entre outros; e plataformas de trabalho online baseadas na web (online web-based platforms), onde as tarefas são executadas online e remotamente por trabalhadores, incluindo trabalhos freelance nas áreas jurídica, de tradução, serviços de TI e programação, consultas médicas online etc., além de tarefas específicas (microtasks), tais como moderação de conteúdo, transcrição de vídeos etc. Além das plataformas digitais de trabalho (serviços), há outras categorias de plataformas digitais, incluindo as de comércio eletrônico (e-commerce platforms), de mídia social, de comunicação, entre outras.

Quatro tipos de plataformas digitais de trabalho foram contemplados na pesquisa – aplicativos de táxi; aplicativos de transporte particular de passageiros (exclusive aplicativo de táxi); aplicativos de entrega de comida, produtos, etc.

O trabalho remoto, que também foi investigado, pode ser descrito, conforme a Organização Internacional do Trabalho (OIT), como a situação em que o trabalho é total ou parcialmente realizado em local diferente daquele onde é tipicamente executado. O teletrabalho é uma subcategoria deste trabalho remoto que é executado por meio de dispositivos eletrônicos como tablets, celulares e computadores.

Para os trabalhadores por conta própria e para os empregadores que não realizaram trabalho por meio de plataformas de serviços, também se investigou, no âmbito do trabalho principal, se a pessoa obteve clientes e vendeu produtos regularmente por meio de plataformas de comércio eletrônico (e-commerce).

Tags: Amazonasplataformas digitaisTrabalho

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