Economia – Em maio de 2022, frente a abril, o volume do setor de serviços cresceu 3,7%, no Estado. A alta acontece após queda de 0,9%, em abril. Em maio de 2022, frente ao mesmo mês do ano anterior, o setor avançou 14,8%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada hoje (12) pelo IBGE.
Além disso, o setor obteve 11,2% de crescimento no ano (período de janeiro a maio), e no acumulado dos últimos 12 meses, o setor teve alta de 10,9%, no Estado.
No Brasil, o setor de serviços variou 0,9% em maio, acumulando alta de 9,2% em 2022 na comparação com o mesmo período de 2021. No ano, o setor cresceu 9,4%, e em 12 meses, 11,7%.


Comparação com índices dos demais Estados e DF
A alta de 3,7%, no volume de serviços, em maio, no Amazonas, posicionou o setor do Estado na 4ª posição entre as demais unidades da federação. As maiores quedas foram observadas em Pernambuco (-3,1%), Alagoas (-2,2%), e Mato Grosso ( -1,7%); e os melhores desempenhos, no Acre (11,7%), Tocantins, (6,1%), e Mato Grosso do Sul, (5,3%).

A alta de 11,2%, na variação acumulada do ano (janeiro a maio), inseriu o setor de serviços do Amazonas numa posição intermediária (11ª) entre Estados e Distrito Federal. Os melhores desempenhos foram os de Rondônia (-1,0%), Distrito Federal (0,9%), e Rio de Janeiro (2,4%); e os melhores desempenhos, os de Alagoas (25,7%), Ceará (18,1%) e Amapá (16,4%).

Receita nominal de serviços também cresce em maio
Em maio, a receita nominal aumentou 4,9%, frente a abril, no Estado. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a receita do setor de serviços no Amazonas aumentou 23,1%. No acumulado do ano, a receita do setor aumentou 18,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já no acumulado dos últimos doze meses, o indicador aumentou 18,2%.

Com a alta de 18,6% na variação acumulada no ano (janeiro a maio), o índice de crescimento do Amazonas, frente ao mesmo período do ano passado, inseriu o Estado na 6ª posição no ranking dos Estados e DF. As únicas variações negativas foram as do Amapá (-2,1%) e Pernambuco (-0,9%); e, por outro lado, os melhores desempenhos foram os do Acre (16,4%), Rio Grande do Norte (7,8%), e Piauí, (6,2%).










