Os ossos do bebê retirado com faca da barriga da grávida Débora da Silva Alves, de 18 anos, morta em Manaus, foram enterrados pela família da vítima na tarde desta quinta-feira (28). Três pessoas estão presas, incluindo o pai do bebê, principal suspeito do crime.
Familiares da vítima decidiram voltar ao local onde a mulher havia sido encontrada morta, em novembro, e acharam a ossada que poderia ser do bebê que ela esperava.
Eles acionaram a polícia e o Instituto Médico Legal (IML) removeu os ossos para fazerem exames de DNA.
Após mais de um mês, desde que os ossos foram encontrados, o IML confirmou para a família que os ossos encontrados são do bebê que foi retirado da barriga de Débora.
Débora foi encontrada morta na manhã do dia 3 de agosto deste ano, em uma área de mata localizada no Mauazinho, Zona Leste de Manaus. Ela estava grávida de oito meses e o bebê não havia sido encontrado desde então.
A mulher foi queimada e teve os pés cortados. A jovem também tinha um pano no pescoço, o que, segundo a polícia, indica que ela foi asfixiada.
Estão presos Gil Romero Machado Batista, de 41 anos, pai do bebê; Ana Júlia Azevedo Ribeiro, de 29 anos, mulher do suspeito; e José Nilson, colega de trabalho de Gil Romero, suspeitos de terem cometido o crime.
Gil Romero é apontado como mentor e autor do assassinato de Débora. Segundo a família da vítima, a jovem estava grávida dele, mas o suspeito não queria assumir o bebê. Ele alegava que é casado com Ana Júlia.









