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Banco Central prevê crescimento de 1,6% para o PIB em 2026

Inflação deve subir até o fim deste ano e voltar a cair até 2028

Agência Brasil por Agência Brasil
26 de março de 2026
em Economia
Foto: Marcello Casal Jr

Foto: Marcello Casal Jr

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O Banco Central (BC) manteve em 1,6% a projeção de crescimento da economia em 2026. Em seu Relatório de Política Monetária, divulgado nesta quinta-feira (26), a autarquia destaca, entretanto, que a atual previsão para o Produto Interno Bruto (PIB – soma de todos os bens e serviços finais produzidos pelo país) está sujeita a “maior incerteza” diante dos potenciais efeitos dos conflitos no Oriente Médio.

“Se prolongado [o conflito], seus impactos predominantes, no país e no exterior, devem ser consistentes com um choque negativo de oferta, aumentando a inflação e reduzindo o crescimento, ainda que alguns setores da economia brasileira, especialmente o petrolífero, possam se beneficiar”, diz o relatório do BC.

“Se a distribuição de mercadorias continuar interrompida e a capacidade de produção reduzida na região por muito tempo, o impacto sobre os preços e a atividade pode ser duradouro e significativo”, acrescentou a autarquia.

O dado para o PIB é referente ao primeiro trimestre deste ano, sendo o mesmo valor daquele divulgado no relatório de dezembro. “A estabilidade da projeção de crescimento anual decorre do resultado do quarto trimestre de 2025, próximo ao esperado, e da manutenção da perspectiva de expansão trimestral moderada ao longo de 2026”, diz o relatório.

“Esse cenário é condicionado pela expectativa de política monetária em campo restritivo [juros altos], pelo baixo nível de ociosidade dos fatores de produção, pela perspectiva de desaceleração da economia global e pela ausência do impulso agropecuário observado em 2025”, explicou o BC.

Em 2025, o PIB do Brasil fechou em 2,3%, com expansão em todas as atividades, mas puxado principalmente pela agropecuária.

Segundo a autarquia, o cenário para 2026 incorpora também estimativas dos efeitos de medidas recentes com potencial de sustentar a demanda doméstica, como o aumento real do salário mínimo e a isenção ou o desconto no Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) para quem ganha até R$ 5 mil ou R$ 7 mil.

No mesmo sentido, o mercado de trabalho continua aquecido, com queda do desemprego e aumento dos salários.

O relatório do BC apresenta as diretrizes das políticas adotadas pelo Comitê de Política Monetária (Copom) para a definição da taxa básica de juros, a Selic, e avalia a evolução recente e as perspectivas da economia, especialmente as projeções de inflação. A Selic é o principal instrumento do BC para manter a inflação sob controle.

De setembro de 2024 a junho de 2025, a Selic foi elevada sete vezes seguidas, mas não foi alterada nas cinco reuniões seguintes do Copom. Após esse período prolongado de manutenção da taxa em 15% ao ano, na semana passada, ele foi reduzida para 14,75% ao ano.

Diante das incertezas provocado pelo conflito no Oriente Médio, o BC não descarta rever o ciclo de baixa, caso seja necessário.

Inflação

O BC ressalta que a inflação deve subir até o fim de 2026, recomeçando trajetória de queda até o horizonte relevante, mas ainda permanecendo acima da meta. A meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CNM) é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, isto é, de 1,5% a 4,5%.

Segundo a autarquia, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – referência oficial da inflação no país – deve terminar o ano em 3,6%, “em boa medida advinda do aumento dos preços do petróleo”.

A probabilidade de a inflação estourar o teto da meta (4,5%) em 2026 subiu de 23% para 30% neste Relatório de Política Monetária.

De acordo com o documento, a partir do ano que vem, a inflação volta a cair, chegando a 3,1% no último período considerado, referente ao terceiro trimestre de 2028. “No horizonte relevante de política monetária, ou seja, o terceiro trimestre de 2027, a inflação projetada é 3,3%”, diz o BC.

Crédito

A projeção para o crescimento do saldo do crédito ofertado tanto para pessoas físicas quanto para empresas em 2026 aumentou de 8,6% para 9%. O crescimento é puxado principalmente pelo desempenho acima do esperado do crédito livre a pessoas físicas e do direcionado a pessoas jurídicas. As projeções desses segmentos aumentaram 0,5 ponto percentual, para 9,5% e 11,5%, respectivamente.

No crédito livre, os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes. Já o crédito direcionado ─ com regras definidas pelo governo ─ é destinado basicamente aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito.

Apesar do aumento, a projeção atualizada segue indicando desaceleração do crédito pelo segundo ano consecutivo. O saldo do crédito no Sistema Financeiro Nacional (SFN) cresceu 10,3% em 2025, abaixo da variação de 11,5% observada em 2024.

“A desaceleração esperada é consistente com o cenário prospectivo para a atividade econômica doméstica e com os efeitos correntes e defasados da política monetária [de aumento da Selic], em contexto de endividamento e comprometimento de renda elevados”, explicou o BC.

Contas externas

A projeção de déficit em transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda com outros países, foi reduzida em relação ao relatório anterior, passando de R$ 60 bilhões para US$ 58 bilhões (2,2% do PIB) em 2026, em função da melhora na projeção do saldo comercial, apoiado em crescimento das exportações superior ao das importações.

A elevação do valor projetado para as exportações vem da combinação de ligeiro aumento do volume esperado e, principalmente, da perspectiva de preços mais altos. Segundo o BC, a principal mudança em relação ao relatório de dezembro vem da alta dos preços de combustíveis como resultado do conflito no Oriente Médio, com impacto na projeção de exportação de petróleo.

Esse déficit externo estará financiado por capitais de longo prazo, principalmente pelos investimentos diretos no país (IDP), que têm projeção do fluxo líquido de entrada de US$ 70 bilhões (2,7% do PIB).

Por outro lado, o conflito no Oriente Médio eleva os riscos e a incerteza com a redução do fluxo comercial no Estreito de Ormuz, com possíveis repercussões no comércio internacional, nas cadeias de produção e nas condições financeiras globais.

Tags: banco CentralBrasileconomiaPetróleo

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