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ONU: forças russas realizam 864 detenções arbitrárias de civis na Ucrânia

Redação por Redação
13 de julho de 2023
em Mundo
Foto: Reprodução

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Relatório do Escritório de Direitos Humanos revela que 90% dos detentos sofreram tortura e maus-tratos, incluindo violência sexual; documento destaca falta de acesso a locais de detenção e aponta casos de execuções sumárias e uso de civis como “escudos humanos”.

O Escritório de Direitos Humanos da ONU documentou pelo menos 900 casos de civis detidos arbitrariamente na guerra da Rússia contra a Ucrânia.

Segundo os dados, 864 capturas partiram de forças russas, sendo que 90% das vítimas foram submetidas a tortura e maus-tratos, incluindo violência sexual.

Nesta quarta-feira, o chefe do Escritório, Volker Turk, apresentou um relatório com detalhes durante o Diálogo Interativo do Conselho de Direitos Humanos da ONU sobre a Ucrânia em Genebra, na Suíça.

Impacto da guerra nos civis

Turk acrescentou que o levantamento revela que oito crianças estavam entre os detidos. Os dados foram colhidos entre 24 de fevereiro de 2022 e 23 de maio de 2023.

Local de detenção improvisado usado pelas forças armadas russas na região de Kharkiv, na Ucrânia.
© OHCHR
Local de detenção improvisado usado pelas forças armadas russas na região de Kharkiv, na Ucrânia.

Para a publicação, o Escritório de Direitos Humanos da ONU conduziu mais de 274 visitas em 70 acessos a centros de detenção oficiais e entrevistou mais de 1 mil pessoas.

Volker Turk destacou que o trabalho de monitoramento segue altos padrões de imparcialidade, profissionalismo, objetividade e não seletividade.

Esses princípios orientaram a coleta dos dados apresentados neste relatório, assim como em todos os outros produzidos pelo Escritório de Direitos Humanos da ONU.

Acesso aos locais de detenção

O chefe de Direitos Humanos explicou que a Rússia não deu acesso a locais de detenção, o que leva a uma subnotificação de casos.

Turk afirma que, mesmo assim, as equipes entrevistaram 178 detidos por forças russas após a libertação deles.

Entre os 864, dos casos cometidos pela Rússia, muitos foram detenções incomunicáveis, equivalentes a desaparecimentos forçados.

O relatório também lista a execução sumária de 77 civis enquanto eles estavam detidos, arbitrariamente, pelas forças russas.

Volker Turk, chefe de Direitos Humanos, discursa em uma conferência para jovens defensores dos direitos humanos na ONU em Viena.
UNIS Vienna
Volker Turk, chefe de Direitos Humanos, discursa em uma conferência para jovens defensores dos direitos humanos na ONU em Viena.

Direito internacional

Dentre os civis foram entrevistados funcionários públicos, voluntários humanitários, ex-soldados, padres, professores e supostos opositores políticos.

Em 26% dos casos, eles foram transferidos para outros locais ocupados pelos russos na Ucrânia ou em território russo, sem que suas famílias fossem informadas.

O relatório também apresenta vários casos sugerindo que civis detidos foram usados pelas Forças Armadas russas como “escudos humanos” para tornar certas áreas imunes a ataques militares.

Descobertas chocantes

Par Turk, essas descobertas são chocantes e pedem medidas concretas da Rússia em instruir e garantir que seu pessoal cumpra os direitos humanos internacionais e o direito humanitário.

Ele destaca que que o conflito continua a gerar violações graves e de longo alcance dos direitos humanos.

Para ele, o ataque da Rússia à Ucrânia, que fez 500 dias na última semana, deixa um “horrendo custo civil”.

Desde 24 de fevereiro, estima-se que mais de 9 mil civis, incluindo mais de 500 crianças, foram mortos.

Tags: GuerraMundoONUUcânia

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