O índice nacional da Construção Civil divulgado, hoje, dia 09, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Amazonas, apresentou variação em setembro, de 0,14%, sendo menor 0,18 ponto percentual que o do país (0,35%) e menor 0,08 ponto percentual que o da região Norte (0,27%).
A queda de 0,41 ponto percentual, em relação ao mês de agosto, acompanhou a diminuição do custo médio da mão-de-obra (menos R$ 7,27), no estado. Porém houve aumento de R$4,66 no custo médio do material, por metro quadrado (m2), em relação ao mês anterior.

Destaques
- O custo médio da mão-de-obra no Amazonas caiu R$ 7,27 em setembro, mas houve aumento de R$ 4,66 no custo do material por metro quadrado;
- Em setembro, o Amazonas apresentou uma variação de 0,14% no índice da Construção Civil, posicionando-se no 22º lugar entre os estados;
- Com uma variação anual de 1,48%, o Amazonas ocupou a 24ª posição entre as Unidades da Federação;
- O índice acumulado de 12 meses no estado foi de 2,27% e a posição no ranking nacional foi a 21ª;
- O Amazonas foi o sétimo estado com maior custo médio de material em setembro, com R$ 1.091,81 por metro quadrado;
- O custo médio da mão-de-obra no Amazonas, em setembro, foi de R$ 727,73,sendo este o 10º entre os estados brasileiros.
Variação no mês
O índice da Construção Civil sofreu variação de 0,14%, no Amazonas, em setembro, ficando menor 0,21 ponto percentual que a variação nacional de 0,35%. O índice posicionou o estado no 22o lugar, na comparação com as demais Unidades da Federação. Os maiores índices ficaram com o Ceará (0,73%), Pernambuco (0,69%) e Mato Grosso (0,68%). As menores variações ficaram com Acre (0,01%), Rio Grande do Sul (0,01%) e Maranhão (0,02%). Com relação ao custo médio do m2, em moeda corrente, os estados que lideraram foram Santa Catarina (R$ 2.012,88), Rondônia (R$ 1.961,07) e Rio de Janeiro (R$ 1.959,49). Os menores custos médios ficaram com Sergipe (R$ 1.581,91), Pernambuco (R$ 1.591,08) e Alagoas (R$ 1.594,14).
Entre as grandes regiões brasileiras as maiores variações, no mês, foram, em ordem decrescente, a do Nordeste (0,49%), Sudeste (0,34%), Centro-Oeste (0,31%), Norte (0,27%) e Sul (0,12%).

Variação no ano
Com uma variação percentual no ano de 1,48%, o Amazonas ficou na vigésima quarta posição entre as Unidades da Federação. As maiores variações anuais ficaram com Rondônia (7,56%), Ceará (4,82%) e Amapá (4,19%). Já os menores índices anuais foram de Santa Catarina (1,28%), Pernambuco (1,38%) e Distrito Federação (1,38%).
A região Norte, com 2,73%, teve a segunda menor variação no custo médio do m2, no ano, ficando 0,24 ponto percentual (p.p.) menor que a do país (2,97%). As maiores variações foram do Nordeste (3,28%), do Sudeste (3,09%), Sul (2,78%), Norte (2,73%) e Centro-Oeste (2%).

Variação em 12 meses
O índice acumulado em 12 meses, no estado, ficou em 2,27%, dando ao Amazonas a vigésima primeira posição no ranking nacional. Os maiores índices, em 12 meses, ficaram com os estados de Rondônia (8,12%), Rio Grande do Norte (6,02%) e Amapá (R$ 5,50%). Já as menores variações em 12 meses foram de Pernambuco (0,78%), Distrito Federal (1,75%) e Santa Catarina (1,80%).
Na variação do custo médio do metro quadrado, em 12 meses, a região Norte liderou com 4,04%. Em seguida vieram as regiões Nordeste (3,82%), Sudeste (3,33%), Sul (3,28%) e Centro-Oeste (2,69%).

Amazonas foi o sétimo estado com maior custo médio de material em setembro
Com um custo médio por metro quadrado (m2) no componente material de R$ 1.091,81, o Amazonas ficou na sétima posição entre os estados do país, em setembro. As Unidades da Federação com os maiores custos de material foram Acre (R$ 1.217,83), Rondônia (1.169,71) e Tocantins (R$ 1.161,88). As Unidades da Federação com os menores custos do componente material, em setembro, foram Espírito Santo (R$ 932,90), Pernambuco (R$ 935,90) e Sergipe (R$ 959,18).

Ainda no componente material, as regiões com as maiores variações, em moeda corrente, no mês de setembro, foram a Norte (R$ 1.124,14), Centro-Oeste (R$ 1.060,84), Sul (R$ 1.042,37), Sudeste (R$ 1.002,19) e Nordeste (R$ 988,44). Já na comparação entre os índices regionais, no componente material, a maior alta ficou com a região Nordeste (0,49%), seguida pela Sudeste (0,34%), Centro-Oeste (0,31%), Norte (0,27%) e Sul (0,12%).
Variação no custo médio da mão-de-obra foi superior a 700 reais, no estado
No componente mão-de-obra o Amazonas ficou na décima posição entre os estados, com um custo médio, no mês de setembro, de R$ 727,73. Os estados com os maiores custos de mão-de-obra, no mesmo período, foram Santa Catarina (R$ 927,95), Rio de Janeiro (R$ 921,49) e Paraná (R$ 882,92). Já os menores custos médios de mão-de-obra ficaram com Alagoas (R$ 619,03), Sergipe (R$ 622,73) e Piauí (R$ 638,23).

Entre as grandes regiões brasileiras a maior variação no componente mão-de-obra ficou com a Sul (R$ 851,45), seguida pela Sudeste (R$ 816,52), a Centro-Oeste (R$ 729,65), a Norte (R$ 696,79) e pela região Nordeste (R$ 662,76).








