Policiais civis do 25° Distrito Integrado de Polícia (DIP), com o apoio da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), prenderam, nesta terça-feira (21/07), por volta das 9h30, um homem de 48 anos, em cumprimento a mandado de prisão preventiva por estupro de vulnerável. O indivíduo é investigado por ter abusado sexualmente e, supostamente, engravidado a própria enteada, uma mulher de 28 anos, que possui deficiência intelectual, além de ter estuprado outras três sobrinhas de 14, 16 e 18 anos, da mesma família. Os crimes ocorriam desde 2011.
A ação policial foi coordenada pelos delegados Márcio André Campos e Joyce Coelho, titulares do 25º DIP e Depca, respectivamente. Segundo Joyce, as investigações em torno do caso tiveram início em fevereiro de 2019, quando uma adolescente de 14 anos compareceu com a mãe dela na Especializada, após uma palestra na escola, para informar que era abusada sexualmente pelo companheiro da tia, desde que tinha nove anos.
“Após a primeira vítima denunciar, outras duas adolescentes de 16 e 18 anos, que são da mesma família, também formalizaram a denúncia contra o homem. Elas informaram que, nas ocasiões dos delitos, o indivíduo aproveitava quando elas iam para a casa da avó e esperava o momento oportuno para apalpá-las, bem como colocá-las no colo dele para praticar atos libidinosos. Com base nisso, detectamos que se tratava de um abusador intrafamiliar”, relatou a delegada.
Joyce Coelho informou, ainda, que o caso mais grave ocorreu com a enteada dele, uma mulher de 28 anos, portadora de deficiência intelectual. Em março deste ano, a vítima procurou a Depca e relatou também uma longa trajetória de abusos sexuais cometidos pelo infrator e que contava com a participação da própria mãe dela, que era conivente com o crime. Ainda de acordo com relatos dos familiares, a vítima chegou a, supostamente, engravidar do infrator, porém teve um aborto espontâneo.
“Sendo assim, representei pelo pedido de prisão preventiva em nome dele. A ordem judicial foi expedida no dia 15 de abril deste ano, pelo juiz Ian Andrezzo Dutra, da 1ª Vara Especializada em Crimes Contra Dignidade Sexual da Criança e Adolescente. Entretanto, desde o ano passado, ele estava em local incerto”, explicou ela.
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Com Informações da Assessoria de Comunicação









