O Índice da Construção Civil – SINAPI, no Amazonas, mostra que houve aumento de 0,71%, em setembro, em relação ao índice de agosto. No índice acumulado do ano (janeiro a setembro), a alta é de 12,51%.
Já a variação acumulada dos últimos 12 meses registra 15,65% de aumento nos custos da construção civil do Estado, a 9ª maior alta no período entre as unidades da federação.
A maior foi a de Santa Catarina (2,80%) e a menor, a do Espírito Santo (-0,11%). Os dados foram divulgados hoje (11) pelo IBGE.
No Brasil, o índice da construção civil apresentou a variação de 0,44%, em setembro e de 10,22% no acumulado do ano. Já a variação dos últimos doze meses foi 13,11%.

Em setembro, frente a agosto, o preço dos materiais de construção sofreu alta, enquanto o da mão-de-obra apresentou redução, no Amazonas. Dessa forma, os custos da construção no Amazonas atingiram o valor de R$ 1.639,92. O custo médio da construção no Brasil é de R$ 1.669,19, no mesmo período.

Alta em setembro foi a 9ª maior entre Estados e DF
O índice de 0,71% de variação nos custos da construção civil no Amazonas, em setembro, na comparação com agosto, foi o 9º maior entre as unidades da federação. As menores variações foram as do Espírito Santo (-0,11%), Bahia (-0,01%) e Paraná (0,11%); e as maiores, as de Santa Catarina (2,80%), Acre (1,10%) e Ceará (0,88%).

Custo médio do material de construção foi o maior responsável pela alta no mês
O custo médio por metro quadrado da construção civil, no Amazonas, aumentou de R$ 1.628,37, em agosto, para R$ 1.639,92, em setembro.
No Amazonas, o custo médio do material de construção, por metro quadrado, aumentou de R$ 993,24,em agosto, para R$ 1.010,50, em setembro. E o custo médio da mão-de-obra (m²) foi de R$ 629,42 em setembro, com queda em relação agosto (R$ 635,13).
O custo nacional da construção por metro quadrado, que em agosto foi de R$ 1.661,85, passou em setembro para R$ 1.669,19, sendo R$ 999,96 relativos aos materiais e R$ 669,23 à mão de obra.

Ranking do custo médio
O custo médio da construção civil no Amazonas, de R$1.639,92, foi o 14º do ranking dos preços das unidades da federação. Os menores custos foram os do Sergipe (R$ 1.463,49), Alagoas (R$ 1.471,20) e Piauí (R$ 1.504,45). E os maiores, os de Santa Catarina (R$ 1.880,86), Rio de Janeiro (R$ 1.839,08) e Acre (R$ 1.796,91).

As estatísticas do SINAPI são fundamentais na programação de investimentos, sobretudo para o setor público. Os preços e custos auxiliam na elaboração, análise e avaliação de orçamentos, enquanto os índices possibilitam a atualização dos valores das despesas nos contratos e orçamentos.









