O Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi), no Amazonas, para o mês de maio de 2024, divulgado hoje pelo IBGE, apresentou variação negativa (-0,23%) em relação a abril de 2024. Com isso, o índice fechou com -0,25 pontos percentuais em relação ao mês anterior.

No ano, a variação percentual amazonense alcançou 0,55% em maio de 2024 contra 0,78%, em abril de 2024. Ou seja, o custo médio da construção no ano diminuiu -0,23 p. p. entre os dois meses.
No Brasil, esse índice apresentou a variação de 0,17% em maio de 2024, diminuiu -0,24 p. p. em relação ao mês anterior (0,41%). A variação dos últimos doze meses foi 2,31%, ou seja, -0,2 p. p. abaixo da variação registrada em abril de 2024 (2,51%).”
O índice de preços da Construção Civil no Amazonas, de -0,23%, em maio de 2024, em relação ao mês anterior, colocou o Estado com um dos melhores resultados, entre as Unidades da Federação, pois representa o segundo melhor índice de redução nos custos médios da construção. Os menores índices foram os do Santa Catarina (-0,26%), Amazonas (-0,23%) e Pernambuco (-0,19%). Os maiores índices foram do Acre (2,16%), Maranhão (1,88%) e Distrito Federal (1,6%).

Em moeda corrente, o custo médio por metro quadrado da Construção Civil, no Amazonas, reduziu de R$ 1.806,97, em abril de 2024, para R$ 1.802,84, em maio de 2024. No Brasil, este custo foi de R$ 1.739,26, em maio.
No Amazonas, o custo médio do material de construção (m²) caiu de R$ 1.120,86, em abril, para R$ 1.110,20, em maio. Já o custo médio da mão de obra (m²) foi de R$ 692,64, em maio, ficando superior em R$6,53 frente a abril (R$ 686,11).
No Brasil, o índice da Construção Civil apresentou o custo médio de R$ 1.736,37, em abril e passou para R$ 1.739,26, em maio. O custo médio por metro quadrado dos materiais de construção, no país, reduziu de R$ 1.007,30, em abril, para R$ 1.006,80 em maio. Já o custo médio por metro quadrado da mão de obra no Brasil foi de R$ 729,07, em abril e em maio ficou em R$ 732,46.

No custo médio do metro quadrado, o Amazonas apresentou queda mas no Brasil houve aumento. O Estado apresentou a primeira queda do indicador desde agosto de 2023. Enquanto o país mantém aumento há mais de doze meses.

O custo médio da Construção Civil ,no Amazonas, de R$1.802,84, colocou o Estado em posição intermediária em relação as demais unidades da federação. Os menores custos foram os do Sergipe (R$ 1.549,41), Pernambuco (R$ 1.561,54) e Alagoas (R$ 1.575,97). Os maiores valores ficaram com os Estados de Santa Catarina (R$ 1.987,01), Acre (R$ 1.935,8) e Rio de Janeiro (R$ 1.910,26). No ranking do mês, o Amazonas ocupou a décima primeira posição.

O custo médio do material de construção no Amazonas, de R$1.110,20, colocou o Estado em posição intermediária em relação a outras Unidades da Federação. Os menores custos de material foram observados no Espírito Santo (R$ 924,96), Bahia (R$ 937,56) e Pernambuco (R$ 937,67) e os maiores custos no Acre (R$ 1.218,48), Tocantins (R$ 1.147,7) e Rondônia (R$ 1.145,67).
O custo médio da mão de obra no Amazonas, de R$692,64, colocou o Estado na posição intermediária em relação a outras unidades da federação. Os menores custos de mão de obra foram de Sergipe (R$ 599,31), Ceará (R$ 616,21) e Alagoas (R$ 621,31). Já os maiores custos ficaram com os Estados do Rio de Janeiro (R$ 886,49), Santa Catarina (R$ 879,2) e Paraná (R$ 832,74).
De acordo com a Pesquisa, em maio, para se construir uma casa de 1 quarto, de 30 m2, seria gasto R$2.281,62 por metro quadrado, no padrão normal. Já uma casa com dois quartos ,de 46 m2, no mesmo padrão, ficaria com valor de R$1.873,17 por metro quadrado.

Sobre a SINAPI
O Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil – SINAPI, tem por objetivo a produção de séries mensais de custos e índices para o setor habitacional e de séries mensais de salários medianos de mão de obra e preços medianos de materiais, máquinas e equipamentos e serviços da construção para os setores de saneamento básico, infraestrutura e habitação. O Sistema é uma produção conjunta do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Caixa Econômica Federal, realizada por meio de acordo de cooperação técnica, cabendo ao Instituto a responsabilidade da coleta, apuração e cálculo, enquanto à Caixa Econômica, a definição e manutenção dos aspectos de engenharia, tais como projetos, composições de serviços etc. As estatísticas do SINAPI são fundamentais na programação de investimentos, sobretudo para o setor público. Os preços e custos auxiliam na elaboração, análise e avaliação de orçamentos, enquanto os índices possibilitam a atualização dos valores das despesas nos contratos e orçamentos.









