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OMS diz que políticas de saúde para migrantes e refugiados têm avanços

Novos dados mostram que mais de 60 países incluem recursos e leis nacionais de apoio; números constam de relatório estabelecendo primeira referência global para monitorar progressos que atendem necessidades dos migrantes

Redação por Redação
26 de março de 2026
em Mundo
At IOM’s Migrant Response Point in Aden, migrants are receiving the cholera vaccine as part of a nationwide effort to tackle the outbreak. Foto: © IOM/Majed Mohammed

At IOM’s Migrant Response Point in Aden, migrants are receiving the cholera vaccine as part of a nationwide effort to tackle the outbreak. Foto: © IOM/Majed Mohammed

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A Organização Mundial da Saúde, OMS,* relata uma mudança significativa na forma como os países estão respondendo às necessidades de saúde de refugiados e migrantes.

Numa pesquisa, divulgada pela agência da ONU e parceiros, a OMS revela novos dados mostrando que mais de 60 países dentre 93 pesquisados ​incluem essas medidas em suas políticas e leis nacionais de saúde.

Migração e sistemas nacionais de saúde

O novo “Relatório mundial sobre a promoção da saúde de refugiados e migrantes: monitoramento do progresso no plano de ação global da OMS” demonstra que, mesmo em contextos politicamente sensíveis, os países estão recorrendo cada vez mais a evidências, dados, ciência, bem como a normas e padrões estabelecidos, para orientar a forma como as questões de migração e saúde são abordadas dentro dos sistemas nacionais de saúde.

Para a agência, esses são “progressos encorajadores nas políticas de saúde inclusivas para refugiados e migrantes” pelo mundo.

O documento estabelece a primeira referência global para monitorar o progresso rumo a sistemas de saúde inclusivos e responsivos às necessidades daqueles que vivem fora de seus países de origem.

Um em cada oito é refugiado ou migrante

Hoje, mais de 1 bilhão de pessoas, ou mais de uma em cada oito em todo o mundo, vivem como refugiados ou migrantes.

Mesmo assim, muitos refugiados e migrantes enfrentam barreiras no acesso à assistência, riscos elevados de doenças infecciosas e crônicas, desafios de saúde mental e condições de vida ou de trabalho inseguras.

O diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus afirma que “refugiados e migrantes não são apenas receptores de cuidados, mas são também profissionais de saúde, cuidadores e líderes comunitários”. Segundo ele, sistemas de saúde só são verdadeiramente universais quando atendem a todos e que a inclusão beneficia sociedades inteiras e fortalece a preparação para futuros desafios de saúde.”

Lacunas persistentes

A agência defende que o investimento na saúde de refugiados e migrantes gera dividendos de longo alcance e reforçam a segurança sanitária global, além de reduzir custos para as sociedades onde esses migrantes vivem.

Estudos de caso de todas as seis regiões da OMS ilustram como o progresso pode ser alcançado na prática – desde a ampliação da cobertura de seguro-saúde para migrantes na Tailândia, passando pelo uso de mediadores de comunicação intercultural na Bélgica, até a inclusão de representantes das comunidades migrantes nos processos de tomada de decisão sobre a prestação de cuidados de atenção primária à saúde no Chile.

Apesar dos avanços, o relatório destaca lacunas persistentes:

•  Apenas 37% dos países respondentes coletam, analisam e divulgam rotineiramente dados de saúde relacionados à migração como parte de seus sistemas nacionais de informação em saúde;

  • Somente 42% incluem refugiados e migrantes em planos de preparação para emergências, redução de riscos de desastres ou resposta a crises;

•         Menos de 40% relatam oferecer treinamento aos profissionais de saúde para a prestação de cuidados culturalmente sensíveis a refugiados e migrantes;

•         Só 30% implementaram campanhas de comunicação para combater percepções equivocadas e a discriminação relacionadas à saúde de refugiados e migrantes;

•         O acesso permanece desigual: embora os refugiados tenham, de modo geral, maior probabilidade de acessar serviços de saúde, os migrantes em situação irregular, as pessoas deslocadas internamente, os trabalhadores migrantes e os estudantes internacionais têm uma cobertura muito menos consistente; e

•         A participação na governança é limitada: refugiados e migrantes continuam sub-representados nos processos de governança e tomada de decisão em saúde na maioria dos países.

Fortalecer coleta e combater fake news

Para a OMS, governos, parceiros e doadores devem acelerar esse avanço, por meio de inclusão de refugiados e migrantes em todas as políticas, estratégias e planos nacionais de saúde; fortalecimento da coleta e do uso de dados rotineiros e desagregados sobre a saúde de migrantes, para fins de planejamento e prestação de contas; coordenação intersetorial, abrangendo as áreas de saúde, habitação, educação, emprego e proteção social; adequação das estratégias às necessidades específicas de diferentes subgrupos de migrantes, incluindo aqueles em situação irregular e engajamento significativo de refugiados e migrantes no planejamento, na governança, bem como na concepção e na prestação de serviços.

A agência acredita ainda que é preciso promover a capacitação dos profissionais de saúde para a prestação de cuidados equitativos e culturalmente sensíveis; o combate à desinformação e à discriminação por meio de ações fundamentadas em evidências; e a proteção e a ampliação do financiamento, a fim de salvaguardar o progresso para todos.

Banco Mundial, Acnur e OIM

Nos níveis global, regional e nacional, a OMS também continuará a trabalhar em estreita colaboração com parceiros — incluindo a Organização Internacional para as Migrações, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados e o Banco Mundial — para promover abordagens coordenadas e baseadas em direitos no que tange à saúde de refugiados e migrantes.

A OIM tornou-se a primeira organização internacional a integrar a Rede Global de Certificação em Saúde Digital, uma infraestrutura pública digital hospedada pela OMS que possibilita a verificação de documentos de saúde entre países.

Espera-se que essa nova colaboração intensifique ainda mais os esforços para ajudar os migrantes a acessar, de forma segura, registros de saúde verificáveis ​​onde quer que estejam, apoiando a continuidade da assistência à saúde além das fronteiras.

*Texto com informações da OMS.

Tags: MundoOMSrefugiados

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